FLG 0253 Climatologia I
|
|
|
- Jessica Fortunato Farias
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FLG 0253 Climatologia I Disciplina Ministrada pelo Prof. Ricardo Hidrometeoros As Nuvens 1 Introdução As nuvens são constituídas por gotículas de água ou de pequenos cristais de gelo. Certas nuvens podem conter gotas de água congelada ou pedaços maiores de gelo. O surgimento das nuvens é resultado da condensação ou sublimação do vapor d água incluso nas parcelas de ar da atmosfera. Para chegar ao estado de líquido ou sólido, serão levados em conta as diversas formações de nuvens e seus processos físicos. A altura mínima da base, por definição, é de 30m ou 100 pés. São consideradas excelentes indicadoras das condições do tempo, auxiliam na elaboração de um bom prognóstico de curto prazo (chegada de Frentes Frias, proximidade de trovoadas etc.). Além disto, elas indicam predominâncias climatológicas de certas regiões (tendência de formação, ausência, excepcionais para análises de longa duração). Em geral, suas formas e alturas indicam as condições da atmosfera. 2 Classificação Geral de Nuvens As nuvens foram classificadas efetivamente por Luke Howard, meteorologista amador inglês, ainda no século XIX. Ele criou um diagrama lógico, onde os nomes estão em Latim (assim como existem espécies em biologia, a idéia foi a mesma para classificar as nuvens). Esta classificação é distribuída por um diagrama lógico de formação que pouco foi mudado até os dias de hoje. A divisão ocorre segundo seus aspectos e estruturas físicas, sua altura e gêneros. Quanto ao aspecto físico, elas são divididas em dois grupos: Estratiformes: Cumuliformes: Aspecto no qual a nuvem tem grande desenvolvimento horizontal, com pouco vertical, dando ao céu uma aparência de divisão em camadas; Aspecto no qual a nuvem tem grande desenvolvimento vertical, com pouco horizontal. A nebulosidade apresenta aglomerações ou protuberâncias.
2 Quanto à sua estrutura física, a divisão caracteriza a sua constituição: Líquidas: Sólidas: Mistas: São as nuvens constituídas por gotículas de água, por condensação em baixas alturas, com temperaturas positivas; São as nuvens constituídas por cristais de gelo, por sublimação em alturas elevadas, abaixo da linha de 0ºC, onde as temperaturas são negativas; São nuvens constituídas por gotículas de água e cristais de gelo, por condensação e sublimação, em alturas médias, na interface da linha de 0ºC. Deve-se lembrar que as nuvens de grande desenvolvimento vertical são consideradas mistas, pois atravessam tanto a parte de temperaturas positivas, onde se formam gotículas de água, como as altas alturas de temperaturas negativas, onde estão os cristais de gelo. Quanto à sua altura, as nuvens são divididas pelo estágio de formação em relação a altura média de suas bases. Estão divididas da seguinte maneira: Altas: Médias: Baixas: Formam-se acima dos metros de altura nas regiões polares, acima dos metros nas regiões temperadas e acima dos metros nas regiões tropicais; Formam-se suas bases a partir de metros podendo ser encontrados topos até uma altura de metros sobre latitudes polares, metros sobre as latitudes médias e metros sobre as latitudes tropicais; Formam-se entre 30 metros e metros de altura em qualquer latitude. As variações em altitude para cada estágio são dadas devido à altitude da atmosfera ser variável, conforme a região do planeta: mais quente no equador, mais alta e precisamente ao contrário nas regiões polares. Quanto ao gênero, de acordo com o Atlas Internacional de Nuvens há dez gêneros de nuvens distribuídos em quatro estágios de formação: estágios baixo, médio, alto e de desenvolvimento vertical. Este último é reservado a nuvem Cumulonimbus, considerada nuvem-mãe, pois possui praticamente todas as outras e atinge todos os níveis.
3 Estágio Alto: As nuvens deste estágio possuem três gêneros diferentes e são delgadas, formadas pela sublimação do vapor d água: Cirrus: Possuem aspecto de filamentos ou ganchos devido aos fortes ventos que as acompanham. Estão quase sempre associadas às correntes de jato e são nuvens que geralmente precedem as entradas de frentes frias ou quentes; Cirrostratus: Aparentam um véu de nuvens esbranquiçadas e transparentes que formam em torno do Sol ou da Lua um arco colorido denominado Halo. Vê-se nitidamente o contorno solar ou lunar; Cirrocumulus: Apresentam-se em forma de grânulos ou rugas, dispostas mais ou menos regularmente e são indicadoras de ar turbulento nos níveis em que se formam. Estágio Médio: Estágio Baixo: As nuvens do estágio médio possuem dois gêneros diferentes e são constituídas por gotículas d'água e cristais de gelo: Altostratus: Apresentam-se em camadas acinzentadas ou azuladas suficientemente espessas para ofuscar ou impedir a passagem de luz. Essas nuvens podem dar origem a precipitação leve e intermitente. Diferem das Cirrostratus visualmente por não permitirem ver nitidamente o contorno solar ou lunar; Altocumulus: elas: Nimbostratus: Stratus: Aparentam bancos ou lençóis de nuvens brancas ou cinzentas que se apresentam em forma de lâminas ou rolos que raramente dão origem a precipitação, mas, se essa ocorrer, será muito gelada. Associam-se ao ar turbulento. Dão aspecto pedrento ao céu. As nuvens do estágio baixo possuem cinco gêneros diferentes e são constituídas por gotículas de água. Porém, em muitos aspectos, a nuvem Nimbostratus também pode ser considerada nuvem média e as nuvens Cumulus e Cumulonimbus, como de desenvolvimento vertical. Aqui estamos levando em conta as alturas das bases, são Apresentam-se em camadas de nuvens cinza escuras que ocultam completamente o Sol e que dão origem a precipitação de chuva ou neve de caráter contínuo, de intensidade leve ou moderada. Geralmente apresentam base oculta por outras nuvens baixas ou médias. Podem ser consideradas nuvens médias também; Camada de nuvens esgarçadas e de pequena espessura que podem prejudicar a visibilidade em função de sua baixa altura. Podem dar origem a chuviscos ou garoas;
4 Stratocumulus: Cumulus: São nuvens de transição entre Stratus e Cumulus que se apresentam com altura e espessura variáveis. Quando vistas de perfil, assemelham-se à um colchão branco, com base nivelada e topo achatado; Na fase inicial, são somente classificadas como baixas por serem muito pequenas, também chamadas de Cumulus de bom tempo ou Cumulus humilis. Veja: Desenvolvimento Vertical Cumulus ; Cumulonimbus: São enormes formações de nuvens que produzem ventos de rajadas, trovoadas e forte precipitação sob a forma de pancadas de chuva forte, com ou sem granizo. Na parte baixa, é escura e densa, podendo ser denominada como Nimbostratus, associado à base do Cb. Desenvolvimento Vertical: Cumulus: As duas nuvens que possuem grande profundidade na atmosfera, partindo de bases baixas e atingindo topos de grande altura: Após a fase humilis, com o tempo, vão se amontoando, tornando-se isoladas e densas, passando para a fase mediocris, depois congestus, com desenvolvimento em forma de torres, apresentando protuberâncias e contornos bem definidos, semelhantes à uma couve-flor. São chamadas de Tower Cumulus TCU em Meteorologia Aeronáutica. Essas nuvens possuem base sombria e horizontal. São nuvens que se desenvolvem em ar instável, por isso, denunciam a presença de turbulência em altitude e dão origem a precipitação em forma de pancadas. No estágio final, tornamse o Cb; Cumulonimbus: Nuvem-mãe, que é a fase final do Cumulus. Parte de uma base que pode ser muito baixa até a tropopausa. Única nuvem que possui relâmpagos e trovões. Forma todas as outras nuvens em sua complexa estrutura. Deve ser evitada a todo custo pela aviação. *Veja todos os gêneros de nuvens no Atlas de Nuvens, no final deste texto. Na figura a seguir, pode-se notar a distribuição dos gêneros, conforme se qualificam como estratificadas, acumuladas e por altura. Note que apenas o Cirrus ocupa um grupo isolado.
5 Cirriforme Stratiforme Cumuliforme Alta Média Baixa 3 Registro de Nuvens As nuvens cobrem o céu e são relatadas pelos gêneros e oitavos de coberturas, normalmente, nas cartas sinópticas, a saber: Oitavos Designativo Significado Pictórico Correspondente 0/8 SKC Sky Clear Céu Claro 1 e 2/8 FEW Few Pouco 3 e 4/8 SCT Scattered Esparço 5 a 7/8 BKN Broken Nublado 8/8 OVC Overcast Encoberto
6 4 Processos de Formação Uma descrição sumária será abordada aqui para indicar os principais processos de formação, pois as nuvens podem se formar por outros, não tão comuns: Convecção: Ascensão Orográfica: Ascensão Dinâmica: O ar, por estar sob aquecimento intenso pela superfície que recebe a radiação solar, inicia um processo de ascensão local. Tal processo é chamado de convecção e envolve o transporte de energia térmica da superfície para os níveis mais altos. Quando se desloca, o ar leva consigo a umidade. Ao atingir um nível* de resfriamento, o vapor em seu conteúdo condensa, formando gotículas que constituirão as nuvens. Quanto mais intensa for a conveção, maior serão as nuvens, desde que se disponibilize umidade; O ar, ao se deslocar, encontra uma formação de cadeias de montanhas (serra) ou simplesmente uma elevação isolada (monte). Se a elevação for suficiente para que haja a condensação do vapor em forma de gotículas, teremos nuvens. Normalmente, o lado de formação é úmido, chuvoso, com mata abundante enquanto que o lado oposto é mais seco. Estes fatores bioclimáticos dependem de outros parâmetros como vento, quantidade de umidade disponível, altitude da elevação etc.; Confronto de duas massas de ar com características diferentes (relativas ao processo frontal). Ar quente deslocando-se em direção ao ar frio: Pouca força para empurrá-lo. A maior parte do movimento é ascendente e forma nuvens, pois o ar quente sobe a cunha de ar frio; Ar frio deslocando-se em direção ao ar quente: Muita força para empurrá-lo. A cunha de ar frio penetra por baixo do ar quente e força-o para cima com mais energia. As nuvens normalmente têm maior desenvolvimento vertical. *NCL ou NCC Nível de Condensação por Levantamento ou Nível de Condensação Convectivo.
7 5 Nuvens Especiais Algumas nuvens são casos bem especiais, pois não se enquadram nos gêneros descritos anteriormente. Seus processos físicos são diferentes e isto as torna raras de se observar. São elas: Nacaradas: Formam-se entre 20 e 30 quilômetros de altura, provavelmente por processos convectivos muito intensos que conseguiram elevar o vapor d água a tal altura. Tem a aparência de madrepérola; Noctilucentes: Formam-se em latitudes médias na impressionante altura de 80 a 90 quilômetros. São observadas nas primeiras horas da noite, quando o Sol já se pôs e ilumina a nuvem no céu como uma enorme pintura branca e traços coloridos. Sua constituição ainda é um mistério, pois seria improvável que o vapor d água atingisse tal altura; Contrail: Chamados de Trilhas de Condensação, são nuvens que se formam em ar muito estável e frio, com a rápida sublimação ou condensação do vapor d água por um agente mecânico que agita o ar violentamente. Neste caso, o agente mecânico é a esteira de turbulência de uma aeronave; Distrail: Processo inverso, onde o ar está cheio de nebulosidade causado por gotículas suspensas e é agitado violentamente por um agente mecânico. Isto provoca sua mistura com ar mais seco e quente, ocorrendo a evaporação das gotículas. Abre-se uma esteira de ar limpo, como uma fenda de bom tempo.
8 6 Todas as Nuvens... Além dos 10 gêneros de nuvens, a Meteorologia define sua fauna nebulosa em espécies, variedades, suplementares e anexas. Vejamos a etimologia da denominação latina de todas as nuvens existentes, pois algumas delas são importantes para avaliação do estado da atmosfera. Espécies: Nomenclatura por diferenças de propriedades entre os mesmos gêneros: fibratus Fibroso, possuir fibras, filamentos; uncinus Em forma de gancho; spissatus Particípio passado verbo spissare : espesso, condensado; castellanus castellum : castelo, torre, fortificação; floccus Floco, tufo de lã; stratiformis Stratus (estender, espalhar) e forma : aparência; nebulosus Cheio de névoa, enevoado, nebuloso; lenticularis lentícula : pequena lente, lentilha; fractus Particípio passado verbo frangere : quebrar, fraturar, roto; humilis Rente ou próximo ao solo, baixo, pequeno tamanho, humilde; mediocris Médio, permanecer médio; congestus Particípio passado verbo congenere : empilhar, amontoar; calvus Calvo, liso, sem adornos; capillatus capillus : ter cabelo, piloso. Variedades: Nomenclatura atribuída aos gêneros quando há variação visual: intortus Particípio passado verbo intorquere : torcer, girar, torto, envolvido, retorcido; vertebratus Ter vértebras, em forma de vértebras; undulatus Ter ondas, ondulado ( undula : diminutivo de onda); radiatus Verbo radiare : radiado, ter raios; lacunosus Ter buracos ou lacunas, sulcos; duplicatus Verbo duplicare : duplicar, dobrar, repetir; translucidus Transparente, diáfano; perlucidus Deixar passar a luz através de... sem distinção de formas ou contornos nítidos; opacus Sombreado, espesso, obscuro, penumbra. Suplementares e Anexas: Características particulares entre espécies e variedades: incus Bigorna; mamma Seio, sino; virga Ramo, ramificação, haste; praecipitatio Queda, precipitação; arcus Arco, proa (de navio) arcada; tuba Tubo, trumpete; pileus Capacete; cobertura como chapéu; velum Véu, vela, bandeira; pannus Pequena tira ou retalho, como tecido rasgado.
9 TABELA DE ABREVIATURAS E SÍMBOLOS GÊNERO ESPÉCIE DESIGNAÇÃO ABREV SÍMBOLO DESIGNAÇÃO ABREVIATURA Cirrus Ci fibratus fib Cirrocumulus Cc uncinus unc Cirrostratus Cs spissatus spi Altocumulus Ac castellanus cas Altostratus As floccus flo Nimbostratus Ns stratiformis str Stratocumulus Sc nebulosus neb Stratus St lenticularis len Cumulus Cu fractus fra Cumulonimbus Cb humilis hum VARIEDADES mediocris congestus calvus capillatus med con cal cap SUPLEMENTARES OU ANEXAS DESIGNAÇÃO ABREVIATURA DESIGNAÇÃO ABREVIATURA intortus in incus inc vertebratus ve mamma mam undulatus un virga vir radiatus ra praecipitatio pra lacunosus la arcus arc duplicatus du tuba tub translucidus tr pileus pil perlucidus pe velum vel opacus op pannus pan NUVENS-MÃE GÊNITO MUTAÇÃO DESIGNAÇÃO ABREVIATURA DESIGNAÇÃO ABREVIATURA cirrocumulogenitus ccgen cirromutatus cumut altocumulogenitus acgen cirrocumulomutatus ccmut altostratogenitus asgen cirrostratomutatus csmut nimbostratogenitus nsgen altocumulomutatus acmut stratocumulogenitus scgen altostratomutatus asmut cumulogenitus cugen nimbostratomutatus nsmut cumulonimbogenitus cbgen stratocumulomutatus scmut stratomutatus stmut cumulomutatus cumut
10 Em geral, todos os gêneros são importantes, mas das espécies, variedades e suplementares, as de interesse são: Cirrus uncinus: Cumulus castellanus: Altocumulus mamma: Nuvem Cirrus em forma de gancho ou rabo-de-galos que identificam o nível de fortes ventos associados à corrente de jato; Grupos de nuvens Cumulus com base nivelada e acentuado desenvolvimento vertical, aparentando uma fortaleza, com torres bem definidas. Identificam fortes convecções e ventos ascendentes; Também conhecido por mammatus, são nuvens Altocumulus que formam protuberâncias que ficam pendentes como seios, na parte inferior da nuvem. Normalmente estão associados ao Cb próximo e a forte turbulência. Ricardo Augusto Felicio [email protected]
11 NUVENS ALTAS Cirrus (Ci) Cirrostratus (Cs) Cirrocumulus (Cc) NUVENS MÉDIAS Altostratus (As) Altocumulus (Ac) NUVENS BAIXAS Nimbostratus (Ns) Stratus (St) Stratocumulus (Sc) Cumulus (Cu) Cumulonimbus (Cb)
CONHECENDO AS NUVENS
N U V E N S CONHECENDO AS NUVENS As nuvens são a umidade do ar condensada. São constituídas por gotículas d'água e/ou cristais de gelo. Quanto ao seu aspecto podem ser: Estratiformes - desenvolvimento
DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA
DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DIVISÃO BRASILEIRA Nuvens 2008 Índice Processo Adiabático 3 Calculo de Base de Nuvens 3 Nuvens Cumuliformes 3 Equilíbrio atmosférico 3 Características da instabilidade 4 Características
OS TIPOS DE NUVENS REGISTRADOS NA CIDADE DE PONTA GROSSA NOS ANOS 2013 E 2014
OS TIPOS DE NUVENS REGISTRADOS NA CIDADE DE PONTA GROSSA NOS ANOS 2013 E 2014 10 BATISTA, Cassiane Gabriele CRUZ, Gilson Campos Ferreira da Introdução A ação do Sol sobre a superfície terrestre, produz
NUVENS/PRECIPITAÇÃO/BALANÇO HÍDRICO
NUVENS/PRECIPITAÇÃO/BALANÇO HÍDRICO NUVEM É um conjunto de partículas minúsculas de água líquida ou de gelo, ou de ambas ao mesmo tempo, em suspensão na atmosfera. Atlas Internacional de Nuvens, (OMM)
As nuvens são das principais responsáveis pela. existência da Meteorologia. Sem elas, não existiriam
As nuvens são das principais responsáveis pela existência da Meteorologia. Sem elas, não existiriam fenómenos como a neve, trovões e relâmpagos, arco-íris ou halos. Seria imensamente monótono olhar para
humilis. A forma mediana é chamada mediocris, do Latim médio, e congestionado, convulsionado. Quando se apresentam em forma Cumulus Tipos de nuvens
Tipos de nuvens Segundo a Classificação Internacional das Nuvens pela WMO, existem dez gêneros (tipos) diferentes de nuvens, e cada tipo de nuvem só pode pertencer a um determinado gênero. Cumulus: Cu
Camadas da atmosfera da Terra
Camadas da atmosfera da Terra A Camada de Ozônio Nuvens: formação e tipos Formação de nuvens Formação por convecção Nuvem de tempestade na Praça Panamericana - São Paulo-SP. Levantamento devido
Outros tipos de nuvens
Outros tipos de nuvens Nuvens anexas Pileus é uma nuvem de contorno suave que cobre o topo de uma montanha ou o topo de Cumulus e Cumulonimbus. Palavra de origem latina que significa capacete. http://zenblog.skynetblogs.be/
Instituto de Educação Infantil e Juvenil Verão, 2015. Londrina, Nome: Ano: Tempo Início: Término: Total: Edição 2 MMXV Fase 3 Grupo E RAIOS!
Instituto de Educação Infantil e Juvenil Verão, 2015. Londrina, Nome: de Ano: Tempo Início: Término: Total: Edição 2 MMXV Fase 3 Grupo E RAIOS! Americanos flagram "buracos" em nuvens; fenômeno tem explicação
FUNDAMENTOS DE ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS METEOROLOGIA
FUNDAMENTOS DE ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS METEOROLOGIA Prof. Fabio Reis 2004 FUNDAMENTOS BÁSICOS DA METEOROLOGIA ATMOSFERA E AQUECIMENTO DA TERRA pg.- 02 VAPOR DE ÁGUA - NUVENS pg.- 20 PRESSÃO CARTA SINÓTICA
MASSAS DE AR E FRENTES
MASSAS DE AR E FRENTES MASSA DE AR MAIS OU MENOS 5 KM DE ALTURA MAIS OU MENOS 2000 KM DE DIÂMETRO MASSA DE AR UM VASTO VOLUME DE AR, COM CARACTERÍSTICAS DE PRESSÃO, TEMPERATURA E UMIDADE APROXIMADAMENTE
b)condução.- O vapor d água e os aerossóis aquecidos, aquecerão por contato ou condução o restante da mistura do ar atmosférico, ou seja, o ar seco.
4.3. Temperatura e transporte de Energia na Atmosfera ( Troposfera ).- A distribuição da energia solar na troposfera é feita através dos seguintes processos: a)radiação.- A radiação solar aquece por reflexão
Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica
Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica 1. De acordo com as condições atmosféricas, a precipitação pode ocorrer de várias formas: chuva, neve e granizo. Nas regiões de clima tropical ocorrem
Composição da atmosfera; Nitrogênio (78%); Oxigênio (21%); Outros Gases (1%)
O CLIMA MUNDIAL E BRASILEIRO A Atmosfera Composição da atmosfera; Nitrogênio (78%); Oxigênio (21%); Outros Gases (1%) As camadas da atmosfera: Troposfera; Estratosfera; Mesosfera; Ionosfera; Exosfera.
Massas de Ar e Frentes
Massas de Ar e Frentes Propriedades das Massas de Ar Massas de Ar adquirem as propriedades da superfície subjacente As massas de ar são classificadas de acordo com seu local de origem Características
TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO
TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO 4.1 O Processo da Evaporação Para se entender como se processa a evaporação é interessante fazer um exercício mental, imaginando o processo
CLIMATOLOGIA. Profª Margarida Barros. Geografia - 2013
CLIMATOLOGIA Profª Margarida Barros Geografia - 2013 CLIMATOLOGIA RAMO DA GEOGRAFIA QUE ESTUDA O CLIMA Sucessão habitual de TEMPOS Ação momentânea da troposfera em um determinado lugar e período. ELEMENTOS
RIO + 20. Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: Edição VIII MMXII fase 2 parte 2
Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: TEMPO Início: Término: Total: Edição VIII MMXII fase 2 parte 2 grupo D RIO + 20 Um dia, voando sobre a Floresta Amazônica,
Atmosfera e o Clima. Clique Professor. Ensino Médio
Atmosfera e o Clima A primeira camada da atmosfera a partir do solo é a troposfera varia entre 10 e 20 km. É nessa camada que ocorrem os fenômenos climáticos. Aquecimento da atmosfera O albedo terrestre
Elementos Climáticos CLIMA
CLIMA Elementos Climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade, do
Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO
Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Diversidade global de climas Motivação! O Clima Fenômeno da atmosfera em si: chuvas, descargas elétricas,
COBERTURA DE NUVENS OBSERVADA EM NATAL (RN) E ALCÂNTARA (MA) 1993 a 2005 Flávio Conceição Antonio 1,2
COBERTURA DE NUVENS OBSERVADA EM NATAL (RN) E ALCÂNTARA (MA) 1993 a Flávio Conceição Antonio 1,2 RESUMO - Este trabalho mostra a climatologia da nebulosidade sobre as localidades de Natal (estado do Rio
Oficina de Identificação de Nuvens. Vinicius Roggério da Rocha
Oficina de Identificação de Nuvens Vinicius Roggério da Rocha Nuvem Conjunto visível de gotículas de água em estado líquido ou partículas sólidas (gelo) em suspensão na atmosfera Vapor d água condensa
10. ESTABILIDADE E INSTABILIDADE ATMOSFÉRICA
57 10. ESTABILIDADE E INSTABILIDADE ATMOSFÉRICA ESTABILIDADE ATMOSFÉRICA Ocorre quando há ausência de movimentos convectivos ascendentes. Pode produzir nuvens do tipo estratiformes e também gerar névoas
Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação
Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação Glauber Lopes Mariano Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: [email protected]
O Ar em volta da terra
O Ar em volta da terra O globo terrestre está envolvido por uma camada gasosa, a que se deu o nome de atmosfera, e que devido ao seu movimento de rotação, é mais espessa no equador do que nos pólos. A
Tempo & Clima. podendo variar durante o mesmo dia. é o estudo médio do tempo, onde se refere. às características do
Definição A é uma ciência de pesquisa meteorológica e geográfica dedicada ao estudo do clima em seus vários aspectos. Ela investiga as causas e as relações físicas entre os diferentes fenômenos climáticos
CARTA HODOGRÁFICA E SISTEMAS ATMOSFÉRICOS
CARTA HODOGRÁFICA E SISTEMAS ATMOSFÉRICOS Daniel Mendes 1 José Luiz Gonçalves Junior 2 Eduardo Oliveira Santos 3 Tiago Oliveira Santos 4 Luiz Alberto Martins 5 A atmosfera, uma mistura mecânica de gases,
A atmosfera e sua dinâmica: o tempo e o clima
A atmosfera e sua dinâmica: o tempo e o clima - Conceitos e definições (iniciais) importantes: - Atmosfera: camada gasosa que envolve a Terra (78% Nitrogênio, 21% Oxigênio e 1% outros). A camada gasosa
OS CLIMAS DO BRASIL Clima é o conjunto de variações do tempo de um determinado local da superfície terrestre.
OS CLIMAS DO BRASIL Clima é o conjunto de variações do tempo de um determinado local da superfície terrestre. Os fenômenos meteorológicos ocorridos em um instante ou em um dia são relativos ao tempo atmosférico.
Data: / / Analise as proposições sobre as massas de ar que atuam no Brasil, representadas no mapa pelos números arábicos.
-* Nome: nº Ano: 1º Recuperação de Geografia / 2º Bimestre Professor: Arnaldo de Melo Data: / / 1-(UDESC) Observe o mapa abaixo.. Analise as proposições sobre as massas de ar que atuam no Brasil, representadas
INFORMATIVO CLIMÁTICO
GOVERNO DO MARANHÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO NÚCLEO GEOAMBIENTAL LABORATÓRIO DE METEOROLOGIA INFORMATIVO CLIMÁTICO MARANHÃO O estabelecimento do fenômeno El Niño - Oscilação Sul (ENOS) e os poucos
COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011
COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011 O Sol e a dinâmica da natureza. O Sol e a dinâmica da natureza. Cap. II - Os climas do planeta Tempo e Clima são a mesma coisa ou não? O que
CENTRO TREINAMENTO CENTRO DE TREINAMENTO METAR SPECI TAF
CENTRO DE TREINAMENTO METAR SPECI TAF 1 Conteúdo METAR, SPECI e TAF... 3 METAR/SPECI... 3 PARTICULARIDADES PARA METAR... 4 Visibilidade... 4 Cortante de Vento (WIND SHEAR)... 5 CAVOK... 5 NUVENS e RESTRIÇÕES
O MEIO AMBIENTE CLIMA E FORMAÇÕES VEGETAIS
2011/2012 Geografia 7º Ano de escolaridade O MEIO AMBIENTE CLIMA E FORMAÇÕES VEGETAIS Estado do tempo e clima Elementos e fatores do clima A ATMOSFERA: Invólucro gasoso (camada de ar) que envolve a Terra;
Elementos e fatores climáticos
Elementos e fatores climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade,
Clima e Formação Vegetal. O clima e seus fatores interferentes
Clima e Formação Vegetal O clima e seus fatores interferentes O aquecimento desigual da Terra A Circulação atmosférica global (transferência de calor, por ventos, entre as diferentes zonas térmicas do
A atmosfera terrestre, a precipitação e respectivos factores geográficos
A atmosfera terrestre, a precipitação e respectivos factores geográficos 1. Estrutura da atmosfera 1. Estrutura da atmosfera 2. Composição química Dióxido de carbono D i ó x i d o Árgon Outros gases Oxigénio
Os diferentes climas do mundo
Os diferentes climas do mundo Climas do Mundo Mapa dos climas do mundo Climas quentes Equatoriais Tropical húmido Tropical seco Desértico quente Climas temperados Temperado Mediterrâneo Temperado Marítimo
FORMAÇÃO DE GELO EM AERONAVES
FORMAÇÃO DE GELO EM A formação de gelo afeta uma aeronave tanto interna quanto externamente. A acumulação de gelo ocorre nas superfícies expostas do avião, aumentando o seu peso e a sua resistência ao
METEOROLOGIA I ATMOSFERA
METEOROLOGIA A Aeronáutica se desenvolveu e se atualiza objetivando a segurança, a eficácia e a economia das viagens e demais atividades que utilizam o espaço aéreo. Esta publicação visa informar, de modo
CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL
CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL 1.0. Clima no Mundo A grande diversidade verificada na conjugação dos fatores climáticos pela superfície do planeta dá origem a vários tipos de clima. Os principais
Interacção Oceano-Atmosfera. O transporte de calor pelos oceanos. Os oceanos como reguladores do clima.
Interacção Oceano-Atmosfera. O transporte de calor pelos oceanos. Os oceanos como reguladores do clima. Vimos como o oceano, através da influência que exerce no conteúdo de humidade da atmosfera afecta
Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico.
Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico. Por: Vânia Palmeira Campos UFBA IQ -Dpto Química Analítica
Geografia - Clima e formações vegetais
Geografia - Clima e formações vegetais O MEIO NATURAL Clima e formações vegetais 1. Estado do tempo e clima O que é a atmosfera? A atmosfera é a camada gasosa que envolve a Terra e permite a manutenção
Prof: Franco Augusto
Prof: Franco Augusto Efeito de latitude A forma esférica da Terra, faz os raios solares chegarem com intensidades variadas nas diversas porções do planeta. Nas áreas próximas à linha do Equador, com baixas
SISTEMA GÁLATAS EDUCACIONAL DISCIPLINA: CIÊNCIAS - 5ºANO DATA: / /2014 AV2-1ºBIMESTRE. NOME: Vale 10,0
SISTEMA GÁLATAS EDUCACIONAL DISCIPLINA: CIÊNCIAS - 5ºANO DATA: / /2014 AV2-1ºBIMESTRE NOME: Vale 10,0 1ª QUESTÃO VALE 0,2 Leia a charge de Maurício de Souza abaixo com atenção: Marque com um x a resposta
CAPÍTULO 2 A ATMOSFERA TERRESTRE
CAPÍTULO 2 A ATMOSFERA TERRESTRE 1.0. O Universo O Universo que pode ser observado pelo homem abrange milhões e milhões de quilômetros. Dentro desse Universo existem incontáveis galáxias, destacando-se
Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011
Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011 1. Introdução O inverno de 2011 foi marcado por excessos de chuva na Região Sul do país que, por sua
VARIAÇÃO DA RADIAÇÃO SOLAR AO LONGO DO ANO EM PORTUGAL
VARIAÇÃO DA RADIAÇÃO SOLAR AO LONGO DO ANO EM PORTUGAL O regime térmico de Portugal acompanha a variação da radiação solar global ao longo do ano. Ao longo do ano, os valores da temperatura média mensal
Ciclo hidrológico. Distribuição da água na Terra. Tipo Ocorrência Volumes (km 3 ) Água doce superficial. Rios. Lagos Umidade do solo.
Ciclo hidrológico Quase toda a água do planeta está concentrada nos oceanos. Apenas uma pequena fração (menos de 3%) está em terra e a maior parte desta está sob a forma de gelo e neve ou abaixo da superfície
DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE LAVRAS DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS HENRIQUE RAMOS VILELA LARISSA MARIA ELIAS SOARES Lavras 2016 Em uma tempestade, as fortes correntes de convecção elevam as menores gotículas
O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas
UC História e Geografia de Portugal II Geografia de Portugal 3. O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas IPS-ESE ME12C André Silva O Clima Português: Elementos
Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO
Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Grande extensão territorial Diversidade no clima das regiões Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Motivação! Massas de Ar Grandes
Os Grandes Biomas Terrestres. PROF Thiago Rocha
Os Grandes Biomas Terrestres PROF Thiago Rocha Bioma: Uma comunidade de plantas e animais, com formas de vida e condições ambientais semelhantes. (Clements, 1916) Florestas tropicais A área de ocorrência
Mudanças de Fase. Estado de agregação da matéria
Mudanças de Fase Estado de agregação da matéria Investigando melhor... Para produzirmos gelo é preciso levar água até o congelador. Para produzirmos vapor é preciso levar água à chama de um fogão. Por
PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL
PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL JULHO/AGOSTO/SETEMBRO - 2015 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural JUNHO/2015 Previsão trimestral Os modelos de previsão climática indicam que o inverno
Janine Coutinho Canuto
Janine Coutinho Canuto Termologia é a parte da física que estuda o calor. Muitas vezes o calor é confundido com a temperatura, vamos ver alguns conceitos que irão facilitar o entendimento do calor. É a
CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA
CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA O comportamento climático é determinado por processos de troca de energia e umidade que podem afetar o clima local, regional
A brisa do mar está ótima!
A brisa do mar está ótima! Mais um fim de semana. Cristiana e Roberto vão à praia e convidam Maristela para tomar um pouco de ar fresco e de sol, e tirar o mofo! É verão e o sol já está bem quente. Mas
Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico.
Introdução Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico. A confecção do experimento permitirá também a observação da dispersão
METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I UMIDADE DO AR. Ar úmido CONCEITO DE AR SECO, AR ÚMIDO E AR SATURADO
METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I UMIDADE DO AR COMET Professor: Ar úmido A água está presente em certo grau em toda atmosfera em três estados: sólido, líquido e gasoso. O estado gasoso, ou vapor de água atmosférico
Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II
Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo IV Aula 01 1. Introdução Vamos estudar as torres de refrigeração que são muito utilizadas nas instalações de ar condicionado nos edifícios, na
O Clima do Brasil. É a sucessão habitual de estados do tempo
O Clima do Brasil É a sucessão habitual de estados do tempo A atuação dos principais fatores climáticos no Brasil 1. Altitude Quanto maior altitude, mais frio será. Não esqueça, somente a altitude, isolada,
COLÉGIO SALESIANO DOM BOSCO
COLÉGIO SALESIANO DOM BOSCO A DINÂMICA ATMOSFÉRICA CAPÍTULO 1 GEOGRAFIA 9º ANO Vanessa Andrade A atmosfera é essencial para a vida, porque além de conter o oxigênio que respiramos, ela mantém a Terra quente,
ÓRBITA ILUMINADA HU F 152/ NT4091
ÓRBITA ILUMINADA HU F 152/ NT4091 INTRODUÇÃO Trata-se de um modelo científico de trabalho, representando o Sol, a Terra e a Lua, e mostrando como estes se relacionam entre si. Foi concebido para mostrar
Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG 0253 - Climatologia I. Pressão Atmosférica
Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG 0253 - Climatologia I Pressão Atmosférica Prof. Dr. Emerson Galvani Laboratório de Climatologia e Biogeografia LCB Questão motivadora: Observamos
01 Introdução 02 O que é um tornado? 03 Quanto custa um tornado? Tipo de destruição 04 Tornado é coisa de norte americano? 05 O que é um downburst?
01 Introdução 02 O que é um tornado? 03 Quanto custa um tornado? Tipo de destruição 04 Tornado é coisa de norte americano? 05 O que é um downburst? Mecanismos de disparo em áreas subtropicais Mecanismo
Mudanças de estado da água: fusão, solidificação, evaporação, ebulição, condensação...
PROFESSOR: EQUIPE DE CIÊNCIAS BANCO DE QUESTÕES - CIÊNCIAS - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= Mudanças de estado
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências Humanas Disciplina: Geografia Série: 6ª Ensino Fundamental Professor: Rogério Duarte Geografia Atividades para Estudos Autônomos Data: 28 / 09 / 2015 Aluno(a): Nº:
2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais
2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais Para uma maior precisão na modelagem da atenuação provocada pela precipitação no sinal radioelétrico,
Os principais tipos climáticos mundiais
Os principais tipos climáticos mundiais Os principais tipos climáticos mundiais 1 massas de ar -Definição - Origens - Tipos - Frentes (fria e quente) 2 Climas -O que define os climas? - Tipos de climas
Clima, tempo e a influência nas atividades humanas
As definições de clima e tempo frequentemente são confundidas. Como esses dois termos influenciam diretamente nossas vidas, é preciso entender precisamente o que cada um significa e como se diferenciam
GERÊNCIA EDUCACIONAL DE FORMAÇÃO GERAL E SERVIÇOS CURSO TÉCNICO DE METEOROLOGIA ESTUDO ESTATISTICO DA BRISA ILHA DE SANTA CATARINA
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE SANTA CATARINA GERÊNCIA EDUCACIONAL DE FORMAÇÃO GERAL E SERVIÇOS CURSO TÉCNICO DE METEOROLOGIA ESTUDO ESTATISTICO DA BRISA NA ILHA DE SANTA CATARINA Projeto Integrador
PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003).
1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003). O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento,
METEOROLOGIA - RESUMO
METEOROLOGIA - RESUMO Cap. 1: Introdução a meteorologia Meteorologia pura: E o estudo dirigido para o campo de pesquisa. Ex: Dinâmica, climatológica, sinótica, etc. Meteorologia Aplicada: E dirigida para
CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR
CLIMAS DO BRASIL São determinados pelo movimento das massas de ar que atuam no nosso território. É do encontro dessas massas de ar que vai se formando toda a climatologia brasileira. Por possuir 92% do
O que é a meteorologia?
O que é a meteorologia? É o estudo dos movimentos e fenómenos da atmosfera terrestre nas suas relações com o tempo e o clima, com o fim de efectuar a previsão do tempo, por medições de temperatura, precipitação,
H idrosfera D istribuição e Im portância
H idrosfera D istribuição e Im portância Na Terra, apenas 2,6% do total de água corresponde à água doce, mas grande parte dela está congelada e parte está no subsolo. Aparentemente, a água é Aparentemente,
Aula 23 Trocadores de Calor
Aula 23 Trocadores de Calor UFJF/Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Prof. Dr. Washington Orlando Irrazabal Bohorquez Definição: Trocadores de Calor Os equipamentos usados para implementar
Universidade de São Paulo Departamento de Geografia Disciplina: Climatologia I. Radiação Solar
Universidade de São Paulo Departamento de Geografia Disciplina: Climatologia I Radiação Solar Prof. Dr. Emerson Galvani Laboratório de Climatologia e Biogeografia LCB Na aula anterior verificamos que é
MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO
MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO Paulo Henrique Caramori, Armando Androcioli Filho, Francisco Carneiro Filho, Dalziza de Oliveira, Heverly Morais, Alex Carneiro Leal e Jonas Galdino.
O MUNDO QUE VIVEMOS CAPITULO 1 DO VIANELLO E ALVES METEOROLOGIA BÁSICA E APLICAÇÕES
O MUNDO QUE VIVEMOS CAPITULO 1 DO VIANELLO E ALVES METEOROLOGIA BÁSICA E APLICAÇÕES O SOL E O SISTEMA SOLAR SE ENCONTRA NA VIA-LÁCTEA SIMPLES GRAUM DE AREIA ENTRE AS INCONTAVEIS GALÁXIAS DO UNIVERSO VISÍVEL
PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001. TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro.
1 PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001 TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. A Primavera começa este ano às 22h04min (hora de Brasília), no dia 22 de setembro e termina às 17h20min (horário de
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA METEOROLOGIA FCA 105-2 CÓDIGO METEOROLÓGICO TAF 2012 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO METEOROLOGIA FCA 105-2
Características Climáticas da Primavera
Previsão Climática para a Primavera/2013 Data da Previsão: 16/09/2013 Duração da Primavera: 22/09/2013(17h44min) a 21/12/2013 (14h11min*) *Não acompanha o horário de verão Características Climáticas da
Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades
Climatologia É uma parte da que estuda o tempo e o clima cientificamente, utilizando principalmente técnicas estatísticas na obtenção de padrões. É uma ciência de grande importância para os seres humanos,
Aluno (a): Professor:
3º BIM P1 LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS 6º ANO Aluno (a): Professor: Turma: Turno: Data: / / Unidade: ( ) Asa Norte ( ) Águas Lindas ( )Ceilândia ( ) Gama ( )Guará ( ) Pistão Norte ( ) Recanto das Emas
PROF. KELTON WADSON OLIMPÍADA 8º SÉRIE ASSUNTO: TRANSFORMAÇÕES DE ESTADOS DA MATÉRIA.
PROF. KELTON WADSON OLIMPÍADA 8º SÉRIE ASSUNTO: TRANSFORMAÇÕES DE ESTADOS DA MATÉRIA. 1)Considere os seguintes dados obtidos sobre propriedades de amostras de alguns materiais. Com respeito a estes materiais,
HIDROLOGIA APLICADA Professor Responsável:LUIGI WALTER ANDRIGHI UniFOA
HIDROLOGIA APLICADA Professor Responsável:LUIGI WALTER ANDRIGHI UniFOA CAPÍTULO IV PRECIPITAÇÃO 4.0.Precipitação é o termo usado para classificar todas as formas de umidades hidrológico se processa na
06-01-2012. Sumário. O Sistema Solar. Principais características dos planetas do Sistema Solar 05/01/2012. 23 e 24
Sumário Os planetas do Sistema Solar e as suas principais características. (BI dos Planetas do Sistema Solar). Atividade Prática de Sala de Aula Características dos planetas. Preenchimento de tabelas,
Capítulo 4 Umidade atmosférica e precipitação. Introdução a Hidrologia de Florestas
Introdução a Hidrologia de Florestas Setembro 2004 João Vianei Soares 1 Capítulo 4 Umidade atmosférica e precipitação Introdução a Hidrologia de Florestas A. Umidade atmosférica A soma de todo o vapor
Saiba mais sobre a neve, chuva congelante e congelada! E a quantidade de neve acumulada na Serra Catarinense!
DATA: 09/08/2010 Saiba mais sobre a neve, chuva congelante e congelada! E a quantidade de neve acumulada na Serra Catarinense! Qual a diferença entre neve, chuva congelante e chuva congelada? Na semana
SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS
SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS Título do Podcast Área Segmento Duração Massas de Ar no Brasil Ciências Humanas Ensino Fundamental; Ensino Médio 5min33seg Habilidades: H.7 (Ensino Fundamental)
Sol. O Balanço de Energia do Planeta
Sol O Balanço de Energia do Planeta Aquecimento desigual do Planeta...no tempo:...no espaço: BALANÇO DA RADIAÇÃO À ESCALA MENSAL Rad. de pequeno c.d.o. (recebida) Balanço da radiação (recebida-emitida)
CAPACIDADE TÉRMICA E CALOR ESPECÍFICO 612EE T E O R I A 1 O QUE É TEMPERATURA?
1 T E O R I A 1 O QUE É TEMPERATURA? A temperatura é a grandeza física que mede o estado de agitação das partículas de um corpo. Ela caracteriza, portanto, o estado térmico de um corpo.. Podemos medi la
EQUILÍBRIO DA ATMOSFERA
EQUILÍBRIO DA ATMOSFERA AS CONDIÇÕES DE EQUILÍBRIO DO AR ATMOSFÉRICO. ESTÃO SEMPRE RELACIONADAS COM AS VARIAÇÕES DE TEMPERATURA DO AR AMBIENTE EM CONFRONTO COM A TEMPERATURA DE UMA PARCELA DE AR. VARIAÇÃO
Aula5 UMIDADE DO AR. Josefa Eliane Santana de Siqueira Pinto
Aula5 UMIDADE DO AR META Abordar o elemento climático umidade em sua expressão mais signifi cativa, na tentativa de fazer compreender seus mecanismos.. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno deverá: defi
Fenômenos e mudanças climáticos
Fenômenos e mudanças climáticos A maioria dos fenômenos climáticos acontecem na TROPOSFERA. Camada inferior da atmosfera que vai do nível do mar até cerca de 10 a 15 quilômetros de altitude. Nuvens, poluição,
