Organização do sistema motor
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- Victoria Carreira Belmonte
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1 A organizaç organização bá básica do Sistema Motor Organizaç Organização do sistema motor Figura Diagrama de blocos descritivo do sistema motor. As cores de cada bloco diferenciam as estruturas efetoras, ordenadoras, controladoras e planejadoras. As setas mostram as principais conexões do sistema. Músculos, os efetores $ " # +, & ' * Figura Estrutura microscópica do músculo estriado. A representa um corte histológico transversal de músculo estriado, mostrando as fibras musculares dispostas lado a lado. B representa um corte longitudinal, em aumento maior que A, salientando as bandas estriadas que dão nome a esse tipo de músculo. Os cortes foram corados com hematoxilina-eosina, que apresenta os núcleos em azul escuro e o citoplasma em vermelho. Fotos de Mariz Vainzof, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. - Figura 11.. Microestrutura das fibras musculares. À esquerda, um músculo estriado esquelético tomado como exemplo. No meio, um feixe de fibras musculares com as fibras nervosas que a inervam. À direita, uma reconstrução idealizada que revela os componentes internos de uma única fibra muscular. Modificado de M.F.. & ' Figura 11.. O microscópio eletrônico revela a organização ultra-estrutural das fibras musculares esqueléticas. A permite visualizar a superfície da fibra muscular estriada, no microscópio eletrônico de varredura. B e C permitem visualizar os filamentos contráteis em corte longitudinal B e transverso C. Duas linhas Z delimitam um sarcômero, a unidade contrátil da fibra muscular. Foto A cedida por Paulo A. Melo, do Departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas da-ufrj. B e C cedidas por Jorge E. Moreira e Gabriel Arisi, do Departamento de Morfologia e Biologia Celular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP. Bear et al Neuroscience. Williams & Wilkins, Baltimore, EUA. 1
2 / Tabela Os tipos de fibras musculares Propriedades Tipo L ou 1 Tipo R ou 2b Tipo intermediário ou 2a Cor Vermelha Branca Intermediária Suprimento sangüíneo Rico Pobre Intermediário Número de Alto Baixo Intermediário mitocôndrias Grânulos de glicogênio Raros Numerosos Freqüentes Quantidade de Alta Baixa Média mioglobina Metabolismo Aeróbico Anaeróbico Ambos Velocidade de Lenta Rápida Rápida contração Tempo de contração Longo Curto Intermediário Força contrátil Baixa Alta Média Organização da medula espinhal para a execução da função motora α 0 γ &. #
3 2 Figura Em um corte de medula espinhal humana corado pelo método de Nissl pode-se visualizar o H medular substância cinzenta circundado pela substância branca. O método cora todos os corpos celulares dos neurônios, mas não os axônios e dendritos. Os pontos escuros maiores no corno ventral são os motoneurônios. Foto reproduzida de W.J.H. Nauta e M. Feirtag 1986 Fundamental Neuroanatomy. Freeman, EUA. Os receptores musculares +, Figura Os fusos musculares ficam inseridos no interior do músculo quadro, sendo inervados por fibras aferentes sensoriais e eferentes motoras. As primeiras são fibras Ia e II que pertencem a neurônios ganglionares, e as segundas são fibras γ e β que pertencem a motoneurônios medulares. Figura O órgão tendinoso de Golgi fica inserido na transição entre o músculo e o tendão quadro à esquerda. É um órgão encapsulado com fibras colágenas no seu interior, inervado por fibras aferentes Ib.
4 Reflexos miotáticos ou de estiramento -Mandibular -Patelar -Bicipital -Aquileu -Outros Reflexos miotáticos inversos Reflexos de retirada -Do membro superior -Do membro inferior -Outros Tabela 11. Classificações dos principais reflexos Quanto ao estímulo de orígem Quanto ao principal tipo de músculo envolvido Quanto à natureza da estimulação Quanto ao circuito neural De origem muscular Extensores Profundos Monossinápticos De origem tendinosa Flexores Profundos Dissinápticos De origem cutânea Flexores Superficiais Multissinápticos / Aplicações clínicas do reflexo de estiramento 0 & '/ /78 / /
5 Outros reflexos medulares. 1 &
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