23/09/2016 PEÇA 1) DIREITO MATERIAL
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- Tânia Silveira Avelar
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1 PEÇA João e José são pessoas com deficiência física, tendo concluído curso de nível superior. Diante da abertura de vagas para preenchimento de cargos vinculados ao Ministério da Agricultura, postularam a sua inscrição no número que deveria ser reservado, por força de disposição em lei federal, aos deficientes físicos com o grau de deficiência de João e José, o que restou indeferido por ato do próprio Ministro de Estado, aduzindo que a citada lei, apesar de vigente há 2 (dois) anos e com plena eficácia, não se aplicaria àquele concurso, pois não houve previsão no seu edital. Como advogado de João e José, apresentar a peça necessária à defesa de seus interesses. 1) DIREITO MATERIAL CF. Art. 37. VIII a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoal portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão; Lei 8112/90 Art. 5o. 2o. Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras; para tais pessoas serão reservadas até 20%(vinte por cento) das vagas oferecidas no concurso. Decreto 3298/99. Art. 37. Fica assegurado à pessoa portadora de deficiência o direito de se inscrever em concurso público, em igualdade de condições com os demais candidatos, para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que é portador. 1 o O candidato portador de deficiência, em razão da necessária igualdade de condições, concorrerá a todas as vagas, sendo reservado no mínimo o percentual de cinco por cento em face da classificação obtida. 2 o Caso a aplicação do percentual de que trata o parágrafo anterior resulte em número fracionado, este deverá ser elevado até o primeiro número inteiro subseqüente. Lei Art. 2o. Ao Poder Público e seus órgãos cabe assegurar às pessoas portadoras de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à previdência social, ao amparo à infância e à maternidade, e de outros que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu bem-estar pessoal, social e econômico. Parágrafo único. Para o fim estabelecido no caput deste artigo, os órgãos e entidades da administração direta e indireta devem dispensar, no âmbito de sua competência e finalidade, aos assuntos objetos esta Lei, tratamento prioritário e adequado, tendente a viabilizar, sem prejuízo de outras, as seguintes medidas: III - na área da formação profissional e do trabalho: a) o apoio governamental à formação profissional, e a garantia de acesso aos serviços concernentes, inclusive aos cursos regulares voltados à formação profissional; b) o empenho do Poder Público quanto ao surgimento e à manutenção de empregos, inclusive de tempo parcial, destinados às pessoas portadoras de deficiência que não tenham acesso aos empregos comuns; c) a promoção de ações eficazes que propiciem a inserção, nos setores públicos e privado, de pessoas portadoras de deficiência; d) a adoção de legislação específica que discipline a reserva de mercado de trabalho, em favor das pessoas portadoras de deficiência, nas entidades da Administração Pública e do setor privado, e que regulamente a organização de oficinas e congêneres integradas ao mercado de trabalho, e a situação, nelas, das pessoas portadoras de deficiência; 1
2 Decreto no. 3298/99. Art. 3 o Para os efeitos deste Decreto, considera-se: I - deficiência toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o ser humano; II - deficiência permanente aquela que ocorreu ou se estabilizou durante um período de tempo suficiente para não permitir recuperação ou ter probabilidade de que se altere, apesar de novos tratamentos; e III - incapacidade uma redução efetiva e acentuada da capacidade de integração social, com necessidade de equipamentos, adaptações, meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida. Decreto no. 3298/99. Art. 4 o É considerada pessoa portadora de deficiência a que se enquadra nas seguintes categorias: I - deficiência física - alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções; II - deficiência auditiva - perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (db) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500HZ, 1.000HZ, 2.000Hz e 3.000Hz; III - deficiência visual - cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60 o ; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores; IV - deficiência mental funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: a) comunicação; b) cuidado pessoal; c) habilidades sociais; d) utilização da comunidade; d) utilização dos recursos da comunidade; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004) e) saúde e segurança; f) habilidades acadêmicas; g) lazer; e h) trabalho; V - deficiência múltipla associação de duas ou mais deficiências. Decreto no. 3298/99. Art. 38. Não se aplica o disposto no artigo anterior nos casos de provimento de: I - cargo em comissão ou função de confiança, de livre nomeação e exoneração; e II - cargo ou emprego público integrante de carreira que exija aptidão plena do candidato. Art. 39. Os editais de concursos públicos deverão conter: I - o número de vagas existentes, bem como o total correspondente à reserva destinada à pessoa portadora de deficiência; II - as atribuições e tarefas essenciais dos cargos; III - previsão de adaptação das provas, do curso de formação e do estágio probatório, conforme a deficiência do candidato; e IV - exigência de apresentação, pelo candidato portador de deficiência, no ato da inscrição, de laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença - CID, bem como a provável causa da deficiência. 2
3 PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA (Dec. 3298/99. Art. 4o, I ) DIREITO À RESERVA DE VAGAS (CF. Art. 37, VIII e Lei 7853/99. Art. 2o, Par. Único, III, d ) (máximo de 20% do total de vagas - Lei 8112/90 Art. 5o. 2o. ) (mínimo de 5% do total de vagas - Decreto 3298/99. Art º) NÃO ENQUADRAMENTO NAS EXCEÇÕES DO DECRETO no. 3298/99. Art. 38. DESCUMPRIMENTO, PELO EDITAL, DOS TERMOS DO DECRETO 3298/99. Art. 39. NECESSIDADE DE GARANTIR A JOÃO E JOSÉ O DIREITO À RESERVA DE VAGAS II DIREITO PROCESSUAL 1) Qual a AÇÃO cabível? 2) Qual o órgão do Poder Judiciário competente? 3) Quais os requisitos da Petição Inicial da ação? - 3
4 AUTORIDADE COATORA MINISTRO DA AGRICULTURA COMPETÊNCIA CF. Art Compete ao Superior Tribunal de Justiça: I- processar e julgar, originalmente: ( ) b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exércio e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal Lei /2009. Art. 6 o A petição inicial, que deverá preencher os requisitos estabelecidos pela lei processual, será apresentada em 2 (duas) vias com os documentos que instruírem a primeira reproduzidos na segunda e indicará, além da autoridade coatora, a pessoa jurídica que esta integra, à qual se acha vinculada ou da qual exerce atribuições. 1 o No caso em que o documento necessário à prova do alegado se ache em repartição ou estabelecimento público ou em poder de autoridade que se recuse a fornecê-lo por certidão ou de terceiro, o juiz ordenará, preliminarmente, por ofício, a exibição desse documento em original ou em cópia autêntica e marcará, para o cumprimento da ordem, o prazo de 10 (dez) dias. O escrivão extrairá cópias do documento para juntá-las à segunda via da petição. 2 o Se a autoridade que tiver procedido dessa maneira for a própria coatora, a ordem far-se-á no próprio instrumento da notificação. 3 o Considera-se autoridade coatora aquela que tenha praticado o ato impugnado ou da qual emane a ordem para a sua prática. CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Art A petição inicial indicará: I - o juízo a que é dirigida; II - os nomes, os prenomes, o estado civil, a existência de união estável, a profissão, o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, o endereço eletrônico, o domicílio e a residência do autor e do réu; III - o fato e os fundamentos jurídicos do pedido; IV - o pedido com as suas especificações; V - o valor da causa; VI - as provas com que o autor pretende demonstrar a verdade dos fatos alegados; VII - a opção do autor pela realização ou não de audiência de conciliação ou de mediação. 1 o Caso não disponha das informações previstas no inciso II, poderá o autor, na petição inicial, requerer ao juiz diligências necessárias a sua obtenção. 2 o A petição inicial não será indeferida se, a despeito da falta de informações a que se refere o inciso II, for possível a citação do réu. 3 o A petição inicial não será indeferida pelo não atendimento ao disposto no inciso II deste artigo se a obtenção de tais informações tornar impossível ou excessivamente oneroso o acesso à justiça. Art A petição inicial será instruída com os documentos indispensáveis à propositura da ação. 4
5 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA JOÃO (qualificação completa conforme art. 319, II, do CPC) e JOSÉ (qualificação completa conforme art. 319, II, do CPC), por seu advogado ao final assinado, vem à presença de Vossa Excelência para, com base no artigo 5o, LXIX, e Lei 2.016/09, impetrar MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO LIMINAR em face da Autoridade Coatora, Sr.,(qualificação completa) Ministro da Agricultura da República Federativa do Brasil, estabelecido à (endereço), pelos motivos abaixo expostos: I- DOS FATOS 1 (exposição acerca da condição de deficientes físicos dos Impetrantes, enquadrando-se aos termos do Dec. 3298/99. Art. 4o, I remeter a laudo médico anexo, que comprova o quanto alegado). 2) - (Exposição acerca do quanto ocorrido Diante da abertura de vagas para preenchimento de cargos vinculados ao Ministério da Agricultura, postularam a sua inscrição no número que deveria ser reservado, por força de disposição em lei federal, aos deficientes físicos com o grau de deficiência de João e José, o que restou indeferido por ato do próprio Ministro de Estado, aduzindo que a citada lei, apesar de vigente há 2 (dois) anos e com plena eficácia, não se aplicaria àquele concurso, pois não houve previsão no seu edital. (reportar-se ao EDITAL juntado anexo à petição inicial). II- DOS FUNDAMENTOS JURÍDICOS a) Do Direito dos Impetrantes - Do enquadramento dos Impetrantes nos termos dos seguintes dispositivos legais: CF. Art. 37, VIII e Lei 7853/99. Art. 2o, Par. Único, III, d ), levando ao direito de quotas em concurso público em número máximo de 20% do total de vagas - Lei 8112/90 Art. 5o. 2o. e em número mínimo de 5% do total de vagas - Decreto 3298/99. Art º -) - Não enquadramento nas exceções do Decreto no. 3298/99. Art. 38. b) Da ilegalidade praticada pela Autoridade Coatora - Descumprimento, pelo Edital, dos termos do Decreto 3298/99. Art
6 III- DA NECESSIDADE DE LIMINAR a) Da relevância do fundamento do mandado de segurança > Reiterar a afronta a direito líquido e certo dos Impetrantes a) Do periculum in moral (demonstrar que a demora na decisão podera resultar na eficácia da medida pleiteada em razão da iminência da realização das provas do concurso) IV- DO PEDIDO Ante o todo exposto, PLEITEIAM os Impetrantes: A) A concessão de medida liminar determinando à Autoridade Coatora a imediata garantia aos Impetrantes de participarem do concurso público mediante a reserva de vagas a que se referem a CF em seu Art. 37, VIII, a Lei 7853/99 em seu art. 2o, Par. Único, III, d, Lei 8112/90, em seu art. 5o. 2o e Decreto 3298/99, em seuart º. B) A concessão final da SEGURANÇA garantindo aos Impetrantes de participarem do concurso público mediante a reserva de vagas a que se referem a CF em seu Art. 37, VIII, a Lei 7853/99 em seu art. 2o, Par. Único, III, d, Lei 8112/90, em seu art. 5o. 2o e Decreto 3298/99, em seu art º. V- REQUERIMENTOS FINAIS Requerem os Impetrantes a Notificação da Autoridade Coatora e que se dê ciência do feito ao órgão de representação judicial da pessoa jurídica interessada, conforme artigo 7º, I e II da Lei /2009, após a concessão de liminar inaudita altera parte. Procedência/concessão da segurança garantindo aos Impetrantes o direito líquido e certo que lhe fora violado pela Autoridade Coatora. As intimações destinadas ao Advogado dos Impetrantes ( OAB/SP ) deverão ser encaminhadas ao seu escritório sito à Rua. Os Advogados que esta subscrevem declara, para os devidos fins, na forma do artigo 365, IV e parágrafo único, do CPC, que as xerocópias que acompanham a presente são autênticas, conferindo com os respectivos originais. Requer, em sendo necessária, a providência do artigo 6º, 1º, da Lei /2009. Dá-se à presente o valor da causa de R$ 1.000,00 (um mil reais). Termos em que, Pede e espera deferimento. Santos, de de. OAB/SP 6
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