7.º ano. Planificação

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1 7.º ano Planificação 1

2 Proposta de planificação para 100 Domínio Subdomínio Objetivo geral Conteúdo no VT7 TERRA EM TRANSFORMAÇÃO Dinâmica externa da Terra Estrutura e dinâmica interna da Terra Consequências da dinâmica interna da Terra A Terra conta a sua história Ciência geológica e sustentabilidade da vida na Terra 1. Compreender a diversidade das paisagens geológicas 2. Compreender os minerais como unidades básicas das rochas 3. Analisar os conceitos e os processos relativos à formação das rochas sedimentares. Compreender os fundamentos da estrutura e da dinâmica da Terra 5. Aplicar conceitos relativos à deformação das rochas 6. Compreender a atividade vulcânica como uma manifestação da dinâmica interna da Terra 7. Interpretar a formação das rochas magmáticas 8. Compreender o metamorfismo como uma consequência da dinâmica interna da Terra 9. Conhecer o ciclo das rochas 10. Compreender que as formações litológicas em Portugal devem ser exploradas de forma sustentada 11. Compreender a atividade sísmica como uma consequência da dinâmica interna da Terra 12. Compreender a estrutura interna da Terra 13. Compreender a importância dos fósseis para a reconstituição da história da Terra 1. Compreender as grandes etapas da história da Terra 15. Compreender o contributo do conhecimento geológico para a sustentabilidade da vida na Terra 1. Qual é a razão da diversidade das paisagens geológicas? 2. Porque são os minerais as unidades básicas das rochas? 3. Como se formam as rochas sedimentares?. Quais são os fundamentos da estrutura e da dinâmica da Terra? 5. Como ocorre a deformação das rochas? 6. Porque é a atividade vulcânica uma manifestação da dinâmica interna da Terra? 7. Como se formam as rochas magmáticas? 8. Porque é o metamorfismo uma consequência da dinâmica interna da Terra? 9. O que é o ciclo das rochas? Porque devem ser exploradas de forma sustentada as formações litológicas em Portugal? 11. Porque é a atividade sísmica uma consequência da dinâmica interna da Terra? 12. Qual é a estrutura interna da Terra? 13. Qual é a importância dos fósseis para a reconstituição da história da Terra? 1. Quais são as grandes etapas da história da Terra? 15. Qual é o contributo do conhecimento geológico para a sustentabilidade da vida na Terra? Apresentação 1 Avaliação de diagnóstico 3 Preparação para o teste 6 Teste 6 Correção do teste 6 Autoavaliação

3 Subdomínio: Dinâmica externa da Terra Objetivo Geral: 1. Compreender a diversidade das paisagens geológicas. Conteúdo: 1. Qual é a razão da diversidade das paisagens geológicas? 1.1. Identificar paisagens de rochas vulcânicas e paisagens de rochas plutónicas através das suas principais características Dar dois exemplos de paisagens de rochas magmáticas em território português Referir as principais características das paisagens de rochas metamórficas. 1.. Indicar dois exemplos de paisagens de rochas metamórficas em território nacional Descrever as principais características das paisagens de rochas sedimentares Apresentar dois exemplos de paisagens sedimentares em Portugal Identificar o tipo de paisagem existente na região onde a escola se localiza. 1. Quais são as principais características das paisagens de rochas vulcânicas e de rochas plutónicas? Págs. 10,11 2. Quais são as principais características das paisagens de rochas metamórficas? Págs. 12,13 3. Quais são as principais características das paisagens de rochas sedimentares? Págs. 16,17. Quais são os tipos de paisagens geológicas em Portugal? Pág. 18 Paisagens de rochas magmáticas Pág. 1 Paisagens de rochas metamórficas Pág. 15 Paisagens de rochas sedimentares Diversidade de paisagens Pág. 19 Pág. 20 3

4 Subdomínio: Dinâmica externa da Terra Objetivo Geral: 2. Compreender os minerais como unidades básicas das rochas Conteúdo: 2. Porque são os minerais as unidades básicas das rochas? 2.1. Enunciar o conceito de mineral Identificar minerais nas rochas (biotite, calcite, estaurolite, feldspato, moscovite, olivina, quartzo), correlacionando algumas propriedades com o uso de tabelas. 1. Como se identificam alguns minerais em rochas? Págs. 22, 23 Rochas e minerais Pág. 2 3 Pág. 25

5 Subdomínio: Dinâmica externa da Terra Objetivo Geral: 3. Analisar os conceitos e os processos relativos à formação das rochas sedimentares Conteúdo: 3. Como se formam as rochas sedimentares? 3.1. Resumir a ação da água, do vento e dos seres vivos enquanto agentes geológicos externos Prever o tipo de deslocação e de deposição de materiais ao longo de um curso de água, com base numa atividade prática laboratorial Explicar as fases de formação da maior parte das rochas sedimentares. 3.. Propor uma classificação de rochas sedimentares, com base numa atividade prática Identificar os principais tipos de rochas detríticas (arenito, argilito, conglomerado, marga), quimiogénicas (calcário, gesso, halite, salgema) e biogénicas (carvões, calcário fossilífero), com base em atividades práticas Associar algumas caraterísticas das areias a diferentes tipos de ambientes, com base numa atividade prática laboratorial. 1. Como atuam os agentes geológicos externos nas rochas sedimentares? Págs. 26, 27 Atividade de laboratório Como se deslocam e se depositam os materiais ao longo de um curso de água? Pág Quais são as fases de formação das rochas sedimentares detríticas? Pág Como se formam as rochas sedimentares quimiogénicas e biogénicas? Pág. 30,31 Atividade prática: Como podem ser classificadas as rochas sedimentares? Pág. 35 Atividade prática: Como se identificam os principais tipos de rochas sedimentares? Pág. 36 Atividade de laboratório: Como se relacionam algumas das características das areias com os diferentes tipos de ambiente? Pág. 37 Págs. 39, 0 Agentes geológicos externos Pág. 32 Fases de formação da maior parte das rochas sedimentares Págs. 33, 3 Classificação de rochas sedimentares Pág

6 Subdomínio: Estrutura e dinâmica interna da Terra Objetivo Geral:. Compreender os fundamentos da estrutura e da dinâmica da Terra Conteúdo:. Quais são os fundamentos da estrutura e da dinâmica da Terra?.1. Apresentar argumentos que apoiaram e fragilizaram a Teoria da Deriva Continental..2. Reconhecer o contributo da ciência, da tecnologia e da sociedade para o conhecimento da expansão dos fundos oceânicos..3. Esquematizar a morfologia dos fundos oceânicos... Explicar as evidências clássicas (oceânicas e continentais) que fundamentam a Teoria da Tectónica de Placas. 1. Quais os argumentos que apoiaram e fragilizaram a Teoria da Deriva Continental? Págs., 5 2. Em que consiste a expansão dos fundos oceânicos? Qual é a morfologia dos fundos oceânicos? Págs. 6, 7 3. Quais são as evidências que fundamentam a Teoria da Tectónica de Placas? Págs. 8, 9 Fundamentos da estrutura e dinâmica da Terra Teoria da Deriva Continental Pág. 50 Morfologia dos fundos oceânicos e Teoria da Tectónica de Placas Pág Relacionar a expansão e a destruição contínuas dos fundos oceânicos com a constância do volume da Terra..6. Resolver um exercício que relacione a distância ao eixo da dorsal atlântica com a idade e o paleomagnetismo das rochas do respetivo fundo oceânico..7. Identificar os contributos de alguns cientistas associados à Teoria da Deriva Continental e à Teoria da Tectónica de Placas..8. Caracterizar placa tectónica e os diferentes tipos de limites existentes..9. Inferir a importância das correntes de convecção como motor da mobilidade das placas tectónicas.. Como ocorre a expansão e a destruição dos fundos oceânicos? Págs. 52, Quais foram os contributos dos cientistas para a Teoria da Deriva Continental? Págs. 5, Que tipos de limites existem entre as placas tectónicas? Págs. 56, 57 Mobilidade dos fundos oceânicos e paleomagnetismo Pág. 58 Da Teoria da Deriva continental à Teoria da Tectónica de Placas Pág Págs. 60, 61, 62 6

7 Subdomínio: Estrutura e dinâmica interna da Terra Objetivo Geral: 5. Aplicar conceitos relativos à deformação das rochas Conteúdo: 5. Como ocorre a deformação das rochas? 5.1. Distinguir comportamento frágil de comportamento dúctil, em materiais diversos, com base numa atividade prática laboratorial Explicar a formação de dobras e de falhas, com base numa atividade prática laboratorial Relacionar a movimentação observada numa falha com o tipo de forças aplicadas que lhe deram origem. 5.. Identificar, em esquema e imagem, as deformações observadas nas rochas existentes nas paisagens. Atividade de laboratório: Como se distingue comportamento frágil de comportamento dúctil? Como se formam dobras e falhas? Pág Como se relacionam os movimentos que ocorrem numa falha com o tipo de forças que a originaram? Pág Como se identificam as deformações das rochas nas paisagens? Pág. 65 Deformações das rochas dobras e falhas Págs. 67, Relacionar a deformação das rochas com a formação de cadeias montanhosas. 3. Como se relaciona a deformação das rochas com a formação de cadeias montanhosas? Pág. 66 Págs. 69, 70 7

8 Subdomínio: Consequências da dinâmica interna da Terra Objetivo Geral: 6. Compreender a atividade vulcânica como uma manifestação da dinâmica interna da Terra Conteúdo: 6. Porque é a atividade vulcânica uma manifestação da dinâmica interna da Terra? 6.1. Esquematizar a estrutura de um aparelho vulcânico Distinguir diferentes materiais expelidos pelos vulcões, com base em amostras de mão Estabelecer uma relação entre os diferentes tipos de magmas e os diversos tipos de atividade vulcânica, através de uma atividade prática. 1. Quais são os materiais expelidos pelos vulcões? Págs. 7, 75 Atividade de laboratório: Como se relacionam os diferentes tipos de magma com os diversos tipos de atividade vulcânica? Pág Quais são os tipos de atividade vulcânica? Pág. 77 Vulcanismo principal atividade vulcânica Pág. 78 Tipos de atividade vulcânica Pág Exemplificar manifestações de vulcanismo secundário Explicar os benefícios do vulcanismo (principal e secundário) para as populações Referir medidas de prevenção e de proteção de bens e de pessoas do risco vulcânico Inferir a importância da ciência e da tecnologia na previsão de erupções vulcânicas Reconhecer as manifestações vulcânicas como consequência da dinâmica interna da Terra. 3. Quais são os benefícios do vulcanismo para as populações? Págs. 80, 81. Quais são as medidas de prevenção e de proteção dos riscos vulcânicos? Págs. 82, Como se relacionam as manifestações vulcânicas com a dinâmica interna da Terra? Pág. 8 Riscos e benefícios da atividade vulcânica Pág. 85 Medidas de prevenção e de proteção do risco vulcânico Pág. 86 Microplaca dos Açores Pág Págs. 88, 89 8

9 Subdomínio: Consequências da dinâmica interna da Terra Objetivo Geral: 7. Interpretar a formação das rochas magmáticas Conteúdo: 7. Como se formam as rochas magmáticas? 7.1. Explicar a génese das rochas magmáticas plutónicas e vulcânicas. 1. Como se formam as rochas magmáticas plutónicas e vulcânicas? Págs. 90, Identificar diferentes tipos de rochas plutónicas (gabro e granito) e vulcânicas (basalto e riólito), com base em amostras de mão Relacionar a génese das rochas magmáticas com a respetiva textura, com base na dimensão e na identificação macroscópica dos seus minerais constituintes. 2. Como se identificam os diferentes tipos de rochas plutónicas e vulcânicas? Págs. 92, 93 Formação das rochas magmáticas Págs. 9, 95 3 Págs. 96, 97 9

10 Subdomínio: Consequências da dinâmica interna da Terra Objetivo Geral: 8. Compreender o metamorfismo como uma consequência da dinâmica interna da Terra Conteúdo: 8. Porque é o metamorfismo uma consequência da dinâmica interna da Terra? 8.1. Explicar o conceito de metamorfismo, associado à dinâmica interna da Terra Referir os principais fatores que estão na origem da formação das rochas metamórficas Distinguir metamorfismo de contacto de metamorfismo regional, com base na interpretação de imagens ou de gráficos. 8.. Identificar diferentes tipos de rochas metamórficas (xistos e outras rochas com textura foliada e/ou bandada bem definida; mármores; quartzitos, que apresentem textura granoblástica), com recurso a uma atividade prática Relacionar o tipo de estrutura que a rocha apresenta com o tipo de metamorfismo que lhe deu origem, em amostras de mão. 1. Como se formam as rochas metamórficas? Págs. 98, 99 Atividade prática: Como se identificam os diferentes tipos de rochas metamórficas? Págs. 100, 101 Metamorfismo Págs. 102, Págs. 108,

11 Subdomínio: Consequências da dinâmica interna da Terra Objetivo Geral: 9. Conhecer o ciclo das rochas Conteúdo: 9. O que é o ciclo das rochas? 9.1. Descrever o ciclo das rochas Enunciar os processos geológicos envolvidos no ciclo das rochas. 1. Como ocorre o ciclo das rochas? Págs. 10, 105 Ciclo das rochas Pás. 106, Págs. 108,

12 Subdomínio: Consequências da dinâmica interna da Terra Objetivo Geral: 10. Compreender que as formações litológicas em Portugal devem ser exploradas de forma sustentada Conteúdo: 10. Porque devem ser exploradas de forma sustentada as formações litológicas em Portugal? Identificar os diferentes grupos de rochas existentes em Portugal, utilizando cartas geológicas Referir aplicações das rochas na sociedade Reconhecer as rochas utilizadas em algumas construções, na região onde a escola se localiza Defender que a exploração dos recursos litológicos deve ser feita de forma sustentável. 1. Quais são os diferentes grupos de rochas existentes em Portugal? Págs. 110, Quais são as aplicações das rochas na sociedade? Págs. 112, Quais são as rochas utilizadas na construção em Portugal? Págs. 11, 115 Formações litológicas Pág. 116 Exploração sustentada das formações litológicas Pág. 117 Págs. 118,

13 Subdomínio: Consequências da dinâmica interna da Terra Objetivo Geral: 11. Compreender a atividade sísmica como uma consequência da dinâmica interna da Terra Conteúdo: 11. Porque é a atividade sísmica uma consequência da dinâmica interna da Terra? Explicar a formação de um sismo, associado à dinâmica interna da Terra Associar a vibração das rochas ao registo das ondas sísmicas Distinguir a Escala de Richter da Escala Macrossísmica Europeia. 1. Qual é a origem de um sismo? Págs. 120, Como são registadas as ondas sísmicas? Págs. 122, Como se distingue da Escala Macrossísmica Europeia? Págs. 12, 125 Atividade sísmica Pág. 126 Registo das ondas sísmicas Pág Explicitar a intensidade sísmica, com base em documentos de sismos ocorridos Interpretar cartas de isossistas, em contexto nacional Identificar o risco sísmico de Portugal e da região onde a escola se localiza Caracterizar alguns episódios sísmicos da história do território nacional, com base em pesquisa orientada.. Como determinar a intensidade sísmica? Págs. 128, Como se interpretam as cartas de isossistas? Págs. 130, 131 Intensidade sísmica cartas de isossistas Pág. 132 Risco sísmico em Portugal Pág Indicar os riscos associados à ocorrência de um sismo. 6. Quais são os riscos associadas à ocorrência de um sismo? Págs. 13, Descrever medidas de proteção de bens e de pessoas, antes, durante e após a ocorrência de um sismo Reconhecer a importância da ciência e da tecnologia na previsão sísmica Relacionar a distribuição dos sismos e dos vulcões na Terra com os diferentes limites de placas tectónicas. 7. Quais sãs as medidas de proteção antes, durante e após o sismo? Págs. 136, Como se relaciona a distribuição dos sismos e dos vulcões na Terra com os diferentes limites de placas tectónicas? Pág. 138 Medidas de proteção em caso de ocorrência de um sismo Pág. 139 Distribuição dos sismos e dos vulcões na Terra Pág. 10 Págs. 11, 12, 13 13

14 Subdomínio: Consequências da dinâmica interna da Terra Objetivo Geral: 12. Compreender a estrutura interna da Terra Conteúdo: 12. Qual é a estrutura interna da Terra? Relacionar a inacessibilidade do interior da Terra com as limitações dos métodos diretos Enumerar diversos instrumentos tecnológicos que permitem compreender a estrutura interna da Terra Explicar os contributos da planetologia, da sismologia e da vulcanologia para o conhecimento do interior da Terra Caracterizar, a partir de esquemas, a estrutura interna da Terra, com base nas propriedades físicas e químicas (modelo geoquímico e modelo geofísico). 1. Como é que os métodos diretos permitem conhecer a estrutura interna da Terra? Págs. 1, Como é que os métodos indiretos permitem conhecer a estrutura interna da Terra? Págs. 16, Quais são os modelos atuais da estrutura interna da Terra? Págs. 18, 19 Métodos diretos e métodos indiretos de estudo da estrutura interna da Terra Págs. 150, 151 Modelo geoquímico e modelo geofísico da estrutura interna da Terra Pág. 152 Págs. 153, 15 1

15 Subdomínio: A Terra conta a sua história Objetivo Geral: 13. Compreender a importância dos fósseis para a reconstituição da história da Terra Conteúdo: 13. Qual é a importância dos fósseis para a reconstituição da história da Terra? Definir paleontologia Apresentar uma definição de fóssil Explicar os diversos processos de fossilização, recorrendo a atividades práticas Explicar os diversos processos de fossilização, recorrendo a atividades práticas. 1. O que é a Paleontologia? Págs. 158, Quais são os diversos processos de fossilização? Págs. 160, 161 Atividade prática: Como simular alguns processos de fossilização? Pág. 162 Fósseis e processos de fossilização Págs. 16, Relacionar a formação de fósseis com as condições físicas, químicas e biológicas dos respetivos ambientes Ordenar acontecimentos relativos a processos de fossilização, de acordo com a sequência em que estes ocorreram na Natureza. 3. Em que condições ocorrem os processos de fossilização? Pág Caracterizar os grandes grupos de fósseis, com base em imagens e em amostras de mão Explicar o contributo do estudo dos fósseis para a reconstituição da história da vida na Terra.. Quais são as características dos grandes grupos de fósseis? Qual é o contributo do estudo dos fósseis para a reconstituição da história da vida na Terra? Págs. 166, 167 Págs. 170, 171 Importância dos fósseis para a reconstituição da história da vida na Terra Págs. 168,

16 Subdomínio: A Terra conta a sua história Objetivo Geral: 1. Compreender as grandes etapas da história da Terra Conteúdo: 1. Quais são as grandes etapas da história da Terra? 1.1. Sistematizar informação, em formatos diversos, sobre o conceito de tempo Distinguir tempo histórico de tempo geológico, com base em documentos diversificados. 1. Como se distingue tempo histórico de tempo geológico? Págs. 172, Explicar o conceito de datação relativa, com base nos princípios do raciocínio geológico e com recurso a uma atividade prática laboratorial. Atividade de laboratório: Como se pode explicar a datação relativa, com base nos princípios do raciocínio geológico? Págs. 17, 175 Tempo histórico e tempo geológico Págs. 178, Distinguir datação relativa de datação radiométrica. 2. Como se distingue datação relativa de datação radiométrica? Págs. 176, Localizar as Eras geológicas numa Tabela Cronoestratigráfica Localizar o aparecimento e a extinção dos principais grupos de animais e de plantas na Tabela Cronoestratigráfica Inferir as consequências das mudanças cíclicas dos subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera, hidrosfera) ao longo da história da Terra, com base em documentos diversificados Inferir as consequências das mudanças cíclicas dos subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera, hidrosfera) ao longo da história da Terra, com base em documentos diversificados. 3. Como se localizam as Eras e alguns acontecimentos numa Tabela Cronoestratigráfica? Págs. 180, 181. Que consequências tiveram as mudanças cíclicas dos subsistemas terrestres ao longo da história da Terra? Págs. 182, Quais foram as principais mudanças cíclicas que ocorreram ao longo da história da Terra? Pág. 18 Calendário da história da Terra Págs. 186, 187 Grandes etapas da história da Terra Págs. 188, 189, Caracterizar ambientes geológicos passados, através de uma atividade prática de campo. Atividade de campo: Como se podem caracterizar ambientes geológicos passados numa atividade prática de campo? Pág. 185 Págs. 191,

17 Subdomínio: Ciência geológica e sustentabilidade da vida na Terra Objetivo Geral: 15. Compreender o contributo do conhecimento geológico para a sustentabilidade da vida na Terra Conteúdo: 15. Qual é o contributo do conhecimento geológico para a sustentabilidade da vida na Terra? Associar as intervenções do ser humano aos impactes nos processos geológicos (atmosfera, hidrosfera e litosfera) Relacionar o ambiente geológico com a saúde e a ocorrência de doenças nas pessoas, nos animais e nas plantas que vivem nesse mesmo ambiente Extrapolar o impacte do crescimento populacional no consumo de recursos, no ambiente e na sustentabilidade da vida na Terra Referir três tipos de respostas (tecnológicas, socioeconómicas e educativas) a problemas de geologia ambiental Explicar o modo como as relações entre a geologia, a tecnologia e a sociedade podem contribuir para a formação de uma cultura de sustentabilidade da vida na Terra. 1. Como intervém o ser humano nos processos e nos ambientes geológicos? Págs. 196, Qual é o impacte do crescimento populacional no consumo de recursos, no ambiente e na sustentabilidade da vida na Terra? Págs. 198, 199 Atividade prática: Como podem a geologia, a tecnologia e a sociedade contribuir para a formação de uma cultura de sustentabilidade da vida na Terra? Págs. 210, 201, 202, 203, 20 Para resumir Pág

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