BICHO-DA-SEDA E DA SEDA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BICHO-DA-SEDA E DA SEDA"

Transcrição

1 BICHO-DA-SEDA E DA SEDA O QUE JÁ SEI SOBRE A SEDA A seda é macia e brilhante. A seda é produzida pelo bicho-da-seda. Os casulos do bicho-da-seda são constituídos por fios de seda. ( ) O QUE QUERO SABER SOBRE A SEDA..

2 O QUE QUERO SABER SOBRE A SEDA Atividade 1 Como é que se extrai o fio do casulo do bicho-da-seda? Realização da atividade Casulos Placa elétrica Material Termómetro Desfiador Água Gobelés 60 ºC Material Procedimento Análise e discussão dos resultados. Já conseguem responder à questão inicial? Nova questão? Procedimento

3 O QUE QUERO SABER SOBRE A SEDA Atividade 2 É possível alterar a cor do fio de seda? Realização da atividade. Material Fio de seda branco Panela pequena Água Placa elétrica Água corada* Pegas de cozinha Colher de pau Material Procedimento 60 ºC Análise e discussão dos resultados. Já conseguem responder à questão inicial? Nova questão? Procedimento * A água corada pode ser previamente preparada ou feita no momento.

4 O QUE QUERO SABER SOBRE A SEDA Atividade 3 O fio de seda é resistente? Realização da atividade. Material Suporte de madeira Fios de seda e lã Tabuleiro (com areia) Berlindes/areia Copos de plástico Balança Material Relógio Procedimento Análise e discussão dos resultados. Já conseguem responder à questão inicial? Nova questão? Procedimento

5 Nº de berlindes Contar o nº de berlindes(ou determinar a sua massa) até o fio partir Número de berlindes Fio de lã Fio de seda Fio de lã Fio de seda Medir o tempo que o fio demora a partir Fio de lã Fio de seda Tempo que o fio demorou a partir Tempo (minutos ou segundos) O QUE QUERO SABER SOBRE A SEDA Atividade 3 O fio de seda é resistente? Registos Fio de lã Fio de seda Formas de registar os resultados

6 Outros aspectos relevantes... Que aprendizagens? Dificuldades sentidas (conhecimentos científicos / metodologia) Modificações a introduzir no futuro Crianças extraindo a seda do casulo

7 A PROPÓSITO DO BICHO-DA-SEDA E DA SEDA O bicho-da-seda é um animal. O bicho-da-seda produz a seda. O QUE JÁ SEI SOBRE O BICHO-DA-SEDA Podemos ter numa caixa de sapatos. Alimenta-se de folhas de amoreira. ( )

8 QUE MAIS GOSTARIA DE SABER SOBRE O BICHO-DA-SEDA O que é o bicho-da-seda? Quantos ovos o bicho-da-seda produz? Qual é o ciclo de vida do bicho-da-seda? Lagartas do bicho-da-seda Como é que o bicho-da-seda faz o casulo? Como é que o bicho-da-seda sai do casulo? Ovos não fecundados (X10)

9 REFLETIR PARTILHAR DISCUTIR ENVOLVER O que posso fazer? O que já sei? O que interessa saber? PLANEAR E CONDUZIR INVESTIGAÇÕES CIENTÍFICAS Formular novas questões Há questões por responder? Há novas questões? Como esclarecêlas? Planear Qual é a minha questão? O que quero saber? Como fazer? Implementar O que estou a observar? O que registar? Como registar? DEBATER Procurar explicações Que afirmações posso fazer? Que evidências tenho? Que mais preciso de saber? Organizar e analisar dados Como organizar os dados? Que relações estão presentes? Qual o significado das relações? ELABORAR AS CONCLUSÕES O que sabemos depois da realização das nossas investigações? Que evidências temos que suportam as nossas ideias? COMUNICAR OS RESULTADOS O que queremos dizer aos outros? Como devemos informar? O que é importante incluir? COOPERAR REGISTAR

10 A abordagem exploratória e investigativa (IBSME) Desenvolver capacidades de exploração e investigação (inquiry) e compreensão de conceitos científicos através da realização de atividades A realização das experiências deve envolver: Diagnóstico de problemas; Planificação de investigações; Elaboração de conjeturas; Pesquisa de informação; Construção de modelos; Debate com os colegas; Elaboração de argumentos coerentes (entre si e com os dados disponíveis) Crítica ao trabalho experimental realizado

11 Ciclo Biológico do Bicho-da-Seda OVOS (9-12 dias) BICHO-DA-SEDA (20-24 dias) FORMAÇÃO DO CASULO ECLOSÃO

12 ORGANIZAÇÃO DA SESSÃO DE TRABALHO Atividade 1 Como se extrai o fio do casulo do bicho-da-seda? Realização da atividade. Análise e discussão dos resultados. Atividade 2 É possível alterar a cor do fio de seda? Realização da atividade. Análise e discussão dos resultados. Atividade 3 O fio de seda é resistente? Realização da atividade. Análise e discussão dos resultados minutos minutos minutos O QUE QUERO SABER SOBRE O BICHO-DA-SEDA

Wynne Harlen. Lisboa, Setembro

Wynne Harlen. Lisboa, Setembro Wynne Harlen Lisboa, Setembro 15 2012 Agenda Quais são as competências IBSE e por que são importantes? Como desenvolvê-las (5 aos 13 anos ) Ajudar os alunos a: Colocar questões e planificar investigações

Leia mais

Comemoração do Ano do Morcego no 5.º ano

Comemoração do Ano do Morcego no 5.º ano SLIDE 1.1 Comemoração do Ano do Morcego no 5.º ano Comemoração do Ano do Morcego no 5.º ano Atividade que visou: Comemorar o Ano Internacional do Morcego; Conhecer os morcegos e seu habitat; Promover a

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL Ciências Físico-Químicas 7ºANO

ACTIVIDADE LABORATORIAL Ciências Físico-Químicas 7ºANO ACTIVIDADE LABORATORIAL Ciências Físico-Químicas 7ºANO DETERMINAR O PONTO DE SOLIDIFICAÇÃO DA ÁGUA DESTILADA. DETERMINAR O PONTO DE FUSÃO DA ÁGUA DESTILADA. VERIFICAR QUE UMA SOLUÇÃO AQUOSA DE CLORETO

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL QUÍMICA 10º Ano

ACTIVIDADE LABORATORIAL QUÍMICA 10º Ano Objectivos ACTIVIDADE LABORATORIAL QUÍMICA 0º Ano Determinação da massa volúmica e da densidade relativa de líquidos Seleccionar material adequado à determinação da: a) massa volúmica ou densidade de um

Leia mais

CADERNO DE LABORATÓRIO

CADERNO DE LABORATÓRIO CADERNO DE LABORATÓRIO 1º Ciclo - 4º ano VOU PREVER VOU EXPERIMENTAR VOU CONCLUIR VOU AVALIAR O QUE APRENDI Personaliza o teu caderno fazendo um desenho Nome: Turma: Ano: O caderno de laboratório contém

Leia mais

Determinação da densidade relativa das soluções de sacarose e dos açucares a estudar

Determinação da densidade relativa das soluções de sacarose e dos açucares a estudar Determinação da densidade relativa das soluções de sacarose e dos açucares a estudar 1. Densidade relativa A densidade relativa é uma propriedade física característica de cada substância e a sua determinação

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES (EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA) 5º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2016/2017 TÉCNICA METAS. 1º PERÍODO 1) Reconhecer

Leia mais

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Questões-problema Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Física e Química A 10.º Ano Atividade Prático-Laboratorial APL 1.3 Física Assunto: Capacidade térmica mássica - Porque é que no Verão

Leia mais

ebum Ciência & Tecnologia no 1º Ciclo

ebum Ciência & Tecnologia no 1º Ciclo PEGA MONSTROS Guião do Professor Propósito da Actividade Produzir um pega-monstros que, fisicamente é um gel. Perceber a existência de mais estados físicos de matéria para além do sólido, líquido e gasoso.

Leia mais

Fatores que podem influenciar o tempo de Dissolução de um material

Fatores que podem influenciar o tempo de Dissolução de um material Fatores que podem influenciar o tempo de Dissolução de um material Questão I O Tamanho do Rebuçado Questão II O Tipo de Rebuçado Questão III O Estado de Divisão do rebuçado Questão IV A Quantidade de Líquido

Leia mais

Fibonacci: A Ciência no Ensino Básico e Pré-escolar

Fibonacci: A Ciência no Ensino Básico e Pré-escolar Fibonacci: A Ciência no Ensino Básico e Pré-escolar Professora: Carla Jorge Escola EB1 Sofia de Carvalho Algés 1.º Ciclo 2.º ano 23 alunos É incontestável que a Ciência hoje em dia, devido à sua natureza

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA CALHETA Departamento de Ciências Naturais e Exatas Física e Química A 10.º ano de escolaridade

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA CALHETA Departamento de Ciências Naturais e Exatas Física e Química A 10.º ano de escolaridade ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA CALHETA Departamento de Ciências Naturais e Exatas Física e Química A 10.º ano de escolaridade ANO LETIVO Atividade Laboratorial 1.3. DENSIDADE RELATIVA DE METAIS Nome: n.º

Leia mais

Trabalho de investigação. Matemática. Padrão dos Nomes

Trabalho de investigação. Matemática. Padrão dos Nomes < Nome: Trabalho de investigação Matemática Data: Padrão dos Nomes 1. Escreve o teu nome na seguinte grelha, usando um quadrado para cada letra e repete-o até a preencheres totalmente, sem deixares quadrados

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL I RENDIMENTO NO AQUECIMENTO

ACTIVIDADE LABORATORIAL I RENDIMENTO NO AQUECIMENTO ACTIVIDAD LABORATORIAL I RNDIMNTO NO AQUCIMNTO Trabalho realizado no âmbito da formação: Actividades Laboratoriais do 10º e 11º anos do nsino Secundário Trabalho realizado por: Ana Margarida Vaz Cortesão

Leia mais

A acção da catalase como função da temperatura

A acção da catalase como função da temperatura A acção da catalase como função da temperatura Barroso, F. - Escola Secundária de Fernão Mendes Pinto Farinha, R. - Colégio Militar Sobreira, A. - Escola Básica 2,3/S Michel Giacometti INTRODUÇÃO A presente

Leia mais

Simulação de uma erupção vulcânica

Simulação de uma erupção vulcânica Simulação de uma erupção vulcânica O que se pretende: 1 - Simular em laboratório vulcanismo efusivo e explosivo 2 - Identificar a morfologia do vulcão 3 - Comparar as principais características de uma

Leia mais

O QUE SE PRETENDE. 1. Seleccionar o material que permita extrair e separar os pigmentos fotossintéticos presentes nos cloroplastos a nível das folhas.

O QUE SE PRETENDE. 1. Seleccionar o material que permita extrair e separar os pigmentos fotossintéticos presentes nos cloroplastos a nível das folhas. O QUE SE PRETENDE 1. Seleccionar o material que permita extrair e separar os pigmentos fotossintéticos presentes nos cloroplastos a nível das folhas. 2. Descrever o procedimento efectuado na execução da

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5º ANO

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5º ANO Ano Letivo 2014/15 PLANIFICAÇÃO ANUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5º ANO Reconhecer o papel da tecnologia. Discriminar a relevância do objeto técnico. 1.1: Identificar o conceito de tecnologia e diferenciá-lo

Leia mais

Prova de Aferição Modelo de Português e Estudo do Meio

Prova de Aferição Modelo de Português e Estudo do Meio 2.º ANO DE ESCOLARIDADE Prova de Aferição Modelo de Português e Estudo do Meio 5 Nome: Data: Parte A 1. A personagem principal do poema é A. a cotovia. B. o cuco. C. a Kuka. D. a lagarta 2. A estação do

Leia mais

Critérios de avaliação de Educação Tecnológica 5º ano /2017

Critérios de avaliação de Educação Tecnológica 5º ano /2017 Utiliza as TIC em diferentes contextos Utiliza corretamente a língua portuguesa Critérios de Avaliação de Educação Tecnológica 5º ano 206/207 Conhecimentos/capacidades Aprendizagens Indicadores Peso Reconhecer

Leia mais

Protocolo experimental

Protocolo experimental Protocolo experimental E se a salinidade se alterar? Enquadramento Teórico Todos os animais necessitam de condições ambientais favoráveis à sua sobrevivência e manutenção. Parâmetros como por exemplo a

Leia mais

9.º Ano. Planificação Matemática

9.º Ano. Planificação Matemática 9.º Ano Planificação Matemática Escola Básica Integrada de Fragoso 9.º Ano Ano letivo 2014/2015 Organização e tratamento de dados Probabilidade - Compreender a informação de natureza estatística e desenvolver

Leia mais

Como se consegue ampliar as imagens dos objetos? E por que razão necessitamos de ampliar as imagens dos objetos?

Como se consegue ampliar as imagens dos objetos? E por que razão necessitamos de ampliar as imagens dos objetos? FICHA 1 OLHEM! GRANDE E PEQUENO! 60:00 MATEMÁTICA NO DIA-A-DIA Nível aconselhado 1.º Ano 2.º Ano 4.º Ano Resultados pretendidos de aprendizagem * Ficar a saber que se podem utilizar instrumentos (como

Leia mais

QUESTIONÁRIO aos. Professores de Biologia e Geologia. As conceções dos Professores de Biologia e Geologia sobre a Construção da Ciência

QUESTIONÁRIO aos. Professores de Biologia e Geologia. As conceções dos Professores de Biologia e Geologia sobre a Construção da Ciência 4.1.13. Questionário a professores de Biologia e Geologia do 10º ano A construção da ciência no ensino das ciências (2014) QUESTIONÁRIO aos Professores de Biologia e Geologia As conceções dos Professores

Leia mais

Protocolo experimental

Protocolo experimental Protocolo experimental As Artémias também precisam de higiene diária? Enquadramento Teórico Ao longo dos tempos, a contaminação química de origem antropogénica tem vindo sucessivamente a aumentar nos ecossistemas

Leia mais

Planificação a médio/ longo prazo

Planificação a médio/ longo prazo Planificação a médio/ longo prazo 4º Ano de Escolaridade 1 PORTUGUÊS Manual adotado: Trampolim 4 Editora: Porto Editora Oralidade -Escutar para aprender e construir conhecimento (s). -Utilizar técnicas

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

PLANO DE ACÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA DO BAIRRO PLANO DE ACÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES Nota introdutória O plano de acção constitui-se como um documento orientador de linhas de acção estratégicas, a desenvolver

Leia mais

Planificação Anual Curricular. Janeiro

Planificação Anual Curricular. Janeiro Identificação da instituição: Associação de Pessoal do Instituto Superior Técnico Educador Cooperante: Olinda Neves Sala Azul- sala dos 3 anos Nº de crianças: 22 Aluna Estagiária: Ano Lectivo: Planificação

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.1 FÍSICA 11º ANO

ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.1 FÍSICA 11º ANO Página 1 de 13 ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.1 FÍSICA 11º ANO DOIS ATLETAS COM MASSAS DIFERENTES, EM QUEDA LIVRE, EXPERIMENTAM OU NÃO A MESMA ACELERAÇÃO? O que se pretende 1. Distinguir força, velocidade e

Leia mais

ESCOLA BÁSICA 2 / 3 DE MARTIM DE FREITAS TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 2013 / 2014

ESCOLA BÁSICA 2 / 3 DE MARTIM DE FREITAS TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 2013 / 2014 Objetivos Conteúdos Sugestões metodológicas / Situações de aprendizagem N.º de aulas (50min) Noções introdutórias de TIC: Diagnosticar o estádio de desenvolvimento das - O professor deverá proceder a uma

Leia mais

APRENDIZAGEM, COGNIÇÃO E ORGANIZAÇÃO CURRICULAR. Profa. Dra. Cassia Ferri Vice-Reitora de Graduação UNIVALI

APRENDIZAGEM, COGNIÇÃO E ORGANIZAÇÃO CURRICULAR. Profa. Dra. Cassia Ferri Vice-Reitora de Graduação UNIVALI APRENDIZAGEM, COGNIÇÃO E ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Profa. Dra. Cassia Ferri Vice-Reitora de Graduação UNIVALI APRENDER NA UNIVERSIDADE EXIGE: A Ultrapassar a mera informação para atingir o domínio do conhecimento.

Leia mais

Ciências Experimentais

Ciências Experimentais Planificação Actividades de Enriquecimento Curricular Ciências Experimentais 2.º Período Docente: Marta Sousa Ano Lectivo 2015/2016 Objectivos a atingir: Adquirir e aprofundar conhecimentos sobre a temática

Leia mais

Anexo 1 Critérios Gerais de Avaliação da Educação Pré-Escolar

Anexo 1 Critérios Gerais de Avaliação da Educação Pré-Escolar Anexo 1 Critérios Gerais de Avaliação da Educação Pré-Escolar CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Modalidades de Avaliação: Diagnóstica Auto-Avaliação Formativa Terminologia de Avaliação: A Adquirido NA- Não Adquirido

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação da Educação Pré-Escolar

Critérios Gerais de Avaliação da Educação Pré-Escolar Critérios Gerais de Avaliação da Educação Pré-Escolar CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Modalidades de Avaliação: Diagnóstica Autoavaliação Formativa Terminologia de Avaliação: A Adquirido NA- Não Adquirido EA Em

Leia mais

Como elaborar um projeto de pesquisa?

Como elaborar um projeto de pesquisa? Como elaborar um projeto de pesquisa? O que é um projeto de pesquisa? Descreve as fases e os procedimentos de um processo de investigação científica a ser realizado. Projeto de Pesquisa pode ser definido

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto

Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS - 2º CICLO - 2018/2019 Os critérios de avaliação têm como documentos de referência o Programa de Português

Leia mais

Anexo 1 Critérios Gerais de Avaliação da Educação Pré-Escolar

Anexo 1 Critérios Gerais de Avaliação da Educação Pré-Escolar Anexo 1 Critérios Gerais de Avaliação da Educação Pré-Escolar CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Modalidades de Avaliação: Diagnóstica Autoavaliação Formativa Terminologia de Avaliação: A Adquirido NA- Não Adquirido

Leia mais

Soluções. Solução, soluto e solvente

Soluções. Solução, soluto e solvente Solução, soluto e solvente Os químicos chamam soluções às misturas homogéneas. Por isso, sempre que obténs uma mistura homogénea podes dizer que tens uma solução. É uma solução. Não é uma solução. Solução,

Leia mais

Ciências Experimentais

Ciências Experimentais Planificação Actividades de Enriquecimento Curricular Ciências Experimentais Docente: Marta Sousa Ano Lectivo 2015/2016 Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e saberes que foram acumulando

Leia mais

Índice. Capítulo I Introdução 1. Capítulo II O professor 17. Objectivo e questões do estudo 2. O contexto do estudo 9

Índice. Capítulo I Introdução 1. Capítulo II O professor 17. Objectivo e questões do estudo 2. O contexto do estudo 9 Capítulo I Introdução 1 Objectivo e questões do estudo 2 O contexto do estudo 9 Capítulo II O professor 17 O conhecimento profissional do professor 19 O professor é um profissional 19 A natureza do conhecimento

Leia mais

PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA PLANIFICAÇÃO A MÉDIO PRAZO. Ano Letivo 2012/2013. Disciplina de Língua Portuguesa-8ºano-Turma 1

PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA PLANIFICAÇÃO A MÉDIO PRAZO. Ano Letivo 2012/2013. Disciplina de Língua Portuguesa-8ºano-Turma 1 PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA PLANIFICAÇÃO A MÉDIO PRAZO Ano Letivo 2012/2013 Disciplina de Língua Portuguesa-8ºano-Turma 1 C UNIDADE: TEXTOS NARRATIVOS DOMÍNIOS OUVIR/FALAR: Participar em situações

Leia mais

1º Período Total tempos previstos: 49

1º Período Total tempos previstos: 49 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS Ano letivo 2018/2019 PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA 7ºANO 1º Período Total tempos previstos: 49 TEMAS CONTEÚDOS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS TEMPOS (Previstos)

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Ciências Naturais / CEF COZINHA -2º ano Planificação a Longo Prazo 2012-2013

Leia mais

COMPETÊNCIA 1. Explicar fenômenos cientificamente: reconhecer, oferecer e avaliar explicações para fenômenos naturais e tecnológicos.

COMPETÊNCIA 1. Explicar fenômenos cientificamente: reconhecer, oferecer e avaliar explicações para fenômenos naturais e tecnológicos. 3ª Ciências 2º Ano E.F. COMPETÊNCIA 1 Competência Explicar fenômenos cientificamente: reconhecer, oferecer e avaliar explicações para fenômenos naturais e tecnológicos. Habilidade H1. Adotar uma postura

Leia mais

A.L.1.4. SATÉLITE GEOESTACIONÁRIO

A.L.1.4. SATÉLITE GEOESTACIONÁRIO A.L.1.4. SATÉLITE GEOESTACIONÁRIO FÍSICA 11.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Um satélite geoestacionário descreve uma órbita aproximadamente circular à altitude de 35880 km e com período de 24 horas, independentemente

Leia mais

PLANETA INSETO. Ignacio B. 6º ano B

PLANETA INSETO. Ignacio B. 6º ano B PLANETA INSETO Ignacio B. 6º ano B Introdução Nós do 6º Ano B fizemos uma visita ao Museu do Instituto Biológico, mais especificamente, à exposição Planeta Inseto. Eu compareci atrasado no dia 4 de maio,

Leia mais

TIC 8.º ANO: 2018/2019

TIC 8.º ANO: 2018/2019 344357 - EB PLANIFICAÇÃO ANUAL.- Exploração de ambientes computacionais Criação de um produto original de forma colaborativa e com uma temática definida, com recurso a ferramentas e ambientes computacionais,

Leia mais

TEMA / CONTEÚDOS OBJETIVOS / DESCRITORES DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO GESTÃO DO TEMPO Revisões do 2º ano.

TEMA / CONTEÚDOS OBJETIVOS / DESCRITORES DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO GESTÃO DO TEMPO Revisões do 2º ano. ANO LETIVO - 2018-19 ESCOLA BÁSICA DO 1º CICLO DEPARTAMENTO DE 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA DO 3º ANO DE ESCOLARIDADE TEMA / CONTEÚDOS OBJETIVOS / DESCRITORES

Leia mais

VELAS COLORIDAS E PERFUMADAS

VELAS COLORIDAS E PERFUMADAS VELAS AROMÁTICAS VELAS COLORIDAS E PERFUMADAS Material: 1. Parafina 2. Panela grande 3. Colher de pau de cabo longo 4. Pavio ou barbante encerado 5. Forma no formato desejado (usei copo: pode ser de geléia

Leia mais

Nome dos membros do grupo: Data de realização do trabalho:

Nome dos membros do grupo: Data de realização do trabalho: Escola Secundária de Lagoa Física e Química A 10º Ano Paula Melo Silva Identificação do trabalho (Capa) Relatório Simplificado AL 1.3. Densidade relativa de metais Nome dos membros do grupo: Data de realização

Leia mais

Trabalho de e por projeto. Joaquim Segura

Trabalho de e por projeto. Joaquim Segura Trabalho de e por projeto Joaquim Segura Novembro de 2016 Nota prévia O documento que agora se disponibiliza deve ser perspetivado como uma memória do relato de práticas apresentado aquando da formação

Leia mais

Conhecer o Montado. Ficha do aluno. Ana Isabel Leal. Centro Ecologia Aplicada Prof. Baeta Neves

Conhecer o Montado. Ficha do aluno. Ana Isabel Leal. Centro Ecologia Aplicada Prof. Baeta Neves Conhecer o Montado Ficha do aluno Ana Isabel Leal Centro Ecologia Aplicada Prof. Baeta Neves 1. Observar a paisagem e elaborar um esboço. ÁRVORES 2. Procurar árvores semelhantes às representadas na tabela.

Leia mais

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA. Planificação anual 5.º ano

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA. Planificação anual 5.º ano EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Planificação anual 5.º ano Domínios Objetivos gerais Conteúdos ATIVIDADES (UNIDADES TEMÁTICAS) RECURSOS AVALIAÇÃO 1.º PERÍODO 2.º PERÍODO T5 TÉCNICA R5 REPRESENTAÇÃO D5 DISCURSO 1.

Leia mais

As ciências nas orientações curriculares

As ciências nas orientações curriculares As ciências nas orientações curriculares - de que forma as orientações curriculares podem influenciar a prática dos educadores em relação à exploração das ciências no jardim de infância - Adaptação da

Leia mais

Mas isso todos já sabem, certo?

Mas isso todos já sabem, certo? Antes de começar A ISO 9001 mudou! A ISO 9001 tem nova versão, a NP EN ISO 9001:2015 aprovada em setembro e homologada em 2015-10-13. As empresas que já são certificadas segundo a versão de 2008 terão

Leia mais

FICHA 6 PEDRAS OU METEORITOS? 50:00. Nível aconselhado. Resultados pretendidos de aprendizagem. Questão-Problema. Materiais. 4.

FICHA 6 PEDRAS OU METEORITOS? 50:00. Nível aconselhado. Resultados pretendidos de aprendizagem. Questão-Problema. Materiais. 4. FICHA 6 PEDRAS OU METEORITOS? UMA VIAGEM ATRAVÉS DO SISTEMA SOLAR 50:00 Nível aconselhado 4.º Ano Resultados pretendidos de aprendizagem * Ficar a saber o que é um meteorito * Ficar a saber que o impacto

Leia mais

1. Seleccionar o material que permita verificar a influência da concentração do substrato na realização da fermentação.

1. Seleccionar o material que permita verificar a influência da concentração do substrato na realização da fermentação. O QUE SE PRETENDE 1. Seleccionar o material que permita verificar a influência da concentração do substrato na realização da fermentação. 2. Descrever o procedimento efectuado na execução da experiência.

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de PEDRÓGÃO GRANDE CONSELHO de DOCENTES 1.º CEB PLANIFICAÇÃO MENSAL - Matemática 2.º Ano /2016

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de PEDRÓGÃO GRANDE CONSELHO de DOCENTES 1.º CEB PLANIFICAÇÃO MENSAL - Matemática 2.º Ano /2016 Domínio: Geometria e Medida - NO2 Localização e orientação no espaço Direções no espaço relativamente a um observador. Voltas inteiras, meias voltas, quartos de volta, viragens à direita e à esquerda.

Leia mais

Anexo A - REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO A-1

Anexo A - REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO A-1 Anexo A - REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO A-1 ÍNDICE 1. Definição.3 2. Objetivos.3 3. Procedimentos Pedagógicos..3 4. Aprovação e Autorização.4 5. Planificação...5 6. Organização..6 7. Outras situações

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5ºANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5ºANO PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5ºANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno é capaz de: 1.1: Identificar o conceito de tecnologia e diferenciá-lo da noção de técnica. 1.2: Distinguir contextos

Leia mais

PARTE I Os enfoques quantitativo e qualitativo na pesquisa científica

PARTE I Os enfoques quantitativo e qualitativo na pesquisa científica Sumário Prefácio... 17 Estrutura pedagógica... 23 PARTE I Os enfoques quantitativo e qualitativo na pesquisa científica 1 Definições dos enfoques quantitativo e qualitativo, suas semelhanças e diferenças...

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE INFÂNCIA E DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO COM PRÉ-ESCOLAR

AUTOAVALIAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE INFÂNCIA E DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO COM PRÉ-ESCOLAR AUTOAVALIAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE INFÂNCIA E DAS ESCOLAS BÁSICAS DO 1ºCICLO COM PRÉ-ESCOLAR SECÇÃO I ROTEIRO DE APOIO À AUTOAVALIAÇÃO No âmbito da implementação do programa de aferição da qualidade

Leia mais

INTRODUÇÃO 12.º ANO ENSINO SECUNDÁRIO OFICINA DE ARTES APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS

INTRODUÇÃO 12.º ANO ENSINO SECUNDÁRIO OFICINA DE ARTES APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS 12.º ANO ENSINO SECUNDÁRIO OFICINA DE ARTES INTRODUÇÃO A disciplina de Oficina de Artes deve ter uma componente experimental que envolva um estudo

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL ANO LETIVO PRÁTICAS ESSENCIAIS DE APRENDIZAGEM

PLANIFICAÇÃO ANUAL ANO LETIVO PRÁTICAS ESSENCIAIS DE APRENDIZAGEM PLANIFICAÇÃO ANUAL ANO LETIVO 2018-19 APRENDIZAGENS ESSENCIAIS 1ºPERÍODO MATEMÁTICA - 7º ANO DOMÍNIOS, SUBDOMÍNIOS E CONTEÚDOS Domínio: Números e operações Números racionais números inteiros números racionais

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em cada nível de educação e de ensino e implica princípios e procedimentos

Leia mais

Acção de Formação: Utilização e Organização dos Laboratórios Escolares

Acção de Formação: Utilização e Organização dos Laboratórios Escolares Acção de Formação: Utilização e Organização dos Laboratórios Escolares Guião de uma Actividade Laboratorial versão aluno Professor Responsável - Vítor Teodoro Abril a Julho 2010 FÍSICA e QUÍMICA A 10º

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA. Metamorfose da Borboleta

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA. Metamorfose da Borboleta PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA 1 Projeto Altas Habilidades NOME: Thamires Souza Soares e Luiza Mariz Amador de Souza Metamorfose da Borboleta Nós decidimos pesquisar sobre a metamorfose das borboletas,

Leia mais

Osmose em Células Vegetais

Osmose em Células Vegetais Actividade Laboratorial Biologia e Geologia 10ºAno Osmose em Células Vegetais O que se pretende: 1 Compreender o transporte por Osmose em células Vegetais. 2 Comparar em meios de diferentes concentrações

Leia mais