CAPI CANISM TAL DE O DE C RISCO APIT AL DE RISCO
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- Maria Clara Palmeira Paranhos
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1 MECANISMO CAPITAL DE CAPITAL DE RISCO DE RISCO António Carvalho
2 A Portugal Ventures InovCapital AICEP Capital Global Turismo Capital Clarificação de objectivos estratégicos e concentração de meios para o investimento público Dinamização da actividade privada de Venture Capital e Private Equity, com participação nacional e internacional Impulso decisivo para o desenvolvimento do empreendedorismo nacional e valorização económica do conhecimento de base científica e tecnológica Criação de uma nova realidade empresarial de elevado potencial exportador, globalmente competitiva e posicionada nas cadeias de valor internacionais Criação de factores de impacto económico com base sustentável e duradoura 2
3 Áreas estratégicas de investimento (Portugal Ventures) Ignição Crescimento / Venture Capital Private Equity / Revitalização Turismo Dinamização e capacitação das competências de empreendedorismo nacional, através do financiamento da inovação e projectos de base tecnológica com o objectivo de geração de negócios com elevado potencial de crescimento Participação de capital em empresas de base tecnológica nas fases iniciais do seu desenvolvimento já durante a fase de geração de receitas, mas com necessidades de injecção de liquidez Revitalização do tecido económico tradicional (de bens transaccionáveis) através de reestruturação de empresas, consolidação sectorial e apoio a processos de internacionalização Única unidade especializada sectorialmente. Analisa projetos nas fases 1, 2 e 3 que se enquadrem no sector do Turismo. 3
4 Unidade de Turismo - fundos sob gestão (1/2) FCR Turismo Capital FCR Dinamização Turística Constituído em Dezembro de 1995 Dotação: 49,9 M Subscritores UPs: Turismo de Portugal, i.p. - 85% Banco Espírito Santo - 8% Banco BPI 7% Liquidez imediata: 7,0 M Objetivo: participações no capital de sociedades não cotadas em bolsa; PME s, com elevado potencial de crescimento e de valorização Restrição: Certificação PME; Investimento apenas em Portugal Constituído em Junho de 2009 Dotação: 20 M subscritos; aumento de capital em curso para 26,4 M Subscritores UPs: Turismo de Portugal, i.p. 100% Liquidez imediata: Já comprometida com atual carteira de projetos Objetivo: reforçar competitividade do sector do turismo, pela revitalização do respetivo tecido empresarial. Privilegiadas intervenções que contribuam para a criação de emprego e promoção da inovação no sector Restrições: Investimento apenas em Portugal 4
5 Unidade de Turismo - fundos sob gestão (2/2) Turismo Inovação - FCR Constituído em Abril de 2011 Dotação: 20 M Subscritores UPs: FINOVA 50% Turismo de Portugal, i.p. 20% Banco BPI 10% Banco Espírito Santo 10% Grupo CGD Caixa Capital 10% Liquidez imediata: 6M Objectivo: apoiar projectos de investimento que visem a inovação, modernização e internacionalização das PME Restrições: Mínimo de 70% do investimento terá que ser realizado em Capital ou quasi-capital 1,5M de investimento máximo por operação (a cada 12 meses) Aplicação de fundos tem que ser integralmente realizada até 2013 Limitado a empresas sedeadas no Norte, Centro e Alentejo (NUTS II) Certificação PME Fundo co-financiado pelo QREN, no âmbito do Programa Operacional Factores de Competitividade, no montante de10 milhões de euros. 5
6 Características do investimento (1/2) Participa, exclusivamente, em projectos cujo principal negócio se baseie na actividade turística A participação no capital é sempre minoritária (habitualmente entre 20% e 30% do capital social) O período de permanência médio no capital é de cerca de 8 anos (limitada por prazo máximo legal de 10 anos) Empresa em início de actividade, com projectos de expansão, de reestruturação interna ou de lançamento de novas linhas de negócio Empresa com potencial de valorização ou projecto com comprovada viabilidade económico-financeira 6
7 Características do investimento (2/2) Projecto aporta qualidade, inovação e diferenciação ao sector turístico Credibilidade dos promotores, com a capacidade e experiência necessária ao êxito do projecto (não necessariamente no sector) Disponibilidade dos promotores em aceitar um parceiro accionista Contribui para a melhoria da competitividade e da produtividade das empresas, através do seu robustecimento financeiro Partilha de risco com a restante estrutura accionista (envolvimento de médio / longo prazo) Reforço da capacidade de gestão e conhecimento do sector do Turismo 7
8 Como se concretiza a operação (1/3) Principais Etapas Apresentação do Plano de Negócios Decisão liminar de aceitação ou rejeição Início da negociação e fornecimento de informações adicionais Estudo de viabilidade Negociações Finais Concretização da participação. Se sim, Acordo Saída da participação Parassocial Período de permanência na Empresa 8
9 Como se concretiza a operação (2/3) Informação de carácter geral (historial da Empresa; breve caracterização do projeto; aspetos legais, societários e administrativos; curriculum dos promotores). Informação necessária para análise do projecto Plano Estratégico e de Marketing (posicionamento de mercado e concorrência). Informação de carácter económico-financeiro (Demonstrações Financeiras Históricas, Orçamento Anual e Plano de Negócios de médio prazo). Contratos de Financiamento e outros contratos relativos à operação (quando aplicável contratos de franchising e gestão / exploração). Expectativas do Promotor (relativamente à valorização da empresa e à participação da Portugal Ventures). 9
10 Como se concretiza a operação (3/3) Avaliação de Entrada A Permanência na Sociedade A Saída da Sociedade A avaliação da tomada de participação é realizada através da metodologia dos fluxos de caixa descontados ( DCF ). Esta metodologia consiste na determinação do Valor da Empresa, através da actualização para o momento presente, dos fluxos de caixa previsionais futuros que a empresa irá libertar. Ao Valor da Empresa será deduzido o Passivo Financeiro, à data da avaliação, para se determinar o Valor de Mercado dos Capitais Próprios. Assinatura de um Acordo Parassocial que regerá a relação entre o FCR e os restantes accionistas. Direito à nomeação de um administrador com funções não executivas que acompanha a actividade corrente da empresa, procurando contribuir na definição da estratégia através do seu conhecimento do sector. A determinação do valor da participação do Fundo para efeitos de saída será efectuada através da mesma metodologia utilizada para a determinação do valor de entrada. Quando negociado à priori, poderão existir valores máximos e mínimos de valorização, normalmente determinados por uma capitalização do valor da participação indexada à taxa Euribor + spread. 10
11 OBRIGADO CAPITAL DE RISCO
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