Miguel Bahiense Neto Presidente
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- Bernadete Barateiro Almada
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1 Miguel Bahiense Neto Presidente Brasília, 3 de dezembro de 2013 CONSUMIDOR MEIO AMBIENTE VAREJO ECONOMIA CIÊNCIA
2 MEIO AMBIENTE: Uso de estudos científicos para a tomada de decisões sobre o tema SOCIEDADE: Educação pelo uso de sacolas plásticas mais resistentes, de acordo com as Normas Técnicas Reuso das sacolas ASPECTO ECONÔMICO: Preservar o direito do consumidor, através da distribuição gratuita de sacolas plásticas O custo do eventual banimento das sacolas plásticas
3 ESTUDOS FONTE OBJETO RESULTADOS MICROBIOLÓGICO Microbiotécnica Contaminação microbiológica entre diferentes embalagens BRITÂNICO ESTUDO ECO- EFICIÊNCIA Agência Ambiental do Reino Unido Fundação Espaço Eco Impactos do ciclo de vida de diferentes sacolas Ecoeficiência de sacolas no Brasil - Caixas de papelão usadas: 8 vezes mais bactérias; 12 vezes mais fungos. coliformes totais em 80%, coliforme fecais em 62% e E.Coli em 56% - Sacolas de pano: 4 vezes mais bactérias; 5 vezes mais para fungos, coliformes totais em 58% - Sacolas Plásticas: sem coliformes totais fecais e E.Coli - Sacolas plásticas: Melhor desempenho ambiental em 8 das 9 categorias analisadas. Destaques: Menor emissão de CO 2 Menor consumo de matérias primas - O estudo conclui que a ecoeficiência dos diferentes tipos de sacolas para transporte de compras está associada ao perfil do consumidor, ou seja, volume de compras e frequência de idas aos supermercados e descarte de lixo
4 ANÁLISE DO CICLO DE VIDA DE SACOLAS DE SUPERMERCADOS* Conclusão do Estudo: As sacolas plásticas têm melhor desempenho ambiental em 8 das 9 categorias analisadas 1- Efeito Estufa 2- Esgotamento de recursos 3- Eutrofização 4- Toxicidade Humana 5- Ecotoxicidade aquática de água doce 6- Ecotoxicidade aquática marinha 7- Ecotoxicidade terrestre 8- Oxidação fotoquímica 9- Acidificação Fonte: Agência do Meio Ambiente do Reino Unido *Produtos avaliados pelo estudo: Sacola plástica (PEAD), Sacola plástica (PEAD) com pó degradante, Sacola Biodegradável (amido+poliester), Sacos de Papel, Sacola Retornável (PEAD), Sacolas Retornável (PP) e Sacolas de Algodão
5 ESSES ESTUDOS DE REFERÊNCIA CONCLUEM QUE AS SACOLAS PLÁSTICAS SÃO AMBIENTALMENTE ADEQUADAS, PORTANTO, SUA UTILIZAÇÃO TEM AMPLO RESPALDO CIENTÍFICO
6 Educação pelo uso de sacolas plásticas mais resistentes, de acordo com as Normas Técnicas da ABNT, como a melhor alternativa para combater o desperdício Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas Qualidade (Norma Técnica ABNT NBR 1493) e Educação Ambiental
7 Conscientizar a população com base nos 3 R s Reduzir, Reutilizar e Reciclar
8 O Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas Educação para a conscientização Objetivo Combater o desperdício de sacolas. Reduzir o consumo de sacolas em 30% do consumo até 2012, base 2007 Como Educação do varejo e da indústria para utilização e fabricação, respectivamente, de sacolas plásticas mais resistentes, conforme a Norma Técnica ABNT NBR 14937:10, acabando, assim, com o uso em duplicidade e a subutilização. Promoção do uso responsável e dos 3R s Criação Setembro de 2007
9 Educação e Informação Educação do consumidor através de operadores de caixa, empacotadores e gerentes de lojas
10 PARCEIROS RESULTADOS OBTIDOS ESTADO São Paulo Rio Grande do Sul Bahia Pernambuco Santa Catarina Rio de Janeiro Brasília Goiás Fonte: Plastivida PARCEIRO Ass. Brasileira (ABRAS) e Prefeitura de São Bernardo do Campo Ass. Gaúcha Ass. Baiana Ass. Pernambucana Ass. Catarinense Ass. Fluminense Ass. Brasiliense Ass. Goiana ANO Fonte: Abief QUANTIDADE (bilhões) ECONOMIA , ,4 8,4% ,0 16,2% ,0 21,8% ,9 27,9% ,1 32,4%
11 Raio X Sacolas plásticas versus Sacos de Lixo Produto Matéria Prima Classificação Aplicações (Uso e Reuso) Destinos Custo Sacolas Plásticas PE virgem ou reciclado (tons pastel, cinza, esverdeada, etc.) Reutilizáveis 1º Transporte de Compras 2º Descarte de lixo - 94% dos domicílios usam sacolas destas formas* - Aterros Sanitários - Indústria de reciclagem de plásticos originando sacos de lixo Embutido no preço dos produtos Sacos de Lixo PE virgem (azul) ou reciclado (preto) Descartáveis Único: descarte de lixo Aterros Sanitários Estimativa AGAS: R$ 15,00/mês/família * Estudo FIPE, setembro de 2013
12 PROGRAMA DE QUALIDADE E CONSUMO RESPONSÁVEL DE SACOLAS PLÁSTICAS: - A Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS) é signatária do Programa desde A redução no consumo de sacolas plásticas atingiu 20% antes da regulamentação da Lei da qualidade das sacolas LEI ESTADUAL Nº /2009, REGULAMENTADA EM 2/7/2012: Obriga a disponibilização de sacolas plásticas, por supermercados e outras casas de comércio, dentro dos padrões estabelecidos pela norma nº da ABNT. Objetivo/Justificativa: Oferecer ao consumidor produto mais resistente, para evitar a sobreposição de sacolas no transporte dos volumes mais pesados e promover sua reutilização, consumindo, assim, menos matéria prima e preservando o meio ambiente.
13 Campanha: SACOLA BEM UTILIZADA AJUDA O MEIO AMBIENTE Signatários: AGAS, Ministério Público do RS e Fecomércio-RS Assinatura do TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA que apoia a campanha e se baseia em ações de educação ambiental e de promoção do consumo responsável de sacolas plásticas Antônio Cesa Longo presidente da AGAS João F. Micelli - Vice-presidente da Fecomércio-RS Têmis Limberger - Ministério Público Estadual - RS Miguel Bahiense presidente da Plastivida
14 CORREIO DO POVO - ECONOMIA - PORTO ALEGRE - RS - 22/05/11 - Pág. 06 AGAS: FIM DA SACOLA SERÁ ONEROSO O presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, acredita que, na prática, a extinção das sacolas plásticas nos supermercados significaria apenas a troca de cor do saco de lixo, de branco para preto. "Com o fim da distribuição gratuita, cada família seria onerada em R$ 15,00 mensais, em média, para a compra das embalagens de destino do seu lixo", calcula Longo, ressaltando que a sacola plástica só causa dano se houver uso irresponsável.
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16 O IMPACTO NO CUSTO DE VIDA DECORRENTE DA PROIBIÇÃO AO USO DE SACOLAS PLÁSTICAS
17 ASPECTO ECONÔMICO O CUSTO AO CONSUMIDOR Cenário: Banimento de sacolas plásticas Objetivo: avaliar, neste cenário, o aumento da demanda de: Sacolas retornáveis e sacolas biodegradáveis no transporte das mercadorias até a residência; Sacos de lixo em substituição às sacolas plásticas nos usos intermediários e no uso final.
18 ASPECTO ECONÔMICO O CUSTO AO CONSUMIDOR METODOLOGIA Famílias entrevistadas: 648 (504 residências e 144 apartamentos) Cidade: São Paulo/SP Período: julho e agosto/2013 A Fipe avaliou três padrões atuais de uso das sacolas plásticas: uso primário, no transporte das mercadorias do supermercado até as residências; uso intermediário, para o recolhimento do lixo de cozinha, banheiros, dejetos de animais etc.; uso final, na disponibilização do lixo domiciliar para o recolhimento por parte do serviço municipal de limpeza.
19 ASPECTO ECONÔMICO O CUSTO AO CONSUMIDOR CONCLUSÕES
20 ASPECTO ECONÔMICO O CUSTO AO CONSUMIDOR A participação dos gastos com sacos de lixo, sacolas retornáveis e sacolas biodegradáveis no orçamento das famílias se elevaria de 0,1335% para 0,328%, do orçamento mensal por domicílio. Essa participação ficaria próxima a itens essenciais como o ARROZ e o FEIJÃO ** Índice FIPE da participação de alguns itens no orçamento das famílias: (*) Embalagens retornáveis, biodegradáveis e sacos de lixo, na hipótese das sacolas plásticas deixarem de ser entregues ao consumidor pelos supermercados. **POF: Pesquisa de orçamentos familiares Brasil
21 Obrigado!
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