Superior Tribunal de Justiça
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- Paula Borges Godoi
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1 RECURSO ESPECIAL Nº PR (2012/ ) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRENTE PROCURADOR RECORRIDO : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES : JOSÉ ROBERTO DE ALMEIDA : JOÃO OSVALDO BADARI ZINSLY RODRIGUES : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS : PROCURADORIA-GERAL FEDERAL - PGF : OS MESMOS EMENTA PREVIDENCIÁRIO. DESAPOSENTAÇÃO. RENÚNCIA AO BENEFÍCIO DE APOSENTADORIA. DECADÊNCIA. INAPLICABILIDADE DO ART. 103 DA LEI N /91. NOVO JUBILAMENTO LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO AS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS RECOLHIDAS APÓS A PRIMEIRA INATIVAÇÃO. POSSIBILIDADE. RESTITUIÇÃO DOS VALORES RECEBIDOS. DESNECESSIDADE. ENTENDIMENTOS ASSENTADOS NOS RESPS NS /SC E /SC, SUBMETIDOS À SISTEMÁTICA DO ART. 543-C DO CPC. RECURSO DO INSS DESPROVIDO. RECURSO DO SEGURADO PROVIDO. DECISÃO Trata-se de recursos especiais interpostos por segurado e pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, assim ementado: PREVIDENCIÁRIO. DESAPOSENTAÇÃO PARA RECEBIMENTO DE NOVA APOSENTADORIA. POSSIBILIDADE. DECADÊNCIA. INAPLICABILIDADE. AUSÊNCIA DE NORMA IMPEDITIVA. NECESSIDADE DE DEVOLUÇÃO DO MONTANTE RECEBIDO NA VIGÊNCIA DO BENEFÍCIO ANTERIOR. SENTENÇA DECLARATÓRIA. CORREÇÃO MONETÁRIA. 1. O prazo decadencial aplica-se nas situações em que o segurado visa a revisão do ato de concessão do benefício. A desaposentação não consiste na revisão desse ato, mas no seu desfazimento, tendo em vista tratar-se de direito patrimonial personalíssimo disponível. Assim, não há prazo decadencial para a desaposentação. 2. É pacífico o entendimento de que a aposentadoria, direito patrimonial, se insere no rol dos interesses disponíveis, razão por que não há como negar o direito do segurado de renunciar ao benefício de aposentadoria a que faz jus. 3. O art. 181-B do Dec. n /99, acrescentado pelo Decreto n.º 3.265/99, que previu a irrenunciabilidade e a irreversibilidade das aposentadorias por idade, tempo de contribuição/serviço e especial, como norma regulamentadora que é, acabou por extrapolar os limites a que está sujeita, porquanto somente a lei pode criar, modificar ou restringir direitos (inciso II do art. 5º da CRFB). 4. O provimento concedido tem natureza e eficácia meramente declaratórias, uma vez que a condenação da autarquia em deferir a renúncia da aposentadoria, mediante a devolução dos valores recebidos, importaria em entrega de título judicial condicional, o que é vedado por lei. 5. Se o segurado pretende renunciar à aposentadoria por tempo de serviço para postular novo jubilamento, com a contagem do tempo de serviço em que esteve Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 20/02/2014 Página 1 de 5
2 exercendo atividade vinculada ao RGPS e concomitantemente à percepção dos proventos de aposentadoria, os valores recebidos da autarquia previdenciária a título de amparo deverão ser integralmente restituídos com correção monetária. 6. As quantias devem ser repetidas integralmente e em ato único. 7. Impossibilidade de compensação dos valores a serem devolvidos ao INSS com os proventos do novo benefício a ser concedido, sob pena de burla ao 2º do art. 18, uma vez que as partes já não mais seriam transportadas ao status jurídico anterior à inativação (por força da necessidade de integral recomposição dos fundos previdenciários usufruídos pelo aposentado). Embargos de declaração parcialmente acolhidos sem efeitos modificativos. O segurado alega que a Corte de origem reconheceu o direito à renúncia à aposentadoria percebida junto ao INSS, mas condicionou o deferimento da nova aposentação à devolução dos valores recebidos no período em que esteve sob o amparo do benefício renunciado, o que diverge do entendimento dos arestos paradigmas e viola a legislação correlata. Sem contrarrazões do INSS. A autarquia previdenciária federal sustenta a ofensa aos artigos 18, 2º e 103 da Lei n /91 e 6º da LINDB aos argumentos de que: (a) ocorreu a decadência do direito à desaposentação; e (b) é indevida a concessão de nova aposentadoria, levando-se em consideração o cômputo de contribuições recolhidas após a aposentação, ante a vedação legal prevista na Lei de Benefícios. Subsidiariamente, pugna pelo reconhecimento da violação do artigo 535, II, do CPC. Com contrarrazões do segurado. O recurso especial do segurado foi admitido na Corte de origem, já a admissão do apelo autárquico foi determinada por esta relatoria. É o relatório. Decido. Afasta-se, inicialmente, a alegação de decadência do direito à desaposentação. No ponto, faz-se referência ao REsp n /SC, submetido ao rito do artigo 543-C do CPC e julgado pela Primeira Seção em 27/11/2013, no qual se decidiu pela inaplicabilidade do caput do artigo 103 da Lei n /91 aos casos de renúncia à aposentadoria para obtenção de novo jubilamento. Por outro lado, a desconstituição do ato de aposentadoria, o que se convencionou na doutrina e na jurisprudência de desaposentação, torna possível ao segurado somar contribuições feitas ao sistema previdenciário após ter sido declarado inativo a fim de que possa usufruir de novo benefício que lhe garanta melhores condições de vida. Admite-se, desse modo, que o segurado renuncie à aposentadoria inicialmente obtida para que nova jubilação, mais vantajosa, seja apreciada, computando-se os valores das novas contribuições vertidas ao sistema sem a necessidade de restituir o que foi recebido quando do gozo da primeira aposentação, pois essas verbas exprimem parte da manutenção da subsistência do cidadão e possuem incontestável caráter alimentar. Assim, a hipótese dos autos não se amolda ao que está expresso no 2º do artigo 18 da Lei n /91 porque não se está concedendo outra prestação previdenciária diversa do salário-família ou do serviço de reabilitação profissional, mas sim o direito à nova aposentação pelo Regime Geral da Previdência Social, que se manterá única, nos termos do que dispõe o artigo 124, II, exceto casos em que se constate o direito adquirido. A propósito, confiram-se arestos desta Corte que já trataram do tema: PROCESSUAL CIVIL E PREVIDENCIÁRIO. MATÉRIA PENDENTE DE JULGAMENTO NO STF. SOBRESTAMENTO DO FEITO. DESCABIMENTO. DESAPOSENTAÇÃO PARA RECEBIMENTO DE NOVA APOSENTADORIA. Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 20/02/2014 Página 2 de 5
3 POSSIBILIDADE. DEVOLUÇÃO DOS VALORES RECEBIDOS. DESNECESSIDADE. 1. A pendência de julgamento, no Supremo Tribunal Federal, não enseja o sobrestamento dos recursos que tramitam no Superior Tribunal de Justiça. 2. Está sedimentada neste Tribunal Superior a tese da desnecessidade de o segurado devolver os valores recebidos a título de aposentadoria como consequência da renúncia a esta para utilizar posterior tempo de contribuição para futura concessão de benefício da mesma natureza. 3. Com a ressalva de meu entendimento, esposado pormenorizadamente nos Agravos Regimentais nos Recursos Especiais /PR, /RS, /RS, /PR, /RS, /SC, /RS (sessão de da Segunda Turma), curvo-me à jurisprudência consolidada na Terceira Seção do STJ acerca do tema ora em debate, que posteriormente foi adotada pela Segunda Turma. 4. Agravo Regimental não provido (AgRg no REsp /PR, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, DJe 24/08/2012). PROCESSUAL CIVIL E PREVIDENCIÁRIO. PEDIDO DE SOBRESTAMENTO. AUSÊNCIA DE AMPARO LEGAL. VIOLAÇÃO À CLÁUSULA DE RESERVA DE PLENÁRIO. INEXISTÊNCIA. APRECIAÇÃO DE DISPOSITIVOS CONSTITUCIONAIS EM ÂMBITO ESPECIAL. INADMISSIBILIDADE. RENÚNCIA AO BENEFÍCIO DE APOSENTADORIA. POSSIBILIDADE. DIREITO PATRIMONIAL DISPONÍVEL. DEVOLUÇÃO DOS VALORES RECEBIDOS. DESNECESSIDADE. AGRAVO AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. 1. O pedido de suspensão do julgamento do recurso especial, em razão do reconhecimento de repercussão geral da matéria pela Suprema Corte, não encontra amparo legal. Outrossim, a verificação da necessidade de sobrestamento do feito terá lugar quando do exame de admissibilidade de eventual recurso extraordinário a ser interposto, a teor do art. 543-B do Código de Processo Civil. 2. Também não prevalece a alegação de ofensa à cláusula de reserva de plenário, uma vez que a decisão hostilizada não declarou, sequer implicitamente, a inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo. 3. A via especial, destinada à uniformização da interpretação do direito federal infraconstitucional, não se presta à análise de dispositivos da Constituição da República, ainda que para fins de prequestionamento. 4. Permanece incólume o entendimento firmado no decisório agravado, no sentido de que, por se tratar de direito patrimonial disponível, o segurado pode renunciar à sua aposentadoria com o propósito de obter benefício mais vantajoso, no regime geral de previdência social ou em regime próprio de previdência, mediante a utilização de seu tempo de contribuição, sendo certo, ainda, que tal renúncia não implica a devolução dos valores percebidos. 5. Agravo regimental desprovido (AgRg no REsp /SC, Rel. Ministra LAURITA VAZ, QUINTA TURMA, DJe 21/11/2011). AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL E PREVIDENCIÁRIO. SOBRESTAMENTO DO FEITO ATÉ O JULGAMENTO DO RE N /RS PELO STF. PRESCINDIBILIDADE. MATÉRIA CONSTITUCIONAL. ANÁLISE. IMPOSSIBILIDADE. RESERVA DE PLENÁRIO. INAPLICABILIDADE. RENÚNCIA À APOSENTADORIA. CONCESSÃO DE NOVO E POSTERIOR JUBILAMENTO. POSSIBILIDADE. DEVOLUÇÃO DE VALORES. DESNECESSIDADE. 1. O reconhecimento da repercussão geral pelo Supremo Tribunal Federal não tem o Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 20/02/2014 Página 3 de 5
4 condão de sobrestar o julgamento dos recursos especiais que tramitam no Superior Tribunal de Justiça. 2. Compete ao Supremo Tribunal Federal a análise de suposta ofensa a dispositivos constitucionais, nos termos do art. 102, III, da Constituição Federal, sendo defeso o seu exame em âmbito de recurso especial. 3. Decidida a questão sob o enfoque da legislação federal, inaplicável a regra da reserva de plenário, prevista no art. 97 da Constituição Federal. 4. É possível [...] ao segurado pleitear a desaposentação para posterior reaposentação, computando-se os salários de contribuição posteriores à renúncia, sem necessidade de devolução dos valores recebidos da aposentadoria preterida (REsp n /SC, Ministro Herman Benjamin, Primeira Seção, DJe 14/5/2013). 5. Agravo regimental improvido (AgRg no REsp /SC, Rel. Ministro SEBASTIÃO REIS JÚNIOR, SEXTA TURMA, DJe 07/06/2013). Na assentada do dia 8 de maio de 2013, a Primeira Seção, sob o rito do artigo 543-C do CPC, reafirmou o entendimento de que o segurado tem direito de renunciar à aposentadoria para requerer novo benefício que seja mais vantajoso, sendo prescindível o ressarcimento dos valores recebidos ao tempo do gozo do benefício renunciado. Confira-se a ementa do aludido acórdão: RECURSO ESPECIAL. MATÉRIA REPETITIVA. ART. 543-C DO CPC E RESOLUÇÃO STJ 8/2008. RECURSO REPRESENTATIVO DE CONTROVÉRSIA. DESAPOSENTAÇÃO E REAPOSENTAÇÃO. RENÚNCIA A APOSENTADORIA. CONCESSÃO DE NOVO E POSTERIOR JUBILAMENTO. DEVOLUÇÃO DE VALORES. DESNECESSIDADE. 1. Trata-se de Recursos Especiais com intuito, por parte do INSS, de declarar impossibilidade de renúncia a aposentadoria e, por parte do segurado, de dispensa de devolução de valores recebidos de aposentadoria a que pretende abdicar. 2. A pretensão do segurado consiste em renunciar à aposentadoria concedida para computar período contributivo utilizado, conjuntamente com os salários de contribuição da atividade em que permaneceu trabalhando, para a concessão de posterior e nova aposentação. 3. Os benefícios previdenciários são direitos patrimoniais disponíveis e, portanto, suscetíveis de desistência pelos seus titulares, prescindindo-se da devolução dos valores recebidos da aposentadoria a que o segurado deseja preterir para a concessão de novo e posterior jubilamento. Precedentes do STJ. 4. Ressalva do entendimento pessoal do Relator quanto à necessidade de devolução dos valores para a reaposentação, conforme votos vencidos proferidos no REsp /RS; nos Agravos Regimentais nos REsps /PR, /RS, /PR, /RS, /PR, /RS, /SC, /RS; e no AgRg no AREsp /PE. 5. No caso concreto, o Tribunal de origem reconheceu o direito à desaposentação, mas condicionou posterior aposentadoria ao ressarcimento dos valores recebidos do benefício anterior, razão por que deve ser afastada a imposição de devolução. 6. Recurso Especial do INSS não provido, e Recurso Especial do segurado provido. Acórdão submetido ao regime do art. 543-C do CPC e da Resolução 8/2008 do STJ (REsp /SC, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, PRIMEIRA SEÇÃO, DJe 14/05/2013). Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 20/02/2014 Página 4 de 5
5 Ante o exposto, nego provimento ao recurso especial do INSS e dou provimento ao recurso especial do segurado para que a autarquia previdenciária federal proceda ao cálculo e implemente o novo benefício no prazo de 30 (trinta) dias, se mais vantajoso ao segurado. Honorários advocatícios a cargo do INSS, os quais fixo em 10% sobre as parcelas vencidas até a data de prolação desta decisão, nos termos do que dispõe a Súmula 111/STJ. Publique-se. Intimem-se. Brasília (DF), 17 de fevereiro de Ministro BENEDITO GONÇALVES Relator Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 20/02/2014 Página 5 de 5
RELATÓRIO. 3. Foram apresentadas as contrarrazões.
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