Número do Documento:
|
|
|
- Ana Laura Domingos Bennert
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Número do Documento: Governo do Estado do Ceará Secretaria da Ciência Tecnologia e Educação Superior Universidade Estadual do Ceará UECE Secretaria dos Órgãos de Deliberação Coletiva - SODC RESOLUÇÃO Nº 785/ CONSU, de 21 de fevereiro de REGULAMENTA AS NORMAS DO PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA FINS DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL DOS DOCENTES NA CARREIRA DO GRUPO OCUPACIONAL MAGISTÉRIO SUPERIOR-MAS DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ-FUNECE. O Reitor da Universidade Estadual do Ceará-UECE, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, considerando o disposto nos artigos 16, 19, 20 e 21 e anexos I e II da Lei n , de 26 de maio de 2008 e tendo em vista o que deliberou o Conselho Universitário - CONSU na sessão realizada no dia 21 de fevereiro de 2011, RESOLVE regulamentar as normas do Programa de Avaliação de Desempenho para fins de desenvolvimento funcional dos docentes na carreira do Grupo Ocupacional Magistério Superior-MAS da Fundação Universidade Estadual do Ceará - FUNECE, na forma a seguir disposta: CAPÍTULO I DO DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL Art. 1º - O desenvolvimento funcional dos docentes na carreira do Grupo Ocupacional Magistério Superior-MAS, dar-se-á por meio da promoção e da progressão: I - Haverá progressão na Classe de Professor Auxiliar: b) para a referência consecutiva dessa classe, sem necessidade de interstício, após a comprovação da obtenção do certificado de Especialização ou Aperfeiçoamento, quando tiver ingressado sem a exigência dessa titulação. II - Haverá promoção da Classe de Professor Auxiliar: a) de qualquer referência dessa classe para a referência inicial da Classe de Professor Assistente, após a comprovação da obtenção do grau de Mestre; b) de qualquer referência dessa classe para a referência inicial da Classe de Professor Adjunto, após a comprovação da obtenção do título de Doutor. III - Haverá progressão na Classe de Professor Assistente: b) da referência em que se encontra o docente para a referência imediata de sua própria classe, sem necessidade de interstício, após a comprovação da obtenção do grau de Mestre, quando tiver ingressado sem a exigência dessa titulação. 1
2 IV - Haverá promoção da Classe de Professor Assistente: a) de qualquer referência dessa classe para a referência inicial da Classe de Professor Adjunto, após a comprovação da obtenção do título de Doutor; V - Haverá progressão na Classe de Professor Adjunto: b) da referência em que se encontra o docente para a referência imediata de sua própria classe, sem necessidade de interstício, após a comprovação da obtenção do título de Doutor, quando tiver ingressado sem a exigência dessa titulação. VI - Haverá promoção da Classe de Professor Adjunto: a) para a referência inicial da Classe de Professor Associado, após o interstício de trezentos e sessenta e cinco (365) dias na última referência da Classe de Professor Adjunto, mediante comprovação da obtenção do título de Doutor e processo de avaliação de desempenho satisfatório. VII - Haverá progressão na Classe de Professor Associado: satisfatório. CAPÍTULO II DOS PROCEDIMENTOS Art. 2º - Para solicitar progressão, o docente deverá preencher requerimento-padrão endereçado ao Presidente da FUNECE e encaminhá-lo, por meio do Sistema de Protocolo Único-SPU, à unidade gestora de recursos humanos da FUNECE, anexando um memorial descritivo e analítico, acompanhado de documentação comprobatória, com o relato das suas atividades de magistério superior e da sua produção científica, tecnológica, técnica e artísticocultural, desenvolvidas durante o interstício considerado. 1º - Nos casos das progressões estabelecidas no inciso I, alínea b, no inciso III, alínea b e no inciso V, alínea b do Art. 1º, o requerente deverá instruir o processo com uma declaração de efetivo exercício do magistério superior na UECE e uma cópia autenticada do certificado ou diploma de conclusão do curso de pós-graduação. 2º - A unidade gestora de recursos humanos da FUNECE instruirá o Processo com a ficha contendo as informações necessárias à tramitação do mesmo, uma cópia do termo de posse, uma cópia da Portaria relativa à última ascensão ou à aprovação no estágio probatório, no caso da primeira solicitação, a declaração de tempo de magistério superior da UECE, uma cópia desta Resolução e os formulários de avaliação e o encaminhará, no prazo de cinco (5) dias úteis, à Direção de Centro ou Faculdade. 3º - Concluída a avaliação de desempenho, a Comissão devolverá, no prazo de dez (10) dias úteis, o Processo devidamente instruído com o instrumental de avaliação e os documentos comprobatórios à Direção do Centro ou Faculdade, que o encaminhará à Comissão Permanente de Pessoal Docente-CPPD. 4º - A CPPD, após análise e parecer conclusivo, encaminhará, no prazo de quinze (15) dias úteis, o processo à unidade gestora de recursos humanos da FUNECE para a elaboração da Portaria relativa à ascensão requerida, se a avaliação de desempenho acadêmica for considerada satisfatória. 5º - A unidade gestora de recursos humanos terá um prazo de cinco (5) dias úteis para a elaboração da Portaria a que se refere o 4º deste artigo. 2
3 Art. 3º - Para solicitar promoção, o docente deverá preencher requerimento-padrão endereçado ao Presidente da FUNECE e encaminhá-lo, por meio do Sistema de Protocolo Único-SPU, à unidade gestora de recursos humanos da FUNECE, anexando uma cópia autenticada do diploma de conclusão de curso de mestrado ou doutorado. Art. 4º - Na impossibilidade de apresentação imediata do certificado ou diploma, para efeito de progressão ou promoção, poderá ser anexada uma certidão de conclusão do curso em papel timbrado, acompanhada de cópias autenticadas da ata de defesa, da folha de aprovação da monografia, dissertação ou tese e da comprovação de entrega dos exemplares definitivos. 1º - Caso o curso tenha se realizado fora do país, deverá ser anexado documento comprobatório de grau ou título, acompanhado da tradução oficial e da revalidação por Instituição de Educação Superior credenciada no Brasil. 2º - Deverá também ser anexado o comprovante da entrega do exemplar da monografia, dissertação ou tese na Biblioteca Central da UECE. 3º - Para a comprovação da titulação referida neste artigo, serão aceitos somente: I. os certificados de cursos de especialização e de aperfeiçoamento ministrados de acordo com as normas editadas pelo Conselho Nacional de Educação-CNE; II. os graus e títulos acadêmicos nacionais obtidos em cursos de pós-graduação credenciados e recomendados pela CAPES e os revalidados ou reconhecidos como válidos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão-CEPE da FUNECE, inclusive aqueles obtidos em Instituições de Ensino Superior estrangeiras. Art. 5º - O interstício exigido será comprovado mediante a declaração de tempo de serviço de magistério superior na UECE, emitida pela unidade gestora de recursos humanos da FUNECE. Art. 6º - Para a comprovação do efetivo exercício do magistério superior na UECE, serão consideradas as atividades relativas: a) ao ensino de graduação e de pós-graduação; b) à pesquisa; c) à extensão; d) ao exercício de cargos ou funções de direção e assessoramento ou de conselheiro nos órgãos de deliberação coletiva; e) às funções de administração, coordenação e planejamento acadêmicos; f) à pós-graduação, com afastamento autorizado para a realização de cursos e programas stricto sensu ou lato sensu locais, nacionais ou no exterior. Parágrafo Único - As atividades elencadas nas alíneas de a até e relativas ao caput deste artigo só poderão ser consideradas se realizadas na própria UECE. Art. 7º - O mérito do docente será caracterizado: a) pela produção científica, tecnológica, técnica e artístico-cultural realizada durante o interstício exigido para a ascensão; b) pela competência, eficiência e dedicação à UECE quanto às atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como quanto ao exercício de cargos ou funções de direção, assessoramento, administração, coordenação e planejamento acadêmicos e de conselheiro nos órgãos de deliberação coletiva. Art. 8º - A Comissão de Avaliação de Desempenho, nomeada no prazo de cinco (5) dias úteis pelo Diretor de Centro ou Faculdade especificamente para esse fim, deverá ser constituída por três (3) professores do curso de vinculação do requerente, estáveis, de titulação e classe iguais ou superiores à do avaliado, exceto quando comprovada a impossibilidade. Parágrafo Único - Os parentes do avaliado até o 3º grau, consanguíneos ou não, estão impedidos de constituir a Comissão referida neste artigo. 3
4 Art. 9º - Na avaliação de desempenho do docente, a comissão referida no artigo 8º apreciará a regularidade do interstício cumprido, o efetivo exercício do magistério superior na UECE e o mérito do avaliado, com base na leitura da seguinte documentação: I. Declaração do tempo de serviço de magistério superior na UECE, emitida pela unidade gestora de recursos humanos da FUNECE; II. Memorial descritivo e analítico do docente, relatando suas atividades de magistério superior na UECE e sua produção científica, tecnológica, técnica e artístico-cultural desenvolvidas durante o interstício considerado, com documentação comprobatória emitida pela unidade de lotação, no caso das atividades de magistério superior, e por uma autoridade acadêmica e/ou administrativa competente, no caso da produção científica, tecnológica, técnica e artístico-cultural; III. Declaração emitida pela coordenação do curso ao qual o docente está vinculado, comprovando o cumprimento de exigências administrativas e acadêmicas, tais como assiduidade, pontualidade e participação em reuniões convocadas; no caso da participação em reuniões, a declaração deve especificar o percentual de assiduidade em relação ao total de reuniões ocorridas durante o interstício sob avaliação e as datas das reuniões às quais o docente compareceu. Art Na apreciação das atividades de magistério superior na UECE e da produção científica, tecnológica, técnica e artístico-cultural comprovadas no memorial do docente, a Comissão de que trata o Art. 8º adotará os aspectos instituídos nos fatores constituintes do Programa de Avaliação de Desempenho abaixo indicados: I. Capacitação profissional; II. Desempenho acadêmico e administrativo; III. Produção científica, tecnológica, técnica e artístico-cultural. Art No julgamento dos fatores de avaliação indicados no artigo 10, a Comissão de Avaliação levará em conta os aspectos relativos a cada fator, constantes do ANEXO A desta Resolução. Art Cada membro da Comissão de Avaliação preencherá o Formulário do Programa de Avaliação de Desempenho e, ao final, todos os membros preencherão o Formulário de Resultado da Avaliação de Desempenho, constantes do ANEXO B desta Resolução. CAPÍTULO III DOS FATORES DE AVALIAÇÃO Art Serão considerados somente os títulos obtidos e/ou os trabalhos apresentados durante o interstício sob avaliação. Art Cada membro da Comissão de Avaliação atribuirá, ao docente que está sendo avaliado uma pontuação para cada aspecto de cada fator, tratando-se, aqui, dos fatores e aspectos referidos nos artigos 10 e 11. Parágrafo Único - Após a pontuação para cada aspecto por fator, cada membro da Comissão de Avaliação fará o somatório dos pontos atribuídos no âmbito de cada fator, gerando uma nota-ponto para cada um dos fatores. Art A nota-ponto do docente, em cada fator, será a média aritmética entre as notas-ponto dos membros da Comissão de Avaliação. Parágrafo Único Para os casos de promoção de acordo com o inciso VI, do Art. 1º, a notaponto terá peso 2, caso o interstício sob avaliação corresponder a somente 365 dias. Art A avaliação de desempenho do docente será considerada satisfatória se o avaliado alcançar uma nota-ponto mínima de 16,0 e notas-ponto mínimas de 4,0, 8,0 e 4,0 nos fatores de Capacitação profissional, Desempenho acadêmico e administrativo e Produção científica, 4
5 tecnológica, técnica e artístico-cultural, respectivamente. Art Ao docente afastado oficialmente para realizar pós-graduação ou pós-doutorado durante o interstício, a dedicação aos estudos será comprovada por meio do relatório exigido pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa-PROPGPq da UECE e será considerada equivalente à nota-ponto mínima exigida para ser considerada satisfatória, de conformidade com o disposto no artigo 16. Parágrafo Único - O docente afastado oficialmente para realizar pós-graduação ou pósdoutorado que complete o interstício no decorrer do afastamento será avaliado proporcionalmente ao tempo de efetivo exercício na instituição, complementando com a comprovação de dedicação aos estudos por meio do relatório a que se refere o caput deste artigo. Art Ao docente afastado oficialmente para exercer atividades de Administração Universitária nos cargos de Reitor, Vice-Reitor, Pró-Reitor, Diretor de Centro, Faculdade, Instituto Superior, Departamento Administrativo ou também nos cargos de Direção e Assessoramento na Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior, na Secretaria da Educação, na Secretaria da Saúde e na Secretaria da Cultura e suas vinculadas, na forma do Decreto nº , de , será atribuído o equivalente à nota-ponto mínima exigida para ser considerada satisfatória, de conformidade com o disposto no artigo 16. Parágrafo Único - O docente afastado oficialmente para exercer as atividades ou ocupar os cargos referidos no caput do Artigo 18, que complete o interstício no decorrer do afastamento, será avaliado proporcionalmente ao tempo de efetivo exercício na instituição. Art Na hipótese de avaliação não satisfatória da Comissão de Avaliação ou de parecer desfavorável da CPPD, caberá recurso para o CEPE somente por alegação de ilegalidade ou estrita arguição de nulidade, no prazo de sete (7) dias úteis contados a partir da data em que o docente for notificado da decisão de cada uma dessas Comissões. Parágrafo Único Quando o docente não alcançar avaliação satisfatória para o (s) interstício (s) solicitado (s), este poderá ser avaliado novamente após o decurso do próximo interstício mínimo exigido, ficando o novo interstício acrescido daquele (s) em que não obteve avaliação satisfatória. Art Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão- CEPE. Art Esta Resolução entrará em vigor na data da sua aprovação, revogadas as Resoluções n o 316 de 11 de outubro de 2001, nº 695 de 10 de setembro de 2009 e nº 734 de 27 de abril de 2010 do Conselho Universitário e demais disposições em contrário. Reitoria da Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, 21 de fevereiro de Prof. Francisco de Assis Moura Araripe Reitor 5
PROJETO DE RESOLUÇÃO
PROJETO DE RESOLUÇÃO ESTABELECE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA FINS DE PROGRESSÃO E PROMOÇÃO NA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no uso de suas atribuições
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 54/2007 Altera dispositivos que menciona da Resolução nº 06/2000 do CONSEPE, que institui novos procedimentos
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG Estabelece procedimento para o reconhecimento e o registro de diploma de conclusão de curso de Pós-Graduação expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras.
CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS
NORMAS PARA ACEITAÇÃO DE DIPLOMAS DE GRADUAÇÃO E PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU E CERTIFICADOS DE CURSOS DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU PARA FINS DE ADMISSÃO, CONTRATAÇÃO, PROMOÇÃO FUNCIONAL E INCENTIVO POR
PORTARIA Nº, DE FEVEREIRO DE 2013
PORTARIA Nº, DE FEVEREIRO DE 2013 Define as diretrizes gerais para o processo de avaliação de desempenho para fins de progressão e de promoção das Carreiras do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico
CONGREGAÇÃO DO ICET RESOLUÇÃO Nº05 DE 10 DE SETEMBRO DE 2014.
CONGREGAÇÃO DO ICET RESOLUÇÃO Nº05 DE 10 DE SETEMBRO DE 2014. Dispõe sobre as normas de afastamento para qualificação e de cooperação acadêmica de docentes lotados no Instituto de Ciência, Engenharia e
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.169, DE 23 DE AGOSTO DE 2011
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.169, DE 23 DE AGOSTO DE 2011 Disciplina o afastamento de servidores docentes e técnico-administrativos
RESOLUÇÃO Nº 31/2012
RESOLUÇÃO Nº 31/2012 Fixa normas e condições de afastamento de docentes da UFES para aperfeiçoamento em instituições nacionais ou estrangeiras em nível de pósgraduação de natureza presencial. O CONSELHO
RESOLUÇÃO N 26/95 - CUn
RESOLUÇÃO N 26/95 - CUn INSTITUI O PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DO PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO E ESTABELECE NORMAS PARA A CONCESSÃO DE HORÁRIO PARA SERVIDORES ESTUDANTES, AFASTAMENTO PARA ESTUDOS E PROMOÇÃO
RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº 52/2011, DE 13 DE SETEMBRO DE 2011
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO SUPERIOR Avenida Rio Branco, 50 Santa Lúcia 29056-255 Vitória ES 27 3227-5564 3235-1741 ramal 2003 RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº
RESOLUÇÃO CEPE Nº 085, DE 16 DE AGOSTO DE 2005.
RESOLUÇÃO CEPE Nº 085, DE 16 DE AGOSTO DE 2005. REGULAMENTA REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS/CERTIFICADOS DE PÓS-GRADUAÇÃO, EXPEDIDOS POR ESTABELECIMENTOS ESTRANGEIROS DE ENSINO SUPERIOR. O CONSELHO DE ENSINO,
RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1286
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1286 Disciplina o afastamento de docentes da UFG para a realização de cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu e Estágios de Pós-Doutorado,
O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere o inciso VII do art. 90, da Constituição do Estado, DECRETA:
DECRETO Nº 44.769, de 7 de abril de 2008 Dispõe sobre a promoção por escolaridade adicional do servidor das carreiras dos Grupos de Atividades do Poder Executivo que especifica. O GOVERNADOR DO ESTADO
CADERNO 1 - ADMINISTRATIVO > MINISTÉRIO PÚBLICO > PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA > SECRETARIA GERAL ATO NORMATIVO Nº 004/2011
Diário n. 440 de 22 de Março de 2011 CADERNO 1 - ADMINISTRATIVO > MINISTÉRIO PÚBLICO > PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA > SECRETARIA GERAL ATO NORMATIVO Nº 004/2011 Dispõe sobre a validação de certificados,
RESOLUÇÃO Nº 022/2010-CONSU De 24 de novembro de 2010
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES RESOLUÇÃO Nº 022/2010-CONSU De 24 de novembro de 2010 EMENTA: Revoga a Resolução nº 020/06-CONSU e Normatiza
DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 238/2011
DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 238/2011 Dispõe sobre as Normas para Revalidação de Diplomas obtidos no exterior, na Universidade de Taubaté. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade do Processo n o PRG-054/11,
O CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, RESOLVE:
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Uberaba-MG RESOLUÇÃO N 4 DE 29 DE JUNHO DE 2015, DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFTM Estabelece normas para realização de Estágio Pós- Doutoral
APROVAR as normas para concessão de afastamento para pós-graduação aos servidores do IF-SC. CAPÍTULO I DOS TIPOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
RESOLUÇÃO N o 019/2012/CDP Florianópolis, 03 de maio de 2012. A PRESIDENTE DO DO INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo Regimento Geral do IF-SC e pelo
RESOLUÇÃO N. 032/2013
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA RESOLUÇÃO N. 032/2013 Dispõe sobre o estabelecimento/aplicação de critérios para avaliação de docentes com vistas a promoção e progressão na classe
RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007
Rua Governador Luiz Cavalcante, S/N, TELEFAX (82) 3530-3382 CEP: 57312-270 Arapiraca-Alagoas RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007 Dispõe sobre normas e procedimentos para os Cursos de Especialização
Instrução Normativa xx de... 2014.
REGULAMENTO PARA AFASTAMENTO DE SERVIDORES DOCENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL PARA CAPACITAÇÃO EM PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU E PÓS-DOUTORADO
RESOLUÇÃO Nº 69, DE 30 DE JANEIRO DE 2014
RESOLUÇÃO Nº 69, DE 30 DE JANEIRO DE 2014 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 49ª Reunião Ordinária, realizada no dia 30 de janeiro de 2014, de acordo com a proposta da Comissão
ESTÁGIO PROBATÓRIO. Universidade Federal Fluminense
ESTÁGIO PROBATÓRIO Lei nº 12.772 de 28 de Dezembro de 2012 Dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal; - sobre a Carreira do Magistério Superior, de que trata a Lei
Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada
Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Art. 1º Os Cursos ofertados pela Diretoria de Educação Continuada da Universidade Nove de Julho UNINOVE regem-se pela legislação vigente, pelo
RESOLUÇÃO Nº 263. Pôr em vigência, a partir da presente data, o REGIMENTO. DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU, que
RESOLUÇÃO Nº 263 PÕE EM VIGÊNCIA O REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU O Reitor da Universidade Católica de Pelotas, no uso de suas atribuições, considerando os termos da proposta encaminhada
R E S O L U Ç Ã O. Esta resolução entra em vigor nesta data, revogando as disposições contrárias. Bragança Paulista, 12 de dezembro de 2012.
RESOLUÇÃO CONSEPE 36/2012 APROVA O REGULAMENTO PARA REVALIDAÇÃO DE TÍTULOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES ESTRANGEIRAS PELA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. O Presidente do Conselho
POLÍTICA INSTITUCIONAL DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DA UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA
POLÍTICA INSTITUCIONAL DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DA UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA Capítulo I Do Regulamento Art. 1º. O presente Regulamento define e regula a Política de Formação e Desenvolvimento
REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Em conformidade com a Resolução CNE/CES n 1, de 08 de Junho de 2007 e o Regimento da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Aprovado pelo Parecer CONSEPE
Norma para capacitação de docentes para aperfeiçoamento, especialização, mestrado, doutorado ou pósdoutorado
Norma para capacitação de docentes para aperfeiçoamento, especialização, mestrado, doutorado ou pósdoutorado 1 O Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração (Cepead) da Universidade Federal
RESOLUÇÃO Nº 023/2015 CONSEPE
RESOLUÇÃO Nº 023/2015 CONSEPE Estabelece procedimentos para revalidação de diplomas expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior, em observância as normas do Conselho Nacional de Educação.
O Presidente da Câmara Superior de Pós-Graduação da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições,
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 13/2008 Revoga a Resolução Nº 13/2007 desta Câmara, e dá nova redação
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS SECRETARIA DOS CONSELHOS SUPERIORES CONSELHO COORDENADOR DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO
NORMAS PARA O PROCESSO DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA DE MÉDICO EMITIDO POR INSTITUIÇÕES ESTRANGEIRAS, DE CURSOS DE GRADUAÇÃO Art. 1º Os diplomas de médico emitidos por instituição estrangeira de ensino superior
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei 5.152 de 21/10/1966 São Luís Maranhão
RESOLUÇÃO Nº 104- CONSAD, de 05 de março de 2010. Aprova as normas e os procedimentos ora adotados para a concessão de Licença para Capacitação Profissional de servidores técnico-administrativos e docentes
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Pró-Reitoria de Pós-Graduação
REQUERIMENTO DE RECONHECIMENTO DE TÍTULO DO EXTERIOR Eu,, nascido(a) aos (nacionalidade) (estado civil) / /, no Estado de residente a CEP - (rua/bairro/apto./nº), tel.: ( ), e-mail: (Cidade) (U.F.) tendo
RESOLUÇÃO N 11/CUn/97, de 29 de julho de 1997.
RESOLUÇÃO N 11/CUn/97, de 29 de julho de 1997. Dispõe sobre os Afastamentos de Curta, Média e Longa Duração de Docentes. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Santa Catarina,
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA O CURSO DE GEOGRAFIAA DISTÂNCIA CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA O CURSO DE GEOGRAFIAA DISTÂNCIA CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS Art. 1º - Este Regulamento visa normatizar as Atividades Complementares do Curso de Pedagogia.
DECRETO FEDERAL Nº 6.303, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007. Seção I, p.
DECRETO FEDERAL Nº 6.303, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007. Seção I, p. 4 Altera dispositivos dos Decretos nos 5.622, de 19 de dezembro de
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 012, DE 20 DE MAIO DE 2014 Estabelece normas para o afastamento de servidores
RESOLUÇÃO Nº 018 DE 25 DE JANEIRO DE 2012.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CONSELHO SUPERIOR Avenida Professor Mário Werneck, nº. 2590,
A Câmara Superior de Pós-Graduação da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legislação em vigor, e
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO N o 12/2007 Dá nova redação à Resolução 10/2005 sobre os procedimentos administrativos
RESOLUÇÃO Nº 052/2014, DE 12 DE AGOSTO DE 2014
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Rua Ciomara Amaral de Paula, 167 Bairro Medicina 37550-000 - Pouso Alegre/MG Fone: (35)
Ementa : Estabelece normas para o funcionamento de cursos de Pós-Graduação lato sensu na Universidade de Pernambuco
Resolução CEPE N XXX/200 Ementa : Estabelece normas para o funcionamento de cursos de Pós-Graduação lato sensu na Universidade de Pernambuco O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CEPE,
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL RESOLUÇÃO CUNI Nº 073, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2010. Estabelece normas e critérios para avaliação do estágio probatório dos integrantes da Carreira do Magistério Superior da Universidade
Resolução 053/Reitoria/Univates Lajeado, 20 de julho de 2015
Resolução 053/Reitoria/Univates Lajeado, 20 de julho de 2015 Aprova o Edital Propex/Pós-Graduação 06/2015 abertura de inscrições para processo de seleção para os Programas de Pós-Graduação destinado a
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFAL- CONSUNI/UFAL
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFAL- CONSUNI/UFAL MINUTA DE RESOLUÇÃO Nº XX/2014 REGULAMENTA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA FINS DE
REGULAMENTO DA MONOGRAFIA FINAL DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA
REGULAMENTO DA MONOGRAFIA FINAL DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA Este regulamento normatiza as atividades relacionadas com o Projeto de Monografia e a Monografia Final da
Norma para Registro de Projetos de Pesquisa - UNIFEI-
Norma para Registro de Projetos de Pesquisa - UNIFEI- Página 1 / 8 TÍTULO I Das definições Art. 1º - Projeto de Pesquisa constitui-se em um conjunto de ações que geram conhecimento científico e/ou tecnológico,
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.529, DE 12 DE JUNHO DE 2007
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.529, DE 12 DE JUNHO DE 2007 Dispõe sobre a oferta de cursos de pósgraduação lato sensu
CENTRO DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
RESOLUÇÃO Nº 001/2011-PPGEd/CE/UFRN Dispõe sobre o processo interno de mudança do nível de Mestrado para o nível de Doutorado no Programa de Pós- Graduação em Educação do Centro de Educação da Universidade
Resolução N 0 06/2010 Edital de Ingresso 1º Semestre de 2011
Universidade Federal de Campina grande CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIDADE ACADÊMICA DE ENGENHARIA QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO Resolução N 0 06/2010 Edital de Ingresso 1º Semestre de 2011 O Colegiado
ANEXO 1 75ª Reunião do Conselho de Pós-Graduação Stricto Sensu
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ADMINISTRAÇÃO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FEI TÍTULO I DAS CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA E SEUS OBJETIVOS Art. 1º - Este Regulamento complementa as
RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006 EMENTA: Normatiza os Afastamentos de Curta, Média e Longa Duração de Docentes.
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PRESIDÊNCIA CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PLENO RESOLUÇÃO Nº 007/2010
CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PLENO RESOLUÇÃO Nº 007/2010 Define a constituição do Corpo Docente dos Programas de Pós-graduação strictu sensu da UNICAP, fixa os correspondentes critérios de credenciamento,
Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia de Materiais
Faculdade de Engenharia Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia de Materiais Regulamento Capítulo I Da Atribuição e Organização Geral Art. 1 - O Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia
PALMAS-TO SETEMBRO 2013
REGULAMENTO PROVISÓRIO SOBRE CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS PARA A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ACADÊMICO DOS SERVIDORES DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO DO ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO NO ÂMBITO DO IFTO. Aprovado
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
ORDEM INTERNA 24/2012 de 18 de setembro de 2012 Altera e consolida o procedimento continuado de análise de títulos de stricto sensu obtidos em cursos realizados em Universidades estrangeiras sediadas no
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO - ANEXOS - ANEXO I - PROCEDIMENTOS PARA CAPACITAÇÃO INTERNA DO REQUERIMENTO Art. 1º - A capacitação interna poderá ser proposta pela Reitoria, Pró-Reitorias ou Diretorias
Regulamento para Programa de Orientação
Regulamento para Programa de Orientação Capítulo I Disposição Geral Art. 1. O Título de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito será conferido ao aluno que, além de ter cursado com frequência e aproveitamento
REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba
DECRETO Nº 1040, DE 28 DE ABRIL DE 2015
1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 1040, DE 28 DE ABRIL DE 2015 Regulamenta as Atividades de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal e o Adicional de Incentivo à Profissionalização. O PREFEITO DE GOIÂNIA,
REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE ALTA FLORESTA - FAF
REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE ALTA FLORESTA - FAF Alta Floresta/2011 1 SUMÁRIO 1 DA CONCEPÇÃO DO TC... 3 2 DA COORDENAÇÃO... 4 3 DO PROJETO DO TCC...
RESOLUÇÃO Nº 3.736, DE 15 DE SETEMBRO DE 2011
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO RESOLUÇÃO Nº 3.736, DE 15 DE SETEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o afastamento do país e concessão de passagens para servidores da UNIRIO. O Conselho de
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Fundação Universidade Federal do ABC Pró-Reitoria de Pós-Graduação Avenida dos Estados, 5001 Bloco B 4º andar Bairro Bangu Santo André - SP CEP 09210-580 Telefone: (11) 4996-0011
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 34/2014 Altera o Regulamento Geral dos Programas de Pós- Graduação Stricto Sensu da
Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação
Faculdade de Informática Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Regulamento Capítulo I Da Atribuição e Organização Geral Art. 1 - O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC),
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA RESOLUÇÃO Nº 01/2011 Regulamenta a capacitação de Pessoal Técnico-
ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DAS FUNDAÇÕES EDUCACIONAIS ACAFE PROCESSO SELETIVO EDITAL N. 21/2012/SED PARECER
ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DAS FUNDAÇÕES EDUCACIONAIS ACAFE PROCESSO SELETIVO EDITAL N. 21/2012/SED PARECER Assunto: RECURSO REFERENTE À PONTUAÇÃO NA PROVA DE TÍTULOS DO CONCURSO PÚBLICO DE INGRESSO NO MAGISTÉRIO
RESOLUÇÃO nº 177, de 11 de setembro de 2015. R E S O L V E:
RESOLUÇÃO nº 177, de 11 de setembro de 2015. O Conselho Universitário CONSUNI, no uso de suas atribuições, em conformidade com Parecer nº 030, de 20 de agosto de 2015, R E S O L V E: Art. 1º - Aprovar
ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº 01/2015 SEMED (Prazo: 30 dias) Processo Seletivo para a concessão de licença para qualificação profissional
REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DA FEAFLOR- FACULDADE DE EDUCAÇÃO - ALTA FLORESTA
REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DA FEAFLOR- FACULDADE DE EDUCAÇÃO - ALTA FLORESTA Alta Floresta/2010 1 SUMÁRIO 1 DA CONCEPÇÃO DO TC 3 2 DA COORDENAÇÃO 4 3 DO PROJETO DO TCC 4 4
Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.
RESOLUÇÃO CoCEx nº 6667, de 19 de dezembro de 2013. (D.O.E. 21.12.13) (Protocolado 11.5.2443.1.5). Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo
Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação.
Normas de regulamentação para a certificação de atualização profissional de título de especialista e certificado de área de atuação Em decorrência do convênio celebrado entre a Associação Médica Brasileira
NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI
1 NORMA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO PARA SERVIDOR DOCENTE DA UNIFEI UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Normatiza o Estágio Probatório de Docentes no âmbito da Universidade Federal de Itajubá. O CONSELHO DE ENSINO,
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS Art. 1º - Este Regulamento visa normatizar as Atividades Complementares do Curso de Ciências Contábeis.
Dispõe sobre a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu pela Universidade Federal do Pará
Dispõe sobre a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu pela Universidade Federal do Pará O REITOR DA, no uso das atribuições que lhe conferem o Estatuto e o Regimento Geral, obedecidas a legislação
Ordem de Serviço PROPG Nº 001, 21 de setembro de 2011
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa PROPG Ordem de Serviço PROPG Nº 001, 21 de setembro de 2011 Normatiza o Estágio de Pós-Doutorado na Universidade
CENTRO EDUCACIONAL DA FUNDAÇÃO SALVADOR ARENA FACULDADE DE TECNOLOGIA TERMOMECANICA
CENTRO EDUCACIONAL DA FUNDAÇÃO SALVADOR ARENA FACULDADE DE TECNOLOGIA TERMOMECANICA REGULAMENTO DE EXTRAORDINÁRIO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS PARA O CORPO DISCENTE SÃO BERNARDO DO CAMPO 2010 0 REGULAMENTO
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação.
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação. Resolução nº. 047/13-COPPG Curitiba, 06 de dezembro de 2013 O CONSELHO PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DA
Prof Dr. Antonio Guedes Rangel Junior
RESOLUÇÃO/UEPB/CONSEPE/065/2014 Regulamenta o processo de afastamento para capacitação de Docentes da UEPB. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE, da UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA UEPB,
FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 0 ÍNDICE NATUREZA E FINALIDADE 2 COORDENAÇÃO DOS CURSOS 2 COORDENAÇÃO DIDÁTICA 2 COORDENADOR DE CURSO 2 ADMISSÃO AOS CURSOS 3 NÚMERO
REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO
Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação PROCESSO Nº. 150/11-COPPG CAMPUS PROPONENTE: PROPPG Data de entrada:
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE POUSO ALEGRE REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE POUSO ALEGRE REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE DE ESTUDOS Art. 1º O aproveitamento de estudos é o resultado do reconhecimento da equivalência de uma ou mais disciplinas, componente(s)
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS SERVIDORES DO QUADRO TÉCNICO/ADMINISTRATIVO ORIENTAÇÕES GERAIS
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DOS SERVIDORES DO QUADRO TÉCNICO/ADMINISTRATIVO ORIENTAÇÕES GERAIS A Universidade Federal do Amapá UNIFAP em cumprimento às diretrizes do Plano de Carreira dos
PRESIDÊNCIA 21 / 06 / 2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 22 / 2013
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 21 / 06 / 2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 22 / 2013 Assunto: Fixa
DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS
REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS Disciplina os Cursos de Pós- Graduação Lato Sensu nas modalidades Acadêmica e Profissionalizante
RESOLUÇÃO CONSEPE Nº. 16, DE 31 DE OUTUBRO DE 2014
RESOLUÇÃO CONSEPE Nº. 16, DE 31 DE OUTUBRO DE 2014 Estabelece o Manual de Formatura dos cursos de graduação das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão das Faculdades
PORTARIA CAPES Nº 193, DE 4 DE OUTUBRO DE 2011
PORTARIA CAPES Nº 193, DE 4 DE OUTUBRO DE 2011 Fixa normas e procedimentos para a apresentação e avaliação de propostas de cursos novos de mestrado e doutorado. O Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DO SOLO RESOLUÇÃO 01/2014 PPGCS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DO SOLO RESOLUÇÃO 01/2014 PPGCS PG- Ciência do Solo CAV/UDESC Regulamenta os critérios de credenciamento, recredenciamento e descredenciamento de docentes no âmbito
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E METAS Art. 1º. O Programa de Capacitação Institucional PCI tem por objetivo promover a melhoria da qualidade das funções
