MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS AQUÁTICAS
|
|
|
- Ângelo de Paiva Bonilha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS AQUÁTICAS CONTEUDO: 1. Conceito de Plantas Aquáticas 2. Importância das Plantas Aquáticas 3. Impactos do Excesso de Plantas Aquáticas 4. Alternativas de Controle / Metodologias: 4.1 Controle Físico 4.2 Controle Biológico 4.3 Controle Químico 4.4 Controle Mecânico 5. CONCLUSÃO
3 1. CONCEITO DE PLANTAS AQUÁTICAS Todas as espécies vegetais que se desenvolvem em ambientes temporária ou permanentemente alagados (Cook, 1990). Emersas Emersas com folhas flutuantes Flutuantes Submersas
4 2. IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS AQUÁTICAS ESPÉCIES DE PLANTAS AQUÁTICAS NATIVAS, PRESENTES EM CONDIÇÕES DE EQUILÍBRIO, SAO FUNDAMENTAIS P/: Oxigenação da água Ambiente para reprodução de animais Cadeia Alimentar: Alimento para peixes, aves e outros animais Absorção de nutrientes etc.
5
6 3. IMPACTOS DO EXCESSO DE PLANTAS AQUÁTICAS ESPÉCIES DE PLANTAS AQUÁTICAS EXÓTICAS E/OU NATIVAS, EM SITUAÇÕES DE ALTA PROLIFERAÇÃO, CAUSAM IMPACTOS NEGATIVOS ALTAMENTE SIGNIFICATIVOS, COMO: RISCOS A SAÚDE PÚBLICA IMPACTO NEGATIVO A QUALIDADE DA ÁGUA DIMIUI O VOLUME DE ÁGUA: EVAPOTRANSPIRAÇÃO DIFICULTA A CAPTAÇÃO DE ÁGUA P/ FORNECIMENTO PÚBLICO REDUZ OS TEORES DE OXIGÊNIO DISSOLVIDO NA ÁGUA IMPACTOS AO TRANSPORTE FLUVIAL PREJUDICA O LAZER E A PRÁTICA DE ESPORTES NAUTICOS RISCOS A GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA DIMINUI O VALOR DAS PROPRIEDADES NO ENTORNO DOS RESERVATÓRIOS ETC.
7
8
9
10
11 Impactos Saúde Pública Proliferação de vetores de doenças Alteração da qualidade da água Animais peçonhentos Facilita o acúmulo de lixo
12 DIFICULTA A CAPTAÇÃO DE ÁGUA P/ O FORNECIMENTO PÚBLICO
13
14 Impactos Geração de Energia Impactos econômicos Custos de controle Interrupção do funcionamento da usina
15 Impactos Geração de Energia Impactos econômicos Custos de controle Interrupção do funcionamento da usina
16 RESERVATÓRIO DA UHE DE JUPIA / CESP
17
18 Impactos Navegação Bloqueio de hidrovias Bloqueio de eclusas e portos Deslocamento de bóias de orientação Obstrução de sistemas de refrigeração das embarcações
19 Impactos Meio Ambiente Redução das trocas de gases entre a água e a atmosfera, reduzindo os teores de oxigênio dissolvido na água Redução da diversidade pela introdução de espécies exóticas
20 Impactos Valor das propriedades Redução do valor de propriedades às margens de represas: Impedimento ao uso da água; Poluição visual; Odor; Proliferação de insetos e animais peçonhentos
21
22
23
24 Medidas preventivas Legislação Portaria Ibama nº 145, de Proíbe a introdução de macrófitas de água doce Portaria IAP n 095, de Reconhece a Lista Oficial de Espécies Exóticas Invasoras para o Estado do Paraná, estabelece normas de controle e dá outras providências. Brachiaria mutica, B. ruziziensis, B. subquadripara, Eragrostis plana Limnoperna fortunei (mexilhão-dourado) Educação ambiental Conscientização da população
25 Método físico Alteração do Nível d Água (rebaixamento / enchimento) Operação do reservatório
26 Método manual Utilizado em reservatórios pequenos ou quando o problema é localizado; Espécies de menor peso / área Baixo rendimento
27 Método químico - Brasil Sonar (fluridone) registrado no IBAMA para controle de plantas submersas CLEARCAST (imazamox) Possui REGISTRO ESPECIAL TEMPORARIO, e esta em fase de registro no Brasil / IBAMA para o controle de plantas aquaticas emersas, submersas e flutuantes. DMA 806 BR (2,4-D) registrado no Ministério da Agricultura para controle de plantas aquáticas em açudes, represas e canais de irrigação Reward (diquat) em fase de registro no IBAMA para controle de plantas aquáticas emersas e submersas
28 Método químico Principais produtos utilizados nos EUA 2,4-D sistêmico, controla plantas emersas e flutuantes glyphosate sistêmico, controla plantas emersas e flutuantes fluridone sistêmico, controla de plantas submersas endothall contato, controla plantas emersas, submersas e flutuantes cobre contato, controla plantas emersas, submersas e flutuantes diquat contato, controla plantas emersas, submersas e flutuantes CLEARCAST (imazamox): sistemico controla plantas emersas, submersas e flutuantes: isento de tolerancia (quando aplicado ate 500 ppb).
29 Controle Quimico Vantagens:» Alta eficiência» Menor custo Desvantagens:» decomposição do material vegetal no sistema hídrico» a não retirada de nutrientes» consumo de oxigênio durante o processo da sua decomposição Uma preocupação adicional, principalmente no Brasil, é a possibilidade de contaminação e impactos negativos ao meio ambiente, e principalmente a utilização da água.
30 Método biológico Peixes Carpa-capim (Ctenopharingodon idella) Apenas indivíduos triplóides (estéreis), permitindo o controle sobre a densidade populacional. Fungos Fusarium graminearum para controle de plantas submersas Insetos Neochetina eichhorniae para controle de aguapé (EUA); Hydrellia pakistanae para controle de Hydrilla (EUA).
31 Controle Biologico Vantagens:» Menor custo» Longo prazo (manutencao) Desvantagens:» Erratico / nao existe uma recomendacao padrao» Cada local tem situacoes variaveis diferentes» Longo prazo (intervencao)
32 Método biológico Peixes Carpa-capim (Ctenopharingodon idella) Apenas indivíduos triplóides (estéreis), permitindo o controle sobre a densidade populacional. Fungos Fusarium graminearum para controle de plantas submersas Insetos Neochetina eichhorniae para controle de aguapé (EUA); Hydrellia pakistanae para controle de Hydrilla (EUA).
33 Controle Biologico Vantagens:» Menor custo» Longo prazo (manutencao) Desvantagens:» Erratico / nao existe uma recomendacao padrao» Cada local tem situacoes variaveis diferentes» Longo prazo (intervencao)
34 Método mecânico É o método mais utilizado no país Pode utilizar: equipamentos adaptados equipamentos desenvolvidos para a finalidade
35 Método mecânico: Equipamentos Adaptados Rendimento normalmente baixo Custos elevados Aquisição / desenvolvimento do equipamento; Operação
36 EQUIPAMENTOS ESPECÍFICOS: * MAIS EFICIENTES * MAIOR RENDIMENTO * DIMINUI OS CUSTOS
37 Colhedoura de Plantas Aquáticas
38 ESTEIRA DE MARGEM MOVEL
39 Barco Ceifador e Removedor de Plantas Aquáticas
40
41
42
43
44
45 Controle Mecanico Vantagens:» retirada do material vegetal do ambiente hídrico, retirandose nutrientes, diminuindo a eutrofização» Reduz significativamente a decomposição do material na água evitando-se o consumo excessivo de oxigênio proveniente da sua decomposição» Possibilidade de aproveitamento do material removido Desvantagem:» Altos custos
46 LAGOA DAS PALMEIRAS ASP ANTES DEPOIS
47 SERVIÇOS REALIZADOS PELA AquaPlant ÁGUAS DE SÃO PEDRO Lago das Palmeiras Antes Depois
48 LAGOA UNILESTE PIRACICABA ANTES DEPOIS
49 LAGOA MUNICIPAL JUNDIAI - SP MARCO / 2011 JUNHO / 2011
50 LAGOA MUNICIPAL JUNDIAI - SP MARCO / 2011 JUNHO / 2011
51 RESERVATORIO SANTA FE TRES RIOS RJ MAIO / 2011 OUTUBRO / 2011
52 RESERVATORIO SANTA FE TRES RIOS RJ MAIO / 2011 OUTUBRO / 2011
53 LAGOA MUNICIPAL DE RIO PRETO SP SETEMBRO / 2011 JANEIRO / 2012
54 LAGOA DO PIVA AMERICANA FEVEREIRO / 2012 MAIO / 2012
55 REPRESA DE ESTABILIZACAO ABRIL / 2012 MAIO / 2012
56 CONJUNTO DE TÉCNICAS E AÇÕES DE CONTRÔLE DE PLANTAS AQUÁTICAS, ORIENTADAS POR UM PLANO DE MANEJO, UTILIZANDO-SE DE TODAS AS METODOLOGIAS DE UMA MANEIRA INTEGRADA: PREVENÇÃO REMOÇÃO MECÂNICA CONTRÔLE BIOLÓGICO CONTRÔLE QUÍMICO CONTENÇÃO FÍSICA
57 ESTUDO DE CASO RESERVATORIO DA PCH SANTA FE / RJ» AREA (SUPERFICIE) = 220,0 hectares» TAXA DE CRESCIMENTO DAS PLANTAS = 2,0% / DIA» CRESCIMENTO DAS PLANTAS = 4,4 HA / DIA» RENDIMENTO MEDIO DOS EQUIPAMENTOS = 2,0 HA / DIA
58 SOLUCAO LIMITAR A AREA DE CRESCIMENTO DAS PLANTAS AQUATICAS USAR SEMPRE A CORRENTEZA E A DIRECAO DOS VENTOS A SEU FAVOR
59
60
61 RESERVATORIO SANTA FE TRES RIOS RJ MAIO / 2011 OUTUBRO / 2011
62 CONTATO: Augusto Bronhara Fones:
MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS AQUÁTICAS
MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS AQUÁTICAS CONTEUDO: 1. 2. 3. 4. Conceito de Plantas Aquáticas Importância das Plantas Aquáticas Impactos do Excesso de Plantas Aquáticas Alternativas de Controle / Metodologias:
Qualidade da Água em Rios e Lagos Urbanos
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária PHD 2537 Água em Ambientes Urbanos Qualidade da Água em Rios e Lagos Urbanos Novembro 2008 Felipe Carvalho
QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO VELHO QUIXERÉ ATRAVÉS DE MACRÓFITAS
QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO VELHO QUIXERÉ ATRAVÉS DE MACRÓFITAS Patrícia Raquel Vidal do Nascimento (1); Dayane de Andrade Lima (2); Leudhony Silva Oliveira (3); Hosineide de Oliveira Rolim (1) Graduanda
Pressão antropogénica sobre o ciclo da água
O CICLO DA ÁGUA Pressão antropogénica sobre o ciclo da água 2. Poluição difusa 3. Poluição urbana 1. Rega 8. Barragens 7. Erosão do solo 4. Poluição industrial 5. Redução das zonas húmidas Adaptado de:
Métodos de Controle de Plantas Daninhas
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC Centro de Ciências Agroveterinárias CAV, Lages SC Departamento de Agronomia BMPDA54 Biologia e Manejo de Plantas Daninhas Métodos de Controle de Plantas Daninhas
Ciências do Ambiente
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 28 O meio aquático V: Eutrofização 2º Semestre/ 2015 1 Mecanismos de circulação de lagos/reservatórios Estratificação térmica de
Ambientes de água doce. Esses se dividem em ambientes: -Lóticos: água corrente -Lênticos: água parada
Bruno de Ávila Sbampato Ambientes de água doce Esses se dividem em ambientes: -Lóticos: água corrente -Lênticos: água parada Eutrofização O processo se inicia devido ao excesso de nutrientes no corpo
DESENVOLVIMENTO DE EQUIPAMENTO PARA CONTROLE MECÂNICO DE PLANTAS AQUÁTICAS NA UHE DE AMERICANA-SP 1
263 DESENVOLVIMENTO DE EQUIPAMENTO PARA CONTROLE MECÂNICO DE PLANTAS AQUÁTICAS NA UHE DE AMERICANA-SP 1 Development of Equipment for Mechanical Control of Aquatic Plants at the Americana Reservoir in Brazil
Poluição & Controle Ambiental Aula 2 Poluição Aquática
Poluição & Controle Ambiental Aula 2 Poluição Aquática Professor: Marcelo Vizeu Você já bebeu água hoje?. A água representa 70% da massa da composição química celular. Sintomas de desidratação: Perda de
PEA 3496 Energia e Meio Ambiente: Sistemas Energéticos e seus Efeitos Ambientais. Usinas Hidrelétricas. Prof. Marco Saidel
PEA 3496 Energia e Meio Ambiente: Sistemas Energéticos e seus Efeitos Ambientais Usinas Hidrelétricas Prof. Marco Saidel Geração hidrelétrica Conceitos básicos de hidrologia: Bacia hidrográfica Área da
PROCESSO DE TRATAMENTO
PROCESSO DE TRATAMENTO Consiste em separar a parte líquida da parte sólida do esgoto, e tratar cada uma delas separadamente, reduzindo ao máximo a carga poluidora, de forma que elas possam ser dispostas
RESOLUÇÃO CONJUNTA N 002/08 - IBAMA /SEMA/IAP
RESOLUÇÃO CONJUNTA N 002/08 - IBAMA /SEMA/IAP Estabelece normas e procedimentos para regularização ambiental de TANQUES, VIVEIROS, AÇUDES, PEQUENOS RESERVATÓRIOS E LAGOAS DESTINADOS PARA PRODUÇÃO DE PEIXES
Fontes de energia - Usinas PROF.: JAQUELINE PIRES
Fontes de energia - Usinas PROF.: JAQUELINE PIRES Usinas termoelétricas ( U = 0) Convertem energia térmica em energia elétrica Vantagens de uma usina termoelétrica A curto prazo, pode fornecer energia
RECUPERAÇÃO DE ECOSSISTEMAS LACUSTRES
RECUPERAÇÃO DE ECOSSISTEMAS LACUSTRES CONSIDERAÇÕES GERAIS # Somente a eliminação de todas as fontes externas de nutrientes não é o suficiente para que ecossistemas lacustres, em adiantado estágio de eutrofização
APLICAÇÃO DE WETLANDS CONSTRUÍDOS COMO TRATAMENTO DE ESGOTO
APLICAÇÃO DE WETLANDS CONSTRUÍDOS COMO TRATAMENTO DE ESGOTO Enga. Me. Cristiane Dias Poças [email protected] EVOLUÇÃO DA COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTO NO BRASIL (2006-2016) Título do Gráfico
IMPACTOS AMBIENTAIS AOS -CANALIZAÇÕES E RETIFICAÇÕES-
IMPACTOS AMBIENTAIS AOS CANAIS DE DRENAGEM -CANALIZAÇÕES E RETIFICAÇÕES- Profª. Drª. Karla Maria Silva de Faria Evolução das variáveis do canal I- LARGURA DO CANAL II- PROFUNDIDADE III- VELOCIDADE IV-
Capítulo 08: VENTOS. Caracterização do Vento. Caracterização do Vento. 1. Direção do vento
Capítulo 08: VENTOS Disciplina(s): Meteorologia Agrícola e Meteorologia Florestal Prof.: Roberto Avelino Cecílio O vento, especialmente a sua velocidade, tem efeitos consideráveis em vários aspectos relacionados
Características Ecológicas dos Açudes (Reservatórios) do Semi-Árido
Características Ecológicas dos Açudes (Reservatórios) do Semi-Árido Reservatórios ocupam hoje cerca de 600.000 km 2 de águas represadas em todo o planeta. A construção de reservatórios tem origem muito
Ecologia. -Sucessão Ecológica -Dinâmica das populações -Magnificação e eutrofização Luciana Ramalho
Ecologia -Sucessão Ecológica -Dinâmica das populações -Magnificação e eutrofização Luciana Ramalho - 2018 Sucessão Ecológica Alteração das comunidades ao longo do tempo Sucessão Ecológica Sequência de
O Brasil tem cerca de 40% de sua energia gerada por fontes renováveis. As hidrelétricas são a principal fonte, responsáveis por 64% da produção.
O Brasil tem cerca de 40% de sua energia gerada por fontes renováveis. As hidrelétricas são a principal fonte, responsáveis por 64% da produção. No entanto, a matriz ainda pouco diversificada não garante
IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADOS PELO USO IRREGULAR DE DEJETOS DE SUÍNOS NO SOLO
IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADOS PELO USO IRREGULAR DE DEJETOS DE SUÍNOS NO SOLO Rodrigo de Almeida Silva (1) ; Rita Maria de Souza (2) ; Érica Nacif Rufino Vieira (3) ; (1) Graduando do curso de Gestão Ambiental,
Pág. 1. COMISSÃO PERMANENTE DE SELEÇÃO - COPESE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD CONCURSO VESTIBULAR ª Fase PROVA DE BIOLOGIA
1) O processo fotossintético é fundamental para a vida das plantas. a) Explique por que uma planta mantida em uma intensidade de radiação abaixo do seu ponto de compensação luminoso não cresce. b) O gráfico,
unesp Monitoramento e Controle de Plantas Aquáticas
Monitoramento e Controle de Plantas Aquáticas Edivaldo Domingues Velini Faculdade de Ciências Agronômicas Unesp / Botucatu São Paulo State University College of Agronomic Sciences Weed Science Laboratory
SAAE Serviço autônomo de Água e Esgoto. Sistemas de Tratamento de Esgoto
SAAE Serviço autônomo de Água e Esgoto Sistemas de Tratamento de Esgoto Aracruz, junho de 2006 1 1. Tecnologias de tratamento O tratamento biológico é a forma mais eficiente de remoção da matéria orgânica
PHA 3203 ENGENHARIA CIVIL E O MEIO AMBIENTE
PHA 3203 ENGENHARIA CIVIL E O MEIO AMBIENTE Sequência de processos que descreve o fluxo da água na natureza (nos três estados, líquido, gasoso e sólido) Água de Superfície (0,29%) 2,53% Água Subterrânea
BAMBU: Agronegócio Sustentável
BAMBU: Agronegócio Sustentável Desafios / Percepções Olhar empreendedor Quebrar paradigmas Alternativas tecnológicas Economia florestal Aspectos Gerais Vegetal de mais rápido crescimento Pouco exigente
A importância da água e os carboidratos
A importância da água e os carboidratos Paola Stephany e Elena Mateus A água é um recurso natural de valor inestimável. Mais que um insumo indispensável à produção e um recurso estratégico para o desenvolvimento
PROGRAMAS DE RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE MATAS CILIARES E DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
PROGRAMAS DE RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE MATAS CILIARES E DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS PRADs realidade desde a sua fundação, porem sem foco da restauração dos ambientes naturais; 1990 convênio entre
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências da Natureza Disciplina: Ciências Série: 6ª - Ensino Fundamental Professora: Flávia Lage Ciências Atividades para Estudos Autônomos Data: 25 / 04 / 2016 Aluno(a):
Recursos minerais explorados para a obtenção de um determinado elemento metálico que faz parte da sua constituição.
Recursos minerais explorados para a obtenção de um determinado elemento metálico que faz parte da sua constituição. Ouro Prata Ferro Magnésio Manganês Cobre Exemplos: ouro, prata, cobre, alumínio, ferro,
FONTES DE ENERGIA PROF. ISRAEL FROIS FRENTES A E B
FONTES DE ENERGIA PROF. ISRAEL FROIS FRENTES A E B ENERGIA DESIGUAL COMBUSTÍVES FÓSSEIS PETRÓLEO E GÁS Vantagens do Petróleo Alta densidade de energia; Deriva diversos produtos industriais; Domínio
4 Reciclagem do lodo para utilização final na agricultura
24 4 Reciclagem do lodo para utilização final na agricultura A reciclagem agrícola tem proporcionado inúmeros benefícios tanto para o homem quanto a natureza, logo a reciclagem transforma um simples resíduo
Legislação. Princípios da Modelagem e Controle da Qualidade da Água Superficial Regina Kishi, Página 1
Legislação Princípios da Modelagem e Controle da Qualidade da Água Superficial Regina Kishi, Página 1 SITUAÇÃO Indústria Agricultura ETA ETE ETA ETE Cidade Outros usos Princípios da Modelagem e Controle
PRODUÇÃO DE MUDAS FLORESTAIS. José Amarildo da Fonseca
PRODUÇÃO DE MUDAS FLORESTAIS José Amarildo da Fonseca [email protected] Objetivos Quantidade Custo Qualidade Prazo Histórico Histórico Histórico Produção de Mudas Florestais Objetivo (demanda) Tipos
Manejo do solo e preservação ambiental
Manejo do solo e preservação ambiental O solo fértil É o que permite o bom desenvolvimento de certas plantas. Manejo do solo É o conjunto de medidas que devem ser tomadas durante o cultivo que visam a
Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo
SOLO CONSERVAÇÃO Erosão Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo Assoreamento: Depósito de acúmulo de sedimentos nos cursos d água, geralmente provocada, principalmente, pela
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL HIDROLOGIA APLICADA
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL HIDROLOGIA APLICADA QUALIDADE DA ÁGUA E FONTES DE ABASTECIMENTO Prof. Felipe Corrêa QUALIDADE DA ÁGUA:
Definição de irrigação: Aplicação de água no solo mediante o uso de. total, com o objetivo de suprir as
Parte 1: Técnicas de irrigação Definição de irrigação: Aplicação de água no solo mediante o uso de técnicas artificiais, de forma complementar ou total, com o objetivo de suprir as necessidades d hídricas
CARACTERIZAÇÃO QUALITATIVA DO ESGOTO
Sistema de Esgotamento Sanitário e Pluvial CARACTERIZAÇÃO QUALITATIVA DO ESGOTO Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Universidade Federal de Minas Gerais Caracterização do esgoto doméstico
CONCEITOS E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA
Disciplina: Recursos Hídricos e Manejo de Bacias Hidrográficas Prof a. Dr a. Cristiana do Couto Miranda CONCEITOS E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Hidrologia É a ciência que se ocupa dos processos que regulam o
José Galizia Tundisi Takako Matsumura-Tundisi. Recursos. hídricos. no século XXI nova edição ampliada e atualizada
José Galizia Tundisi Takako Matsumura-Tundisi hídricos Recursos no século XXI nova edição ampliada e atualizada Sumário 1 A água e os sistemas de sustentação à vida... 23 2 O ciclo hidrológico e a distribuição
Plano de Gestão Ambiental
Plano de Gestão Ambiental Abril/2017 O Plano de Gestão Ambiental (PGA) apresenta o conjunto de atividades e ferramentas de gerenciamento e monitoramento, adotadas com a finalidade de embasar decisões empresariais
Colégio São Paulo. Bioma. adapt ações. Biologia 9º ano Prof. Marana Vargas
Colégio São Paulo Bioma se adapt ações Biologia 9º ano Prof. Marana Vargas Pantanal - O clima é quente e úmido, no verão, e frio e seco, no inverno; - A maior parte dos solos do Pantanal são arenosos
Ciclos Biogeoquímicos
Ciclos Biogeoquímicos Matéria orgânica: são os restos dos seres vivos. É composta essencialmente de compostos de carbono. Decompositores: são responsáveis pela degradação da matéria orgânica e favorecem
Ciências do Ambiente
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 29 O meio aquático V: Eutrofização e Índices de Qualidade de Água 2º Semestre/ 2015 1 Mecanismos de circulação de lagos/reservatórios
Ecologia y ecofisiologia de las cianobactérias. Profa.Sandra M. F. O.Azevedo IBCCF - UFRJ
Ecologia y ecofisiologia de las cianobactérias Profa.Sandra M. F. O.Azevedo IBCCF - UFRJ CIANOBACTÉRIAS Organismos procariontes fotossintéticos Organização celular e bioquímica semelhante às bactérias
Tipos de Usinas Elétricas
Tipos de Usinas Elétricas USINAS GERADORAS DE ELETRICIDADE Uma usina elétrica pode ser definida como um conjunto de obras e equipamentos cuja finalidade é a geração de energia elétrica, através de aproveitamento
ENERGIA. Em busca da sustentabilidade
ENERGIA Em busca da sustentabilidade Características de uma boa fonte de combustível i) Fornecer grande quantidade de energia por unidade de massa ou volume (Rendimento); ii) Facilmente disponível; iii)
LCE 306 Meteorologia Agrícola. Importância Agroecológica dos Ventos. Aula # 13. Prof. Paulo Cesar Sentelhas Prof. Luiz Roberto Angelocci
LCE 306 Meteorologia Agrícola Prof. Paulo Cesar Sentelhas Prof. Luiz Roberto Angelocci Aula # 13 Importância Agroecológica dos Ventos Uso de Quebra-Ventos Naturais e Artificiais ESALQ/USP 2012 Os ventos
MALHAS DE ALTA PERFORMANCE ALUMINIZADA VOCÊ NO CONTROLE!
MALHAS DE ALTA PERFORMANCE ALUMINIZADA VOCÊ NO CONTROLE! Aluminet é uma malha de sombra aluminizada termorrefletora de alta qualidade desenvolvida pela empresa Ginegar Polysack. No verão, diminui a entrada
Introdução. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira
Introdução Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira 2/21 Multidisciplinaridade Caráter multidisciplinar do conhecimento envolvido na construção de barragens: Topografia e Geodésia Hidrologia e Hidráulica Modelagens
USO AGRÍCOLA DE LODO DE ESGOTO: DE RESÍDUO A FERTILIZANTE
Seminário Internacional Uso de Lodo de Esgotos Belo Horizonte MG USO AGRÍCOLA DE LODO DE ESGOTO: DE RESÍDUO A FERTILIZANTE Eng. Agro. Milton C. Pucci Responsável Técnico Perito Ambiental PUCCI AMBIENTAL
ENGENHARIA DE AGRIMENSURA E CARTOGRÁFICA HIDROLOGIA. Hidrologia & Ciclo Hidrológico. Prof Miguel Angel Isaac Toledo del Pino CONCEITO ATUAL
ENGENHARIA DE AGRIMENSURA E CARTOGRÁFICA HIDROLOGIA Hidrologia & Ciclo Hidrológico Prof Miguel Angel Isaac Toledo del Pino 2018 CONCEITO ATUAL É uma ciência aplicada que estuda a água na natureza, abrangendo
COBERTURA VEGETAL COMO FATOR DE PROTEÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
COBERTURA VEGETAL COMO FATOR DE PROTEÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS Daniel Antonio Salati Marcondes, Washington Luiz Azevedo Geres, Elaine Genniffer C. Sanches Companhia Energética de São Paulo RESUMO 1 - INTRODUÇÃO
Ecologia: definição. OIKOS Casa LOGOS Estudo. Ciência que estuda as relações entre os seres vivos e desses com o ambiente.
Ecologia: definição OIKOS Casa LOGOS Estudo Ciência que estuda as relações entre os seres vivos e desses com o ambiente. Meio Ambiente Conjunto de condições que afetam a existência, desenvolvimento e
QUALIDADE DAS ÁGUAS EM PARQUES AQUÍCOLAS. Dra. Rachel Magalhães Santeiro INCISA Instituto Superior de Ciências da Saúde
QUALIDADE DAS ÁGUAS EM PARQUES AQUÍCOLAS Dra. Rachel Magalhães Santeiro INCISA Instituto Superior de Ciências da Saúde Desenvolvimento da aqüicultura estudos limnológicos manejo para manutenção de alta
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE Projeto Mutirão do reflorestamento a UC 2016 Reflorestamento em áreas urbanas: a experiência da Cidade do Rio de Janeiro Ambientes
-ECOLOGIA APLICADA. Espécies símbolos. Prevenção da Poluição. Conservação de áreas. Preservação da diversidade genética bbbb
-ECOLOGIA APLICADA * É o estudo dos efeitos causados pelo homem nos sistemas ecológicos, e o consequente manejo desses sistemas e recursos em benefício da sociedade. Espécies símbolos Questões Prevenção
IMPACTOS E ESTUDOS PARA MANEJO INTEGRADO DE Egeria spp. NO RESERVATÓRIO A USINA HIDRELÉTRICA ENGº SOUZA DIAS (JUPIÁ)
GIA/019 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO XI ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS - GIA IMPACTOS E ESTUDOS PARA MANEJO INTEGRADO DE Egeria spp. NO RESERVATÓRIO A USINA HIDRELÉTRICA
Ciclos Biogeoquímicos. A trajetória dos nutrientes nos ecossistemas
A trajetória dos nutrientes nos ecossistemas Nutrientes Recursos Essenciais Energia Nutrientes Condições Organismo (indivíduo) Desempenho biológico: Sobrevivência Crescimento corpóreo Atividade Reprodução
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO CAPTAÇÃO DE ÁGUA Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: [email protected] Website:
PCH PANDEIROS: UMA COMPLEXA INTERFACE COM A GESTÃO AMBIENTAL REGIONAL
PCH PANDEIROS: UMA COMPLEXA INTERFACE COM A GESTÃO AMBIENTAL REGIONAL Rafael Augusto Fiorine Enio Marcus Brandão Fonseca Newton José Schmidt Prado Wilson Roberto Grossi PCH Pandeiros Caracterização da
Introdução. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira
Introdução Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Barragens 2/22 As barragens, açude ou represa são definidas como obstáculos artificiais com a capacidade de reter água, qualquer outro líquido, rejeitos, detritos,
Avaliação preliminar das nascentes do Rio Mundaú inserida na zona urbana do município de Garanhuns
Avaliação preliminar das nascentes do Rio Mundaú inserida na zona urbana do município de Garanhuns Tafnes da Silva Andrade Márcio Nóbrega ; Adrielle Castilho & Genilza França CPRH/UIGA INTRODUÇÃO Entende-se
Qualidade da Água para a Aquicultura
Qualidade da Água para a Aquicultura Perila Maciel Rebouças Mestranda em Engenharia Agrícola UFC Engenharia de Sistemas Agrícolas - Ambiência Agrícola (Piscicultura) 11/01/2013 Definições Aqui = água e
Principais fontes e combustíveis utilizados na geração de energia elétrica
Principais fontes e combustíveis utilizados na geração de energia elétrica Wildson W de Aragão Físico Professor de Física de Escolas de Ensino Médio e Cursos Pré Vestibular da rede particular de Ensino
Interferência e Métodos de Plantas Daninhas
Disciplina: Matologia Interferência e Métodos de Plantas Daninhas Prof. Leonardo Bianco de Carvalho FCAV/UNESP Câmpus de Jaboticabal [email protected] www.fcav.unesp.br/lbcarvalho Interferência
Tratamento de Água: Generalidades Aeração
UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO DECIV DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Tratamento de Água: Generalidades Aeração DISCIPLINA: SANEAMENTO PROF. CARLOS EDUARDO F MELLO e-mail: [email protected] Água para
Análises físico-químicas e microbiológicas de água
Análises físico-químicas e microbiológicas de água Parâmetros analisados: Padrão físico-químico: ph e turbidez Padrão microbiológico: Contagem de aeróbios; Coliformes Fecais e Coliformes Totais A qualidade
Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água. Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água
www.tsga.ufsc.br ASPECTOS DA SUINOCULTURA Santa Catarina possui um rebanho suíno de mais de 6,3 milhões de cabeças (IBGE, 2013), o que representa quase 20% da produção nacional. Paralelamente à produção,
IMPACTOS AMBIENTAIS URBANOS O Caos Ambiental das Cidades Brasileiras
IMPACTOS AMBIENTAIS URBANOS O Caos Ambiental das Cidades Brasileiras PROF.: ROBERT OLIVEIRA [email protected] POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA: INVERSÃO TÉRMICA E SMOG PROF.: ROBERT OLIVEIRA [email protected]
SUMÁRIO PROGRAMA DE RESGATE E APROVEITAMENTO CIENTÍFICO DA FAUNA
SUMÁRIO PROGRAMA DE RESGATE E APROVEITAMENTO CIENTÍFICO DA FAUNA 2.16. PROGRAMA DE RESGATE E APROVEITAMENTO CIENTÍFICO DA FAUNA..... 2.16-2 2.16.1. INTRODUÇÃO... 2.16-2 2.16.2. OBJETIVOS... 2.16-2 2.16.3.
ESCOLA BÁSICA 2, 3 LUÍS DE CAMÕES. PROJETO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS 5º Ano
ESCOLA BÁSICA 2, 3 LUÍS DE CAMÕES ANO LETIVO 2014 / 2015 PROJETO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS 5º Ano DOMÍNIO: A TERRA UM PLANETA ESPECIAL Onde existe vida? O que é a Biosfera? 1 Compreender
