MULTIPLEXADOR E DEMULTIPLEXADOR
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- Wagner Gonçalo Mota Bernardes
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1 MULTIPLEXADOR E DEMULTIPLEXADOR
2 Organização Básica de Computadores - LAB 2 OBJETIVOS: Adquirir conhecimentos em dispositivos de lógica programável; Estudo do circuito multiplexador; Estudo do circuito demultiplexador.
3 Organização Básica de Computadores - LAB 3 O multiplexador: É um circuito que permite a escolha de um canal de entrada entre vários (no exemplo de E 0 até E 4 ) para que seja transmitido o seu sinal até o elemento S. Este chaveamento, para se ler o sinal através do elemento S, é chamado de multiplexação. Mas para selecionar qual das entradas desejamos multiplexar é necessário uma lógica de seleção.
4 Organização Básica de Computadores - LAB 4 O multiplexador como bloco funcional: Abaixo temos o bloco funcional que possui m entradas com uma lógica de seleção com n seleções. A capacidade é definida como: M = 2 N Exemplos: Um mux de duas entradas necessita de um sinal de seleção 2 = 2 1 Um mux de quarto entradas necessita de dois sinais de seleção 4 = 2 2 Um mux de cinco entradas necessita de três sinais de seleção (Adaptado) 5 <= 2 3 Este também é conhecido com multiplexador de 4 canais
5 Organização Básica de Computadores - LAB 5 O circuito do multiplexador: Exemplo de multiplexador de dois canais: M = 2 N => 2 = 2 1, portanto para dois canais de entrada é necessário uma seleção. A Tabela verdade da seleção fica: A expressão lógica para a tabela fica: Montado o circuito fica:
6 Organização Básica de Computadores - LAB 6 O circuito do multiplexador: Exemplo de multiplexador de quatro canais: M = 2 N => 4 = 2 2, portanto para quatro canais de entrada é necessário duas seleções. A Tabela verdade da seleção fica: A expressão lógica para a tabela fica: Montado o circuito fica:
7 Organização Básica de Computadores - LAB 7 Formas de representação do multiplexador: Multiplexador de duas entradas Multiplexador de quatro entradas
8 Organização Básica de Computadores - LAB 8 O demultiplexador: É um circuito inverso do multiplexador. Ou seja, através de uma lógica de seleção permite a seleção de uma saída entre varias para uma única entrada, para a propagação do sinal. Mas para selecionar qual saída será propagado o sinal, é necessário uma lógica de seleção.
9 Organização Básica de Computadores - LAB 9 O demultiplexador como bloco funcional: Abaixo temos o bloco funcional que possui n elementos na lógica de seleção e m possibilidades de saída. A capacidade é definida como: M = 2 N Exemplos: Um demux de duas saídas necessita de um sinal de seleção 2 = 2 1 Um demux de quarto saídas necessita de dois sinais de seleção 4 = 2 2
10 Organização Básica de Computadores - LAB 10 O circuito do demultiplexador: Exemplo de demultiplexador de dois canais: M = 2 N => 2 = 2 1, portanto para dois canais de saída é necessário uma seleção. A Tabela verdade da seleção fica: Expressão lógica para a tabela fica: Montado o circuito fica:
11 Organização Básica de Computadores - LAB 11 O circuito do demultiplexador: Exemplo de demultiplexador de quatro canais: M = 2 N => 4 = 2 2, portanto para quatro saídas é necessário duas seleções. A Tabela verdade da seleção fica: Expressão lógica para a tabela fica: Montado o circuito fica:
12 Organização Básica de Computadores - LAB 12 Circuito a ser implementado:
13 Organização Básica de Computadores - LAB 13 Definição de pinagem:
14 Organização Básica de Computadores - LAB 14 Forma de onda para testes
15 Organização Básica de Computadores - LAB 15 Após a geração do gráfico, conectar o KIT da ALTERA (DLP) ao computador e carregar o programa (circuito elaborado) para dentro do DLP; Fazer as devidas ligações dos fios nas entradas e saídas do DLP e fazer o teste Prático; Demonstrar ao professor o funcionamento. Relatório 7 Introdução Construção do circuito multiplexador no programa Quartus II Definição do circuito no software Construção do circuito demultiplexador no programa Quartus II Definição do circuito no software Procedimento experimental executado Demonstração com forma de onda na execução do circuito Para modelo de simulação funcional Para modelo de simulação timing Análise as formas de onda nos dois casos acima descritos Conclusão
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