DIREITO DO CONSUMIDOR
|
|
|
- Fábio Terra Farinha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DIREITO DO CONSUMIDOR LEI 8.078/90 PROFº SARMENTO
2 TUTELAS DO CDC CONCEITOS E PRINCÍPIOS CIVIL (ART. 8º AO 54) ADMINISTRATIVA (ART. 55 AO 60) CRIMINAL (ART. 61 AO 80) JURISDICIONAL (ART. 81 AO 104)
3 FUNDAMENTOS CONSTITUCIONAIS ART. 5º, CF: O Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor. ART. 170, V, CF: A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios: V defesa do consumidor.
4 ART. 48, ADCT: O Congresso Nacional, dentro de 120 dias da promulgação da CF, elaborará o código de defesa do consumidor.
5 CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Normas de ordem pública e interesse social Competência concorrente para legislar sobre danos ao consumidor (art. 24, VIII, CF) Aplicação não retroativa
6 RELAÇÃO DE CONSUMO
7 CONSUMIDOR (art. 2º) CONSUMIDOR PF ADQUIRIR PRODUTO PJ* UTILIZAR SERVIÇO *CORRENTES: Finalista Maximalista
8 TEORIAS CDC 1) Teoria finalista, subjetiva ou teleológica: identifica como consumidor a pessoa física ou jurídica que retira definitivamente de circulação o produto ou serviço do mercado, utilizando o serviço para suprir uma necessidade ou satisfação pessoal, e não para o desenvolvimento de outra atividade de cunho profissional. Nesta teoria, não se admite que a aquisição ou a utilização de produto ou serviço propicie a continuidade da atividade econômica.
9 TEORIAS CDC 2) Teoria maximalista ou objetiva: identifica como consumidor a pessoa física ou jurídica que adquire o produto ou utiliza o serviço na condição de destinatário final (destinatário fático), não importando se haverá uso particular ou profissional do bem, tampouco se terá ou não a finalidade de lucro, desde que não haja repasse ou reutilização do mesmo. Não se encaixa nesse conceito, portanto, aquele que utiliza serviço ou adquire produto que participe diretamente do processo de transformação, montagem, produção, beneficiamento ou revenda, para o exercício de sua atividade.
10 CONSUMIDOR CONSUMIDOR POR EXTENSÃO: COLETIVIDADE DE PESSOAS o Determináveis ou indetermináveis o Intervir na relação de consumo o Ex.: poluição do rio, acidente de avião CONSUMIDOR POR EQUIPARAÇÃO otodas as vítimas do evento oex.: explosão do microondas CONSUMIDOR POR EQUIPARAÇÃO odetermináveis ou indetermináveis oexpostas às práticas comerciais ART. 2º, ÚNICO ART. 17 ART. 29
11 FORNECEDOR (art. 3º) PF PÚBLICA NACIONAL TRANSFORMAÇÃO PJ PRIVADA ESTRANGEIRA IMPORTAÇÃO ENTES DESPERSONALIZADOS COMERCIALIZAÇÃO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRODUTO (art. 3º, 1º) SERVIÇO (art. 3º, 2º) Habitualidade Profissionalidade Remuneração
12 POLÍTICA NACIONAL DE RELAÇÕES DE CONSUMO OBJETIVOS (ART. 4º) ATENDIMENTO ÀS NECESSIDADES DOS CONSUMIDORES; RESPEITO À SUA DIGNIDADE, SAÚDE E SEGURANÇA; PROTEÇÃO DE SEUS DIREITOS ECONÔMICOS; MELHORIA DE SUA QUALIDADE DE VIDA; TRANSPARÊNCIA E HARMONIA DAS RELAÇÕES DE CONSUMO.
13 1 Princípio da Dignidade da Pessoa Humana - Previsão: Art. 4 do CDC A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à dignidade, saúde e segrurança, a proteção de seus interesses econômicos,.. - Fundamento e Princípio Constitucional: Art. 1, III, CF/88.
14 2 Princípio da Proteção à vida, saúde e segurança - Previsão: Art. 4 e 6, Inciso I, do CDC. A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à dignidade, SAÚDE e SEGURANÇA, a proteção de seus interesses econômicos,.. A proteção da VIDA, SAÚDE E SEGURANÇA contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos.
15 - Artigo 6 da CF/88. São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. - É princípio e direito no CDC. - Assegura condições morais e materiais para o consumidor. (incluso aspecto psicológico).
16 3 Princípio da Proteção e Necessidade - Caráter protecionista Art. 1 CDC O presente Código estabelece NORMAS DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR, de ordem pública e interesse social, nos termos dos Arts. 5, inciso XXXII, 170, inciso V, da Constituição Federal e Art. 48 de suas Disposições Transitórias.
17 - Proteção do consumidor é justificativa para intervenção do Estado no domínio econômico. ( aquisição de certos produtos e serviços necessários). - Exemplo: Medicamentos e Alimentos (inclui aumento exagerado de preço). - Atrelado ao princípio da liberdade de agir e escolher.
18 4 Princípio da transparência - Previsão: Art. 4 do CDC A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como A TRANSPARÊNCIA e harmonia das relações de consumo,...
19 - Obrigação do fornecedor: fazer conhecer. - Em relação ao contrato: conteúdo. - É complementado pelo dever de informar: Art.6, III. A INFORMAÇÃO ADEQUADA E CLARA sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem.
20 - Previsão legal: Art. 46 do CDC Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores, se não lhes for dada a oportunidade de tomar CONHECIMENTO PRÉVIO DE SEU CONTEÚDO, ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a DIFICULTAR A COMPREENSÃO de seu sentido e alcance.
21 5 Princípio da Harmonia - Previsão legal: Art. 4, Inciso III, do CDC A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à dignidade, saúde e segrurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e HARMONIA das relações de consumo,...
22 HARMONIZAÇÃO dos interesses dos participantes das relações de consumo e compatibilização da proteção do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico, de modo a viabilizar os princípios nos quais se funda a ordem econômica (art. 170, da CF), sempre com base na boa-fé e equilíbrio nas relações entre consumidores e fornecedores. Exemplo: incentivo ao avanço tecnológico + criação de novos produtos = respeito à saúde, segurança.
23 6 Princípio da vulnerabilidade - Previsão: Art. 4, Inciso I, CDC. Reconhecimento da vulnerabilidade no mercado de consumo.
24 - Significado: parte mais fraca na relação de consumo. - CDC: Todo consumidor é vulnerável, mas nem todo consumidor é hipossuficiente.
25 A VULNERABILIDADE é um traço universal de todos os consumidores, ricos ou pobres, educadores ou ignorantes, crédulos ou espertos. Já a HIPOSSUFICIÊNCIA é marca pessoal, limitada a alguns - até mesmo a uma coletividade - mas nunca a todos os consumidores. (BENJAMIN, Antônio Herman de Vasconcelos. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor Comentado pelos Autores do Anteprojeto. 7.ED. São Paulo: Forense Universitária, PAG. 325)
26 A hipossuficiência, não é apenas econômica, devendo ser provada e avaliada com outros dados, como por exemplo, o seu grau de instrução, a natureza do serviço, dentre outras. A HIPOSSUFICIÊNCIA é critério de avaliação judicial para decisão que possibilita a inversão do ônus da prova em favor do consumidor. É direito básico do consumidor, no entanto, deverá ser analisado pelo juiz no caso concreto, assim a hipossuficiência poderá ocorrer de duas formas: ECONÔMICA, quando o consumidor tem dificuldades financeiras aproveitando-se o consumidor dessa condição ou PROCESSUAL, quando o consumidor demonstra dificuldades em produzir provas em juízo.
27 - A doutrina classifica três espécies de vulnerabilidade: a) ordem técnica (o que, quando e a maneira de produzir). b) ordem econômica (ausência de recursos que impossibilita o consumidor de debater frente a frente com o fornecedor). c) ordem jurídica ou científica (contabilidade, matemática. Ex: juros).
28 7 Princípio da boa-fé - Previsão: Art. 4 CDC Harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e compatibilização da proteção do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico, de modo a viabilizar os princípios nos quais se funda a ordem econômica (art. 170, da CF), sempre com base NA BOA-FÉ e equilíbrio nas relações entre consumidores e fornecedores. - Em todas as fases da relação contratual.
29 Conceito: sinceridade, seriedade, veracidade, lealdade, honestidade e / transparência (partes) esperteza, lucro fácil, prejuízo ao outro, fraudes, abusos, etc... - Previsão no art. 51, IV do CDC
30 Art. 51: São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: Inciso IV: Estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou equidade.
31 8 Princípio da proteção contra publicidade enganosa ou abusiva - Previsão: Art. 6, IV, do CDC A proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços.
32 - Elemento essencial dos produtos e serviços: características, qualidade, funcionamento, preço, etc - Proibição de práticas abusivas: abuso do direito ou abuso de direito? - Abuso do direito: resultado/excesso/exercício/dano a outrem. - Rol exemplificativo: Arts. 39, 40, 41, 42, etc
33 - Previsão legal da publicidade enganosa ou abusiva: Art. 37, Parág. 1 e 2 do CDC. - Normas regulamentadoras da publicidade: Arts. 36 ao 38 do CDC. - Contra práticas comerciais abusivas: Art. 39 CDC. - Contrato de consumo com cláusula abusiva: Art. 51 do CDC.
34 9 Princípio da Conservação - Previsão implícita: Art.6, V A modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas
35 - Previsão explícita: Art. 51, Parág. 2 Art. 51: São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: Parág. 2: A nulidade de uma cláusula contratual abusiva não invalida o contrato, exceto quando de sua ausência, apesar dos esforços de integração, decorrer ônus excessivo a qualquer das partes.
36 QUESTÕES1 - Acerca dos direitos e princípios que devem ser plicados na defesa do consumidor, assinale a opção correta de acordo com os regramentos estabelecidos pelo CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. a) Nos contratos de consumo, impõem-se, na fase de formação, mas não na de execução, a transparência e a boa-fé, a fim ser compensada a vulnerabilidade do consumidor b) É direito básico unilateral do consumidor a revisão de cláusula contratual excessivamente onerosa decorrente de fatos supervenientes, o que acarreta, como regra, a resolução do contrato celebrado c) Pelo princípio da restitutio in integrum, o contrato de consumo pode estabelecer limitações ou tarifamento para a indenização por prejuízo moral ou material, desde que razoável e proporcional. d) Conforme o princípio da coibição e repressão de práticas abusivas, o fornecedor, com o objetivo legítimo de aumentar suas vendas, pode valer-se de marca que se assemelhe a outra marca famosa e) O princípio da vulnerabilidade estabelece que todo e qualquer consumidor é a parte mais fraca da relação de consumo, sendo tal presunção absoluta
37 QUESTÕES 2 - Vários princípios informam as relações de consumo que são regulamentadas por lei especial no Brasil. Dentre esses princípios, podem ser identificados, os seguintes, exceto: a) boa-fé b) transparência c) prevenção d) veracidade e) ambivalência.
38 QUESTÕES 3 -. No âmbito do Código de Defesa do Consumidor, em relação ao princípio da boa-fé objetiva, é correto afirmar que: a) sua aplicação se restringe aos contratos de consumo b) para a caracterização de sua violação imprescindível se faz a análise do caráter volitivo das partes c) não se aplica à fase pré-contratual d) importa em reconhecimento de um direito a cumprir em favor do titular passivo da obrigação.
39 QUESTÕES 4 - Em relação aos princípios previstos no Código de Defesa do Consumidor, assinale a alternativa correta. a) O CDC é uma norma tipificadora de condutas, prevendo expressamente o comportamento dos consumidores e dos fornecedores. b) A boa-fé prevista no CDC é a boa-fé subjetiva c) O princípio da vulnerabilidade, que presume ser o consumidor o elo mais fraco da relação de consumo, diz respeito apenas à vulnerabilidade técnica d) O princípio da transparência impõe um dever comissivo e um omissivo, ou seja, não pode o fornecedor deixar de apresentar o produto tal como ele se encontra nem pode dizer mais do que ele faz; não pode, portanto, mais existir o dolus bonus
40 QUESTÕES 5 - No sistema das relações de consumo reguladas pelo Código de Defesa do Consumidor, a identificação de que existe um elo mais fraco na relação traduz o reconhecimento da: A) qualidade B) impessoalidade C) vulnerabilidade. D) referibilidade E) informalidade
DIREITO DO CONSUMIDOR. Direitos Básicos. Profa. Roberta Densa
DIREITO DO CONSUMIDOR Direitos Básicos Profa. Roberta Densa Art. 6º São direitos básicos do consumidor: I - a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento
PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NA SAÚDE
CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NA SAÚDE PRINCÍPIOS GERAIS DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR 1. Princípios gerais do direito 2. Princípios gerais do Código de Defesa do Consumidor na Saúde 3. Indicação
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE COACHING
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE COACHING Base Legal Artigos 593 a 609 Novo Código Civil; Código de Defesa do Consumidor Art. 593. A prestação de serviço, que não estiver sujeita às leis trabalhistas
Direitos Básicos do Consumidor
Direitos Básicos do Consumidor No artigo 6º no Código de Defesa do Consumidor são trazidos os direitos básicos do consumidor, ou seja, aqueles que são direitos fundamentais ao consumidor, que servirão
Sumário Capítulo 1 Introdução ao direito do ConsumIdor Introdução... 1
Sumário Capítulo 1 Introdução ao Direito do Consumidor... 1 1.1. Introdução... 1 1.1.1. Origem histórica... 2 1.1.2. A proteção constitucional do direito do consumidor... 5 Capítulo 2 A Relação Jurídica
AUMENTO ABUSIVO NAS MENSALIDADES DOS PLANOS DE SAÚDE
MÓDULO II Contratos em Espécie no Código de Defesa do Consumidor (30 horas-aula) AUMENTO ABUSIVO NAS MENSALIDADES DOS PLANOS DE SAÚDE Prof. Joseval Martins Viana - Aula n. 31 do Curso de Pós-Graduação
DIREITO DO CONSUMIDOR
1 DIREITO DO CONSUMIDOR PONTO 1: A Defesa do Consumidor na CF/88 PONTO 2: Elaboração do CDC PONTO 3: Campo de Aplicação PONTO 4: Princípios art. 4º do CDC PONTO 5: Direitos Básicos art. 6º, CDC 1. A Defesa
AULA 12: DIREITO DO CONSUMIDOR II
AULA 12: DIREITO DO CONSUMIDOR II Prof. Thiago Gomes Nas aulas anteriores... Evolução Histórica do Direito do Consumidor Conceitos de Consumidor, Fornecedor, Produto e Serviço Direitos do Consumidor I
PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO CIVIL
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO CIVIL Tópico da aula: Limitação de cobertura para materiais e medicamentos utilizados durante a internação de beneficiário de plano de saúde. Caso prático Beneficiária,
PARTE GERAL CAPÍTULO I JURISDIÇÃO E AÇÃO...
Sumário PARTE GERAL CAPÍTULO I JURISDIÇÃO E AÇÃO... 17 1. JURISDIÇÃO... 17 1.1. Conceito de jurisdição... 17 1.2. Princípios da jurisdição... 17 1.3. Espécies de Jurisdição... 19 1.4. Competência... 21
AULA 10: ASPECTOS HISTÓRICOS DA RELAÇÃO DE CONSUMO
AULA 10: ASPECTOS HISTÓRICOS DA RELAÇÃO DE CONSUMO Prof. Thiago Gomes O homem é um ser social. Como o homem satisfazia suas necessidades básicas nas primeiras organizações sociais? Havia a tradicional
Cód. barras: STJ (2012) Sumário
Cód. barras: STJ00094885 (2012) Sumário I - Introdução ao estudo do Direito do Consumidor... 1 1. Breve incursão histórica... 1 2. Autonomia do Direito do Consumidor... 5 3. A posição do direito do consumidor
AULA 03: POLÍTICA NACIONAL DAS RELAÇÕES DE CONSUMO
AULA 03: POLÍTICA NACIONAL DAS RELAÇÕES DE CONSUMO Prof. Thiago Gomes QUESTÃO DO DIA Julispeterson, sabendo das dificuldades para conseguir atendimento médico na rede pública, resolveu adquirir um plano
PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA AUMENTO ABUSIVO DAS MENSALIDADES DOS PLANOS DE SAÚDE
AUMENTO ABUSIVO DAS MENSALIDADES DOS PLANOS DE SAÚDE 1 1. Conceito do contrato de plano de saúde O contrato de plano privado de assistência à saúde é o pacto firmado entre a administradora, a operadora
DIREITO DO CONSUMIDOR. Odon Bezerra Cavalcanti Sobrinho
DIREITO DO CONSUMIDOR Odon Bezerra Cavalcanti Sobrinho Contrato Proteção Contratual CONCEPÇÃO TRADICIONAL DE CONTRATO X NOVA REALIDADE DAS RELAÇÕES CONTRATUAIS Visão Histórica: Delineada especialmente
Direito do Consumidor Prof. Aline Baptista Santiago
Direito do Consumidor Prof. Aline Baptista Santiago A disciplina de Direito do Consumidor será cobrada juntamente com Direito Civil em 22 das 100 questões da prova objetiva. Com base na ementa da disciplina
CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR LEI 8078/ 90 PROFESSOR MAURICIO SOARES Banca: FCC Assunto: Conceito de Consumidor e Fornecedor. Lei 8078/90 No tocante aos conceitos de Consumidor, Fornecedor, Produtos e
A Adesão Informada. José Carlos Maldonado de Carvalho Desembargador do TJ/RJ.
A Adesão Informada José Carlos Maldonado de Carvalho Desembargador do TJ/RJ. 1. INTRODUÇÃO A celeridade com que o mercado de consumo vem se desenvolvendo neste Século inaugural de um terceiro milênio,
DIREITO DO CONSUMIDOR. Profª Maria Bernadete Miranda
DIREITO DO CONSUMIDOR Profª Maria Bernadete Miranda SAGRADAS ESCRITURAS Nas Sagradas Escrituras, desde os tempos do Jardim do Éden, já aparece o primeiro problema sobre o consumo de uma fruta. A Maçã que
Direitos Básicos do Consumidor
AULA 04: DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR Prof. Thiago Gomes QUESTÃO DO DIA Idineltiston Pereira, durante o tempo que morou Cruzeiro/SP, contraiu a dengue. Considerando a elevação dos casos da doença e receoso
Relação Jurídica de Consumo
AULA INTRODUTÓRIA DA PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO DO CONSUMIDOR INTRODUÇÃO AO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - LEI N. 8.078/90 Relação Jurídica de Consumo 1 1. Apresentação do curso de pós-graduação em Direito
Etec Gino Rezaghi Cajamar Prof. Wilson Roberto
1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS CONSTANTES DO CDC Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final, ou seja, é qualquer pessoa que compra um produto
PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR
PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR www.markusnorat.com Direitos Básicos do Consumidor O CDC traz um capítulo específico para tratar dos Direitos Básicos do Consumidor.
O SUPERENDIVIDAMENTO DO CONSUMIDOR. Professora Maria Eugênia Finkelstein
O SUPERENDIVIDAMENTO DO CONSUMIDOR Professora Maria Eugênia Finkelstein SUPERENDIVIDAMENTO A relação entre a concessão de crédito e a inadimplência do consumidor pode ser vislumbrada neste gráfico elaborado
SUMÁRIO. Capítulo 1 Introdução ao direito do consumidor Capítulo 2 Relação jurídica de consumo... 25
SUMÁRIO Capítulo 1 Introdução ao direito do consumidor... 19 1. Noções iniciais... 19 2. Defesa do consumidor e a constituição federal... 19 3. Peculiaridades das normas de proteção ao consumidor... 20
PARTE GERAL CAPÍTULO I JURISDIÇÃO E AÇÃO...
Sumário PARTE GERAL CAPÍTULO I JURISDIÇÃO E AÇÃO... 19 1. JURISDIÇÃO... 19 1.1. Conceito de jurisdição... 19 1.2. Princípios da jurisdição... 19 1.2.1. Investidura... 19 1.2.2. Indelegabilidade... 20 1.2.3.
E-commerce e o Direito do Consumidor
E-commerce e o Direito do Consumidor Palestrante: Felipe Gustavo Braiani Santos Advogado atuante no direito do consumidor, formado pela UCDB, especializando em Direito Processual Civil pela UNISC. Servidor
Atendimento. Curso de ATENDIMENTO. 1 Aula. Item 1 - Introdução
Atendimento Atendimento Curso de ATENDIMENTO Item 1 - Introdução 1 Aula Atendimento Curso de ATENDIMENTO Item 1 - Introdução Item 2 - Marketing Atendimento Curso de ATENDIMENTO Item 1 - Introdução Item
AULA CONSIDERAÇÕES INICIAIS QUESTÕES SEM COMENTÁRIOS QUESTÕES COMENTADAS CONSIDERAÇÕES FINAIS... 37
AULA 07 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS...2 2. QUESTÕES SEM COMENTÁRIOS...8 3. QUESTÕES COMENTADAS... 15 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS... 37 Concurso: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Cargo: Técnico Bancário nível médio Matéria:
Direitos Básicos do Consumidor
AULA 04: DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR Prof. Thiago Gomes QUESTÃO DO DIA Idineltiston Pereira, durante o tempo que morou Cruzeiro/SP, contraiu a dengue. Considerando a elevação dos casos da doença e receoso
Direitos e Garantias Fundamentais. Disciplina: Direito Constitucional I Professora: Adeneele Garcia Carneiro
Direitos e Garantias Fundamentais Disciplina: Direito Constitucional I Professora: Adeneele Garcia Carneiro Dúvida Direitos humanos e Direitos fundamentais são sinônimos? Direitos humanos X Direitos fundamentais:
Direito do Consumidor Dr. Cristiano de Souza
1 Dos Direitos do Consumidor (Disposições gerais) 1. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, pode-se afirmar que a melhor definição de consumidor: a) pessoa física ou pessoa jurídica que seja destinatário
AULA 02: RELAÇÃO DE CONSUMO
AULA 02: RELAÇÃO DE CONSUMO Prof. Thiago Gomes QUESTÃO DO DIA José Eurico conheceu Mariclécia pela rede social Facebook e combinaram seu primeiro encontro no Shopping Compre Tranquilo. Para facilitar o
CURSO DE DIREITO DO CONSUMIDOR
RONALDO ALVES DE ANDRADE Mestre e doutor em Direito Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP. Iniciou sua carreira jurídica como advogado e, em 1989, sua carreira na magistratura,
Direito do Consumidor
Nathália Stivalle Gomes 38 Direito do Consumidor 2016 Resumos p conc v38 -Gomes-Dir Consumidor-1ed.indb 3 25/08/2016 12:12:44 Capítulo 1 INTRODUÇÃO AO DIREITO DO CONSUMIDOR Leia a lei: Arts. 1º e 7º do
PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA. PRINCÍPIO DA AUTONOMIA DO PACIENTE: transfusão de sangue
PRINCÍPIO DA AUTONOMIA DO PACIENTE: transfusão de sangue Artigo 5º, inciso VI, da Constituição Federal Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros
