O Valor da Biodiversidade Evolução e Biodiversidade
|
|
|
- Edson Lacerda Godoi
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O Valor da Biodiversidade Evolução e Biodiversidade Genética da Conservação e definição de E.S.U. Antropocêntrico Valor para a espécie humana baseada na sua provisão de bens, serviços ao ecossistema e informação (científica, cultural). Biológico Valor intrínseco que é dado aos organismos vivos, espécies e communidades bióticas separadas dos interesses humanos. Não é mutuamente exclusivo em relação ao valor antropocêntrico. Unidades da Biodiversidade Ecossistemas Espécies Variabilidade genética Problemas com o Conceito de espécie Vago Não abrangente Diferentes grupos de organismos possuem diferentes: Tempos de geração Mecanismos de reprodução Diferentes ploidias A especiação é um processo dinâmico e não existe um limite exato de diferenciação que possa ser apontado como o marco zero do início de uma espécie. Tuataras Únicos membros de Rhynchocephalia Sphenodon guentheri é muito similar morfologicamente à Tuatara comum Sphenodon punctatus, considerada anteriormente como uma sub-espécie. S. guentheri é única mas não era protegida. S. punctatus Espécies como Unidades de evolução Para se estudar a biodiversidade e propor métodos de manejo e preservação é necessário garantir que esta continue a evoluir rumo à especiação ou à extinção, com o mínimo de impacto antrópico. S. guentheri 1
2 Alternativa ao conceito de espécie para Conservação salvar as espécies não é o bastante é preciso preservar o máximo (muitas populações variáveis) para que a espécie possa continuar a evoluir em um ambiente em constante mudança. ESU Evolutionary Significant Units Unidades Evolucionárias Significativas Podem ser definidas como unidades evolutivamente independentes de uma espécie com importância na conservação Ex: subespécie, grupo de populações, populações específicas, a espécie como um todo, etc... ESU e prática conservacionista Leontopithecus rosalia - Mico-leão-dourado Restrito ao Sul do Rio de Janeiro, matas de Silva Jardim e OCUs: OPERATIONAL CONSERVATION UNITS. Estimativa do número de populações distintas, dentro das ESU definidas, que se pode manejar com os recursos disponíveis. Desenvolver um plano de conservação com objetivos concretos segundo o estado de conservação das unidades definidas: Casimiro de Abreu, Reserva Biológica de Poço-das-Antas e montanhas de Cácia do Rio São João. Leontopithecus chrysomelas - Mico-leão-de-cara-dourada VARIABILIDADE GENÉTICA MANUTENÇÃO DA CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO MANUTENÇÃO DAS FUNÇÕES DO SISTEMA ESPÉCIES CONSERVAÇÃO DA ESTRUTURA POPULACIONAL CONSERVAÇÃO DOS HÁBITATS ECOSSISTEMAS Distribuído do sul da Bahia, entre Rios Belmonte e Pardo no sul, e Rio Contas no norte. Leontopithecus chrysopygus - Mico-leão-preto Era encontrado ao norte do Rio Paranapanema, leste do Rio Paraná, Sul do Rio Tietê e Serra de Paranapiacaba. Hoje está restrito à Reserva Estadual de Morro Grande em Teodoro Sampaio, Reserva Biológica de Caeteteus em Galiato, estado de São Paulo. Recentemente foi descoberto na Estação Ecológica de Angatuba Leontopithecus caissara - Mico-leão-de-cara-preta Existe apenas na Ilha de Superagui, costa norte do Paraná. antes L. chrysomelas hoje L. rosalia Mata Atlântica De acordo com o C.B.E. e dados genéticos, estas poderiam formar uma única espécie L. chrysopygus Estes três grupos de organismos são classificados como espécies mas funcionam na verdade como 3 E.S.U.s, isoladas umas das outras e com independência evolutiva - medida importante para a sua conservação. 2
3 Lobo cinza Lobo vermelho funciona como uma ESU? lobo O lobo vermelho é um híbrido entre o lobo e o coiote coiote Conservação e Evolução Depressão Exogâmica Depressão Endogâmica Fragmentação de ambientes - subdivisão de populações Riscos de Extinção População mínima viável Depressão exogâmica Redução no sucesso reprodutivo ou viabilidade dos indivíduos observados na prole da F1 ou gerações subsequentes, entre indivíduos da mesma espécie, de distintas populações. Ex: Reintrodução do Íbex nas montanhas Tatra (Rep. Tcheca) Após extinção local, foram translocados indivíduos da mesma subespécie, vindos da Áustria. Subsequente introdução de animais da Turquia e do Sinai, adaptados ao deserto, levou esta população à extinção. Causa: o ciclo reprodutivo foi rompido já que os híbridos mal-adaptados tinham cio no outono e fatalmente iriam ter os filhotes em fevereiro, o mês mais frio. Obs: não deve ser confundida com problemas relacionados com a formação de híbridos inter-específicos Causas da depressão exogâmica Adaptação local - interações genótipos x ambiente conjunto de adaptações restritas de determinadas populações em seus ambientes. Híbridos podem ter combinações alélicas que não sejam adaptadas ao ambiente onde estes se encontram. Ex: Ibex da Rep. Tcheca Coadaptação gênica - interações epistáticas combinações de estruturas cromossômicas ou de genes e alelos em uma população que produzem efeitos favoráveis (coadaptados). Híbridos podem ter combinações cromossômicas e alélicas deletérias. Ex: Peromyscus polionotes (roedor dos E.U.A.) 3
4 Depressão endogâmica Endogamia no cavalo de Przewalski Redução no sucesso reprodutivo ou viabilidade populacional devido à endogamia ou acasalamentos consangüíneos (relacionados por ancestralidade recente). Geralmente os caracteres deletérios aparecem devido ao maior aparecimento de genótipos homozigotos/indivíduo. Esta é uma conseqüência inevitável do pequeno tamanho populacional. Extinto na natureza, foi reintroduzido na Mongólia através de espécimes de cativeiro. Todos cavalos de Przewalski atuais na Mongólia derivam de apenas 13 indivíduos fundadores (um destes era uma fêmea de uma raça doméstica). Fragmentação de ambientes e de populações Espécies possuem distribuição geralmente subdividida em populações, onde o conjunto de todas se chama Metapopulações Diferentes espécies apresentam uma distribuição espacial das populações no ambiente que pode refletir: mobilidade e dispersão dos indivíduos da espécie dispersão associada a outra espécie (insetos-plantas) generalidade e flexibilidade adaptativa da espécie especialidade a um determinado microambiente ou nicho etc A fragmentação dos ambientes leva ao rompimento do padrão de dispersão e fluxo gênico entre as populações. POP1 METAPOPULAÇÃO POP2 POP3 POP4 CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS DAS DISTRIBUIÇÕES DESCONTÍNUAS: Aumento da probabilidade de extincão e de efeitos demográficos e genéticos deletéreos. Atuam sobretudo em circunstâncias de fragmentação artificial. CONSEQUÊNCIAS POSITIVAS DA FRAGMENTAÇÃO NATURAL : POP5 Distribuições naturais estáveis (heterogeneidade e/ou carácter isolado do hábitat). Adaptação local por interrupção do fluxo gênico. Aumento da diversidade genética e ecológica = ESPECIAÇÃO INCIPIENTE. Fissão de populações migrações, isolamento reprodutivo, mutações, seleção, deriva Distribuição espacial de Elaphe obsoleta Variação acumulada por processos de deriva ou seleção natural tempo pop1 pop2 4
5 Fragmentação de ecossistemas Fragmentação de ecossistemas Fragmentação de ecossistemas Gargalo de garrafa Genético Gargalos populacionais e efeito fundador população original Extinção local evento de gargalo de garrafa população sobrevivente Por quê é necessário quantificar o Risco de Extinção? De acordo com o MMA uma espécie pode estar: Em perigo - Ameaçada - Altamente ameaçada - Extinta (na natureza ou totalmente) O que significa: Perigo de extinção perda de ambientes? poucos indivíduos? este perigo compreende catástrofes ou modificações ambientais que podem acontecer no futuro? A quantificação do grau de extinção é necessária Usada para determinar o quão cedo e com que probabilidade a extinção pode ocorrer. Estimativas do Risco de Extinção Modelagem Matemática Análise de viabilidade populacional tamanho populacional mínimo viável importância relativa de flutuações demográficas, genéticas ou ambientais para a sobrevivência da espécie. 5
6 Importância dos fatores Genéticos versus Demográficos na Extinção Ênfase deve ser nos fatores ecológicos, ambientais e demográficos, não simplesmente genéticos. Há pouca evidência de que fatores genéticos levam à extinção (são mais vistos como conseqüências) Análise da Viabilidade Populacional Determinação do tamanho mínimo viável das populações de cada espécie, abaixo do qual esta não pode persistir. Tamanho mínimo viável: população com tamanho suficiente para resistir a calamidades e outras perturbações mais do que apenas sobreviver às condições normais Shafer 1981 a menor população isolada com 99% de chance de permanecer sobrevivendo por 1000 anos a despeito de qualquer efeito previsível de cunho demográfico, ambiental, estocasticidade genética e catástrofes naturais Extinção devido ao acaso (natural) Estocasticidade Demográfica (extinção devida à variação ao acaso nas taxas de morte e nascimento) Estocasticidade Genética (extinção devido à endogamia e perda de variabilidade genética) Estocasticidade Ambiental (variação em condições abióticas e climáticas que direcionam populações à extinção em larga escala) Catástrofes Naturais (eventos tais como inundações, fogo e erupções vulcânicas que eliminam populações em áreas restritas) Extinta em 1932 Modelos demográficos de extinção para mamíferos Que estes modelos dizem sobre as sobrevivências previstas de animais nos parques ao redor do mundo? (Frankel & Soulé Conservation and Evolution) maiores carnívoros mamíferos ( kg) 0-22% dos parques devem permitir sobrevivência por 100 anos nenhum dos parques deve permitir sobrevivência por 1000 anos maiores herbívoros mamíferos ( kg) 4-100% dos parques devem permitir sobrevivência por 100 anos 0-22% dos parques deve permitir sobrevivência por 1000 anos Modelos genéticos de extinção para estimativa do tempo de sobrevivência (persistência) Estes modelos assumem que a variabilidade genética é requerida para uma persistência a longo tempo. Variação Genética provê oportunidades para a adaptação em um ambiente sendo alterado. Mais indivíduos em uma população significa que mais variação pode ser mantida na população. Modelos genéticos tentam estimar o tamanho efetivo da população, e baseado nisto, estimar o número mínimo viável populacional. 6
7 Eventos recentes e documentados de Extinção 1680 Dodó - caçado pela carne. Ilhas Maurício Vaca Marinha de Steller - caçada até sua extinção, apenas 27 anos após sua descoberta. Pacífico norte Quagga - caçada por esporte, couro e carne. África do Sul Pombo passageiro - foi caçado aos milhões com redes e tiros Tilacino - envenenado. Austrália e Tasmânia Tigre do Cáspio - raça extinta. Quanto tempo resta para as demais raças? 1957 Rã pintada da Palestina - vítima da drenagem de pântanos. Palestina espécies de ciclídeos do Lago Vitória - introdução de peixes e plantas exóticas. África central Ararinha azul - último exemplar desapareceu na natureza. Brasil - Estão tentando reintroduzir animais de cativeiro. Bacalhau do Atlântico REINTRODUÇÃO: Retornando animais para a natureza Por quê reintroduzir? Meta: restabelecer uma população viável e auto-sustentável por longo tempo de uma espécie selvagem. manejar pequenas populações (i.e., aumentar a variação genética) promover a consciência conservacionista aumentar a proteção de hábitats restabelecer algumas espécies chave Para propósitos de conservação Tipos de Reintrodução Para outros propósitos Reintrodução Suplementação Introdução-Conservação Translocação Resgate/assistência Reintrodução de uma espécie em uma área onde não existe mais Oryx arábico Extinto em 1972 (Arábia Saudita, Oman, Jordânia) Causas: caça Reintrodução: animais de cativeiro dos EUA e Oriente- Médio, começou em 1980 situação: população reintroduzida apresenta depressão endo e exogâmica 7
8 Adição de indivíduos em uma área onde a population daquela espécie ainda existe Introdução de uma espécie em uma área onde esta nunca existiu Mico-Leão-Dourado População caiu para ~200 (1970) Causas: Perda de hábitat Suplementação: começou em 1983, a partir de animais de 140 zôos em vários países. Rato da Ilha Thevenard População entrou em extinção devido à introdução de roedores exóticos Causas: Envenamento, etc Introdução: para Ilha Serrurier, Austrália, em 1986 situação: adição de animais de cativeiro diminuiu a endogamia sendo atualmente em torno de 1,9%. Movimento de animais selvagens de um hábitat natural para outro Resgate/assistência Castor europeu Extinto há >1.000 anos na Dinamarca Causas: caça, perda de hábitat Translocação: em 1999 da Alemanha Gibão de Lar Reintrodução: animais órfãos e indivíduos confiscados Elefante asiático Translocação: proteger elefantes e prevenir injúrias a agricultores Reintrodução: Considerações evolutivas, genéticas e ecológicas Local/hábitat de introdução topografia, vegetação, etc Ecologia e comportamento da Espécie necessidades de alimento, hábitat, etc Critérios genéticos possibilidade de hibridização, depressão exogâmica Critérios evolutivos persistência a longo prazo, tamanho mínimo viável, ESU Transmissão de doenças Monitoramento pós-introdução 8
Evolução e biodiversidade
O Valor da Biodiversidade Evolução e biodiversidade Biológico Valor intrínseco que é dado aos organismos vivos, espécies e comunidades bióticas separadas dos interesses humanos. Não é mutuamente exclusivo
Tamanho populacional 31/08/2010. Evolução Estocasticidade (Acaso) e Determinismo (Seleção natural) Relação entre o Censo (N) e tamanho efetivo (Ne)
Evolução Estocasticidade (Acaso) e Determinismo (Seleção natural) Equilíbrio de Hardy-Weinberg (EHW) Os fatores evolutivos e a dinâmica populacional (p + q) 2 = p 2 + 2pq + q 2 Professor Fabrício R. Santos
ESU. Definição de Unidades Evolutivas, Filogeografia, e Genética da Paisagem. Unidades Evolutivas Significativas. Unidades da Biodiversidade
Definição de Unidades Evolutivas, Filogeografia, e Genética da Paisagem ESU Unidades Evolutivas Significativas Professores Fabrício R Santos [email protected] Departamento de Biologia Geral, UFMG 2014
Evolução Estocasticidade (Acaso) e Determinismo (Seleção natural)
Evolução Estocasticidade (Acaso) e Determinismo (Seleção natural) Os fatores evolutivos e a dinâmica populacional Equilíbrio de Hardy-Weinberg (EHW) (p + q) 2 = p 2 + 2pq + q 2 Professor Fabrício R Santos
Tamanho populacional 18/02/2014. A estimativa do Ne é baseada em uma população idealizada: Categorias ameaçadas da IUCN
Evolução em pequenas populações e manutenção da diversidade genética Tamanho efetivo, Deriva, Endogamia, Depressão Endogâmica, Populações geneticamente viáveis e Extinção Importância das pequenas populações
Introdução à Genética da Conservação: Diversidade Genética e Evolução das Populações Naturais
Biologia da Conservação: Genética Professor: Fabrício R. Santos Bibliografia: Fundamentos de Genética da Conservação [Frankham et al. 2008] e artigos científicos http://www.icb.ufmg.br/labs/lbem/aulas/grad/biolcons
História de vida. História de vida. Estratégia r vs. estratégia K. História de vida 06/09/2013. Investimento reprodutivo vs. sobrevivência de adultos
História de vida Investimento de recursos (energia) Taxas vitais: sobrevivência, crescimento e reprodução História de vida Adaptações comportamentais e fisiológicas dos organismos (tempo de vida, reprodução,
Evolução e biodiversidade
O Valor da Biodiversidade Evolução e biodiversidade Biológico Valor intrínseco que é dado aos organismos vivos, espécies e comunidades bióticas separadas dos interesses humanos. Não é mutuamente exclusivo
Evolução Estocasticidade (Acaso) e Determinismo (Seleção natural)
Evolução Estocasticidade (Acaso) e Determinismo (Seleção natural) Os mecanismos evolutivos e a dinâmica populacional Professor Fabrício R Santos [email protected] Departamento de Biologia Geral, UFMG
Evolução Estocasticidade (Acaso) e Determinismo (Seleção natural)
Evolução Estocasticidade (Acaso) e Determinismo (Seleção natural) Os fatores evolutivos e a dinâmica populacional Equilíbrio de Hardy-Weinberg (EHW) (p + q) 2 = p 2 + 2pq + q 2 Professor Fabrício R Santos
15/10/2016. Especiação. Taxonomia. Espécie. Espécie. Especiação. Especiação
FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Espécie Especiação Como podemos reconhecer e identificar espécies diferentes? De que maneira as espécies se foram?
Manejo genético de espécies ameaçadas no ambiente natural e em cativeiro
Manejo genético de espécies ameaçadas no ambiente natural e em cativeiro Professor Fabrício R Santos [email protected] Departamento de Biologia Geral, UFMG 2014 Manejo de populações naturais Delineando
BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 61 ESPECIAÇÃO
BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 61 ESPECIAÇÃO Fixação 1) Os fatos biológicos a seguir se referem ao processo de formação de novas espécies (especiação): I) Para que ocorra a especiação é necessário que grupos
PRINCÍPIOS DE ECOLOGIA EVOLUTIVA
PRINCÍPIOS DE ECOLOGIA EVOLUTIVA RELEMBRANDO... O que é Ecologia? Biosfera Ecossistema Comunidade População Organismo PENSAMENTO EVOLUTIVO E ECOLÓGICO Em biologia, nada tem sentido, exceto à luz a evolução
Universidade Estadual do Ceará UECE Centro de Ciências da Saúde CCS Curso de Ciências Biológicas Disciplina de Ecologia.
Universidade Estadual do Ceará UECE Centro de Ciências da Saúde CCS Curso de Ciências Biológicas Disciplina de Ecologia Biodiversidade P r o fe s s or D r. O r i e l H e r re ra B o n i l l a M o n i to
Exercícios de Especiação
Exercícios de Especiação 1. (UEPB) Vários conceitos são utilizados para definir uma espécie. De maneira geral podemos dizer que uma espécie representa um conjunto de indivíduos com potencial, em condições
14/4/2009. Evolução em pequenas populações. Importância das pequenas populações para a Biologia da Conservação. Medindo o tamanho populacional
Curso de Biologia da Conservação Professor: Fabrício R. Santos, UFMG Bibliografia: Fundamentos de Genética da Conservação [Frankham et al. 2008] e artigos científicos http://www.icb.ufmg.br/lbem/aulas/grad/biolcons
NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO ECOLÓGICA
UNIDADE 7 Ecologia NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO ECOLÓGICA O estudo da Ecologia é muito abrangente, ele envolve fatores bióticos e abióticos. Fatores bióticos: interação entre os seres vivos, sejam eles da mesma
Fragmentação. Umberto Kubota Laboratório de Interações Inseto Planta Dep. Zoologia IB Unicamp
Fragmentação Umberto Kubota [email protected] Laboratório de Interações Inseto Planta Dep. Zoologia IB Unicamp Fragmentação ou Mosaicos Naturais Fragmentação Processo no qual um habitat contínuo é dividido
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 7
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 7 Professor Antônio Ruas 1. Créditos: 60 2. Carga horária semanal: 4 3. Semestre: 1 4.
Descreve a história da vida na Terra Investiga os processos responsáveis por essa história
Aula 1 Evolução Biologia Evolutiva x Evolução Biológica O termo Evolução biológica refere-se ao processo de modificação e surgimento das espécies na Terra Biologia Evolutiva refere-se à disciplina que
Redução de área Isolamento Efeito de borda. Fragmentação de Habitats. Fragmentação de Habitats. Biogeografia de ilhas (MacArthur & Wilson, 1963, 1967)
Fragmentação de Habitats Fragmentação de Habitats Ampla porção contínua de habitat, reduzida em área e dividida em pedaços; Matriz e fragmentos Conseqüências da fragmentação Redução de área Isolamento
Perda e proteção de espécies. ConBio 2013
Perda e proteção de espécies ConBio 2013 Extinção = processo natural cada espécie tem um tempo de vida finito (em média 2-5 milhões de anos) Provavelmente, 96-98% de todas as espécies que já existiram
GENÉTICA DE POPULAÇÕES
GENÉTICA DE POPULAÇÕES FATORES MICROEVOLUTIVOS: ENDOGAMIA PROF. MACKS WENDHELL GONÇALVES ENDOGAMIA DEME Deme é uma coleção de indivíduos intercruzantes da mesma espécie que vive em proximidade suficiente
Seleção Natural. A grande originalidade de Darwin foi a proposta de seleção natural -> essencialmente ligada à demografia de populações.
Seleção Natural Não é um processo aleatório. A grande originalidade de Darwin foi a proposta de seleção natural -> essencialmente ligada à demografia de populações. Seleção natural => mecanismo chave no
Organismos em seus ambientes. Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho UESPI
Organismos em seus ambientes Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho UESPI Em biologia, nada tem sentido, exceto à luz da evolução (Theodosius Dobzhansky) O significado da Adaptação É muito comum dizermos
Licenciatura em Ciências Biológicas Departamento de Biodiversidade, Evolução e Meio Ambiente Universidade Federal de Ouro Preto
Licenciatura em Ciências Biológicas Departamento de Biodiversidade, Evolução e Meio Ambiente Universidade Federal de Ouro Preto biologia da conservação Prof. Dr. Roberth Fagundes [email protected]
Evolução Molecular. "Nothing in Biology Makes Sense Except in the Light of Evolution. Theodosius Dobzhansky
"Nothing in Biology Makes Sense Except in the Light of Evolution Theodosius Dobzhansky Evolução Evolução Evolução Genótipo + Ambiente = Fenótipo Parental F1 F2 Evolução Evolução = mudança (características
Ecologia de Populações e Comunidades
Ecologia de Populações e Comunidades Profa. Isabel Belloni Schmidt Dept. Ecologia UnB [email protected] Biogeografia O que é Ecologia? O que é Biogeografia Estudo de padrões de distribuição e abundância de
GENÉTICA DE POPULAÇÕES
GENÉTICA DE POPULAÇÕES Conceito geral de populações Freqüências alélicas e genotípicas Equilíbrio de Hardy-Weinberg Estrutura genética de populações Fatores que afetam o equilíbrio de H-W: mutação, seleção,
Metapopulação. Evolução. Espécie chave por Robert Paine (1966) Interações complexas, cascatas tróficas 05/12/2013
Revisão Geral de Conceitos Ecologia de Populações e Comunidades Metapopulação Interações complexas, cascatas tróficas Conjunto de sub - populações Espécie chave por Robert Paine (1966) É uma espécie que
O que precisamos saber sobre ESPECIAÇÃO?
Universidade Federal do Paraná Departamento de Genética Setor Ciências Biológicas O que precisamos saber sobre ESPECIAÇÃO? [email protected] Prof. Dr. Daniel Pacheco Bruschi Modificado de Moritz, 2002.
Ecossistemas. Samuel Brito - Ciências Naturais 8º ano
Ecossistemas Ecologia Em 1869, Ernest Haeckel (1834-1919), biólogo alemão, usou a palavra Ecologia para designar a ciência que estuda as relações que os organismos estabelecem entre si e com o meio Ecossistema
ECOLOGIA DE POPULAÇÕES. AULA 6: Genética e conservação de populações
ECOLOGIA DE POPULAÇÕES AULA 6: Genética e conservação de populações AVISOS IMPORTANTES! 18/09: aula teórica 24/09: Prova às 13:30 25/09: Atividade orientada de análise de dados No site: www.benderlab.weebly.com
Evolução de Plantas Cultivadas MGV 3717
Evolução de Plantas Cultivadas MGV 3717 Teoria Sintética da Evolução ou Neodarwinismo Combina as causas da variabilidade com a seleção natural. Base: Fatores Evolutivos Processos que criam variabilidade:
Deriva Genética. (Genetic drift)
Deriva Genética (Genetic drift) => Primeiros trabalhos demonstrando a existência de deriva genética, em 1954, pelos Profs. Warwick Kerr e S. Wright: Um dos fundadores da Teoria Sintética da Evolução i)
GENÉTICA DE POPULAÇÕES
GENÉTICA DE POPULAÇÕES Conceito geral de populações Freqüências alélicas e genotípicas Equilíbrio de Hardy-Weinberg Estrutura genética de populações Fatores que afetam o equilíbrio de H-W: mutação, seleção,
Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical. Ecossistemas Brasileiros
Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical Ecossistemas Brasileiros https://www.youtube.com/watch?v=ee2ioqflqru Sub-regiões biogeográficas endemismo de aves, borboletas e primatas Mata das Araucárias (Ombrófila
Módulo 6: ESPECIAÇÃO. Profa. Ângela Dauch
Módulo 6: ESPECIAÇÃO Profa. Ângela Dauch Ao longo dos tempos novas espécies têm surgido, enquanto outras se têm extinguido. Como se formam as novas espécies? Dois mecanismos fundamentais conduzem à especiação:
RUMO PRÉ VESTIBULAR Apostila 1 Biologia B. Ecologia. Prof.ª Carol
RUMO PRÉ VESTIBULAR Apostila 1 Biologia B Ecologia Prof.ª Carol Aula 1 Ecologia e a organização dos ambientes A ecologia é a ciência que estuda as inter-relações na natureza: relações entre seres vivos
CRIAÇÕES ALTERNATIVAS A DOMESTICAÇÃO E A RELAÇÃO HOMEM-ANIMAL
CRIAÇÕES ALTERNATIVAS A DOMESTICAÇÃO E A RELAÇÃO HOMEM-ANIMAL FUNÇÕES DOS ANIMAIS ALIMENTO PARA O HOMEM (OVOS, LEITE, CARNE, MEL) ALIMENTO PARA ANIMAIS (FARINHAS DE CARNE, OSSOS, PENAS, SANGUE, ETC) PRODUÇÃO
Universidade Federal de Goiás. Ecologia de Ecossistemas
Universidade Federal de Goiás Instituto de Ciências Biológicas Dep. Ecologia Prof. Adriano S. Melo asm.adrimelo no gmail.com Ecologia de Ecossistemas www.ecoevol.ufg.br/adrimelo/ecossistemas Aula 11: Conservação
Adaptação Conceito ligado a ambiente Exemplo clássico: Biston betularia Mariposas de Manchester
Teorias Evolutivas Adaptação Conceito ligado a ambiente Exemplo clássico: Biston betularia Mariposas de Manchester Uma adaptação é uma característica que é comum em uma população porque fornece alguma
Biologia da Conservação
Biologia da Conservação Prof. Alexandre R. T. Palma Conservação de ecossistemas Introdução Unidades de conservação Biologia da Conservação Prof. Alexandre R. T. Palma Introdução Conservação de ecossistemas
GOIÂNIA, / / PROFESSOR: FreD. DISCIPLINA: Biologia TOOOP SÉRIE: 9º. ALUNO(a):
GOIÂNIA, / / 2016 PROFESSOR: FreD DISCIPLINA: Biologia TOOOP SÉRIE: 9º ALUNO(a): Lista de Exercícios P1 4º Bimestre Prova dia 21/10 No Anhanguera você é + Enem Antes de iniciar a lista de exercícios leia
Biologia Evolutiva. A Biologia Evolutiva é o estudo da história da vida e dos processos que levam à sua diversidade.
2017 Biologia Evolutiva A Biologia Evolutiva é o estudo da história da vida e dos processos que levam à sua diversidade. Biologia Evolutiva Análises e metodologias reducionistas e composicionistas (propriedades
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓLGICAS Disciplina: Ecologia e Diversidade Biológica
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓLGICAS Disciplina: Ecologia e Diversidade Biológica 01. Considerando os níveis de complexibilidade e interrelações, distinguem-se
Atividade extra. Questão 1. Questão 2. Ciências da Natureza e suas Tecnologias Biologia
Atividade extra Questão 1 Na nomenclatura descritiva na Biologia, o maior dos agrupamentos é o domínio. Existem apenas três domínios nos quais toda a diversidade biológica é incluída. Estes domínios são
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO IBB021. Por que é importante? Por que é necessário? Por que é importante? Conservação em Paisagens Modificadas pelo Homem
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO IBB021 Conservação em Paisagens Modificadas pelo Homem AULA 10 I. Planejamento e em Conservação - Planejamento Sistemático da Conservação - Conservação em nível de espécie, localidade
NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO ECOLÓGICA
UNIDADE 7 Ecologia NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO ECOLÓGICA O estudo da Ecologia é muito abrangente, ele envolve fatores bióticos e abióticos. Fatores bióticos: interação entre os seres vivos, sejam eles da mesma
Seleção Natural. Fundamentos de Ecologia e Modelagem Ambiental Aplicados à Conservação da Biodiversidade
Seleção Natural Fundamentos de Ecologia e Modelagem Ambiental Aplicados à Conservação da Biodiversidade Aluna: Michelle Andrade Furtado Profº Dalton e Profª Silvana Definição Seleção Natural pode ser definida
Deriva genética, tamanho efetivo populacional e teoria neutra
Deriva genética, tamanho efetivo populacional e teoria neutra Instituto de Biociências USP Diogo Meyer Ridley, 6.5, 6.6, 6.7, 7.1, 7.2 7.3 (não cubro quadro 7.1 e 7.2) Deriva para o cenário 3 2 Frequências
Diversidade genética de populações (princípios e
Aula 8 Diversidade genética de populações (princípios e ferramentas estatísticas) População Um grupo de indivíduos da mesma espécie que potencialmente podem se acasalar, produzindo descendência, e vivem
Adaptação Conceito ligado a ambiente Exemplo clássico: Biston betularia Mariposas de Manchester
Teorias Evolutivas Adaptação Conceito ligado a ambiente Exemplo clássico: Biston betularia Mariposas de Manchester Uma adaptação é uma característica que é comum em uma população porque fornece alguma
Deriva genética, tamanho efetivo populacional e teoria neutra
Deriva genética, tamanho efetivo populacional e teoria neutra Instituto de Biociências USP Diogo Meyer Ridley, 6.5, 6.6, 6.7, 7.1, 7.2 7.3 (não cubro quadro 7.1 e 7.2) Definições de deriva A frequência
EVOLUÇÃO. Teoria de Evolução formulada por Darwin. Teoria Sintética de Evolução (Neodarwinismo)
EVOLUÇÃO Teoria de Evolução formulada por Darwin Teoria Sintética de Evolução (Neodarwinismo) CHARLES ROBERT DARWIN (1809-1882) documenta e comprova a evolução torna esta idéia aceitável pelos cientistas
Conservação da vegetação
Conservação da vegetação Prof. Pedro Eisenlohr [email protected] A Biologia da Conservação tem como objeto de estudo a BIODIVERSIDADE. O que é biodiversidade? Biodiversidade (diversidade biológica)
-ECOLOGIA APLICADA. Espécies símbolos. Prevenção da Poluição. Conservação de áreas. Preservação da diversidade genética bbbb
-ECOLOGIA APLICADA * É o estudo dos efeitos causados pelo homem nos sistemas ecológicos, e o consequente manejo desses sistemas e recursos em benefício da sociedade. Espécies símbolos Questões Prevenção
VALOR AMBIENTAL DA BIODIVERSIDADE
VALOR AMBIENTAL DA BIODIVERSIDADE BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO Estudo científico de como preservar a diversidade da vida. # Análise das causas de ameaça e extinção. # Produção de medidas que visem preservar
E C O L O G I A. Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que a tornam habitável
E C O L O G I A Deriva do grego oikos, com sentido de casa e logos com sentido de estudo Portanto, trata-se do estudo do ambiente da casa Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que
BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 62 EVIDÊNCIAS DA EVOLUÇÃO
BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 62 EVIDÊNCIAS DA EVOLUÇÃO Nosso último ancestral comum com os chimpanzés e gorilas viveu há menos de cinco milhões de anos. Fixação 1) (CESGRANRIO) Com relação à figura
Ciências do Ambiente. Prof. M.Sc. Alessandro de Oliveira Limas Engenheiro Químico (UNISUL ) Mestre em Engenharia de Alimentos (UFSC )
Ciências do Ambiente Prof. M.Sc. Alessandro de Oliveira Limas Engenheiro Químico (UNISUL - 1995) Mestre em Engenharia de Alimentos (UFSC - 2002) Ciências Ambientais Estudo sistemático tico da natureza
A evolução é o processo de transformações hereditárias e adaptações que vem ocorrendo nos seres vivos desde que surgiram no planeta Terra.
Fixismo (Criacionismo) - Até o século XVIII - Todos os seres vivos foram criados por um ser supremo Deus. - Uma vez criadas as espécies eram imutáveis (fixas). ADAPTAÇÃO O termo adaptação refere-se ao
Aluno(a): N o : Turma:
Área de Ciências da Natureza Disciplina: Ciências Ano: 6º - Ensino Fundamental Professoras: Danielle Dornelas e Isabela Monteiro Atividades para Estudos Autônomos ECOLOGIA I Data: 3 / 4 / 2018 Querido(a)
CST 304-3: Fundamentos de Ecologia e de Modelagem Ambiental Aplicados à conservação da Biodiversidade
CST 304-3: Fundamentos de Ecologia e de Modelagem Ambiental Aplicados à conservação da Biodiversidade O REINO NEOTROPICAL AL U N A : Y H AS M I N M E N D E S D E M O U R A REINO NEOTROPICAL AMÉRICA LATINA
A fauna ameaçada de extinção do Estado do Rio de Janeiro
A fauna ameaçada de extinção do Estado do Rio de Janeiro Organizadores Helena de Godoy Bergallo, Carlos Frederico Duarte da Rocha, Maria Alice dos Santos Alves & Monique Van Sluys Rio de Janeiro 2000 Capítulo
Definições. Interpretação ingênua de seleção natural: sobrevivência do mais apto ou a natureza com unhas dentes
Seleção Natural Definições Interpretação ingênua de seleção natural: sobrevivência do mais apto ou a natureza com unhas dentes Essas definições são inexatas e insuficientes Seleção Natural Para Huxley,
Carl Von Linné (Lineu) séc XVIII. Seria este o conceito mais apropriado?
O que é espécie? Carl Von Linné (Lineu) séc XVIII conjunto de seres vivos dotados de grande semelhança física entre si, demonstrando um padrão típico em todo o grupo. Carl von Linné (1707-1778) Seria
Análise de Viabilidade Populacional de Tapirus terrestris (Perissodactyla; Tapiridae) no Parque Estadual Altamiro de Moura Pacheco, Goiás, Brasil
Análise de Viabilidade Populacional de Tapirus terrestris (Perissodactyla; Tapiridae) no Parque Estadual Altamiro de Moura Pacheco, Goiás, Brasil Carlos Sérgio RODRIGUES; Daniel BRITO Laboratório de Ecologia
Diversidade populacional e o efeito portfolio em uma espécie explorada. Carolina Freitas, Karina Mitsuoika, Stephanie Simioni e Thomás Tanaka
Diversidade populacional e o efeito portfolio em uma espécie explorada Carolina Freitas, Karina Mitsuoika, Stephanie Simioni e Thomás Tanaka Diversidade interespecífica BEF e BES Diversidade intraespecífica
SUBESTRUTURA POPULACIONAL E FLUXO GÊNICO
SUBESTRUTURA POPULACIONAL E FLUXO GÊNICO AULA 5 Mariana Fonseca Rossi [email protected] RELEMBRANDO... Equilíbrio de Hardy-Weiberng: RELEMBRANDO... Equilíbrio de Hardy-Weiberng: Frequência dos genótipos
Professora Leonilda Brandão da Silva
COLÉGIO ESTADUAL HELENA KOLODY E.M.P. TERRA BOA - PARANÁ Professora Leonilda Brandão da Silva E-mail: [email protected] http://professoraleonilda.wordpress.com/ CAPÍTULO 10 p. 140 PROBLEMATIZAÇÃO
CONCEITOS DE ECOLOGIA. É a história natural científica que se relaciona à sociologia e economia dos animais (Elton,1937)
CONCEITOS DE ECOLOGIA É a ciência das biocenoses (Clemens, 1916) É a história natural científica que se relaciona à sociologia e economia dos animais (Elton,1937) É a ciência que estuda as leis que regem
Curso Engenharia Ambiental e de Produção Disciplina: Ciências do Ambiente Profa Salete R. Vicentini Bióloga Educadora e Gestora Ambiental
Curso Engenharia Ambiental e de Produção Disciplina: Ciências do Ambiente Profa Salete R. Vicentini Bióloga Educadora e Gestora Ambiental São Luis de Paraitinga Poço da Borboleta Azul Foto Salete Vicentini
BIOMAS. Os biomas brasileiros caracterizam-se, no geral, por uma grande diversidade de animais e vegetais (biodiversidade).
BIOMAS Um conjunto de ecossistemas que funcionam de forma estável. Caracterizado por um tipo principal de vegetação (Num mesmo bioma podem existir diversos tipos de vegetação). Os seres vivos de um bioma
Sistema Nacional de Unidade de Conservação
Gestão Ambiental Sistema Nacional de Unidade de Conservação Curso Técnico em Agropecuária integrado ao ensino médio Profa: Joana Paixão Unidade de conservação Espaço territorial e seus recursos ambientais
Metapopulações: Conectividade e conservação da biodiversidade
Metapopulações: Conectividade e conservação da biodiversidade Estrutura da aula Histórico sobre o tema Processos e Conceitos Modelos Aplicação População População: compreende os indivíduos de uma espécie
ONGEP PRÉ-PROVA BIOLOGIA 2013
ONGEP PRÉ-PROVA BIOLOGIA 2013 ZOOLOGIA DE INVERTEBRADOS PORÍFEROS Provável ancestral: protista flagelado Diploblásticos Sem celoma Sem diferenciação de tecidos Coanócitos Ambiente aquático CELENTERADOS
Seleção: Processo que dá preferência a certos indivíduos para a reprodução da geração seguinte.
SELEÇÃO Seleção: Processo que dá preferência a certos indivíduos para a reprodução da geração seguinte. Natural: implica na sobrevivência dos indivíduos mais aptos, que não são os mais fortes, mas sim
Porque conservar fauna e flora?
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DISCIPLINA BIO-547: CONSERVAÇÃO E MANEJO DA BIODIVERSIDADE AULA 1 Porque conservar fauna e flora? Profs.: Evandro do Nascimento
O anu-preto (cerca de 33 cm de comprimento) come os carrapatos que encontra entre os pelos das capivaras (1 m a 1,30 m de comprimento). Início.
Fabio Colombini/Acervo do fotógrafo Na natureza existem vários tipos de relação possível entre os seres vivos, além da relação de caçar (ou capturar alimento) e de ser caçado (ou servir de alimento). Você
SELEÇÃO DE MESTRADO 2016 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E EVOLUÇÃO INSTITUTO DE BIOLOGIA ROBERTO ALCANTARA GOMES/UERJ
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E EVOLUÇÃO INSTITUTO DE BIOLOGIA ROBERTO ALCANTARA GOMES/UERJ PROVA ESPECÍFICA ECOLOGIA E EVOLUÇÃO SELEÇÃO DE MESTRADO 2016 NOME: NÚMERO DE INSCRIÇÃO ASSINATURA: BOA
MANEJO GENÉTICO NO PROGRAMA DE ESTOCAGEM DA CESP. Biól. Danilo Caneppele Biól. João Henrique Pinheiro Dias Eng. René Alberto Fuster Belmont
MANEJO GENÉTICO NO PROGRAMA DE ESTOCAGEM DA CESP Biól. Danilo Caneppele Biól. João Henrique Pinheiro Dias Eng. René Alberto Fuster Belmont Seis usinas hidroelétricas 52 unidades geradoras Maior empresa
HIBRIDAÇÃO. Hibridação é o mecanismo responsável pelo fluxo gênico entre indivíduos que possuem complexos gênicos diferentes.
HIBRIDAÇÃO Hibridação é o mecanismo responsável pelo fluxo gênico entre indivíduos que possuem complexos gênicos diferentes. A hibridação pode ser considerada em dois níveis: intra-específica - envolvendo
