Guia Didático do Professor
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- Walter Borja Estrada
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1 Guia Didático do Professor Programa Conversa Periódica Ligações Iônicas Ligações Químicas Química 3ª Série Ensino Médio CONTEÚDOS DIGITAIS MULTIMÍDIA
2 Conteúdos Digitais Multimídia Guia Didático do Professor Coordenação Didático-Pedagógica Stella M. Peixoto de Azevedo Pedrosa Redação Tito Tortori Revisão Camila Welikson Projeto Gráfico Eduardo Dantas Diagramação Isabela La Croix Revisão Técnica Nadia Suzana Henriques Schneider Produção Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Realização Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Educação Objetivo geral: Conhecer a natureza dos compostos iônicos, a partir da identificação do conceito de íon e da sua relação com a perda e ganho de elétrons. Objetivos específicos: Definir ligação química; Vídeo (Audiovisual) Programa: Conversa Periódica Episódio: Ligações Iônicas Duração: 10 minutos Área de aprendizagem: Química Conteúdo: Ligações Químicas Conceitos envolvidos: ânions, atração eletrostática, camada de valência, cátions, eletrosfera, eletronegatividade, eletropositividade, íons, ligação iônica, rede cristalina, regra do octeto. Público-alvo: 3ª série do Ensino Médio Associar íons à atração eletrostática; Caracterizar ligações iônicas; Diferenciar eletropositividade de eletronegatividade; Citar exemplos de compostos iônicos; Identificar a estrutura cristalina como sendo típica dos compostos iônicos. Pré-requisitos: Não há pré-requisitos. Tempo previsto para a atividade: Consideramos que uma aula (45 a 50 minutos cada) será suficiente para o desenvolvimento das atividades propostas.
3 Introdução A série Conversa Periódica é apresentada na forma de diversas entrevistas com especialistas nas áreas dos conteúdos abordado. O vídeo pode ser usado como um recurso de sensibilização para o tema, antes das aulas, como um exercício de identificação dos conteúdos-chave junto com a abordagem do conteúdo ou mesmo como uma atividade de avaliação ou revisão dos conteúdos desenvolvidos. Caberá a você, professor, usá-los como uma estratégia didática adequada ao planejamento e alinhada com o interesse e a curiosidade dos alunos. Audiovisual Programa Conversa Periódica Ligações Iônicas Verifique com antecedência a disponibilidade de todos os aparelhos (DVD, TV ou projetor de multimídia) necessários para a exibição do vídeo.
4 Conteúdos Digitais Multimídia Guia Didático do Professor 1. Desenvolvimento O episódio em questão aborda o subtema Ligações Iônicas dentro da temática Ligações Químicas. É importante lembrar que esse conhecimento, devido a sua natureza, exige que o aluno use uma grande dose de capacidade de abstração. Vale lembrar que, em teoria, os alunos do ensino médio já possuem a capacidade potencial de usar o raciocínio abstrato, porque estão na fase do pensamento operacional formal. Contudo, é importante ter em conta que, para pensar cientificamente, os alunos precisam exercitar a sua capacidade de criar hipóteses, saber analisar a influência de variáveis, questionar conclusões e defender ideias. Por isso, é importante usar recursos didáticos, com as animações presentes no vídeo, que possam apoiar a compreensão dos conteúdos que envolvam a abstração como o tema das ligações químicas. Por isso, retome as animações e permita que os alunos participem ativamente do debate, verbalizando suas percepções, sinalizando dúvidas e formulando explicações. É importante destacar que o guia traz sugestões, informações e atividades a fim de possibilitar uma ampliação do uso pedagógico do vídeo, porém, não é necessário explorar todo o material, pois cada planejamento adotará um olhar e um trajeto curricular próprio, fruto das opções feitas por cada professor. Ligações Químicas Antes de iniciar a discussão sobre a ligações iônicas, parece-nos adequado lembrar aos alunos que as ligações químicas são interações entre átomos que dão origem a compostos. É importante ter em mente que inicialmente as concepções espontâneas dos alunos sobre a composição da matéria tendem a levá-los a confundir elementos químicos com compostos químicos. A discussão sobre por que os átomos precisam formar parcerias com outros átomos deve ser acompanhada de dinâmicas ou estratégias que ajudem os alunos a perceber que a Tabela Periódica contém informações sobre os elementos químicos isoladamente. Contudo, é igualmente valioso destacar que, na natureza, é pouco comum encontrar elementos que não estejam combinados uns com os outros. Discuta com os alunos dizendo-lhes que os átomos interagem através das suas eletrosferas, buscando imitar a estabilidade dos gases nobres. Lembre-lhes que os gases nobres são elementos químicos que não formam ligações porque a sua camada de valência na eletrosfera é estável. Informe que a estabilidade da camada de valência (última camada da eletrosfera) é determinada pela existência de oito elétrons, com exceção do hélio, que é estável apenas com dois elétrons na camada K. Também o hidrogênio fica estável com apenas dois elétrons na camada K. Os alunos devem ser lembrados que esse fato é quimicamente conhecido como regra do octeto-dueto. 4
5 Explique que todos os elementos químicos que não possuem a configuração dos gases nobres negociam elétrons para cumprir a regra do octeto-dueto. Destaque que os átomos podem atingir a estabilidade doando, recebendo e compartilhando elétrons. Ligação iônica O que é exatamente ligação iônica? E como se formam os íons? Apresentador É inevitável falar de ligação iônica sem falar dos íons. É interessante considerar que o senso comum dos alunos pode ter a tendência a perceber os íons como sendo entidades diferentes dos átomos. Quando iniciamos um novo conteúdo de ensino devemos lembrar que a nova terminologia sempre exerce uma pressão ao aprendizado, necessitando, por isso, ser acompanhada de exemplos e explicações, ainda que redundantes. Essa alfabetização científica nominal é um estágio inicial na apropriação de qualquer conceito científico. Assim, lembre sempre de retomar os conceitos relacionados com os novos termos até que eles estejam sedimentados no entendimento dos alunos. mais detalhes! Saiba mais sobre as ligações iônicas lendo o artigo de DUARTE, Hélio A. Ligações químicas: Ligações Iônica, Covalente e Metálica. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola, n 4 Maio 2001, p Disponível em: qnesc.sbq.org.br/online/ cadernos/04/ligacoes. pdf Audiovisual Programa Conversa Periódica Ligações Iônicas Ressalte para os alunos que no processo de interação alguns átomos, devido à estrutura da sua eletrosfera, podem ser levados a dar ou a receber elétrons. Lembre-lhes que esse tipo de interação produz consequências diferentes daquelas em que os átomos compartilham elétrons. Detenha o vídeo no momento em que a entrevistada define a ligação iônica e discuta com os alunos que essa ligação se caracteriza por produzir íons. Conclua, resumindo, que apesar do átomo estar estável, passa a ficar eletricamente desequilibrado. Nesse estado alterado, esse átomo passa a ser chamado de íon. Lembre aos alunos que a definição do vídeo pode inicialmente parecer complexa, mas que os conceitos são bastante simples e que precisam ser construídos e fundamentados. 5
6 Conteúdos Digitais Multimídia Guia Didático do Professor mais detalhes! Sugira que os alunos leiam o artigo de CHE- MELLO, Emiliano. A Química na Cozinha apresenta: O Sal, publicado na Revista Eletrônica ZOOM da Editora Cia da Escola, disponível em: qnc_sal.pdf Explique que a atração eletrostática (do elektron= eletricidade + statikos = estático-parado) entre os átomos é um fenômeno que ocorre apenas quando os átomos estão carregados eletricamente, isto é, na forma de íons. Informe aos alunos que quando os átomos possuem um excesso de elétrons em relação aos prótons ficam carregados negativamente. Por outro lado, quando há menos elétrons do que prótons, um átomo fica carregado positivamente. Destaque que, normalmente, os átomos possuem o mesmo número de prótons e elétrons, sendo assim, o atomo está num estado eletricamente neutro. Nesse estado neutro não é capaz de exercer atração eletrostática. Mas, afinal, por que os átomos perdem ou ganham elétrons? Essa é uma questão fundamental que deve ser destacada e contextualizada. Recorde aos alunos que a maioria dos átomos precisa interagir para atingir a estabilidade eletrônica, ou seja, ter oito elétrons na última camada, ou dois elétrons, quando a última é a camada K. Para alguns elementos químicos, como os metais, isso só pode ser obtido com a liberação do(s) elétron(s) da última camada. Eletropositividade Então, na família 1A da Tabela Periódica, quando esses elementos perdem 1 elétron, eles atingem a sua estabilidade. E a gente sabe que elétron é carga negativa, então, se o átomo perde 1 elétron, que é carga negativa, ele tende a ficar positivo. Entrevistada 6 Peça que os alunos analisem a Tabela Periódica e encontrem a família 1A. Em seguida, provoque-os, pedindo que encontrem uma semelhança entre todos os elementos desse grupo. Aponte a distribuição eletrônica e explique que todos esses elementos químicos têm a tendência, para atingir a estabilidade, de perder o elétron da camada de valência. É importante destacar para os alunos que a capacidade de um átomo perder elétrons é denominada de eletropositividade. Essa tendência faz com que os átomos, ao perder elétrons, fiquem carregados eletricamente e, a partir daí, passem a ser chamados de cátions. Destaque a imagem do vídeo que mostra um átomo de sódio (Na) liberando um elétron da última camada. Lembre que está na família 1A, apresentada em amarelo na figura. Aponte que, quando isso acontece, a última camada deixa de existir (camada M) e que a penúltima, com oito elétrons (camada L), passa a ser a última camada de valência, ficando completa e estável.
7 Mostre, no vídeo, que a representação do sódio muda de Na para Na+. É bastante provável que os alunos não tenham percebido porque o sódio (Na) ficou positivo (+). Peça para os alunos consultarem a Tabela Pediódica e verificar o equilíbrio entre as cargas elétricas, representadas pelas partículas negativas (elétrons) e positivas (prótons). Ajude os alunos a perceber que, antes de perder o elétron, o sódio tinha 11 p+ (prótons) e 11 e-(elétrons) e que, assim, o balanço eletrostático era zero, ou seja, o átomo tinha carga nula. Contudo, ao perder o elétron da última camada, o balanço é alterado para 11 p+ (prótons) e 10 e-(elétrons), ficando o átomo com uma carga elétrica positiva a mais. Nesse caso, o átomo de sódio passa a ser chamado de íon positivo ou cátion. Destaque que existe uma atração natural entre a eletrosfera, que é negativa, e o núcleo atômico, que é positivo. Explique que quanto mais perto do núcleo está o elétron, maior é a força de atração entre ambos. Logo, a tendência de liberar elétrons, ou seja, a eletropositividade, aumenta conforme aumenta o raio atômico. Dessa forma, podemos dizer que há elementos com uma eletropositividade forte ou uma eletropositividade fraca. mais detalhes! Audiovisual Programa Conversa Periódica Ligações Iônicas Eletronegatividade Resumindo, quanto maior a eletronegatividade do átomo, maior é a tendência dele ganhar elétrons, ou seja, se ele tem uma alta eletronegatividade, ele vai querer bastante elétrons ao seu redor. Entrevistada Discuta com os alunos que existem elementos químicos que têm uma tendência oposta à eletropositividade (a propriedade de liberar elétrons). Explique que os elementos do lado direito da tabela (grupo 5A, 6A, 7A), têm a tendência de receber elétrons para atingir a estabilidade, isto é chamado de eletronegatividade. Essa propriedade faz com que os átomos, ao receberem elétrons, fiquem carregados negativamente e, assim, passem a ser chamados de ânions. Informe-se mais sobre os íons lendo o artigo. de NERY, Ana Luiza Petillo; LIEGEL, Rodrigo Marchiori e FERNANDEZ, Carmen. Reações envolvendo Íons em solução aquosa: Uma abordagem problematizadora para a previsão e equacionamento de alguns tipos de reações inorgânicas. Química Nova na Escola, n 23, Maio 2006, p disponível em: qnesc.sbq.org.br/online/ qnesc23/a04.pdf
8 Conteúdos Digitais Multimídia Guia Didático do Professor mais detalhes! Amplie seus conhecimentos sobre os obstáculos verbais envolvidos nos conceitos científicos e o processo de mediação didática da ciência, lendo o artigo de LOPES, Alice Ribeiro Casimiro, Potencial de Redução e Eletronegatividade. Química Nova Na Escola, n 4, NOVEMBRO 1996, p Disponível em: qnesc.sbq.org.br/online/ qnesc04/conceito.pdf Destaque o vídeo quando mostra um átomo de cloro (Cl) recebendo um elétron na sua última camada. Aponte que os elementos da família 7A ou 17, em amarelo na figura, apresentam na sua última camada sete elétrons e, por isso, tendem a receber um elétron para completar e estabilizar a eletrosfera. Mostre que o vídeo muda a representação do cloro de Cl para Cl. Ajude os alunos a perceber que, antes de ganhar um elétron, o cloro tem 17 p+ (prótons) e 17 e-(elétrons), tendo carga nula. Entretanto, o cloro, ao receber o elétron na sua última camada, além de atingir a estabilidade, passa a ter 8 elétrons na camada de valência. Logo, o núcleo continua com 17 p+ (prótons) enquanto a eletrosfera passa a ter 18 e- (elétrons), deixando o cloro carregado negativamente, tornando-se, portanto, íon negativo ou ânion. Lembre aos alunos que, assim, existem elementos com uma eletronegatividade forte ou uma eletronegatividade fraca. Substâncias ou compostos iônicos 8 Mas, vem cá... Dá um exemplo prático pra gente de substâncias ligadas ionicamente que a gente utiliza no dia-a-dia... Apresentador Lembre que os sais e as bases são compostos iônicos comuns em nosso cotidiano. Diga que os dois diferentes íons apresentados anteriormente nesse guia o íon sódio e o íon cloro são íons de cargas opostas que se atraem formando o famoso cloreto de sódio ou sal de cozinha. Pergunte aos alunos se eles sabiam que a palavra salário vem da palavra sal (do latim salário, que quer dizer soldo), pois os soldados do Império Romano recebiam parte do seu pagamento em sal.pergunte aos alunos se eles conhecem exemplos de sais e bases presentes em nossas residências. Destaque que, além do cloreto de sódio (sal/sal de cozinha), o bicarbonato de sódio (sal basico/fermento químico), o hidróxido de magnésio (base/leite de magnésia), o hidróxido de alumínio (base/antiácido), hidróxido de sódio (base/soda cáustica), nitrato de prata (sal/usado em fotografia) são alguns exemplos de compostos iônicos presentes em nossa vida.
9 Pergunte aos alunos se eles sabem por que os cristais têm uma forma, geralmente, bastante geométrica. Ajude a contextualizar a observação do vídeo de que os compostos iônicos, ao se formarem, se organizam em uma rede cristalina. Aponte o trecho do vídeo em que é apresentado, à direita, o sal de cozinha como é comercializado (em pó) e discuta com os alunos sobre o motivo do sal evaporado no experimento citado no vídeo ser formado por uma estrutura cúbica. mais detalhes! Leia o artigo de Gibin e Ferreira sobre a Investigação de modelos mentais dinâmicos sobre a dissolução de NaCl por meio da elaboração de animações, disponível em: ufmg.br/cd/pdfs/255.pdf Audiovisual Programa Conversa Periódica Ligações Iônicas Afirme para os alunos que, apesar de parecer estranho, os cristais podem crescer. Espere um certo grau de descrença, mas lembre-lhes de que os compostos iônicos são formados através da atração entre íons de cargas opostas. Logo, os íons negativos, como os ânions cloro, são atraídos pelos cátions sódio da mesma forma que um polo norte de um imã atrai o polo sul de outro. Dessa forma, em uma solução, por existirem íons dissociados, haverá normalmente um processo de atração entre os íons de cargas opostas. Com isso, haverá uma organização natural, na qual cada íon se posicionará em uma estrutura elementar geométrica,com ângulos e posições definidas, chamada de célula unitária primitiva que servirá de molde para que os demais íons se reúnam a ela em um processo de repetição espacial. Ajude a contextualizar o momento do vídeo em que pessoas aparecem brincando com peças de montar. Explique que, da mesma forma que os íons, as peças permitem a associação de dois, três ou quatro elementos, gerando uma estrutura tridimensional. No caso dos íons, elementos químicos.. 9
10 Conteúdos Digitais Multimídia Guia Didático do Professor 2. a) b) c) Atividades Sugira que os alunos se dividam em grupos. Em seguida, peça que cada grupo monte um modelo, em escala, de algum composto iônico no estado cristalino. Organize uma exposição sobre os compostos iônicos em nosso cotidiano a partir de produtos, materiais e objetos relacionados com os compostos iônicos pesquisados pelos alunos. Avalie a possibilidade de reproduzir um dos experimentos a seguir, sugeridos no site Ponto Ciência: TO+EFEITO+DA+CONCENTRACAO 3. Avaliação Lembre-se que a avaliação é parte integrante do processo de ensino-aprendizagem e as estratégias escolhidas por você para fazer esta avaliação devem ser desenvolvidas e colocadas em prática levando em consideração as informações que foram apresentadas em sala de aula. Com base na avaliação, é possível, se necessário, rever e redefinir os elementos do planejamento. Não se esqueça que avaliar é mais do que determinar critérios e atribuir notas. A avaliação formativa permite que o seu trabalho seja reorientado, em tempo real, tornando as decisões, alterações e reformulações como parte do processo de ensino-aprendizagem. O envolvimento, interesse e participação dos alunos, tanto durante a apresentação do programa quanto nos debates subsequentes, são momentos importantes para avaliar conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Considere os questionamentos dos alunos um indicador para identificar os pontos positivos e negativos da sua aula e para avaliar se os objetivos traçados foram atingidos. Reflita, observando que os momentos de avaliação do grupo constituem, também, excelente oportunidade para avaliar o seu próprio trabalho e os objetivos propostos inicialmente, reformulando e repensando ações futuras. 10
11 VÍDEO - AUDIOVISUAL EQUIPE PUC-RIO Coordenação Geral do Projeto Pércio Augusto Mardini Farias Departamento de Química Coordenação de Conteúdos José Guerchon Revisão Técnica Nádia Suzana Henriques Schneider Assistência Camila Welikson Produção de Conteúdos Nicolás A. Rey CCEAD - Coordenação Central de Educação a Distância Coordenação Geral Gilda Helena Bernardino de Campos Coordenação de Audiovisual Sergio Botelho do Amaral Assistência de Coordenação de Audiovisual Eduardo Quental Moraes Coordenação de Avaliação e Acompanhamento Gianna Oliveira Bogossian Roque Coordenação de Produção dos Guias do Professor Stella M. Peixoto de Azevedo Pedrosa Assistência de Produção dos Guias do Professor Tito Tortori Redação Alessandra Muylaert Archer Camila Welikson Gislaine Garcia Design Isabela La Croix Romulo Freitas Revisão Alessandra Muylaert Archer Camila Welikson
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