EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES DE ALGODÃO COM ABAMECTINA NA PENETRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INICIAL DE Meloidogyne incógnita 1
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- Luiz Miranda Madureira
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1 EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES DE ALGODÃO COM ABAMECTINA NA PENETRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INICIAL DE Meloidogyne incógnita 1 Rosana Bessi (ESALQ/USP / [email protected]), Fernando R. Sujimoto (ESALQ/USP), Rosangela A. Silva (ESALQ/USP / UNIVAG), Mario M. Inomoto (ESALQ/USP) RESUMO O nematóide Meloidogyne incognita causa elevadas perdas na cultura do algodão e o plantio de sementes tratadas com nematicida pode garantir o estabelecimento da cultura em solos infestados. Com o objetivo de avaliar o efeito do nematicida abamectina (Avicta 500 FS) na penetração e desenvolvimento inicial de M. incognita, estabeleceu-se este experimento comparando-se sementes tratadas e não tratadas de algodoeiro cv. Fibermax 966. Procedeu-se à contagem dos indivíduos dentro das raízes aos 3, 9 e 15 dias após a germinação em substrato infestado pelo nematóide. Para avaliação dos sintomas e reprodução do nematóide, foi feita a contagem do número de galhas e massas de ovos nas raízes aos 27 dias e a extração e contagem de ovos e juvenis das raízes aos 50 dias após a emergência. Em todas as datas o tratamento das sementes com abamectina diminuiu a penetração dos juvenis de M. incognita. A reprodução do nematóide foi menor nas plantas tratadas, com a menor formação de massas de ovos aos 27 dias e menor fator de reprodução aos 50 dias. Concluiu-se que o tratamento de sementes com abamectina pode se tornar uma valiosa ferramenta dentro do manejo de M. incognita na cultura do algodão. Palavras-chave: nematóide das galhas, abamectina, Gossypium hirsutum, manejo. INTRODUÇÃO O nematóide das galhas Meloidogyne incognita causa elevadas perdas na cultura do algodão e seu manejo tem sido feito por meio da aplicação de nematicidas granulados no sulco de plantio e rotação com plantas não hospedeiras (ASMUS, 2004; SUASSUNA et al., 2006). Nos estados de Goiás e Bahia, tais técnicas não têm garantido a recuperação das produtividades anteriores à ocorrência do nematóide das galhas. Portanto, é altamente desejável o desenvolvimento de outras técnicas, que venham a se somar ao manejo tradicional. Uma delas seria o uso de sementes tratadas com produtos nematicidas, que poderia garantir o estabelecimento inicial da cultura em solos infestados. Embora tal técnica tenha sido utilizada com pouco sucesso há cerca de trinta anos, o aparecimento de novos produtos e tecnologias justifica a retomada dos estudos sobre o assunto. Tendo como pano de fundo esse quadro e com o objetivo de avaliar o efeito do nematicida abamectina na penetração e desenvolvimento inicial de M. incognita, estabeleceu-se experimento comparando-se sementes tratadas e não tratadas de algodoeiro cv. Fibermax 966. MATERIAL E MÉTODOS 1 Trabalho financiado pela Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
2 O inóculo de M. incognita foi obtido de raízes de tomateiro mantidas em casa de vegetação e infectadas. A população do nematóide originou-se de raízes de algodoeiro coletadas no município de Campo Verde, estado do Mato Grosso. Para obtenção do inóculo, as raízes foram processadas com liquidificador em hipoclorito de sódio 0,5% e peneiras (malhas 60 e 500), resultando em suspensão aquosa contendo ovos e juvenis do nematóide. O substrato, previamente desinfestado por calor úmido, foi colocado em copos plásticos de 180 cm 3 de capacidade e infestado pela pipetagem de volume (1,25 ml) contendo ovos + juvenis de M. incognita, em orifício de 2 cm de profundidade feito no centro do copo. A superfície foi coberta pelo mesmo substrato e os copos mantidos em local sombreado durante três dias, com o objetivo de permitir a eclosão dos juvenis do nematóide. Após esse período, sementes de algodão tratadas com abamectina (Avicta 500 FS) e não tratadas, ambas fornecidas pela Syngenta Proteção de Cultivos Ltda., foram semeadas na proporção de uma por copo. A germinação ocorreu 3 dias após a semeadura e as avaliações foram realizadas aos 3, 9, 15, 27 e 50 dias após a emergência das plântulas. Em cada data experimental, 16 plântulas (oito de sementes tratadas e oito de sementes não tratadas) foram retiradas dos copos e o substrato eliminado por meio de água corrente. Procedeu-se à contagem dos indivíduos dentro das raízes em três datas: 3, 9 e 15 dias após a germinação. As raízes das plântulas foram submetidas ao método de hipoclorito-fucsina ácida (DAYKIN e HUSSEY, 1985) para coloração dos nematóides presentes no seu interior. Para avaliação dos sintomas e reprodução do nematóide, foi feita a contagem do número de galhas e massas de ovos nas raízes aos 27 dias após a germinação. Em seguida, as plantas foram transferidas para copos plásticos de 480 cm 3 de capacidade contendo substrato desinfestado. Para cálculo do fator de reprodução aos 50 dias após a germinação, os nematóides foram extraídos das raízes (COOLEN e D HERDE, 1972) e contados sob microscópio óptico, com auxílio de lâmina de contagem de Peters. RESULTADOS E DISCUSSÃO O tratamento das sementes diminuiu a penetração dos juvenis de M. incognita (Figs. 1 e 2) em todas as três datas. Contaram-se nas plantas tratadas em média 0,13; 11,13; 9,63 juvenis aos 3, 9 e 15 dias; e 18,13; 86,13; 88,25 juvenis nas não tratadas. Aos 27 dias (Fig. 3) menos galhas foram formadas nas plantas tratadas (média de 41 nas plantas com abamectina e 140 nas sem abamectina) e, da mesma forma, menos massas de ovos (média de 34 nas plantas tratadas e 136 nas não tratadas), provavelmente em conseqüência direta da menor penetração dos juvenis. O fator de reprodução do nematóide, calculado aos 50 dias após a germinação, foi em média 3,19 para as plantas de sementes tratadas e 43,03 para as não tratadas (Fig. 4). Os resultados de todas as datas de avaliação foram consistentes entre si e demonstraram que o tratamento de sementes contribuiu para a diminuição da penetração dos juvenis de M. incognita nas raízes de algodoeiro (3, 9 e 15 dias), atenuação dos sintomas nas raízes (9 e 27 dias) e menor reprodução do nematóide (50 dias). Como a abamectina não age sistematicamente na planta, é provável que os efeitos benéficos observados sejam decorrentes da ação do produto sobre os juvenis no solo. Se tal hipótese for verdadeira, o efeito da abamectina provavelmente se tornará menor com o decorrer do tempo, à medida que as raízes do algodoeiro cresçam e fiquem distantes do local de deposição da semente. Assim, seria recomendável que o tratamento de semente com abamectina fosse implementado em conjunto com outra medida de manejo que reduzisse a população do nematóide no solo. Portanto, o presente trabalho traz informações que sugerem que abamectina, utilizada no tratamento de sementes, contribui positivamente para o desenvolvimento inicial da planta de algodão,
3 tendo em vista a diminuição do número de galhas e do potencial espoliador do nematóide. Provavelmente, a causa inicial dessa seqüência virtuosa foi a menor penetração dos juvenis de M. incognita nas raízes, decorrente da morte ou inibição da atividade dos juvenis presentes nas proximidades da semente tratada dias 9 dias 15 dias Com abamectina Sem abamectina Figura 1. Número de nematóides nas raízes de algodoeiro. Tratada Não tratada Figura 2. Raízes de algodoeiro aos 9 dias após a germinação.
4 Tratada Não tratada Figura 3. Raízes de algodoeiro aos 27 dias após a germinação. FR Com abamectina Sem abamectina Figura 4. Fator de reprodução (FR) de M. incognita em raízes de algodoeiro aos 50 dias após a germinação. CONCLUSÃO O tratamento de sementes com abamectina pode se tornar uma valiosa ferramenta dentro do manejo de M. incognita na cultura do algodão.
5 CONTRIBUIÇÃO PRÁTICA E CIENTÍFICA DO TRABALHO O trabalho quantifica o efeito inibitório da abamectina (Avicta 500 FS), utilizada em tratamento de sementes, na penetração de juvenis de M. incognita nas raízes de algodoeiro em condições controladas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASMUS, G.L.. Ocorrência de nematóides fitoparasitos em algodoeiro no estado de Mato Grosso do Sul. Nematologia Brasileira, v.28, n.1, p , 2004 COOLEN, W.A.; D HERDE, C.J. A method for the quantitative extraction of nematodes from plant tissue. Ghent: State Nematology and Entomology Research Station, p. DAYKIN, M.E.; HUSSEY, R.S. Staining and histopathological techniques in nematology. In: BARKER, K.R.; CARTER, C.C.; SASSER, J.N. (Ed.) An advanced treatise on Meloidogyne. Raleigh, NC:, North Carolina State University Graphics, p SUASSUNA, N.D.; CHITARRA, L.G.; ASMUS, G.L.; INOMOTO, M.M. Manejo de doenças do algodoeiro. Campina Grande: Embrapa Algodão, p. (Embrapa Algodão. Circular Técnica, 97).
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