POESIAS DO ENTARDECER

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1 POESIAS DO ENTARDECER 1/8

2 I Pedaços de sonhos Lançados ao vento Colhi-os cioso De que fossem meus Mas nova lufada Encantou-os, num tento, E se foram E eu fiquei... Ou ficaram E vou eu... II De repente, O tempo ficou tão transparente Que os olhares rastreiam subterrâneos E as palavras já não pesam. Parece que os deuses fugiram E levaram consigo as certezas E até as mais tênues esperanças. Quem roubou a magia dos contos de fada? 2/8

3 III Hoje Amanheci pensando. Porém pensar não é bom... A beleza não pensa: È criança e mulher... E o mistério descansa Somente no tom que é. IV Entre o berço e o caixão, Planam dores em mistérios Que o riso desmente e o labor disfarça. Aonde foram amigos, parentes, aderentes e genitores Que, na dança das horas, sumiram etéreos? 3/8

4 V A madrugada chegou... Só isso!... Não havia mais nada: O sumiço era a única presença. E inventaram desfiles e cantos E fizeram magias e encantos. Mas era só outro dia. Só isso!... A madrugada chegou... Só isso! Quem roubou as escadas E as andas? VI Não, eu não vejo o inviso, Este olhar impreciso Que a brisa da praia espalhou... Foi um mar incessante, infinito!... Foi o eco sem eco de grito E o silêncio confuso da flor!... Eu não tenho escadas nem andas Stou parado, um tropel de demandas, Absorto em trapézios ao léu! É tão alto o descanso que acena Que a visão se dissipa e se antena Sem saber o que é campo, O que é véu... 4/8

5 VII Quando dei por mim, Estava compondo... Aqueles trechos de canto, Retalhos do inconsciente. Que outros teceram E parecem nossos. Ouvi com os ouvidos da alma Uma Marcha Triunfante tão sublime!... Ovante, era recebido um Santo no Céu! Mas depois... imagens etéreas, difusas: Eu via o rapazinho (que não vi) Com os olhos orvalhados, E a chuva da face moiçola quase... E eram passados tantas horas... Tocam o órgão E entrou a noiva fugidia (que não noivou) E ficou tudo azul-cinzento... Será que as imagens d alma dorida São teias de pranto que geram manhãs? 5/8

6 VIII Um encanto há de pedra Chantado no encontro Das ruas, das praças, dos lares enfim E no canto solene Que flui das Igrejas, Com órgãos e sinos e voz de marfim Um encanto há de pedra Nos passos de marcha Na dança (que passa) de meigos quadris E na voz da criança E no velho que cansa E na densa esperança De olhares febris... Um encanto há de pedras De espanto e de pressa, Na doce incerteza do já e do depois Té na dura e inefável presença da morte Que, talvez, sendo corte, Amalgame o que é dois. 6/8

7 IX Quando dei por mim, Os templos planavam, quais ilusões perdidas... Os órgãos e os corais, Vestidos de antanho, Cantavam reinos de encantações. E as Palavras Tresandavam a jasmins alados Que não brotam em lugar algum... (Cristianismo... Comunismo... São entidades inumanas?...) Quem roubou a poesia da ingênua crença? X Anoiteceu E abundantes goteiras de solidão Caíam, atônitas, do telhado. Nenhum fantasma se atreveria A pousar para fotos, nessa hora... Já eram tamanhas as desilusões E os medos sem sentido Que até as estrelas, Que de muito distante espiam, Viram isso. Quem roubou o encanto das rodas morenas? 7/8

8 SOBRE O AUTOR, brasileiro, casado, natural de Paripiranga-BA, nascido em 19/07/1946, residente em Simão Dias- SE, onde recebeu o Título de Cidadão, protestante, socialista, Professor de Língua Portuguesa, Redação e Literatura, aposentado; habilitado como Professor de Língua Portuguesa, em Exame de Suficiência pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Maceió, em 1967; licenciado em Estudos Sociais, em 1977, pela UFS. Assessor dos Prefeitos Municipais de 1977 até hoje. Poeta, autor do Livro Palavras à Meia Luz e de artigos religiosos. Organista, Regente de Coral Sacro, compositor da letra e da música dos Hinos de Escolas deste Município, da harmonia do Hino do Município de Poço Verde-SE, de uma Marcha Triunfal em homenagem ao filho Tiago (in memorian) e de uma Valsa intitulada Uma Valsa para Minha Nora. Esposa: Maria do Carmo Santos Ribeiro e Filho: Davi Soares Santos Ribeiro. Simão Dias-SE, 14 de fevereiro de /8

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