Contrato de Trabalho: morfologia e tipos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Contrato de Trabalho: morfologia e tipos"

Transcrição

1 Contrato de Trabalho: morfologia e tipos

2 Contrato de Trabalho: morfologia e tipos SARMENTO

3 TRABALHADOR AVULSO (Lei 8.630/93 Do Trabalho Portuário Art. 26. O trabalho portuário de capatazia, estiva, conferência de carga, conserto de carga, bloco e vigilância de embarcações, nos portos organizados, será realizado por trabalhadores portuários com vínculo empregatício a prazo indeterminado e por trabalhadores portuários avulsos. Parágrafo único. A contratação de trabalhadores portuários de estiva, conferência de carga, conserto de carga e vigilância de embarcações com vínculo empregatício a prazo indeterminado será feita, exclusivamente, dentre os trabalhadores portuários avulsos registrados.

4 I - Capatazia: a atividade de movimentação de mercadorias nas instalações de uso público, compreendendo o recebimento, conferência, transporte interno, abertura de volumes para a conferência aduaneira, manipulação, arrumação e entrega, bem como o carregamento e descarga de embarcações, quando efetuados por aparelhamento portuário; II - Estiva: a atividade de movimentação de mercadorias nos conveses ou nos porões das embarcações principais ou auxiliares, incluindo o transbordo, arrumação, peação e despeação, bem como o carregamento e a descarga das mesmas, quando realizados com equipamentos de bordo; VI - Bloco: a atividade de limpeza e conservação de embarcações mercantes e de seus tanques, incluindo batimento de ferrugem, pintura, reparos de pequena monta e serviços correlatos.

5 Art. 27. O órgão de gestão de mão-de-obra: OGMO I - organizará e manterá cadastro de trabalhadores portuários habilitados ao desempenho das atividades referidas no artigo anterior; II - organizará e manterá o registro dos trabalhadores portuários avulsos. 1 A inscrição no cadastro do trabalhador portuário dependerá, exclusivamente, de prévia habilitação profissional do trabalhador interessado, mediante treinamento realizado em entidade indicada pelo órgão de gestão de mãode-obra.

6 Art O ingresso no REGISTRO do trabalhador portuário avulso depende de prévia seleção e respectiva inscrição no cadastro de que trata o inciso I deste artigo, obedecidas a disponibilidade de vagas e a ordem cronológica de inscrição no cadastro. 3 A inscrição no cadastro e o registro do trabalhador portuário extingue-se por morte, aposentadoria ou cancelamento.

7 Art. 28. A seleção e o registro do trabalhador portuário avulso serão feitos pelo órgão de gestão de mão-de-obra avulsa, de acordo com as normas que forem estabelecidas em contrato, convenção ou acordo coletivo de trabalho. Art. 29. A remuneração, a definição das funções, a composição dos termos e as demais condições do trabalho avulso serão objeto de negociação entre as entidades representativas dos trabalhadores portuários avulsos e dos operadores portuários.

8 TRABALHADOR AVULSO LEI Nº 9.719, DE 27 DE NOVEMBRO DE Art. 1º, III - Operador portuário: a pessoa jurídica préqualificada para a execução de operação portuária na área do porto organizado; Art. 11. O operador portuário responde perante: IV - o trabalhador portuário, pela remuneração dos serviços prestados e respectivos encargos; V - o órgão local de gestão de mão-de-obra do trabalho avulso, pelas contribuições não recolhidas; VI - os órgãos competentes, pelo recolhimento dos tributos incidentes sobre o trabalho portuário avulso.

9 Art. 18. Os operadores portuários, devem constituir, em cada porto organizado, um órgão de gestão de mão-deobra do trabalho portuário, tendo como finalidade: I - administrar o fornecimento da mão-de-obra do trabalhador portuário e do trabalhador portuário-avulso; IV - selecionar e registrar o trabalhador portuário avulso; VI - expedir os documentos de identificação do trabalhador portuário; Parágrafo único. No caso de vir a ser celebrado contrato, acordo, ou convenção coletiva de trabalho entre trabalhadores e tomadores de serviços, este precederá o órgão gestor a que se refere o caput deste artigo e dispensará a sua intervenção nas relações entre capital e trabalho no porto.

10 Art. 19. Compete ao órgão de gestão de mão-de-obra do trabalho portuário avulso: 2º - O órgão responde, solidariamente com os operadores portuários, pela remuneração devida ao trabalhador portuário avulso.

11 Art. 20. O exercício das atribuições previstas nos arts. 18 e 19 desta lei, pelo órgão de gestão de mão-de-obra do trabalho portuário avulso, não implica vínculo empregatício com trabalhador portuário avulso. Art. 21. O órgão de gestão de mão-de-obra pode ceder trabalhador portuário avulso em caráter permanente, ao operador portuário. Art. 22. A gestão da mão-de-obra do trabalho portuário avulso deve observar as normas do contrato, convenção ou acordo coletivo de trabalho. Art. 23. Deve ser constituída, no âmbito do órgão de gestão de mão-de-obra, Comissão Paritária para solucionar litígios decorrentes da aplicação das normas a que se referem os arts. 18, 19 e 21 desta lei.

12 MENOR APRENDIZ Art. 428 CLT - Contrato de aprendizagem é o contrato de trabalho especial, ajustado por escrito e por prazo determinado, em que o empregador se compromete a assegurar ao maior de 14 e menor de 24 anos inscrito em programa de aprendizagem formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico, e o aprendiz, a executar com zelo e diligência as tarefas necessárias a essa formação.

13 Art. 428, 1 o - A validade do contrato de aprendizagem pressupõe anotação na CTPS, matrícula e freqüência do aprendiz na escola, caso não haja concluído o ensino médio, e inscrição em programa de aprendizagem desenvolvido sob orientação de entidade qualificada em formação técnico-profissional metódica. 2 o Ao menor aprendiz, salvo condição mais favorável, será garantido o salário mínimo hora.

14 3 o O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de aprendiz portador de deficiência. 4 o - A formação técnico-profissional a que se refere o caput deste artigo caracteriza-se por atividades teóricas e práticas, metodicamente organizadas em tarefas de complexidade progressiva desenvolvidas no ambiente de trabalho.

15 5 o A idade máxima prevista no caput deste artigo não se aplica a aprendizes portadores de deficiência. 6 o Para os fins do contrato de aprendizagem, a comprovação da escolaridade de aprendiz portador de deficiência mental deve considerar, sobretudo, as habilidades e competências relacionadas com a profissionalização. 7 o Nas localidades onde não houver oferta de ensino médio para o cumprimento do disposto no 1 o deste artigo, a contratação do aprendiz poderá ocorrer sem a frequência à escola, desde que ele já tenha concluído o ensino fundamental.

16 Art Os estabelecimentos de qualquer natureza são obrigados a empregar e matricular nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem número de aprendizes equivalente a cinco por cento, no mínimo, e quinze por cento, no máximo, dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional. 1 o -A. O limite fixado neste artigo não se aplica quando o empregador for entidade sem fins lucrativos, que tenha por objetivo a educação profissional. 1 o As frações de unidade, no cálculo da percentagem de que trata o caput, darão lugar à admissão de um aprendiz.

17 Art Na hipótese de os Serviços Nacionais de Aprendizagem não oferecerem cursos ou vagas suficientes para atender à demanda dos estabelecimentos, esta poderá ser suprida por outras entidades qualificadas em formação técnico-profissional metódica, a saber: I Escolas Técnicas de Educação. II entidades sem fins lucrativos, que tenham por objetivo a assistência ao adolescente e à educação profissional, registradas no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

18 1 o As entidades mencionadas neste artigo deverão contar com estrutura adequada ao desenvolvimento dos programas de aprendizagem, de forma a manter a qualidade do processo de ensino, bem como acompanhar e avaliar os resultados. 2 o Aos aprendizes que concluírem os cursos de aprendizagem, com aproveitamento, será concedido certificado de qualificação profissional.

19 3 o O Ministério do Trabalho e Emprego fixará normas para avaliação da competência das entidades mencionadas no inciso II deste artigo. Art A contratação do aprendiz poderá ser efetivada pela empresa onde se realizará a aprendizagem ou pelas entidades mencionadas no inciso II do art. 430, caso em que não gera vínculo de emprego com a empresa tomadora dos serviços.

20 Art A duração do trabalho do aprendiz não excederá de seis horas diárias, sendo vedadas a prorrogação e a compensação de jornada. 1 o O limite previsto neste artigo poderá ser de até oito horas diárias para os aprendizes que já tiverem completado o ensino fundamental, se nelas forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica.

21 Art O contrato de aprendizagem extinguir-se-á no seu termo ou quando o aprendiz completar 24 (vinte e quatro) anos, ressalvada a hipótese prevista no 5 o do art. 428 desta Consolidação, ou ainda antecipadamente nas seguintes hipóteses: I desempenho insuficiente ou inadaptação do aprendiz. II falta disciplinar grave. III ausência injustificada à escola que implique perda do ano letivo. IV a pedido do aprendiz 2 o Não se aplica o disposto nos arts. 479 e 480 desta Consolidação às hipóteses de extinção do contrato mencionadas neste artigo.

22 Art Nos contratos que tenham termo estipulado, o empregador que, sem justa causa, despedir o empregado será obrigado a pagar-lhe, a titulo de indenização, e por metade, a remuneração a que teria direito até o termo do contrato. Parágrafo único - Para a execução do que dispõe o presente artigo, o cálculo da parte variável ou incerta dos salários será feito de acordo com o prescrito para o cálculo da indenização referente à rescisão dos contratos por prazo indeterminado. Art Havendo termo estipulado, o empregado não se poderá desligar do contrato, sem justa causa, sob pena de ser obrigado a indenizar o empregador dos prejuízos que desse fato lhe resultarem.

23 TRABALHO DO MENOR (CESPE/2009.1) A respeito da proteção conferida ao menor trabalhador, assinale a opção correta. A) Não corre nenhum prazo prescricional contra os menores de 18 anos de idade. B) É vedado ao menor empregado firmar recibos legais pelo pagamento dos salários sem que esteja assistido pelos seus representantes. C) É lícita a quitação advinda da rescisão contratual firmada por empregado menor sem a assistência do seu representante legal.

24 D) Excepcionalmente, é permitido o trabalho noturno de menores de 18 anos de idade, mas, em nenhuma hipótese, é admitido o trabalho de menores de 16 anos de idade.

25 Comentário: Concluímos por correta a alternativa A, pois na justiça trabalhista temos o princípio da proteção ao trabalhador, sobretudo em condições especiais como a que envolve as pessoas menores de idade. Portanto, situado o contexto que envolve a questão, observamos que a CLT agiu por bem quando regulou e inseriu em seu art. 440 o texto no qual determina que, contra os menores de 18 anos não corre nenhum prazo de prescrição. Dessa forma, resta assegurada importante e específica garantia aos menores de 18 anos. Gabarito Oficial: Alternativa A

26 (OAB - IV EXAME DE ORDEM UNIFICADO FGV ) Com relação ao contrato de aprendizagem, assinale a alternativa correta. A) É um contrato especial de trabalho que pode ser ajustado de forma expressa ou tácita. B) É um contrato por prazo determinado cuja duração jamais poderá ser superior a dois anos. C) Salvo condição mais favorável, ao menor aprendiz deve ser assegurado o salário mínimo hora.

27 D) A duração do trabalho do aprendiz não pode exceder de quatro horas diárias, sendo vedada a prorrogação e a compensação de jornada.

28 Comentário: O enunciado da questão busca a alternativa correta, ou seja, três delas estão incorretas e podem ser detectadas no texto legal. Segundo determina o art. 428 da CLT, o contrato de trabalho deverá ser sempre na forma expressa e não tácita (alternativa A - incorreta); O contrato pode ser superior a dois anos, desde que seja celebrado com portadores de deficiência, segundo o art. 428, 3º, da CLT (alternativa B - incorreta)

29 e ainda temos o art. 432 da CLT que consolida a jornada do aprendiz como não sendo superior a seis horas e não quatro horas (alternativa D - incorreta). A única questão correta em sua essência é a C, sendo que o art. 428, 2º, da CLT garante o pagamento do salário mínimo hora para o aprendiz. Gabarito Oficial: Alternativa C

Regulamenta a contratação de aprendizes e dá outras providências.

Regulamenta a contratação de aprendizes e dá outras providências. Edição Número 231 de 02/12/2005 Atos do Poder Executivo DECRETO N o 5.598, DE 1 o DE DEZEMBRO DE 2005 Regulamenta a contratação de aprendizes e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso

Leia mais

Direito Previdenciário

Direito Previdenciário Direito Previdenciário Beneficiários do RGPS Prof. Bruno Valente Segurados obrigatórios: Art. 11 da Lei nº 8.213/91 Art. 12 da Lei nº 8.212/91 Art. 9º do Decreto nº 3.048/99 5 (cinco) categorias de segurados

Leia mais

PORTARIA Nº 123/2014 DE 16 de JUNHO de 2014

PORTARIA Nº 123/2014 DE 16 de JUNHO de 2014 PORTARIA Nº 123/2014 DE 16 de JUNHO de 2014 Disposto nas legislações DEL5452/43 Consolidação das Leis do Trabalho, L8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, L9394/96 Lei de Diretrizes e Bases

Leia mais

O QUE É JOVEM APRENDIZ?

O QUE É JOVEM APRENDIZ? O QUE É JOVEM APRENDIZ? O programa jovem aprendiz é um projeto do governo federal criado a partir da Lei da Aprendizagem (Lei 10.097/00) com o objetivo de que as empresas desenvolvam programas de aprendizagem

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO EM SÃO PAULO GERÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO DA ZONA SUL

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO EM SÃO PAULO GERÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO DA ZONA SUL MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO EM SÃO PAULO GERÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO DA ZONA SUL APRENDIZAGEM Elaboração Auditoria Fiscal do Trabalho LEGISLAÇÃO

Leia mais

COMUNICADO DE INSCRIÇÃO E PROCESSO SELETIVO PROGRAMA ADOLESCENTE APRENDIZ

COMUNICADO DE INSCRIÇÃO E PROCESSO SELETIVO PROGRAMA ADOLESCENTE APRENDIZ A Brasilcenter Comunicações compreendendo a importância do Programa de Aprendizagem abre inscrições para filhos(as), irmãos(ãs), sobrinhos(as), primos(as) e comunidade indicada por seus colaboradores e

Leia mais

Programa Jovem Aprendiz Cooperativo C. Vale. Edital nº 03/2018.

Programa Jovem Aprendiz Cooperativo C. Vale. Edital nº 03/2018. Programa Jovem Aprendiz Cooperativo C. Vale. Edital nº 03/2018. A C. Vale Cooperativa Agroindustrial, inscrita sob CNPJ nº.77.863.223/0001-07, com sede a Av. Independência, 2347, centro, Palotina-Paraná,

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO. Das relações laborais. Terceirização no Direito do Trabalho. Parte III. Prof. Cláudio Freitas

DIREITO DO TRABALHO. Das relações laborais. Terceirização no Direito do Trabalho. Parte III. Prof. Cláudio Freitas DIREITO DO TRABALHO Das relações laborais Terceirização no Direito do Trabalho. Parte III Prof. Cláudio Freitas A NOVA LEI 6.019/74 - Modificações pela Lei 13.429/2017 e Lei 13.467/017 (Reforma Trabalhista).

Leia mais

Programa Jovem Aprendiz Cooperativo C. Vale. Edital nº 01/2017.

Programa Jovem Aprendiz Cooperativo C. Vale. Edital nº 01/2017. Programa Jovem Aprendiz Cooperativo C. Vale. Edital nº 01/2017. A C. Vale Cooperativa Agroindustrial, inscrita sob CNPJ nº.77.863.223/0001-07, com sede a Av. Independência, 2347, centro, Palotina-Paraná,

Leia mais

Contrato de Trabalho Prazo Indeterminado e Prazo Determinado. Prof.ª Rosana Abbud

Contrato de Trabalho Prazo Indeterminado e Prazo Determinado. Prof.ª Rosana Abbud Contrato de Trabalho Prazo Indeterminado e Prazo Determinado Prof.ª Rosana Abbud Contrato de Trabalho Contrato É o acordo de vontades, seja ele tácito ou expresso, por meio do qual as partes contratantes

Leia mais

TRABALHADOR AUTÔNOMO

TRABALHADOR AUTÔNOMO Página1 Curso/Disciplina: Reforma Trabalhista (Direito e Processo do Trabalho) Objetivo Aula: 09 Professor(a): Rogério Renzetti Monitor(a): Ana Cristina Aquino Aula nº 09 TRABALHADOR AUTÔNOMO O trabalhador

Leia mais

Ensaio sobre a nova Lei dos Empregados Domésticos

Ensaio sobre a nova Lei dos Empregados Domésticos www.fagnersandes.com.br Preparando você para o sucesso! Ensaio sobre a nova Lei dos Empregados Domésticos Regulamentado pela Lei Complementar n. 150/15, empregado doméstico é aquele que presta serviços

Leia mais

Legião da Boa Vontade (LBV) Alziro Zarur José de Paiva Netto Educação com Espiritualidade Ecumênica

Legião da Boa Vontade (LBV) Alziro Zarur José de Paiva Netto Educação com Espiritualidade Ecumênica Quem somos A Legião da Boa Vontade (LBV) é uma associação civil de direito privado, de natureza beneficente e filantrópica, sem fins econômicos, de caráter educacional, cultural e de assistência social.

Leia mais

DO TRABALHO DA MULHER DIREITO DO TRABALHO II. Aula 11 Normas de proteção do. trabalho da mulher e do menor:

DO TRABALHO DA MULHER DIREITO DO TRABALHO II. Aula 11 Normas de proteção do. trabalho da mulher e do menor: Aula 11 Normas de proteção do trabalho da mulher e do menor Conteúdo Programático desta aula Normas de proteção do trabalho da mulher e do menor: fundamentos e finalidade, proteção à maternidade, normas

Leia mais

HOMOLOGAÇÃO DA RESCISÃO CONTRATUAL DIREITO DO TRABALHO II. Aula 9 Homologação da terminação do. Maria Inês Gerardo

HOMOLOGAÇÃO DA RESCISÃO CONTRATUAL DIREITO DO TRABALHO II. Aula 9 Homologação da terminação do. Maria Inês Gerardo Aula 9 Homologação da terminação do contrato de trabalho Maria Inês Gerardo www.mariainesgerardo.com.br Facebook: Maria Inês Gerardo Conteúdo Programático desta aula Homologação da terminação do contrato

Leia mais

Programa Jovem Aprendiz

Programa Jovem Aprendiz Programa Jovem Aprendiz Ramon Santos Auditor Fiscal do Trabalho Coordenador do Projeto Inserção de Aprendizes no Mercado de Trabalho da SRTE-RJ OBJETIVOS ORIENTAR CONECTAR FISCALIZAR CONTRAÇÃO DE JOVENS

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS CONSELHO SUPERIOR DELIBERAÇÃO Nº 006/2011

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS CONSELHO SUPERIOR DELIBERAÇÃO Nº 006/2011 DELIBERAÇÃO Nº 006/2011 Dispõe sobre os programas de estágio e serviço voluntário da Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, com base na Lei Federal n 11.788, de 25 de setembro de 2008, e Lei Federal

Leia mais

Faço saber que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei:

Faço saber que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei: LEI Nº 1578/2010. Institui o Programa Social Municipal de Profissionalização de Adolescentes, assim como autoriza a Administração Pública realizar a contratação de aprendizes na forma desta lei, e da outras

Leia mais

Workshop de Logística e Transportes. Perspectivas do Setor Portuário e o novo Decreto 9048/17

Workshop de Logística e Transportes. Perspectivas do Setor Portuário e o novo Decreto 9048/17 Workshop de Logística e Transportes Perspectivas do Setor Portuário e o novo Decreto 9048/17 2 Visão dos Operadores Logísticos e Usuários Portuários Bunge no mundo 200 anos. Somos uma empresa global e

Leia mais

Faço saber a todos os habitantes deste Estado que a Assembleia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber a todos os habitantes deste Estado que a Assembleia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 16.861, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015 Disciplina a admissão de pessoal por prazo determinado no âmbito do Magistério Público Estadual, para atender à necessidade temporária de excepcional interesse

Leia mais

OS DIREITOS DOS TRABALHADORES NA CONSTITUIÇÃO- ARTIGO 7º

OS DIREITOS DOS TRABALHADORES NA CONSTITUIÇÃO- ARTIGO 7º OS DIREITOS DOS TRABALHADORES NA CONSTITUIÇÃO- ARTIGO 7º A nossa constituição equiparou o trabalhador urbano ao rural ao definir que são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO

ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO Material de Estudo Legislação: art. 2º, 3º, 6º e 7º, 62, 428-433 da CLT; 7º, XXXII e parágrafo único, da CRFB/88; Lei n.º 5.859/1972

Leia mais

Principais Dúvidas Sobre o Estágio

Principais Dúvidas Sobre o Estágio Principais Dúvidas Sobre o Estágio Lei 11.788, de 25 de Setembro de 2008. Centro de Integração Ensina Emprega 1 Sumário O que é o estágio?...4 Qual o objetivo do estágio?...4 Quem pode ser estagiário?...4

Leia mais

SEGURO-DESEMPREGO. São requisitos para a percepção do seguro-desemprego - art. 3, Lei

SEGURO-DESEMPREGO. São requisitos para a percepção do seguro-desemprego - art. 3, Lei SEGURO-DESEMPREGO Benefício temporário que visa promover a assistência financeira do trabalhador desempregado, dispensado sem justa causa ou por despedida indireta. Estão excluídos, pois, os empregados

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL

DIREITO CONSTITUCIONAL DIREITO CONSTITUCIONAL Parte 2 Prof. Alexandre Demidoff Art. 7º IV - salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com

Leia mais

Câmara Municipal de Rebouças - Paraná

Câmara Municipal de Rebouças - Paraná LEI N. 1.815/2014 Súmula: Institui o Programa Jovem Aprendiz no âmbito do Município de Rebouças-PR, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE REBOUÇAS, ESTADO DO PARANÁ, DECRETOU E EU, PRESIDENTE,

Leia mais

Jornada de trabalho.

Jornada de trabalho. Jornada de trabalho. 1. Conceito: é uma medida de tempo no qual se inclui o labor diário. a) 1ª concepção: teoria do tempo efetivamente trabalhado, sendo o período do dia em que o empregado efetivamente

Leia mais

DECRETO Nº , DE 9 DE MARÇO DE PUBLICADO NO DOU DE 9/03/1973

DECRETO Nº , DE 9 DE MARÇO DE PUBLICADO NO DOU DE 9/03/1973 DECRETO Nº 71.885, DE 9 DE MARÇO DE 1973. PUBLICADO NO DOU DE 9/03/1973 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição, e tendo em vista o disposto

Leia mais

Sindicato dos Empregados no Comércio de Guarulhos

Sindicato dos Empregados no Comércio de Guarulhos 1 TERMO DE ADITAMENTO À CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 Por este instrumento e na melhor forma de direito, de um lado como representante da categoria profissional o SINDICATO DOS EMPREGADOS NO

Leia mais

REFORMA TRABALHISTA. Alteração da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT e aplicação no âmbito da Unesp

REFORMA TRABALHISTA. Alteração da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT e aplicação no âmbito da Unesp REFORMA TRABALHISTA Alteração da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT e aplicação no âmbito da Unesp Lei nº 13.467/2017 Medida Provisória nº 808/2017 I - JORNADA DE TRABALHO a) Tempo considerado à disposição

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO SINFES E SINDIEX 2016/2017

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO SINFES E SINDIEX 2016/2017 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO SINFES E SINDIEX 2016/2017 SINFES - SINDICATO DOS FARMACÊUTICOS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, CNPJ nº 30.955.355/0001-03, representado pela presidente Maria Maruza Carlesso,

Leia mais

HOMOLOGAÇÃO DA RESCISÃO CONTRATUAL DIREITO DO TRABALHO II. Aula 9 Homologação da terminação do. Maria Inês Gerardo

HOMOLOGAÇÃO DA RESCISÃO CONTRATUAL DIREITO DO TRABALHO II. Aula 9 Homologação da terminação do. Maria Inês Gerardo Aula 9 Homologação da terminação do contrato de trabalho Maria Inês Gerardo www.mariainesgerardo.com.br Facebook: Maria Inês Gerardo Conteúdo Programático desta aula Homologação da terminação do contrato

Leia mais

Dr. Paulo Diniz Romualdo

Dr. Paulo Diniz Romualdo Dr. Paulo Diniz Romualdo TEMPO À DISPOSIÇÃO DA EMPRESA art. 4º - incluído o 2º, objetiva não caracterizar como tempo à disposição do empregador o período em que o empregado estiver no seu local de trabalho

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO. Das relações laborais. Trabalho doméstico. Parte II. Prof. CláudioFreitas

DIREITO DO TRABALHO. Das relações laborais. Trabalho doméstico. Parte II. Prof. CláudioFreitas DIREITO DO TRABALHO Das relações laborais Trabalho doméstico. Parte II Prof. CláudioFreitas - LC 150/2015: Normas de direito do trabalho, previdenciário e tributário. Revogação total da lei anterior (lei

Leia mais

Trabalho Temporário e Terceirização

Trabalho Temporário e Terceirização Trabalho Temporário e Terceirização (Lei 6019/74) Modificações Realizadas pela Lei 13.429/2017 (PL 4.302/98) & Lei 13.467/2017 (REFORMA TRABALHISTA) com Quadro Comparativo Elaborado em: 14 de Novembro

Leia mais