Empoderando vidas. Fortalecendo nações.
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- Micaela Gonçalves Pinheiro
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1 Empoderando vidas. Fortalecendo nações.
2 Nota metodológica sobre o cálculo de indicadores demográficos do Brasil Apesar dos avanços na qualidade das estatísticas vitais no Brasil, eles ocorreram de forma desigual no território nacional. Em algumas regiões existem ainda sérias limitações para mensurar o número de mortes, seja por problemas de cobertura, seja por omissão e confiabilidade das informações de idade de óbitos e nascimentos. Para contornar, ou pelo menos minimizar tais problemas, muitos pesquisadores utilizam métodos indiretos para mensurar a mortalidade no Brasil, como, por exemplo, o método desenvolvido por Willian Brass. No entanto, conforme destacam Martine et al (1988) esse método baseia-se em suposições nem sempre realistas e pode ser utilizado para corrigir dados não muito problemáticos. Além disso, em pesquisas amostrais, como é o caso das Pesquisas Nacionais de Amostra de Domicílios (PNADs), o tamanho da amostra e possíveis erros nela prejudicam as estimativas e podem levar a resultados absurdos. Para se ter uma ideia de tais erros, alguns indicadores de fecundidade, obtidos com os dados das PNADs de 11 a 1, serão apresentados a seguir. Esses indicadores foram calculados com dados comumente utilizados para estimar de forma indireta a mortalidade.
3 filhos por mulher filhos por mulher QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES DA PNAD Os indicadores a seguir mostram as limitações dos dados das PNADs de 11 a 1 para estimar, de forma indireta, a esperança de vida ao nascer e a mortalidade infantil. Foram comparadas as Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte (RMBH), de Belém (RM Belém) e de Fortaleza (RM Fortaleza), o Distrito Federal 1 e o Brasil. Como era de se esperar, no indicador parturição média, a proporção de filhos aumenta significativamente com a idade das mulheres, nas quatro PNADs analisadas. Exceções ocorrem na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), em 11, entre os grupos etários de - 9 anos e - anos e na Região Metropolitana de Fortaleza, em 1, entre os grupos - anos e -9 anos: queda de,9 para, filhos por mulher e de, para, filhos por mulher, respectivamente. Vale destacar o acelerado ritmo de crescimento da proporção de filhos por idade das mulheres entre alguns grupos etários, como, por exemplo, no Distrito Federal entre os grupos - anos e - anos, em 11, na Região Metropolitana de Belém, nessas mesmas faixas etárias, em 1, e entre -9 anos e - anos, em 1. Nos quatro anos analisados, chama a atenção o acelerado ritmo de crescimento da proporção nos últimos grupos de idade. Tais irregularidades podem ser explicadas pela variação aleatória da amostra (Figuras 1 e ). FIGURA 1 PARTURIÇÃO MÉDIA, BRASIL, ALGUMAS REGIÕES METROPOLITANAS E DISTRITO FEDERAL, PNADS 11 E RMBH DF RM Belém RM Fortaleza Brasil Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 11 e 1). 1 A amostra da PNAD considera o DF uma Região Metropolitana porém não cobre os municípios vizinhos ao DF, apesar de esses municípios pertencerem oficialmente à Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (RIDE-DF) e somarem cerca de 1,1 milhão de habitantes em 1 (aproximadamente 1% da população total da RIDE-DF). Nas demais RMs, o número de municípios considerados pela PNAD não corresponde, necessariamente, à composição legal das RMs, conforme legislação complementar de referência. Novembro/1
4 filhos por mulher filhos por mulher FIGURA PARTURIÇÃO MÉDIA, BRASIL, ALGUMAS REGIÕES METROPOLITANAS E DISTRITO FEDERAL, PNADS 1 E RMBH DF RM Belém RM Fortaleza Brasil Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 1 e 1). Outro indicador que merece destaque é aquele calculado pela divisão do número de filhos falecidos pelo número de filhos nascidos vivos. O comportamento de tal indicador depende não somente da qualidade dos dados, mas também do tamanho da amostra. Romero-M () ressalta que, assim como o indicador de parturição média, esse indicador deve aumentar com a idade das mulheres, com exceção do primeiro grupo etário e dos grupos superiores aos anos. No primeiro caso, pelo fato de ocorrerem menos nascimentos, há possibilidade de os erros amostrais serem maiores, e soma-se a isso o fato de que mulheres muito jovens, por questões culturais, costumam omitir filhos tidos nas primeiras idades do período reprodutivo e também filhos falecidos. No segundo caso, pelos erros de memória das mulheres em relação ao número de filhos tidos vivos, sobretudo em períodos distantes (SOUZA, ). Pelas Figuras e observam-se consistências dos resultados para o Brasil: crescimento com tendência cadente da proporção de filhos mortos por grupos de idade da mãe. Entretanto, quando os dados são desagregados por região metropolitana, verifica-se muita irregularidade nas curvas e até decrescimento em vários pontos. Em 11, por exemplo, verifica-se diminuição do indicador para a RMBH, entre os grupos de idade -9 e - anos, bem como entre os grupos de -9 e - anos do DF. Em 1, destaque para as quedas entre -9 e - anos na RMBH, RM Belém e RM Fortaleza e entre os grupos etários de - e -9 anos, no DF. Novembro/1
5 filhos por mulher (%) filhos por mulher (%) filhos por mulher (%) filhos por mulher (%) FIGURA PROPORÇÃO DE FILHOS FALECIDOS POR MULHER, BRASIL, ALGUMAS REGIÕES METROPOLITANAS E DISTRITO FEDERAL, PNADS 11 E RMBH DF RM Belém RM Fortaleza Brasil Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 11 e 1). FIGURA PROPORÇÃO DE FILHOS FALECIDOS POR MULHER, BRASIL, ALGUMAS REGIÕES METROPOLITANAS E DISTRITO FEDERAL, PNADS 1 E RMBH DF RM Belém RM Fortaleza Brasil Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 1 e 1). Outro problema quanto à qualidade dos dados pode ser visto ao se relacionar a idade da mãe ao nascimento do último filho e o total de filhos nascidos vivos, (Tabelas 1 e ). Observa-se que, em 11 e em 1, no Brasil,.1 e 18.1 mulheres, respectivamente, tiveram seu último filho com menos de 1 anos de idade e alguns desses filhos estavam com ano de nascimento anterior ao ano de nascimento da mãe. Tal inconsistência fica ainda Novembro/1
6 mais evidente na análise das respostas das mães adolescentes, como, por exemplo, das.9 mães, em 11, e das 11.8 mães, em 1, que tiveram seu último filho antes dos 1 anos de idade e conceberam mais de sete filhos. Ou as 8.89 mães e as.8 mães, respectivamente, com o último filho nascido vivo antes dos anos de idade e que declararam entre e 1 filhos nascidos vivos. Vale destacar que essa análise foi realizada para o Brasil e que erros dessa natureza devem ser maiores à medida que se desagrega as informações por unidade geográfica ou mesmo por outras características. TABELA 1 TOTAL DE FILHOS NASCIDOS VIVOS SEGUNDO A IDADE DA MÃE AO NASCIMENTO DO ÚLTIMO FILHO, BRASIL, PNAD 11 Idade da mãe ao nascimento do último filho 1- Total de filhos nascidos vivos TOTAL menor de 1 1 a 1 anos 1 a 1 anos 1 a 19 anos a anos a 9 anos anos e mais TOTAL Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 1). TABELA TOTAL DE FILHOS NASCIDOS VIVOS SEGUNDO A IDADE DA MÃE AO NASCIMENTO DO ÚLTIMO FILHO, BRASIL, PNAD 1 Idade da mãe ao nascimento do último filho 1- Total de filhos nascidos vivos TOTAL menor de 1 1 a 1 anos 1 a 1 anos 1 a 19 anos a anos a 9 anos anos e mais TOTAL Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 1). Novembro/1
7 CÁLCULO DAS ESTIMATIVAS Diante do exposto acima, para as estimativas das esperanças de vida ao nascer e da mortalidade infantil de nove regiões metropolitanas (RMs) do Brasil, consideradas no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, bem como do Distrito Federal, para os anos de 11, 1, 1 e 1, não foi possível utilizar os dados das PNADs. Para tal, foi calculada uma relação entre as esperanças de vida ao nascer das regiões metropolitanas e das Unidades da Federação, ambas estimadas com base no Censo Demográfico de 1, conforme fórmula 1: Onde: e,reg.metrop.,1 e,uf,1 = x (1) e,reg.metrop.,1 1; é a esperança de vida ao nascer das regiões metropolitanas no ano de e,uf,1 é a esperança de vida ao nascer das Unidades da Federação a qual pertence a região metropolitana, no ano de 1; x é a relação entre as esperanças de vida das regiões metropolitanas e de suas respectivas Unidades da Federação, isto é, um fator de ajuste entre as duas estimativas. Esse fator de ajuste foi aplicado às esperanças de vida ao nascer das Unidades da Federação, encontradas nas projeções populacionais realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para os quatro anos em questão, obtendo-se, portanto, as esperanças de vida ao nascer das RMs e do Distrito Federal (equação ): x* e,proj.,uf,n = e,reg.metrop.,n () Para: n corresponde aos períodos que se deseja estimar a esperança de vida da região metropolitana; e,proj.,uf,n a esperança de vida ao nascer da Unidade da Federação, projetada pelo IBGE, para o período n; e,reg.metrop.,n a esperança de vida da região metropolitana estimada para o período n. O mesmo procedimento foi adotado para a taxa de mortalidade infantil. Calculou-se uma relação entre as Taxas de Mortalidade Infantil das regiões metropolitanas e das Unidades da Federação, ambas estimadas com base no Censo Demográfico brasileiro de 1, conforme fórmula : TMI,Reg.Metrop.,1 TMI UF,1 = y () Novembro/1
8 Onde: TMI,Reg.Metrop.,1 1; é a Taxa de Mortalidade Infantil das regiões metropolitanas no ano de TMI UF,1 é a Taxa de Mortalidade Infantil da Unidade da Federação a qual pertence a região metropolitana, no ano de 1; y é a relação entre as Taxas de Mortalidade Infantil das regiões metropolitanas e de suas respectivas Unidades da Federação, isto é, um fator de ajuste entre as duas estimativas. O fator de ajuste foi aplicado às Taxas de Mortalidade Infantil das Unidades da Federação, encontradas nas projeções populacionais realizadas pelo IBGE, para os anos de 11, 1, 1 e 1, obtendo-se, portanto, Taxas de Mortalidade Infantil das RMs e do Distrito Federal (equação ): y*tmi proj.,uf, n = TMI Reg.Metrop.,n () Em que: TMI UF.,n é a Taxa de Mortalidade Infantil das Unidades da Federação, projetadas pelo IBGE, para o ano n; TMI Reg.Metrop.,n para o período n. é a Taxa de Mortalidade Infantil das regiões metropolitanas estimadas Novembro/1
9 Referências MARTINE, G. et al. A PNAD: notas para uma avaliação. In: SAWYER, D. (Ed.). PNADs em foco: anos 8. Belo Horizonte: ABEP, p. 81- ROMERO-M.; D.E. Vantagens e limitações do método demográfico indireto e dos dados da PNAD 98 para estimativas da mortalidade infantil. In: ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS POPULACIONAIS (ABEP), 1.,, Ouro Preto. Anais. Ouro Preto: ABEP,. p. 18. Disponível em gt_sau_st_romero_texto.pdf. Acesso em: 8 Jun. 1. SOUZA, L. M. Avaliação do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos SINASC, Minas Gerais e Mesorregiões,. [Dissertação de Mestrado]. Belo Horizonte: Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional, Universidade Federal de Minas Gerais;. Novembro/1 8
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