5COP096 TeoriadaComputação
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- Ana Luiza Van Der Vinne Álvares
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1 Sylvio 1 Barbon Jr [email protected] 5COP096 TeoriadaComputação Aula 13 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior
2 Sumário - Problemas NP-Completo Algoritmos Não-deterministas; Classes NP-Completo e NP-Dificil; Teorema de Cook; Classe NP-Intermediária
3 NP Problemas NP-CompletoNP -Problemas intratáveis ou difíceis são comuns na natureza e nas áreas do conhecimento; Problemas fáceis : resolvidos por algoritmos polinomiais. Problemas difíceis : somente possuem algoritmos exponenciais para resolvêlos. - A complexidade de tempo da maioria dos problemas é polinomial ou exponencial; Polinomial: função de complexidade é O(p(n)), em que p(n) é um polinômio. Ex.: algoritmos com pesquisa binária (O(log n)), pesquisa sequencial (O(n)), ordenação por inserção (O(n 2 )), e multiplicação de matrizes (O(n 3 )). Exponencial: função de complexidade é O(c n ), c > 1. Ex.: problema do caixeiro-viajante (PCV) (O(n!)).
4 NP Problemas NP-CompletoNP -A teoria de complexidade a ser apresentada não mostra como obter algoritmos polinomiais para problemas que demandam algoritmos exponenciais, nem afirma que não existem. -NP são problemas para os quais não há algoritmo polinomial conhecido e são computacionalmente relacionados. -Propriedade: um problema da classe NP poderá ser resolvido em tempo polinomial se e somente se todos os outros problemas em NP também puderem. -Este fato é um indício forte de que dificilmente alguém será capaz de encontrar um algoritmo eficiente para um problema da classe NP. - Para o estudo teórico da complexidade de algoritmos considera-se problemas cujo resultado da computação seja sim ou não.
5 NP Problemas NP-CompletoNP -Exemplo 1: Considere um grafo com peso nas arestas, dois vértices i, j e um inteiro k > 0. - Fácil: Existe um caminho de i até j com peso k?. Há um algoritmo eficiente com complexidade de tempo O(A log V ), sendo A o número de arestas e V o número devértices (algoritmo de Dijkstra). -Difícil: Existe um caminho de i até j com peso k? Não existe algoritmo eficiente. É equivalente ao PCV em termos de complexidade.
6 NP Problemas NP-CompletoNP -Exemplo 2: Coloração de um Grafo, onde vértices adjacentes possuem cores distintas. -O problema é produzir uma coloração ótima, que é a que usa apenas X(G) cores. -Formulação do tipo sim/não : dados G e um inteiro positivo k, existe uma coloração de G usando k cores? Fácil: k = 2. Difícil: k > 2. - O menor número de cores para colorir um grafo é chamado de número cromático.
7 NP Problemas NP-CompletoNP -Exemplo 4: Cobertura de Vértices e Arestas Uma cobertura de arestas de um grafo G = (V,A) é um subconjunto A A de k arestas tal que todo v V é parte de pelo menos uma aresta de A. O conjunto resposta para k = 4 é A = {(0, 3), (2, 3), (4, 6), (1, 5)}. Uma cobertura de vértices é um subconjunto V V tal que se (u, v) A então u V ou v V, isto é, cada aresta do grafo é incidente em um dos vértices de V. Na figura, o conjunto resposta é V = {3, 4, 5}, para k = 3. Fácil: há uma cobertura de arestas k?. Difícil: há uma cobertura de vértices k?
8 Algoritmos Não-Deterministas -Algoritmos deterministas: o resultado de cada operação é definido de forma única. Neste caso, os algoritmos podem conter operações cujo resultado não é definido de forma única. -Algorimo não-determinista: capaz de escolher uma dentre as várias alternativas possíveis a cada passo. Algoritmos não-deterministas contêm operações cujo resultado não é unicamente definido, ainda que limitado a um conjunto especificado de possibilidades. - Algoritmos não-deterministas utilizam uma função escolhe(c), que escolhe um dos elementos do conjunto C de forma arbitrária. -O comando de atribuição X escolhe (1:n) pode resultar na atribuição a X de qualquer dos inteiros no intervalo [1, n]. -A complexidade de tempo para cada chamada da função escolhe é O(1). -Neste caso, não existe nenhuma regra especificando como a escolha é realizada.
9 Algoritmos Não-Deterministas - Se um conjunto de possibilidades levam a uma resposta, este conjunto é escolhido sempre e o algoritmo terminará com sucesso. -Em contrapartida, um algoritmo não-determinista termina sem sucesso se e somente se não há um conjunto de escolhas que indique sucesso. -Algoritmos não-deterministas utilizam também dois comandos, a saber: insucesso: indica término sem sucesso. sucesso: indica término com sucesso. - Os comandos insucesso e sucesso são usados para definir uma execução do algoritmo. -Esses comandos são equivalentes a um comando de parada de um algoritmo determinista. Os comandos insucesso e sucesso também têm complexidade de tempo O(1).
10 Algoritmos Não-Deterministas - Uma máquina capaz de executar a função escolhe admite a capacidade de computação não-determinista. -Uma máquina não-determinista é capaz de produzir cópias de si mesma quando diante de duas ou mais alternativas, e continuar a computação independentemente para cada alternativa. -A máquina não-determinista que acabamos de definir não existe na prática, mas ainda assim fornece fortes evidências de que certos problemas não podem ser resolvidos por algoritmos deterministas em tempo polinomial, conforme mostrado na definição da classe NP - completo à frente. -Pesquisar o elemento x em um conjunto de elementos A[1 : n], n 1. void pesquisand (x, A, 1, n) { j <- escolhe (A, 1, n) ; i f (A[ j ] == x) sucesso; else insucesso; }
11 Algoritmos Não-Deterministas -Determina um índice j tal que A[j] = x para um término com sucesso ou então insucesso quando x não está presente em A. -O algoritmo tem complexidade não-determinista O(1). -Para um algoritmo determinista a complexidade é O(n).
12 Classes NP-Completo e NP-Dificil - P: conjunto de todos os problemas que podem ser resolvidos por algoritmos deterministas em tempo polinomial. - NP: conjunto de todos os problemas que podem ser resolvidos por algoritmos não-deterministas em tempo polinomial. -Para mostrar que um determinado problema está em NP, basta apresentar um algoritmo não-determinista que execute em tempo polinomial para resolver o problema. - Outra maneira é encontrar um algoritmo determinista polinomial para verificar que uma dada solução é válida.
13 Teorema de Cook Stephen Cook em 1971 procurou um problema NP que pudesse estar em P, mostrando que P = NP. Teorema de Cook: Satisfabilidade (SAT) está em P se e somente se P = NP. 1. SAT está em NP (basta apresentar um algoritmo não determinista que execute em tempo polinomial) 2. Se SAT está em P, então P=NP. A prova descreve como obter qualquer algoritmo polinomial não-determinista de decisão A, com entrada E, uma fórmula Q(A,E), de modo que Q é satisfatível se e somente se A termina com sucesso para a entrada E. O tempo necessário para construir Q é O(p³(n) log(n)), em que n é o tamanho de E e p(n) é a complexidade de A.
14 Teorema de Cook -Prova usa definição matemática da Máquina de Turing não-determinista (MTND), capaz de resolver qualquer problema em NP. - Transformação Polinomial Considere o problema clique e o problema conjunto independente de vértices. Diz-se que clique conjunto independente. Denota-se Π1 Π2 para indicar que Π1 é polinomialmente transformável em Π 2. A relação é transitiva (Π 1 Π 2 e Π 2 Π 3 ) Π 1 Π 3 ). Dois problemas Π 1 e Π 2 são polinomialmente equivalentes se e somente se Π 1 Π 2 e Π 2 Π 1. Exemplo: problema da satisfabilidade. Se SAT Π 1 e Π 1 Π 2, então SAT Π 2
15 Teorema de Cook -Um problema é NP-difícil se e somente se SAT Π (satisfabilidade é redutível a Π). - Um problema de decisão é denominado NP-completo quando: 1. Π NP. 2. Todo problema de decisão Π NP-completo satisfaz Π Π -Um problema de decisão que seja NP-difícil pode ser mostrado ser NP-completo exibindo um algoritmo não-determinista polinomial para Π. Apenas problemas de decisão ( sim/não ) podem ser NP-completo. Problemas de otimização podem ser NP-difícil, mas geralmente, se Π 1 é um problema de decisão e Π 2 um problema de otimização, é bem possível que Π 1 Π 2. A dificuldade de um problema NP-difícil não é menor do que a dificuldade de um problema NP-completo.
16 Teorema de Cook - Prova de que um Problema é NP-Completo: 1. Mostre que o problema está em NP. 2. Mostre que um problema NP-completo conhecido pode ser polinomialmente transformado para ele. -Cook apresentou uma prova direta de que SAT é NP-completo, além do fato de a redução polinomial ser transitiva SAT Π 1 e Π 1 Π 2 => SAT Π 2 -Mostrar que o Problema do Caixeiro-Viajante (PCV) está em NP. Prova a partir do problema ciclo de Hamilton, um dos primeiros que se provou ser NP-completo. Isso pode ser feito: apresentando um algoritmo não-determinista polinomial para o PCV ou mostrando que, a partir de uma dada solução para o PCV, esta pode ser verificada em tempo polinomial.
17 Teorema de Cook Apresentar uma redução polinomial do ciclo de Hamilton para o PCV. Pode ser feita conforme o exemplo abaixo: Dado um grafo representando uma instância do ciclo de Hamilton, construa uma instância do PCV como se segue: 1. Para cidades use os vértices. 2. Para distâncias use 1 se existir um arco no grafo original e 2 se não existir. A seguir, use o PCV para achar um roteiro menor ou igual a V.
18 Classe NP-Intermediária - Existe uma classe intermediária entre P e NP chamada NPI (NP-Intermediária) - NPI seria constituída por problemas nos quais ninguém conseguiu uma redução polinomial de um problema NP-completo para eles, onde NPI = NP - (P U NP-completo). Isomorfismo de grafos: Isomorfismo é o problema de testar se dois grafos são o mesmo. Suponha que seja dado um conjunto de grafos e que alguma o peração tenha de ser realizada sobre cada grafo. Se pudermos identificar quais grafos são duplicatas, eles poderiam ser descartados para evitar trabalho redundante.
19 Classe NP-Completo - Resumo -Problemas que pertencem a NP, mas que podem ou não pertencer a P. -Propriedade: se qualquer problema NP-completo puder ser resolvido em tempo polinomial por uma máquina determinista, então todos os problemas da classe podem, isto é, P = NP. - A falha coletiva de todos os pesquisadores para encontrar algoritmos eficientes para estes problemas pode ser vista como uma dificuldade para provar que P = NP. -Contribuição prática da teoria: fornece um mecanismo que permite descobrir se um novo problema é fácil ou difícil. -Se encontrarmos um algoritmo eficiente para o problema, então não há dificuldade. Senão, uma prova de que o problema é NP-completo nos diz que o problema é tão difícil quanto todos os outros problemas difíceis da classe NP-completo
20 Referências Ziviani, Nivio. Projeto de algoritmos: com implementações em Java e C. Thomson Learning, Leiserson, Charles E., Ronald L. Rivest, and Clifford Stein. Introduction to algorithms. Ed. Thomas H. Cormen. The MIT press, 2001.
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