Computadores e tomografia computadorizada
|
|
|
- Beatriz Back Fernandes
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 7 Computadores e tomografia computadorizada I. Computadores A. Fundamentos Computadores utilisam o sistema binário. A um bit (do inglês binary digit) pode ser atribuído um de dois valores discretos. Um bit pode codificar 2 valores, ou dois tons de cinza, que correspondem a branco e preto. n bits podem codificar 2 n valores, ou valores de cinza. 8 bits = 1 byte; 2 butes = 1 word(16 bits). Um total de 256 tons de cinza (2 8 ) podem ser codificados em um byte (8 bits). Um total de 4096 tons de cinza (2 12 ) podem ser codificados em 12 bits. Necessidades de armazenamento para computadores podem ser especificadas utilizando kilobytes (kb) (10 3 bytes), megabytes (MB) (10 6 bytes), gigabytes (GB) (10 9 bytes) ou terabytes (TB) (10 12 bytes). B. Informação na imagem Pixels são elementos individuais da imagem em uma imagem bidimensional. Em imagens digitais, cada pixel é normalmente codificado utilizando 1 ou 2 bytes. O número total de pixels em uma imagem é o produto do número de pixels atribuídos à dimensão horizontal com o atribuído à dimensão vertical. O número de pixels em cada dimensaão é chamado de tamanho da matriz. Se existesm 1024 (1 k) pixels nas direções vertical e horizontal, a imagem contém 1 k 1k = 1 M, ou pixels. A Tabela 7.1. lista tamanhos típicos de matrizes utilizados em radiologia diagnóstica. O conteúdo de informação das imagens é o produto do número de pixels e o número de bytes por pixel. Uma imagem com uma matriz pixels e codificação com 1 byte para cada pixel requer 0,25 MB de memória ( ). A mesma imagem obtida utilizando 2 bytes codificando cada pixel com 2 bytes requer 0,5 MB de memória ( ). Um raio-x de tórax digitalizado em uma matriz 2 k 2 k utilizando codificação de 2 bytes ( ) requer 8 MB de memória. Sistemas digitais modernos de mamografia são desenhados com matrizes de 4 k 4 k e 4 k 6 k pixels. 1
2 Com codificação de 2 bytes por pixel, uma única imagem mamográfica oide requerer de 32 a 48 MB de memória. C. Hardware do computador Memórias de computador são do tipo memória de acesso aleatório (RAM, do inglês random access memory ou do tipo memórias somente para leitura (ROM, do inglês read-only memory). RAM é a memória temporária que armazena informação enquanto o aplicativo (software) é utilizado. ROM é somante para armazenamento. Dadas em ROM não podem ser sobreescritos. Memórios de buffer são normalmente cnsideradas parte da RAM e são em geral utilizadas para video. Uma unidade de processamento central (CPU) realiza cálculos e operações lógicas sob o controle das instruções do software. O processamento paralelo ocorre quando várias tarefas são ralizadas simultaneamente. O processamento serial refere-se à execução das tarefas sequencialmente. Processadores paralelos são dispositivos eletricamente conectados dedicados a realizar um tipo de cálculo rápido. Processadores paralelos são utilizados em CT e ressonância magnética onde um grande número de cálculos é necessário para converter dados em imagens. D. Software de computador Os computadores utilizam sistemas operacionais para realizar atividades internas tais como armazenamento de arquivos. Um arquivo é uma coleção de dados tratados como uma unidade. Exemplos de sistemas operacionais são DOS (para computadores pessoais tipo IBM), UNIX (para computadores SUN), e VMS (para vários computadores tipo mainframe). Computadores Macintosh utilizam um sistema próprio. Aplicativos fornecem instruções para os computadores. Os programas instruem o computador sobre onde os dados de entrada são armazenados, como estes dados são manipulados e onde os resultados devem ser colocados. A maioria dos programas de computador são escritos utilizando linguagens de alto nível tais como C, Pascal, COBOL, dbase, FORTRAN, ou Basic. Estas linguagens independentes da máquina são chamadas de código fonte. Código objeto ou linguagem de máquina é o código binário com as instruções específicas de cada máquina utilizadas pela CPU. É difícil escrever programas em código objeto. Um compilador é um programa utilizado para converter código em linguagem de alto nível (código fonte) em linguagem de máquina (código objeto). E. Dispositovos periféricos Dispositivos de armazenamento de dados incluem discos rígidos, discos flexíveis, discos óticos, jukeboxes óticas, e fitas magnéticas. A Tabela 7.2. resume as capacidades de armazenamento de dados dos vários meios. Dispositivos de saída incluem os tubos de raios catódicos (CRT), monitores, impressoras de filmes a laser, e impressoras de papel. 2
3 Computadores se comunicam via cabos coaxiais, linhas telefônicas, transferências de fita magnética, microondas e conexões de fibras óticas. Um modem (modulator/demodulator) é utilizado para transmitir informação através da linha telefônica. A Figura 7.1 mostra os dispositivos periféricos associados aos computadores. Computadores modernos estão interligados utilizando redes tais como a ethernet, que podem ser utilizadas para transmitir imagens para localizações remotas. A baud rate descreve a taxa de informação transferida em bits por segundo. Uma baud rate de 9600 corresponde a 9600 bits/s ou 1200 bytes/s. A Tabela 7.3 lista as opções de rede para a transmissão de imagens e os tempos típicos de transmissão para uma radiografia de tórax padrão (8 MB de informação). F. Sistemas de arquivamento e comunicação de imagens Sistemas de arquivamento e comunicação de imagens (PACS) (do inglês Picture Archival and Communication System) são sistemas de radiologia digital que têm o potencial de eliminar o uso de filmes. PACS são também chamados de IMACs (do inglês Image Management and Communication). PACS necessitam de sistemas de aquisição, computadores, arquivos de imagem, e estações para visualização das imagens. Os componentes de um PACS precisam estar conectados a uma rede de comunicação digital. Benefícios de um PACS incluem a habilidade de manipular dados, armazenamento compacto, recuperação rápida de imagens, e a habilidade de mandar imagens para localizações remotas. Serviços de radiologia "sem filme" incluem o Hospital OMSZ em Viena II. Tomografia computadorizada A. Introdução B. Imagens A tomografia computadorizada (CT, do inglês computed tomography) é uma técnica de imageamento tomográfica que gera imagens de cortes transversais no plano axial. Imagens de CT são mapas do valor da atenuação relativa linear dos tecidos. Procedimentos de CT utilizam alto kvp (120 a 140 kvp) com filtração elevada. Para uma posição fixa do tubo de raios-x, um feixe em leque é passado através do paciente e medidas da intensidade do feixe transmitido são feitas por um conjunto de detetores. As medidas da intensidade dos raios-x transmitidos são chamadas projeções. As imagens de CT são obtidas através da análise matemática de várias projeções. O campo de visão (FOV, do inglês field of view) é o diâmetro da área sendo imageada (por exemplo, 23 cm para a cabeça). O tamanho do pixel em CT é determinado dividindo-se o FOV pelo tamanho da matriz. O tamanho das matrizes utilizadas em CT gralmente são de (0,5 k). Por exemplo, tamanhos de pixels são de 0,5 mm para um FOV de 3
4 25 mm de diâmetro para um procedimento de cabeça (25 dividido por 512) e 0,7 mm para um FOV de 35 cm para um procedimento de corpo (35 dividido por 512). O voxel é um elemento de volume no paciente. O volume do voxel é o produto da área do pixel pela espessura do corte. A Figura 7.2 mostra a relação entre FOV, tamanho da matriz, voxel e pixel. O coeficiente de atenuação relativa (µ) é normalmente expresso em unidades de Hounsfield (HU), que também conhecida como números de CT. HU x =1000 (µ x - µ água )/µ água O 1000 nesta equação determina a escala de contraste. Por definição, a HU para água é 0, e a HU para o ar é A Tabela 7.4 lista valores típicos da HU para uma variedade de tecidos. Devido à dependência do µ x e do µ água com a energia do fóton (kev), os valores de HU dependem do kvp e da filtração. Portanto, HUs gerados por um aparelho de CT são aproximados e válidos somente para o kvp efetivo utilizado para gerar a imagem. C. Scanners de primeira e segunda geração Em 1972, o tomógrafo EMI foi o primeiro aparelho introduzido na prática clínica. Tomógrafos EMI utilizavam um feixe em pincel e cristais detetores de iodeto de sódio (NaI) que moviam-se transversalmente ao paciente (isto é, transladados) e geravam aproximadamente 160 pontos de dados por projeção num processo ponto-a-ponto. O tubo de raios-x e o detetor eram rodados de 1 grau e outra projeção obtida; 180 projeções eram obtidas num intervalo angular de 180 graus, e a geração de uma única imagem levava cerca de 5 minutos. Este desenho original da EMI é chamado de sistema de primeira geração. Tomógrafos de segunda geração também utilizavam tecnologias de translação-rotação mas tinham múltiplos detetores e um feixe em leque. Equipamentos de segunda geração permitiam incrementos de rotação maiores e procedimentos mais rápidos, com uma única seção gerada em aproximadamente 1 minuto. D. Reconstrução da imagem A geração da imagem a partir dos dados adquiridos envolve a determinação do coeficiente de atenuação de cada pixel individualmente. Um algoritmo matemático processa os dados da projeção e reconstrói a imagem transversal de CT. A maioria dos tomógrafos modernos utilizam um algoritmo de retroprojeção com aplicação de filtro para a reconstrução da imagem. Técnicas mais antigas de reconstrução da imagem incluiam retroprojeções. Métodos interativos (tentativa e erro) tais como técnicas de reconstrução algébrica também foram utilizados para a reconstrução de imagens. A reconstrução de imagens envolvendo milhões de dados podem ser realizadas em segundos utilizando processadores paralelos (mastigadores de números). 4
5 Diferentes filtros podem ser utilizados na reconstrução por retroprojeção filtrada, oferecendo diferentes compromissos entre resolução espacial e ruído. Alguns filtros permitem a reconstrução de detalhes finos mas com um maior nível de ruído na imagem, tal como em algoritmos para osso. Algoritmos tais como os para tecidos moles oferecem alguma suavização, que diminui o ruído na imagem mas também diminui a resolução espacial. A escolha do melhor filtro a ser utilizado no algoritmo de reconstrução depende do objetivo clínico. E. Visualização da imagem Imagens reconstruídas são visualizadas em CRTs ou impressas em filme utilizando uma impressora a laser. Cada pixel é normalmente representado por 12 bits, ou 4096 níveis de cinza, que é maior que o intervalo de visualização dos filmes e monitores. A largura e o nível da janela são utilizadas para otimizar a aparência de imagens de CT para determinação dos níveis de contraste e brilho atribuídos para os dados da imagem de CT (Figura 7.3). O nível da janela, ou centro, é o número de CT ou valor de HU que será apresentado com a intensidade média na imagem. O nível da janela é normalmente escolhido próximo do valor médio do HU do tecido de interesse (por exemplo, 10 a 50 HU para os tecidos moles). A largura da janela é o intervalo de números de CT mostrados em torno do centro selecionado e, portanto, determina o contraste. Uma janela estreita oferece maior contraste que uma janela larga. O ajuste da largura e do nível da janela afetam somente a imagem visualizada, não os dados reconstruídos armazenados no computador. III. Scanners modernos de tomografia computadorizada A. Scanners de terceira e quarta gerações Tomógrafos de terceira geração utilizam um feixe em leque rotativo e detetores rotativos (sistema rotatório-rotatório) (Figura 7.4A). Tomógrafos de quarta geração têm um tubo rotatório e um anel de detetores fixos (até 4800) no gantry (sistema rotatório-fixo) (Figura 7.4B). Tomógrafos de terceira e quarta gerações tipicamente adquirem uma seção em 1 ou 2 segundos. A performance no que se refere à imagem é aproximadamente a mesma nos tomógrafos de terceira e quarta gerações. Os cabos que fornecem a alta voltagem ao tubo de raios-x do CT limitam a rotação a uma volta. A maioria dos modernos aparelhos fazem uso da tecnologia de anel de deslizamento na qual a alta voltagem é suprida ao tubo através de um anel de contato no gantry. Com tomógrafos com anel de deslizamento, o tubo de raios-x pode girar em uma direção indefinidamente. Tomógrafos com anel de deslizamento são rápidos e podem obter várias seções em uma única suspensão da respiração. B. Tubos de raios-x e colimadores O aquecimento do tubo para CT é em geral é alto, requerendo do anodo alta capacidade térmica. Os sistemas modernos têm tubos de raios-x com capacidade térmica de mais de 2 megajoules. 5
6 Tubos de CT têm mancha focal de aproximadamente 1 mm. Tubos de alta performance podem custar mais de US$ ,00. O feixe é colimado quando sai do tubo e novamente quando chega no detetor. A colimação define a largura da fatia e reduz o espalhamento. Colimadores ajustáveis permitem que a espessura do corte varie de 1 a 10 mm. A elevada filtragem do feixe utilizado em CT tipicamente produz um feixe com um valor de camadas semi-redutora (HVL) de aproximadamente 10 mm de alumínio. C. Detetores de estado sólido Cristais cintiladores produzem luz quando fótons de raios-x são absorvidos. Quando acoplados a um detetor de luz (tubo fotomultiplicador ou fotodiodo), um sinal elétrico proporcional à intensidade da radiação incidente é produzido. O material mais comum utilizado em detetores de estado sólido é o tungstanato de cádmio (CdWO 4 ), que é um eficiente detetor de raios-x. Somente detetores de estado sólido são utilizados em tomógrafos de quarta geração, que requerem detetores finos devido à geometria de deteção. D. Detetores a gás Câmaras de ionização com gás xenônio consistem em uma câmara preenchida com gás e com anodo e catodo mantidos a uma diferença de potencial. Os fótons incidentes de raios-x ionizam o gás, produzindo pares elétron-íon. A corrente produzida é proporcional à intensidade da radiação incidente. Os detetores a gás podem ser utilizados somente em tomógrafos de terceira geração. Detetores a gás são usualmente mantidos a alta pressão (25 atm) para aumentar a eficiência de deteção. D Detetores a gás são mais estáveis que detetores de estado sólido. E. Scanners de quinta geração Tomógrafos de quinta geração utilizam um canhão de elétrons que deflete e focaliza um feixe de elétrons de alta velocidade ao longo de um arco de 210 graus de um grande anel-alvo de tungstênio no gantry. O feixe de raios-x produzido é colimado para atravessar o paciente e atingir um anel de deteção. Anéis de deteção múltiplos permitem a aquisição simultânea de seções múltiplas de imagens. Não existem partes móveis, o que permite que imagens sejam obtidas em tempos de 50 a 100 ms, diminuindo assim artefatos de movimento. Tomógrafos de quinta-geração são úteis em imageamento cardíaco e em pacientes incapazes de cooperar para exames de rotina que requerem a suspensão da respiração (por exemplo, pacientes pediátricos ou de trauma). F. Tomografia computadorizada helicoidal Equipamentos com anéis de deslizamento podem ser utilizados no modo 6
7 helicoidal (ou espiral). Diferentemente dos tomógrafos convencionais, nos quais o tubo de raios-x gira em torno de um paciente estacionário uma seção de cada vez, na tomografia helicoidal o paciente é movido ao longo do eixo horizontal à medida que o tubo de raios-x roda em torno do paciente. O feixe central de raios-x entrando no paciente segue uma trajetória helicoidal durante o exame. A relação entre o movimento do paciente e do tubo é chamada de passo (pitch), que é definida como o movimento da mesa durante cada revolução do tubo de raios-x (medido em milímetros) dividido pela largura de colimação (medida em milímetros). Por exemplo, para uma fatia de 5 mm, o paciente pode mover-se 10 mm durante o segundo que leva para o tubo girar 360 graus, levando a um passo de 2. A reconstrução da imagem é obtida interpolando-se as projeções obtidas em posições selecionadas ao longo do eixo do paciente. As imagens podem ser reconstruídas em qualquer nível e com qualquer incremento mas têm sempre a espessura do colimador utilizado. A capacidade de rapidamente cobrir um grande volume em uma única parada de respiração elimina erros de registro e reduz o volume de agente de contraste requerido. IV. Qualidade da imagem e dose de radiação A. Introdução B. Contraste C. Ruído A qualidade da imagem pode ser caracterizada em termos de contraste, ruído e resolução espacial. Em geral, a qualidade da imagem envolve compromissos entre estes três fatores e a dose de radiação no paciente. Artefatos gerados durante o procedimento de CT podem degradar a qualidade da imagem. O contraste da CT é a diferença entre valores de HU em tecidos adjacentes. Este contraste em geral aumenta à medida que o kvp diminui mas não é afetado pela ma e pelos tempos de varredura. O contraste em CT pode ser artificialmente modificado com o uso de substâncias tais como o iodo. O ruído na imagem pode dificultar a deteção de objetos de baixo contraste tais como tumores com uma densidade próxima do tecido adjacente. O contraste da imagem visualizada é primariamente determinado pelo ajuste da largura e do nível de janelamento. Ruído em CT é primariamente definido pelo número de fótons utilizado para fazer uma imagem (ruído quântico). Quando um detetor recebe uma contagem total de 100 fótons, o desvio padrão é dado por 100 1/2 = 10 (isto é, 10% da média). Um total de 68% de medições repetidas estão dentro de 1 desvio padrão da média (isto é, entre 90 e 110 contagens). Se a contagem cresce para 1000, o desvio padrão é 32 (1000 1/2 ), ou 3,2% da média; se a contagem é , o desvio padráo é 100 ( /2 ), ou 1% da média. O ruído quântico diminui à medida que o número de fótons aumenta. O ruído em CT pode geralmente ser reduzido aumentando-se o kvp, a 7
8 D. Resolução ma, o tempo de varredura, se todos os outros parâmetros permanecerem constantes. O ruído em CT também pode ser reduzido aumentando-se o tamanho do voxel (isto é, diminuindo o tamanho da matriz, aumentando o FOV ou aumentando a espessura da fatia). Valores típicos de ruído atualmente giram em torno de 5 HU (isto é, diferenças de 0,5% no coeficiente de atenuação). A resolução espacial é a capacidade de discriminar entre objetos adjacentes e é função do tamanho do pixel. Se o FOV é d e o tamanho da matriz é M, o tamanho do pixel é d/m. Para um procedimento típico de cabeça com um FOV de 25 cm e matriz de 512 x 512, o tamanho do pixel é 0,5 mm. Como são necessários dois pixels para definir um par de linhas, a melhor resolução espacial possível é 0,5 mm. Resoluções típicas giram em torno de 0,7 mm a 1,5 pl/mm. A resolução no plano (axial) pode ser melhorada operando-se no modo de alta resolução utilizando-se um FOV menor ou um mairo tamanho da matriz. Fatores que também podem melhorar a resolução espcial em CT pela redução do embaçamento da imagem incluem a diminuição da mancha focal, detetores menores, e mais projeções. A resolução perpendicular à seção depende da espessura do corte e é importante para as reconstruções sagitais e coronais. E. Dose de radiação O perfil de dose em um tomógrafo não é uniforme ao longo do eixo do paciente e pode variar para cada seção irradiada. Valores típicos de dose para uma única fatia são 40 mgy (4 rads) para um exame de cabeça ou 20 mgy (2 rads) para exame de corpo. As doses na superfície podem ser maiores que as internas. Em procedimentos de cabeça, a razão superfície-centro é de aproximadamente 1:1. Em procedimentos de corpo, a razão superfície-centro é de aproximadamente 2:1. Devido ao espalhamento de raios-x, o perfil de dose na seção tomográfica não é perfeitamente retangular mas tem caudas que extendem-se além dos limites da fatia. Tecidos além da seção são portanto expostos à radiação. Quando fatias adjacentes são feitas, a dose acumulada numa delas pode ser até duas vezes maior do que a dose associada a uma única fatia. Os fabricantes especificam doses utiliznado o índice de dose para tomografia computadorizada (CTDI, do inglês computed tomography dose index), que é a integral do perfil de dose axial para uma única fatia dividido pela espessura nominal da fatia. Apesar de ser possível de medir-se diretamente o CTDI, ele não está relacionado diretamente aos riscos para o paciente. F. Riscos da radiação O risco para o paciente está relacionado à energia total absorvida. O risco para o paciente é calculado somando as doses em todos os órgãos irradiados ponderando pelas respectivas radiosensibilidades. Tal integral de dose no paciente é a dose efetiva equivalente (H E ). H E para procedimentos de cabeça é de aproximadamente 2 msv 8
9 G. Artefatos (200 mrem). H E para proceimentos de corpo é de aproximadamente 5 a 15 msv (500 a 1500 mrems). Se todos os outros fatores são mantidos constantes, os riscos para o paciente aumentam com o aumento no número de fatias, a espessura das fatias, o tempo de varredura, o kvp, e a ma, porque mais energia é depositada no paciente. A dose efetiva (E) é conceitualmente similar a H E mas faz uso de fatores mais recentes de ponderação para a radiosensibilidade dos órgãos. Valores quantitativos de H E e E são similares para a maioria dos exames de CT. Tomógrafos podem produzir artefatos nas imagens reconstruídas. Artefatos de volume parcial resultam quando se faz a média dos coeficientes de atenuação linear de um voxel heterogênio. Artefatos de volume parcial aumentam com o aumento do tamanho do pixel e da espessura da fatia. Movimentos aleatórios ou imprevisíveis (por exemplo, se o paciente espirra) produzem artefatos de streak. Em estruturas de alta densidade, tais como implantes metálicos, o detetor pode não registrar transmissão. Neste caso, o algoritmo de reconstrução gera streaks adjacentes às estruturas de alta densidade. Artefatos de endurecimento do feixe (cup artifacts) são causados pela natureza policromática do feixe. À medida que as componentes de baixa energia do feixe vão sendo preferencialmente absorvidas, o feixe torna-se mais penetrante, resultando em menores valores calculados para o coeficiente de atenuação (HU). Artefatos de endurecimento do feixe são mais marcantes principalmente em interfaces de alto contraste tais como entre ossos densos do crânio e o cérebro, onde streaks escuras (baixos valores de HU) ocorrem. Artefatos em anel podem surgir em sistemas de terceira geração quando um detetor está defeituoso ou mal calibrado. Artefatos devido a defeitos são raros nos equipamentos modernos. 9
10 Tabela 7.1. Valores típicos para tamanhos de matrizes e bytes por pixel em radiologia Modalidade Tamanho da matriz Bytes por pixel Medicina nuclear 64 2 ou ou 2 Ressonância magnética ou Tomografia computadorizada Ultrasom Angiografia digital Radiografia computadorizada Digitalizadores de filmes ou Mamografia ou Media Tabela 7.2. Valores representativos da capacidade de armazenamento e tempos de acesso para meios de armazenamento. Capacidade de armazenamento 1 TB = 10 3 GB = 10 6 MB Tempo de acesso Disco flexível 1 MB ~1 s Disco rígido 20 MB - 2 GB 10 ms Fita magnética 600 MB - 5 GB 10 s a alguns minutos Disco ótico 600 MB - 10 GB 16 ms Caixa ótica 20 GB - 3 TB s 10
11 Tabela 7.3. Número de Hounsfield para alguns materiais representativos, com suas respectivas densidades e densidades eletrônicas. Material Densidade (g/cm 3 ) Densidade eletrônica (e/cm ) Número de Hounsfield aproximado Ar <0,01 <0, Pulmão 0,25 0, Gordura 0,92 3,07-90 Água 1,00 3,33 0 Matéria branca Matéria cinzenta 1,03 3, ,04 3,43 40 Músculo 1,06 3,44 50 Osso cortical 1,8 5,
12 Figura 7.1. Relação entre campo de visão, tamanho da matriz, voxel, e pixel em uma imagem tomográfica. Figura 7.2. Relação entre campo de visão, tamanho da matriz, voxel, e pixel em uma imagem tomográfica. 12
13 Figura 7.3. O janelamento determina como os valores calculados para a atenuação dos tecidos serão apresentados. A largura da janela determina o intervalo de branco a preto. O centro da janela determina o valor central. Figura 7.4. A.Aparelhos de terceira geração têm um tubo rotativo e uma matriz de detetores (sistema rotação-rotação). B. Aparelhos de quarta geração têm um tubo rotativo e um anel de detetores fixos (sistema rotação-fixo). 13
14 Testes de Revisão 1. Faça a correspondência entre o número de bits e as informações abaixo: A. 1 B. 8 C. 10 D. 12 E. 16 i. 2 bytes ii. 1 byte iii tons de cinza iv. 2 tons de cinza v tons de cinza 2. Se todos os 8 bits de um byte são definidos como 1, então o número decimal é: A. 8 B. 255 C D. Muito grande para armazenar numa palavra E. Nenhuma das anteriores 3. Faça a correspondência entre os itens de hardware e as características de performance correspondentes: A. RAM B. Disco flexível C. CPU D. Disco ótico "jukebox" E. ROM i. Realiza operações lógicas e aritméticas ii. Dispositivo de armazenamento que perde informação quando falta energia iii. Dispositivo de armazenamento que não permite re-gravação iv. Pode ter uma capacidade de armazenamento online de 1 TeraByte v. Pode ser apagado ao se aproximar de um equipamento de ressonância magnética 4. Atribua verdadeiro (V) ou falso (F) às seguintes definições a respeito de computadores digitais: A. Um byte sempre consiste de 8 bits B. Um arquivo é um conjunto de dados tratado como uma unidade C. Um microprocessador é um circuito integrado individual D. Um modem mantém o suprimento de energia para o computador E. A sigla PACS quer dizer sistema de arquivamento e comunicação de imagens 5. Marque verdadeiro (V) ou falso (F). São dispositivos de entrada para um computador: A. Teclado B. Trackball C. Impressora laser D. Caneta ótica E. Processadores paralelos F. Tela sensível ao toque 6. O processamento paralelo: A. Envolve a realização simultânea de diversas tarefas B. Requer processamento em conjuntos de processadores C. Não pode ser realizado em código de máquina D. Requer o compartilhamento de dispositivos periféricos 14
15 E. Todas as anteriores 7. Os computadores podem se comunicar uns com os outros utilizando todos os seguintes canais de comunicação, exceto: A. Cabos coaxiais B. Linhas telefônicas C. Cabos de fibra ótica D. Microondas E. Geradores de alta freqüência 8. Os componentes encontrados num PACS provavelmente incluirão: A. Dispositivos de aquisição digital B. Arquivos digitais C. Estações de visualização diagnóstica D. Base de dados do paciente E. Todas as anteriores 9. Quantos megabytes (MB) são necessários para armazenar cada uma das seguintes imagens? A. NM (medicina nuclear) byte B. MR (ressonância magnética) byte C. US (ultrassonografia) byte D. CT (tomografia computadorizada) byte E. DSA (angiografia digital) byte F. CR (radiografia computadorizada) byte 10. A transmissão de raios-x medida a partir de um único feixe em leque de CT através de um paciente é chamada: A. Filtro B. Algoritmo de retro-projeção C. Fatia tomográfica D. Feixe primário E. Projeção 11. Que algoritmo de reconstrução de imagens é utilizado com mais freqüência nos tomógrafos comerciais atuais? A. Transformada de Fourier bidimensional B. Transformada de Fourier tridimensional C. Retro-projeção D. Retro-projeção filtrada E. Algoritmo de reconstrução algébrica 12. Os colimadores de tomografia computadorizada são: A. Variáveis para seções de espessuras diferentes B. Desnecessários para aquisições helicoidais C. Normalmente feitos de plexiglass (acrílico) D. De formato parecido com uma gravata-borboleta E. Resfriados por meio de ventiladores 13. Qual dos seguintes detectores NÃO podera ser usado em equipamentos de tomografia computadorizada? A. Grãos de brometo de prata B. CdWO 4 C. Gás Xenônio D. Cristais de NaI 14. Faça a correspondência entre as seguintes substâncias e os números CT correspondentes (unidades de Hounsfield): A. Gordura B. Matéria cinzenta C. Água D. Osso E. Pulmão i
16 ii. -90 iii. 0 iv. 40 v A carga de calor num tubo de raios-x para CT aumenta com todos os seguintes, EXCETO: A. kv B. ma C. Tempo de varredura D. Espessura da seção E. Número de seções 16. Faça a correspondência entre a geração do equipamento de CT e o detector correto. A. Tomógrafo de primeira geração B. Tomógrafo de terceira geração C. Tomógrafo de quarta geração i. Feixe em pincel ii. Conjunto de detetores estacionários iii. Conjunto de detetores rotativos 17. Os tomógrafos de quarta geração são muitas vezes feitos de: A. Câmaras de ionização de baixa pressão B. Tubos Geiger C. CdWO 4 D. Xenônio de alta pressão E. Todas as anteriores 18. A utilização de contraste intravascular durante a realização de uma única seção CT aumentará significativamente: A. HU dos vasos sangüíneos B. kvp necessários C. ma necessários D. Dose do paciente E. Ruído da imagem 19. O contraste da visualização da imagem CT: A. Deve ser selecionado antes da exposição aos raios-x B. Pode ser alterado depois da varredura CT C. Não modifica a aparência da imagem CT D. Pode ser utilizado para mudar os valores HU dos dados da imagem E. Nenhuma das anteriores 20. Marque verdadeiro (V) ou falso (F). Se uma visualização CT é aberta numa janela de largura 100 e centro 50: A. O valor HU da água muda para 50 B. A matéria branca vai aparecer em cinza C. A gordura vai aparecer em preto D. A água vai aparecer em preto E. O osso vai aparecer em branco F. O pulmão vai aparecer em branco 21. As impressoras CT a laser em filme: A. Melhoram significativamente a resolução espacial B. Modificam os números CT C. Gravam menos de 1 kb de dados da imagem D. Precisam de filme com emulsão nas duas faces E. Nenhuma das anteriores 22. No caso de uma CT de varredura helicoidal, todas as afirmativas abaixo se aplicam, EXCETO: A. É necessário um anel de deslizamento contínuo para o tubo de raios-x B. Não pode ser realizado com filtros "gravata-borboleta" C. É necessária maior capacidade térmica para o tubo de raios-x 16
17 D. Os efeitos de volume parciais vão aumentar 23. A resolução espacial do tomógrafo melhora com o aumento do(a): A. Tamanho do ponto focal B. Tamanho dos elementos do detetor C. kv e ma D. Tempo de varredura E. Tamanho da matriz de reconstrução 24. É difícil caracterizar um tecido através do número CT por causa de dependência deste em relação a todos os itens que se seguem, exceto: A. O endurecimento do feixe B. A heterogeneidade do tecido C. mas D. Efeitos de volume parciais E. kvp 25. A visibilidade de pequenas estruturas de alto contraste em imagens CT será aprimorada mais provavelmente com o aumento do(a): A. Dose do paciente B. Tempo de varredura C. Tamanho da matriz da imagem D. Espessura da fatia E. kv 26. A visibilidade de grandes estruturas de baixo contraste em imagens CT pode melhorar com um aumento no(a): A. Filtragem B. mas C. Tamanho da matriz D. Largura da janela de visualização E. Tamanho da imagem no filme 27. O ruído da imagem é afetado pela(o): A. Espessura da seção B. Algoritmo de reconstrução C. Espessura do paciente D. mas E. Todas as anteriores 28. Os artefatos de volume parciais são geralmente reduzidos quando: A. A espessura da seção aumenta B. O tempo de varredura aumenta C. O tamanho da matriz da imagem aumenta D. São utilizados tomógrafos de quinta geração E. São utilizados pequenos pontos focais 29. Entre os seguintes itens, qual o que tem a MENOR probabilidade de ser uma fonte de artefatos de imagem CT? A. Vibrações do anodo B. Detetores defeituosos C. Implantes metálicos no paciente D. Amostragem limitada de dados de projeção E. Fonte de radiofreqüência próxima do equipamento 30. Artefatos de anel num tomógrafo de terceira geração são causados por: A. Variação do kvp B. Faiscamento no tubo C. Defeito em um elemento do detector D. Movimento do paciente E. Todas as anteriores 17
Tomografia Computadorizada
Tomografia Computadorizada Características: não sobreposição de estruturas melhor contraste ( menos radiação espalhada) usa detectores que permitem visibilizar pequenas diferenças em contraste de tecido
FÍSICA DAS RADIAÇÕES. Prof. Emerson Siraqui
FÍSICA DAS RADIAÇÕES Prof. Emerson Siraqui CONCEITO Método que permite estudar o corpo em cortes ou fatias axiais ou trasversais, sendo a imagem obtida atraves dos Raios-X com o auxílio do computador (recontrução).
Princípios Tomografia Computadorizada
Princípios Tomografia Computadorizada Tomografia Computadorizada Histórico 1917 - Randon imagens projetadas > reproduziu 1967 Hounsfield >primeiro protótipo tipo Tomografia 1971 - H. Inglaterra > primeiro
4.2. Técnicas radiográficas especiais
SEL 5705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS (III. Raios-X) Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 4.2. Técnicas radiográficas especiais 4.2.1. Abreugrafia Chapa, em
SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel
SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel 6. FORMAÇÃO DE IMAGENS POR RAIOS X A Radiografia 2 fatores fundamentais: padrão de intensidade de raios-x transmitido através
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO O que é a Informática? A palavra Informática tem origem na junção das palavras: INFORMAÇÃO + AUTOMÁTICA = INFORMÁTICA...e significa, portanto, o tratamento da informação
Informática Aplicada a Radiologia
Informática Aplicada a Radiologia Apostila: Imagem Digital parte I Prof. Rubens Freire Rosa Imagem na forma digital A representação de Imagens na forma digital nos permite capturar, armazenar e processar
FÍSICA DO RX. Cristina Saavedra Almeida fisicamed
FÍSICA DO RX Cristina Saavedra Almeida fisicamed O QUE É RADIAÇÃO Pode ser gerada por fontes naturais ou por dispositivos construídos pelo homem. Possuem energia variável desde valores pequenos até muito
CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA
CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA Introdução a microinformática William S. Rodrigues HARDWARE BÁSICO O hardware é a parte física do computador. Em complemento ao hardware, o software é a parte lógica, ou seja,
CONCEITOS BÁSICOS DE HARDWARE. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA
CONCEITOS BÁSICOS DE HARDWARE Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA COMPUTADOR QUANTO AO TIPO COMPUTADOR SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO o Analógico o Digital o Híbrido o Hardware (parte física)
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA. Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica Objetivos Evolução Histórica Formação da Imagem Motivação Motivação Início da Tomografia Computadorizada (CT) A Tomografia Computadorizada,
UCP. Memória Periféricos de entrada e saída. Sistema Operacional
Arquitetura: Conjunto de elementos que perfazem um todo; estrutura, natureza, organização. Houaiss (internet) Bit- Binary Digit - Número que pode representar apenas dois valores: 0 e 1 (desligado e ligado).
PROCESSAMENTO DE DADOS
PROCESSAMENTO DE DADOS Aula 1 - Hardware Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari 2 3 HARDWARE Todos os dispositivos físicos que constituem
Introdução. Princípios básicos da TAC. .Tomografia deriva da palavra grega Tomos, .Computorizada o processamento. .Designação de TAC/TC.
Princípios básicos da TAC III Encontro de Formação Contínua OMV XIII Congresso de Medicina Veterinária em Língua Portuguesa 17 e 18 de Novembro, 2012 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA Mário Ginja DVM, PhD
INFORMÁTICA BÁSICA. Prof. Rafael Zimmermann
INFORMÁTICA BÁSICA Prof. Rafael Zimmermann 1. INFORMÁTICA É a ciência que estuda o processamento de informações. Nasceu da necessidade do homem processar informações cada vez mais complexas e com maior
Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr
Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Conceitos básicos de informática O que é informática? Informática pode ser considerada como significando informação automática, ou seja, a utilização de métodos
29/08/2011. Radiologia Digital. Princípios Físicos da Imagem Digital. Unidade de Aprendizagem Radiológica. Professor Paulo Christakis
Radiologia Digital Unidade de Aprendizagem Radiológica Princípios Físicos da Imagem Digital Professor Paulo Christakis 1 Em sistemas digitais de imagens médicas, as mudanças não se apresentam somente no
Introd. Física Médica
Introd. Física Médica Aula 04 Atenuação de RX 2012 http://www.upscale.utoronto.ca/generali nterest/harrison/flash/nuclear/xrayinte ract/xrayinteract.html 2 Propriedades do alvo Boa Condutividade Térmica:
Curso EFA Técnico/a de Informática - Sistemas. Óbidos
Curso EFA Técnico/a de Informática - Sistemas Óbidos MÓDULO 769 Arquitectura interna do computador Carga horária 25 Objectivos No final do módulo, os formandos deverão: i. Identificar os elementos base
b) Estabilizador de tensão, fonte no-break, Sistema Operacional, memória principal e memória
CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISUTEC DISCIPLINA: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO PROF.: RAFAEL PINHEIRO DE SOUSA ALUNO: Exercício 1. Assinale a opção que não corresponde a uma atividade realizada em uma Unidade
Tecnologia e Sistemas de Informações Administração dos Recursos de Hardware e Software
Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações Administração dos Recursos de Hardware e Software Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 9 O que é Hardware e Software? Hardware
Prof. Esp. Lucas Cruz
Prof. Esp. Lucas Cruz O hardware é qualquer tipo de equipamento eletrônico utilizado para processar dados e informações e tem como função principal receber dados de entrada, processar dados de um usuário
MEMÓRIA. 0 e 1 únicos elementos do sistema de numeração de base 2
MEMÓRIA CONCEITO Bit- 0 1 Essência de um sistema chamado BIESTÁVEL Ex: Lâmpada 0 apagada 1 acesa 0 e 1 únicos elementos do sistema de numeração de base 2 A que se destina a memória: Armazenamento das instruções
Dispositivos de Entrada e Saída
Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Márcio Bueno {cgtarde,cgnoite}@marciobueno.com Fonte: Material do Prof. Robson Pequeno de Sousa e do Prof. Robson Lins Dispositivos de Entrada Teclado, Mouse, Trackball,
Introdução aos Computadores
Os Computadores revolucionaram as formas de processamento de Informação pela sua capacidade de tratar grandes quantidades de dados em curto espaço de tempo. Nos anos 60-80 os computadores eram máquinas
Componentes de um Sistema de Computador
Componentes de um Sistema de Computador HARDWARE: unidade responsável pelo processamento dos dados, ou seja, o equipamento (parte física) SOFTWARE: Instruções que dizem o que o computador deve fazer (parte
Fundamentos de Sistemas de Informação Hardware: Dispositivos de Entrada, Processamento e Saída
Fundamentos de Sistemas de Informação Hardware: Dispositivos de Entrada, Processamento e Saída Profª. Esp. Milena Resende - [email protected] Introdução O uso apropriado da tecnologia pode garantir
Prof. Dr. Charlie Antoni Miquelin BÁSICO DE COMPUTAÇÃO EM TC
BÁSICO DE COMPUTAÇÃO EM TC Definições O computador digital é uma máquina capaz de receber informações, processá-las e devolver resultados. Estes resultados podem ser mostrados em um monitor, armazenados,
Tomografia Computadorizada
Tomografia Computadorizada Helder C. R. de Oliveira N.USP: 7122065 SEL 5705: Fundamentos Físicos dos Processos de Formação de Imagens Médicas Prof. Dr. Homero Schiabel Sumário História; Funcionamento e
FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES
FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos [email protected] www.oficinadapesquisa.com.br Conceito de Computador Um computador digital é
Tomografia Computadorizada I. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.net Aula 04. Sistema Tomográfico
Tomografia Computadorizada I Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.net Aula 04 Sistema Tomográfico Podemos dizer que o tomógrafo de forma geral, independente de sua geração, é constituído
1. CAPÍTULO COMPUTADORES
1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO O que é a Informática? A palavra Informática tem origem na junção das palavras: INFORMAÇÃO + AUTOMÁTICA = INFORMÁTICA...e significa, portanto, o tratamento da informação
RADIOLÓGICA. Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com
TECNOLOGIA RADIOLÓGICA Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com EMENTA Produção de Raios X : O Tubo de Raios X Sistema de geração de imagens por raios X Formação de Imagem radiográfica
Radiação Espalhada no Paciente
Interação dos Raios X com a Matéria Os Raios-X podem ser: Transmitidos, Absorvidos, Espalhados. A probabilidade da interação depende da energia do fóton incidente, da densidade do meio, da espessura do
Projeto FlexiGrid IWA. Sistema de Armazenamento e Comunicação de Imagens
Projeto FlexiGrid IWA Sistema de Armazenamento e Comunicação de Imagens Aristófanes C. Silva Danilo Launde Lúcio Dias Roteiro PACS Definição Infra-Estrutura Camadas Problemas Soluções DICOM IWA Histórico
Informática Aplicada
Informática Aplicada Conceitos Aula 2 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br [email protected] 2013 Esquema Geral do Computador HARDWARE; SOFTWARE. Prof. Walteno Martins Parreira
Prof. Sandrina Correia
Tecnologias de I informação de C omunicação 9º ANO Prof. Sandrina Correia TIC Prof. Sandrina Correia 1 Objectivos Definir os conceitos de Hardware e Software Identificar os elementos que compõem um computador
3. FORMAÇÃO DA IMAGEM
3. FORMAÇÃO DA IMAGEM 3.1 INTRODUÇÃO O sistema de geração da imagem de RM emprega muitos fatores técnicos que devem ser considerados, compreendidos e algumas vezes modificados no painel de controle durante
Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25
Informática Prof. Macêdo Firmino Introdução a Informática Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25 O Que é um Computador? É uma máquina composta de um conjunto de partes eletrônicas e
Introdução à Organização de Computadores Entrada e Saída. Sistemas da Computação Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007
Introdução à Organização de Computadores Entrada e Saída Sistemas da Computação Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007 Tópicos Processadores Memória Principal Memória Secundária
Curso Técnico de Nível Médio
Curso Técnico de Nível Médio Disciplina: Informática Básica 2. Hardware: Componentes Básicos e Funcionamento Prof. Ronaldo Componentes de um Sistema de Computador HARDWARE: unidade
AULA 1. Informática Básica. Gustavo Leitão. [email protected]. Disciplina: Professor: Email:
AULA 1 Disciplina: Informática Básica Professor: Gustavo Leitão Email: [email protected] Estudo de caso Empresa do ramo de seguros Presidência RH Financeiro Vendas e Marketing TI CRM Riscos Introdução
for Information Interchange.
6 Memória: 6.1 Representação de Memória: Toda a informação com a qual um sistema computacional trabalha está, em algum nível, armazenada em um sistema de memória, guardando os dados em caráter temporário
R S Q 0 0 1 0 1 0 1 0 0 1 1 0 Tabela 17 - Tabela verdade NOR
19 Aula 4 Flip-Flop Flip-flops são circuitos que possuem a característica de manter os bits de saída independente de energia, podem ser considerados os princípios das memórias. Um dos circuitos sequenciais
Coerência temporal: Uma característica importante
Coerência temporal: Uma característica importante A coerência temporal de uma fonte de luz é determinada pela sua largura de banda espectral e descreve a forma como os trens de ondas emitidas interfererem
Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação
Multiplexadores Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Transmissor 1 Receptor 1 Transmissor 2 Multiplexador Multiplexador Receptor 2 Transmissor 3 Receptor 3 Economia
História dos Raios X. 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen.
História dos Raios X 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen. História dos Raios X 22 de dezembro de 1895, Röntgen fez a primeira radiografia
Computadores e Informação Digital
Computadores e Informação Digital Sérgio Nunes Comunicações Digitais e Internet Ciências da Comunicação, U.Porto 2011/12 Computadores Computador O que é um computador? Um computador é uma máquina programável,
Processamento de Dados
Processamento de Dados Evolução da Tecnologia 2000 a.c. -------------------------- 1621 Ábaco Réguas de Cálculo 1642 ------------------------------- 1890 Calculadora mecânica Início da Revolução Industrial
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
Em relação à produção, à emissão e à interação dos raios X com a matéria, julgue os itens a seguir. 41 O deslocamento de elétrons da camada M para a camada K produz radiação característica. 42 Bremsstrahlung,
Cadeira de Tecnologias de Informação. Ano lectivo 2007/08. Conceitos fundamentais de Hardware
Cadeira de Tecnologias de Informação Ano lectivo 2007/08 Conceitos fundamentais de Hardware Prof. Mário Caldeira Profª Ana Lucas Dr. Fernando Naves Engª Winnie Picoto Engº Luis Vaz Henriques Dr. José Camacho
CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA
8 CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA A porta paralela, também conhecida por printer port ou Centronics e a porta serial (RS-232) são interfaces bastante comuns que, apesar de estarem praticamente
Informática. Aulas: 01 e 02/12. Prof. Márcio Hollweg. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.
Informática Aulas: 01 e 02/12 Prof. Márcio Hollweg UMA PARCERIA Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR Visite a loja virtual www.conquistadeconcurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO
Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto
Introdução a Informática Prof.: Roberto Franciscatto 2.1 CONCEITO DE BIT O computador só pode identificar a informação através de sua elementar e restrita capacidade de distinguir entre dois estados: 0
SISTEMAS DE UNIDADES DO COMPUTADOR
SISTEMAS DE UNIDADES DO COMPUTADOR Sistemas de unidades do computador Unidade de Armazenamento e informação Unidade de Frequência Unidade de Transmissão Unidade de velocidade de transmissão Unidade de
Introdução. à Estrutura e Funcionamento de um Sistema Informático
Introdução à Estrutura e Funcionamento de um Sistema Informático Estrutura básica de um sistema informático Componentes de um sistema informático O interior de um PC A placa principal ou motherboard O
Introdução à Programação 2006/07. Computadores e Programação
Introdução à Programação 2006/07 Computadores e Programação Objectivos da Aula Noção de computador. Organização Interna de um Computador Noção de Sistema Operativo. Representação digital de informação
Aula 04 B. Interfaces. Prof. Ricardo Palma
Aula 04 B Interfaces Prof. Ricardo Palma Interface SCSI SCSI é a sigla de Small Computer System Interface. A tecnologia SCSI (pronuncia-se "scuzzy") permite que você conecte uma larga gama de periféricos,
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO
Todos direitos reservados. Proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo mecânico, eletrônico, reprográfico, etc., sem a autorização, por escrito, do(s) autor(es) e da editora. LÓGICA DE
Capítulo I : Noções Gerais
Capítulo I : Noções Gerais 1 Capítulo I : Noções Gerais Informática (Teoria da Informação): Ciência do tratamento e transmissão da informação. Computador: Sistema que permite armazenar grandes quantidades
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
ARQUITETURA DE COMPUTADORES Aula 02: Conceitos Básicos Conceitos Básicos Conceitos fundamentais: dado, informação e processamento de dados Conceitos de algoritmo, algoritmo ótimo, hardware. Software e
Radiografias: Aplicações
Radiografias: Aplicações Prof. Emery Lins Curso de Bioengenharia CECS, Universidade Federal do ABC E como ocorre uma radiografia? Fundamentos físicos para imagens Filtragem dos Raios-X O feixe é atenuado
Memória principal; Unidade de Controle U C P. Unidade Lógica e Aritmética
Tecnologia da Administração Computador: origem, funcionamento e componentes básicos Parte II Sumário Introdução Origem Funcionamento Componentes Básicos Referências Sistema Binário O computador identifica
Estrutura geral de um computador
Estrutura geral de um computador Prof. Helio H. L. C. Monte-Alto Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu
Armazenamento Secundário. SCE-183 Algoritmos e Estruturas de Dados II
Armazenamento Secundário SCE-183 Algoritmos e Estruturas de Dados II 1 Armazenamento secundário Primeiro tipo de armazenamento secundário: papel! Cartões perfurados HDs, CD-ROM, floppy disks, memórias
Aula 02 Hardware. Informática. Prof. Diego Pereira. Contribuições de: Álvaro Silva e Bruno Gomes. Prof. Bruno Gomes <[email protected].
Informática Informática Aula 02 Hardware Prof. Diego Pereira Contribuições de: Álvaro Silva e Bruno Gomes Prof. Bruno Gomes Objetivos Conhecer os componentes do computador Entender
Prof.Msc Jocênio Marquios Epaminondas. http://www.twitter.com/jocenio
Prof.Msc Jocênio Marquios Epaminondas http://www.jocenio.pro.br email:[email protected] http://www.twitter.com/jocenio A escrita, os primeiros registos: Os primeiros registos gráficos feitos
Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 16
Informática Prof. Macêdo Firmino Representação da Informação Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 16 Introdução Estamos acostumados a pensar nos computadores como mecanismos complexos,
Conceitos Básicos. Conceitos Básicos Memória
Infra-Estrutura de Hardware Conceitos Básicos Memória Prof. Edilberto Silva www.edilms.eti.br [email protected] Sumário Bits de Memória Ordem de Bytes Conceitos Básicos Memória Secundária Códigos de Correção
Visão geral do sistema de armazenamento e hierarquia de memória
Visão geral do sistema de armazenamento e hierarquia de memória Conhecer os dispositivos de armazenamento por meio do conceito e dos tipos de memórias utilizadas no computador. Subsistemas de memória Memória
Aula 2 Aquisição de Imagens
Processamento Digital de Imagens Aula 2 Aquisição de Imagens Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira [email protected] EESC/USP Fundamentos de Imagens Digitais Ocorre a formação de uma imagem quando
05/04/2013. Para efetuar medidas é necessário fazer uma padronização, escolhendo unidades para cada grandeza.
Sistemas Internacional de Unidades Já imaginou se quando você fosse comprar uma fonte, importada, e ela viesse com as todas as especificações expressas em unidades que você nem fazia idéia que existiam?
Conceitos Básicos sobre Sistema de Computação
Conceitos Básicos sobre Sistema de Computação INFORMÁTICA -É Ciência que estuda o tratamento automático da informação. COMPUTADOR Equipamento Eletrônico capaz de ordenar, calcular, testar, pesquisar e
1.1. Organização de um Sistema Computacional
1. INTRODUÇÃO 1.1. Organização de um Sistema Computacional Desde a antiguidade, o homem vem desenvolvendo dispositivos elétricoeletrônicos (hardware) que funciona com base em instruções e que são capazes
Estrutura e funcionamento de um sistema informático
Estrutura e funcionamento de um sistema informático 2006/2007 Sumário A constituição de um sistema informático: hardware e software. A placa principal. O processador, o barramento e a base digital. Ficha
Prof. AGUINALDO SILVA
Caro aluno e colega de profissão, disponibilizo este material mas caso tenha interesse em usá-lo favor não alterar os slides e não retirar os meus créditos. Obrigado e bons estudos!!! Direitos autorais
Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)
Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,
Atividade: matrizes e imagens digitais
Atividade: matrizes e imagens digitais Aluno(a): Turma: Professor(a): Parte 01 MÓDULO: MATRIZES E IMAGENS BINÁRIAS 1 2 3 4 5 6 7 8 Indique, na tabela abaixo, as respostas dos 8 desafios do Jogo dos Índices
Thales Trigo. Formatos de arquivos digitais
Esse artigo sobre Formatos de Arquivos Digitais é parte da Tese de Doutoramento do autor apresentada para a obtenção do titulo de Doutor em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da USP. Thales Trigo
INFORMÁTICA - BICT (noturno)
INFORMÁTICA - BICT (noturno) Organização de Computadores Professor: Dr. Rogério Vargas 2014/2 http://rogerio.in Introdução O que é mesmo um Computador? O computador é uma máquina eletrônica que permite
Prof. Orlando Rocha. Qual o nosso contexto atual?
1 Qual o nosso contexto atual? Atualmente, vivemos em uma sociedade que é movida pela moeda informação! No nosso dia-a-dia, somos bombardeados por inúmeras palavras que na maioria das vezes é do idioma
1. NÍVEL CONVENCIONAL DE MÁQUINA
1. NÍVEL CONVENCIONAL DE MÁQUINA Relembrando a nossa matéria de Arquitetura de Computadores, a arquitetura de Computadores se divide em vários níveis como já estudamos anteriormente. Ou seja: o Nível 0
Escola Secundária de Emídio Navarro
Escola Secundária de Emídio Navarro Curso Secundário de Carácter Geral (Agrupamento 4) Introdução às Tecnologias de Informação Ficha de trabalho N.º 1 1. Refere algumas das principais áreas das Tecnologias
3. Arquitetura Básica do Computador
3. Arquitetura Básica do Computador 3.1. Modelo de Von Neumann Dar-me-eis um grão de trigo pela primeira casa do tabuleiro; dois pela segunda, quatro pela terceira, oito pela quarta, e assim dobrando sucessivamente,
Estrutura do Curso...
Radiologia Digital Aula 2 Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com Estrutura do Curso... 1. Introdução à Radiologia Digital 2. A imagem digital e etapas de PDI 3. Equipamento - Detectores
Tecnologia - Conjunto de instrumentos, métodos e processos específicos de qualquer arte, ofício ou técnica.
Técnica - Conjunto de processos que constituem uma arte ou um ofício. Aplicação prática do conhecimento científico. Tecnologia - Conjunto de instrumentos, métodos e processos específicos de qualquer arte,
INFORMÁTICA. Prof. Jacinto José Franco E-mail: [email protected]
INFORMÁTICA Prof. Jacinto José Franco E-mail: [email protected] 1 HARDWARE 2 HARDWARE É a parte física que compõe o computador, e estes componentes eletrônicos se comunicam através de barramentos.
ISL - Introdução. Sistema. Binário. Introdução. Tipos de Computador. Sub title text goes here. Unused Section Space 2. Unused Section Space 1
ISL - Introdução Sub title text goes here Introdução Tipos de Computador Sistema Computacional Processamento de Dados Arquitetura Sistema Binário Software Unused Section Space 1 Exercício Unused Section
15 Computador, projeto e manufatura
A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as
Lição 1 Introdução à programação de computadores
Lição Introdução à programação de computadores Introdução à Programação I Objetivos Ao final desta lição, o estudante será capaz de: Identificar os diferentes componentes de um computador Conhecer linguagens
Prof. Daniel Gondim [email protected]. Informática
Prof. Daniel Gondim [email protected] Informática Componentes de um SC Hardware X Software Memória do Computador Hardware X Software Toda interação dos usuários de computadores modernos é realizada
Website: professorsiraqui.com.br
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Website: professorsiraqui.com.br ESCALA DE DENSIDADE DE HOUNSFIELD-UH As diferentes densidades de teciduais é possível pela medida dos índices de atenuação; Os índices de atenuação
Tópicos da aula. Histórico e Evolução dos Computadores. Noções Básicas de Arquitetura de Computadores
Tópicos da aula Introdução Histórico e Evolução dos Computadores Noções Básicas de Arquitetura de Computadores Características gerais dos componentes de um computador digital Objetivos da aula Complementar
Chama-se sistema informatizado a integração que
Sistema Informatizado Hardware Sistema Informatizado Chama-se sistema informatizado a integração que acontece de três componentes básicos: a) Os computadores = hardware b) Os programas = software c) Os
MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware. Professor: Renato B. dos Santos
MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware Professor: Renato B. dos Santos 1 O computador é composto, basicamente, por duas partes:» Hardware» Parte física do computador» Elementos concretos» Ex.: memória, teclado,
Nota referente às unidades de dose registradas no prontuário eletrônico radiológico:
Nota referente às unidades de dose registradas no prontuário eletrônico radiológico: Frente aos potenciais riscos envolvidos na exposição à radiação ionizante e com a reocupação de manter um controle transparente
Introdução. INF1005 Programação I 33K Prof. Gustavo Moreira [email protected]
Introdução INF1005 Programação I 33K Prof. Gustavo Moreira [email protected] introdução Tópicos conceitos básicos o que é um programa um programa na memória decifrando um código referência Capítulo
Disciplina: Introdução à Engenharia da Computação
Colegiado de Engenharia de Computação Disciplina: Introdução à Engenharia da Computação Aulas 10 (semestre 2011.2) Prof. Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto, M.Sc. [email protected] 2 Hardware
