PROTOCOLOS DE ACESSO - 2ª EDIÇÃO
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- Stefany Diegues Sanches
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1 SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE REGULAÇÃO EM SAÚDE COMPLEXO REGULADOR DE PERNAMBUCO PROTOCOLOS DE ACESSO - 2ª EDIÇÃO CINTILOGRAFIA DENSITOMETRIA ÓSSEA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA 2014
2 GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO JOÃO LYRA NETO SECRETÁRIO DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO ANA MARIA ALBUQUERQUE SECRETÁRIO EXECUTIVO DE REGULAÇÃO EM SAÚDE ANA LÚCIA ÁVILA DIRETORIA GERAL DE FLUXOS ASSISTENCIAIS ANA LÚCIA DA HORA E SÁ GERÊNCIA DE REGULAÇÃO AMBULATORIAL RENATA CABRAL COORDENAÇÃO DE REGULAÇÃO AMBULATORIAL CÁSSIA GABRIELLE BARBOSA ELABORAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL ANA PAULA BRAZ DE ALMEIDA EQUIPE TÉCNICA LADJANE DA MOTA RODRIGUES GILIATE BARBOSA COELHO FILHO MARIA ILK NUNES COLABORADORES TIEN CHANG ADA OLIVEIRA ALMEIDA JONAS JOSÉ DA SILVA JR. LEONEL MADEIRA MARIA VIRGÍNIA BRAGA PIERRE BRANCO SILVIO LITVIN
3 ÍNDICE Apresentação 4 Cintilografias 5 Cintilografias do Sistema Cardio-Vascular 5 Cintilografias do Sistema Neurológico 7 Cintilografias do Sistema Endócrino 8 Cintilografias do Sistema Digestivo 9 Cintilografias de Fígado, Pâncreas, Baço e Vias Biliares 10 Cintilografia do Sistema Hematológico 11 Cintilografias do Sistema Respiratório 12 Cintilografias Renais 13 Cintilografias do Corpo Inteiro 15 Cintilografia de Articulações 16 Linfocintilografia 17 Cintilografias do Sistema Ósseo 18 Cintilografia Geniturinário 19 Cintilografia das Glândulas Lacrimais 20 Imuno Cintilografia 21 Densitometria 22 Ressonância Magnética 25 Ressonância Magnética de Crânio 26 Ressonância Magnética de Tórax 28 Ressonância Magnética de Abdomen Superior 29 Ressonância Magnética de Coluna Vertebral (Cervical, Torácica, Lombo-Sacra) 31 Ressonância Magnetica de Articulacao Temporo-Mandibular (Bilateral) 33 Ressonância Magnetica de Sela Turcica 34 Ressonância Magnetica de Coracao / Aorta C/ Cine 35 Ressonancia Magnetica de Membro Superior (Unilateral) 36 Ressonancia Magnetica de Membro Membro Inferior (Unilateral) 38 Ressonancia Magnetica de Bacia / Pelve / Abdomen Inferior 40 Ressonancia Magnetica de Mama 41 Ressonancia Magnetica de Vias Biliares 42 Tomografia Computadorizada 43 Tomografia de Crânio e Sela Turcica 44 Tomografia de Tórax 45 Tomografia de Coluna 46 Tomografia dos Seios da Face 47 Tomografia do Abdome Superior 48 Tomografia da Pelve 49 Tomografia de Articulações 50 Tomografia de Pescoço 51 Tomografia dos Segmentos Apendiculares 52 Classificação por Prioridade 53 Referências 54
4 APRESENTAÇÃO O Estado de Pernambuco na perspectiva de implementar a Política Estadual de Regulação, apresenta os protocolos de acesso para realização de exames de imagem de alta complexidade, solicitados com maior frequência. Como parte dos instrumentos que ordena o acesso e organiza o fluxo dos pacientes na rede assistencial de saúde os Protocolos de Regulação do Acesso são diretrizes para solicitar e usar, adequada e racionalmente, as tecnologias de apoio diagnóstico e terapias especializadas, (...) sendo um instrumento de ordenação dos fluxos de encaminhamentos entre os níveis de complexidade assistencial. Vale ressaltar que os Protocolos de Regulação do Acesso são complementares aos Protocolos Clínicos que são "recomendações sistematicamente desenvolvidas com o objetivo de orientação de médicos e pacientes acerca de cuidados de saúde apropriados em circunstâncias clínicas e específicas". Somaram-se nesse processo a participação efetiva dos Profissionais das Especialidades Médicas da rede, assim como os modelos nacionais de Protocolos de Regulação do Acesso, as pesquisas nas Sociedades Médicas do Brasil e a equipe de Médicos Reguladores vinculados a Gerência de Regulação Ambulatorial desta Secretaria. Tendo em vista a constante evolução tecnológica dos aparelhos de imagem nos últimos anos, as recomendações presentes neste protocolo deverão permanecer em constante análise, já que poderão haver mudanças nos pré-requisitos, indicações e contra - indicações, de acordo com o equipamento utilizado. As solicitações dos exames, preferencialmente, deverão ser realizadas por médicos especialistas que estão investigando ou tratando patologias na respectiva especialidade. Não é vedada a solicitação por profissionais médicos generalistas, porém, nesses casos passará por análise individualizada, observando itens como história clínica, exame físico, hipótese diagnóstica, resultados de exames anteriores e justificativa da relevância do exame para o caso clínico. Esperamos que este documento seja incorporado a rotina de trabalho dos profissionais médicos e amplamente divulgado na rede assistencial, buscando fortalecer as ações que buscam a equidade do acesso para a nossa população. 4
5 CINTILOGRAFIAS CINTILOGRAFIAS DO SISTEMA CARDIO-VASCULAR CINTILOGRAFIA PARA AVALIAÇÃO DE FLUXO SANGUÍNEO DAS EXTREMIDADES CINTILOGRAFIA DO MIOCÁRDIO PARA LOCALIZAÇÃO DE NECROSES CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CÂMARAS CARDÍACAS EM SITUAÇÃO DE ESFORÇO CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CÂMARAS CARDÍACAS EM SITUAÇÃO DE REPOUSO CINTILOGRAFIA DO MIOCÁRDIO PARA AVALIAÇÃO DA PERFUSÃO EM SITUAÇÃO DE REPOUSO CINTILOGRAFIA DO MIOCÁRDIO PARA AVALIAÇÃO DA PERFUSÃO EM SITUAÇÃO DE ESTRESSE (MÍNIMO TRÊS PROJEÇÕES) CINTILOGRAFIA PARA QUANTIFICAÇÃO DE SHUNT EXTRACARDÍACO CINTILOGRAFIA DE CORAÇÃO COM GALIO 67 Isquemia (localização e extensão); Quantificar fluxos anômalos; Alterações da contratilidade miocárdica; Diferenciar isquemia miocárdica de necrose miocárdica; Coronariopatias; Pacientes sob Quimioterapia Cardiotóxica; Pós-Infarto Agudo do Miocárdio (IAM); Avaliação funcional e prognóstica na insuficiência cardíaca; Procedimento de Revascularização (acompanhamento); Avaliação da função biventricular global. 5
6 História clínica e exame físico; Angiografia simples (se indicado); DOPPLER de vaso periférico; Eletrocardiograma (ECG) com laudo; Ecocardiograma com laudo; Teste de Esforço com laudo; Cateterismo (se indicado). Cardiologista; Cirurgião cardíaco e/ou cardiovascular; Hemodinamicista; Angiologista. PRIORIDADES Investigação de dor torácica em pacientes de risco intermediário; Pós-IAM: Avaliação de viabilidade miocárdica; Avaliação de pacientes de alto risco para doença coronária diabéticos renais crônicos, vasculopatia periférica, disfunção erétil, história familiar de Doença Arterial Coronariana (DAC) precoce, etc.; Pacientes internados em unidades hospitalares. 6
7 CINTILOGRAFIAS DO SISTEMA NEUROLÓGICO CINTILOGRAFIA DE PERFUSÃO CEREBRAL C/ TÁLIO (SPCTO) CISTERNOCINTILOGRAFIA Detectar isquemia; Fluxo liquórico; Doenças degenerativas; Avaliar extensão de Acidente Vascular Cerebral (AVC); Pós-carotidoangioplastia; Identificar possível sítio do ICTUS Epilepsia. História clínica e exame físico; EEG com Laudo; Tomografia Computadorizada (TC) e/ou Ressonância Magnética (RM). Neurologista; Oncologista; Neurocirurgião. 7
8 CINTILOGRAFIAS DO SISTEMA ENDÓCRINO CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ OU S/ CAPTAÇÃO CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE COM TESTE DE SUPRESSÃO (T3 ou T4) CINTILOGRAFIA DE PARATIREOIDES CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DO CORPO INTEIRO Distúrbios funcionais da tireóide e/ou da paratireóide; Tireóide ectópica; Tumores e nódulos; Hipertireoidismo tipo Grave e Plumer; Carcinoma diferenciado tireoidiano; Tireoidite; Lesões suspeitas e tratamento hormonal. História clínica e exame físico; Exames laboratoriais; Ultrassonografia (US). Endocrinologista; Oncologista; Cirurgião Geral; Cirurgião de cabeça e pescoço. 8
9 CINTILOGRAFIAS DO SISTEMA DIGESTIVO CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFÁGICO (LÍQUIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFÁGICO (SEMISSÓLIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO GÁSTRICO CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE DIVERTICULOSE DE MECKEL CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA NÃO ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO CINTILOGRAFIA DE GLANDULAS SALIVARES C/ OU S/ ESTÍMULO Análise do trânsito esofágico e gástrico para esvaziamento e refluxo; Gastroparesia (diabéticos). História clínica e exame físico. Gastroenterologista; Cirurgião Geral; Cirurgião Pediátrico; Pediatra. 9
10 CINTILOGRAFIAS DE FÍGADO, PÂNCREAS, BAÇO E VIAS BILIARES CINTILOGRAFIA DE FIGADO E BACO (mínimo cinco imagens) CINTILOGRAFIA DE FIGADO E VIAS BILIARES CINTILOGRAFIA DE PÂNCREAS Traumas e cirurgias hepáticas com suspeita de perda da integridade das vias biliares; Detectar escapes biliares por trauma ou cirurgia; Disfunção dos esfíncteres. CONTRA Colecistite Infecciosa. História clínica e exame físico; US do abdome superior; TC (conforme o caso). Gastroenterologista; Cirurgião geral; Cirurgião pediátrico; Neonatologista. 10
11 CINTILOGRAFIA DO SISTEMA HEMATOLÓGICO CINTILOGRAFIA DE SISTEMA RETICULO-ENDOTELIAL (MEDULA ÓSSEA) Hemorragia; AVC hemorrágico; Determinar tempo de sobrevida das hemácias. CONTRA Hemorragia esofagogástrica; AVC isquêmico. História clínica e exame físico; Exames Laboratoriais; TC do Crânio (AVC); RM (se indicado). Hematologista; Angiologista; Nefrologista; Neurocirurgião; Neonatologista; Pediatra. 11
12 CINTILOGRAFIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO CINTILOGRAFIA DE PULMÃO POR INALAÇÃO (mínimo de duas projeções) CINTILOGRAFIA DE PULMÃO P/ PESQUISA DE ASPIRAÇÃO CINTILOGRAFIA DE PULMÃO POR PERFUSÃO (mínimo de quatro projeções) CINTILOGRAFIA DE PULMÃO C/ GÁLIO 67 INDICAÇÃO Embolia Pulmonar. CONTRA Pneumopatias inflamatórias simples; Tumores. História clínica e exame físico; Radiografia (RX) do tórax PA/Perfil com laudo; TC do tórax (conforme o caso). PROFISSIONAL SOLICITANTE Pneumologista. 12
13 CINTILOGRAFIAS RENAIS CINTILOGRAFIA DE RIM C/ GALIO CINTILOGRAFIA RENAL/RENOGRAMA (QUALITATIVA E/OU QUANTITATIVA) CISTOCINTILOGRAFIA DIRETA CISTOCINTILOGRAFIA INDIRETA Verificar função renal; Hipertensão Renovascular; Avaliar cicatrizes remanescentes de infecções renais; Quantificar córtex renal funcionante (segmento de pielonefrite por refluxo); Avaliar envolvimento renal de tumores; Diagnóstico diferencial entre tumor e hipertrofia da coluna de Bertin; Avaliar refluxo vesico-uretral; Estenose de artéria renal; Transplante renal; Pseudomassas renais. CONTRA Tumores; Cálculo renal, vesical ou uretral; Alterações morfológicas; Infecção do trato urinário. História clínica e exame físico; Exames laboratoriais; US Rim/Vias urinárias; Urofluxometria (se houver); TC ou RMN (conforme o caso). 13
14 Urologista; Nefrologista; Oncologista; Nefropediatra; Cirurgião Pediátrico. PRIORIDADES Infecção urinária de repetição (avaliar cicatrizes renais); Seguimento de crianças com refluxo vesico - uretral. 14
15 CINTILOGRAFIAS DO CORPO INTEIRO CINTILOGRAFIA DE CORPO INTEIRO C/ GALIO 67 P/ PESQUISA DE NEOPLASIAS CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DO CORPO INTEIRO Metástases (Diagnostico e Acompanhamento). CONTRAINDICAÇÃO Processos alérgicos às substancias farmacológicas utilizadas no procedimento. História clínica e exame físico; TC (se houver). Ortopedista; Oncologista; Endocrinologista. 15
16 CINTILOGRAFIA DE ARTICULAÇÕES CINTILOGRAFIA DE ARTICULAÇÕES E/OU EXTREMIDADES E/OU OSSO Necrose da cabeça do fêmur; Processos expansivos; Pioartrites. CONTRA Lesões ligamentares, condrais ou dos meniscos (vistas na RMN); Fraturas (diagnóstico). História clínica e exame físico; US articulação; RM articulação (inconclusiva). Ortopedista; Oncologista; Infectologista. PRIORIDADES Processo expansivo. 16
17 LINFOCINTILOGRAFIA LINFOCINTILOGRAFIA Linfedema pós-cirúrgico oncológico; Linfedema de outras causas; DOPPLER negativo para patologia venosa. História clínica e exame físico; DOPPLER venoso (se for o caso). Oncologista; Angiologista. 17
18 CINTILOGRAFIAS DO SISTEMA ÓSSEO CINTILOGRAFIA DE OSSOS C/ OU S/ FLUXO SANGUINEO (CORPO INTEIRO) CINTILOGRAFIA DE OSSO COM GALIO CINTILOGRAFIA DE ESQUELETO (CORPO INTEIRO) Osteomielite; Necroses ósseas; Fratura de stress; Avaliar Integridade de próteses articulares; Dores ósseas; Doença de Paget; Tumores; Metástases. História clínica e exame físico; RX simples; Exames laboratoriais; TC ou RM (conforme o caso). Infectologista; Oncologista; Cardiologista; Nefrologista; Ortopedista; Cirurgião geral. PRIORIDADES Infecções. 18
19 CINTILOGRAFIA GENITURINÁRIO CINTILOGRAFIA DE TESTICULO E BOLSA ESCROTAL INDICAÇÃO Diagnóstico diferencial entre torção testicular e orquiepididimite. História clínica e exame físico; USG inconclusivo. Urologista; Oncologista; Cirurgião pediátrico; Pediatra. 19
20 CINTILOGRAFIA DAS GLÂNDULAS LACRIMAIS CINTILOGRAFIA DE GLANDULA LACRIMAL (DACRIOCINTILOGRAFIA). INDICAÇÃO Obstrução das vias lacrimais excretoras. História clínica e exame físico; RX de seios da face. PROFISSIONAL SOLICITANTE Oftalmologista. PRIORIDADES Lesão orbitária; Tumores cerebrais. 20
21 IMUNO CINTILOGRAFIA IMUNO-CINTILOGRAFIA (ANTICORPO MONOCLONAL) INDICAÇÃO Neoplasias (identificação e mapeamento). História clínica e exame físico; Exames comprobatórios de tumor. Hematologista; Oncologista. 21
22 DENSITOMETRIA ÓSSEA CÓDIGO SIA/SUS: Até 65 anos de idade: laudo médico com história clínica que justifique a solicitação do exame, bem como, a informação dos exames já realizados e os resultados obtidos. 1. EM ADULTOS 1.1. Gênero x Idade Mulheres com idade > 65 anos; Homens com idade > 70 anos; Mulheres com idade > 40 anos, na transição menopausal (1-2); Homens com idade > 50 anos de idade, com os seguintes fatores de risco: raça branca, peso corporal abaixo de 55 kg, tabagista, uso regular de bebidas alcoólicas (acima de duas doses diárias) e sedentarismo Fratura Adultos com antecedente de fratura por fragilidade, condição clínica ou uso de medicamentos associados à baixa massa óssea ou perda óssea; Fratura prévia pós-trauma mínimo, atraumática ou patológica; Evidência radiológica de osteopenia ou fraturas vertebrais Osteoporose Indivíduos para os quais são consideradas intervenções farmacológicas para osteoporose; Indivíduos em tratamento para osteoporose, para monitoramento de sua eficácia; Indivíduos que não estejam sob tratamento para osteoporose, porém nos quais a identificação de perda de massa óssea possa determinar a indicação do tratamento Uso de Glicocorticóides Homens e mulheres em uso ou com previsão de uso de glicocorticóides orais por mais de três meses, pulsoterapia endovenosa ou glicocorticóides inalatórios em altas doses; Pacientes usuários crônicos de glicocorticóides (a cada seis meses no primeiro ano e a cada 12 meses após a estabilização da Densidade Mineral Óssea). 22
23 1.5. Outras Indicações Hipogonadismo em homens e mulheres; Terapia de Reposição Hormonal (seguimento); Síndrome de má absorção; Calciúria de 24h; Hiperparatireoidismo; Endocrinopatias com perda de massa óssea; Insuficiência renal crônica; Rins policísticos; Co-morbidade; Iatrogenia; Perda de estatura óssea; Cifose torácica; Índice de massa corporal < 19, passado de estado prolongado de baixa ingestão de cálcio. 2. EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Antes e durante tratamento com drogas com repercussão na massa óssea; Pacientes com doença óssea primária (por exemplo, osteogênese imperfeita) ou potencial doença óssea secundária (por exemplo, doenças inflamatórias crônicas, distúrbios endocrinológicos, história de câncer na infância ou transplante prévio não renal); Nos pacientes com talassemia maior, na presença de fratura ou aos 10 anos de idade; Em crianças sob imobilização crônica (por exemplo, paralisia cerebral), no momento de apresentação da fratura. OBSERVAÇÕES: A densitometria não deve ser realizada na presença de dor, espasmo ou contratura, que impeçam o posicionamento do paciente na mesa de exames ou que propiciem demasiado desconforto ao paciente; O intervalo mínimo para se repetir a densitometria óssea no monitoramento de tratamento com droga osteoativa ou doença, nesse caso específico, é de um ano; O período de intervalo entre exames deve ser determinado de acordo com a condição clínica de cada paciente. Habitualmente, um ano após o início ou mudança do tratamento, nova 23
24 medida da densidade mineral óssea é apropriada. Maiores intervalos deverão ser observados quando a eficácia terapêutica estiver estabelecida; Em condições associadas à perda óssea rápida, como tratamento com glicocorticóides, exames com periodicidade menor conseguem identificar alterações significativas. Ginecologista; Ortopedista; Endocrinologista; Geriatra; Pediatra; Clínica Médica; Hematologista. 24
25 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Deve ser precedida de exames de média complexidade/custo, nos casos que exijam a definição diagnóstica e de tratamento, justificados pelo quadro clínico; Apenas médicos em unidades públicas de saúde podem solicitar; Nos casos de estadiamento, deverá ser solicitada por especialista relacionado à patologia de base; A história e exame clínico deverão ser bem detalhados; Compatibilidade entre o CID e diagnóstico; Compatibilidade entre o procedimento solicitado e o código da Tabela SIA-SUS. CONTRA Implantes metálicos (marca-passo cardíaco, alguns tipos de clipes de aneurisma cerebral, fragmentos metálicos intraoculares, outras próteses metálicas, etc.); Processos alérgicos às substâncias farmacológicas utilizadas no procedimento; Pacientes hemodinamicamente instáveis. DE SEDAÇÃO Criança; Fobia; Idoso; Alérgico; Paciente grave. 25
26 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE CRÂNIO Código SIA/SUS Avaliar fossa cerebral posterior ou tronco cerebral; Acidente Vascular Cerebral Isquêmico; Infartos cerebrais múltiplos; Demência; Suspeita de tumores (tumores de hipófise, linfoma, meningeomas, neuroma do acústico, etc.); Lesões intraorbitais ou do trato visual; Suspeita de infecções intracranianas (não diagnosticadas por punção lombar); Suspeita de trombose do seio sagital; Suspeita de esclerose múltipla; Suspeita de aneurisma ou má formação vascular; Alterações têmporo-mandibular; Epilepsia; Malformações congênitas; Doenças inflamatórias ou degenerativas do encéfalo; Lesões ósseas. História clínica e exame físico; Neurologista; Neurocirurgião; Cirurgião cabeça e pescoço; Oncologista; Otorrinolaringologia; Oftalmologia; Pediatria; Clínico Geral; Intensivista; Urgentista. 26
27 Cirurgião buco maxilo facial; Endocrinologista; Ginecologista; Infectologista; Psiquiatra; Ortopedista; Cirurgias Geral; Cirurgias Vascular; Cirurgias Pediátrica. 27
28 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE TÓRAX Código SIA/SUS Massas mediastinais e de parede torácica; Lesões e derrames pleurais; Fratura patológica em arco costal; Doenças das vias aéreas; Lesões na coluna. DE USO DE CONTRASTE Alterações Mediastinais parede torácica História clínica e exame físico; RX do tórax PA/Perfil, se necessário; TC de tórax, se necessário, com laudo; Ultrassonografia com laudo. Pneumologista; Cirurgião torácico; Oncologista; Clínico Geral; Cardiologista; Cirurgião Cardíaco; Reumatologista; Ortopedista; Cirurgião pediátrico; Médico do trabalho. 28
29 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE ABDOMEN SUPERIOR Código SIA/SUS Tumores e metástases abdominais; Adenoma de supra renal; Lesões menores que 3,0cm em adrenais; Lesões hepáticas e focais (nódulo hepático); Lesões menores que 3,0cm no fígado; Lesões menores que 3,0cm no Pâncreas; Diagnóstico diferencial de tumor hepático e hemangioma; Estadiamento de tumores (sensibilidade maior que a da USG e TC); Monitoramento de pacientes com hepatopatias crônicas; Estudo de vias biliares; Processos inflamatório e infecciosos no abdome; Malformação congênita; Trauma; Doenças vasculares; Análise do baço; Pesquisa de quantificação de ferro e gordura no fígado; Icterícia a esclarecer. DE USO DE CONTRASTE Lesões menores que 3,0cm em adrenais; Análise do baço; Pesquisa de quantificação de ferro no fígado (a critério do radiologista, se houver caracterização de TU); Icterícia a esclarecer; Lesões hepáticas e focais (nódulo hepático); Lesões menores que 3,0cm no fígado; Lesões menores que 3,0cm no Pâncreas; 29
30 DIAGNÓSTICOS Ultrassonografia abdominal ou pélvica, tomografia computadorizada. Hepatologista; Cirurgião geral; Oncologista; Clínico Geral; Gastroenterologista; Proctologista; Cirurgião pediátrico; Endocrinologista; Gastrocirurgião; Infectologista; Nefrologista urologista. 30
31 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE COLUNA VERTEBRAL (CERVICAL, TORÁCICA, LOMBO-SACRA) RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE COLUNA VERTEBRAL CERVICAL RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE COLUNA VERTEBRAL TORÁCICA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE COLUNA VERTEBRAL LOMBO-SACRA Tumor; Metástase; Discopatias degenerativas (abaulamento, protrusão ou hérnia discal); Infecções (suspeita); Neoplasias de partes moles ou ossos; Malformações congênitas; Patologias degenerativas, ósseas, musculares, ligamentares e cartilaginosas; Trauma; Pós-operatório de infecção ou tumor; Doença desmielinizante; Tuberculose; Mielite; Mieloma múltiplo; Outras artropatias inflamatórias, infecciosas e degenerativas; Dor cervical e lombar; Cervicobraquialgia; Dorsalgia; Dor torácica. DE USO DE CONTRASTE Doença desmielinizante; Espondilite; Espondilodiscite; Metástases; Mielite; Mieloma múltiplo; Pós-operatório de Infecção ou Tumor; 31
32 Pós-operatório de doença degenerativa ou hérnia de disco apenas se houver coleção; Tuberculose; Tumores. História clínica e exame físico; RX simples com laudo, se necessário; Tomografia. Ortopedista; Neurologista; Neurocirurgião; Infectologista; Reumatologista. 32
33 RESSONÂNCIA MAGNETICA DE ARTICULACAO TEMPORO-MANDIBULAR (BILATERAL) Código SIA/SUS Disfunção das Articulações Têmporo-Mandibulares (ATMs); Dor à mastigação; Doenças reumatológicas: Artrite Reumatóide, Lúpus e outras; Vídeo (pedido médico solicitando explicitamente a realização de vídeo ou exame dinâmico). DE USO DE CONTRASTE Doença inflamatória ou tumoral. Radiografia panorâmica; Tomografia. Buco-maxilo; Cirurgião de cabeça e pescoço; Neurologista; Ortopedista; Otorrinolaringologista. 33
34 RESSONÂNCIA MAGNETICA DE SELA TURCICA Código SIA/SUS Hiperprolactinemia, Disfunção hipofisária; Hipopituitarismo, Hipotireoidismo/hipogonadismo; Distúrbio de crescimento, baixa estatura, Puberdade precoce; Hamartoma hipotalâmico / crises gelásticas; Síndrome de Cushing, Microadenoma controle; Macroadenoma / lesões grandes da região; Lesões do seio cavernoso; Síndrome de Kallmann. DE USO DE CONTRASTE Hiperprolactinemia, Disfunção hipofisária; Hipopituitarismo, Hipotireoidismo/hipogonadismo; Distúrbio de crescimento, baixa estatura, Puberdade precoce; Hamartoma hipotalâmico / crises gelásticas; Síndrome de Cushing, Microadenoma controle; Macroadenoma / lesões grandes da região; Lesões do seio cavernoso; Síndrome de Kallmann. Exame clinico; Exames laboratoriais. Neurologista; Neurocirurgião; Pediatra; Endocrinologista; Oftalmologista; Cirurgião cabeça e pescoço. 34
35 RESSONÂNCIA MAGNETICA DE CORACAO / AORTA C/ CINE Código SIA/SUS Cardiopatias Congênitas; Doenças Vasculares; Avaliação de doenças pericárdicas, tumores e trombos; Avaliação das doenças valvares; Aorta - Rotina Tricks"; Coração - Pacientes Instáveis; Rotina Viabilidade; Coração - Stress Farmacológico. DE USO DE CONTRASTE Aorta - Rotina Tricks"; Rotina Viabilidade; Coração - Stress Farmacológico. Clinica; MIB. Cardiologista; Cirurgião cardíaco; Cirurgião torácico; 35
36 RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO SUPERIOR (UNILATERAL) Código SIA/SUS Processos traumáticos, degenerativos, inflamatórios e neoplásicos em músculos, tendões, ligamentos, cartilagens e nervos em região de antebraço e braço; Antebraço e Braço: Dor, Fratura de Estresse, Lesões Musculares, Patologias Mal Caracterizadas e Indefinidas, Trauma, Infecções, Miosites, Tumores; Cotovelo: Artrose, Bursite, Corpos Livres, Epicondilite, Patologias Mal Caracterizadas e Indefinidas, Tendinopatia, Tênis Elbow, Lesões Condrais, Trauma, Luxação, Artrites, Condromatose, Infecção e Sinovite; Ombro: Atletas Jovens, Bursite, Capsulite Adesiva, Doença Degenerativa, Episódio de Instabilidade/Luxação, Frouxidão Capsular, Instabilidade Acrômio-Clavicular, Instabilidade / Luxação Gleno-Umeral, Lesão do Manguito Rotador, Lesões Labrais, Lesões Ligamentares, Lesões tipo SLAP, Patologias Mal Caracterizadas e Indefinidas, Tendinopatia, Lesão do Manguito Rotador, Escápula Alada, Resalto, Artrites, Condromatose, Infecção, Sinovite, Tumores; Punho: Canal Guyon, Condropatia, DISI/VISI, Dor, Lesão Fibrocartilagem Triangular, Lesão Ligamentar, Tendinopatia, Tenossinovite, Túnel do Carpo, Artrites, Infecção, Sinovite;Tumores; Mão: Dor, Trauma, Tenossinovite Artrites, Infecção, Sinovite, Tumores; Dedos: Dor, Trauma e Tenossinovite Artrites, Infecção, Sinovite, Tumores. DE USO DE CONTRASTE Antebraço e Braço: Infecções, miosites, tumores, lesões musculares com mais de 14 dias; Cotovelo: Artrites, Condromatose, Infecção, Sinovite, Intra-articular (por solicitação clínica); Ombro: Artrites, Condromatose, Infecção, Sinovite, Tumores; Punho: Artrites, Infecção, Sinovite,Tumores; Mão: Processos inflamatórios e tumorais; Dedos: Processos inflamatórios e tumorais. Dependente da hipótese diagnóstica: raios-x simples, exames laboratoriais, tomografia computadorizada, ultra-sonografia. 36
37 Fisiatra; Médico do trabalho; Neurologista; Neurocirurgião; Oncologista; Ortopedista; Reumatologista; Eletroneuromiografia; Cirurgia de mão; Microcirurgia. 37
38 RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO MEMBRO INFERIOR (UNILATERAL) Código SIA/SUS Processos traumáticos, degenerativos, inflamatórios e neoplásicos em músculos, tendões, ligamentos, cartilagens e nervos em região de perna e coxa; Quadril: Bursite, Dor, Osteonecrose, Patologias mal caracterizadas e indefinidas, Tendinopatia, Impacto, Trauma, Artrites, Condromatose, Infecção, Sinovite; Tumores; Coxa: Dor, Fratura de Estresse, Lesões Musculares, Patologias Mal Caracterizadas e Indefinidas, Trauma, Infecções, Miosites, Tumores; Joelho: Artrose, Atrito da banda tibial, Cisto poplíteo/aker, Fratura subcondral, Lesões Condrais, Menisco Operado, Meniscopatia, Osteonecrose, Patologias mal caracterizadas e Indefinidas, Pós-artroscopia, Tendinopatia, Traumas, Artrites, Condromatose, Infecção, Sinovite, Tumores. Condromalácea, Dor anterior em pacientes jovens, Dor ao descer ou subir escadas, Hiperpressão da patela, Lesão da tróclea femoral, Luxação/instabilidade patelar, Lesões condrais e osteocondrias. Lesão dos ligamentos cruzados anterior e posterior; Perna: Dor, Fratura de Estresse, Lesão Musculares, Patologias mal caracterizadas e indefinidas, Trauma; Infecções, Miosites, Tumores; Ante-pé: Bursite, Fratura por estresse, Hálux valgo ou rigidus, Metatarsalgia, Patologias mal caracterizadas e indefinidas, Tendinopatia, Tenossinovite, Traumas, Neuroma de Morton ou interdigital Infecção, Tumores, coleções, artrites, inflamação; Tornozelo: Dor, Entorse, Fasceíte, Impacto, Lesão ligamentar, Lesão ósteo-condral, Patologias mal caracterizadas e indefinidas, Tendinopatia, Tenossinovite, Trauma, Túnel do Tarso, Artrites, Infecção, Sinovite, Tumores, Lesões Osteocondrais (a critério clínico), Lesões Ligamentares (a critério clínico); DE USO DE CONTRASTE Quadril: Artrites, Condromatose, Infecção, Sinovite, Tumores, Intra-articular (por solicitação clínica); Coxa: Infecções, Miosites, Tumores, lesões musculares; Joelho: Artrites, Condromatose, Infecção, Sinovite, Tumores; Perna: Infecções, Miosites, Tumores e lesões musculares; Ante-pé: Infecção, Tumores, coleções, artrites, inflamação; 38
39 Tornozelo: Artrites, Infecção, Sinovite, Tumores. Dependente da hipótese diagnóstica: RX simples, exames laboratoriais, tomografia computadorizada, ultrassonografia. Fisiatra; Médico do trabalho; Neurologista; Ortopedista; Oncologista; Reumatologista; Neurocirurgião. 39
40 RESSONANCIA MAGNETICA DE BACIA / PELVE / ABDOMEN INFERIOR Código SIA/SUS Bacia: Bursite, Dor, Osteonecrose, Patologias mal caracterizadas e indefinidas, tendinopatia, Trauma Tumor, Infecção, coleções, Artrites, Condromatose, Sacroilíite, Síndrome Piriforme, plexo sacral ou lombossacro, canal infrapiriforme, Sinfise pubiana Sinfisite; Pelve: Geral, Próstata Endorretal, Pesquisa de incontinência urinária, Incontinência fecal, Cistocele, Retocele, Tumores, Fístula Anorretal, Endometriose (na pelve feminina), Uroressonância (pelve + abdome). DE USO DE CONTRASTE Bacia:Tumor, Infecção, coleções, Artrites, Condromatose, Sacroilíite; Pelve: Geral, Próstata Endorretal, Tumor de Reto, Fístula Anorretal, Uro-ressonância (Pelve + Abdome), Endometriose (a critério do radiologista). Dependente da hipótese diagnóstica: RX simples, laboratoriais, tomografia computadorizada; Ultrassonografia. Cirurgião geral, Cirurgião pediátrico; Fisiatra; Gastroenterologista; Ginecologista; Médico do trabalho; Ortopedista; Oncologista; Reumatologista; Urologista; Ginecologia; Obstetra. 40
41 RESSONANCIA MAGNETICA DE MAMA Código SIA/SUS Código SIA/SUS Avaliação de implantes; Controle de lesões detectadas pela RM; Avaliação de achados mamográficos, clínicos e / ou ultrassonográficos; Rastreamento do câncer de mama; Estadiamento locoregional em mulheres com diagnóstico atual de câncer de mama; Controle de quimioterapia neoadjuvante; Pesquisa de carcinoma oculto nas mamas; Avaliação de recidiva tumoral em mulheres tratadas de câncer de mama; Doença de Paget; Leito de mastectomia. DE USO DE CONTRASTE Todas as indicações, exceto quando o estudo for apenas para avaliação de implantes. Mamografia; Ultrassonografia. Mastologista; Oncologista; Cirurgião plástico; Ginecologista. 41
42 RESSONANCIA MAGNETICA DE VIAS BILIARES Código SIA/SUS Vesícula: Pesquisa de Complicações da Colecistite Aguda, Estadiamento dos tumores; Vias Biliares: Avaliar dilatação das vias biliares; Pesquisa de Obstrução (Colelitíase, Coledocolitíase/ Sensibilidade semelhante a CPRE para cálculos), Pesquisa e Estadiamento de tumores, Avaliação Pré-operatória dos Tumores das Vias Biliares, Colangiopancreatografia por RM (Avaliação do Ducto de Wirsung e colédoco); DE USO DE CONTRASTE Colangiorressonância (a critério do radiologista se possibilidade de colangite ou tumor). Tomografia computadorizada; Ultrassonografia. Gastroenterologista; Cirurgião geral; Gastrocirurgião; Hepatologista; Infectologista; Oncologista; Clinico Geral. 42
43 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Deve ser precedida por exames de média complexidade/custo acompanhados dos respectivos resultados, exceto nos casos que exijam maior precisão na definição diagnóstica e no tratamento, justificados pelo quadro clínico e solicitados pelo especialista; Apenas médicos em unidades públicas de saúde podem solicitar; A história e exame clínico deverão ser bem detalhados; Compatibilidade entre o CID e diagnóstico; Compatibilidade entre o procedimento solicitado e código da Tabela SIA - SUS. CONTRA Gravidez (Relativa); Alergia em geral e principalmente ao iodo, no caso de uso de contraste (Relativa); Pacientes diabéticos utilizando metformina, no caso de uso de contraste (suspende a medicação e retorna após o exame); Mieloma múltiplo, no caso de uso de contraste (Relativa). RESTRIÇÕES Peso do paciente superior a 150 ou 200 Kg, dependendo do aparelho de imagem (fabricante). 43
44 TOMOGRAFIA DE CRÂNIO E SELA TURCICA : TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE SELA TÚRCICA : TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRÂNIO Traumatismo; Hemorragias; Metástases; Processos expansivos 1 ; Doenças degenerativas do Encéfalo; Aneurismas; Convulsões recentes a esclarecer; Doença Isquêmica. História clínica, exame físico e laboratório; Neurologista; Neurocirurgião; Ortopedista; Oncologista; Infectologista; Cirurgião cabeça e pescoço; Clínico Geral; Pediatra; Endocrinologista; Intensivista/Urgentista. 1 Processo expansivo se refere a uma das características diferenciais dos tumores em relação ao crescimento, tais como: lento, rápido, expansivo, pouco ou bem delimitado, infiltrativo, etc. (BRASIL, 2010) 44
45 TOMOGRAFIA DE TÓRAX : TOMOGRAFIA DE TÓRAX : TOMOGRAFIA DE HEMITORAX/MEDIASTINO Traumatismo; Sangramentos; Tumores; Metástases; Nódulos não neoplásicos; Pneumopatias intersticiais; Mediastino, hilos, pleura; Bronquiectasias; Síndrome de compressão da veia cava superior; Infecções específicas e inespecíficas. História clínica e exame físico; RX do tórax PA/Perfil (com laudo). Pneumologista; Oncologista; Cirurgião geral; Cirurgião torácico; Mastologista; Clínico Geral; Pediatra; Intensivista; Urgentista. 45
46 TOMOGRAFIA DE COLUNA : TOMOGRAFIA DE COLUNA CERVICAL C/ OU S/ CONTRASTE : TOMOGRAFIA DE COLUNA LOMBO-SACRA C/ OU S/ CONTRASTE : TOMOGRAFIA DE COLUNA TORACICA C/ OU S/ CONTRASTE : TOMOGRAFIA DE COLUNA LOMBO-SACRA C/ OU S/ CONTRASTE Fratura; Estenose do Canal Medular; Metástases; Processos Expansivos e Degenerativos; Hérnia Discal; Alterações do eixo da coluna; Malformações da coluna. História clínica e exame físico; RX simples de coluna com laudo (Relativo). Ortopedista; Neurocirurgião; Neurologista; Oncologista; Reumatologista; Clínico Geral; Pediatra; Intensivista; Urgentista. 46
47 TOMOGRAFIA DOS SEIOS DA FACE Código SIA/SUS Sinusopatia crônica; Trauma facial; Pólipos (caracterizados por radiografia dos seios da face); Tumores. História clínica e exame físico; RX dos seios da face com laudo. Otorrinolaringologista; Oncologista; Cirurgião cabeça e pescoço; Buco-maxilo-facial; Clínico Geral; Pediatra; Intensivista; Urgentista. 47
48 TOMOGRAFIA DO ABDOME SUPERIOR CÓDIGO SIA/SUS Abscessos; Traumatismos; Processos expansivos; Metástases; Aneurismas; Pancreatites; Hemorragias (pós-cirurgia, pós-cateterismo, pós-tratamento anticoagulante); Afecções inflamatórias e infecciosas; Doença litiásica renal/biliar. História clínica e exame físico; Ultrassonografia (Relativo). Cirurgião geral; Oncologista; Endocrinologista; Hepatologista; Gastroenterologista; Clínico Geral; Pediatra; Intensivista; Urgentista; Urologista. 48
49 TOMOGRAFIA DA PELVE CÓDIGO SIA/SUS Traumatismos; Processos expansivos; Metástases; Afecções inflamatórias e infecciosas; Cisto dermóide de ovário. História clínica e exame físico; US de pelve. Cirurgião geral; Oncologista; Ginecologista; Clínico Geral; Pediatra; Intensivista; Urgentista; Geriatra. 49
50 TOMOGRAFIA DE ARTICULAÇÕES : TOMOGRAFIA DE MEMBROS SUPERIORES : TOMOGRAFIA DE MEMBROS INFERIORES Traumatismos; Processos expansivos; Metástases; Fraturas; Afecções infecciosas. História clínica e exame físico; RX da articulação com laudo (Relativo); US Articular (Relativo). Ortopedista; Oncologista; Traumatologista; Reumatologia; Clínico Geral; Pediatra; Intensivista; Urgentista. 50
51 TOMOGRAFIA DE PESCOÇO CÓDIGO SIA/SUS: Avaliação morfológica de estruturas cervicais (Glândulas salivares; tireóide; faringe; laringe; vasos cervicais; músculos; linfonodos; esôfago) para pesquisa de alterações congênitas, inflamatórias, infecciosas, neoplásicas, degenerativas e/ou traumáticas; Lesões na cavidade oral e orofaringe; Processos expansivos; Metástases; Traumatismo. História clínica e exame físico; Ultrassonografia. Otorrinolaringologista; Oncologista; Neurologista; Neurocirurgião; Cirurgião cabeça e pescoço; Endocrinologista; Hematologista; Clínico Geral; Pediatra; Intensivista; Urgentista. 51
52 TOMOGRAFIA DOS SEGMENTOS APENDICULARES CÓDIGO SIA/SUS: Avaliação morfológica de segmentos apendiculares (braços; antebraços; coxas; pernas e pés) para pesquisa de alterações congênitas, inflamatórias, infecciosas, neoplásicas, degenerativas e/ou traumáticas; Traumatismos; Processos expansivos; Metástases; Fraturas tratadas. História clínica e exame físico; RX do segmento apendicular (braços; antebraços; coxas; pernas e pés); Ultrassonografia. Ortopedista; Oncologista; Clínico Geral; Pediatra; Intensivista; Urgentista; Reumatologista. 52
53 CLASSIFICAÇÃO POR PRIORIDADE Essa classificação aplica-se apenas aos casos julgados como AMBULATORIAIS pelo profissional solicitante; Inserir no campo Informação complementar sobre o quadro clínico do cidadão, da solicitação, no sistema informatizado CMCE, as seguintes informações: quadro clínico contendo todos os sinais de alerta positivos (do quadro abaixo) presentes no caso, exame físico e exames complementares realizados; As solicitações serão autorizadas seguindo o critério tempo (prioritariamente as mais antigas e depois as mais recentes) e critério prioridade (inicialmente àquelas com prioridade MUITO ALTA, depois ALTA, em seguida MÉDIA e posteriormente BAIXA); Caso julgue necessário, o médico regulador poderá escolher uma prioridade não relacionada ao quadro abaixo, através da análise das informações contidas na solicitação. SINAIS DE ALERTA DE CASOS AMBULATORIAIS SIM PRIORIDADE Grupo de paciente Idoso com mais de 60 anos? ALTA Criança com menos de 1 ano? ALTA Especial (exemplos: deficiente físico ou mental, acamado, ALTA dificuldade de locomoção, morador de rua, usuário de droga)? Gestante? ALTA Presença de 3 ou +? ALTA comorbidade 1 ou 2? MÉDIA Descompensação de doença crônica? MUITO ALTA Dor Com dificuldade para realização das tarefas básicas? ALTA Sem dificuldade para realização das tarefas básicas? MÉDIA Suspeita de neoplasia? MUITO ALTA Infecção Aguda ou Subaguda? MUITO ALTA Crônica? ALTA Risco de perda Exemplos: disfagia, suspeita de angina ou acidente isquêmico MUITO ALTA funcional do órgão? transitório; risco de insuficiência renal, respiratória, hepática, vascular ou cardíaca; sinais de compressão medular, fratura ou desorientação. Risco de Exemplos: risco de enterorragia, melena, hematêmese, MUITO ALTA sangramento? hematúria, hemoptise, epistaxe, otorragia e metrorragia. Presença de três MUITO ALTA ou mais sinais com "Prioridade Alta"? Ausência de sinais de alerta? BAIXA Quadro 01: Adaptado do Protocolo de Acesso à Rede de Serviços Ambulatoriais com Classificação de Risco por Prioridade da Secretaria Executiva de Regulação em Saúde/SESAU/Recife, 2ª Edição, Julho,
54 REFERÊNCIAS AMAZONAS/MANAUS. Secretaria do Estado do Amazonas (SUSAM)/Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (SEMSA). Protocolo de Acesso às Consultas e Procedimentos Ambulatoriais de Média e Alta Complexidade. Manaus AM; Complexo Regulador do Estado do Amazonas; BAHIA. Secretaria de Saúde da Bahia (SESAB). Regula Saúde-Complexos Reguladores. Disponível em: < BRANDÃO, Cynthia M. A.; et al. Posições oficiais 2008 da Sociedade Brasileira de Densitometria Clínica (SBDens). Arq Bras Endocrinol Metab. 2009; 53(1): < BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Bases Técnicas da Oncologia SIA/SUS - Sistema de Informações Ambulatoriais. Brasília - DF. Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde/ Departamento de Regulação, Avaliação e Controle/Coordenação Geral de Sistemas de Informação; FLORIANÒPOLIS. Prefeitura de Florianópolis. Regulação ambulatorial do Município de Florianópolis. Disponível em: < GUARULHOS. Prefeitura de Guarulhos. Protocolo de Regionalização da Atenção Básica. Guarulhos; Secretaria de Saúde; PELOTAS. Secretaria Municipal de Saúde de Pelotas / Universidade Católica de Pelotas (UCPEL). Protocolos de Acesso a Exames de Média e Alta Complexidade. Educação pelo Trabalho para a Saúde PET. Portaria Interministerial nº 421, de 03 de março de Disponível em: < PERNAMBUCO. Gerência de Controle e Avaliação do Sistema de Saúde. Unidade de Regulação e Autorização do Procedimento de Alto Custo. SES/PE Ofício Circular nº 88/05 SES/PE. RECIFE. Secretaria de Saúde de Recife. Protocolo de Acesso à Rede de Serviços Ambulatoriais com Classificação de Risco por Prioridade. Recife PE. Secretaria de Saúde de Recife. Secretaria Executiva de Regulação em Saúde; 2ª Edição, Julho,
55 RONDONIA. Governo do Estado de Rondônia. Protocolo de Regulação do Estado de RONDONIA. Porto Velho; Secretaria do Estado de Rondônia; SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Protocolo de Acesso a Exames de Ressonância Magnética - Grupo Subgrupo Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Coordenação de Integração e Regulação do Sistema. São Paulo SP, Julho, 2007.Disponívelem:< Site de Radiologia e Imagenologia para a Comunidade Médica de Língua Portuguesa. Manual de Protocolos Ressonância Magnética HAOC RM 1,5 T, Versão 1, Disponível em: < VITÓRIA. Prefeitura de Vitória/ Espírito Santo. Protocolos de Vitória. Disponível em < 55
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EXAME PRIVADO Encargo benef. ADSE RADIOLOGIA Radiologia - CABEÇA E PESCOÇO Crânio, 1 incidência 15,00 1,10 Crânio, 2 incidências 20,00 1,20 Sela turca 10,00 0,60 Mastóides, 1 incidência 30,00 1,00 Mastóides,
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Aparelho Gastrointestinal Dor Abdominal Aguda Dor abdominal Difusa Localizada Abdome agudo Sem abdome agudo Exames específicos Tratamento específico Estabilizar paciente (vide algoritmo específico) Suspeita
Site: www.med-rad.med.br
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