Acetatos de apoio às aulas teóricas
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- Vagner Alves Álvaro
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1 Microprocessadores e Aplicações Acetatos de apoio às aulas teóricas Ana Cristina Lopes Dep. Engenharia Electrotécnica [email protected] Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 1/6
2 Introd. Programação do PIC18F Acesso controlo de periféricos e bits de estado; 2. ; 3. Registos de configuração; 4. Iniciação à programação em C; 5. Introdução às interrupções; Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 2/6
3 Acesso Contr. de Perif. e bits de Estado Contr. Perif. Bits Estado Todos os registos e bits de configuração associados ao controlo dos vários periféricos de cada microcontrolador estão definidos no ficheiro: <PROCESSADOR>.h No caso do PIC18F458 o ficheiro que deve ser incluído no início de cada programa será: p18fxxx.h Para aceder aos bits dos registos associados a cada periférico: <nome do registo>bits.<nome do bit> Exemplo - Aceder ao bit GIEH do registo INTCON: INTCONbits.GIEH Para aceder a um registo completo basta escrever o nome do ficheiro: INTCON Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 3/6
4 Introdução O PIC18F458 tem 5 portos de I/O; Grande parte dos pinos de I/O estão multiplexados com funções alternativas associadas aos periféricos do microcontrolador; Regra geral, sempre que um periférico está activo, os pinos que lhes estão associados não podem ser utilizados como pinos genéricos de I/O; Cada porto tem três registos associados: Registo TRIS - registo que indica se os pinos são entradas ou saídas; Registo PORT - registo utilizado para leitura dos pinos; Registo LAT - registo utilizado para operações de read-modify-write; Nota: o registo PORT também é utilizado na escrita dos portos.
5 Introdução A Figura seguinte mostra o diagrama de blocos genérico dos pinos dos portos do microcontrolador PICF458. Data Bus Write PORT or LAT Write TRIS D Q CK D Q CK Data Latch Read LAT TRIS Latch Read TRIS Q D TTL Input Buffer I/O Pin Read PORT EN PORT Input Synchronizer Latch Q1
6 Porto A PORTA é um registo de 7 bits associado ao porto A bidireccional. O registo que define cada entrada do porto A como entrada ou saída é o registo TRISA: 1 - corresponde a entrada (valor por defeito após um power-on reset); 0 - corresponde a uma saída - coloca os conteúdos do latch de saída nos pinos; Como configurar os pinos do porto A como entradas ou saídas: TRISAbits.TRISA5 = 0; RA5 é definido como saída TRISA = 0b ; RA0:3 definidas como saídas e RB4:7 como entradas.
7 Porto A A tabela seguinte ilustra as diversas funções do Porto A: Nome Bit Função RA0/AN0/CV REF bit0 I/O, entrada analógica ou saída do comparador analógico com tensão de referência RA1/AN1 bit1 I/O, entrada analógica RA2/AN2/V REF bit2 I/O, entrada analógica ou V REF RA3/AN3/V REF+ bit3 I/O, entrada analógica ou V REF+ RA4/TOCKI bit4 I/O, entrada externa de relógio para Timer0 RA5/AN4/SS/LVDIN bit5 I/O, entrada analógica, entrada de selecção de escravo para porta série síncrona ou entrada de detecção de tensão baixa RA6/OSC2/CLK0/ bit6 I/O, Saída do oscilador
8 Porto A As tabelas seguintes (nibbles mais e menos significativos) ilustra os registos associados com o porto A: Nome Bit7 Bit6 Bit5 Bit4 PORTA RA7 RA6 RA5 RA4 LATA Bit7 Bit6 Bit5 Bit4 TRISA Bit7 Bit6 Bit5 Bit4 ADCON1 ADFM ADCS2 - - Nome Bit3 Bit2 Bit1 Bit0 PORTA RA3 RA2 RA1 RA0 LATA Bit3 Bit2 Bit1 Bit0 TRISA Bit3 Bit2 Bit1 Bit0 ADCON1 PCFG3 PCFG2 PCFG1 PCFG0
9 Porto B PORTB é um registo de 8 bits associado ao porto B bidireccional. O registo que define cada entrada do porto B como entrada ou saída é o registo TRISB: 1 - corresponde a entrada (valor por defeito após um power-on reset); 0 - corresponde a uma saída; A configuração dos pinos do porto B como entradas ou saídas é igual ao porto A: Cada pino do porto B tem uma pull-up interna fraca; Existe um bit the controlo, RBPU, do registo INTCON2, que quando é limpo coloca todas as pull-up internas activas; Estas pull-ups são desligadas sempre que os pinos são configurados como saídas, estas também são desactivadas após um power-on reset;
10 Porto B A Figura seguinte mostra o diagrama de blocos dos pinos do Porto B. RB7:RB4 RB3:RB0
11 Porto B Quatro pinos do Porto B (RB7:RB4) têm capacidade de gerar uma interrupção sempre que o seu nível é alterado; A interrupção mencionada só ocorre se os pinos estiverem configurados como entradas; Geração da interrupção: O nível dos pinos de entrada RB7:RB4 são comparados com o valor do latch (valor do pino imediatamente anterior); A comparação entre os dois níveis é feita com um EX-OR que, caso estes sejam diferentes, fica a "1"e faz "despertar"a interrupção; Note-se que cada sinal proveniente da comparação de cada um dos quatro pinos é colocado nas quatro entradas de uma porta OU. Basta que uma das entradas fique a 1 o bit RBIF (RB Port Change Interrupt Flag) fica activa a 1 (flag do registo INTCON correspondente às interrupções geradas pela alteração do nível de entrada das entradas RB7:4) e a interrupção é gerada.
12 Porto B A tabela seguinte ilustra as diversas funções do Porto B: Nome Bit Função RB0/INT0 bit0 I/O, entrada para interrupção externa 0 RB1/INT1 bit1 I/O, entrada para interrupção externa 1 RB2/CANTX/INT2 bit2 I/O, pino de transmissão do CAN Bus, entrada para interrupção externa 2 RB3/CANRX bit3 I/O, pino de recepção do CAN Bus RB4 bit4 I/O com interrupção sempre que há alteração no nível do pino (apenas se o pino for entrada) RB5/PGM bit5 I/O com interrupção sempre que há alteração no nível do pino (apenas se o pino for entrada) ou low-voltage serial programming enable RB6/PGC bit6 I/O com interrupção sempre que há alteração no nível do pino (apenas se o pino for entrada) ou serial programming clock RB7PGD bit7 I/O com interrupção sempre que há alteração no nível do pino (apenas se o pino for entrada)ou serial programming data.
13 Porto B As tabelas seguintes (nibbles mais e menos significativos) ilustra os registos associados com o porto B: Nome Bit7 Bit6 Bit5 Bit4 PORTB RB7 RB6 RB5 RB4 LATB Bit7 Bit6 Bit5 Bit4 TRISB Bit7 Bit6 Bit5 Bit4 INTCON GIE/GIEH PEIE/GIEL TMR0IE INT0IE INTCON2 RBP U INTEDG0 INTEDG1 - INTCON3 INT2IP INT1IP - INT2IE Nome Bit3 Bit2 Bit1 Bit0 PORTB RB3 RB2 RB1 RB0 LATB Bit3 Bit2 Bit1 Bit0 TRISB Bit3 Bit2 Bit1 Bit0 INTCON RBIE TMR0IF INT0IF RBIF INTCON2 - TMR0IP - RBIP INTCON3 INT1IE - INT2IF INT1IF
14 Porto C PORTC é um registo de 8 bits associado ao porto C bidireccional. O registo que define cada entrada do porto C como entrada ou saída é o registo TRISC: 1 - corresponde a entrada (valor por defeito após um power-on reset); 0 - corresponde a uma saída - coloca os conteúdos do latch de saída nos pinos; A configuração do porto C como entrada ou saída é idêntica aos casos anteriores O porto C encontra-se multiplexado com várias funções associadas aos diversos periféricos do microcontrolador. Deve-se ter em atenção que alguns periféricos passam por cima da configuração do registo TRIS para forçar o pino a uma entrada e outros passam por cima do registo TRIS e forçam o pino a uma saída. A Tabela seguinte mostra quais os periféricos que ignoram o registo TRIS.
15 Porto C Pino IGNORA TRIS Periférico RC0 Sim Saída Oscilador Timer1 ou Entrada de relógio para Timer1/Timer3 RC1 Sim Entrada Oscilador para Timer1 RC2 Não - RC3 Sim SPI/ I2C Master Clock RC4 Sim Saída de Dados I2C RC5 Sim Saída de Dados SPI RC6 Sim USART ASYNC XMIT, Sync Clock RC7 Sim Saída de dados síncrona USART
16 Porto C A tabela seguinte ilustra as funções do Porto C: Nome Bit Função RC0/T1OSO/T1CKI bit0 I/O, saída oscilador Timer1 ou entrada de relógio para Timer1/Timer3 RC1/T1OSI bit1 I/O, entrada oscilador para Timer1 RC2/CCP1 bit2 I/O, entrada Capture1 ou saída Compare1 ou saída PWM1 RC3/SCK/SCL bit3 I/O, relógio síncrono série para SPI e I2C RC4/SDI/SDA bit4 I/O, entrada de dados SPI (modo SPI) ou dados I/O (modo I2C) RC5/SDO bit5 I/O, saída de dados SPI RC6/TX/CK/ bit6 I/O, transmissão USART ou relógio síncrono USART RC7/RX/DT/ bit6 I/O, recepção USART ou dados síncrono USART
17 Porto C Os registos associados ao Porto C são apenas: PORTC; LATC; TRISC.
18 Porto D PORTD é um registo de 8 bits associado ao porto D bidireccional. O registo que define cada entrada do porto D como entrada ou saída é o registo TRISD: 1 - corresponde a entrada (valor por defeito após um power-on reset); 0 - corresponde a uma saída - coloca os conteúdos do latch de saída nos pinos; A configuração do porto D como entrada ou saída é idêntica aos casos anteriores. O porto D pode ainda ser utilizado como PSP (Parallel Slave Port). Para tal, o bit de controlo PSPMODE (bit4 do registo TRISE) deve ser colocado a 1. O porto D encontra-se ainda multiplexado com o módulo de comparação analógica e com o módulo ECCP.
19 Porto D A tabela seguinte ilustra as funções do Porto D: Nome Bit Função RD0/PSP0/C1IN+ bit0 I/O, bit 0 do PSP ou entrada do comparador1 RD1/PSP1/C1IN- bit1 I/O, bit 1 do PSP ou entrada do comparador1 RD2/PSP2/C2IN+ bit2 I/O, bit 2 do PSP ou entrada do comparador2 RD3/PSP3/C2IN- bit3 I/O, bit 3 do PSP ou entrada do comparador2 RD4/PSP4/ECCP1/P1A bit4 I/O, bit 4 do PSP ou ECCP1 ou pino P1A RD5/PSP5/P1B bit5 I/O, bit 5 do PSP ou pino P1B RD6/PSP6/P1C bit6 I/O, bit 6 do PSP ou pino P1C RD7/PSP7/P1D bit6 I/O, bit 7 do PSP ou pino P1D
20 Porto D Os registos associados ao Porto D são: PORTD; LATD; TRISD; TRISE, devido à configuração do PSP.
21 Porto E PORTE é um registo de 3 bits associado ao porto E bidireccional. O registo que define cada entrada do porto E como entrada ou saída é o registo TRISE<2:0>: 1 - corresponde a entrada (valor por defeito após um power-on reset); 0 - corresponde a uma saída - coloca os conteúdos do latch de saída nos pinos; A configuração do porto E como entrada ou saída é idêntica aos casos anteriores. O registo TRISE também é responsável por controlar a operação do PSP através do nibble mais significativo do registo TRISE. Sempre que o modo PSP está activo, os pinos do Porto E funcionam como as suas entradas de controlo. O porto E encontra-se ainda multiplexado com entradas do conversor A/D e saídas do comparador analógico. Os pinos têm de estar configurados como entradas se estiverem a ser utilizados como entradas analógicas.
22 Porto E A tabela seguinte ilustra as funções do Porto E: Nome Bit Função RE0/AN5/RD bit0 I/O, ou entrada analógica ou entrada de controlo leitura do PSP RE1/AN6/WR/C1OUT bit1 I/O, ou entrada analógica ou entrada de controlo escrita do PSP ou saída do comparador1 RE2/AN7/CSC2OUT bit2 I/O, ou entrada analógica ou entrada de controlo do PSP ou saída do comparador2
23 Porto E Os registos associados ao Porto E são: PORTE; LATE; TRISE; As tabelas seguintes (nibbles mais e menos significativos) ilustra o registo TRISE: Nome Bit7 Bit6 Bit5 Bit4 TRISE IBF OBF IBOV PSPMODE Nome Bit3 Bit2 Bit1 Bit0 TRISE - TRISE2 TRISE1 TRISE0
24 Os bits dos registos de configuração (CONFIG) podem ser ou não programados, por forma a seleccionar determinadas configurações do dispositivo. Estes registos estão situados na memória de programa a partir do endereço h, estando este último para além da zona de memória de programa. De facto, os endereços correspondentes aos registos CONFIG ( FFFFF) estão situados numa zona designada por zona de memória de configuração, podendo apenas ser acedidos por instruções de leitura e escrita de tabelas (TBLRD e TBLWT). A Tabela seguinte mostra os conteúdos dos registos de configuração associados ao PICF458. Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 5/6
25 Sintaxe: config < termo > ou config < endereco >, < termo > Exemplo: Definir o tipo de oscilador e a utilização do watchdog e do circuito de reset interno. CONFIG CP OFF& WDT OFF&PWRTE ON& XT OSC Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 5/6
26 Como realizar a configuração destes registos? Hipótese 1: Criar um ficheiro CONFIG.asm (tal como no exemplo seguinte) e incluir no projecto. #include p18f458 CONFIG _CONFIG1L,0xFF CONFIG _CONFIG1H,_OSCS_OFF_1H&_HSPLL_OSC_1H CONFIG _CONFIG2L,_BOR_OFF_2L&_BORV_20_2L&_PWRT_OFF_2L CONFIG _CONFIG2H,_WDT_OFF_2H&_WDTPS_128_2H CONFIG _CONFIG3L,0xFF CONFIG _CONFIG3H,_CCP2MX_OFF_3H CONFIG _CONFIG4L,_STVR_ON_4L&_LVP_OFF_4L&_DEBUG_OFF_4L CONFIG _CONFIG4H,0xFF CONFIG _CONFIG5L,_CP0_OFF_5L&_CP1_OFF_5L&_CP2_OFF_5L&_CP3_OFF_5L CONFIG _CONFIG5H,_CPB_OFF_5H&_CPD_OFF_5H CONFIG _CONFIG6L,_WRT0_OFF_6L&_WRT1_OFF_6L&_WRT2_OFF_6L&_WRT3_OFF_6L CONFIG _CONFIG6H,_WRTC_OFF_6H&_WRTB_OFF_6H&_WRTD_OFF_6H CONFIG _CONFIG7L,_EBTR0_OFF_7L&_EBTR1_OFF_7L&_EBTR2_OFF_7L&_EBTR3_OFF_7L CONFIG _CONFIG7H,_EBTRB_OFF_7H end Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 5/6
27 Como realizar a configuração destes registos? Hipótese 2: Realizar a configuração dos registos directamente no MPLAB. Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 5/6
28 Como realizar a configuração destes registos? Hipótese 3: Utilizar uma MACRO, da seguinte forma: Primeiro é necessário perceber a utilização da directiva pragma, cuja sintaxe se apresenta de seguida: pragma tipo de seccao As pragmas são declarações de secção e servem para alterar a secção actual, onde o MPLAB C18 coloca a informação associada a um determinado tipo. Uma secção é uma porção de uma dada aplicação e que está localizada num determinado endereço de memória. Note-se que as secções podem estar localizadas na memória de programa ou na memória de dados. Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 5/6
29 Existem dois tipos de secções para cada tipo de memória: 1. Memória de Programa: (a) code: contém as instruções executáveis; (b) romdata: contém variáveis e constantes; 2. Memória de dados: (a) udata: contém as variáveis do utilizador não inicializadas; (b) idata: contém as variáveis do utilizador inicializadas; Uma secção cujo endereço é explícito através da directiva pragma denomina-se por secção absoluta. Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 5/6
30 Como realizar a configuração destes registos? Hipótese 3: Utilização da Macro CONFIG DECL da seguinte forma: #include <p18f458.h> #pragma romdata CONFIG _CONFIG_DECL (_CP_ON_1L, _OSCS_ON_1H & _OSC_LP_1H, _PWRT_ON_2L & _BOR_OFF_2L & _BORV_42_2L, _WDT_OFF_2H & _WDTPS_1_2H, _CCP2MUX_OFF_3H, _CONFIG4L_DEFAULT); #pragma romdata void main (void) {... } Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 5/6
31 A Tabela seguinte mostra o significado da configuração anterior: Configuração CP ON 1L OSCS ON 1H SC LP 1H PWRT ON 2L BOR OFF 2L Descrição Toda a memória de programa é code protected, não permite leituras ou escritas externas Permite a opção de trocar a fonte do relógio do sistema - da principal para uma alternativa (neste caso a principal é um oscilador de baixa frequência e a alternativa a associada ao Timer1) Oscilador do sistema - LP Power-up Timer activo Brown-Out Reset desligado BORV 42 2L A tensão de referência para BOR é 4,2V WDT OFF 2H Watchdog Timer desligado WDTPS 1 2H Watchdog Timer post scale 1:1 CCP2MUX OFF 3H I/O de CCP2 está multiplexada com RB3 CONFIG4L DEFAULT Configuração por defeito para este byte Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 5/6
32 Introdução à programação Exercício 1: Escreva sequencialmente os valores de 1 até 15 nas saídas do porto B do microcontrolador PIC18F458. Introd. Programação Durante a configuração dos registos CONFIG, deve ter em conta os seguintes critérios: Pretende-se uma frequência de relógio de 40MHz, e que o Brown-Out Reset, o Watchdog Timer e que a opção Low Voltage Programming estejam desactivados. Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 6/6
33 Introdução à programação Exercício 2: Realize o mesmo exercício, mas agora deve existir um atraso entre cada afectação das saídas do porto B. Introd. Programação Como realizar o atraso? 1. No início do programa deve incluir o ficheiro delays.h; 2. Neste ficheiro poderá ir buscar a instrução "Delay10KTCYx"; 3. A linha de instrução Delay10KTCYx (255) causa uma pausa de ciclos. Ana Cristina Lopes, 26 de Novembro de 2004 Microprocessadores e Aplicações p. 6/6
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