RELATÓRIO. TRF/fls. E:\acordaos\ _ doc
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- Caio Otávio Igrejas Abreu
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1 *AC AL ( ) APTE: INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ADV: MARIA DE FATIMA FALCÃO ALBUQUERQUE E OUTROS APDO: OTACILIA RAMOS DUARTE ADV: RAIMUNDA MOREIRA AZEVEDO E OUTROS REMTE: JUIZO FEDERAL DA 1ª VARA/AL RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL PETRUCIO FERREIRA RELATÓRIO O DESEMBARGADOR FEDERAL PETRUCIO FERREIRA: Cuida a hipótese de apelação interposta contra a decisão d lavra do MM Juiz André Luís Maia Tobias Granja, Substituto da 1ª Vara/AL, que julgou procedente o pedido, condenando o INSS ao pagamento das parcelas pretéritas devidas, monetariamente corrigidas, bem como, no pagamento das custas e honorários advocatícios que fixou em 10% do valor da condenação. O INSS em suas razões de apelo alega que, a autora não preencheu os requisitos estabelecidos pela legislação previdenciária a época do requerimento, só vindo cumprir eficazmente sua habilitação em , quando já vigorava a Lei de , que vinculava a concessão do benefício a data do requerimento administrativo. Contra-razões. É O RELATÓRIO. 1
2 AC AL ( ) APTE: INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ADV: MARIA DE FATIMA FALCÃO ALBUQUERQUE E OUTROS APDO: OTACILIA RAMOS DUARTE ADV: RAIMUNDA MOREIRA AZEVEDO E OUTROS REMTE: JUIZO FEDERAL DA 1ª VARA/AL RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL PETRUCIO FERREIRA EMENTA: PREVIDENCIÁRIO. PENSÃO POR MORTE. ÓBITO OCORRIDO EM LEI DE INAPLICABILIDADE. CONCESSÃO DA PENSÃO NA VIA ADMINISTRATIVA EM COM A COMPROVAÇÃO DA DEPENDÊNCIA. PAGAMENTO DE PARCELAS ATRASADAS. POSSIBILIDADE. SITUAÇÃO CONSOLIDADA DESDE O ÓBITO. BENEFÍCIO DEVIDO DESDE O ÓBITO. 1. Objetiva a presente ação o pagamento de parcelas pretéritas do benefício previdenciário de pensão por morte a partir do óbito do segurado, em , até o implantação do mesmo, em Tendo a autora requerido administrativamente o benefício pensão por morte, em , na vigência da Lei 8.213/91, a pensão por morte será devida a partir do óbito por força da Lei 8.213/91, em sua redação original, inaplicando-se por conseqüência a Lei de Não procede a alegação do INSS de que somente concedeu o benefício em 2001, em face da comprovação da dependência econômica ter-se firmado em tal data, atendendo que, se em 2001, restou comprovada tal dependência, obviamente que esta situação já se encontrava consolidada à data do óbito, daí porque faz a autora jus ao pagamento das parcelas devidas a partir do óbito. 4. Apelaçao e remessa oficial improvidas. VOTO O DESEMBARGADOR FEDERAL PETRUCIO FERREIRA: Cuida a hipótese de apelação interposta contra a decisão da lavra do MM Juiz André Luís Maia Tobias Granja, Substituto da 1ª Vara/AL, que julgou procedente o pedido, condenando o INSS ao pagamento das parcelas pretéritas devidas, monetariamente corrigidas, bem como, no pagamento das custas e honorários advocatícios que fixou em 10% do valor da condenação. 2
3 O INSS em suas razões de apelo alega que, a autora não preencheu os requisitos estabelecidos pela legislação previdenciária a época do requerimento, só vindo cumprir eficazmente sua habilitação em , quando já vigorava a Lei de , que vinculava a concessão do benefício à data do requerimento administrativo. Objetiva a presente ação o pagamento de parcelas pretéritas do benefício previdenciário de pensão por morte a partir do óbito do segurado, em , até o implantação do mesmo, em Compulsando os autos, observa-se que o INSS concedeu a autora, o benefício de pensão por morte em Entretanto, mesmo que tendo a autora afirmado na exordial ter requerido o benefício em , consta às fls. 37, carta de indeferimento do benefício previdenciário, sob o argumento de ausência de comprovação de dependência econômica, constatando-se ainda, que na verdade a autora requereu administrativamente o benefício pensão por morte em , ou seja, na vigência, ainda da Lei 8.213/91 que assim previa: Art. 74. A pensão por morte será devida ao conjunto dos dependentes do segurado que falecer, aposentado ou não, a contar da data do óbito ou da decisão judicial, no caso de morte presumida. (grifei) É bem verdade, que a Lei 8.213/91, no art. 74, foi alterada posteriormente pela Lei 9.258/97 de , no qual vinculava a concessão do benefício à data do requerimento administrativo. Entretanto tal dispositivo não tem o condão de modificar situações já consolidadas no passado, pois apesar de afirmar a autarquia que implantou o benefício quando a autora comprovou sua dependência econômica, em , na vigência da Lei 9.258/97, a mesma já havia requerido o benefício anteriormente a tal dispositivo, que lhe garantia a concessão a partir do óbito. Ademais, a situação de dependente econômica da autora, já se encontrava consolidada antes mesmo do reconhecimento pelo INSS. A corroborar com tal entendimento, às fls. 76 dos presentes autos, consta carta de concessão do benefício, onde a própria autarquia reconhece o direito do benefício com vigência a partir do óbito, em , logo não há como negar-se o direito ao pagamento das parcelas atrasadas. No que se refere a correção monetária do débito judicial, tratando-se de dívida de valor, face ao caráter alimentar da verba, tal correção há de ser aplicada de forma plena, desde o seu vencimento (RE RS, STJ, Rel. Min. Edson Vidigal) aplicando-se à hipótese a Lei 6.899/81 e legislações posteriores, 3
4 observando, ainda, ser pacífica a jurisprudência no sentido de não ser mais aplicado a Súmula 71 do extinto TFR, após a edição da Lei 6.899/81. Quanto aos juros de mora, o mesmo deve ser fixado em 1% ao mês nos termos da reiterada Jurisprudência do STJ, onde se lê: RESP /SP EMENTA : PREVIDENCIÁRIO RECURSO ESPECIAL APOSENTADORIA POR IDADE TRABALHADOR RURAL RECURSO ADESIVO JUROS DE MORATÓRIOS NATUREZA ALIMENTAR 1% AO MÊS SÚMULA 204/STJ. -A qualificação profissional de lavrador ou agricultor do marido constante dos assentamentos de registro civil, é extensível à esposa, e constitui indício aceitável de prova material do exercício da atividade rural. -Precedentes. -Recurso do Instituto Previdenciário conhecido mas desprovido. -Nas prestações em atraso, de caráter eminentemente alimentar, os juros moratórios deverão ser fixados no percentual de 1% (um por cento) ao mês e incidem a partir da citação válida (Súmula 204/STJ). -Recurso adesivo da autora conhecido e parcialmente provido. Por outro lado, tais juros devem incidir a partir da citação nos termos da Súmula 204/ STJ, que assim dispõe: Súmula 204 Os juros de mora nas ações relativas a benefícios previdenciários incidem a partir da citação válida. Por tais razões, mantendo-se a sentença monocrática em todos os seus termos, NEGO PROVIMENTO à apelação e à remessa oficial. É O MEU VOTO. 4
5 AC AL ( ) APTE: INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ADV: MARIA DE FATIMA FALCÃO ALBUQUERQUE E OUTROS APDO: OTACILIA RAMOS DUARTE ADV: RAIMUNDA MOREIRA AZEVEDO E OUTROS REMTE: JUIZO FEDERAL DA 1ª VARA/AL RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL PETRUCIO FERREIRA EMENTA PREVIDENCIÁRIO. PENSÃO POR MORTE. ÓBITO OCORRIDO EM LEI DE INAPLICABILIDADE. CONCESSÃO DA PENSÃO NA VIA ADMINISTRATIVA EM COM A COMPROVAÇÃO DA DEPENDÊNCIA. PAGAMENTO DE PARCELAS ATRASADAS. POSSIBILIDADE. SITUAÇÃO CONSOLIDADA DESDE O ÓBITO. BENEFÍCIO DEVIDO DESDE O ÓBITO. 1. Objetiva a presente ação o pagamento de parcelas pretéritas do benefício previdenciário de pensão por morte a partir do óbito do segurado, em , até o implantação do mesmo, em Tendo a autora requerido administrativamente o benefício pensão por morte, em , na vigência da Lei 8.213/91, a pensão por morte será devida a partir do óbito por força da Lei 8.213/91, em sua redação original, inaplicando-se por conseqüência a Lei de Não procede a alegação do INSS de que somente concedeu o benefício em 2001, em face da comprovação da dependência econômica ter-se firmado em tal data, atendendo que, se em 2001, restou comprovada tal dependência, obviamente que esta situação já se encontrava consolidada à data do óbito, daí porque faz a autora jus ao pagamento das parcelas devidas a partir do óbito. 4. Apelaçao e remessa oficial improvidas. ACÓRDÃO Vistos, etc. Decide a Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, à unanimidade, NEGAR provimento à apelação e à remessa oficial, nos termos do voto do relator, na forma do relatório e notas taquigráficas constantes dos autos, que ficam fazendo parte integrante do presente julgado. Recife, 01 de junho de
6 DESEMBARGADOR FEDERAL PETRUCIO FERREIRA RELATOR 6
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