Aula 23: IMPERMEABILIZAÇÃO
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- Sofia Angélica Deluca Benke
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1 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Construção Civil PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II Aula 23: Conceituação e Classificação Profs. Fernando H. Sabbatini, Francisco F. Cardoso, Luiz Sergio Franco e Mercia M. B. Barros SISEMAS DE PROEÇÃO DO EDIFÍCIO "Sistemas que englobam os elementos destinados a garantir as funções do edifício ao longo do tempo, frente à ação dos agentes agressivos" SISEMAS DE PROEÇÃO DO EDIFÍCIO De proteção contra a ação da água (impermeabilização) De proteção contra a ação da temperatura e de ruídos (Isolamento térmico e acústico) De proteção contra intrusão De proteção contra incêndio De proteção contra descargas atmosféricas SISEMAS DE Conjunto de produtos e serviços destinados à conferir estanqueidade a partes de uma construção. NBR 9575:2003 1
2 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II ESANQUEIDADE Propriedade de um elemento (ou de um conjunto de componentes) de impedir a penetração ou passagem de fluídos através de si. A sua determinação está associada a uma pressão limite de utilização (a que relaciona-se com as condições de exposição do elemento). NBR 9575:2003 IMPERMEABILIDADE Propriedade de um produto de ser impermeável. A sua determinação está associada a uma pressão limite convencionada em ensaios específicos. IMPERMEÁVEL Produto (material ou componente) impenetrável por fluídos. NBR 9575:2003 Conjunto de operações e técnicas construtivas (serviços) que objetivam proteger as construções contra a ação deletéria de fluídos, vapores e da umidade O produto (conjunto de componentes ou o elemento) resultante destes serviços. Geralmente a impermeabilização é composta de um conjunto de camadas com funções específicas. O PRINCIPAL FLUÍDO AUANE É A ÁGUA, CUJA SOLICIAÇÃO PODE SE DAR DE FORMAS DISINAS: ÁGUA DE PERCOLAÇÃO (EX:CHUVA, LAVAGEM) UMIDADE DE SOLO (ÁGUA CAPILAR) ÁGUA SOB PRESSÃO (UNILAERAL OU BILAERAL) PAREDES, COBERURAS, PISOS FUNDAÇÕES, CORINAS, PISOS SOBRE SOLO PISCINAS E RESERVAÓRIOS NBR 9575:2003 ÁGUA DE CONDENSAÇÃO SUPERFÍCIES EXPOSAS AO VAPOR E AO FRIO 2
3 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II FORMAS DE PROEGER Evitar contato com o elemento Permitir o contato, impedindo a penetração da água Evitar contato com o elemento Detalhes construtivos de fachadas Afastar a água Rebaixamento de lençol freático Uso de barreira dupla SParedes e esquadrias duplas SBlocos vazados Coberturas inclinadas Sistemas para impedir o contato da água Sistemas para impedir o contato da água Paredes duplas Drenos Paredes duplas Drenos 3
4 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II Sistemas para impedir o contato da água Sistemas para impedir o contato da água Membrana polimérica Paredes duplas Drenos Sistemas para impedir o contato da água Drenos: tubo coletor PROEGER DA PENERAÇÃO Projeto específico Empresa especializada 4
5 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II PAPEL DA ENGENHARIA Escolher o sistema mais adequado a cada caso Selecionar os materiais adequados a cada sistema Contratar a empresa fornecedora dos materiais e serviços a partir de uma análise técnica PAPEL DA ENGENHARIA Controlar a execução Identificar e solucionar as interferências com outros subsistemas e serviços UM SISEMA DE GENÉRICO SISEMA DE GENÉRICO BASE: responsabilidade na definição de algumas das exigências do sistema de impermeabilização, em função de: Grau de fissuração Deformabilidade devida a cargas Movimentação térmica 5
6 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II CAMADAS DE UM SISEMA DE CAMADAS DE UM SISEMA DE CAMADA DE REGULARIZAÇÃO: camada com as funções de: regularizar o substrato, proporcionando uma superfície uniforme de apoio adequado à camada impermeável; fornecer à camada impermeável uma certa declividade (MÍNIMO 1%) quando esta for necessária. (NBR 9575) CAMADAS DE UM SISEMA DE CAMADAS DE UM SISEMA DE CAMADA IMPERMEÁVEL Camada com a função de prover uma barreira CONRA A PASSAGEM DE FLUÍDOS. (NBR 9575) 6
7 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II CAMADAS DE UM SISEMA DE CAMADAS DE UM SISEMA DE CAMADA SEPARADORA: camada com a função de evitar a aderência de outros materiais sobre a camada impermeável (NBR 9575) Geralmente: Papel Kraft betumado Lâmina plástica pré-formada CAMADAS DE UM SISEMA DE CAMADAS DE UM SISEMA DE PROEÇÃO MECÂNICA: camada com a função de absorver e dissipar os esforços atuantes por sobre a camada impermeável, de modo a protegê-la contra a ação deletérias destes esforços (NBR 9575). 7
8 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II CAMADAS DE UM SISEMA DE CAMADAS DE UM SISEMA DE DE PROEÇÃO ÉRMICA: Camada com a função de reduzir o gradiente de temperatura atuante sobre a camada impermeável, de modo a protegê-la contra os efeitos danosos da temperatura. PARES DO SISEMA DE PARES DO SISEMA DE CAMADA DE BERÇO : Camada com a função de apoio e proteção da camada impermeável contra agressões provenientes do substrato CAMADA DE AMORECIMENO: Mesma função da camada de proteção mecânica, mas utilizada em conjunto com a camada de berço 8
9 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II CLASSIFICAÇÃO DOS SISEMAS DE CLASSIFICAÇÃO DOS SISEMAS DE RÍGIDOS Baixa capacidade de absorver deformações da base (principalmente deformações concentradas em fissuras e trincas) FLEXÍVEIS Suportam deformações da base com amplitudes variáveis (em função do sistema de impermeabilização), inclusive em fissuras e trincas sem reforços reforçados (com materiais resistentes á tração) RÍGIDOS CONCREO IMPERMEÁVEL Com aditivos impermeabilizantes Sem aditivos ARGAMASSA IMPERMEÁVEL Argamassa com hidrofugantes Argamassas poliméricas (aditivadas com polímeros) CIMENOS POLIMÉRICOS E CRISALIZANES Cimentos impermeabilizantes e polímeros Cimentos impermeabilizantes e líquidos seladores Bloqueadores hidráulicos CLASSIFICAÇÃO DOS SISEMAS DE Nas impermeabilizações RÍGIDAS a camada estanque é aplicada diretamente sobre a base e geralmente sem outras camadas complementares Argamassa polimérica de base acrílica 9
10 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II CLASSIFICAÇÃO DOS SISEMAS DE FLEXÍVEIS MEMBRANAS (moldadas no local) asfálticas poliméricas elastoméricas (ex: neoprene; hypalon) acrílicas MANAS (pré-formadas) asfálticas poliméricas elastoméricas (ex: butílicas; EPDM) plásticas (ex: PVC; PEAD) CLASSIFICAÇÃO DOS SISEMAS DE FLEXÍVEIS MEMBRANAS (moldadas no local) Asfálticas a quente (com asfalto oxidado) a frio (emulsão asfáltica) Solução asfáltica modificada com polímeros (geralmente a frio) Membrana asfáltica (à quente, reforçada) com feltro asfáltico Membrana asfáltica (a frio, reforçada) com véu (de fibra de vidro) 10
11 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II CLASSIFICAÇÃO DOS SISEMAS DE Membrana acrílica com adição de cimento (reforçada com tela de poliester) MAI (membrana acrílica impermeável) FLEXÍVEIS MEMBRANAS (moldadas no local) Acrílicas sem adição de cimento com adição de cimento (MAI) MAI - membrana acrílica impermeável CLASSIFICAÇÃO DOS SISEMAS DE FLEXÍVEIS MANAS (pré-moldadas) Asfálticas 11
12 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II Manta asfáltica (4 mm, com maçarico) CLASSIFICAÇÃO DOS SISEMAS DE FLEXÍVEIS MANAS (pré-moldadas) Poliméricas EPDM (borracha de) PRINCIPAIS APLICAÇÕES FUNDAÇÕES E CORINAS Membranas e mantas asfálticas Membranas poliméricas Impermeabilizações rígidas PRINCIPAIS APLICAÇÕES CAIXAS D ÁGUA E PISCINAS Impermeabilizações rígidas (exceto caixas d água elevadas) Mantas poliméricas Mantas asfálticas (exceto para caixas d água potáveis) 12
13 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II PRINCIPAIS APLICAÇÕES COBERURAS E ÁREAS EXERNAS Mantas e membranas asfálticas Mantas e membranas poliméricas PRINCIPAIS APLICAÇÕES ÁREAS INERNAS DE EDIFÍCIOS Membranas poliméricas e asfálticas Mantas asfálticas Argamassas poliméricas COMO ESCOLHER O SISEMA DE? REQUISIOS E CONDIÇÕES DE EXPOSIÇÃO REQUISIOS E CONDIÇÕES DE EXPOSIÇÃO CARACE- RÍSICAS DOS SISEMAS PRESSÃO HIDROSÁICA FREQÜÊNCIA DA UMIDADE EXPOSIÇÃO AO SOL EXPOSIÇÃO A CARGAS MOVIMENAÇÃO DA BASE FISSURAÇÃO DA BASE EXENSÃO DA APLICAÇÃO COMPLEXIDADE DA SUP. INCLINAÇÃO DA SUP. INERF. COM INSALAÇÕES CUSOS DURABILIDADE ESPESSURA CONFIABILIDADE 13
14 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II CARACERÍSICAS DOS SISEMAS CUSO INICIAL VIDA ÚIL E GARANIAS RESISÊNCIA MECÂNICA RESISÊNCIA À INEMPÉRIES FLEXIBILIDADE (capacidade de absorver deformações) FORMA DE APLICAÇÃO POSSIBILIDADE DE REPARO EXERCÍCIO: CONDIÇÕES DE EXPOSIÇÃO DA No mercado de construção existem vários sistemas de impermeabilização com características bastante distintas. Para a escolha adequada do melhor sistema para cada situação, devemos analisar as condições nas quais estes sistemas poderão ser aplicados, para então escolher o sistema que permitirá atender a estas exigências. EXERCÍCIO: CONDIÇÕES DE EXPOSIÇÃO DA Assim, estabeleça uma classificação e dê notas quantitativas (de 0 a 4) segundo os critérios apresentados na tabela no verso da folha 14 EXEMPLO DE CRIÉRIO 1. Freqüência de ocorrência e pressão de água Acesso de água com baixa freqüência e sem pressão (p. ex.: cozinha, varanda) Acesso de água com freqüência e baixa pressão (p. ex. box do banheiro, cobertura plana) Acesso de água contínuo e alta pressão (estrutura enterrada abaixo do nível do lençol, reservatórios, piscinas) 1 2 3
15 PCC-2436 ecnologia da Construção de Edifícios II Para as seguintes situações Para as seguintes situações 1. Caixa d água, em concreto armado, de edifício residencial enterrada; 2. Piscina de edifício residencial, sobre laje em concreto armado; 3. Cobertura de edifício industrial, no qual funciona uma fábrica de componentes eletrônicos, em estrutura pré-fabricada de concreto protendido com vigas W ; 4. Piso do 3º subsolo de edifício comercial, com lençol freático alto; 5. Laje em balanço das varandas de um edifício de alto padrão no Morumbi; 6. Banheiro de 3 m2 sobre laje, de um edifício em alvenaria estrutural, de padrão médio; Para as seguintes situações Para as seguintes situações 7. Laje mista de cobertura de um edifício habitacional de 6 pavimentos em cidade da região metropolitana de São Paulo; 8. Cozinha de edifício em edifício habitacional de padrão médio, com estrutura convencional (laje de 10 cm); 9. Laje da periferia de edifício habitacional de padrão médio, com acesso a veículos; Floreiras nas varandas de edifício habitacional de alto padrão; 11.Paredes do embasamento de um edifício em alvenaria estrutura de blocos de concreto construído no litoral 12.Cobertura do edifício da Engenharia Civil- Parabolóide e grelha invertida;
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