CHEQUE MORADIA FEV
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- Leonor Castilhos Campos
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1 CHEQUE MORADIA FEV
2 CHEQUE MORADIA É o instrumento de operacionalização do Programa CHEQUE MORADIA (Nossa Casa), que permite o aproveitamento do crédito outorgado do ICMS ao fornecedor de mercadoria a ser utilizada em unidade habitacional de beneficiário do Programa. É um programa de caráter eminentemente social, criado pelo Governo do Estado, para possibilitar às famílias, com renda de até três salários mínimos, construir, ampliar e/ou reformar suas casas, ficando a contratação e pagamento da mão-de-obra sob a responsabilidade do beneficiário. A família recebe o crédito, que é entregue em forma de cheques previamente preenchidos. Não precisa pagar nada pelo valor recebido. A única exigência é que o cheque seja usado exclusivamente na compra de material de construção. Inicialmente foi priorizado o atendimento somente aos funcionários públicos estaduais do poder executivo (efetivos e aposentados), residentes na região metropolitana de Belém, posteriormente, foi estendido a todo o Estado, ampliando-se para atendimento dos inativos e atendimentos especiais, às famílias vivendo notadamente em situações de risco ou miséria, e pessoas com deficiência.
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4 L E G I S L A Ç Ã O OBS: A IN.15/2015, FOI ALTERADA PELA IN. 22/15
5 BUSCA DA LEGISLAÇÃO NO SITE DA SEFA
6 BUSCA DA LEGISLAÇÃO NO SITE DA SEFA
7 BUSCA DA LEGISLAÇÃO NO SITE DA SEFA
8 BUSCA DA LEGISLAÇÃO NO SITE DA SEFA
9 Estabelecimentos Habilitados para o Cheque Moradia - Atividade Econômica OBS: ATIVIDADE PRINCIPAL ou SECUNDÁRIA CNAE Código Nacional de Atividade Econômica
10 PAGA O ICMS 0 FLUXO DO CHEQUE MORADIA varejista
11 RESPONSABILIDA DE SEFA ACEITAMOS CHEQUE MORADIA CONTROLE DA UTILIZAÇÃO E DA TRANSFERÊNCIA DO CRÉDITO OUTORGADO CONCEDIDOS AOS FORNECEDORES DO PROGRAMA
12 RESPONSABILIDADE COHAB SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA E ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO DE SUAS OBRAS
13 SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA
14 SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA I - Servidor público; II - Família em situação de risco ou com condições mínimas de habitabilidade ou com vulnerabilidade social; III - Família que possua pessoas com deficiência, nos termos da Lei Federal nº 7.853, de 24 de outubro de 1989; IV - Pessoa com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos; V - Família que passou por situação de sinistro, tais como: incêndio, desabamento, alagamento e outros; VI - Família beneficiada por programa de habitação de interesse social em que o Estado figure como entidade organizadora ou parceira e que haja necessidade de contrapartida de recursos para execução de unidade habitacional.
15 SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA Considera-se, para efeito de enquadramento no Programa: I - condições mínimas de habitabilidade, quando a unidade corre risco de desabamento ou apresenta insalubridade; II - vulnerabilidade social, quando comprovado, mediante laudo técnico, ocorrência de violência contra menores, e/ou mulheres e/ou existência de portadores de patologias degenerativas.
16 SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA ATENDIMENTO PREFERENCIAL No processo de seleção dos beneficiários do Programa, observada a ordem de prioridades abaixo relacionadas, terá atendimento preferencial o candidato que se enquadrar no maior número de critérios: I - Família que possua PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, nos termos da Lei Federal nº 7.853, de 24 de outubro de 1989: a) menor renda per capita dentro de três salários mínimos; b) grau de complexidade da deficiência; c) maior número de membros na família, particularmente, envolvendo pessoa com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos.
17 SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA ATENDIMENTO PREFERENCIAL CONSIDERA-SE PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA - alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções; AUDITIVA - perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (db) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500HZ, 1.000HZ, 2.000Hz e 3.000Hz; VISUAL - cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores;, em interação com diversas barreiras, obstruam sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas, na forma da legislação pertinente.
18 SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA ATENDIMENTO PREFERENCIAL CONSIDERA-SE PESSOA COM DEFICIÊNCIA MENTAL funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: a) comunicação; b) cuidado pessoal; c) habilidades sociais; d) utilização dos recursos da comunidade; e) saúde e segurança; f) habilidades acadêmicas; g) lazer; e h) trabalho; MÚLTIPLA associação de duas ou mais deficiências. ALÉM DAS ANTERIORES MENCIONADAS, CONSIDERA-SE TAMBÉM: A pessoa com transtorno mental incapacitada para atividades laborais, bem como aquela que tem impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, obstruam sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas, na forma da legislação pertinente.
19 SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA ATENDIMENTO PREFERENCIAL No processo de seleção dos beneficiários do Programa, observada a ordem de prioridades abaixo relacionadas, terá atendimento preferencial o candidato que se enquadrar no maior número de critérios: II - Família em situação de risco ou com condições mínimas de habitabilidade ou com vulnerabilidade social; pessoa com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos; família que passou por situação de sinistro, tais como: incêndio, desabamento, alagamento e outros; família beneficiada por programa de habitação de interesse social em que o Estado figure como entidade organizadora ou parceira e que haja necessidade de contrapartida de recursos para execução de unidade habitacional: a) mulher como responsável pela unidade familiar, nos termos da Lei Estadual nº 6.732/2005; b) renda per capita de até R$ 70,00 (setenta reais); c) família contendo pessoa com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos; d) em situação de vulnerabilidade social.
20 SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA SÃO CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA I - possuir renda bruta máxima de três salários mínimos; II - ter família constituída ou ser arrimo de família ou pessoa idosa, com ou sem dependentes; III - não ter sido beneficiado (nem o cônjuge) com casa ou apartamento em qualquer programa de moradia - seja municipal, estadual ou federal, exceto no caso de melhoria e/ou ampliação; IV - residir, junto com a sua família, na cidade onde deseja atendimento pelo Programa; V - ter lote próprio, cedido ou ocupado pacificamente há mais de cinco anos, em caso de construção; VI - ter casa própria, cedida ou ocupada pacificamente, em caso de ampliação ou melhoria; VII - ser maior de 18 (dezoito) anos, solteiro com filhos, casado, separado, divorciado ou viúvo, e/ou arrimo de família; VIII - fornecer a mão-de-obra necessária para construção, reforma, ampliação, melhoria e/ou adaptação da unidade habitacional.
21 AOS BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA É VEDADO: I - utilizar os recursos recebidos para outros fins que não sejam a aquisição de materiais de construção, na forma constante da regulamentação do Programa; II - realizar a troca dos cheques por dinheiro, ainda que parcialmente ou em caráter temporário; III - vender, alienar (transferir para domínio alheio por venda, troca, doação), alugar, emprestar ou ceder a terceiros, a qualquer título, os materiais adquiridos com recursos do Programa ou os próprios cheques.
22 CHEQUE MORADIA ART. 1º É o documento que permite o aproveitamento do crédito outorgado do ICMS ao fornecedor de mercadoria a ser utilizada em unidade habitacional a ele vinculada. O beneficiário deverá no período de validade, definido pela COHAB/PA e constante no CHEQUE MORADIA, adquirir o material, sendo de sua inteira responsabilidade a guarda do talão e respectivas folhas. É vedada a prorrogação ou revalidação do mesmo
23 VALOR DO CRÉDITO OUTORGADO ART. 2º O valor constante do documento corresponde ao valor da mercadoria adquirida pelo beneficiário do Programa CHEQUE MORADIA, cujo pagamento será feito pelo Governo do Estado, ao estabelecimento fornecedor, mediante a utilização de crédito do imposto. O VALOR DA NF SÓ PODERÁ SER IGUAL OU SUPERIOR A SOMATÓRIA DOS CHEQUES. NÃO É PERMITIDO TROCO.
24 EM CASO DE DÚVIDA LIGUE PARA O CALL CENTER SEFA :
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