CONTROLE DA QUALIDADE NO FIO
|
|
|
- Débora de Sá Malheiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CONTROLE DA QUALIDADE NO FIO
2 Principais controles no fio: Título, Torção, Regularidade, Resistência e alongamento, Defeitos pouco freqüentes, Aparência, Atrito.
3 Título do fio tex peso em gramas para 1000 metros de fio. Ne número de meadas com 840 jardas pesando 1 libra
4 Torção Define o sentido (S ou Z) e o número de torções por metro de um fio. S TORCÍMETRO Z
5 A torção Influi diretamente na resistência e maleabilidade do fio e do tecido.
6 Resistência O Dinamômetro determina a resistência e o C.V.%, o alongamento e seu C.V.%.
7 A importância do C.V.% da resistência e alongamento
8 6.5 Picos de carga da trama x tenacidade do fio
9 Regularidade C.V.m%, Pontos finos, Pontos grossos, Neps, Pilosidade. Estas informações tornam possível prever a qualidade do produto final.
10 Os dados fornecidos pelo regularímetro: C. V% Mede o % do coeficiente de variação da massa. P. Finos tem 30 mm de comprimento e massa 50% abaixo da média. -50%
11 P.grossos Tem 30 mm de comprimento e massa 50% acima da média. +50% Neps Pontos com diâmetro 200% (anel) e 280% (open end) acima da média, comprimento médio de 3 mm. +200%
12 Pilosidade - H Sh (-) Índice de pilosidade do fio. Desvio padrão da pilosidade.
13 Diagrama Indica as variações da seção, avalia anomalias raras ou de longo período não detectadas pelo espectrograma, ex: curva senoidal.
14 Espectrograma Indica se as variações são casuais ou periódicas e seu comprimento, é indicado para localizar defeitos de estiragem.
15 Curva variância Avalia o C.V.m% em diversos comprimentos da amostra.
16 Pilosidade do fio A variação entre embalagens causa: Tecido plano - listras no sentido da trama, Na malha - aparência enevoada.
17 A pilosidade também é importante para as condições operacionais nos processos subseqüentes. Fios com alta pilosidade causam perdas de produção, especialmente no que tange a aplicação desses fios em máquinas de alta produção.
18 Pontos fracos Pontos fracos resistência 60% do ideal Defeitos pouco frequentes são pontos fracos. Os pontos grossos tem menos torção e os pontos finos possuem poucas fibras na sua seção transversal. Pontos fracos tem forte correlação com o C.V.% da resistência e alongamento do fio.
19 6.9 Defeitos pouco freqüentes São os defeitos em 100Km de fio, influênciam diretamente na produtividade da preparação e tecelagem, muitas vezes é fácil elimina-los Análise de resultados - Estatística Uster ou padrões internos.
20 0, cm >32cm +400% A4 B4 C4 D4 +250% A3 B3 C3 D3 +150% A2 B2 C2 D2 +100% A1 B1 C1 D1 E +45% F G -30% H1 I1-45% H2 I2-75%
21 Partes grossas: 16 classes, (A, B, C e D), com limites de 0,1cm, 1cm, 2cm, 4cm e 8cm de comprimento; e seção de +100%, +150%, +250% e +400%. Partes grossas e longas: Classe E = comprimento >8cm e secção +100%. Classes F e G = defeitos +45% até +100%. Classe F - 8 a 32cm Classe G >32cm.
22 Partes finas e longas: Classe H1 defeitos de -30% a -45% Classe H2 defeitos de -45% a 75%. Classes H1 e H2 - entre 8 e 32cm Classe I1 defeitos de 30% a 45% Classe I2 - defeitos de 45% a 75%. Classes I1 e I2 - defeitos acima de 32cm
23
24 Coeficiente de atrito 0,13 0,28 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 Gráfico de um fio com a mesma resistência e diferentes coeficientes de atrito.
25 Valores experimentais para paradas de trama PARADAS DO TEAR POR METROS DE FIO 2,0 1,5 1,0 0,5 0 Deficiente Médio Bom Muito bom
26 Valores experimentais para paradas de urdume RUPTURAS POR MILHÃO DE METROS DE FIO 1,6 1,4 1,2 1,0 0,8 0,6 0,4 0,2 0 Cardado Penteado
27 Pilosidade acima de 7,0% pode produzir formação de listras nos tecidos planos de uma só cor. Para a malharia o fio deve apresentar alongamento e elasticidade uniforme.
28 Pontos finos e/ou grossos podem causar paradas, buracos na malha ou até agulhas quebradas. Índice de fricção elevado causa desgaste e rupturas. Em geral a torção deve ser a menor possível e constante, pois influi no toque do tecido.
29 Alto índice de neps e impurezas, causam desgaste de agulhas, buracos nas malhas, baixa produtividade e falhas no tingimento.
30 Alto C.V.% no titulo a curto, médio e longo termos, variação periódica ou não da irregularidade e da pilosidade causam problemas de barramento (anéis) no tecido de malha.
31 O perfil necessário de um fio Exemplo de padrão para um fio 100% algodão : Malha Trama Urdume C.V.% do título <1,8% <2,1% <2,1% Tenacidade cn/tex >13,0 >13,5 >14,0 C.V. % ruptura < 10,0 < 10,0 < 10,0 Alongamento % > 5,0 > 5,0 > 5,5 C.V.% alongamento < 10,0 < 10,0 < 10,0 Torção Alfa tex 3100 a a a 4300 C.V.% torção < 3,00 < 3,00 < 3,00 Irregularidade < 50% < 60% < 60% Defeitos pouco frequentes A4, B4,C4,D4, E, A3, B3, C3, D3, C2, D2, I1, I2 e d1 Coeficiente de atrito 0,15µ
32 Ao determinarmos as características do fio devemos realizar testes para a correta definição dos parâmetros.
33 Filatórios de alta velocidade exigem mais das fibras, afetam negativamente a sua resistência e o seu alongamento. Teares de alta velocidade exigem fio com mais qualidade, menor índice de rupturas. Ao usar fios iguais o tear moderno terá menor eficiência
34
35 É muito importante manter a uniformidade do fio. O consumidor deve definir os índices de qualidade do produto final. É importante estabelecer os requisitos de qualidade em contrato entre os produtores e consumidores os requisitos de qualidade.
Interpretação dos defeitos periódicos nos fios
Interpretação dos defeitos periódicos nos fios Filipe Rodrigues Departamento de Investigação e Análise de Defeitos Introdução A falta de qualidade e a presença de defeitos nos fios podem resultar na perda
O PROBLEMA CAUSADO PELO CAULE DO ALGODÃO PARA A INDÚSTRIA. José Antônio Sestren 1 ; Carlos Alfredo Krutzsch 2
Página 1890 O PROBLEMA CAUSADO PELO CAULE DO ALGODÃO PARA A INDÚSTRIA José Antônio Sestren 1 ; Carlos Alfredo Krutzsch 2 1. (FBET - Fundação Blumenauense de Estudos Têxteis / e-mail: [email protected];
yarnmaster depuração óptica do fio
Masters in Textile textile Quality Control Masters in textile Quality Control yarnmaster facts yarnmaster depuração óptica do fio 045910/006p Avaliação de fios e superfícies Até a presente data, a qualidade
IMPORTÂNCIA DA CLASSIFICAÇÃO INSTRUMENTAL PARA A INDÚSTRIA TEXTIL. Hans Jorg Ruckriem CONSULTOR
IMPORTÂNCIA DA CLASSIFICAÇÃO INSTRUMENTAL PARA A INDÚSTRIA TEXTIL Hans Jorg Ruckriem CONSULTOR [email protected] 55 11 82893952 São Paulo (SP) 17 de setembro 2011 ESCRITÓRIO DE ALGODÃO EM 1873 A
ZINSER 351 2IMPACT FX. NO LOSS OF COMPACT POWER.
ZINSER 351 2IMPACT FX. NO LOSS OF COMPACT POWER. PT No loss of compact power A tecnologia de fiação compacta mais econômica entra na geração seguinte: a nova 2Impact FX com aerodinâmica otimizada e novo
ANÁLISES DAS ESTRUTURAS DA MALHA PRODUZIDA COM FIO DE ALGODÃO COLORIDO RUBI
ANÁLISES DAS ESTRUTURAS DA MALHA PRODUZIDA COM FIO DE ALGODÃO COLORIDO RUBI Coelho, F.L.S.(1) De Melo, M.V.(1); Aquino, M.S.(1); de Lima Filho,N.O.(1); De Andrade, H.D.(2); Araujo D.R.(2); Araujo, D.D.(1);
Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia de Produção
Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia de Produção Proposta de implantação de indicadores através da medição de índices de qualidade de uma indústria de fios Maria
J 26. Máquina de fiação automatizada de jato de ar J 26. Produção de fio rentável com uma máquina flexível
Fiação de jato de ar Máquina de fiação de jato de ar J 26 J 26 Máquina de fiação automatizada de jato de ar J 26 Produção de fio rentável com uma máquina flexível Até 200 unidades de fiar, até seis robôs
ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA DA UTILIZAÇÃO DO PASSADOR NO PROCESSO DE FIAÇÃO 100% ALGODÃO NO SISTEMA OPEN END.
ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA DA UTILIZAÇÃO DO PASSADOR NO PROCESSO DE FIAÇÃO 100% ALGODÃO NO SISTEMA OPEN END. Wallace Nóbrega Lopo¹; Edgar Augusto Lanzer² ¹Professor; UNIFEBE; Brusque/SC; [email protected]
O PASSADOR NO PROCESSO DA FIAÇÃO NO SISTEMA OPEN END, COMO FATOR DE INFLUÊNCIA NA QUALIDADE.
O PASSADOR NO PROCESSO DA FIAÇÃO NO SISTEMA OPEN END, COMO FATOR DE INFLUÊNCIA NA QUALIDADE. Autor 1: Wallace Nóbrega Lopo (SOCIESC): [email protected] Autor 2: Edgar Augusto Lanzer (SOCIESC): [email protected]
ZINSER 451 IMPACT FX. THE NEW FLEXIBILITY IN WORSTED COMPACT SPINNING.
ZINSER 451 IMPACT FX. THE NEW FLEXIBILITY IN WORSTED COMPACT SPINNING. PT The new flexibility in worsted compact spinning. Como se pode tornar a fiação compacta de fios penteados mais flexível ainda? Mais
J 26. Máquina de fiar de jato de ar automática J 26. Produção de fio econômica com uma máquina flexível
Fiação de jato de ar Máquina de fiar de jato de ar J 26 J 26 Máquina de fiar de jato de ar automática J 26 Produção de fio econômica com uma máquina flexível Até 200 unidades de fiar, até seis robôs e
CAUSAS DA PRODUÇÃO DE FIBRAS CURTAS NAS FAZENDAS
CAUSAS DA PRODUÇÃO DE FIBRAS CURTAS NAS FAZENDAS Eleusio Curvelo Freire - Cotton Consultoria Wat sap 83-981555398 O QUE SE CONSIDERA FIBRAS CURTAS E COMO AVALIAR O índice ou conteudo de fibras curtas (SFI
Fiação: redução a finura final (título) com resistência pela aplicação de torção.
História Uma das primeiras atividades industriais Egito deusa Isis inventora das artes têxteis Grego e Romanos Minerva América Incas Mamacolla China Si-Ling-Shi seda Pré História fiação da lã, depois o
EFEITO DAS VARIAÇÕES DO TITULO E DA IRREGULARI DADE NA RESISTÊNCIA DO FIO DE ALGODÃO ( 1 )
EFEITO DAS VARIAÇÕES DO TITULO E DA IRREGULARI DADE NA RESISTÊNCIA DO FIO DE ALGODÃO ( 1 ) JOSÉ FERNANDO LAZZARINI, engenheiro-agrônomo, Seção de Tecno Agronômico logia de Fibras, Instituto SINOPSE As
QUALIDADE DO FIO "OPEN-END" OBTIDO COM MATÉRIAS-PRIMAS PRODUZIDAS POR VARIEDADES PAULISTAS DE ALGODOEIRO E SUAS MISTURAS COM POLIÉSTER (* 2 )
QUALIDADE DO FIO "OPEN-END" OBTIDO COM MATÉRIAS-PRIMAS PRODUZIDAS POR VARIEDADES PAULISTAS DE ALGODOEIRO E SUAS MISTURAS COM POLIÉSTER (* 2 ) JULIO ISAO KONDO (3), NELSON PAULIERI SABINO (3), Seção de
pt O AUTÉNTICO SENSOR P DEPURAÇÃO TRIBOELÉCTRICA
45411006pt O AUTÉNTICO SENSOR P DEPURAÇÃO TRIBOELÉCTRICA O PROBLEMA YARNMASTER DIGITAL ONLINE QUALITY CONTROL Quaisquer contaminações do fio com polipropileno branco ou transparente levam a prejuízos na
Todos os Cursos Nome do curso Tipo de curso Carga horária Descrição
Operador de rama Técnico Técnico em Têxtil Técnico 1340 horas Técnico têxtil Técnico 1340 horas Rama treina você no processo produtivo por meio de máquina Rama usada para a produção de tecidos. Além de
ESTUDO DO COMPORTAMENTO MECÂNICO E MORFOLÓGICO DE FIOS E ESTRUTURAS TÊXTEIS DE META-ARAMIDA
ESTUDO DO COMPORTAMENTO MECÂNICO E MORFOLÓGICO DE FIOS E ESTRUTURAS TÊXTEIS DE META-ARAMIDA P.S.B. Holanda 1 *;F. R. Oliveira 2 ; J.H.O. Nascimento 2 ; Ladchumanaandasivam, R. 2 1 Mestranda (Laboratório
Propriedades mecânicas dos materiais
Propriedades mecânicas dos materiais Ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa propriedade é inerente
Capítulo 3: Propriedades mecânicas dos materiais
Capítulo 3: Propriedades mecânicas dos materiais O ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa propriedade
Lista de Exercícios 05. Comportamento Mecânico dos Materiais - Parte I
1 Lista de Exercícios 5 Comportamento Mecânico dos Materiais - Parte I 1. Considere as curvas tensão de engenharia versus deformação de engenharia para os três materiais (A, B e C) e responda as afirmativas
/ /
Departamento de Tecelagem Análise de Tecido ANALISTA:... Moritz... DATA DE INÍCIO:...24.../...07.../...2002... AMOSTRA N :... 0... DATA DO FIM:...30.../...07.../...2002... I DADOS INICIAIS NOME COMERCIAL:...
Acessório acoplado às extremidades da mangueira para conexão desta.
1 ESPECIFICAÇÃO / SEMPLA/ COBES/ DGSS-3 CÓD.SUPRI: 51.105.001.001. 105.001.001.- ( ) CATMAT / BEC VER TABELA UN. MOVIMENTAÇÃO: UNIDADE MANGUEIRA DE INCÊNDIO ( 1 E 2) - ESPECIFICAÇÃO CONFORME NBR 11861/98
LIÇOS EM AÇO PLANO OLHAIS DAS EXTREMIDADES EM C E J
info W I N F O R M A Ç Ã O T É C N I C A E A V I N G 8 LIÇOS EM AÇO PLANO OLHAIS DAS EXTREMIDADES EM C E J C J Liços eficazes são um detalhe pequeno, mas decisivo, que garante uma maior rentabilidade e
PROLONGAMENTO DA VIDA ÚTIL DOS COMPONENTES DOS TEARES DE MALHA AO USAR FIOS DE MALHA ABRASIVOS
info K I N F O R M A Ç Ã O T É C N I C A N I T T I N G 2 PROLONGAMENTO DA VIDA ÚTIL DOS COMPONENTES DOS TEARES DE MALHA AO USAR FIOS DE MALHA ABRASIVOS Quando na produção de malhas são utilizados fios
Capítulo 55. Fibras sintéticas ou artificiais, descontínuas
Capítulo 55 Fibras sintéticas ou artificiais, descontínuas Nota. 1. Na acepção das posições 55.01 e 55.02, consideram-se cabos de filamentos sintéticos ou artificiais os cabos constituídos por um conjunto
FIBRAS SINTÉTICAS. produção e aplicações
FIBRAS SINTÉTICAS produção e aplicações Definição Entende-se por Fibra Têxtil, todo elemento de origem química ou natural, constituído de macromoléculas lineares, que apresente alta proporção entre seu
Capítulo 55. Fibras sintéticas ou artificiais, descontínuas
Capítulo 55 Fibras sintéticas ou artificiais, descontínuas Nota. 1.- Na acepção das posições 55.01 e 55.02, consideram-se cabos de filamentos sintéticos ou artificiais os cabos constituídos por um conjunto
Relações entre tensões e deformações
9 de agosto de 06 As relações entre tensões e deformações são estabelecidas a partir de ensaios experimentais simples que envolvem apenas uma componente do tensor de tensões. Ensaios complexos com tensões
Cintas tubulares de poliéster em anel para elevação de cargas
1. OBJETIVO NTC 890027 Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para as cintas tubulares em poliéster utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição com
CAPÍTULO 4 PRODUTO. Manual de Normas e Procedimentos Rosa Chá Studio. 4.1 Conhecimento Técnico de Produto Fibras. 4.1.
CAPÍTULO 4 PRODUTO 4.1 Conhecimento Técnico de Produto 4.1.1 Fibras 4.1.2 Malhas 4.1.3 Tecidos planos 4.2 Símbolos: cuidados de conservação 4.3 Descrição Modelagens 2008 Grupo Friedman/Rosa Chá Studio
Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013
Resistência dos Materiais APOSTILA Versão 2013 Prof. Peterson Jaeger Conteúdo 1. Propriedades mecânicas dos materiais 2. Deformação 3. Concentração de tensões de tração 4. Torção 1 A resistência de um
CLASSIFICANDO A QUALIDADE DO ALGODÃO ATRAVÉS DA PREDIÇÃO DA QUALIDADE DO FIO PRODUZIDO UTILIZANDO MINERAÇÃO DE DADOS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ - UECE INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA - IFECT-CE JOSÉ FLORENCIO DE QUEIROZ NETO CLASSIFICANDO A QUALIDADE DO ALGODÃO ATRAVÉS DA PREDIÇÃO DA QUALIDADE
V Congresso Brasileiro de Algoão Sala 10 Classificação do Algodão
V Congresso Brasileiro de Algoão Sala 10 Classificação do Algodão Slide 1 Sistema decomercialização de algodão no mercado internacional Othmar J. Suppiger Uster Technologies Sulamericana Ltda. São Paulo
CET ENERGIAS RENOVÁVEIS ELECTROTECNIA
CET ENERGIAS RENOVÁVEIS ELECTROTECNIA CADERNO DE EXERCÍCIOS 1. Duas cargas pontuais q1 = 30µ C e q2 = 100µ C encontram-se localizadas em P1 (2, 0) m e P2 (0, 2) m. Calcule a força eléctrica que age sobre
Agulhas, fios de sutura e bisturi elétrico: As agulhas são os instrumentos utilizados para conduzir o fio de sutura através dos tecidos.
Agulhas, fios de sutura e bisturi elétrico: As agulhas são os instrumentos utilizados para conduzir o fio de sutura através dos tecidos. São fabricadas em aço carbono e aço inoxidável. As agulhas de sutura
Estabilidade. Marcio Varela
Estabilidade Marcio Varela Esforços internos O objetivo principal deste módulo é estudar os esforços ou efeitos internos de forças que agem sobre um corpo. Os corpos considerados não são supostos perfeitamente
13/10/2009. Introdução Características gerais Etapas do Processo de Fabricação Geometria Vantagens Equipamentos Produtos
1 Introdução Características gerais Etapas do Processo de Fabricação Geometria Vantagens Equipamentos Produtos 2 1 = PUXAMENTO 3 Introdução: A trefilação é uma operação em que a matériaprima é estirada
FUNDAMENTOS DA USINAGEM DA MADEIRA. Teoria de Corte da Madeira
FUNDAMENTOS DA USINAGEM DA MADEIRA Teoria de Corte da Madeira O corte convencional é definido como sendo a ação da ferramenta sobre uma peça de madeira, produzindo cavacos de dimensões variáveis. O cavaco
SMM SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA PROJETO MECÂNICO Ref.: Materials Selection for Materials Design Michael F. Ashby
SMM0333 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA PROJETO MECÂNICO Ref.: Materials Selection for Materials Design Michael F. Ashby Prof. Dr. José Benedito Marcomini (ASM METALS HANDBOOK, VOL.20) 2 3 (ASM METALS HANDBOOK,
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva Introdução ao curso de Física Experimental I Cronograma do curso Método de avaliação Método para confecção dos relatórios Horário de atendimento aos alunos Disponibilização
Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais
Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais 3.1 O ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa
4 Determinação Experimental das Propriedades Estatísticas das Fibras de Carbono
4 Determinação Experimental das Propriedades Estatísticas das Fibras de Carbono As propriedades dos compósitos de fibras de carbono mais importantes a determinar no caso do reforço à flexão e à força cortante
Diagrama Tensão Deformação 0,0000 0,0005 0,0010 0,0015 0,0020 0,0025
. Os dados de um teste tensão-deformação de uma cerâmica são fornecidos na tabela. A curva é linear entre a origem e o primeiro ponto. Construir o diagrama e determinar o módulo de elasticidade e o módulo
Lista 12: Oscilações NOME:
Lista 12: Oscilações NOME: Turma: Prof. : Matrícula: Importante: i. Nas cinco páginas seguintes contém problemas para se resolver e entregar. ii. Ler os enunciados com atenção. iii. Responder a questão
03-04 INTRODUÇÃO / CONHECIMENTOS SOBRE FIAÇÃO PRINCIPAIS MAQUINAS UTILIZADAS NA FIAÇÃO DE FIBRAS CURTAS.
MARCO FUZIWARA 1 ÍNDICE. PÁGINAS 03-04 INTRODUÇÃO / CONHECIMENTOS SOBRE FIAÇÃO. 05-06 PRINCIPAIS MAQUINAS UTILIZADAS NA FIAÇÃO DE FIBRAS CURTAS. 07-12 TITULAÇÃO DE FIOS SINGELOS, SISTEMA DIRETO E INDIRETO.
ZINSER 451. WORSTED SPINNING ANY WAY YOU WANT.
ZINSER 451. WORSTED SPINNING ANY WAY YOU WANT. PT Worsted spinning any way you want As instalações de fiação de fios penteados Zinser da Schlafhorst são consideradas em todo o mundo produtos tecnológicos
CORDAS
www.taskbr.com CORDAS TIPOS DE CONSTRUÇÃO DE CORDAS 1. Torcidas 2. Trançadas* 3. Contínuas 4. Sobrepostas * Tecnologia Kernmanttel predominante nas cordas semi-estáticas. EN 892 EN 1891 EN 1891 EN 1891
Maliber. Maliber. Rieter Rotor System no Brasil
Maliber Maliber Rieter Rotor System no Brasil 2 Rieter. Maliber RESUMO DADOS DO PAÍS Brasil no top ten dos produtores de algodão BRASIL A INDÚSTRIAL TÊXTIL VIRADA PARA O MERCADO INTERNO O Brasil é o quinto
TRATAMENTO TÉRMICO EM MATERIAIS TÊXTEIS COMPOSTOS DE FIBRAS SINTÉTICAS.
TRATAMENTO TÉRMICO EM MATERIAIS TÊXTEIS COMPOSTOS DE FIBRAS SINTÉTICAS. J.B.GIORDANO 1 1 Faculdade de Tecnologia de Americana. Departamento de Têxtil E-mail para contato: [email protected] RESUMO:
info O SISTEMA DE AGULHAS 118 DA GROZ-BECKERT PARA MÁQUINAS DE COSTURA PLANA INFORMAÇÃO TÉCNICA SEWING 4
info INFORMAÇÃO TÉCNICA SEWING 4 O SISTEMA DE AGULHAS DA GROZ-BECKERT PARA MÁQUINAS DE COSTURA PLANA A produção a altas velocidades de costuras de recobrir perpeitas exige a máximo das agulhas. Por conseguinte,
CAPÍTULO 4 PRODUTO. Manual de Normas e Procedimentos Marisol Franchising. 4.1 Conhecimento Técnico de Produto Fibras. 4.1.
CAPÍTULO 4 PRODUTO 4.1 Conhecimento Técnico de Produto 4.1.1 Fibras 4.1.2 Malhas 4.1.3 Tecidos planos 4.1.4 Acabamentos de costura 4.1.5 Bordados 4.1.6 Lavanderia / Tinturaria 4.1.7 Estamparia 4.2 Produtos
FICHA TÉCNICA DO TECIDO ORIENTAÇÃO DE LINHAS E AGULHAS PARA O PROCESSO DE CONFECÇÃO
46.246 Fiori 5208.29.00 CELEBRAR VERÃO 2016/17 Armação Tolerância -1 + 2cm NBR 13484 ABNT NBR 10320:1988 Tolerância +/- 5% 1,50 112 Urdume Trama +0,5% +0,5% 1,50 3,8 2 2 Tecido Algodão. Sua estrutura permite
Qualidade: Caminho para a competitividade
Qualidade: Caminho para a competitividade PRINCIPAIS PROBLEMAS NOS PROCESSOS DE: 1) Produção; 2) Colheita Mecanizada; 3) Beneficiamento; 4) Industrialização; 5) Comercialização e Exportação do Algodão
Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Aços para concreto armado
Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas Aços para concreto armado Notas de aula da disciplina AU414 - Estruturas IV Concreto armado Prof. Msc. Luiz Carlos
POLPA E PAPEL. Propriedades do papel AT105 Prof. Umberto Klock
POLPA E PAPEL Propriedades do papel AT105 Prof. Umberto Klock Propriedades físicas do papel Gramatura A gramatura é a massa do papel expressa em gramas por metro quadrado (g.m -2 ). A medição se realiza,
Weaving. Máquinas para o processo de limpeza
Weaving Máquinas para o processo de limpeza Máquinas da Groz-Beckert para a limpeza de acessórios de tecelagem Além das etapas de inserção, atamento e tecelagem, a Groz-Beckert oferece uma gama abrangente
Knitting. Produtos e serviços para o setor de malharia de urdimento
Knitting Produtos e serviços para o setor de malharia de urdimento A tecnologia de urdimento A Groz-Beckert desenvolve, produz e comercializa agulhas, peças e ferramentas de precisão, bem como sistemas
Arame de aço de baixo teor de carbono, zincado, para gabiões
REPRODUÇÃO LIVRE NBR 8964 JUL 1985 Arame de aço de baixo teor de carbono, zincado, para gabiões Origem: Projeto 01:022.05-004/1985 CB-01 - Comitê Brasileiro de Mineração e Metalurgia CE-01:022.05 - Comissão
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS CONTROLE DE QUALIDADE INDUSTRIAL Aula 03 TENSÃO
CONTROLE DE QUALIDADE INDUSTRIAL Tensão Tensão é ao resultado da ação de cargas externas sobre uma unidade de área da seção analisada na peça, componente mecânico ou estrutural submetido à solicitações
Propriedades Geométricas de um seção Plana e Propriedades Mecânicas dos Materiais
MKT-MDL-05 Versão 00 Propriedades Geométricas de um seção Plana e Propriedades Mecânicas dos Materiais Curso: Bacharelado em Engenharia Civil Turma: 5º Docente: Carla Soraia da Silva Pereira MKT-MDL-05
K 47. Filatório da fiação compacta K 47. Fios totalmente compactados produzidos com alta flexibilidade
Fiação compacta Filatório da fiação compacta K 47 K 47 Filatório da fiação compacta K 47 Fios totalmente compactados produzidos com alta flexibilidade K 47 Economia de energia em até 25% 2 A combinação
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DO PARANÁ FISCALIZAÇÃO DE INDÚSTRIAS TÊXTEIS
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DO PARANÁ FISCALIZAÇÃO DE INDÚSTRIAS TÊXTEIS OUTUBRO DE 2010 CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DO PARANÁ FISCALIZAÇÃO DE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) ENSAIOS MECÂNICOS ENSAIOS DE TRAÇÃO E FLEXÃO
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CENTRO DE ENGENHARIA, MODELAGEM E CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) ENSAIOS MECÂNICOS ENSAIOS DE TRAÇÃO E FLEXÃO 2 1. INTRODUÇÃO Algumas das
18/2013- REITORIA/IFRN
P 20 Caderno de Provas PRODUÇÃO TÊXTIL Edital nº 18/2013- REITORIA/IFRN 26 de janeiro de 2014 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome
O que são os PLÁSTICOS? São polímeros que apresentam
O que são os PLÁSTICOS? São polímeros que apresentam Baixa resistência à tração Baixa resistência à flexão Baixa resistência à compressão O que fazem as FIBRAS? Aumentam a capacidade de carga 1. Na Tração
- 1 - SISTEMAS ESTRUTURAIS SE 1. Fernando de Moraes Mihalik
- 1 - UNIP - Universidade Paulista SISTEMAS ESTRUTURAIS CONCRETO ARMADO SE 1 NOTAS DE AULA - 03 P R O P R I E D A D E S D O S M A T E R I A I S UTILIZADOS NO CONCRETO ARMADO - 2 - NA_03/2009 ESTRUTURAS
LENZING MICRO-MODAL. Recomendações para o acabamento de tecidos e malhas de MICRO-MODAL
LENZING MICRO-MODAL Recomendações para o acabamento de tecidos e malhas de MICRO-MODAL 2 A) Introdução A fibra Micro-Modal da empresa Lenzing é uma fibra regenerada de celulose do tipo High-Wet. A produção
Aço para estruturas de concreto armado e protendido. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira
Aço para estruturas de concreto armado e protendido Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Introdução 2/41 O Brasil é o maior produtor mundial de minério de ferro, mas apenas o oitavo maior produtor de aço. Essa
a) Os três materiais têm módulos de elasticidade idênticos. ( ) Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia PMT 3110
Lista de Exercícios 06 / 2018 Comportamento mecânico dos materiais - Parte I 1. Um pedaço de arame recozido de aço baixo carbono tem 2 mm de diâmetro, limite de escoamento 210 MPa e módulo de elasticidade
MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE AULA 4 E 5 POLIAS E TAMBORES
MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE AULA 4 E 5 POLIAS E TAMBORES PROF.: KAIO DUTRA Polias As polias podem ser fabricadas nos dois tipos: Móveis: Movimentam-se com o movimento da carga, normalmente usada
Tudo Sobre Agulhas. Tudo Sobre Agulhas
Tudo Sobre Agulhas Os sistemas de agulhas podem ser adotados em situações como o uso de tecidos específicos, novo maquinário ou aumento da velocidade da máquina. Um guia sobre agulhas de máquinas de costura.
7. APLICAÇÃO DE MODELOS PARA PREVISAO DA FORÇA DE CONTATO PIG / TUBO E COMPARAÇÃO COM RESULTADOS EXPERIMENTAIS
7. APLICAÇÃO DE MODELOS PARA PREVISAO DA FORÇA DE CONTATO PIG / TUBO E COMPARAÇÃO COM RESULTADOS EXPERIMENTAIS O objetivo principal deste trabalho era fazer uma comparação entre os valores de forças de
Características do fuso de esferas
Torque de acionamento de um terço do parafuso deslizante Com o fuso de esferas, esferas rolam entre o eixo parafuso e a castanha para alcançar uma alta eficiência. O torque de acionamento necessário é
Desenvolvimento de soluções inovadoras para melhorar o desempenho do setor de papel tissue e a eficiência da conversão
Desenvolvimento de soluções inovadoras para melhorar o desempenho do setor de papel tissue e a eficiência da conversão Xuejun Zou, Ph.D. 1º de junho de 2017 Preparado para: Valor mais elevado Tendências
PMR 2202 Projeto 2 - Estampagem
PMR 2202 Projeto 2 - Estampagem Os ensaios de fabricação avaliam características intrínsecas do material em produção. Geralmente processos de conformação mecânica de materiais metálicos exigem o conhecimento
COMPONENTES MECÂNICOS
CABOS DE AÇO Cabos são elementos de transmissão que suportam cargas (força de tração), deslocando-as nas posições horizontal, vertical ou inclinada. Os cabos são muito empregados em equipamentos de transporte
Propriedades Geométricas de um seção Plana e Propriedades Mecânicas dos Materiais
MKT-MDL-05 Versão 00 Propriedades Geométricas de um seção Plana e Propriedades Mecânicas dos Materiais Curso: Bacharelado em Engenharia Civil Turma: 5º Docente: Carla Soraia da Silva Pereira MKT-MDL-05
Curso Técnicas de Têxtil
Seja bem Vindo! Curso Técnicas de Têxtil CursosOnlineSP.com.br Carga horária: 50 hs Conteúdo programático: Introdução Entendendo Como Funciona o Processo Produtivo Têxtil Fio Têxtil: A Tecnologia Envolvida
FÍSICA. A) 2 J B) 6 J C) 8 J D) 10 J E) Zero. A) 6,2x10 6 metros. B) 4,8x10 1 metros. C) 2,4x10 3 metros. D) 2,1x10 9 metros. E) 4,3x10 6 metros.
FÍSICA 16) Numa tempestade, ouve-se o trovão 7,0 segundos após a visualização do relâmpago. Sabendo que a velocidade da luz é de 3,0x10 8 m/s e que a velocidade do som é de 3,4x10 2 m/s, é possível afirmar
R 35. Máquina de Fiar Open End semiautomática R 35. A solução inteligente e económica para fios de melhor qualidade e produtividade mais elevada
R 35 Máquina de Fiar Open End semiautomática R 35 A solução inteligente e económica para fios de melhor qualidade e produtividade mais elevada A R 35 pode ter até 25 % mais posições de fiar. O potencial
CABO OPGW LUX XS mm²
CABO OPGW LUX XS2.088.159-136mm² Tipo de produto Cabo OPGW Construção Tubos de aço inoxidável Fios de aço-alumínio 20% IACS Descrição Cabo óptico OPGW composto por dois tubos de aço inoxidável (com uma
Fiação compacta K 42. Filatório da fiação compacta K 42. Fios totalmente compactados produzidos economicamente
Fiação compacta Filatório da fiação compacta K 42 K 42 Filatório da fiação compacta K 42 Fios totalmente compactados produzidos economicamente Medições comparativas mostram que o canal de aspiração central
O processo básico de filmes tubulares por sopro está ilustrado
VI - EXTRUSÃO DE FILMES TUBULARES VI.1 - Descrição do processo O processo básico de filmes tubulares por sopro está ilustrado na Figura VI.1. Figura VI.1 Ilustração de um processo de filme tubular por
R 36. Máquina de fiação Open End semiautomática R 36. O caminho direto para uma boa qualidade do fio com uma produtividade elevada e operação fácil
Fiação Open End Máquina de fiação Open End R 36 R 36 Máquina de fiação Open End semiautomática R 36 O caminho direto para uma boa qualidade do fio com uma produtividade elevada e operação fácil R 36 Graças
Informativo de qualidade
Informativo de qualidade especificações do tecido Informações Na etiqueta anexa ao rolo do tecido serão encontradas as seguintes informações: nome do tecido, código, gramatura, comprimento, largura, classe
