Iluminação de Praças e Jardins
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- Nina Domingos Pinto
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1 Iluminação de Praças e Jardins Eng. Plinio Godoy AsBAI, CIE-Br Div.. 3 e 4 5 1
2 Iluminação de Praças e Áreas Externas Um ambiente do Pedestre 2
3 Iluminação de Praças Área para Pedestres À partir da segunda metade do século XX Conseqüência da motorização; Separação das áreas de pedestres em relação às vias motorizadas; Áreas motorizadas ocupam grande parte do espaço urbano; Necessidades da reconquista de espaços públicos para os cidadãos; Requalificação de áreas: Atividades Sociais e Culturais, Turísticas Melhoria da qualidade de vida 3
4 Motoristas x Pedestres Diferenças Visão Pedestres Ato da visão implica uma multiplicidade de direções; Grande variedade de pontos de observação são, em parte, determináveis; Motoristas Visão constante enquanto direção; Vínculo definido pela extensão da via; É possível distinguir um campo primário (via) do campo secundário (entornos( entornos). 4
5 Considerações de projeto Áreas não motorizadas devem ser abordada através de uma visão ergonômica da iluminação, no que tange à percepção e finalidade, econômica no que tange à eficiência energética e coerente,, no que tange a poluição visual. 5
6 Qualitativa x Quantitativa Abordagem quantitativa Iluminância e Luminância; Âmbito das Exatas ; Prescrição rigorosa; Visão. Abordagem qualitativa Percepção; Âmbito das Humanas ; Fruto de Interpretação; Sensibilidade; Preparação Cultural; Experiência; Interpretação. 6
7 Quantitativa Reconhecimento Sensação de segurança e proteção: Psicologia Humana Principal fator domínio visível Capacidade de reconhecimento pessoal; Prossêmica Disciplina antropológica que considera o espaço que se interpõem entre os seres humanos como fator primário de comunicação social. 7
8 Quantitativa Prossêmica Distinção de 4 domínios em função da distância de trabalho: Zona Íntima Zona Pessoal Zona de Interação pessoal Zona Pública 3 à 10m (Vizinhança) > 10m (Não vizinhança) Ações evasivas ou defensivas 8
9 Quantitativa Parâmetros Volumétricos Iluminância Semi-cilíndrica Reconhecimento se dá em 3 dimensões; Representação geométrica da presença humana; 9
10 Quantitativa Parâmetros Volumétricos Relação entre Iluminãncia Vertical e Semi-cilíndrica Índice de Modelagem (M.I.) Valores críticos: MI = Ev / Esc (H m =1,5m) MI < 0,8 Muito contraste 0,8 < MI < 1,3 Plasticidade realística MI > 1,3 Pouco contraste 10
11 Qualitativa Percepção e Requalificação Urbana Plaza de los Fueros Estella, España 11
12 Qualitativa Percepção e Requalificação Urbana Place des Terraux Lyon, France 12
13 Qualitativa Percepção e Requalificação Urbana Placa del Mar Barcelona, España 13
14 Qualitativa Percepção e Requalificação Urbana Hassan Laaraj Square Blanc Mesnil, Seine Saint-Denis, France 14
15 Qualitativa Percepção e Requalificação Urbana Percepção e Requalificação Urbana 15
16 Qualitativa Percepção e Requalificação Urbana Le Jardin Chromatique Parc de Gerland, Lyon, France Lighting Design: Laurent Fachard
17 Qualitativa Percepção e Requalificação Urbana Hauptplatz, Graz Au Lighting Design Bartenbach Lichlabor
18 Iluminação de Jardins Percepção e Emoção 18
19 Função Básica: Iluminação de Jardins Disponibilizar uma percepção noturna dos elementos arbóreos e paisagísticos presentes em locais privados, semi- públicos e públicos; Tornar as áreas externas uma extensão das áreas internas, chamando-as as de Salas Externas ; Prover uma iluminação de segurança ou ambiental, com a capacidade de ser adaptável aos momentos diferentes e suas utilizações. Percepção e Emoção 19
20 Projeto Considerações: Layout; Funções; Usos e momentos; Pontos de vista Iluminação de Jardins Percepção e Emoção 20
21 Sistemas Iluminação Direcional Caminhos e Degraus Floodlight Moon Light Segurança Outlining Elementos horizontais Degraus Iluminação de Jardins Percepção e Emoção 21
22 Função da Iluminação Em função das Necessidades Iluminação Ornamental Iluminação Básica Iluminação de Tarefa Iluminação de Acesso Iluminação de Segurança Iluminação de Jardins Percepção e Emoção 22
23 Entradas Obstáculos Iluminação de Jardins Perigo Potencial Mudança de nível Mudança de direção Caminhos perto ou sobre água Áreas abertas como caminhos Áreas de pedestres Áreas específicas Percepção e Emoção CHECK LIST Degraus, rampas, decks não fechados Intersecções de caminhos Portas e acessos Pontes, pedras, borda de piscinas ou bancos Terraços, áreas pavimentadas ou gramadas Àrvores próximas à caminhos, galhos ou caules altos Caminhos Local do perigo Churrasqueiras, equipamentos, playgrounds 23
24 Efeitos de Luz Downlight Uplight Grazing (Textura) Wall Washing Crosslight Spotlight Mirroring Silhueta Floodlighting Moonlighting Iluminação de Jardins Percepção e Emoção 24
25 Iluminação de Jardins Percepção e Emoção Fazenda Santo Ângelo Brotas - SP 25
26 Iluminação de Jardins Percepção e Emoção Fazenda Santo Ângelo Brotas - SP 26
27 Iluminação de Jardins Percepção e Emoção Fazenda Santo Ângelo Brotas - SP 27
28 Iluminação de Jardins Percepção e Emoção Fazenda Santo Ângelo Brotas - SP 28
29 Iluminação de Jardins Percepção e Emoção Fazenda Santo Ângelo Brotas - SP 29
30 Iluminação de Jardins Percepção e Emoção Sede Friboi São Paulo - SP 30
31 Iluminação de Jardins Percepção e Emoção Instituto Mackenzie São Paulo - SP 31
32 Obrigado Bibliografia: IESNA Lighting Handbook Illuminazione di Esterni Gianni Forcolini Ulrico Hoepli Editore S.p.A Garden Lighting John Raine Octopus Publishing Group Limited Plinio Godoy 32
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