Paradigmas de Projeto de Algoritmos
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1 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Última alteração: 2 de Setembro de 2010 Transparências elaboradas por Charles Ornelas Almeida, Israel Guerra e Nivio Ziviani
2 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos 1 Conteúdo do Capítulo 2.1 Indução 2.2 Recursividade Como Implementar Recursividade Quando Não Usar Recursividade 2.3 Algoritmos Tentativa e Erro 2.4 Divisão e Conquista 2.5 Balanceamento 2.6 Programação Dinâmica 2.7 Algoritmos Gulosos 2.8 Algoritmos Aproximados
3 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Indução Matemática É útil para provar asserções sobre a correção e a eficiência de algoritmos. Consiste em inferir uma lei geral a partir de instâncias particulares. Seja T um teorema que tenha como parâmetro um número natural n Provando que T é válido para todos os valores de n, provamos que: 1. T é válido para n = 1; 2. Para todo n > 1, se T é válido para n 1, então T é válido para n. A condição 1 é chamada de passo base. Provar a condição 2 é geralmente mais fácil que provar o teorema diretamente (podemos usar a asserção de que T é válido para n 1). Esta afirmativa é a hipótese de indução ou passo indutivo. As condições 1 e 2 implicam T válido para n = 2, o que junto com a condição 2 implica T também válido para n = 3, e assim por diante.
4 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Exemplo de Indução Matemática S(n) = n = n(n+1)/2 Para n = 1 a asserção é verdadeira, pois S(1) = 1 = 1 (1+1)/2 (passo base). Assumimos que a soma dos primeiros n números naturais S(n) é n(n + 1)/2 (hipótese de indução). Pela definição de S(n) sabemos que S(n+1) = S(n)+n+1. Usando a hipótese de indução, S(n+1) = n(n+1)/2+n+1 = (n+1)(n+2)/2, que é exatamente o que queremos provar.
5 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Limite Superior de Equações de Recorrência A solução de uma equação de recorrência pode ser difícil de ser obtida. Nestes casos, pode ser mais fácil tentar advinhar a solução ou obter um limite superior para a ordem de complexidade. Advinhar a solução funciona bem quando estamos interessados apenas em um limite superior, ao invés da solução exata. Mostrar que um certo limite existe é mais fácil do que obter o limite. Ex.: T(2n) 2T(n)+2n 1, T(2) = 1, definida para valores de n que são potências de 2. O objetivo é encontrar um limite superior na notação O, onde o lado direito da desigualdade representa o pior caso.
6 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Indução Matemática para Resolver Equação de Recorrência T(2n) 2T(n)+2n 1, T(2) = 1 quando n é potência de 2. Procuramos f(n) tal que T(n) O(f(n)), mas fazendo com que f(n) seja o mais próximo possível da solução real para T(n). Vamos considerar o palpite f(n) = n 2. Queremos provar que T(n) = O(f(n)) por indução matemática em n. Passo base: T(2) = 1 f(2) = 4. Passo de indução: provar que T(n) f(n) implica T(2n) f(2n). T(2n) 2T(n)+2n 1, (def. da recorrência) 2n 2 +2n 1, < (2n) 2, (hipótese de indução) que é exatamente o que queremos provar. Logo, T(n) = O(n 2 ).
7 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Indução Matemática para Resolver Equação de Recorrência Vamos tentar um palpite menor, f(n) = cn, para alguma constante c. Queremos provar que T(n) cn implica em T(2n) c2n. Assim: T(2n) 2T(n)+2n 1, (def. da recorrência) 2cn + 2n 1, (hipótese de indução) > c2n. cn cresce mais lentamente que T(n), pois c2n = 2cn e não existe espaço para o valor 2n 1. Logo, T(n) está entre cn e n 2.
8 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Indução Matemática para Resolver Equação de Recorrência Vamos então tentar f(n) = nlogn. Passo base: T(2) < 2log2. Passo de indução: vamos assumir que T(n) nlogn. Queremos mostrar que T(2n) 2nlog2n. Assim: T(2n) 2T(n)+2n 1, (def. da recorrência) 2nlogn+2n 1, (hipótese de indução) < 2nlog2n, A diferença entre as fórmulas agora é de apenas 1. De fato, T(n) = nlogn n+1 é a solução exata de T(n) = 2T(n/2)+n 1, T(1) = 0, que descreve o comportamento do algoritmo de ordenação Mergesort.
9 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Recursividade Um procedimento que chama a si mesmo é dito ser recursivo. Recursividade permite descrever algoritmos de forma mais clara e concisa, especialmente problemas recursivos ou que utilizam estruturas recursivas. Ex.: árvore binária de pesquisa: Registros com chaves menores estão na subárvore esquerda; Registros com chaves maiores estão na subárvore direita typedef struct TipoRegistro { int Chave; }TipoRegistro; typedef struct TipoNo TipoApontador; typedef struct TipoNo { TipoRegistro Reg; TipoApontador Esq, Dir ; }TipoNo;
10 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Recursividade Algoritmo para percorrer todos os registros em ordem de caminhamento central: 1. caminha na subárvore esquerda na ordem central; 2. visita a raiz; 3. caminha na subárvore direita na ordem central. Os nós são visitados em ordem lexicográfica das chaves. void Central(TipoApontador p) { if (p == NULL) } return; Central(p > Esq); printf ( "%ld \n", p > Reg.Chave); Central(p > Dir );
11 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Implementação de Recursividade Usa uma pilha para armazenar os dados usados em cada chamada de um procedimento que ainda não terminou. Todos os dados não globais vão para a pilha, registrando o estado corrente da computação. Quando uma ativação anterior prossegue, os dados da pilha são recuperados. No caso do caminhamento central: para cada chamada recursiva, o valor de p e o endereço de retorno da chamada recursiva são armazenados na pilha. Quando encontra p=nil o procedimento retorna para quem chamou utilizando o endereço de retorno que está no topo da pilha.
12 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Problema de Terminação em Procedimentos Recursivos Procedimentos recursivos introduzem a possibilidade de iterações que podem não terminar: existe a necessidade de considerar o problema de terminação. É fundamental que a chamada recursiva a um procedimento P esteja sujeita a uma condição B, a qual se torna não-satisfeita em algum momento da computação. Esquema para procedimentos recursivos: composição C de comandos S i e P : P if B then C[S i,p] Para demonstrar que uma repetição termina, define-se uma função f(x), sendo x o conjunto de variáveis do programa, tal que: 1. f(x) 0 implica na condição de terminação; 2. f(x) é decrementada a cada iteração.
13 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Problema de Terminação em Procedimentos Recursivos Uma forma simples de garantir terminação é associar um parâmetro n para P (no caso por valor) e chamar P recursivamente com n 1. A substituição da condição B por n > 0 garante terminação. P if n > 0 then P[S i,p(n 1)] É necessário mostrar que o nível mais profundo de recursão é finito, e também possa ser mantido pequeno, pois cada ativação recursiva usa uma parcela de memória para acomodar as variáveis.
14 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Quando Não Usar Recursividade Nem todo problema de natureza recursiva deve ser resolvido com um algoritmo recursivo. Estes podem ser caracterizados pelo esquema P if B then (S,P) Tais programas são facilmente transformáveis em uma versão não recursiva P (x := x 0 ; while B do S)
15 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Exemplo de Quando Não Usar Recursividade (1) Cálculo dos números de Fibonacci f 0 = 0,f 1 = 1, f n = f n 1 +f n 2 paran 2 Solução: f n = 1 5 [Φ n ( Φ) n ], onde Φ = (1+ 5)/2 1,618 é a razão de ouro. O procedimento recursivo obtido diretamente da equação é o seguinte: unsigned int FibRec(unsigned int n) { if (n < 2) return n; else return (FibRec(n 1) + FibRec(n 2)); }
16 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Exemplo de Quando Não Usar Recursividade (2) É extremamente ineficiente porque recalcula o mesmo valor várias vezes. Considerando que a medida de complexidade de tempo f(n) é o número de adições, então f(n) = O(Φ n ). A complexidade de espaço para calcular f n é O(n), pois apesar do número de chamadas ser O(Φ n ), o tamanho da pilha equivale a um caminho na árvore de recursividade, que é equivalente a altura da árvore, isto é, O(logΦ n ) = O(n).
17 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Versão iterativa do Cálculo de Fibonacci unsigned int FibIter (unsigned int n) { unsigned int i = 1, k, F = 0; for (k = 1; k <= n; k++) { F += i ; i = F i ; } return F; } O programa tem complexidade de tempo O(n) e de espaço O(1). Evitar uso de recursividade quando existe solução óbvia por iteração. Comparação versões recursiva e iterativa: n Recursiva 1 seg 2 min 21 dias 10 9 anos Iterativa 1/3 mseg 1/2 mseg 3/4 mseg 1,5 mseg
18 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Algoritmos Tentativa e Erro (Backtracking) (1) Tentativa e erro: decompor o processo em um número finito de subtarefas parciais que devem ser exploradas exaustivamente. O processo de tentativa gradualmente constrói e percorre uma árvore de subtarefas.
19 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Algoritmos Tentativa e Erro (Backtracking) (2) Algoritmos tentativa e erro não seguem regra fixa de computação: Passos em direção à solução final são tentados e registrados; Caso esses passos tomados não levem à solução final, eles podem ser retirados e apagados do registro. Quando a pesquisa na árvore de soluções cresce rapidamente é necessário usar algoritmos aproximados ou heurísticas que não garantem a solução ótima mas são rápidas.
20 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Backtracking: Passeio do Cavalo void Tenta() { inicializa selecao de movimentos; do { seleciona proximo candidato ao movimento; if ( aceitavel) { registra movimento; i f ( tabuleiro nao esta cheio) { tenta novo movimento; i f (nao sucedido) apaga registro anterior ; Tabuleiro com n n posições: cavalo se movimenta segundo regras do xadrez. Problema: a partir de (x 0, y 0 ), encontrar, se existir, um passeio do cavalo que visita todos os pontos do tabuleiro uma única vez. } } } while (! ( ( movimento bem sucedido) ou (acabaramse os candidatos a movimento) ) ) ; }
21 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Exemplo de Backtracking - Passeio do Cavalo O tabuleiro pode ser representado por uma matriz n n. A situação de cada posição pode ser representada por um inteiro para recordar o histórico das ocupações: t[x,y] = 0, campo < x,y > não visitado, t[x,y] = i, campo < x,y > visitado no i-ésimo movimento, 1 i n 2. Regras do xadrez para os movimentos do cavalo:
22 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Implementação do Passeio do Cavalo #define N 8 / Tamanho do lado do tabuleiro / #define FALSE 0 #define TRUE 1 int i, j, t [N] [N], a[n], b[n] ; short q; int main( int argc, char argv [ ] ) { / programa principal / a[0] = 2; a[1] = 1; a[2] = 1; a[3] = 2; b[0] = 1; b[1] = 2; b[2] = 2; b[3] = 1; a[4] = 2; a[5] = 1; a[6] = 1; a[7] = 2; b[4] = 1; b[5] = 2; b[6] = 2; b[7] = 1; for ( i = 0; i < N; i ++) for ( j = 0; j < N; j ++) t [ i ] [ j ] = 0; t [0][0] = 1; / escolhemos uma casa do tabuleiro / Tenta(2, 0, 0, &q); if (!q) { printf ( "Sem solucao\n" ) ; return 0; } for ( i = 0; i < N; i ++) { for ( j = 0; j < N; j ++) printf ( " %4d", t [ i ] [ j ] ) ; putchar( \n ) ; } return 0; }
23 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Implementação do Passeio do Cavalo void Tenta( int i, int x, int y, short q) { int u, v ; int k = 1; short q1; / inicializa selecao de movimentos / do { ++k ; q1 = FALSE; u = x + a[k ] ; v = y + b[k ] ; if (u >= 0 && u < N && v >= 0 && v < N) if ( t [u] [ v] == 0) { t [u] [ v] = i ; if ( i < N N) { / tabuleiro nao esta cheio / Tenta( i + 1, u, v, &q1) ; / tenta novo movimento / if (!q1) t [u] [ v] = 0; / nao sucedido apaga registro anterior / } else q1 = TRUE; } } while (! (q1 k == 7)); q = q1; }
24 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Divisão e Conquista (1) Consiste em dividir o problema em partes menores, encontrar soluções para as partes, e combiná-las em uma solução global. Exemplo: encontrar o maior e o menor elemento de um vetor de inteiros, A[1..n], n 1. Cada chamada de MaxMin4 atribui à Max e Min o maior e o menor elemento em A[Linf], A[Linf + 1],, A[Lsup], respectivamente.
25 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Divisão e Conquista (2) void MaxMin4( int Linf, int Lsup, int Max, int Min) { int Max1, Max2, Min1, Min2, Meio; if (Lsup Linf <= 1) { if (A[ Linf 1] < A[Lsup 1]) { Max = A[Lsup 1]; Min = A[ Linf 1]; } else { Max = A[ Linf 1]; Min = A[Lsup 1]; } return; } Meio = ( Linf + Lsup) / 2 ; MaxMin4( Linf, Meio, &Max1, &Min1); MaxMin4(Meio + 1, Lsup, &Max2, &Min2); if (Max1 > Max2) Max = Max1; else Max = Max2; if (Min1 < Min2) Min = Min1; else Min = Min2; }
26 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Divisão e Conquista - Análise do Exemplo Seja f(n) o número de comparações entre os elementos de A. f(n) = 1, para n 2, f(n) = f( n/2 )+f( n/2 )+2, para n > 2. Quando n = 2 i para algum inteiro positivo i: f(n) = 2f(n/2)+2 2f(n/2) = 4f(n/4) i 2 f(n/2 i 2 ) = 2 i 1 f(n/2 i 1 )+2 i 1 Adicionando lado a lado, obtemos: f(n) = 2 i 1 f(n/2 i 1 )+ i 1 k=1 2k = 2 i 1 f(2)+2 i 2 = 2 i 1 +2 i 2 = 3n 2 2. Logo, f(n) = 3n/2 2 para o melhor caso, pior caso e caso médio.
27 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Divisão e Conquista - Análise do Exemplo Conforme mostrado no Capítulo 1, o algoritmo dado neste exemplo é ótimo. Entretanto, ele pode ser pior do que os apresentados no Capítulo 1, pois, a cada chamada recursiva, salva Linf, Lsup, Max e Min, além do endereço de retorno da chamada para o procedimento. Além disso, uma comparação adicional é necessária a cada chamada recursiva para verificar se Lsup Linf 1. n+1 deve ser menor do que a metade do maior inteiro que pode ser representado pelo compilador, para não provocar overflow na operação Linf + Lsup.
28 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Divisão e Conquista - Teorema Mestre Teorema Mestre: Sejam a 1 e b > 1 constantes, f(n) uma função assintoticamente positiva e T(n) uma medida de complexidade definida sobre os inteiros. A solução da equação de recorrência: para b uma potência de n é: T(n) = at(n/b)+f(n), 1. T(n) = Θ(n log b a ), se f(n) = O(n log b a ǫ ) para alguma constante ǫ > 0, 2. T(n) = Θ(n log b a logn), se f(n) = Θ(n log b a ), 3. T(n) = Θ(f(n)), se f(n) = Ω(n log b a+ǫ ) para alguma constante ǫ > 0, e se af(n/b) cf(n) para alguma constante c < 1 e todo n a partir de um valor suficientemente grande. O problema é dividido em a subproblemas de tamanho n/b cada um sendo resolvidos recursivamente em tempo T(n/b) cada. A função f(n) descreve o custo de dividir o problema em subproblemas e de combinar os resultados de cada subproblema.
29 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Teorema Mestre: O Que Diz o Teorema Em cada um dos três casos a função f(n) é comparada com a função n log b a e a solução de T(n) é determinada pela maior das duas funções: No caso 1, f(n) tem de ser polinomialmente menor do que n log b a. No caso 2, se as duas funções são iguais, então T(n) = Θ(n log b a logn) = Θ(f(n)logn). No caso 3, f(n) tem de ser polinomialmente maior do que n log b a e, além disso, satisfazer a condição de que af(n/b) cf(n).
30 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Teorema Mestre: Outros Aspectos No caso 1, f(n) tem de ser polinomialmente menor do que n log b a, isto é, f(n) tem de ser assintoticamente menor do que n log b a por um fator de n ǫ, para alguma constante ǫ > 0. No caso 3, f(n) tem de ser polinomialmente maior do que n log b a e, além disso, satisfazer a condição de que af(n/b) cf(n). Logo, os três casos não cobrem todas as funções f(n) que poderemos encontrar. Existem algumas poucas aplicações práticas que ficam entre os casos 1 e 2 (quando f(n) é menor do que n log b a, mas não polinomialmente menor) e entre os casos 2 e 3 (quando f(n) é maior do que n log b a, mas não polinomialmente maior). Assim, se a função f(n) cai em um desses intervalos ou se a condição af(n/b) cf(n) não é satisfeita, então o Teorema Mestre não pode ser aplicado.
31 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Teorema Mestre A prova para o caso em que f(n) = cn k, onde c > 0 e k 0 são duas constantes inteiras, é tratada no Exercício A prova desse teorema não precisa ser entendida para ser aplicado, conforme veremos em exemptrados a seguir.
32 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Teorema Mestre: Exemplos do Uso Considere a equação de recorrência: T(n) = 4T(n/2)+n, onde a = 4, b = 2, f(n) = n e n log b a = n log 2 4 = Θ(n 2 ). O caso 1 se aplica porque f(n) = O(n log b a ǫ ) = O(n), onde ǫ = 1, e a solução é T(n) = Θ(n 2 ). Considere a equação de recorrência: T(n) = 2T(n/2)+n 1, onde a = 2, b = 2, f(n) = n 1 e n log b a = n log 2 2 = Θ(n). O caso 2 se aplica porque f(n) = Θ(n log b a ) = Θ(n), e a solução é T(n) = Θ(nlogn). Considere a equação de recorrência: T(n) = T(2n/3)+n, onde a = 1, b = 3/2, f(n) = n e n log b a = n log 3/2 1 = n 0 = 1. O caso 3 se aplica porque f(n) = Ω(n log 3/2 1+ǫ ), onde ǫ = 1 e af(n/b) = 2n/3 cf(n) = 2n/3, para c = 2/3 e n 0. Logo, a solução é T(n) = Θ(f(n)) = Θ(n).
33 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Teorema Mestre: Exemplos do Uso Considere a equação de recorrência: T(n) = 3T(n/4)+nlogn, onde a = 3, b = 4, f(n) = nlogn e n log b a = n log 3 4 = n O caso 3 se aplica porque f(n) = Ω(n log 3 4+ǫ ), onde ǫ e af(n/b) = 3(n/4)log(n/4) cf(n) = (3/4)nlogn, para c = 3/4 e n suficientemente grande. O Teorema Mestre não se aplica à equação de recorrência: T(n) = 3T(n/3)+nlogn, onde a = 3, b = 3, f(n) = nlogn e n log b a = n log 3 3 = n. O caso 3 não se aplica porque, embora f(n) = nlogn seja assintoticamente maior do que n log b a = n, a função f(n) não é polinomialmente maior: a razão f(n)/n log b a = (nlogn)/n = logn é assintoticamente menor do que n ǫ para qualquer constante ǫ positiva. Logo, a solução é T(n) = Θ(f(n)) = Θ(nlogn).
34 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Balanceamento No projeto de algoritmos, é importante procurar sempre manter o balanceamento na subdivisão de um problema em partes menores. Divisão e conquista não é a única técnica em que balanceamento é útil. Vamos considerar um exemplo de ordenação Seleciona o menor elemento de A[1..n] e troca-o com o primeiro elemento A[1]. Repete o processo com os n 1 elementos, resultando no segundo maior elemento, o qual é trocado com o segundo elemento A[2]. Repetindo para n 2, n 3,..., 2 ordena a seqüência.
35 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Balanceamento - Análise do Exemplo Equação de recorrência para comparações entre elementos: T(n) = T(n 1)+n 1, T(1) = 0 Substituindo: T(n) = T(n 1)+n 1 T(n 1) = T(n 2)+n 2.. T(2) = T(1)+1 Adicionando lado a lado, obtemos: T(n) = T(1) n 1 = n(n 1) 2 = O(n 2 ) Embora o algoritmo possa ser visto como uma aplicação recursiva de divisão e conquista, ele não é eficiente para valores grandes de n. Para obter eficiência assintotica é necessário balanceamento: dividir em dois subproblemas de tamanhos aproximadamente iguais, ao invés de um de tamanho 1 e o outro de tamanho n 1.
36 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Exemplo de Balanceamento - Mergesort Intercalação: unir dois arquivos ordenados gerando um terceiro arquivo ordenado (merge). Colocar no terceiro arquivo o menor elemento entre os menores dos dois arquivos iniciais, desconsiderando este mesmo elemento nos passos posteriores. Este processo deve ser repetido até que todos os elementos dos arquivos de entrada sejam escolhidos. Algoritmo de ordenação (Mergesort): dividir recursivamente o vetor a ser ordenado em dois, até obter n vetores de 1 único elemento. Aplicar a intercalação tendo como entrada 2 vetores de um elemento, formando um vetor ordenado de dois elementos. Repetir este processo formando vetores ordenados cada vez maiores até que todo o vetor esteja ordenado.
37 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Exemplo de Balanceamento - Mergesort void Mergesort( int A, int i, int j ) { int m; if ( i < j ) { m = ( i + j ) / 2 ; Mergesort(A, i, m); Mergesort(A, m + 1, j ); Merge(A, i, m, j ) ; i } } Considere n uma potência de 2. Merge(A, i, m, j) recebe 2 seqüências ordenadas A[i..m] e A[(m+1)..j] e produz outra seqüência ordenada dos elementos de A[i..m] e A[m+1..j]. Como A[i..m] e A[m + 1..j] estão ordenados, Merge requer no máximo n 1 comparações. Merge seleciona repetidamente o menor dentre os menores elementos restantes em A[i..m] e A[m + 1..j]. Se empatdar retira de qualquer uma delas.
38 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Análise do Mergesort Na contagem de comparações, o comportamento do Mergesort pode ser representado por: T(n) = 2T(n/2)+n 1, T(1) = 0 No caso da equação acima temos: Adicionando lado a lado: T(n) = 2 i T(n/2 i )+ T(n) = 2T(n/2)+n 1 2T(n/2) = 2 2 T(n/2 2 )+2 n i 1 T(n/2 i 1 ) = 2 i T(n/2 i )+2 i 1 n 2i 1 2i 1 i 1 k=0 n i 1 k=0 2 k = in 2i = nlogn n+1. Para valores grandes de n, o balanceamento levou a um resultado muito superior, saimos de O(n 2 ) para O(nlogn).
39 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Programação Dinâmica Quando a soma dos tamanhos dos subproblemas é O(n) então é provável que o algoritmo recursivo tenha complexidade polinomial. Quando a divisão de um problema de tamanho n resulta em n subproblemas de tamanho n 1 então é provável que o algoritmo recursivo tenha complexidade exponencial. Nesse caso, a técnica de programação dinâmica pode levar a um algoritmo mais eficiente. A programação dinâmica calcula a solução para todos os subproblemas, partindo dos subproblemas menores para os maiores, armazenando os resultados em uma tabela. A vantagem é que uma vez que um subproblema é resolvido, a resposta é armazenada em uma tabela e nunca mais é recalculado.
40 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Programação Dinâmica - Exemplo Produto de n matrizes M = M 1 M 2 M n, onde cada M i é uma matriz com d i 1 linhas e d i colunas. A ordem da multiplicação pode ter um efeito enorme no número total de operações de adição e multiplicação necessárias para obter M. Considere o produto de uma matriz p q por outra matriz q r cujo algoritmo requer O(pqr) operações. Considere o produto M = M 1 [10,20] M 2 [20,50] M 3 [50,1] M 4 [1,100], onde as dimensões de cada matriz está mostrada entre colchetes. A avaliação de M na ordem M = M 1 (M 2 (M 3 M 4 )) requer operações, enquanto na ordem M = (M 1 (M 2 M 3 )) M 4 requer apenas
41 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Programação Dinâmica - Exemplo Tentar todas as ordens possíveis para minimizar o número de operações f(n) é exponencial em n, onde f(n) 2 n 2. Usando programação dinâmica é possível obter um algoritmo O(n 3 ). Seja m ij menor custo para computar M i M i+1 M j, para 1 i j n. Nesse caso, m ij = 0, se i = j, Min i k<j (m ik +m k+1,j +d i 1 d k d j ), se j > i. m ik representa o custo mínimo para calcular M = M i M i+1 M k m k+1,j representa o custo mínimo para calcular M = M k+1 M k+2 M j. d i 1 d k d j representa o custo de multiplicar M [d i 1,d k ] por M [d k,d j ]. m ij, j > i representa o custo mínimo de todos os valores possíveis de k entre i e j 1, da soma dos três termos.
42 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Programação Dinâmica - Exemplo O enfoque programação dinâmica calcula os valores de m ij na ordem crescente das diferenças nos subscritos. O calculo inicia com m ii para todo i, depois m i,i+1 para todo i, depois m i,i+2, e assim sucessivamente. Desta forma, os valores m ik e m k+1,j estarão disponíveis no momento de calcular m ij. Isto acontece porque j i tem que ser estritamente maior do que ambos os valores de k i e j (k +1) se k estiver no intervalo i k < j. Programa para computar a ordem de multiplicação de n matrizes, M 1 M 2 M n, de forma a obter o menor número possível de operações.
43 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Programação Dinâmica - Implementação #define MAXN 10 int main( int argc, char argv [ ] ) { int i, j, k, h, n, temp, d[maxn + 1], m[maxn ] [ MAXN ] ; printf ( "Numero de matrizes n: " ) ; scanf( "%d% [^\n] ", &n); printf ( "Dimensoes das matrizes: " ); for ( i = 0; i <= n; i ++) scanf( "%d", &d[ i ] ) ; for ( i = 0; i < n; i ++) m[ i ] [ i ] = 0; for (h = 1; h <= n 1; h++) { for ( i = 1; i <= n h; i ++) { j = i + h; m[ i 1][j 1] = INT_MAX; for (k = i ; k <= j 1; k++) { temp = m[ i 1][k 1] + m[k ] [ j 1] + d[ i 1] d[k] d[ j ] ; if (temp < m[ i 1][j 1]) m[ i 1][ j 1] = temp; } printf ( " m[ %d, %d]= %d", i 1, j 1, m[ i 1][ j 1]); } putchar( \n ); } return 0; }
44 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Programação Dinâmica - Implementação A execução do programa obtém o custo mínimo para multiplicar as n matrizes, assumindo que são necessárias pqr operações para multiplicar uma matriz p q por outra matriz q r. A execução do programa para as quatro matrizes onde d 0,d 1,d 2,d 3,d 4 são 10, 20, 50, 1, 100, resulta: m 11 = 0 m 22 = 0 m 33 = 0 m 44 = 0 m 12 = m 23 = m 34 = m 13 = m 24 = m 14 = 2.200
45 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Programação Dinâmica - Princípio da Otimalidade A ordem de multiplicação pode ser obtida registrando o valor de k para cada entrada da tabela que resultou no mínimo. Essa solução eficiente está baseada no princípio da otimalidade: em uma seqüência ótima de escolhas ou de decisões cada subseqüência deve também ser ótima. Cada subseqüência representa o custo mínimo, assim como m ij, j > i. Assim, todos os valores da tabela representam escolhas ótimas. O princípio da otimalidade não pode ser aplicado indiscriminadamente. Quando o princípio não se aplica é provável que não se possa resolver o problema com sucesso por meio de programação dinâmica.
46 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Aplicação do Princípio da Otimalidade Por exemplo, quando o problema utiliza recursos limitados, quando o total de recursos usados nas subinstâncias é maior do que os recursos disponíveis. Se o caminho mais curto entre Belo Horizonte e Curitiba passa por Campinas: o caminho entre Belo Horizonte e Campinas também é o mais curto possível assim como o caminho entre Campinas e Curitiba. Logo, o princípio da otimalidade se aplica.
47 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Não Aplicação do Princípio da Otimalidade No problema de encontrar o caminho mais longo entre duas cidades: Um caminho simples nunca visita uma mesma cidade duas vezes. Se o caminho mais longo entre Belo Horizonte e Curitiba passa por Campinas, isso não significa que o caminho possa ser obtido tomando o caminho simples mais longo entre Belo Horizonte e Campinas e depois o caminho simples mais longo entre Campinas e Curitiba. Quando os dois caminhos simples são ajuntados é pouco provável que o caminho resultante também seja simples. Logo, o princípio da otimalidade não se aplica.
48 O algoritmo guloso consiste em um processo iterativo em que S é construído adicionando-se ao mesmo elementos de C um a um. Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Algoritmos Gulosos Resolve problemas de otimização. Ex: encontrar o menor caminho entre dois vértices de um grafo. Escolhe a aresta que parece mais promissora em qualquer instante; Independente do que possa acontecer, nunca reconsidera a decisão. Não necessita avaliar alternativas, ou usar procedimentos sofisticados para desfazer decisões tomadas previamente. Problema geral: dado um conjunto C, determine um subconjunto S C tal que: S satisfaz uma dada propriedade P, e S é mínimo (ou máximo) em relação a algum critério α.
49 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Características dos Algoritmos Gulosos Para construir a solução ótima existe um conjunto ou lista de candidatos. São acumulados um conjunto de candidatos considerados e escolhidos, e o outro de candidatos considerados e rejeitados. Existe função que verifica se um conjunto particular de candidatos produz uma solução (sem considerar otimalidade no momento). Outra função verifica se um conjunto de candidatos é viável (também sem preocupar com a otimalidade). Uma função de seleção indica a qualquer momento quais dos candidatos restantes é o mais promissor. Uma função objetivo fornece o valor da solução encontrada, como o comprimento do caminho construído (não aparece de forma explicita no algoritmo guloso).
50 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Pseudo Código de Algoritmo Guloso Conjunto Guloso(Conjunto C) / C: conjunto de candidatos / { S = ; / S contem conjunto solucao / while((c!= ) &&!( solucao(s))) Inicialmente, o conjuntos de candidatos escolhidos está vazio. A cada passo, o melhor candidato restante ainda não tentado é considerado. { x = seleciona (C); C = C x; if viavel (S + x) S = S + x; O critério de escolha é ditado pela função de seleção. } i f solucao(s) return(s) else return( Nao existe solucao ); } Se o conjunto aumentado de candidatos se torna inviável, o candidato é rejeitado. Senão, o candidato é adicionado ao conjunto S de escolhidos. A cada aumento de S verificamos se S constitui uma solução.
51 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Características da Implementação de Algoritmos Gulosos Quando funciona corretamente, a primeira solução encontrada é sempre ótima. A função de seleção é geralmente relacionada com a função objetivo. Se o objetivo é: maximizar provavelmente escolherá o candidato restante que proporcione o maior ganho individual. minimizar então será escolhido o candidato restante de menor custo. O algoritmo nunca muda de idéia: Uma vez que um candidato é escolhido e adicionado à solução ele lá permanece para sempre. Uma vez que um candidato é excluído do conjunto solução, ele nunca mais é reconsiderado.
52 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Algoritmos Aproximados Problemas que somente possuem algoritmos exponenciais para resolvê-los são considerados difíceis. Problemas considerados intratáveis ou difíceis são muito comuns. Exemplo: problema do caixeiro viajante cuja complexidade de tempo é O(n!). Diante de um problema difícil é comum remover a exigência de que o algoritmo tenha sempre que obter a solução ótima. Neste caso procuramos por algoritmos eficientes que não garantem obter a solução ótima, mas uma que seja a mais próxima possível da solução ótima.
53 Projeto de Algoritmos Cap.2 Paradigmas de Projeto de Algoritmos Seção Tipos de Algoritmos Aproximados Heurística: é um algoritmo que pode produzir um bom resultado, ou até mesmo obter a solução ótima, mas pode também não produzir solução alguma ou uma solução que está distante da solução ótima. Algoritmo aproximado: é um algoritmo que gera soluções aproximadas dentro de um limite para a razão entre a solução ótima e a produzida pelo algoritmo aproximado (comportamento monitorado sob o ponto de vista da qualidade dos resultados).
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