CONTROLE DE NEMATÓIDES CONTROLE QUÍMICO NORMALMENTE É ANTIECONÔMICO

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1 CONTROLE DE NEMATÓIDES CONTROLE QUÍMICO NORMALMENTE É ANTIECONÔMICO DEVE-SE LANÇAR MÃO DE OUTRAS ESTRATÉGIAS

2 ESTRATÉGIAS POSSÍVEIS: 1. EVITAR A DISSEMINAÇÃO

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4 2. CONTROLE MECÂNICO CORTE DE RAÍZES E DESCORTICAMENTO DO RIZOMA PARA CONTROLE DE Radopholus similis DEVE SER ASSOCIADO COM IMERSÃO EM: ÁGUA QUENTE - 55 C por 20 minutos CALDA NEMATICIDA HIPOCLORITO DE SÓDIO - 1% por 5 minutos

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8 Fig. 1. Tipos de mudas: micropropagada (a); tipo chifrão (b); tipo chifre (c); tipo chifrinho (d); rizoma de planta adulta (e); rizoma com filho aderido (f); pedaço de rizoma (g); e muda tipo guarda-chuva (h). Foto: Janay Almeida dos Santos-Serejo/Marcelo Bezerra Lima

9 Mudas escalpeladas tipos chifrinho, chifre, chifrão,alta e pau de lenha, da direita para a esquerda. Prof. Dr. Raul S. Moreira

10 Rizoma escalpelado. Prof. Dr. Raul S. Moreira

11 Rizoma banhado no hipoclorito de sódio a 1%. Prof. Dr. Raul S. Moreira

12 3. USO DO CALOR 3.1. Tratamento de material vegetal com água quente PARA CONTROLE DE Radopholus similis,depois DO CORTE DAS RAÍZES E DESCORTICAMENTO DO RIZOMA DE BANANEIRA IMERSÃO EM ÁGUA QUENTE: 55 C por 20 minutos

13 3.2. Tratamento de solo com vapor de água Solo para vasos a) autoclave b) Projeto Embrapa Hortaliças Ver trabalho.pdf

14 SILVA, J.B. et al. Sistema para desinfestar substratos para produção de mudas, utilizando-se vapor de água. Brasília: Embrapa Hortaliças, 1998, 5p. (Comunicado Técnico, 7). Depósito cilíndrico, para 2000 litros de substrato Caldeira de pequeno porte para fornecer o vapor Vapor injetado no centro do fundo do depósito Vapor passa por uma camada de brita grossa coberta por uma tela metálica Aplicação do vapor por 4 horas

15 2,4 m Voume total: 1660 l 1,2 m 2,6 m

16 Tratamento de áreas de plantio CANTEIROS USO DE CALDEIRAS MÓVEIS PARA PRODUÇÃO DO CALOR ÁREAS COBERTAS COM PLÁSTICO OU USO DE CANOS PERFURADOS DENTRO DO CANTEIRO DESINFESTAÇÃO ATÉ 30 OU 40 CM DE PROFUNDIDADE

17 Embrapa Meio Ambiente - Jaguariuna

18 Embrapa Meio Ambiente - Jaguariuna

19 Embrapa Meio Ambiente - Jaguariuna

20 3.3. Tratamento de solo para vasos com calor Circular 04

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24 Caixa de madeira - 1 x 1,5 m, com seis tubos metálicos e cobertura de plástico transparente. Madeira de boa qualidade, envernizada ou pintada com tinta a óleo No fundo da caixa colocar uma chapa de ferro galvanizado ou alumínio

25 Tubos com 15 cm de diâmetro de ferro galvanizado ou de alumínio; pintados com tinta preta fosca pelo lado de fora. Capacidade para 120 litros de substrato. Recomendação: manter por 1 ou 2 dias de radiação plena.

26 Núcleo de Produção de Mudas da CATI em São Bento do Sapucaí-SP

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29 Solarização do solo em sacos plásticos para o controle dos nematóides das galhas, Meloidogyne incognita e M. javanica. Santos et al. (2006)

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31 60 51,6 50 Temperatura C ,4 Preto 10 Transparente 0 10:30 11:30 12:30 13:30 14:30 15:30 16:30 17:30 Horas Temperaturas médias do solo dentro dos sacos plásticos pretos e transparentes, observadas durante o período de solarização. Adaptado de Santos et al. (2006).

32 3.4. Desinfestação de água com calor

33 3.5. SOLARIZAÇÃO TRATAMENTO DO SOLO PELO CALOR SOLAR SOLO COBERTO COM PLÁSTICO TRANSPARENTE SOLO SOFRE UMA PASTEURIZAÇÃO FITONEMATÓIDES SÃO MENOS RESISTENTES AO CALOR DO QUE A MAIORIA DOS MICROORGANISMOS SAPROFÍTICOS E ANTAGONISTAS COBERTURA POR NO MÍNIMO 4 SEMANAS ELIMINAÇÃO DE PATÓGENOS, ERVAS DANINHAS E FITONEMATÓIDES

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41 Phyto Soil Soil 2

42 MESMO QUE NAS CAMADAS MAIS PROFUNDAS (ABAIXO DE 20 CM) A TEMPERATURA NÃO SEJA LETAL, HAVERÁ UM ENFRAQUECIMENTO DOS NEMATÓIDES. ELES FICARÃO MAIS VULNERÁVEIS À AÇÃO DOS INIMIGOS NATURAIS, QUE TAMBÉM TÊM SUA ATIVIDADE AUMENTADA PELO AQUECIMENTO DO SOLO.

43 Giovani de Oliveira Arieira (2013)

44 A instrução Normativa Conjunta n 1, de 10/09/02, DOU de 11/09/02, determinou cronograma final para os usos de brometo de metila de acordo com as culturas ou outros usos nas datas abaixo relacionadas: - Fumo: 31/12/ Sementeiras de hortaliças, flores e formicida: 31/12/ Tratamentos quarentenário e fitossanitário para fins de importação e exportação, para culturas citadas na monografia e tratamentos quarentenário e fitossanitário de embalagens de madeira usadas para fins de importação e exportação: 31/12/2015

45 Instrução Normativa Conjunta IBAMA/ANVISA/SDA Nº 2 DE 14/12/2015 Publicado no DO em 21 dez 2015 Autoriza o uso de brometo de metila no Brasil exclusivamente em tratamento fitossanitário com fins quarentenários nas operações de importação e de exportação.

46 4. MÉTODOS CULTURAIS 4.1. ALQUEIVE * Manutenção do solo sem plantas * Duração: normalmente de 2 a 4 meses Ação: matar os nemas por falta de alimento

47 Como? uso de herbicidas - arações e gradagens sucessivas

48 É um método eficiente mas que apresenta uma Grande desvantagem: Por deixar o solo descoberto ou revolver o solo com freqüência no caso do uso de máquinas, favorece MUITO a erosão.

49 ALQUEIVE ÚMIDO Meloidogyne javanica em quiabeiro (Dutra & Campos, 2003) Tratamentos: Solo revolvido e irrigado (RI) Solo revolvido sem irrigação (R) Solo não revolvido e irrigado (I) Solo não revolvido e não irrigado (T) Solo revolvido a 20 cm de profundidade Irrigação logo após o revolvimento 14 dias após, foi feito o transplante de mudas de quiabeiro 45 dias após o transplante foi avaliada a infestação nas plantas

50 Número de J2 e de massa de ovos J2/100ml Massa de ovos/pl T I R RI TRATAMENTOS Número de juvenis (J2) de Meloidogyne javanica por 100ml de solo e número de massas de ovos por planta de quiabeiro, 45 dias após o transplante das mudas. Adaptado de Dutra & Campos (2003).

51 4.2. DESTRUIÇÃO DE PLANTAS ATACADAS EXEMPLOS: Restos culturais de culturas anuais Plantas perenes muito atacadas Mudas infestadas

52 4.3. CONTROLE CULTURAL ROTAÇÃO DE CULTURAS: UTILIZAR CULTURAS NÃO HOSPEDEIRAS DA ESPÉCIE ENCONTRADA OU UMA VARIEDADE RESISTENTE A ELA É A PRINCIPAL ESTRATÉGIA

53 QUAIS SÃO AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS PARA O ESTABELECIMENTO DE UMA ROTAÇÃO DE CULTURAS??

54 Principais problemas: Meloidogyne incognita: só não ataca amendoim, morango, pinus, eucalipto, citros Pratylenchus brachyurus que ataca todas as culturas

55 TOMATEIRO É UMA PLANTA MUITO SUSCETÍVEL A NEMATÓIDES, USADA COMO PLANTA INDICADORA DE INFESTAÇÃO. MAS EXISTEM VARIEDADES RESISTENTES: Nemadoro, Viradoro, Majestade, Hector

56 CROTALARIA USO DE CULTURAS ANTAGÔNICAS

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61 MUCUNA PRETA

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63 Tagetes spp. cravo de defunto

64 Modo de ação Tagetes: presença de substâncias nematicidas nas raízes Crotalaria e mucunas: 1. São péssimas hospedeiras. J2 de nematoides sedentários penetram no cilindro central, mas não conseguem completar o ciclo. Morrem dentro das raízes. 2. presença de substâncias nematicidas nas raízes podem matar nemas sedentários e migradores

65 Crotalaria spp. São muitas espécies. C. juncea é suscetível a Meloidogyne incognita. A melhor é Crotalaria spectabilis que pode ser recomendada para controle de Meloidogyne e Pratylenchus na quantidade mínima de 20 Kg de sementes/ha

66 Densidade de plantas de Crotalaria spectabilis para controle de nematoides. Foto: Jaime Maia dos Santos

67 Densidade de raízes de Crotalaria spectabilis para controle de nematoides. Foto: Jaime Maia dos Santos

68 Mucunas (vários tipos) Todas são eficientes contra Meloidogyne. Mucuna preta além disso incorpora grande quantidade de matéria orgânica no solo melhorando suas características físicas e químicas

69 MUCUNA PRETA Adaptado de Carvalho, t/alqueire de massa verde fornece ao solo: 283 kg de N 61 kg de P 205 kg de K 128 kg de Ca 31 kg de Mg

70 Produção de algodão em rotação com soja, amendoim ou mucuna preta. Fonte: IAC Adaptado de Carvalho, 1992 ROTAÇÃO Produção de algodão (arrobas/alqueire) Algodão contínuo 154,0 Soja/algodão 204,0 Amendoim/algodão 249,0 Mucuna preta/algodão 347,2

71 Restrição: Mucuna preta é hospedeira de Pratylenchus spp. (nemas crescem e afetam o desenvolvimento da planta)

72 FEIJÃO GUANDU TAMBÉM É REFERIDO COMO CULTURA ANTAGÔNICA A Meloidogyne spp. Heterodera glycines Pratylenchus brachyurus (IAPAR 43) Depende da linhagem/variedade

73 MILHETO ALGUMAS VARIEDADES NÃO HOSPEDAM NEMATÓIDES ADR 300 e ADRg 9050

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76 Recomendação de plantio Época de semeadura ADR 300 Safrinha: Fevereiro a Março. Primavera (produção de palhada): Agosto a Outubro. Semeadura à lanço Incorporado com niveladora: consumo 12 a 15 Kg/ha da semente (Peneira 1). Incorporado com correntão: consumo 15 a 20 Kg/ha da semente (Peneira 1). Sobressemeadura em soja Consumo 25 a 30 Kg/ha de semente (Peneira 1). Quando a soja tiver mudando de verde intenso para verde claro ou aproximadamente 25 a 30 dias antes da colheita. Observar o regime da chuva de cada região. Não recomendamos sobressemeadura em áreas infestadas com ervas daninhas.

77 Tabela 01. Reação de Genótipos de Brachiaria e Stylosanthes a P. brachyurus. GENÓTIPO FATOR DE REPRODUÇÃO ENSAIO 01 ENSAIO 02 Brachiaria brizantha cv. Piatã 1,3 1,8 B. brizantha cv. Marandú 0,8 1,2 B. decumbens cv. Basilisk 0,4 0,9 B. ruziziensis cv. Ruziziensis 0,9 1,3 Stylosanthes cv. Capitata 0,1 0,2 Stylosanthes cv. Macrocephala 0,0 0,1 BRSMT Pintado 13,2 15,9 ¹ Média de sete repetições; ² FR(Fator de reprodução) população final/população inicial CONTROLE DE Pratylenchus brachyurus EM ESQUEMA DE ROTAÇÃO/SUCESSÃO COM BRAQUIÁRIA E ESTILOSANTES Santos et al (2011)

78 ADIÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA: INCORPORAÇÃO DE RESTOS VEGETAIS OU OUTROS MATERIAIS COMO ESTERCOS, TORTAS VEGETAIS, SABUGO DE MILHO, COMPOSTAGEM, ETC... FAVORECE O DESENVOLVIMENTO DE INIMIGOS NATURAIS SUA DECOMPOSIÇÃO LIBERA SUBSTÂNCIAS NEMATICIDAS

79 MELHORA A ESTRUTURA DO SOLO, AUMENTANDO A SUA CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA PARA FORNECIMENTO ÀS PLANTAS FORNECE NUTRIENTES PARA A PLANTA.

80 SOLO MELHOR ESTRUTURADO, COM MAIS ÁGUA E MAIS NUTRIENTES FAVORECE O DESENVOLVIMENTO RADICULAR DAS PLANTAS, PROPORCIONANDO MAIOR CONDIÇÃO DE SOBREVIVÊNCIA AO ATAQUE DOS NEMATÓIDES

81 4.4. CONTROLE BIOLÓGICO INIMIGOS NATURAIS SÃO FUNDAMENTAIS PARA O CONTROLE DE NEMATÓIDES SÃO ELES: BACTÉRIAS, FUNGOS, NEMATÓIDES PREDADORES, ÁCAROS PRINCIPALMENTE OS FUNGOS

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87 Coquetel de fungos: Predadores: Arthrobotrys musiformis Arthrobotrys oligospora Dactylella leptospora Parasitos de ovos: Paecilomyces lilacinus Monacrosporium robustum

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106 SERENADE Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº COMPOSIÇÃO: Bacillus subtilis linhagem QST 713 (mínimo de 1 x 109 UFC/g de ativo)...13,68 g/l (1,37% m/v) Outros Ingredientes ,22 g/l (100,72% m/v) CONTEÚDO: 1L; 4L; 5L; 10L; 20L; 200L. CLASSE: Fungicida bactericida biológico TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): Bayer S.A. Rua Domingos Jorge, CEP: São Paulo/SP CNPJ: / Registrada na Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 663 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

107 NEMAT Nematicida Microbiológico O Nemat é um Nematicida Microbiológico formulado a partir do fungo Paecilomyces lilacinus Pae 10, registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, para o controle do nematóide-das-galhas (Meloidogyne sp.). O Paecilomyces é um fungo que pode ser encontrado naturalmente em diversos tipos de solo. Ele se caracteriza por afetar diretamente a capacidade reprodutiva dos nematóides, seja parasitando os ovos, onde ele penetra e destrói o embrião, ou atacando as fêmeas sedentárias, que são colonizadas e mortas.

108 4.5. USO DE VARIEDADES RESISTENTES Para muitas culturas existem variedades resistentes. No momento de decidir o que plantar é importante procurar informações sobre a resistência a pragas e doenças

109 4.6. CONTROLE QUÍMICO CONTROLE QUÍMICO NORMALMENTE É ANTIECONÔMICO MAS PODE SER EFICIENTE

110 Nematicidas normalmente são produtos granulados sistêmicos para aplicação: 1.no sulco de plantio para culturas anuais;

111 2. Para culturas perenes: na cova de plantio ou ao lado da saia da planta em culturas já instaladas; 3. em canteiros para desinfecção.

112 ATUALMENTE TAMBÉM NEMATICIDAS PARA TRATAMENTO DE SEMENTES

113 Em função do custo, o uso de um nematicida é a última opção. Fundamental: ROTAÇÃO DE CULTURAS e mais: Uso de culturas antagônicas Uso de variedades resistentes Adição de matéria orgânica

114 PLANTIO DIRETO X PLANTIO CONVENCIONAL OCORRE INFESTAÇÃO DE NEMATÓIDES EM ÁREAS COM PLANTIO DIRETO?

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116 MANEJO DE Heterodera glycines em soja DEVE INCLUIR: * ROTAÇÃO DE CULTURAS * CULTIVARES RESISTENTES * MANEJO DE SOLO 1. ROTAÇÃO COM CULTURAS NÃO HOSPEDEIRAS: MILHO, GIRASSOL, ALGODÃO, PASTAGEM, ARROZ, MAMONA, CANA-DE-AÇUCAR. 1 OU 2 ANOS DE ROTAÇÃO

117 2. ROTAÇÃO COM VARIEDADES RESISTENTES DEVEM ENTRAR COMO UM ÍTEM EM UM ESQUEMA DE ROTAÇÃO COM PLANTAS NÃO HOSPEDEIRAS Fonte: EMBRAPA; FUNDAÇÃO MATO GROSSO

118 3. MANEJO DO SOLO * NÍVEIS MAIS ALTOS DE MATÉRIA ORGÂNICA * SATURAÇÃO DE BASES DENTRO DO RECOMENDADO PARA A REGIÃO ph elevado fragiliza a planta e favorece o nematóide * PARCELAMENTO DE POTÁSSIO EM SOLOS ARENOSOS * ADUBAÇÃO EQUILIBRADA * SUPLEMENTAÇÃO DE MICRONUTRIENTES * AUSÊNCIA DE CAMADAS COMPACTADAS

119 NEMATÓIDES DE CANA DE AÇÚCAR ESPÉCIES E SINTOMAS 1. M. incognita causadores de galhas 2. M. javanica causadores de galhas 3. P. zeae - ruptura da epiderme da raiz, numerosos ferimentos, apodrecimento do córtex 4. P. brachyurus - idem

120 OCORRÊNCIA Maior incidência dos nemas é em solo arenoso, principalmente para Meloidogyne spp. PREJUÍZOS *15 a 40 t/ha no primeiro corte. Em porcentagem: 30 t para uma produção de 120t (25%)

121 MANEJO DE NEMAS EM CANA DE AÇÚCAR * Na reforma do canavial colher e já preparar o solo; não deixar restos de cultura na área * Cultivo de amendoim na reforma do canavial quando houver infestação de M. incognita ou M. javanica.

122 * Variedades: existem materiais moderadamente resistentes ou tolerantes que possibilitam populações e perdas menores

123 * Adição de matéria orgânica: # torta de filtro (resíduo filtrado que sobra da produção do açúcar e álcool) # compostagem

124 Uso de nematicidas no plantio Counter, Furadan: são similares.

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