RNA-Seq parte II: Análise SEM um genoma de referência
|
|
|
- Sabrina Brás Chaves
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RNA-Seq parte II: Análise SEM um genoma de referência Mauricio Wolf Wilwerth Seminários LGMV 2013
2 BLOCO 1 RNA-Seq Priscilla Tecnologia de Sequenciamento 03/04 Mauricio Análise sem genoma de referência 17/04 Sinara Análise com genoma de referência 24/04 Marta Análise da expressão diferencial 08/05
3 Tópicos Para um bom RNA-Seq Delineamento experimental para RNA-Seq Cuidados e etapas críticas Normalização Estratégias computacionais Montagem de novo Aplicações
4 PARA UM BOM RNA-Seq Delineamento Experimental
5 Delineamento R.A. Fisher (1935) Conceitos importantes para um bom delineamento de experimentos Replicação Randomização Blocagem Michael Schena (1995): Após o surgimento do microarranjo papel essencial das ideias de Fisher
6 A variação observada é...? Variação técnica Uma variação proveniente de erros e ausência de padronização técnica, não representativa de diferença biológica real Variação biológica A real diferença que existe entre os tecidos/organismos estudados frente a diferentes tratamentos
7 Delineamento Replicação Biológica: amostragem de mais de um indivíduo em cada tratamento Técnica: repetição do método/técnica utilizada, com as mesmas amostras biológicas *Em RNA-Seq: Barcodes como controle de qualidade em delineamentos em bloco e balanceados
8 Delineamento Randomização Escolha de indivíduos e atribuição de tratamentos de forma aleatória, sem nenhum tipo de viés por parte do investigador ou do investigado Não utilização de parâmetros de seleção Coleta de tecidos de uma planta, escolha de pacientes para um estudo etc
9 Delineamento Blocagem Método aconselhável para evitar confusão de fatores Exemplo: efeitos de linha (flowcell) confundidos com expressão diferencial Também podem ocorrer batch effects (artefatos de PCR e transcrição reversa)
10 CUIDADOS Etapas Críticas
11 Etapas críticas Escolha da plataforma Custos X Aplicação
12 Etapas críticas Purificação e fragmentação do RNA
13 Etapas críticas Escolha do método de análise Dependente de genoma Alinhamento primeiro (Align-first) Com genoma de referência Menor poder computacional necessário Independente de genoma Montagem primeiro (Assemble-first) Possível comparação com genoma de sp próxima (se disponível) Algoritmos de OLC (Overlapping layout consensus) e eulerianos
14 NORMALIZAÇÃO
15 Por que fazer Normalização? Maneira de aumentar a precisão da comparação de níveis de expressão entre amostras Ajuste de vieses sistemáticos Microarranjo: efeitos de corante e artefatos de hibridização RNA-Seq: efeitos relacionados ao tamanho e conteúdo GC de genes
16 Métodos de Normalização Baseados em tamanho (Sequencing depth) Total Count (TC) Upper Quartile (UQ) Median (Med) DESeq Trimmed Mean of M-values (TMM) Métodos Alternativos Quantile (Q) Reads per Kilobase per Million Mapped Reads (RPKM)
17 RNA-Seq SEM GENOMA DE REFERÊNCIA Como faz?
18 Qual método usar?? Montagem guiada por X independente de genoma? Significativa diferença de requerimento computacional Com referência: ~4 horas de CPU e <4 Gbytes de RAM De novo: ~650 horas de CPU e >16 Gbytes de RAM! Em casos sem genoma de referência: não há escolha! Metodologias híbridas Genoma incompleto/muito fragmentado Tecidos alterados câncer
19 Desafios do RNA-Seq Desafios computacionais do RNA-Seq Mapeamento de reads Reconstrução de transcriptoma Principal desafio quando não existe genoma de referência! Quantificação da expressão
20 A Montagem De Novo Necessária no sequenciamento sem genoma de referência disponível Tarefa computacional extremamente complexa Diferença extremamente grande na representatividade de transcritos mrnas maduros e RNAs precursores misturados Atribuição de reads a diferentes isoformas Algoritmos independentes de genoma
21
22 Montagem De Novo Reconstrução independente de genoma Montagem de transcritos consenso diretamente a partir dos reads ABySS, TransABySS, Velvet, Oases, SOAPdenovo e Trinity Gráfico de Bruijn Geração de k-mers representativos de isoformas Redução de complexidade associada Análise de sobreposição e avaliação de branching (sequências possíveis) Confirmação por reads e coverage cutoff
23
24 Maiores complicações do método Distinção de erros de sequenciamento e variação Utilizar confirmação e coverage cutoff Equilibrar sensibilidade com complexidade do gráfico Tamanho de k-mers X cobertura
25 Eulerianos X OLC Eulerianos: ideais para grandes coberturas, são baseados em construção de gráficos de Bruijn através de k-mers OLC: recomendados em casos de menor cobertura e maior tamanho de reads sobreposição
26 Reads a Contigs a Scaffolds A montagem é uma estrutura hierárquica em que sequências de fragmentos são mapeados para reconstruir o transcrito original Reads contigs scaffolds Só é possível quando o alvo é excessivamente sequenciado
27 Informação e Anotação Uma vez montados os transcritos: Buscar informações acerca das funções gênicas (GO) Duas formas: Comparação a genomas aparentados Apenas em alguns casos Insights sobre splicing alternativo Busca por homologia em bancos de dados (BLAST) Função, local e nível expressão Informativo mesmo em casos de genomas sequenciados sem anotação
28 PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO
29 Alguns parâmetros N = n de reads totais L = tamanho dos reads G = tamanho do genoma T = mínimo de sobreposição Cobertura (Sequencing depth) Quantas vezes o genoma foi sequenciado em média. c = (N*L)/G *N50 = é o tamanho do menor contig no conjunto dos maiores contigs que combinados representam 50% da montagem
30 Validação qpcr Extensivamente utilizada para confirmação da expressão de genes em estudos de microarranjo RNA-Seq: Ainda necessária em algumas revistas para publicação, porém muito discutido Muitos estudos mostraram consistência entre resultados de RNA-Seq e qpcr RNA-Seq possui uma alta capacidade poderá excluir a necessidade de qpcr
31 Validação A validação deve seguir os mesmos parâmetros de delineamento experimental do RNA-Seq UTRs (principalmente 3 ) reduzem a consistência entre RNA-Seq e qpcr Sondas que incluem essas regiões em microarranjo mostraram os mesmos resultados Exclusão dessas regiões aumenta a precisão da validação
32 Estudo de caso
33 Chen et al., 2011 Resumo Transcriptoma gerado por sequenciamento Illumina de uma espécie de mangue altamente resistente a salinidade, Sonneratia alba Plataforma: Illumina Genome Analyzer Mais de 15 milhões de reads Paired-end, 75pb Montagem = sequências únicas Objetivos: comparar codon bias, buscar regiões repetitivas e identificar genes responsivos a salinidade
34 Chen et al., 2011 Sonneratia alba Família Lythraceae Distribuição: Pacífico Oeste Gênero Sonneratia 6 espécies diplóides e 4 híbridos interespecíficos S. alba é a espécie mais tolerante a salinidade Genoma não sequenciado
35
36 Chen et al., 2011 Sequenciamento Illumina Genome Analyzer Paired end, 75pb >15 milhões de reads De novo assembly 3 softwares para reads curtos: ABySS, Velvet e Edena Representação em gráficos de Bruijn Pequenas diferenças (erros, ambiguidades e informação pareada)
37 Chen et al., 2011 Resultados Os 3 softwares apresentaram desempenhos similares Porcentagem de clusters únicos diferiu: 8,3% (ABySS), 7,8% (Edena) e 37,4% (Velvet)
38 Chen et al., 2011 Considerações finais Montagem de novo 30 mil sequências Tamanho médio 661pb 273 loci responsivos a salinidade, mais da metade com boa cobertura Comparação com outros estudos de mangue mostrou pouca consistência importância da cobertura e genes pouco transcritos Diferentes tolerâncias a salinidade podem ser foco de estudo de expressão desses genes
39 Considerações Finais Reconstrução de transcriptoma tarefa computacional pesada Referência de espécies aparentadas pode fornecer insights de splicing e funções Não há programas de reconstrução ideais Avaliar necessidades de cobertura e informação Capacidade computacional disponível Atentar para vieses de pré-sequenciamento Bom delineamento e estratégias de normalização e validação podem ser decisivas na confiabilidade de resultados de RNA-Seq principalmente SEM genoma!
40 OBRIGADO!
Transcritômica. João Carlos Setubal IQ/USP outubro de 2013
Transcritômica João Carlos Setubal IQ/USP outubro de 2013 Objetivo Obter, analisar, e interpretar dados de expressão gênica mrnas (que vão virar proteína) RNAs (que não vão virar proteína; ncrnas) O gene
Sequenciamento de genoma e transcriptomas
Sequenciamento de genoma e transcriptomas Por que seqüenciar genomas? O seqüenciamento de genomas é o primeiro passo para obter uma descrição completa da composição molecular de cada organismo, pois todas
Sequenciamento de Nova Geração (NGS) Msc. Frederico Schmitt Kremer // doutorando PPGB
Sequenciamento de Nova Geração (NGS) Msc. Frederico Schmitt Kremer // doutorando PPGB Nos episódios anteriores... Sequenciamento Clássico Engloba os métodos desenvolvidos por Sanger et al (1977) e Maxam
Sequenciamento de genoma e transcriptomas
Sequenciamento de genoma e transcriptomas Durante décadas o método de Sanger foi praticamente a única opção utilizada para sequenciamento de DNA Nos últimos anos surgiram novas tecnologias de sequenciamento
Montagem de Genomas. Prof. Dr. Alessandro Varani UNESP - FCAV
Montagem de Genomas Prof. Dr. Alessandro Varani UNESP - FCAV Conceitos da Genômica O que é um genoma? O conjunto de DNA que compõe um determinado (micro) organismo - Cromossomos; - Organelas: Mitocôndria
Motantagem de Contigs de sequências de genomas e Transcriptomas. Introdução
Motantagem de Contigs de sequências de genomas e Transcriptomas Introdução As novas tecnologias de sequenciamento conseguem produzir uma quantidade de dados muito grande com custos baixos. A velocidade
Metagenômica e sequenciamento de nova geração. Fabrício Campos 25 de junho de 2015
Metagenômica e sequenciamento de nova geração Fabrício Campos 25 de junho de 2015 Conceitos METAGENOMA É o genoma coletivo do microbioma total encontrado em um determinado habitat METAGENÔMICA É a análise
UFPel CDTec PPGB. Plataformas de NGS. Frederico Kremer
UFPel CDTec PPGB Plataformas de NGS Frederico Kremer Pelotas 2016 Plataformas Sequenciamento de Sanger Desde a sua publicação, em 1977, o método de Sanger vem sendo amplamente utilizado como padrão-ouro
Introdução às Tecnologias de Sequeciamento: Sanger e Nova Geração (NGS)
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias Campus de Jaboticabal Introdução às Tecnologias de Sequeciamento: Sanger e Nova Geração (NGS) Dr. Camila
Montagem de Genomas e Metagenomas
Montagem de Genomas e Metagenomas Outline Revendo Conceitos; Princípios da montagem de genomas; Termos técnicos (N50 e etc); Como aferir a qualidade de uma montagem; Como funciona o processo computacional;
Universidade Estadual de Maringá - UEM
Universidade Estadual de Maringá - UEM Disciplina: Biologia Molecular 6855 T1 e T2 Ciências Biológicas Transcriptoma metodologia ORESTES Profa. Dra. Maria Aparecida Fernandez Estratégia ORESTES ESTs de
4 Velvet 4.1. Estrutura VelvetH VelvetG
30 4 Velvet O programa Velvet foi escolhido como objeto de estudo deste trabalho de mestrado pelo amplo uso nas pesquisas da UFRJ com quem a PUC-Rio possuiu uma parceria. E neste capítulo serão apresentadas
Créditos. Introdução. Sumário. Agradecimento. Introdução. Análise de Expressão Gênica. Tecnologia de Microarray
Créditos Biológicos: Expressão Gênica Estagiário PAE: Pablo Andretta Jaskowiak Professor: Ricardo J. G. B. Campello Partes destes slides são baseadas em materiais de Ivan Gesteira Costa Filho http://www.cin.ufpe.br/~igcf/
IDENTIFICAÇÃO DE SEQUÊNCIAS POR HIBRIDIZAÇÃO E SEQUENCIAMENTO. Aula 5. Maria Carolina Quecine Departamento de Genética
IDENTIFICAÇÃO DE SEQUÊNCIAS POR HIBRIDIZAÇÃO E SEQUENCIAMENTO Aula 5 LGN232 Genética Molecular Maria Carolina Quecine Departamento de Genética [email protected] LEMBRANDO O DOGMA CENTRAL DA BIOLOGIA MOLECULAR
Bioinformática para o Citrus EST Project (CitEST)
Bioinformática para o Citrus EST Project (CitEST) Marcelo da Silva Reis 1 1 Instituto de Matemática e Estatística, Universidade de São Paulo 20 de maio de 2009 Organização da Apresentação Esta apresentação
BIBLIOTECAS DE DNA E HIBRIDIZAÇÃO. FABIANA SEIXAS
BIBLIOTECAS DE DNA E HIBRIDIZAÇÃO FABIANA SEIXAS email: [email protected] ABORDAGENS... BIBLIOTECAS DE DNA -Bibliotecas de DNA Genômico -Bibliotecas de cdna TÉCNICAS DE HIBIDIZAÇÃO -Hibidização em
# phd2fasta -id phd_dir -os e d i t _ d i r / output.fasta -oq edit_dir/ output.fasta.qual
TRATAMENTO E MONTAGEM DE SEQUÊNCIAS aula prática MATERIAL: /homedir/small_ngs_dataset Referência: /homedir/small_ngs_dataset/referencia Cromatogramas de Sanger: /homedir/small_ngs_dataset/sanger Pirogramas
Número de genes versus número de proteínas em eucariotos
Número de genes versus número de proteínas em eucariotos Bioquímica II SQM0416 Júlia Assirati Tomie Kuriyama Victória Montenegro de Campos Resumo Introdução Características do genoma humano Como foram
Introdução às Tecnologias de Sequeciamento: Sanger e Nova Geração (NGS)
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias Campus de Jaboticabal Introdução às Tecnologias de Sequeciamento: Sanger e Nova Geração (NGS) Dr. Camila
Análise de SNPs. MSc. Frederico Schmitt Kremer Doutorando do PPGB (UFPel)
Análise de SNPs MSc. Frederico Schmitt Kremer Doutorando do PPGB (UFPel) O minicurso Objetivos Parte teórica: Apresentar os principais conceitos relacionados à análise de variantes, com ênfase em abordagens
UFPel CDTec Biotecnologia. Anotação de genomas. MSc. Frederico schmitt Kremer
UFPel CDTec Biotecnologia Anotação de genomas MSc. Frederico schmitt Kremer A anotação de um genoma consiste na identificação de suas regiões funcionais ou de relevância biológico, o que pode incluir:
Bases da análise genômica: estado da arte
Bases da análise genômica: estado da arte Cesar Martins ([email protected]) Departamento de Morfologia Instituto de Biociências, UNESP Universidade Estadual Paulista Botucatu, SP Avanços nas tecnologias
Estudos das ômicas: Genômica; Transcriptomica; Metagenômica. Aula 7
Estudos das ômicas: Genômica; Transcriptomica; Metagenômica Aula 7 DOGMA DA GENÉTICA MOLECULAR Genoma Transcriptoma Proteoma DOGMA DA GENÉTICA MOLECULAR Genômica Transcriptômica Proteômica Regiões codantes,
Introdução à Bioquímica
Introdução à Bioquímica Nucleotídeos e Ácidos Nucléicos Dra. Fernanda Canduri Laboratório de Sistemas BioMoleculares. Departamento de Física.. UNESP São José do Rio Preto - SP. Genoma! O genoma de um organismo
GENOMAS. Prof. Dr. Marcelo Ricardo Vicari
GENOMAS Prof. Dr. Marcelo Ricardo Vicari Definições: Genoma: Conjunto completo de genes e das sequências de DNA de um organismo Transcriptoma: Conjunto completo de genes expressos sob certas condições
Validação e implementação do diagnóstico molecular em cancro coloretal hereditário (CCRH) por sequenciação de nova geração
Validação e implementação do diagnóstico molecular em cancro coloretal hereditário (CCRH) por sequenciação de nova geração João Gonçalves [email protected] Unidade de Genética Molecular
Algoritmos Genéticos e o Problema da Montagem de Reads
Algoritmos Genéticos e o Problema da Montagem de Reads Dissertação de Mestrado Joelmo Silva Fraga ([email protected]) Faculdade de Computação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Caixa Postal
Princípios de Sistemática Molecular
! Ciências teóricas e sistemática biológica "! DNA, genes, código genético e mutação! Alinhamento de seqüências! Mudanças evolutivas em seqüências de nucleotídeos! Otimização em espaços contínuos e discretos!
Desenho de Estudos. Enrico A. Colosimo/UFMG enricoc. Depto. Estatística - ICEx - UFMG 1/28
1/28 Introdução à Bioestatística Desenho de Estudos Enrico A. Colosimo/UFMG http://www.est.ufmg.br/ enricoc Depto. Estatística - ICEx - UFMG 2/28 Perguntas Relevantes Os grupos são comparáveis? As variáveis
Tipos de estudos e processos de produção de dados (Notas de aula) Idemauro Antonio Rodrigues de Lara
Tipos de estudos e processos de produção de dados (Notas de aula) Idemauro Antonio Rodrigues de Lara 1. Fundamento da Estatística Estatística é a ciência que fornece subsídios para o planejamento e condução
Biologia Molecular Computacional Homologia
Biologia Molecular Computacional Homologia Luiz Thibério Rangel O que é homologia? Conceito básico para estudos de genômica comparativa; Passo inicial para estudos de filogenia(omica); Importante para
Introdução a Bioinformática
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Disciplina: Bioinformática Bio1015 Introdução a Bioinformática Prof. Macks Wendhell Gonçalves, Msc [email protected] EMENTA Introdução
Bioinformática e Genética Animal. Pâmela A. Alexandre Doutoranda
Bioinformática e Genética Animal Pâmela A. Alexandre Doutoranda Descoberta da estrutura do DNA» Watson e Crick, 1953 DNA RNA Proteína Projeto Genoma Humano» 1990» 18 países» US$ 2,7 Bi» 13 anos (previsão
Organização Gênica de Eucariotos. Prof. Odir A. Dellagostin
Organização Gênica de Eucariotos Prof. Odir A. Dellagostin Classificação dos seres vivos Domínio Eukarya Reinos Protistas (protozoários e leveduras) Fungi (fungos) Plantae (vegetais) Animalia (animais)
BIOLOGIA COMPUTACIONAL. by
BIOLOGIA COMPUTACIONAL by [email protected] 1. Patho-NGen-Trace. Objetivos: "Our aim is to develop new applications of Next-Generation-Sequencing (NGS) for microbial disease surveillance and early warning
Conceitos de Genética William S. Klug, Michael R. Cummings, Charlotte A. Spencer & Michael A. Palladino
Transcrição gênica Conceitos de Genética William S. Klug, Michael R. Cummings, Charlotte A. Spencer & Michael A. Palladino Do DNA à proteína Transcrição em Procariotos RNA polimerase procariótica Procariontes
Organização de Genomas e Estrutura Fina dos Genes
Organização de Genomas e Estrutura Fina dos Genes Genoma Humano Genoma nuclear Genoma mitocondrial 3 bilhões pb 16,6Kb ~19000 genes 37 genes Genes e seqüências relacionadas DNA extragênico 2 genes de rrna
EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO
EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO DAG4097 - Análise Multivariada Aplicada à Agricultura Ementa: Distribuições multinormal, Wishart e T2 de Hotelling. Análise
Bioestatística F Desenho de Estudos na Área da Saúde
1/24 Bioestatística F Desenho de Estudos na Área da Saúde Enrico A. Colosimo/UFMG Depto. Estatística - ICEx - UFMG 2/24 Perguntas Relevantes Os grupos são comparáveis? As variáveis de confusão foram medidas/controladas?
UNIVERSIDADE TECNÓLOGICA FEDERAL DO PARANÁ DACOM - DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE COMPUTAÇÃO JULIANA COSTA SILVA
UNIVERSIDADE TECNÓLOGICA FEDERAL DO PARANÁ DACOM - DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE COMPUTAÇÃO PÓS GRADUAÇÃO EM BIOINFORMÁTICA JULIANA COSTA SILVA ANÁLISE DE EXPRESSÃO DIFERENCIAL PARA DADOS DE RNA-SEQ: UMA REVISÃO
Introdução a Bioinformática
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Disciplina: Bioinformática Bio1015 Introdução a Bioinformática Prof. Macks Wendhell Gonçalves, Msc [email protected] EMENTA Introdução
Identificação de fatores de transcrição a partir de dados de expressão.
Identificação de fatores de transcrição a partir de dados de expressão. Márcio Augusto Afonso de Almeida Laboratório de Genética e Cardiologia Molecular InCor. Introdução Técnicas de expressão global permitem
Introdução a Bioinformática Curso de Verão Nivelamento na área de Biológicas
Introdução a Bioinformática Curso de Verão 2011 Nivelamento na área de Biológicas 1 O que é genoma? Um genoma é o DNA completo de um organismo, incluindo os genes. Os genes levam a informação para produzir
Determinação da Estrutura de Proteínas
Centro Brasileiro-Argentino de Biotecnologia Introdução à Biologia Computacional Determinação da Estrutura de Proteínas Paulo enrique C. Godoi Bioinformática objetivo principal é determinar a função de
Genômica. Mapeamento Molecular
Genômica Mapeamento Molecular Mapas Para a construção de mapas moleculares podem ser empregados métodos de frequências de recombinação, posições relativas de características citológicas, ou distâncias
Introdução à Bioinformática
Introdução à Bioinformática Sónia Andrade setembro/2012 ESALq - USP 1 O que é bioinformática... é a pesquisa, desenvolvimento e aplicação de ferramentas e abordagens computacionais que permitem o uso de
Análise de Dados Longitudinais Desenho de Estudos Longitudinais
1/40 Análise de Dados Longitudinais Desenho de Estudos Longitudinais Enrico A. Colosimo-UFMG www.est.ufmg.br/ enricoc 2/40 Estudo Científico Pergunta Desenho Estudo Validade externa Validade interna(confundimento,
BANCO DE DADOS BIOLÓGICOS Aula 11
BANCO DE DADOS BIOLÓGICOS Aula 11 Estudo dirigido 1. O que fazer com uma sequência de DNA? 2. Bancos de dados públicos e internacionais: GenBank, ENA, DDBJ; 3. NCBI; EMBL; DDBJ; 4. Sequências completas
5.1. Fluxo para geração do Roadmap
46 5 VelvetH-DB Os Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBDs), foram criados com o intuito de permitir o armazenamento e manipulação de grandes volumes de dados, fornecendo uma aplicação que garanta,
- Sequenciamento de genomas nada mais é que a determinação da ordem linear dos nucleotídeos ou bases nitrogenadas de um genoma.
Sequenciamento de genomas - Sequenciamento de genomas nada mais é que a determinação da ordem linear dos nucleotídeos ou bases nitrogenadas de um genoma. O sequenciamento de um genoma é geralmente referido
Técnicas Experimentais Aplicadas à Zootecnia UNIDADE 1. NOÇÕES DE PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL
Técnicas Experimentais Aplicadas à Zootecnia UNIDADE 1. NOÇÕES DE PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL Experimentos (testes) são realizados por pesquisadores em todos os campos de investigação, usualmente para descobrir
9 Conclusões e Sugestões para Trabalhos Futuros
9 Conclusões e Sugestões para Trabalhos Futuros O extenso horizonte do planejamento da operação e a estocasticidade das afluências futuras tornam o problema de planejamento da operação energética do sistema
Triagem Virtual em Larga Escala. Profa. Dra. Rafaela Ferreira Dept. de Bioquímica e Imunologia 10 de outubro de 2014
Triagem Virtual em Larga Escala Profa. Dra. Rafaela Ferreira Dept. de Bioquímica e Imunologia [email protected] 10 de outubro de 2014 1 O que é triagem virtual? Grande conjunto de compostos Estratégia
Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas
Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas LGN 5799 - SEMINÁRIOS EM GENÉTICA E MELHORAMENTO DE PLANTAS Controle de Insetos Praga Mediado por RNA de interferência Aluno: Celso Spada
Metagenômica. João Carlos Setubal IQ/USP
Metagenômica João Carlos Setubal IQ/USP Estudo de genomas isolados Isolar organismo Cultivar Extrair DNA Fragmentar DNA Sequenciar os fragmentos DNA Montar os fragmentos bioinformática Anotar a sequência
Genes e Genomas Eucariotos
Universidade Federal de Pelotas CDTec - Graduação em Biotecnologia Disciplina de Biologia Molecular Genes e Genomas Eucariotos Priscila M. M. de Leon Dra., Médica Veterinária Profa, PNDP Biotecnologia/UFPel
TIAGO TAMBONIS ANÁLISE DO MÉTODO SUVREL NA EXPRESSÃO DIFERENCIAL A PARTIR DA MATRIZ DE CONTAGENS GERADA COM DADOS DE RNA-SEQ
TIAGO TAMBONIS ANÁLISE DO MÉTODO SUVREL NA EXPRESSÃO DIFERENCIAL A PARTIR DA MATRIZ DE CONTAGENS GERADA COM DADOS DE RNA-SEQ SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SÃO PAULO 2015 TIAGO TAMBONIS ANÁLISE DO MÉTODO SUVREL
Análise de dados provenientes de técnicas moleculares
CIIMAR Curso de formação Análise de dados provenientes de técnicas moleculares Formadores: Filipe Pereira e Filipe Lopes Manual do Curso 1 Índice Objetivo Geral do Curso... 3 Público-alvo... 3 Objetivos
Alinhamento local- Utilização do BLAST
Alinhamento local- Utilização do BLAST BLAST Tipos de BLAST (blastn) Compara nucleotídeos (blastp) Compara proteínas Utiliza nucleotídeo como query, este é traduzido nos seus 6 quadros de leitura e é comparado
JACIANE COELHO GONÇALVES INFLUÊNCIA DO NÚMERO DE REPETIÇÕES NA IDENTIFICAÇÃO DE GENES DIFERENCIALMENTE EXPRESSOS EM EXPERIMENTOS DE RNA-SEQ
JACIANE COELHO GONÇALVES INFLUÊNCIA DO NÚMERO DE REPETIÇÕES NA IDENTIFICAÇÃO DE GENES DIFERENCIALMENTE EXPRESSOS EM EXPERIMENTOS DE RNA-SEQ Dissertação apresentada à Universidade Federal de Viçosa, como
Metagenoma de áreas sob plantio direto e plantio convencional do Cerrado ao Sul do Brasil
Diversidade microbiana em solos tropicais: abrindo a caixa preta Metagenoma de áreas sob plantio direto e plantio convencional do Cerrado ao Sul do Brasil [email protected] http://www.brmicrobiome.org
Programa Analítico de Disciplina BQI460 Bioinformática
0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária
DOGMA CENTRAL DA BIOLOGIA MOLECULAR
Transcrição do DNA DOGMA CENTRAL DA BIOLOGIA MOLECULAR Replicação DNA Transcrição RNA Tradução PROTEÍNA Transcrição Processo pelo qual o DNA é copiado numa molécula de RNA (mrna, rrna e trna). Todos os
