FORMAÇÃO PRÁTICA: O TURÍBULO
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- Roberto Domingues Oliveira
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1 FORMAÇÃO PRÁTICA: O TURÍBULO Por Tomás Monteiro ASSOCIAÇÃO DE ACÓLITOS DA PARÓQUIA DE SANTO EUGÉNIO
2 1. O incenso, a naveta e o turíbulo O incenso é uma resina que se apresenta em pequenos grãos, depois de seca. É extraída de uma árvore de origem oriental. A naveta é um recipiente em forma de navio e que serve para levar o incenso durante as celebrações. É sempre acompanhada por uma pequena colher, que serve para deitar o incenso sobre as brasas acesas. O turíbulo pode ser considerado como uma esfera cortada ao meio. A parte de baixo está suspensa por três correntes de metal, que terminam na cápsula. A parte de cima, que se chama opérculo, tem orifícios por onde sai o fumo do incenso. O opérculo tem um outro cadeado, que termina numa argola, que seve para a levantar. Esquema simplificado de um turíbulo 1
3 2. Como se usa o turíbulo e a naveta 2.1- Como se apresenta o turíbulo? O turiferário aproxima-se daquele que vai impor o incenso, com o naveteiro do lado esquerdo. Este apresenta a naveta, enquanto o turiferário puxa para cima a argola e a corrente com a mão direita e colocando a última sobre o antebraço esquerdo. De seguida, pega com a mesma mão nas correntes, junto da parte superior da tampa, e levanta o turíbulo até à altura adequada, pousando sobre o peito a mão esquerda, que sustenta a outra extremidade das correntes. O celebrante impõe o incenso e benze-o. O acólito baixa o turíbulo e deixa descer lentamente a tampa até ficar bem adaptada à parte inferior do turíbulo e passa a extermidade das correntes para a mão direita O turíbulo nas procissões Nas procissões, o turíbulo e a naveta vão à frente do cortejo, o turíbulo é levado na mão direita, oscilando para a frente e para trás (com uma pequena abertura na tampa para as brasas não apagarem) e a naveta na mão esquerda. Em ambos os casos, o turiferário e o naveteiro levam a mão livre no peito Como se entrega o turíbulo a quem vai incensar? O turiferário segura a extermidade das correntes junto ao turíbulo na mão esquerda e a outra extermidade das correntes na mão direita, entregando-o assim ao celebrante. Para receber o turíbulo faz-se o procedimento inverso. 2
4 2.4- Quando e como se incensa? O incenso utiliza-se durante a procissão de entrada; no princípio da missa, para incensar a cruz e o altar; na procissão e proclamação do Evangelho; após a apresentação dos dons, para incensar as oblatas, a cruz, o altar, o sacerdote e o povo; ao serem mostrados a hóstia e o cálice, depois da consagração. Antes e depois de incensar, o acólito faz uma inclinação profunda para a pessoa ou para a coisa incensada. O acólito coloca a extremidade da corrente, junto à cápsula, entre o polegar e o indicador, e, nessa posição, coloca a mão sobre o peito. Com a mão direita segura a outra extremidade da corrente, um pouco por cima do opérculo. Sem mover o corpo nem deslocar a mão esquerda, levanta, a uma certa distância de si, o opérculo à altura dos olhos - esta elevação chama-se ductus - e baloiça-o de frente para cima - este movimento chama-se ictus. Incensa-se com 3 ductus de 3 ictus: À elevação do pão À elevação do cálice Durante a bênção do Santíssimo O que preside à celebração Incensa-se com 3 ductus de 2 ictus: O povo 3
5 2.5- A quem incensa o acólito? Na ausência do diácono, o acólito incensa o celebrante, o povo e o pão e o cálice à consagração. 3. Alguns cuidados a ter com o turíbulo Nunca é de mais referir que, com o tempo de utilização, o opérculo e a base aquecem bastante, podendo provocar queimaduras. Por isso mesmo, é recomendável que o acólito evite o contacto do turíbulo com materiais inflamáveis ou com o corpo. 4
6 NOTAS _
7 SUBAM ATÉ VÓS, Ó SENHOR, AS NOSSAS ORAÇÕES E AS NOSSAS OFERTAS COMO NUVENS DE INCENSO 2007, Associação de Acólitos da Paróquia de Santo Eugénio e Tomás Monteiro, todos os direitos reservados.
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