CONTROLE de QUALIDADE de
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- Alícia Gentil Barata
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1 CONTROLE de QUALIDADE de ÓLEOS ESSENCIAIS Marcos A. A. Pereira; Licenciado em Química Especialista em Óleos Essenciais Mestre em Engenharia e Tecnologia de Materiais - PUCRS [email protected] Manuel A. Falcão; Farmacêutico - PUCRS Porto Alegre, julho de 2010
2 Recebimento do Óleo Essencial: deixar Lote em quarentena Analise da amostra Testes Físicos: densidade, rotação ótica, refração, resíduo de evaporação e propriedades organolépticas Testes Químicos: Cromatografia por CCD; CG (gasosa) e CG/MS (massa) Baseado nos testes o óleo é Aprovado ou Reprovado Liberado da quarentena Permanece na quarentena Guarda Testemunha Liberado p/ produção Etiqueta com Lote Distribuição/Cliente Novos testes para confirmar adulteração Confirmada adulteração contato com fornecedor
3 Classificação entre Aprovado e Reprovado n Vários óleos essenciais estão descrito nas farmacopéias. A busca bibliográfica sobre suas propriedades e constantes físicas é o primeiro passo para definir quais parâmetros vão estabelecer o limite entre o aprovado e o reprovado.
4 n Óleo de Citronela: Testes Físicos * Obtido por arraste a vapor das partes aéreas do Cymbopogon winterianus Jowitt. Coloração amarelo pálido a amarelo amarronzado com forte cheiro de citronelal. Densidade relativa: 0,881 a 0,895. Indeice de refração: 1,463 a 1,475. Rotação ótica: - 4 a +5 * British Pharmacopoeia 2009
5 n Óleo de Citronela: Testes Químicos * CCD: n Eluente: acetato de etila e tolueno (10:90 V/V) n Padrão: citronelal n Revelador : Solução de anisaldeido R CG: n Soluções de referencia: Limoneno Citronelal - Citral acetato de geranila citronelol geraniol (em Hexano R). Percentuais: 1 a 5 de limoneno 30 a 45 de citronelal 2 a 4 de acetato de geranila menos de 2 de neral e geranial - 9 a 15 de citronelol 20 a 25 de geraniol * British Pharmacopoeia 2009
6 n Óleo de Lavanda: Testes Físicos * Obtido por arraste a vapor dos topos floridas de Lavandula angustifolia Miller (Lavandula officinalis Chaix). Incolor a amarelo pálido, com odor característico. Densidade relativa: 0,878 a 0,892. Indice de refração: 1,455 a 1,466. Rotação ótica: - 12,5 a -7,0 * British Pharmacopoeia 2009
7 n Óleo de Lavanda: Testes Químicos * CCD: n Eluente: acetato de etila e tolueno (5:95 V/V) n Padrão: linalol e acetato de linalila n Revelador : Solução de anisaldeido R * British Pharmacopoeia 2009 CG: n Soluções de referencia: Limoneno Cineol 3 octanona canfora- linalol - acetato de linalila terpineol acetato de lavandulil lavandulol - alfaterpineol (em Hexano R). Percentuais: menos de 1 de limoneno menos de 2,5 de cineol 0,1 a 2,5 de octanona menos de 1,2 canfora 20 a 45 de linalol 25 a 46 de acetato de linalila 01 a 6 de terpineol mais de 0,2 de acetato de lavandulil mais de 0,1 de lavandulol menos de 2 alfaterpineol.
8 n Óleo de Alecrim: Testes Físicos * Obtido por arraste a vapor das partes aéreas Rosmarinus officinalis L. Incolor a amarelo pálido, com odor característico. Densidade relativa: 0,895 a 0,920. Índice de refração: 1,464 a 1,473. Rotação ótica: - 5,0 a +8,0 * British Pharmacopoeia 2009
9 n Óleo de Alecrim: Testes Químicos * CCD: n Eluente: acetato de etila e tolueno (5:95 V/V) n Padrão: Borneol, acetato de Bornila e cineol n Revelador : Solução de Vanilina R * British Pharmacopoeia 2009 CG: n Soluções de referencia: Alfa pineno canfeno cineol borneol acetato de bornila verbenona e canfora(em Hexano R). Percentuais: 18 a 26 de Alfa pineno 8 a 12 canfeno 16 a 25 de cineol 2 a 4,5 de borneol 0,5 a 2,5 de acetato de bornila 0,7 a 2,5 de verbenona e 13 a 21 de canfora. n Obs.: existem quimiotipos diferentes de alecrim onde os majoritarios pode ser: canfora, verbenona e cineol.
10 Exemplo Prático: n Iremos avaliar duas amostras de óleo de eucalipto, ofertadas a uma tradicional empresa de produtos para limpeza, estão com preço substancialmente diferentes. n Ressaltamos que estes óleos são destinados ao mercado de domisanitários.
11 Referência dos Dados: Especificações recomendadas pela international Standard Organization (ISO) para óleos ricos em citronelal e os óleos ricos em cineol ISO
12 Dados: Densidade relativa(20ºc): 0,858 0,877 Índice de refração (20ºC): 1,4500 1,4590 Rotação óptica (20ºC): -2 a +4 Solubilidade em etanol 80% v/v (20ºC): 1 vol. em 2 Vol. Total de aldeído (1-8 cineol): Mínimo de 70%
13 Resultados: testes físicos n Amostra natural 7000 n D: 0,8649 n IR: 1,4498* n RO: - 1,0 n S. EtOH: 1:1 n R. Evap.: nenhum n Amostra aprovada n Amostra Tipo 1 n D: 0,8677 n IR:1,4540 n RO: -1,0 n S. EtOH: 1:1 n R. Evap.: nenhum n Amostra aprovada
14 Resultados: cálculos da CG Tipo 1 tempo área % área relativa 1º pico 7,789 min ,35 86,43% 2º pico 7,828 min ,92 2,08% 3º pico 7,959 min ,50 4,17% 4º pico 8,796 min ,83 7,33% Tipo 7000 tempo área % área relativa 1º pico 6,215 min ,45 2,27% 2º pico 7,807 min ,52 76,72% 3º pico 7,844 min ,58 3,41% 4º pico 7,971min ,27 3,39% 5º pico 8,816 min ,60 12,38% 6º pico 10,405 min ,56 1,83%
15 Resultados: cromatografia gasosa n Amostra natural 7000 n Amostra Tipo 1 n Teor calculado: 76,7% n Teor calculado: 86,4% O pico majoritário foi identificado por coinjeção, sendo do constituinte principal do óleo de Eucalipto: 1,8 cineol.
16 Conclusão: n As analises físicas indicaram um similaridade nos óleos. n As analises cromatográfica indicaram uma diferença de teor do principal componente. n O óleo natural 7000 tem 9,7% menos 1,8 cineol que o Tipo 1.
17 Conclusão: n óleo 7000 ( 76,7%) ao custo de R$ 18,00 n óleo tipo 1 (86,4%) ao custo de R$ 22,00. n Mas sempre observando se a qualidade se manterá.
18 Conclusão: n Os testes de Densidade Relativa e o Índice de Refração tiveram valores mais baixo na amostra 7000, que é um indicativo sobre o teor do componente principal. n Obs.: no caso de uma adulteração com óleo mineral ou mesmo óleo de soja devemos proceder o teste de resíduo de evaporação, pois estes óleos são fixos e deixaram resíduo.
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