CRIOSFERA GELOS PERMANENTES
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- Luiza Batista Casqueira
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1 CRIOSFERA GELOS PERMANENTES Dinâmica do Clima
2 INTRODUÇÃO Vamos apenas nos concentrar na definição da Criosfera O Clima pode ser definido como um conjunto de estatísticas de parâmetros observacionais que caracterizam a estrutura e o comportamento da Atmosfera, complementado por estatísticas de outros parâmetros O que podemos dizer sobre a Criosfera?? considerados relevantes para a caracterização dos sistemas adjuntos, nomeadamente a Hidrosfera, a Criosfera, a Litosfera e a Biosfera
3 CRIOSFERA A - As criosfera montanhas tem inclui: um do sistema papel importante glaciar, por no exemplo: clima da Terra devido a natureza e propriedades físicas do gelo, e. O devido Árctico gelo do ao do lençol acoplamento Canadá sobre Groenlândia da criosfera e com a Antártida os outros. Alasca componentes do sistema climático. Os Alpes e Spitsbergen O mar de gelo, e a região de América do Norte e. Os Gelos Permanentes que cobrem uma extensa Eurásia de Gelos Permanentes região, de 15% a 20% da superfície da Terra, principalmente nos limites polares do continente na A neve que se estende, durante o Inverno, nas América do Norte e Sibéria latitudes médias (~de 50ºN) na América do Norte e Eurásia
4 Distribuição Sazonal da Criosfera no Hemisfério Norte Figura 1 - Extensão máxima de neve e gelo durante o Inverno (a) e extensão mínima durante o Verão (b) no Hemisfério Norte As Regiões de gelos permanentes estão representados em (b)
5 Distribuição Sazonal da Criosfera no Hemisfério Sul Figura 2 - Extensão máxima de gelo durante o Inverno (a) e extensão mínima durante o Verão (b) no Hemisfério Sul
6 GELOS PERMANENTES
7 GELOS PERMANENTES Os Gelos permanentes resultam de um delicado balanço entre o O gelo calor permanente, da atmosfera ou "multianual", e do fluxo de tem calor até geotérmico três metros de espessura e fica congelado pelo menos um verão. Ele é Numa diferente parte do do gelo continente sazonal, da que América é mais do fino Norte e e derrete da Eurásia, com a temperatura do solo maior está abaixo facilidade. congelação e a água está permanentemente congelada Este tipo de gelo forma-se no inverno e derrete durante o Os gelos permanentes são 20% da superfície da terra verão Figura 1 (b) mostra uma área extensa de gelos permanentes no O gelo permanente Hemisfério tem Norte salinidade menor
8 GELOS PERMANENTES ACTUALIDADE
9 GELOS PERMANENTES - ACTUALIDADE O permafrost absorve mais calor do que o gelo de superfície ou a neve, ao contrário do que se possa pensar, e é mais afectado pelo aumento da temperatura. O efeito das alterações climáticas no permafrost é bastante conhecida no Árctico, mas na Antárctida ainda pouco se sabe. O aumento das temperaturas pode reduzir a espessura do permafrost Há registo de que o permafrost [camadas permanentemente geladas] ocidental da Sibéria está a derreter. À medida que isso acontece, liberta o metano armazenado na turfa. O metano tem um impacto vinte vezes superior ao dióxido de carbono no aquecimento da atmosfera. Quanto mais gás a turfa libertar, mais quente o mundo se tornará, e mais o permafrost derreterá
10 GELOS PERMANENTES - ACTUALIDADE A área de gelo permanente a camada que fica congelada durante todo o ano foi reduzida em 14%, o equivalente a mais de 700 mil km². A média das últimas décadas é de redução de 0,7% da área congelada por ano De acordo com um estudo da agência espacial americana Nasa publicado na revista científica Geophysical Research Letters, o padrão pouco comum de ventos registrados em 2005 estão entre os principais factores para o fenômeno O aquecimento global também pode estar entre os motivos. As temperaturas no Ártico têm aumentado o dobro da média mundial
11 GELOS PERMANENTES ESTUDOS NA ACTUALIDADE Estudos recentes mostraram que tanto a área quanto a densidade do gelo no Oceano Ártico estão a diminuir a cada verão Os índices registados em setembro do ano passado foram os mais baixos desde 1978, quando se começou a medir o gelo do Ártico Estudo publicado pelo cientista Son Nghiem, do Laboratório de Propulsão de Jactos da Nasa na Califórnia, inova ao medir o gelo permanente, em vez da extensão de toda a camada
12 GELOS PERMANENTES ESTUDOS NA ACTUALIDADE Usando o escaterômetro (uma espécie de radar) instalado no satélite Quikscat, da Nasa, os pesquisadores mediram as camadas de gelo permanente e sazonal no Ártico. De outubro de 2004 a março de 2006, eles verificaram uma queda constante na camada de gelo. Ao comparar os números de 2004 e 2005, eles perceberam mudanças drásticas. Nos anos anteriores, houve alguma variação, mas era menor e localizada. No entanto, a mudança entre 2004 e 2005 é muito grande
13 GELOS PERMANENTES ESTUDOS NA ACTUALIDADE As áreas mais afectadas são o leste do Ártico, ao norte da Rússia e da Europa. No lado ocidental, ao norte do continente americano e do Oceano Atlântico, a camada de gelo teve um pequeno aumento em área Dados de escaterômetro sobre a região estão disponíveis desde Comparações com períodos mais longos são feitas com dados sobre gelo sazonal, portanto nem sempre são precisos Se comparar-mos esses dados com os anteriores, a redução da camada de gelo por década fica entre 6,4% e 7,8%. O que registamos agora 14% é 18 vezes a taxa anterior
14 GELOS PERMANENTES ESTUDOS NA ACTUALIDADE A pergunta mais importante para os cientistas agora é o que causou o fenómeno, ou se isso é um sinal de uma mudança a grande no padrão de derretimento da camada polar...
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21 Mitos Climáticos - Árctico recuperou!! A área do mar gelado do Árctico acaba de passar pelo pico anual e começou ou a retracção cíclica c clica até fins de Outubro próximo. É possível fazer uma avaliação da sua evolução, em termos relativos do valor máximo m dos máximos. m ximos.
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