Agentes Lógicos (Part II)
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- Tânia Galindo Teixeira
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1 Agentes Lógicos (Part II)
2 Sumário Agentes baseados em conhecimento O mundo do Wumpus Lógica em geral Lógica proposicional (Booleana) Equivalência, validade, satisfação Lógica de 1ª ordem Representação em lógica de 1ª ordem Inferência em lógica de 1ª ordem
3 Sumário Necessidade da Lógica de Primeira Ordem (LPO) Sintaxe e Semântica da LPO Uso da LPO Mundo do Wumpus em LPO Engenharia do Conhecimento em LPO
4 Relação com o livro Capítulo 8 (8.1, 8.2., 8.3, 8.4.1) Capítulo 9 (9.1, 9.2, 9.3.1, 9.3.2, 9.4.1) Outras secções assume-se que os alunos já deram na cadeira de Lógica para a Programação.
5 As áreas de IA Representação do Conhecimento e Raciocínio Robótica Visão Procura Agentes Planeamento de acções Aprendizagem Jogos Língua Natural
6 As áreas de IA Representação do Conhecimento e Raciocínio Robótica Visão Procura Agentes Planeamento de acções Língua Natural Aprendizagem Jogos
7 Agentes baseados no conhecimento
8 Bases de conhecimento Diz Motor de Inferência Base de Conhecimento Pergunta Algoritmos independentes do domínio Conteúdo específico ao domínio Base de Conhecimento (BC ou KB, do Inglês Knowledge Base) = conjunto de frases numa linguagem formal
9 O agente deve ser capaz de: Representar estados, acções, etc. Incorporar novas percepções Actualizar representação interna do mundo Deduzir propriedades implícitas no mundo Deduzir acções mais apropriadas Agente baseado em conhecimento Função AgenteBC (percepcao) devolve accao estático: BC, uma base de conhecimento t, um contador, inicialmente a 0, que indica o tempo Diz(BC,cria-precepcao-frase(percepcao,t)) accao Pergunta(BC,cria-accao-pergunta(t)) Diz(BC,cria-accao-frase(accao,t)) t t +1 devolve accao
10 Prós e Contras da Lógica Proposicional Lógica proposicional é declarativa Lógica proposicional permite informação parcial / disjuntiva / negada Ao contrário de muitas estruturas de dados e bases de dados Lógica proposicional é composta Significado de P Q é derivado do significado de P e de Q Significado em lógica proposicional é independente do contexto Ao contrário da linguagem natural, onde o significado depende do contexto Lógica proposicional tem poder de expressividade limitado Ao contrário da linguagem natural E.g., não se pode dizer todas as pessoas são simpáticas Excepto se escrevermos uma frase para cada pessoa
11 Lógica de Primeira Ordem Enquanto que a lógica proposicional assume que o mundo contém factos A lógica de primeira ordem (tal como a linguagem natural) assume que o mundo contém: Objectos: pessoas, casas, números, cores, jogos de baseball, guerras, Relações: vermelho, redondo, par, irmão de, maior do que, parte de, está entre, Funções: pai de, melhor amigo, incremento, soma,
12 Diferença entre Lógica Proposicional e Lógica de 1ª Ordem Compromisso Ontológico (ontological commitment) feito por cada linguagem tem a ver com a forma como assume a natureza da realidade. Em lógica proposicional assume-se que existem fatos que acontecem ou não no mundo; cada fato pode estar em um de dois estados: verdadeiro ou falso. Em LPO assume-se que o mundo é composto de objectos com relações entre eles, relações estas que acontecem ou não mundo.
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14 Sintaxe LPO: elementos básicos Constantes ReiJoao, 2,... Predicados Irmaos, >,... Funções Raiz, PernaEsquerdaDe,... Variáveis x, y, a, b,... Conectivas,,,, Igualdade = Quantificadores,
15 Modelos para LPO Modelos para LPO contêm objectos. Os objectos num modelo podem estar relacionados...
16 Modelos para LPO: Exemplo Modelos são mundos possíveis: modelo contendo 5 objectos, duas relações binárias, três relações unárias e uma função unária (left leg).
17 Modelos para LPO: Exemplo Constantes RicardoCoracaoLeao, ReiJoao, PernaEsqDeRicardoCoracaoLeao, PernaEsqDeReiJoao, Coroa Predicados Aridade=2 Irmãos: (RicardoCoracaoLeao, ReiJoao), (ReiJoao, RicardoCoracaoLeao) NaCabeca: (Coroa, ReiJoao) Aridade=1 (propriedades) Pessoa: (RicardoCoracaoLeao),(ReiJoao) Rei: (ReiJoao) ECoroa: (Coroa) Funções PernaEsqDe: (RicardoCoracaoLeao,PernaEsqDeRicardoCoracaoLeao), (ReiJoao,PernaEsqDeReiJoao), (PernaEsqDeRicardoCoracaoLeao,INV), (PernaEsqDeReiJoao,INV), (Coroa,INV) INV é uma perna invisível! Funções em LPO são totais, i.e. estão definidas para todos os objectos
18 Frases Atómicas Termo: expressão lógica que referência um objecto Termo Constante Variável Função(Termo, ) FraseAtómica Predicado(Termo,...) Termo = Termo E.g. PernaEsqDe(ReiJoao) Irmãos(ReiJoao,RicardoCoracaoLeao) >(Comprimento(PernaEsqDe(RicardoCoracaoLeao)), Comprimento(PernaEsqDe(ReiJoao))) Pai(ReiJoao) = Henrique
19 Frases Complexas FraseComplexa FraseAtómica (FraseComplexa Conectiva FraseComplexa) Quantificador Variável, FraseComplexa FraseComplexa Conectiva Quantificador
20 Frases Complexas Exemplos Irmãos(ReiJoao,RicardoCoracaoLeao) Irmãos(RicardoCoracaoLeao,ReiJoao) Irmãos(PernaEsqDe(RicardoCoracaoLeao), ReiJoao) x,y Irmãos(x,y) Irmãos(y,x)
21 Verdade em LPO Frases são verdadeiras em relação a um modelo/conceptualização e uma interpretação Modelo contém objectos (elementos do domínio) e relações entre eles Interpretação especifica referências para Símbolos de constante objectos Símbolos de predicado relações Símbolos de função relações funcionais Uma frase atómica com a forma predicado(termo 1,...,termo n ) é verdadeira sse os objectos referidos por termo 1,...,termo n pertencem à relação referida pelo predicado
22 Quantificador Universal <variáveis> <frase> x P é verdadeiro num modelo m sse P é verdadeiro para x em que x são todos os objectos existentes no modelo m Todos os reis são pessoas: x Rei(x) Pessoa(x) Por outras palavras, é equivalente à conjunção de instanciações de P Rei(ReiJoao) Pessoa(ReiJoao) Rei(RicardoCoracaoLeao) Pessoa(RicardoCoracaoLeao) Rei(PernaEsqDeRicardoCoracaoLeao) Pessoa(PernaEsqDeRicardoCoracaoLeao)...
23 Erro comum a evitar Tipicamente, é a principal conectiva usada com Erro comum: usar como conectiva com : x Rei(x) Pessoa(x) significa Todos são reis e são pessoas
24 Quantificador Existencial <variáveis> <frase> x P é verdadeiro num modelo m sse P é verdadeiro para x em que x é um objecto existente no modelo m O Rei João tem uma coroa na cabeça: x ECoroa(x) NaCabeca(x,ReiJoao) Por outras palavras, é equivalente à disjunção das instanciações de P ECoroa(ReiJoao) NaCabeca(ReiJoao,ReiJoao) ECoroa(RicardoCoracaoLeao) NaCabeca(RicardoCoracaoLeao,ReiJoao)... ECoroa(Coroa) NaCabeca(Coroa,ReiJoao)...
25 Outro erro comum a evitar Tipicamente, é a principal conectiva usada com Erro comum: usar como conectiva com : x ECoroa(x) NaCabeca(x,ReiJoao) é verdadeiro se não existe nenhuma coroa!
26 x y é o mesmo que y x x y é o mesmo que y x Propriedades dos quantificadores x y não é o mesmo que y x Exº para o domínio das pessoas: x y Gosta(x,y) Existe alguém que gosta de todas as pessoas y x Gosta(x,y) Todas as pessoas têm alguém que gosta delas Dualidade dos quantificadores: cada quantificador pode ser expresso usando o outro quantificador x Gosta(x,Gelado) x Gosta(x,Gelado) x Gosta(x,Bróculos) x Gosta(x,Bróculos)
27 Igualdade termo 1 = termo 2 é verdadeiro para uma dada interpretação se e só se termo 1 e termo 2 se referem ao mesmo objecto Pai(ReiJoao) = Henrique E.g. para uma frase complexa Ricardo Coração de Leão tem pelo menos dois irmãos x,y Irmao(x,RicardoCoracaoLeao) Irmao(y,RicardoCoracaoLeao) (x = y)
28 Uso da LPO Domínio do Reino: Irmãos são parentes x,y Irmãos(x,y) Parentes(x,y) A mãe é o elemento feminino dos progenitores m,c Mãe(c) = m (Feminino(m) Progenitor(m,c)) Parentesco é uma relação simétrica x,y Parentes(x,y) Parentes(y,x)
29 Exemplos Todos os As são Bs: Nenhum A é B: Alguns As são Bs: Alguns As não são Bs: x A(x) B(x) x A(x) B(x) x A(x) B(x) x A(x) B(x)
30 Exemplos Somente os As são Bs: x B(x) A(x) Nem todos os As são Bs Alguns As não são Bs: x A(x) B(x) Todos os As não são Bs Nenhum A é B: x A(x) B(x)
31 Exercícios Todas as pessoas gostam de outra pessoa x Pessoa(x) y Pessoa(y) Gosta(x,y) (x=y) Existe uma pessoa de quem todas as outras pessoas gostam x Pessoa(x) y Pessoa(y) (x=y) Gosta(y,x) O João frequenta a cadeira de IA ou PE (pode frequentar as duas) Frequenta(João,IA) Frequenta(João,PE) O Rui frequenta ou a cadeira de IA ou a cadeira de PE (somente uma das duas) Frequenta(Rui,IA) Frequenta(Rui,PE)
32 Inferência Inferência em lógica proposicional vs. inferência em lógica de primeira ordem Unificação Modus Ponens Generalizado Encadeamento para a frente Encadeamento para trás
33 Instanciação Universal A partir de uma frase com um quantificador universal, podemos inferir uma frase que resulta da substituição da variável por um termo sem variáveis v α Subst({v/g}, α) E.g., x Rei(x) Ambicioso(x) Malvado(x) permite inferir: Rei(João) Ambicioso(João) Malvado(João) Rei(Ricardo) Ambicioso(Ricardo) Malvado(Ricardo) Rei(Pai(João)) Ambicioso(Pai(João)) Malvado(Pai(João))...
34 Instanciação Existencial Para uma frase α, uma variável v, e uma constante k que não aparece em nenhuma frase da base de conhecimento v α Subst({v/k}, α) E.g., A partir de x ECoroa(x) NaCabeca(x,João) podemos inferir ECoroa(C 1 ) NaCabeca(C 1,João) desde que C 1 seja um símbolo de constante novo, chamado constante de Skolem A frase que contém o quantificador existencial pode ser eliminada equivalência por inferência
35 Unificação x Rei(x) Ambicioso(x) Malvado(x) Se conseguimos encontrar uma substituição θ para x para a qual se verifica Rei(x) e Ambicioso(x) então podemos inferir Malvado(x) Genericamente: se conseguirmos encontrar uma substituição θ que converta a premissa de uma implicação numa frase já existente na BC, então podemos derivar a conclusão da implicação após efectuada a substituição θ Exº x Rei(x) Ambicioso(x) Malvado(x) Rei(João) y Ambicioso(y) θ = {x/joão,y/joão} permite inferir Malvado(João) Unificação = identificação de uma substituição que permita que duas frases sejam logicamente equivalentes
36 Unificação: exemplo Unificação(α,β) = θ se αθ = βθ α β θ Conhece(João,x) Conhece(João,Rita) Conhece(João,x) Conhece(y,Isabel) Conhece(João,x) Conhece(y,Mãe(y)) Conhece(João,x) Conhece(x,Isabel)
37 Unificação: exemplo Unificação(α,β) = θ se αθ = βθ α β θ Conhece(João,x) Conhece(João,Rita) {x/rita} Conhece(João,x) Conhece(y,Isabel) Conhece(João,x) Conhece(y,Mãe(y)) Conhece(João,x) Conhece(x,Isabel)
38 Unificação: exemplo Unificação(α,β) = θ se αθ = βθ α β θ Conhece(João,x) Conhece(João,Rita) {x/rita} Conhece(João,x) Conhece(y,Isabel) {x/isabel,y/joão} Conhece(João,x) Conhece(y,Mãe(y)) Conhece(João,x) Conhece(x,Isabel)
39 Unificação: exemplo Unificação(α,β) = θ se αθ = βθ α β θ Conhece(João,x) Conhece(João,Rita) {x/rita} Conhece(João,x) Conhece(y,Isabel) {x/isabel,y/joão} Conhece(João,x) Conhece(y,Mãe(y)) {y/joão,x/mãe(joão)} Conhece(João,x) Conhece(x,Isabel)
40 Unificação: exemplo Unificação(α,β) = θ se αθ = βθ α β θ Conhece(João,x) Conhece(João,Rita) {x/rita} Conhece(João,x) Conhece(y,Isabel) {x/isabel,y/joão} Conhece(João,x) Conhece(y,Mãe(y)) {y/joão,x/mãe(joão)} Conhece(João,x) Conhece(x,Isabel) {falha}
41 Estandardização Conhece(João,x) e Conhece(x,Isabel) poderão ser unificados se substituirmos x por outra variável Esta unificação faz sentido Conhece(João,x) significa que o João conhece toda a gente Conhece(x,Isabel) significa que a Isabel é conhecida por toda a gente Logo, o João conhece a Isabel Estandardização = renomeação de variáveis numa das duas frases a serem unificadas para evitar conflitos nos nomes das variáveis Conhece(João,x) e Conhece(y,Isabel) pode ser unificado com {x/isabel,y/joão}
42 Unificação: UMG Para unificar Conhece(João,x) e Conhece(y,z), θ = {y/joão, x/z } ou θ = {y/joão, x/joão, z/joão} A primeira substituição é mais genérica do que a segunda. Existe um único unificador mais geral (UMG): efectua o menor número de substituições para unificar dois termos UMG = { y/joão, x/z }
43 p 1 ', p 2 ',, p n ', ( p 1 p 2 p n q) qθ p 1 ' é Rei(João) p 1 é Rei(x) p 2 ' é Ambicioso(y) p 2 é Ambicioso(x) θ é {x/joão,y/joão} q é Malvado(x) q θ é Malvado(João) Modus Ponens Generalizado (MPG) com p i 'θ = p i θ para todo o i MPG usado com BC com cláusulas que têm exactamente um literal positivo: (p 1 p 2 p n q) equivale a ( p 1 p 2 p n q) Todas as variáveis estão quantificadas universalmente
44 Exemplo: base de conhecimento Do ponto de vista legal, um Americano é um criminoso por vender armas a nações hostis. O país Nono, um inimigo da América, possui alguns mísseis, e todos estes mísseis foram-lhe vendidos pelo Coronel West, que é Americano. Objectivo: provar que o Coronel West é um criminoso.
45 Exemplo: base de conhecimento (cont.)... um Americano é um criminoso por vender armas a nações hostis: Americano(x) Arma(y) Vende(x,y,z) Hostil(z) Criminoso(x) Nono possui alguns mísseis, i.e., x Possui(Nono,x) Míssil(x): Possui(Nono,M 1 ) e Missil(M 1 ) todos os mísseis foram-lhe vendidos pelo Coronel West Missil(x) Possui(Nono,x) Vende(West,x,Nono) Mísseis são armas: Missil(x) Arma(x) Um inimigo da América é considerado hostil : Inimigo(x,America) Hostil(x) West é Americano Americano(West) O país Nono é um inimigo da América Inimigo(Nono,America) [instanciação existencial]
46 Encademaneto progressivo: prova Inicialmente: frases que não têm variáveis
47 Encademaneto progressivo: prova
48 Encademaneto progressivo: prova
49 Propriedades do encadeamento progressivo Sólido e completo para cláusulas na forma (p 1 p n q) em lógica de primeira ordem Datalog = cláusulas na forma (p 1 p n q) em lógica de primeira ordem + não há funções EP termina para Datalog num número finito de iterações Não termina se α não é consequência lógica Não podemos resolver este problema: encadeamento progressivo é semi-decidível
50 Eficiência do encadeamento progressivo Encadeamento progressivo incremental: só é necessário fazer um emparelhamento de uma frase na iteração k se uma premissa tiver sido adicionada na iteração k-1 Emparelhar cada frase cuja premissa contém um novo literal positivo Emparelhamento pode ser dispendioso: Bases de dados indexadas permitem encontrar factos conhecidos em tempo constante (O(1)) e.g., pergunta Missil(x) responde Missil(M 1 ) Encadeamento progressivo é muito usado em bases de dados dedutivas
51 Encadeamento regressivo: exemplo
52 Encadeamento regressivo: exemplo
53 Encadeamento regressivo: exemplo
54 Encadeamento regressivo: exemplo
55 Encadeamento regressivo: exemplo
56 Encadeamento regressivo: exemplo
57 Encadeamento regressivo: exemplo
58 Propriedades do encadeamento regressivo Prova com procura em profundidade com recursão: espaço é linear no tamanho da prova Incompletude devido a ciclos infinitos Podem ser evitados comparando o objectivo actual com os objectivos na pilha Ineficiente devido à existência de sub-objectivos repetidos (tanto com sucesso como falha) Guardar em memória resultados obtidos anteriormente memória adicional Muito usado em programação em lógica
59 Sumário Uso de lógica de 1ª ordem para representação Emparelhamento para a frente usado principalmente em bases de dados dedutivas Emparelhamento regressivo usado em sistemas com programação em lógica.
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