Aspectos gerais da hanseníase
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- Ana Luiza Nobre Belo
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1 Enfº. Cícero Fraga de Melo Programa de Controle da Hanseniase Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica Vigilância em Saúde Secretaria Estadual de Saúde MT Cuiabá,16 de março de 2016 UFMT
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3 Aspectos gerais da hanseníase A hanseníase é uma doença infecciosa, transmitida de pessoa para pessoa, principalmente no convívio com doentes de forma bacilares ( MB) sem tratamento. Também conhecida com Mal de Hansen (MH), a hanseníase ainda se configura como grave problema de Saúde Publica em muitos países, inclusive no Brasil.
4 AGENTE ETIOLÓGICO A hanseníase é causada por um micro-organismo, denominado Mycobacterium leprae (também conhecido como bacilo de Hansen). Essa é a primeira bactéria relacionada à doença humana. Foi descoberta em 1874 pelo médico norueguês, bacteriologista e dermatologista, Armauer Hansen. O tempo de incubação de multiplicação do bacilo é de 10 a 16 dias e, depois de 7 dias, somente 1% parece permanecer viável no meio ambiente.
5 TRANSMISSÃO A doença é transmitida, principalmente, pelo convívio com doentes multibacilares (virchowianos ou borderline) sem tratamento. As vias aéreas superiores e as mucosas são as principais fontes de transmissão do M. leprae
6 PERÍODO DE INCUBAÇÃO E RISCO DE ADOECER O M. leprae reproduz-se, em média, a cada 10 a 16 dias, por divisão binária simples. Esse fato, associado às características imunológicas dos doentes, confere à doença um longo tempo de incubação, podendo ser de 2 a 5 anos para os paucibacilares e de 5 a 10 anos para os multibacilares. O risco de adoecer, em relação à população geral, é de 2 a 3 vezes entre os comunicantes de pacientes paucibacilares e de 5 a 10 vezes entre os comunicantes de pacientes multibacilares
7 ASPECTOS CLÍNICOS DA HANSENÍASE Sinais e sintomas dermatológicos A hanseníase manifesta-se através de lesões de pele que se apresentam com diminuição ou ausência de sensibilidade. As lesões mais comuns são: Manchas pigmentares ou discrômicas: resultam da ausência, diminuição ou aumento de melanina ou depósito de outros pigmentos ou substâncias na pele. Placa: é lesão que se estende em superfície por vários centímetros. Pode ser individual ou constituir aglomerado de placas.
8 ASPECTOS CLÍNICOS DA HANSENÍASE Sinais e sintomas dermatológicos Infiltração: aumento da espessura e consistência da pele, com menor evidência dos sulcos, limites imprecisos, acompanhandose, às vezes, de eritema discreto. Pela vitropressão, surge fundo de cor café com leite. Resulta da presença na derme de infiltrado celular, às vezes com edema e vasodilatação. Tubérculo: designação em desuso, significava pápula ou nódulo que evolui deixando cicatriz. Nódulo: lesão sólida, circunscrita, elevada ou não, de 1 a 3 cm de tamanho. É processo patológico que localiza-se na epiderme, derme e/ou hipoderme. Pode ser lesão mais palpável que visível.
9 Essas lesões podem estar localizadas em qualquer região do corpo e podem, também, acometer a mucosa nasal e a cavidade oral. Ocorrem, porém, com maior frequência, na face, orelhas, nádegas, braços, pernas e costas. Na hanseníase, as lesões de pele sempre apresentam alteração de sensibilidade. Esta é uma característica que as diferencia das lesões de pele provocadas por outras doenças dermatológicas. A sensibilidade nas lesões pode estar diminuída (hipoestesia) ou ausente (anestesia), podendo também haver aumento da sensibilidade (hiperestesia).
10 ASPECTOS CLÍNICOS DA HANSENÍASE SINAIS E SINTOMAS NEUROLÓGICOS A hanseníase manifesta-se, além de lesões na pele, através de lesões nos nervos periféricos. Essas lesões são decorrentes de processos inflamatórios dos nervos periféricos (neurites) e podem ser causados tanto pela ação do bacilo nos nervos como pela reação do organismo ao bacilo ou por ambas. Elas manifestam-se através de: dor e espessamento dos nervos periféricos; perda de sensibilidade nas áreas inervadas por esses nervos, principalmente nos olhos, mãos e pés; perda de força nos músculos inervados por esses nervos principalmente nas pálpebras e nos membros superiores e inferiores.
11 DIAGNÓSTICO DA HANSENÍASE Poucas doenças exemplificam tão bem o valor superior de uma boa anamnese, associado a um exame físico detalhado, como a hanseníase. Em aproximadamente 95% das vezes, ha alterações de pele que podem ser detectadas por um profissional treinado, em uma sala bem iluminada, ou seja, onde entre iluminação solar. Estas lesões, entretanto, variam desde uma área de pele xerótica com perda de sensibilidade térmica e/ou dolorosa, sem alterações de cor ou infiltração, passando pelas famosas manchas dormentes, ate nódulos de aspecto queloidiforme em uma pele aparentemente normal.
12 DIAGNÓSTICO DA HANSENÍASE O diagnostico de caso de hanseníase e essencialmente clinico e epidemiológico, e é realizado por meio da analise da historia e das condições de vida do paciente, do exame dermatoneurológico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos, sensitivo, motor e/ou autonômico. A escassez de sintomas no inicio da doença pode contribuir para a demora e erros no diagnostico ou para subdiagnóstico.
13 DIAGNÓSTICO DA HANSENÍASE O diagnostico clinico baseia-se na presença de um ou mais dos três sinais cardinais da doença: lesão (ões) de pele com alteração de sensibilidade, acometimento de nervo (s) periférico (s), com ou sem espessamento, associado a alterações sensitivas e/ou motoras e/ou autonômicas; e baciloscopia positiva de esfregaço intradérmico. Esta definição não inclui os casos curados com sequelas. A baciloscopia negativa não afasta o diagnostico de hanseníase.
14 DIAGNÓSTICO DA HANSENÍASE Em crianças, o diagnostico da hanseníase exige exame criterioso, diante da dificuldade de aplicação e interpretação dos testes de sensibilidade. Recomenda-se aplicar o Protocolo Complementar de Investigação Diagnostica de Casos de Hanseníase em Menores de 15 anos - PCID < 15, conforme Portaria Ministerial n. 149 de 03 de fevereiro de 2016 e Diretrizes para vigilância, atenção e eliminação da hanseníase como problema de saúde pública. Portaria 149 de 03/02/2016
15 A anamnese deve ser realizada conversando com o paciente sobre os sinais e sintomas da doença e possíveis vínculos epidemiológicos. A pessoa deve ser ouvida com muita atenção e as dúvidas devem ser prontamente esclarecidas, procurando-se reforçar a relação de confiança existente entre o indivíduo e os profissionais de saúde. Devem ser registradas cuidadosamente no prontuário todas as informações obtidas, pois elas serão úteis para a conclusão do diagnóstico da doença, para o tratamento e para o acompanhamento do paciente. 1 - ANAMNESE Além das questões rotineiras da anamnese, é fundamental que sejam identificadas as seguintes questões: Alguém de seus familiares tratou ou trata de hanseníase, alguma alteração na sua pele - manchas, placas, infiltrações, tubérculos, nódulos, e há quanto tempo eles apareceram; possíveis alterações de sensibilidade em alguma área do seu corpo; presença de dores nos nervos, ou fraqueza nas mãos e nos pés e se usou algum medicamento para tais problemas e qual o resultado.
16 2 -AVALIAÇÃO DERMATOLÓGICA A avaliação dermatológica visa identificar as lesões de pele próprias da hanseníase, pesquisando a sensibilidade nas mesmas. A alteração de sensibilidade nas lesões de pele é uma característica típica da hanseníase. Deve ser feita uma inspeção de toda a superfície corporal, no sentido crânio-caudal, seguimento por seguimento, procurando identificar as áreas acometidas por lesões de pele. As áreas onde as lesões ocorrem com maior frequência são: face, orelhas, nádegas, braços, pernas e costas, mas elas podem ocorrer, também, na mucosa nasal. Devem ser realizadas as seguintes pesquisas de sensibilidade nas lesões de pele: térmica, dolorosa, e tátil, que se complementam. As pessoas que têm hanseníase, geralmente, queixam-se de manchas dormentes na pele, dores, cãimbras, formigamento, dormência e fraqueza nas mãos e pés. A investigação epidemiológica é muito importante para se descobrir a origem da doença e para o diagnóstico precoce de novos casos de hanseníase. A pesquisa de sensibilidade nas lesões de pele, ou em áreas suspeitas, é um recurso muito importante no diagnóstico da hanseníase e deve ser executada com paciência e precisão
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18 2.1) Avaliação da sensibilidade dos olhos, membros superiores e inferiores A avaliação de sensibilidade das áreas inervadas pelos nervos periféricos tem o objetivo de verificar se existe algum comprometimento dos mesmos - um dos sinais característicos da hanseníase. Procedimentos: procure um ambiente tranquilo e confortável, com o mínimo de interferência externa; explique à pessoa examinada o teste que será realizado; demonstre o teste numa área da pele com sensibilidade normal; peça-lhe que feche os olhos e os mantenha fechados; teste os pontos com a caneta perpendicularmente à pele; esferográfica de ponta grossa volte a cada ponto duas vezes, para certificar-se da resposta; registre a resposta, sim ou não, em cada ponto especificamente, de acordo com o seguinte critério: Sim - sente o toque: tem sensibilidade; Não - não sente o toque: não tem sensibilidade.
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23 3 - AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA Hanseníase é doença infeciosa, sistêmica, com repercussão importante nos nervos periféricos. O processo inflamatório desses nervos (neurite) é um aspecto importante da hanseníase. Clinicamente, a neurite pode ser silenciosa, sem sinais ou sintomas, ou pode ser evidente, aguda, acompanhada de dor intensa, hipersensibilidade, edema, perda de sensibilidade e paralisia dos músculos. No estágio inicial da doença, a neurite hansênica não apresenta um dano neural demonstrável, contudo, sem tratamento adequado frequentemente, a neurite torna-se crônica e evolui, passando a evidenciar o comprometimento dos nervos periféricos: a perda da capacidade de suar (anidrose), a perda de pelos (alopecia), a perda das sensibilidades térmica, dolorosa e tátil, e a paralisia muscular. A identificação do comprometimento neural e da eventual incapacidade física do paciente, são importantes para a orientação de uma prática regular de auto cuidados, pelo paciente e para que possam ser tomadas medidas de Prevenção e Tratamento de Incapacidades e de deformidades
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25 Membros Superiores Palpação do Nervo Ulnar
26 Membros Superiores Percussão do Nervo Mediano
27 Cirurgia Membros Superiores Nervo Ulnar Mão em Garra
28 Membros Inferiores Palpação do Nervo Fíbular
29 Membros Inferiores Palpação do Nervo Tibial
30 Membros Inferiores Transposição de Tendão Pé caído
31 Palpação de Nervos / Incapacidades
32 Exames Complementares Raspado Intradérmico / Baciloscopia pelo Ziehl- Neelsen a frio
33 Exames Complementares Paciente já tratado Infiltrado BAAR positivo bacilos íntegros Técnica de coleta
34 Exames Complementares Bacilos Típicos Bacilos Granulosos Bacilos tipicos (T) e granulosos (G)
35 Exames Complementares Teste da Histamina
36 Classificação Operacional
37 Tratamento da Hanseníase
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39 Obrigado! Institucional: Fone: (65) Área Técnica: Cícero Fraga Ingridh Farina Regina Mary Rejane Conde
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