AntoonVan Dyck, Sansão e Dalila (1630)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AntoonVan Dyck, Sansão e Dalila (1630)"

Transcrição

1

2

3 AntoonVan Dyck, Sansão e Dalila (1630)

4

5

6 Constitui uma violação dos direitos fundamentais à vida, à liberdade, à segurança, à dignidade, à igualdade entre mulheres e homens, à não-discriminação e à integridade física e mental.

7 Violência física, sexual e psicológica cometida por parceiros/as íntimos/as; A violação; Abuso sexual de menores; Assédio sexual no local de trabalho; Violência contra a homossexualidade; Tráfico de mulheres; Mutilação Genital Feminina.

8

9 E Viveram Felizes para Sempre...

10 Comportamento violento ou padrão de controlo coercivo exercido, direta ou indiretamente, sobre qualquer pessoa que habite no mesmo agregado familiar (ex.: cônjuge, companheiro/a, filho/a, pai, mãe, avô, avó), ou que, mesmo não coabitando, seja companheiro ou excompanheiro.

11 Violência que ocorre, ou ocorreu, entre cônjuges ou pessoas envolvidas em relações similares de intimidade amorosa (ex.: uniões de facto implicando, ou não, coabitação).

12 Resulta da necessidade de alargar a noção de VD e, em particular, a de VC, de modo a abranger a violência exercida entre companheiros/as envolvidos/as em diferentes tipos de relacionamentos íntimos e não apenas na conjugalidade tradicional(ex.: casais homossexuais, violência no namoro).

13 É instrumental. É estrutural e institucional. Afecta todas as mulheres. Não é natural, é aprendida e construída através do processo de socialização.

14 Violência Stalking

15 Padrão Violento Mútuo Violência Vicariante Vitimação Secundária

16 Modelo Duluth

17

18 o Um homem não maltrata porque sim; ela também terá feito algo para provocá-lo. o Se uma mulher é maltratada continuamente, a culpa é sua por continuar a viver com esse homem. o Se têm filhos/as, ela tem que aguentar os maltratos pelo bem das crianças. Ele até é um bom pai.

19 o Os homens que maltratam fazem-no porque têm problemas com o álcool ou outras drogas, ou porque estão loucos, ou porque são violentos por natureza. o Os homens que abusam das suas companheiras, também foram maltratados na sua infância. o A maioria das denúncias por violência de género são falsas.

20 Lua de mel Aumento da tensão Ataque violento / agressão

21 Imediatamente depois do início da convivência; Durante a primeira gravidez; Após o nascimento do primeiro descendente.

22 Predomínio da violência psicológica. Estado de ruminação do agressor. Pensar de modo recorrente sobre uma ou varias ideias negativas sobre a mulher. Tensão Conduta antecipatória da vítima: submissão, minimização ou negação.

23 Tentativa de controlo dos factores externos por parte da vítima, Ciclo instaurado. Período de inevitabilidade.

24 Irrupção da violência física. A vítima durante e depois da agressão: distorção do tempo, conduta de resistência, sentimento de afastamento do ataque real, dissociação e incredulidade. Estado de choque.

25 Fase intermédia, que pode dar-se após a fase de agressão e que se caracteriza por: Procura de ajuda; Avaliação realista da situação por parte da vítima; Aceitação da incapacidade de controlar/mudar o comportamento do agressor; Sentimentos de ira e terror que podem converter-se em fatores de motivação para sair do ciclo.

26 Comportamentos do agressor: Nega que existiu violência ( estava bêbedo, não me recordo ) ou suaviza, minimiza ( só foi uma discussão como acontece em qualquer casal... ). Desenvolve estratégias de manipulação afectiva. Responsabiliza a vítima pela agressão. Reconhece a violência mas passa a responsabilidade a terceiros, incluindo a própria vítima.

27 Comportamentos da vítima: Ativação dos papéis e expectativas de género. Cria expectativas de mudança. Acredita que pode contribuir para a mudança do agressor, sobretudo se se ajusta às expectativas de comportamento que ele tem sobre ela. Acredita que o comportamento que o agressor mostra nesta fase é o que define a sua personalidade e não o mostrado anteriormente.

28 Porque é que ela fica...?

29 FIM OBRIGADA PELA VOSSA ATENÇÃO!

3. Roteiro de perguntas para serem aplicadas na tomada de declarações ou oitivas dasvítimas indiretas e testemunhas

3. Roteiro de perguntas para serem aplicadas na tomada de declarações ou oitivas dasvítimas indiretas e testemunhas 3. Roteiro de perguntas para serem aplicadas na tomada de declarações ou oitivas dasvítimas indiretas e testemunhas As questões abaixo contribuem para ilustrar comportamentos prévios de violência contra

Leia mais

Violência de Género: Violência sobre os idosos e as idosas

Violência de Género: Violência sobre os idosos e as idosas Violência de Género: Violência sobre os idosos e as idosas Isabel Dias Audição Parlamentar - Assembleia da República 25.06.2013 Conceito de abuso de idosos/as Comportamento destrutivo dirigido a um/a idoso/a;

Leia mais

Rui Abrunhosa Gonçalves

Rui Abrunhosa Gonçalves Rui Abrunhosa Gonçalves ISOLAMENTO SOCIAL INTIMIDAÇÃO USO DOS FILHOS RECURSO AOS PRIVILÉGIOS DE MARIDO OU MASCULINOS PODER E CONTROLE COERÇÃO E AMEAÇAS MAUS TRATOS FÍSICOS E PSICOLÓGICOS CONTROLO ECONÓMICO

Leia mais

FEDERATION INTERNATIONALE DES FEMMES DES CARRIERES JURIDIQUES

FEDERATION INTERNATIONALE DES FEMMES DES CARRIERES JURIDIQUES Luísa e João 1 - A conduta do João constitui um crime; 2 - Crime de Violência Baseada no Género segundo a Lei Cabo-verdiana; 3 - Já foi contemplado como Crime de Maus tratos, no âmbito do Código Penal

Leia mais

IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES

IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES TERESA MANECA LIMA SÍLVIA ROQUE DIFERENÇAS ENTRE HOMENS E MULHERES APENAS UMA QUESTÃO DE SEXO? SEXO GÉNERO SEXO: conjunto de características biológicas e reprodutivas

Leia mais

Prevenção e Enfrentamento ao Abuso Sexual para Adolescentes. Elaborado por Viviane Vaz

Prevenção e Enfrentamento ao Abuso Sexual para Adolescentes. Elaborado por Viviane Vaz Prevenção e Enfrentamento ao Abuso Sexual para Adolescentes Elaborado por Viviane Vaz Meninas são as maiores vítimas 44% meninas, 39% meninos Faixa etária de maior risco Balanço disque 100 entre 04 e 11

Leia mais

Mal-me-quer, Bem-me-quer!

Mal-me-quer, Bem-me-quer! Mal-me-quer, Bem-me-quer! O ciclo da violência no namoro Prevalência deste fenómeno no contexto universitário Português Segundo um estudo realizado em 2002, em contexto universitário português, concluiu-se

Leia mais

Crime público desde Lei 7/2000 de Denúncia para além dos seis meses Lei aplicável: vigente no momento prática do último ato Tribunal

Crime público desde Lei 7/2000 de Denúncia para além dos seis meses Lei aplicável: vigente no momento prática do último ato Tribunal 1 Quem, de modo reiterado ou não, infligir maus tratos físicos ou psíquicos, incluindo castigos corporais, privações da liberdade e ofensas sexuais: a) Ao cônjuge ou ex-cônjuge; b) A pessoa de outro ou

Leia mais

Capacitação para Prevenção e Enfrentamento ao Abuso Sexual Infantil. Por Viviane Vaz

Capacitação para Prevenção e Enfrentamento ao Abuso Sexual Infantil. Por Viviane Vaz Capacitação para Prevenção e Enfrentamento ao Abuso Sexual Infantil Por Viviane Vaz Coisificação da Infância Negação do direito que crianças e adolescentes têm de serem tratados como sujeitos e pessoas

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Documento de sessão 24.9.2009 B7-0000/2009 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência das perguntas com pedido de resposta oral B7-0000/2009 e B7-0000/2009 nos termos do

Leia mais

Direito Penal. Lei nº /2006. Violência doméstica e Familiar contra a Mulher. Parte 1. Prof.ª Maria Cristina

Direito Penal. Lei nº /2006. Violência doméstica e Familiar contra a Mulher. Parte 1. Prof.ª Maria Cristina Direito Penal Lei nº 11.340/2006. Violência doméstica e Familiar contra a Mulher. Parte 1. Prof.ª Maria Cristina Art. 1o Esta Lei cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar

Leia mais

A prevenção da violência contra crianças e adolescentes: o papel do lar

A prevenção da violência contra crianças e adolescentes: o papel do lar A prevenção da violência contra crianças e adolescentes: o papel do lar Ana Lúcia Ferreira Profª Associada do Departamento de Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro Membro do Departamento

Leia mais

PREVENIR OU REMEDIAR

PREVENIR OU REMEDIAR "'O... o PREVENIR OU REMEDIAR Os custos sociais e económicos da violência contra as mulheres «o UJ Manuel Lisboa (coord.) Isabel do Carmo Luísa Branco Vicente António Nóvoa Pedro Pita Barros Ana Roque

Leia mais

ONDE MEUS TALENTOS E PAIXÕES ENCONTRAM AS NECESSIDADES DO MUNDO, LÁ ESTÁ MEU CAMINHO, MEU LUGAR ARISTÓTELES

ONDE MEUS TALENTOS E PAIXÕES ENCONTRAM AS NECESSIDADES DO MUNDO, LÁ ESTÁ MEU CAMINHO, MEU LUGAR ARISTÓTELES ENFRENTAMENTO DAS VIOLÊNCIAS CONTRA AS MULHERES E MENINAS ONDE MEUS TALENTOS E PAIXÕES ENCONTRAM AS NECESSIDADES DO MUNDO, LÁ ESTÁ MEU CAMINHO, MEU LUGAR ARISTÓTELES Mafoane Odara Instituto Avon ENFRENTAMENTO

Leia mais

Violência de Género. Manuel Lisboa. Assembleia da República 3 de Dezembro, 2012

Violência de Género. Manuel Lisboa. Assembleia da República 3 de Dezembro, 2012 Violência de Género Manuel Lisboa Assembleia da República 3 de Dezembro, 2012 Alguns resultados do inquérito nacional de 1995 (estatisticamente representativo das mulheres no Continente, com 18 + anos,

Leia mais

Relacionamento Abusivo

Relacionamento Abusivo CARLA EGÍDIO LEMOS PSICÓLOGA Relacionamento Abusivo Relacionamento Abusivo Quando ouvimos falar de Relacionamento Abusivo geralmente nos lembramos da relação amorosa em que a mulher é sempre a vítima,

Leia mais

A violência doméstica é uma perda de controlo uma questão do controle da ira.

A violência doméstica é uma perda de controlo uma questão do controle da ira. MITO Nº 1 MITO Nº 2 A violência doméstica é uma perda de controlo uma questão do controle da ira. A vítima é responsável pela violência porque a provoca. O comportamento violento é uma escolha a violência

Leia mais

Ficha Técnica. Ecônomo Geral Ir. José Augusto Alves. Superintendente de Organismos Provinciais Ir. Humberto Lima Gondim

Ficha Técnica. Ecônomo Geral Ir. José Augusto Alves. Superintendente de Organismos Provinciais Ir. Humberto Lima Gondim 18maio2012.indd 1 06/05/2012 17:53:17 Ficha Técnica União Brasileira de Educação e Ensino - UBEE Ir. Wellington Mousinho de Medeiros Ir. José Wagner Rodrigues da Cruz Ir. Adalberto Batista Amaral Ir. Ataide

Leia mais

à condenação dos criminosos. Este problema, transversal ao fenómeno da violência doméstica, deriva da falta de testemunhas e resulta, na

à condenação dos criminosos. Este problema, transversal ao fenómeno da violência doméstica, deriva da falta de testemunhas e resulta, na Primeiro estudo forense carateriza um fenómeno crescente de abus»os cometidos de forma prolongada por parte das companheiras 12% DAS VITIMAS DE ACIRESSÕES SÃO HOMENS latono Anual de Segurança Interna de

Leia mais

Agressores Sexuais. Violência Sexual. Parafilia 26/09/2015. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Prof.ª Ms. Otília Loth

Agressores Sexuais. Violência Sexual. Parafilia 26/09/2015. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Prof.ª Ms. Otília Loth Agressores Sexuais Pontifícia Universidade Católica de Goiás Prof.ª Ms. Otília Loth Violência Sexual A violência sexual vem sendo perpetrada desde a antiguidade em todos os lugares do mundo, em todas as

Leia mais

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição (JusNet 7/1976), o seguinte:

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição (JusNet 7/1976), o seguinte: 1/7 Lei n.º 19/2013, de 21 de fevereiro, 29.ª alteração ao Código Penal, aprovado pelo Decreto- Lei n.º 400/82, de 23 de setembro, e primeira alteração à Lei n.º 112/2009, de 16 de setembro, que estabelece

Leia mais

GÊNERO E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA AS MULHERES

GÊNERO E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA AS MULHERES GÊNERO E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA AS MULHERES Gênero e Violência Doméstica contra à Mulher O que é Gênero: É uma dada maneira de olhar a realidade da vida (das mulheres e dos homens) para

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA PROFISSIONAIS DE SAÚDE NOTIFICAÇÃO ON-LINE Departamento da Qualidade na Saúde

VIOLÊNCIA CONTRA PROFISSIONAIS DE SAÚDE NOTIFICAÇÃO ON-LINE Departamento da Qualidade na Saúde VIOLÊNCIA CONTRA PROFISSIONAIS DE SAÚDE NOTIFICAÇÃO ON-LINE 2015 Departamento da Qualidade na Saúde Introdução Em Portugal, o direito à não-violência encontra-se consagrado na Constituição da República

Leia mais

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE Grave violação dos direitos fundamentais de toda criança e adolescente, no entanto muito comum. Cerca de 10% das crianças e adolescentes que chegam

Leia mais

Convenção de Istambul

Convenção de Istambul CONVENÇÃO DO CONSELHO DA EUROPA PARA A PREVENÇÃO E O COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES E A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA Convenção de Istambul LIVRE DO MEDO LIVRE DA VIOLÊNCIA QUAL É O OBJETIVO DA CONVENÇÃO?

Leia mais

VIOLÊNCIA ENTRE NAMORADOS NA ADOLESCÊNCIA (VNA) S. Taquette, C.Moraes, L. Souza, J. Garcia, L.Meira, T. Freitas, M. Carneiro

VIOLÊNCIA ENTRE NAMORADOS NA ADOLESCÊNCIA (VNA) S. Taquette, C.Moraes, L. Souza, J. Garcia, L.Meira, T. Freitas, M. Carneiro VIOLÊNCIA ENTRE NAMORADOS NA ADOLESCÊNCIA (VNA) S. Taquette, C.Moraes, L. Souza, J. Garcia, L.Meira, T. Freitas, M. Carneiro Introdução VNA é aquela que ocorre entre parceiros envolvidos em relacionamento

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE A ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA AS MULHERES RECOMENDAÇÃO GERAL N.º 19 (VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES)

CONVENÇÃO SOBRE A ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA AS MULHERES RECOMENDAÇÃO GERAL N.º 19 (VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES) CONVENÇÃO SOBRE A ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA AS MULHERES RECOMENDAÇÃO GERAL N.º 19 (VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES) Antecedentes Décima primeira sessão, 1992 1. A violência baseada

Leia mais

O Direito de Adoptar?

O Direito de Adoptar? Direito da Igualdade Social 2010 2011 O Direito de Adoptar? A adopção por casais homossexuais Andreia Engenheiro Nº 2068 1. Família Tem influência de factores: - Religiosos; - Económicos; - Socio-culturais.

Leia mais

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Dos crimes praticados contra crianças e adolescentes Arts. 225 a 244-B, ECA. Atenção para os delitos dos arts. 240 a 241 (A, B, C, D e E), bem como 244-B. Est. do Desarmamento

Leia mais

CÓDIGO PENAL CÓDIGO DE PROCESSO PENAL

CÓDIGO PENAL CÓDIGO DE PROCESSO PENAL LEI E PROCESSO CÓDIGO PENAL CÓDIGO DE PROCESSO PENAL 2015 2ª Edição Actualização nº 3 CÓDIGO PENAL CÓDIGO DE PROCESSO PENAL Actualização nº 3 ORGANIZAÇÃO BDJUR BASE DE DADOS JURÍDICA EDITOR EDIÇÕES ALMEDINA,

Leia mais

CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL

CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL LEGALE CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL Com o advento da Lei 12.015 de 07 de agosto de 2009, o Título VI da parte especial do Código Penal deixou de ser nominado como Crimes contra os Costumes e passou

Leia mais

União Popular de Mulheres de Campo Limpo e Adjacências.

União Popular de Mulheres de Campo Limpo e Adjacências. União Popular de Mulheres de Campo Limpo e Adjacências. União Popular de Mulheres Fundada em 08 de março de 1987. Organização social sem fins lucrativos. Objetivo principal Luta pela completa emancipação

Leia mais

Noites de sociologia - XII edição FORUM

Noites de sociologia - XII edição FORUM Noites de sociologia - XII edição FORUM 253 Isabel Dias BRANCA 254 Noites de sociologia - XII edição Noites de sociologia - XII edição Amor e guerra entre os sexos 28 de Abril de 2003 Isabel Dias Amor

Leia mais

CONCURSO. Pensar os Afectos Viver em Igualdade

CONCURSO. Pensar os Afectos Viver em Igualdade CONCURSO Pensar os Afectos Viver em Igualdade O concurso Pensar os Afectos Viver em Igualdade pretende premiar produtos e acções de sensibilização produzidos por alunos e alunas dos 1º, 2º e 3º Ciclos

Leia mais

ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTE

ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTE 1 ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTE Daniela Pavan Terada 1 Priscila Fugiwara 2 CRAMI ABCD-Centro Regional de Atenção aos maus tratos na infância do ABCD. RESUMO:Este trabalho

Leia mais

Balanço Anual Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres Ministério dos Direitos Humanos

Balanço Anual Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres Ministério dos Direitos Humanos Balanço Anual 2016 Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres Ministério dos Direitos Humanos BALANÇO ANUAL 2016 1 Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres Ministério dos Direitos Humanos

Leia mais

Programa: Enquadramento; Dinâmicas e processos associados à violência conjugal; A lei e o combate à violência doméstica questões legais.

Programa: Enquadramento; Dinâmicas e processos associados à violência conjugal; A lei e o combate à violência doméstica questões legais. Programa: Enquadramento; Dinâmicas e processos associados à violência conjugal; A lei e o combate à violência doméstica questões legais. Vídeo: Os tabus sociais na perceção de géneros e papéis sexuais

Leia mais

Representações e atitudes dos lisboetas face à homossexualidade Programa de Ocupação Cientifica de Jovens nas Férias

Representações e atitudes dos lisboetas face à homossexualidade Programa de Ocupação Cientifica de Jovens nas Férias Representações e atitudes dos lisboetas face à homossexualidade Programa de Ocupação Cientifica de Jovens nas Férias Investigadores responsáveis: André Afonso Catarina Delgado Inês Tavares Helena Figueiredo

Leia mais

OBJECTIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS DA EDUCAÇÃO AFECTIVO-SEXUAL

OBJECTIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS DA EDUCAÇÃO AFECTIVO-SEXUAL OBJECTIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS DA EDUCAÇÃO AFECTIVO-SEXUAL Aumentar e consolidar os seus conhecimentos acerca: Das diferentes componentes anatómicas do corpo humano, da sua originalidade em cada sexo

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 664/XII/4.ª ALTERA A PREVISÃO LEGAL DOS CRIMES DE VIOLAÇÃO E COAÇÃO SEXUAL NO CÓDIGO PENAL

PROJETO DE LEI N.º 664/XII/4.ª ALTERA A PREVISÃO LEGAL DOS CRIMES DE VIOLAÇÃO E COAÇÃO SEXUAL NO CÓDIGO PENAL Grupo Parlamentar. PROJETO DE LEI N.º 664/XII/4.ª ALTERA A PREVISÃO LEGAL DOS CRIMES DE VIOLAÇÃO E COAÇÃO SEXUAL NO CÓDIGO PENAL Exposição de motivos O crime de violação atinge, sobretudo, mulheres e crianças.

Leia mais

Dra. EVELYN EISENSTEIN BRASÍLIA, 17 DE NOVEMBRO DE 2017

Dra. EVELYN EISENSTEIN BRASÍLIA, 17 DE NOVEMBRO DE 2017 Dra. EVELYN EISENSTEIN BRASÍLIA, 17 DE NOVEMBRO DE 2017 SAÚDE É VIDA CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO, NUTRIÇÃO; MATURAÇÃO CEREBRAL & MENTAL E EMOCIONAL; DIREITOS À SAÚDE, À VIDA, A COMER, A BRINCAR, A ESTUDAR,

Leia mais

ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE

ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE PROJETO DE HUMANIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO ACOLHIMENTO ÀS MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA NO INSTITUTO MÉDICO LEGAL DR. AFRÂNIO PEIXOTO OBJETIVO GERAL: Qualificar o atendimento a

Leia mais

Lei Maria da Penha completa 12 anos em agosto, porém, políticas públicas ainda são ineficientes e muitas cidades

Lei Maria da Penha completa 12 anos em agosto, porém, políticas públicas ainda são ineficientes e muitas cidades Lei Maria da Penha completa 12 anos em agosto, porém, políticas públicas ainda são ineficientes e muitas cidades O combate à violência doméstica e ao feminicídio, no Brasil, é amparado, entre outras legislações,

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 522/XII/3.ª ALTERA A PREVISÃO LEGAL DOS CRIMES DE VIOLAÇÃO E COAÇÃO SEXUAL NO CÓDIGO PENAL

PROJETO DE LEI N.º 522/XII/3.ª ALTERA A PREVISÃO LEGAL DOS CRIMES DE VIOLAÇÃO E COAÇÃO SEXUAL NO CÓDIGO PENAL Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 522/XII/3.ª ALTERA A PREVISÃO LEGAL DOS CRIMES DE VIOLAÇÃO E COAÇÃO SEXUAL NO CÓDIGO PENAL Exposição de motivos O crime de violação atinge, sobretudo, mulheres e crianças.

Leia mais

14. Violência contra a pessoa idosa

14. Violência contra a pessoa idosa 14. contra a pessoa idosa Sara Nigri Goldman Vicente de Paula Faleiros As pessoas idosas queixam-se de violência, sendo a principal a descriminação. Uma pesquisa feita pelo SESC/SP, em convênio com a Fundação

Leia mais

VIOLÊNCIA SEXUAL. Entenda e ajude a combater SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES SECRETARIA DE GOVERNO

VIOLÊNCIA SEXUAL. Entenda e ajude a combater SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES SECRETARIA DE GOVERNO VIOLÊNCIA SEXUAL Entenda e ajude a combater SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES SECRETARIA DE GOVERNO Elaboração e distribuição: Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres Secretaria

Leia mais

CURSO PRÉ-VESTIBULAR DO CENTRO DE ESTUDOS E AÇÕES SOLIDÁRIAS DA MARÉ AULÃO DA MULHER VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER VOCÊ CONHECE A LEI?

CURSO PRÉ-VESTIBULAR DO CENTRO DE ESTUDOS E AÇÕES SOLIDÁRIAS DA MARÉ AULÃO DA MULHER VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER VOCÊ CONHECE A LEI? CURSO PRÉ-VESTIBULAR DO CENTRO DE ESTUDOS E AÇÕES SOLIDÁRIAS DA MARÉ AULÃO DA MULHER VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER VOCÊ CONHECE A LEI? FORMAS DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER Artigo 7º da Lei nº 11.340/2006:

Leia mais

DIREITOS HUMANOS. Estatuto de Roma e o Tribunal Penal Internacional Parte 1. Profª. Liz Rodrigues

DIREITOS HUMANOS. Estatuto de Roma e o Tribunal Penal Internacional Parte 1. Profª. Liz Rodrigues DIREITOS HUMANOS Estatuto de Roma e o Tribunal Penal Internacional Parte 1. Profª. Liz Rodrigues - A Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio (1948) já previa a criação de um tribunal

Leia mais

MPLA. Discurso do Camarada João Lourenço na 2ª Reunião do Comité Internacional da OMA

MPLA. Discurso do Camarada João Lourenço na 2ª Reunião do Comité Internacional da OMA MPLA Discurso do Camarada João Lourenço na 2ª Reunião do Comité Internacional da OMA Camarada Luzia Inglês, Secretária Geral da OMA, Camaradas do Presidium, distintos membros do Comitê Nacional da OMA,

Leia mais