AUXÍLIO AO ENSINO DO MTS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AUXÍLIO AO ENSINO DO MTS"

Transcrição

1 CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL ESPIRITO SANTO ES. Secretaria da Música - Material de Auxilio ao MTS Este material é apenas uma breve, simples e resumida instrução, em assuntos específicos. AUXÍLIO AO ENSINO DO MTS 1 Prefácio - Objetivo do MTS 2014 Falicitar o aprendizado da música na CCB, proporcionando aos candidatos noções básicas de teoria e solfejo. Para que os hinos sejam melhor executados, auxiliando a nossa sa irmandade no canto. 2 Instruções de Utilização do MTS Leia atentamente todos os tópicos.. Citamos os tópicos abaixo, sobre como tornar o ensino do MTS mais eficiente: 1. Ano letivo: : Se possivel, adotar o sistema de ano letivo nas aulas dos GEM. Exemplo: Pode ser Semestral, Quadrimestral, Trimestral ou até Bimestral. Esse formato ocupa bem menos instrutores, podendo os demais ocuparem-se apenas com as aulas práticas de instrumentos 5. Aulas em grupo: Sempre que possivel, as aulas de teoria e solfejo devem ser ministradas cole-tivamente. Motivos: Prática em conjunto, motivação, etc. 3 Formatos dos GEM Os formatos dos GEM devem ser repensados. É desaconselhável que as aulas de instrumentos sejam realizadas todas no mesmo ambiente. O aluno mal consegue ouvir seu próprio instrumento, prejudicando a percepção, impedindo-o de reconhecer sua própria afinação. 4 Material Necessário Para os GEM Quadro Branco com pauta. Suporte ou cavalete para quadro. Canetões de cores diferentes. Apagadores. Metrônomo. Para o Aluno MTS. Hinário de música em Dó. Metrônomo (se possível). Caderno de música. Lápis. Borracha. 1

2 MTS - Pagina 7 MÚSICA Não é necessário decorar, porém compreender. Evidencie e depois conceitue Antes, explique para o aluno: 1. O que é som, de exemplo; 2. Definir as propriedades; 3. Identificar com exemplo as vibrações regulares(musical) e as irregular(ruído). RITMO (Observe que o ensino no MTS é gradativo, portanto Melodia e Harmonia serão abordados a seu tempo) Batidas continuas Exercício para desenvolver senso rítmico: Orientar o candidato a pulsações (batidas com a mão direita, nunca com a esquerda) sobre uma superfície e manter regularidade. Colocar o metrônomo a 60 bpm. Invariavelmente retire o som do metrônomo durante alguns segundos e depois retorne o som, apenas para aferir se o candidato consegue manter o mesmo andamento. Repita o exercício até que o candidato esteja tendo pulsos (batidas) regulares, sem oscilação do andamento. MTS - Pagina 8 ORIENTAÇÃO PARA O MOVIMENTO DA MÃO Desenvolver o aluno no movimento elíptico, lentamente, fazendo-o o sentir que o tempo se inicia e termina embaixo, a cada batida de mão numa superfície. Sempre em sentido horário. É aconselhável que se defina o tamanho desse gesto, para haver certa uniformidade entre os candidatos, além de tornar mais claro a localização ação das frações de tempo. Exemplo ou sugestão: : definir o tamanho do gesto ao tamanho do MTS Sempre com a mão direita, mesmos os que são canhotos. A cada batida da mão embaixo, numa superfície, simultaneamente o candidato pronuncia Tá e sustenta ta o som até a próxima batida. 2

3 LINGUAGEM RÍTMICA - Exercícios 1 Este exercício é apenas pulsação. O candidato deverá bater a mão, mantendo o andamento. Cada barra significa um pulso, uma batida. Não há som. 2 e 3 Este exercício deve ter a pronúncia da sílaba Tá quando houver barras ligadas, e silêncio quando houver somente barras. O Tá é contínuo, sem subdivisão. Cuidar para que: 1. O aluno não faça acentuações nas sub- divisões; 2. O termino de cada pulso seja exatamente aonde começa o pulso seguinte. 3. O movimento da mão seja constante, sem variação de velocidade; 4. O gesto tenha forma de elipse. Preocupe com o arredondamento do gesto na parte superior. MTS - Pagina 9 1. Os Exercícios 05 ao 10, traz um conceito de dinâmica, representada pelos traços. Traço fino - som fraco(piano); Traço grosso som Forte, (veja abaixo); 3

4 Importante: A partir deste módulo, o candidato deverá possuir e utilizar o hinário em Dó MTS - Pagina 12 Exercício 3: Quantas vezes a colcheia aparece no hino 4? Resposta: 4 vezes Para responder os exercícios, analise sobre o hino inteiro (soprano, contralto, tenor e baixo). Exercício 6 Como executar: A figura de cima é a duração (o som). A figura de baixo é o ritmo, o pulso, a batida. A semibreve terá neste exercício a duração de 4 batidas completas. Pronuncie um Tá contínuo, durante 4 batidas metronômicas. Exercício 7 Batidas sempre completas. As pausas preferencialmente em silêncio. Exercício 10 Não há definição de altura. É apenas para o candidato já ter noção (médio, grave, agudo), e começar a entender a diferença entre altura e intensidade. 4

5 MTS - Página 15 COMPASSO - Conceitue Compasso E mais,: Quais os números usados como numeradores nos compassos simples, e nos compostos; Explicar as classificações dos compassos, binário, ternários e quaternários; Explicar o que é compasso simples e compasso composto. NOTAÇÃO: Este módulo (na pag. 15 e 16) trata de Notação Musical. Explicar: 1. As barrar de compassos 2. A diferença de utilização das barras simples e barras duplas, mostrar exemplo nos hinos; 3. O ritornello; 4. Os sinais de repetição; 5. As casas de ritornello ( casas 1,2,3..) MTS - Página 16 FORMULA DE COMPASSO - Compasso Simples Explique mais,: O que indica o numerador e o denominador da fração; Esclarecer o que é unidade de tempo U.T e unidade de compasso UC; Quais o números que são usado como denominador; Mostrar que a soma da U.T forma a U.C Numeradores (usa-se se os números 2,3,4) Percepção Musical: Demonstre os compassos e seus acentos com o metrônomo. Faça soar 1 batida forte e a outra fraca para que o candidato perceba que trata-se, neste caso, dum compasso binário. Demonstre também os ternários e quartenários. 5

6 MTS - Pagina 17 ORIENTAÇÃO PARA MARCAÇÃO DOS COMPASSOS A partir daqui, o candidato inicia marcação conforme demonstrado. Porém deve observar que a figura mostra proximidade dos tempos, pequenas distancias entre um tempo e outro. O gesto e a pronúncia permanecem contínuos, e elípticos, jamais fazer gesto reto. Esse gesto é parecido com sistema italiano, porém arredondado. Observação: Conforme descreve o tópico 8 acima, da Instruções de Utilização, o objetivo é o ritmo, o pulso, e não a regência, portanto se o candidato apresentar dificuldades em praticar esse gestual italiano arredondado, deve-se manter um movimento unário (todos os tempos no mesmo lugar), conforme figura da página 8 do MTS. Gesto arredondado MTS - Pagina 18 ACENTUAÇÃO MÉTRICA DOS COMPASSOS Atenção para não confundir acento métrico com dinâmico. As palavras também possuem acento tônico e acento gráfico. Acento métrico não vem escrito. É natural. Acento dinâmico vem escrito. Exemplo: Pronunciar Chu-va, naturalmente, não necessita forçar a primeira sílaba. A perfeita combinação do acento tônico da palavra com o acento do compasso binário, neste caso, faz com que a palavra soe perfeita. Percepção Musical. Analogia: Peça ao candidato para pronunciar seu próprio nome e identifique em qual sílaba recai o acento. Exemplo: Hu-go (Binário) Exemplos de hinos em Compassos Ternários: 123, 144, 175, 184, etc. Exemplos de hinos em Compassos Quartenário: 131, 160, 235, 387, etc. 6

7 MTS - Pagina 22 NOTAS MUSICAIS Todos conhecem, porém é importantíssimo praticar a ordenação d Todos conhecem, porém é importantíssimo praticar a ordenação das notas musicais. É uma das poucas matérias decorativa sugerida no ensino da música (musicalização). A ordenação facilita a leitura de notas rápidas em escala, e outros benefícios. Sugestão de Exercícios com ordenação das notas musicais: Variação 01: Os candidatos, ou grupos separados, Os exercícios devem ser praticados sempre com metrônomo, passando por todos os graus da escala. Crie sequências, ascendentes e descendentes. Interessante praticar também em intervalos de 3ª, 4ª, etc. MTS - Página 24 DIAPASÃO 7

8 Vibrato Porque temos ensinamento para não tocar com Vibrato? (Exceto Órgão e Cordas) Resposta: O Som já é resultado de vibrações. Quando o músico toca com vibrato, produzirá vibrações diferentes dos demais músicos do conjunto, além de ser praticamente impossível que 2 músicos ou mais, vibrem uniformemente. A orquestra é um conjunto, e como tal, deve ser rigorosamente uniforme. Treinando a afinação: Percepção Exercícios O Instrutor deve fazer exercícios que desenvolvam o ouvido do candidato. Sugestões: Variação 1: Ligar o Diapasão na nota LÁ, e pedir que os candidatos cantem na mesma altura. Repetir várias vezes até que perceba que os candidatos estão reproduzindo afinadamente. Variação 2: Ligar o Diapasão na nota LÁ, e pedir que os candidatos cantem na mesma altura. Porém, após atingirem boa afinação, silencie o Diapasão, permaneça por segundos desligado e depois ative-o novamente, para aferir se permanecem na entoação correta. Variação 3: Ligar o Diapasão na nota LÁ, e pedir que os candidatos apenas ouçam e memorizem a altura. Depois silencie o Diapasão e solicite que os candidatos entrem cantando a nota que ouviram. Após alguns segundos, ligue o Diapasão novamente para aferir a altura. Outra sugestão: Quando o candidato estiver bem nos exercícios anteriores, então partir para a nota SOL e assim sucessivamente, formando uma escala. Observação Importante: Os exercícios acima, promovem o ato de ouvir e tentar reproduzir fielmente. Lembrem-se que uma pessoa só é surda porque não ouve. Logo, nossos músicos só tocam desafinados se não souberem ouvir. A afinação começa no ato de ouvir. Deve ser praticada desde a escolinha. 8

9 MTS - Página 27 SOLFEJO A partir daqui, o gestual será assim: - Linguagem Rítmica: Gesto italiano iano arredondado. - Solfejo: Gesto Frances Todas os exercícios terão Linguagem Ritmica e Solfejo, na mesma lição. Exceção: Se o candidato apresentar dificuldades de assimilação na diversidade de gestos, é acono importante é a manutenção selhável que se mantenha um único gesto, pois, como já foi dito, do pulso, do andamento, da concepção do início e término do tempo. Dicas de gestual: Todo gesto pode sofrer variações ou adaptações, a gosto ou necessidade de quem faz uso dele. Havendo dificuldade no gestual francês, conforme estão as figuras na página 27, pode-se optar por um gestual pendular, ou seja, mantem-se o desenho, porém todos os tempos passam pelo mesmo caminho, pulsando (batendo) embaixo. Explica-se: MTS - Página 29 RESPIRAÇÃO Matéria importantíssima. Só será possível tocar um violino se tiver o arco.. Só será possível tocar um instrumento de sopro, se tiver o ar. Para executar o fraseado correto na música (contando ou tocando) precisamos ter domínio sobre nosso fluxo de ar. Inspiração: Abdominal (ou baixa) 60% ( Uma criança inspira assim) Intercostal 30% ( Após a abdominal, o ar segue para a parte superior das costas) Peitoral 10% ( Inspiração de quem está tenso) Nota: Os exercícios não aumentam o tamanho do pulmão, e sim treinam o musicista para fazer uso de sua capacidade respiratória total, fornecendo-lhe o ar necessário para uma boa execução instrumental. 9

10 Interessante: É possível respirar pelo Diafragma? A inspiração e expiração se dá apenas pelas vias respiratórias. Portanto, não se respira pelo Diafragma. O Diafragma é o principal músculo da inspiração e atua como coadjuvante na expiração. Tem forma de pára-quedas. Atenção: As séries devem ser introduzidas gradativamente, para não causar mal estar no candidato. Ocorrendo quaisquer anomalias, interrompa o exercício imediatamente. 10

11 ORIENTAÇÕES PARA O SOLFEJO É importante, antes de iniciar o solfejo, que haja uma respiração e um gesto preventivo (LEVARE), que equivalem à unidade de tempo. Se o ataque for no 1º tempo, o gesto preventivo se dá no 4º tempo anterior, e assim sucessivamente. A partir daqui, todas as lições deverão ter Levare (gesto preventivo). Nessa etapa do estudo, o Levare indicará apenas o andamento. (Mais adiante, indicará também dinâmica e articulação) 11

12 MTS - Página 32 INTERVALO - Conceituar intervalo Explicar: o que quer dizer intervalo de 2ª, 3ª, etc... Como contar os intervalos (classificação quantitativa), 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, 7ª, 8ª, 9ª, etc...; Como classificar o intervalo quanto aos números de semitons (classificação qualitativa), maior, menor, justo, aumentado e diminuto Identificar Intervalo: Harmônico, Melódico, descendente ascendente, simples, composto etc.. Interessante que o Instrutor toque o Tom e o Semitom, para o candidato comece a perceber as diferenças de altura. Veja exercício logo abaixo, que será aplicado a partir da pág 34. Como contar o intervalo? Antes observe essa escala: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si. Logo concluímos que: (Dó para Ré = intervalo de 2ª) (Dó para Mi = intervalo de 3ª), etc Os nomes dos intervalos da escala diatônica são dados pela distância vertical entre duas notas intervalo de segunda entre duas notas seguidas (distância de 2 notas), terça ou terceira entre duas notas cuja distância é de 3 notas, quarta quando a distância é de 4 notas, etc. Página 33 MELODIA Como explicado no MTS, melodia não é somente a voz do soprano, mas por se tratar de notas sucessivas, uma após a outra, tanto o soprano quanto as demais vozes, são melodias. Como no exemplo abaixo: Hino 131 (só a melodia) HARMONIA Notas simultâneas, empilhadas, formando um acorde, conforme abaixo. Observe que isoladamente, o soprano, contralto, tenor e baixo, são Melodias, e juntando-se formam a Harmonia 12

13 MTS - Página 34 ESCALA CROMÁTICA TOM E SEMITOM Treine o aluno. Dê uma nota qualquer e peça que escreva um tom ou semitom acima, depois abaixo, etc. Exemplo abaixo. Escala Cromática (12 notas) compreende todas as notas do sistema de música ocidental, as 12 notas. A distância entre as notas é sempre a mesma, ½ tom. Dessa forma conseguimos tirar a fórmula da escala cromática, que será Quando ela é ascendente as notas naturais são aumentadas em meio tom (sustenizadas), para que os semitons sejam obtidos. Veja na figura abaixo. MTS - Pagina 35 FERMATA 13

14 MTS - Página 39 SUBDIVISÃO BINÁRIA Observe que 1 tempo é dividido em 2 partes. A primeira parte inicia-se embaixo, a 2ª parte inicia-se em cima e conclui embaixo novamente. 1 tempo completo pronuncia-se Tá. Em partes de tempo de subdivisão binária, a primeira parte será Tá e a segunda parte será sempre Ti. Não pronunciar Thi, pois aumenta a acentuação. Correto: Ti MTS - Página 40 ESTUDO DA SUBDIVISÃO 14

15 MTS - Página 41 LINGUAGEM RITMICA NA LIGADURA Exercício 5 MTS - Página 42 LINGUAGEM RITMICA NA SÍNCOPA - * Atentar para diferenças de interpretação Exercício 7 MTS - Página 43 ENDECAGRAMA O ensino da Clave de Fá Exemplo de leitura imediata nas 2 claves: 15

16 Obs.: A partir do 8º Módulo os estudos de solfejo poderão ser também na clave de fá, simultaneamente ou no repasse. Se o estudo for hino, o solfejo poderá ser em qualquer outra voz além do soprano. MTS - Página 47 e 48 RITMOS INICIAIS Para que haja perfeita combinação do acento tônico das palavras (fraseado) com o acento métrico musical, por vezes, tem-se que iniciar em compasso incompleto. Exemplo: Peça ao candidato para soletrar seu nome. Certamente haverá nomes com acento na primeira sílaba, mas também terá nome com acento em outra sílaba. - Fe-li-pe - Acento na 2ª sílaba 16

17 Tético Tético Anacrústico Acéfalo Anacrústico Tético Tético Acéfalo Acéfalo Acéfalo Acéfalo Acéfalo Anacrústico Anacrústico Anacrústico MTS - Página 48 TERMINAÇÃO DAS FRASES 17

18 BI-SUBDIVISÃO DOS TEMPOS 18

19 MTS - Página 54 ESCALA DIATÔNICA MAIORES - Mostrar ao candidato onde se encontra o Tom e Semiton. Alguns acham que não existe Dób, Fáb, Mi# e Si#. Conhecendo Tom e Semitom, e agora a Escala, isso ficará esclarecido. Importante: Essa matéria deve ser ministrada na prática, tocando. Escala Maior (Diatônica) possui 7 notas, são as quintas em seqüência do ciclo das quintas de Pitágoras. Observe o exemplo abaixo: Quintas em sequência: Fá Dó Sol Ré Lá Mi Si Colocando em ordem: Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó (Escala de C maior) Fazendo a análise da distância em tons: Dó até Ré possui 1 tom. Ré até Mi possui 1 tom. Mi até Fá possui ½ tom. Fá até Sol possui 1 tom. Sol até Lá possui 1 tom. Lá até Si possui 1 tom. Si até Dó possui ½ tom. Podemos então tirar a fórmula da Escala Maior MTS - Página 57 e 58 ARMADURA DE CLAVE ACIDENTES TONALIDADE Mostrar ao candidato, usando didáticas ágeis e modernas (uma boa dica é o uso de cartões ilustrativos). Para tornar a identificação da tonalidade imediata, sem necessidade de contar mentalmente e demoradamente. Sugestão de exercícios para rápido reconhecimento da tonalidade. Material: Cartões 19

20 MTS - Página 63 SUBDIVISÃO TERNÁRIA QUIÁLTERA Tercinas Subdivisão ternária MTS - Página 67 COMPASSO COMPOSTO Comparação entre Tercina e Compostos A Tercina tem subdivisão ternária, semelhante aos compassos compostos. 20

21 MTS - Página 68 GRUPOS RITMICOS NO COMPASSO COMPOSTO Exemplos de Linguagem Rítmica em Compasso Composto: Hino 21 21

22 MTS - Página 71 ANDAMENTO AGÓGICA POCO RALL Pequena redução gradativa do andamento, parando pouco a pouco Hino 15 Hino

23 MTS - Página 76 EXPRESSÃO No nosso hinário, podemos agrupar as expressões em 2 grupos: 1- As que permitem chegar ao Forte: Majestoso, Solene, e Com Júbilo. Ex: Hino 96, As que exigem suavidade: Com veneração, Com submissão e Com humildade. (Nessas é aconselhável que Cordas e Flautas não oitavem, por motivos óbvios) Exemplo: Hinos 61, 260 Página 78 COMPASSO ALTERNADO Como reger Dicas Recurso de regência 23

24 COMPLEMENTO A Nota final A nota final conclui uma história escrita, ora com fundamentos bíblicos, ora com súplicas, louvores, agradecimentos, etc. Ela é responsável por fechar, com chave de ouro, uma bela história, escrita por pura inspiração divina. O cuidado, o zêlo, o capricho é tanto, que os irmãos da comissão do novo hinário, convencionaram o Divisi, afim de completar o acorde dela, a nota final.. Portanto não se justifica exigir rigor no valor desta nota. Consideram os autores, um ato anti-musical. Aconselha-se olhar para trás, enxergar o que tocou, cantou, expressou, e então, o senso interpretativo e a sensibilidade se encarregam de dar o merecido acabamento à nota final. Exemplo de hino terminando com pouco valor na nota final. Caberá ao intérprete complementar o que a métrica musical não permitiu. Hino 1. (Seria incoerente cortar o som ao término de 2 tempos, e deixar a irmandade sobrando ) 24

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2015 E MÓDULO III DO PISM TRIÊNIO 2013-2015 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA BACHARELADO EM MÚSICA

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2015 E MÓDULO III DO PISM TRIÊNIO 2013-2015 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA BACHARELADO EM MÚSICA As questões de 1 a 5 são acompanhadas de um áudio gravado que será repetido 4 vezes, com um silêncio de 30 segundos entre cada repetição. Antes de cada execução um som de aviso (um bipe ) tocará, a fim

Leia mais

1º Módulo - - - - - - - - - - - - - - - - - - MUSICA VAMOS FAZER AGORA

1º Módulo - - - - - - - - - - - - - - - - - - MUSICA VAMOS FAZER AGORA 0 1º Módulo MUSICA VAMOS FAZER AGORA 1. As letrinhas estão todas invertidas, coloque-as na sequência correta e após isso descubra o que está escrito. - - - - - - - - - - - - - - - - - - 1 2. Circule de

Leia mais

FABIANA BONILHA. Coral : Robert Schummann: Análise descritiva da partitura em braille Eis a partitura em tinta:

FABIANA BONILHA. Coral : Robert Schummann: Análise descritiva da partitura em braille Eis a partitura em tinta: FABIANA BONILHA Coral : Robert Schummann: Análise descritiva da partitura em braille Eis a partitura em tinta: Ao se deparar com ela, um estudante de piano logo nota que se trata de uma peça constituída

Leia mais

MÚSICA PROVA DE PERCEPÇÃO MUSICAL. 2 a Etapa SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS COLE AQUI A ETIQUETA

MÚSICA PROVA DE PERCEPÇÃO MUSICAL. 2 a Etapa SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS COLE AQUI A ETIQUETA MÚSICA 2 a Etapa PROVA DE PERCEPÇÃO MUSICAL SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. Leia atentamente as instruções que se seguem. 1- A Prova de Percepção Musical na 2 a Etapa é constituída de duas partes: uma escrita

Leia mais

TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL.

TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL. TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL. Tom e semitom (ou tono e semitono): são diferenças específicas de altura, existentes entre as notas musicais, isto é, são medidas mínimas de diferença entre grave e agudo.

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina

Universidade Estadual de Londrina CONCURSO VESTIBULAR 2.004 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA Nome do Candidato: Assinatura: PROVA COLETIVA 1- A prova está dividida em 4 questões com as seguintes pontuações: Questão 1: 1,8

Leia mais

Programação de 5º ano 2011 12

Programação de 5º ano 2011 12 Programação de 5º ano 2011 12 Esta programação está organizada com base nos conteúdos a desenvolver ao longo do 5º ano de escolaridade. E é através das situações educativas descritas que se torna possível

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO ESCOLA DE SARGENTOS DAS ARMAS ESCOLA SARGENTO MAX WOLF FILHO

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO ESCOLA DE SARGENTOS DAS ARMAS ESCOLA SARGENTO MAX WOLF FILHO MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO ESCOLA DE SARGENTOS DAS ARMAS ESCOLA SARGENTO MAX WOLF FILHO EXAME INTELECTUAL AOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS 2015-16 GABARITO DAS QUESTÕES DE MÚSICA A nota

Leia mais

Teoria Musical. 01. Identifique as notas abaixo, lendo-as primeiro em clave de sol na 2ª linha e, em seguida, em clave de dó na 3ª linha.

Teoria Musical. 01. Identifique as notas abaixo, lendo-as primeiro em clave de sol na 2ª linha e, em seguida, em clave de dó na 3ª linha. Teoria Musical 01. Identifique as notas abaixo, lendo-as primeiro em clave de sol na 2ª linha e, em seguida, em clave de dó na 3ª linha. 0-0) sol, dó, lá, mi, fá, ré, si, dó // dó, fá, ré, lá, si, sol,

Leia mais

1.8 Trêmulo. É o desdobramento, sem medida, de um valor sem outros menores. Na percussão é chamado de rufo.

1.8 Trêmulo. É o desdobramento, sem medida, de um valor sem outros menores. Na percussão é chamado de rufo. ÍNDICE 1 Ornamentos...3 1.1 Apojatura...5 1.1.2 Apojatura Longa ou Expressiva...5 1.1.3 Apojatura Breve (simples)...7 1.1.3.1- Acicatura...8 1.1.3.2- Apojatura irregular...9 1.1.4 Apojatura Sucessiva (ou

Leia mais

Prova (1º Módulo) Nome do Aluno: data / /

Prova (1º Módulo) Nome do Aluno: data / / Prova (1º Módulo) Nome do Aluno: data / / 1. O que é música? 2. Qual elemento (a matéria) mais importante da música que sem ele, a mesma não existiria? 3. O que é som? 4. Existem duas espécies de sons.

Leia mais

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2012 E MÓDULO III DO PISM TRIÊNIO 2009-2011 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA BACHARELADO EM MÚSICA PERCEPÇÃO MUSICAL

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2012 E MÓDULO III DO PISM TRIÊNIO 2009-2011 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA BACHARELADO EM MÚSICA PERCEPÇÃO MUSICAL PERCEPÇÃO MUSICAL 01. Assinale a alternativa abaixo que transcreve MAIS CORRETAMENTE os graus de uma escala Maior correspondentes à primeira frase de Jingle Bells ( Bate o sino ). a) 1 1 1 / 1 1 1 / 3

Leia mais

4. COMO TRANSPOR AS CIFRAS NO VIOLÃO

4. COMO TRANSPOR AS CIFRAS NO VIOLÃO 4. COMO TRANSPOR AS CIFRAS NO VIOLÃO 4.1. Como Fazer A transposição de cifras no braço do violão deslocando o acorde para a direita ou para a esquerda é muito fácil. Basta conhecer as notas das cordas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO VERIFICAÇÃO DE HABILIDADES E CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO VERIFICAÇÃO DE HABILIDADES E CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2010-1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO TIPO 1 17/12/09 UFG PROCESSO SELETIVO VERIFICAÇÃO DE HABILIDADES E CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Música CADERNO DE QUESTÕES-RESPOSTAS

Leia mais

Plano Anual Educação Musical - 1º Ciclo -

Plano Anual Educação Musical - 1º Ciclo - Plano Anual Educação Musical - 1º Ciclo - GERAIS PERCEPÇÃO SONORA E MUSICAL Explorar e identificar os elementos básicos da música; Identificar auditivamente características rítmicas, melódicas, harmónicas

Leia mais

10 C A P Í T U L O 01

10 C A P Í T U L O 01 F A S E 0 1 Cada fase desse livro representa o momento pelo qual cada aluno esteja passando, em nível de dificuldade planejada e também de poder executar em seu instrumento todo o conhecimento adquirido

Leia mais

Congregação Cristã no Brasil GEM - Plano de Aula - Infantil Instrutoras

Congregação Cristã no Brasil GEM - Plano de Aula - Infantil Instrutoras Congregação Cristã no Brasil GEM - Plano de Aula - Infantil Instrutoras Congregação Cristã no Brasil Cidade: Bairro: Instrutora: Examinadora responsável: Conselhos para o melhor funcionamento dos Grupos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS UNIDADE ACADÊMICA DE ARTE E MÍDIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM MÚSICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS UNIDADE ACADÊMICA DE ARTE E MÍDIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM MÚSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS UNIDADE ACADÊMICA DE ARTE E MÍDIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM MÚSICA Teste de Habilidade Específica (THE) O Teste de Habilidade Específica (THE)

Leia mais

Estruturas de Repetição

Estruturas de Repetição Estruturas de Repetição Lista de Exercícios - 04 Algoritmos e Linguagens de Programação Professor: Edwar Saliba Júnior Estruturas de Repetição O que são e para que servem? São comandos que são utilizados

Leia mais

Oficina de Estudos da Arte Espírita - Teoria Musical I

Oficina de Estudos da Arte Espírita - Teoria Musical I Teoria Musical I OFICINA DE ESTUDOS DA ARTE ESPÍRITA APOSTILA DE TEORIA MUSICAL Parte 1 3ª edição ELABORADO POR EQUIPE OFICINA Copyleft Rio de Janeiro Brasil 2010 Todos os direitos liberados. É incentivada

Leia mais

Teoria Musical. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos!

Teoria Musical. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Teoria Musical Prof. Juarez Barcellos Licença Creative Commons Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Em 2002, comecei a dar aulas particulares nas Em 2002, comecei a dar aulas particulares

Leia mais

Séries de Fourier e Noções de Teoria Musical

Séries de Fourier e Noções de Teoria Musical 1 de 7 03/06/2009 21:57 Séries de Fourier e Noções de Teoria Musical A figura abaixo representa um teclado. À medida que se avança para a direita, as notas vão ficando mais agudas. É fácil localizar as

Leia mais

TEORIA ELEMENTAR DA MÚSICA

TEORIA ELEMENTAR DA MÚSICA Universidade Federal de Santa Maria Centro de Artes e Letras Departamento de Música TEORIA ELEMENTAR DA MÚSICA 2012/1 Teoria e Percepção Musical Prof. Pablo Gusmão [email protected] 4º Semestre Prova 2

Leia mais

As Notas Musicais. O processo moderno utiliza códigos quando se refere a cada uma das notas. Este código é chamado de CIFRA.

As Notas Musicais. O processo moderno utiliza códigos quando se refere a cada uma das notas. Este código é chamado de CIFRA. As Notas Musicais São aqueles 7 nomes que todo mundo já ouviu falar (Dó, Ré Mi, Fá, Sol, Lá e Si) mas, ao contrário do que muitas pessoas pensam, existem 12 sons diferentes, 12 notas diferentes e não 7

Leia mais

INSTRUTOR Zeh Blackie. CURSO DE GUITARRA Nível Básico. 13º Passo

INSTRUTOR Zeh Blackie. CURSO DE GUITARRA Nível Básico. 13º Passo INSTRUTOR Zeh Blackie CURSO DE GUITARRA Nível Básico 13º Passo Copyright -Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada destes materiais, no todo ou em parte, constitui violação do direitos

Leia mais

CARTILHA DOS PROCEDIMENTOS DA BIOMETRIA

CARTILHA DOS PROCEDIMENTOS DA BIOMETRIA CARTILHA DOS PROCEDIMENTOS DA BIOMETRIA Controladoria Regional de Trânsito HELP DESK / CRT 2009 INFORMAÇÕES INICIAIS 1- Que candidatos terão que verificar a biometria e a partir de que momento? Todos os

Leia mais

Para se entender a explicação que se segue, alguns conhecimentos são indispensáveis:

Para se entender a explicação que se segue, alguns conhecimentos são indispensáveis: FORMAÇÃO DE ACORDES 1. Introdução Para se entender a explicação que se segue, alguns conhecimentos são indispensáveis: a) Notação de Cifras: Notação mundialmente usada para representar as notas musicais

Leia mais

Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação - Interpretação e comunicação

Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação - Interpretação e comunicação Educação Musical 6º ANO C Ano Letivo: 05/06. Introdução / Finalidades A música enquanto disciplina tem como um dos objetivos fundamentais o desenvolvimento do pensamento musical dos alunos, através da

Leia mais

APOSTILA DE TEORIA MUSICAL 01

APOSTILA DE TEORIA MUSICAL 01 EMT - Ranildo Lopes - Teoria Musical IMAIL: [email protected] 1 ESCOLA DE MÚSICA DE TERESINA DIREÇÃO PROF. AURÉLIO MELO COORD. ADMINISTRATIVA - LUCINEIDE COORD. PEDAGÓGICA PAULO DANTAS ORGANIZADOR PROF.

Leia mais

3.ª Certificação de Habilidade Específica de 2014 Prova de Habilidades Específicas Música (Bacharelado), Música (Licenciatura) 1

3.ª Certificação de Habilidade Específica de 2014 Prova de Habilidades Específicas Música (Bacharelado), Música (Licenciatura) 1 Nas questões de 1 a 10, responda de acordo com o comando de cada uma delas. As questões 1, 9 e 10 exigem respostas a serem construídas; as questões 3, 5, 7 e 8 são de associação. As respostas a essas questões

Leia mais

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de 1 Veja nesta aula mais alguns exercícios para você aplicar as dicas das aulas anteriores. (Mateus Machado) EXERCÍCIOS Faça todos estes desenhos em uma folha A4 usando o lápis HB. 1. LINHAS IMAGINÁRIAS

Leia mais

APOSTILA DE TEORIA MUSICAL 02

APOSTILA DE TEORIA MUSICAL 02 EMT - Ranildo Lopes - Teoria Musical IMAIL: [email protected] 1 ESCOLA DE MÚSICA DE TERESINA DIREÇÃO PROF. AURÉLIO MELO COORD. ADMINISTRATIVA - LUCINEIDE COORD. PEDAGÓGICA PAULO DANTAS ORGANIZADOR PROF.

Leia mais

Escalas ESCALAS COTAGEM

Escalas ESCALAS COTAGEM Escalas Antes de representar objectos, modelos, peças, etc. Deve-se estudar o seu tamanho real. Tamanho real é a grandeza que as coisas têm na realidade. Existem coisas que podem ser representadas no papel

Leia mais

Violao CUIDADOS COM O VIOLÃO!

Violao CUIDADOS COM O VIOLÃO! Violao Profª Francis CUIDADOS COM O VIOLÃO! É importante que o aluno guarde adequadamente seu violão, pois o desempenho deste dependerá dos cuidados que tivermos com o instrumento. Vejamos as dicas: Mantenha

Leia mais

APOSTILA BANDOLIM BÁSICO A OFICINA DE BANDOLIM SERÁ TRABALHADA EM TRÊS NÍVEIS (MÓDULOS): MÓDULO A

APOSTILA BANDOLIM BÁSICO A OFICINA DE BANDOLIM SERÁ TRABALHADA EM TRÊS NÍVEIS (MÓDULOS): MÓDULO A Página1de10 Página2de10 APOSTILA BANDOLIM BÁSICO A OFICINA DE BANDOLIM SERÁ TRABALHADA EM TRÊS NÍVEIS (MÓDULOS): MÓDULO A ==> O Aluno dará os primeiros passos no sue instrumento e tocará muitas músicas,

Leia mais

Programa Educação Musical - 1º Ano de Escolaridade 1º Ciclo. Ano letivo de 2012/13

Programa Educação Musical - 1º Ano de Escolaridade 1º Ciclo. Ano letivo de 2012/13 Programa Educação Musical - 1º Ano de Escolaridade 1º Ciclo Conteúdos ASPETOS MELÓDICOS Fontes sonoras: sons convencionais e não-convencionais Movimento ascendente / descendente por graus conjuntos e disjuntos

Leia mais

SOM PRODUÇÃO E PROPAGAÇÃO DE UM SINAL SONORO

SOM PRODUÇÃO E PROPAGAÇÃO DE UM SINAL SONORO SOM Os sons são ondas mecânicas, vulgarmente utilizadas na comunicação. Podem ser produzidas de diversas maneiras, como, por exemplo, a fala, que resulta da vibração das cordas vocais, ou a música produzida

Leia mais

CIFRAGEM NUMÉRICA COMO TOCAR

CIFRAGEM NUMÉRICA COMO TOCAR CIFRAGEM NUMÉRICA COMO TOCAR CONCEITO A Cifra Numérica é uma simbologia escrita de números que representa as notas musicais no braço do violão ou guitarra a serem tocadas sucessivamente, geralmente usadas

Leia mais

OBSERVAÇÕES: EXERCÍCIOS

OBSERVAÇÕES: EXERCÍCIOS OBSERVAÇÕES: 1. Esta lista de exercícios poderá ser resolvida individualmente ou em grupos de 2 pessoas. 2. A lista possui 25 exercícios, destes você deve responder os 5 primeiros exercícios e os outros

Leia mais

1º Módulo. 1. O Que é Musica? 2. Qual o elemento (a matéria) mais importante da musica que sem ele, a mesma não. existiria? 3. O que é Som?

1º Módulo. 1. O Que é Musica? 2. Qual o elemento (a matéria) mais importante da musica que sem ele, a mesma não. existiria? 3. O que é Som? 0 *Complementação Teórica Melodia é a Combinação de sons sucessivos (sons tocados um após o outro). Harmonia é a Combinação de sons simultâneos (Conjunto de vários sons tocando ao mesmo tempo). MÚSICA

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº01/2016. De 01 de Fevereiro de 2016

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº01/2016. De 01 de Fevereiro de 2016 GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº01/2016 De 01 de Fevereiro de 2016 ABERTURA DE INSCRIÇÕES DO PROCESSO SELETIVO/2016.1 CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SERGIPE

Leia mais

CURSO DE MOLDES EM MÓDULOS OU COMPLETO

CURSO DE MOLDES EM MÓDULOS OU COMPLETO CURSO DE MOLDES EM MÓDULOS OU COMPLETO Com Prof/Artista.: Vinicios Jorge Curso de Moldes Fusion FX e Mundo Mágico arte compartilhada Este curso foi pensado e desenvolvido para que você possa aprender e

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SARZEDO Estado de Minas Gerais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SARZEDO Estado de Minas Gerais ANEXO I ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS Violino Bacharelado em violino ou na. material; ministrar aulas de violino e avaliar o aprendizado dos nos ensaios e apresentações. 02 16:00 Viola Bacharelado em viola ou

Leia mais

Os jogos 3, 5 e 6 também podem ser jogados referente às formas em vez de cores.

Os jogos 3, 5 e 6 também podem ser jogados referente às formas em vez de cores. 10. Jogo de variações com formas Os jogos 3, 5 e 6 também podem ser jogados referente às formas em vez de cores. 11. Jogo de classificação por tamanho, com uma cor Selecionando um conjunto de cores, vamos

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2015-16

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2015-16 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2015-16 Critérios de : Disciplina de Instrumento Departamento de Sopros, Canto e Percussão Critérios Gerais Critérios Específicos Instrumentos Indicadores de reflexo no domínio dos

Leia mais

Workshop Improvisação. Improvisação com tríades sobrepostas. Aplicação sobre os modos. Introdução

Workshop Improvisação. Improvisação com tríades sobrepostas. Aplicação sobre os modos. Introdução Workshop Improvisação Improvisação com tríades sobrepostas Aplicação sobre os modos Introdução Improvisar em contextos ou passagens modais é um desafio presente para todos os saxofonistas. Muitas vezes

Leia mais

X 2 = Subtrair também é dividir. Expectativas de aprendizagem. Recursos e materiais necessários. Aplicação. Preparação

X 2 = Subtrair também é dividir. Expectativas de aprendizagem. Recursos e materiais necessários. Aplicação. Preparação Para desatar esse nó, deve-se recorrer apenas às operações de subtração como um método alternativo para a divisão. Você verá que é bem simples e requer apenas atenção na hora de subtrair. Uma atividade

Leia mais

Knobs - Também chamados de Potenciômetros, são responsáveis pelo controle de volume e tonalidade dos captadores.

Knobs - Também chamados de Potenciômetros, são responsáveis pelo controle de volume e tonalidade dos captadores. O Básico da Guitarra Aula I Para começarmos com o pé direito a aprender o instrumento, nada melhor do que conhecer suas partes. Na figura abaixo temos a guitarra com a indicação dos componentes importantes

Leia mais

SPALLA Curso online de Violino. Spalladibase Grade e Metodologia

SPALLA Curso online de Violino. Spalladibase Grade e Metodologia SPALLA Curso online de Violino Spalladibase Grade e Metodologia O que é e porque você deve se matricular? O Spalla di base é o primeiro curso do projeto violinando, neste curso online você tem acesso a

Leia mais

Curso Básico de Música

Curso Básico de Música Curso Básico de Música Betel Brasileiro - Juazeirinho Instrutores: Alex Junior e Nilson Barbosa Contatos: (83)9333-4185 Facebook Page: www.facebook.com/musicadicas 1 Dicas Se você deseja ser um bom músico

Leia mais

Princípios do programa de Expressão Musical

Princípios do programa de Expressão Musical Princípios do programa de Expressão Musical Voz: Dizer, entoar e cantar rimas e lengalengas; cantar canções; experimentar sons vocais. Corpo: Experimentar percussão corporal; acompanhar canções e gravações

Leia mais

INICIAÇÃO À MÚSICA E AO VIOLÃO

INICIAÇÃO À MÚSICA E AO VIOLÃO INICIAÇÃO À MÚSICA E AO VIOLÃO MARIO SALES SANTOS TREINOS COM TRÊS DEDOS E OS PRIMEIROS ACORDES PARA TOCAR AS PRIMEIRAS MÚSICAS São Paulo 2013 SUMARIO OBJETIVO DA AULA... 02 TREINOS A SEREM EXECUTADOS...

Leia mais

Variáveis Frequências Gráficos Medidas de Posição Medidas de Dispersão Medidas Complementares Inferência

Variáveis Frequências Gráficos Medidas de Posição Medidas de Dispersão Medidas Complementares Inferência Tipos de Variáveis Problema Motivador: Um pesquisador está interessado em fazer um levantamento sobre aspectos sócio-econômicos dos empregados da seção de orçamentos de uma companhia (vide tabela). Algumas

Leia mais

Considerações e análise pessoal sobre o Programa Fonoaudiológico para Formação de Locutores

Considerações e análise pessoal sobre o Programa Fonoaudiológico para Formação de Locutores Considerações e análise pessoal sobre o Programa Fonoaudiológico para Formação de Locutores 111 Após a análise dos resultados do estudo aqui realizado, foi possível concluir e apresentar sugestões e modificações

Leia mais

Capítulo 5 VISTAS EM CORTE

Capítulo 5 VISTAS EM CORTE apítulo 5 VISTS EM ORTE Definição Quando a peça a ser desenhada possuir muitos detalhes internos, detalhes invisíveis, as projeções ortogonais terão muitas linhas tracejadas e poderão dificultar a interpretação

Leia mais

Isolde Frank A F I N D O

Isolde Frank A F I N D O Isolde Frank A F I N A N D O A 1 V O Z INTRODUÇÃO A respeito de "cantar", nós nos perguntamos: Por que há tantas pessoas que dizem que não sabem cantar? Por que encontramos pessoas que já tiveram que ouvir

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 706/7 Págs. Duração da prova: 150 minutos 2007 2.ª FASE PROVA PRÁTICA DE DESENHO A V.S.F.F.

Leia mais

INICIAÇÃO À MÚSICA E AO VIOLÃO

INICIAÇÃO À MÚSICA E AO VIOLÃO INICIAÇÃO À MÚSICA E AO VIOLÃO MARIO SALES SANTOS ASSUNTOS IMPORTANTES PARA INICIANTES DA MÚSICA E DO VIOLÃO São Paulo 2013 SUMARIO O QUE É A MÚSICA... 02 AS TRÊS PARTES DA MÚSICA... 02 NOTAS MUSICAIS...

Leia mais

Equipe de Matemática MATEMÁTICA

Equipe de Matemática MATEMÁTICA Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 6B Ensino Médio Equipe de Matemática Data: MATEMÁTICA Aritmética Sistema de Numeração Decimal Nosso sistema de numeração utiliza dez símbolos para representar todos

Leia mais

Solução da prova da 2a fase OBMEP 2014 Nível 2. Questão 1. item a)

Solução da prova da 2a fase OBMEP 2014 Nível 2. Questão 1. item a) Questão 1 Cada nova pilha tem dois cubinhos a mais em sua base. Assim, como a terceira pilha tem 5 cubinhos em sua base, a quarta pilha tem 5 + 2 = 7 cubinhos e a quinta pilha tem 7 + 2 = 9 cubinhos em

Leia mais

Em cada uma dessas frases, há uma quantidade indicada em forma de fração. Veja:

Em cada uma dessas frases, há uma quantidade indicada em forma de fração. Veja: MATEMÁTICA BÁSICA 4 Frações Leitura Três quartos da população do estado X recebe até um salário mínimo A herança será dividida, cabendo um sétimo do total a cada um dos herdeiros A parede será azulejada

Leia mais

MARATONA ENEM 2016 REGULAMENTO LOCAL

MARATONA ENEM 2016 REGULAMENTO LOCAL MARATONA ENEM 2016 REGULAMENTO LOCAL O Colégio Londrinense realiza a sua 9ª edição da Maratona Enem, em parceria com o Sistema Anglo de Ensino, no dia 03 de setembro de 2016 das 13h às 17h visando oferecer

Leia mais

VESTIBULAR MÚSICA

VESTIBULAR MÚSICA 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE PRÓ - REITORIA DE ENSINO COMISSÃO DE PROCESSOS VESTIBULARES UNIDADE ACADEMICA DE ARTE E MÍDIA VESTIBULAR 2015.2 TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA MÚSICA CONQUISTE

Leia mais

Programa Competências Transversais

Programa Competências Transversais Programa Competências Transversais o Consumo Consciente de Energia o Desenho Arquitetônico o Educação Ambiental o Empreendedorismo o Fundamentos de Logística o Finanças Pessoais o Legislação Trabalhista

Leia mais

Calculando o comprimento de peças dobradas ou curvadas

Calculando o comprimento de peças dobradas ou curvadas Calculando o comprimento de peças dobradas ou curvadas A UU L AL A Vamos supor que você seja dono de uma pequena empresa mecânica e alguém lhe encomende 10.000 peças de fixação, que deverão ser fabricadas

Leia mais

Prof. Juarez Barcellos

Prof. Juarez Barcellos ou Notação Musical A teoria serve para que o músico organize a aplicação de sua técnica. Ela é o intelecto, a compreensão da arte. É através dela que as composições rompem os séculos com uma linguagem

Leia mais

MATEMÁTICA ENSINO FUNDAMENTAL

MATEMÁTICA ENSINO FUNDAMENTAL CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP PARABÉNS!!! VOCÊ JÁ É UM VENCEDOR! Voltar a estudar é uma vitória que poucos podem dizer que conseguiram. É para você, caro aluno, que desenvolvemos esse material.

Leia mais

MATERIAL DE APOIO TEÓRICO

MATERIAL DE APOIO TEÓRICO MATERIAL DE APOIO TEÓRICO ESCOLA DE MÚSICA DE TERESINA PROF. RANILDO LOPES MÚSICA: É a arte de combinar os sons simultânea e sucessivamente, com ordem, equilíbrio e proporção, dentro do tempo. É a arte

Leia mais

PROVAS MAIS PAIC 2016: LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA 2º ANO 3º ANO 4º ANO 5º ANO ORIENTAÇÕES PARA APLICAÇÃO

PROVAS MAIS PAIC 2016: LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA 2º ANO 3º ANO 4º ANO 5º ANO ORIENTAÇÕES PARA APLICAÇÃO COORDENADORIA DE COOPERAÇÃO COM OS MUNICÍPIOS COPEM PROGRAMA APRENDIZAGEM NA IDADE CERTA MAIS PAIC EIXO DE AVALIAÇÃO EXTERNA PROVAS MAIS PAIC 2016: LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA 2º ANO 3º ANO 4º ANO 5º

Leia mais

Apostila de Teoria Musical I

Apostila de Teoria Musical I Apostila de Teoria Musical I 2009 Índice I Propriedades Físicas do Som...03 II O que é Música?...04 III Representação gráfica do pentagrama...05 IV Notação Musical...06 V Figuras e Valores das e pausas...07

Leia mais

Teoria Musical PAUTA OU PENTAGRAMA

Teoria Musical PAUTA OU PENTAGRAMA Teoria Musical PAUTA OU PENTAGRAMA É o local onde são escritas as notas. São 5 linhas horizontais, paralelas, que formam 4 espaços. As linhas e espaços são contados de baixo para cima. Pode-se acrescentar

Leia mais

Projeto Escola para Musicistas Iniciantes. Metal Essência Orquestra Ebenézer. Daniel Colhado - Moisés Cezário - Samuel Barreto Reginaldo Freitas

Projeto Escola para Musicistas Iniciantes. Metal Essência Orquestra Ebenézer. Daniel Colhado - Moisés Cezário - Samuel Barreto Reginaldo Freitas Projeto Escola para Musicistas Iniciantes Metal Essência Orquestra Ebenézer Daniel Colhado - Moisés Cezário - Samuel Barreto Reginaldo Freitas APOSTILA Conteúdo CAPÍTULO I... 2 NOTAS... 3 PENTAGRAMA...

Leia mais

Os eixo x e y dividem a circunferência em quatro partes congruentes chamadas quadrantes, numeradas de 1 a 4 conforme figura abaixo:

Os eixo x e y dividem a circunferência em quatro partes congruentes chamadas quadrantes, numeradas de 1 a 4 conforme figura abaixo: Circunferência Trigonométrica É uma circunferência de raio unitário orientada de tal forma que o sentido positivo é o sentido anti-horário. Associamos a circunferência (ou ciclo) trigonométrico um sistema

Leia mais

Uma brincadeira de bola chamada Ordem

Uma brincadeira de bola chamada Ordem Lição 2 Uma brincadeira de bola chamada Ordem Ruth Rocha Dá pra fazer de turma ou até sozinho. Bata a bola na parede e jogue de volta, quem deixar a bola cair sai fora. Ordem! Seu lugar! Enquanto bate

Leia mais

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº09 Prof. Paulo Henrique

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº09 Prof. Paulo Henrique Nome: Ano: º Ano do E.M. Escola: Data: / / 3º Ano do Ensino Médio Aula nº09 Prof. Paulo Henrique Assunto: Funções do Segundo Grau 1. Conceitos básicos Definição: É uma função que segue a lei: onde, Tipos

Leia mais

INFORMAÇÃO -PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO BÁSICO

INFORMAÇÃO -PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO BÁSICO EDUCAÇÃO MUSICAL - 2º CICLO 1. INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova de equivalência à frequência do ensino básico, a realizar em 2013 pelos alunos que se encontram

Leia mais

A primeira coisa ao ensinar o teorema de Pitágoras é estudar o triângulo retângulo e suas partes. Desta forma:

A primeira coisa ao ensinar o teorema de Pitágoras é estudar o triângulo retângulo e suas partes. Desta forma: As atividades propostas nas aulas a seguir visam proporcionar ao aluno condições de compreender de forma prática o teorema de Pitágoras em sua estrutura geométrica, através do uso de quadrados proporcionais

Leia mais

INICIAÇÃO MUSICAL NÍVEL I. Elaboração e pesquisa: José Goulart Filho

INICIAÇÃO MUSICAL NÍVEL I. Elaboração e pesquisa: José Goulart Filho INICIAÇÃO MUSICAL NÍVEL I Elaboração e pesquisa: José Goulart Filho Curitiba, PR 2012 ÍNDICE AULA 1 CARACTERISTICAS DA MÚSICA E DO SOM...03 AULA 2 NOTAS E PENTAGRAMA...04 AULA 3 CLAVES...07 AULA 4 NOTAÇÃO

Leia mais

Unidade 10 Análise combinatória. Introdução Princípio Fundamental da contagem Fatorial

Unidade 10 Análise combinatória. Introdução Princípio Fundamental da contagem Fatorial Unidade 10 Análise combinatória Introdução Princípio Fundamental da contagem Fatorial Introdução A escolha do presente que você deseja ganhar em seu aniversário, a decisão de uma grande empresa quando

Leia mais

ATENÇÃO: Serão desconsideradas as inscrições dos alunos cujo segmento/série não seja integrado à Rede Pitágoras.

ATENÇÃO: Serão desconsideradas as inscrições dos alunos cujo segmento/série não seja integrado à Rede Pitágoras. INFORMAÇÕES GERAIS Podem participar do Simulado ENEMVest 2013 todas as escolas parceiras da Rede Pitágoras, devidamente inscritas, cujos alunos estejam regularmente matriculados na 1.ª, 2.ª e 3.ª séries

Leia mais

Introdução à Harmonia

Introdução à Harmonia Introdução à Harmonia Definimos Harmonia como o estudo da simultaneidade de freqüências, e Harmonia Tonal como "direcionalidade harmônica", onde, ouvir é "ouvir direções". Os princípios da Harmonia Tonal

Leia mais

ÍNDICE. CAPÍTULO 1 O CAVAQUINHO...1 Breve História (origem) O instrumento (afinação, cordas)

ÍNDICE. CAPÍTULO 1 O CAVAQUINHO...1 Breve História (origem) O instrumento (afinação, cordas) ÍNDICE CAPÍTULO 1 O CAVAQUINHO...1 Breve História (origem) O instrumento (afinação, cordas) CAPÍTULO 2 CONCEITOS BÁSICOS...4 Definição (Semitom e Tom) Acidentes musicais (sustenido, bemol e bequadro) CAPÍTULO

Leia mais

4.2.2 Filtrando Macro filtro

4.2.2 Filtrando Macro filtro MACRO FILTRO A: A história O exercício de Macro Filtro é um exercício curto, mas constitui um passo muito importante que liga a geração da idéia de projeto à decisão final sobre a idéia de negócio mais

Leia mais

CURSO DE MÚSICA EXAME DE HABILIDADE ESPECÍFICA EHE

CURSO DE MÚSICA EXAME DE HABILIDADE ESPECÍFICA EHE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR Vestibular 2011.1 CURSO DE MÚSICA EXAME DE HABILIDADE ESPECÍFICA EHE LOCAL DA PROVA CAMPUS DO ITAPERI BLOCOS O e P EXAME DE HABILIDADE ESPECÍFICA

Leia mais

EDITAL Nº 001/2016.1 UEA-ESAT

EDITAL Nº 001/2016.1 UEA-ESAT EDITAL Nº 001/2016.1 UEA-ESAT A COORDENADORA DO PROJETO DE EXTENSÃO MUSICANDO DA ESCOLA SUPERIOR DE ARTES E TURISMO torna pública a inscrição para seleção de novos alunos para o referido Projeto, na forma

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JATAI SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA ESCOLA MUNICIPAL DE MÚSICA NESTOR GARCIA DE ASSIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE JATAI SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA ESCOLA MUNICIPAL DE MÚSICA NESTOR GARCIA DE ASSIS PREFEITURA MUNICIPAL DE JATAI SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA ESCOLA MUNICIPAL DE MÚSICA NESTOR GARCIA DE ASSIS Edital n 001/2016 PROCESSO SELETIVO 001/2016 Jatai, 29 de outubro de 2015. A Prefeitura de

Leia mais

INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA CURSO BÁSICO DE CANTO GREGORIANO PROGRAMA DE PRÁTICA INSTRUMENTAL VIOLONCELO

INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA CURSO BÁSICO DE CANTO GREGORIANO PROGRAMA DE PRÁTICA INSTRUMENTAL VIOLONCELO INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA CURSO BÁSICO DE CANTO GREGORIANO PROGRAMA DE PRÁTICA INSTRUMENTAL VIOLONCELO Outubro 2015 1º GRAU Postura geral. Movimentos preparatórios com a colocação do arco nas cordas

Leia mais

Hugo Leonardo Ribeiro. O Estudo da Técnica da. Guitarra Elétrica

Hugo Leonardo Ribeiro. O Estudo da Técnica da. Guitarra Elétrica Hugo Leonardo Ribeiro O Estudo da Técnica da Guitarra Elétrica 9 de março de 00 Hugo L. Ribeiro versão iniciada em Agosto de 00 Hugo Ribeiro iniciou seus estudos de guitarra elétrica em 99. Em 99 entrou

Leia mais

Raciocínio Lógico Matemático Cap. 8 Sequências Lógicas e Suas Leis de Formação

Raciocínio Lógico Matemático Cap. 8 Sequências Lógicas e Suas Leis de Formação Raciocínio Lógico Matemático Cap. 8 Sequências Lógicas e Suas Leis de Formação Sequências Lógicas e Suas Leis de Formação Estudaremos, neste capítulo, várias sequências lógicas e buscaremos explorar quais

Leia mais

Menino ou menina? Exercício 1 Vamos lembrar então o que são genes e cromossomos. Volte à Aula 20 e dê as definições: a) Gene... b) Cromossomo...

Menino ou menina? Exercício 1 Vamos lembrar então o que são genes e cromossomos. Volte à Aula 20 e dê as definições: a) Gene... b) Cromossomo... A UU L AL A Menino ou menina? Quando um casal descobre que vai ter um filho, a primeira curiosidade é saber se nascerá um menino ou uma menina. Mas será que os futuros pais, ou mesmo as pessoas que não

Leia mais

Normas para a elaboração de um relatório. para a disciplina de projecto integrado. 3.º ano 2.º semestre. Abril de 2004

Normas para a elaboração de um relatório. para a disciplina de projecto integrado. 3.º ano 2.º semestre. Abril de 2004 Normas para a elaboração de um relatório para a disciplina de projecto integrado 3.º ano 2.º semestre Abril de 2004 Instituto Superior de Tecnologias Avançadas Índice Introdução...3 O que é um relatório...3

Leia mais

FIGURAS DE LISSAJOUS

FIGURAS DE LISSAJOUS FIGURAS DE LISSAJOUS OBJETIVOS: a) medir a diferença de fase entre dois sinais alternados e senoidais b) observar experimentalmente, as figuras de Lissajous c) comparar a frequência entre dois sinais alternados

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº03/2016. De 01 de Fevereiro de 2016

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº03/2016. De 01 de Fevereiro de 2016 GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº03/2016 De 01 de Fevereiro de 2016 ABERTURA DE INSCRIÇÕES DO PROCESSO SELETIVO/2016.1 CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SERGIPE

Leia mais

é um círculo A tampa A face é um retângulo

é um círculo A tampa A face é um retângulo No cotidiano, estamos cercados de objetos que têm diferentes formas. Por exemplo, uma caixa de papelão: suas faces são retângulos, e a caixa é um paralelepípedo. Outro exemplo: uma lata de óleo tem a forma

Leia mais

Conjuntos mecânicos II

Conjuntos mecânicos II A UU L AL A Conjuntos mecânicos II Nesta aula trataremos de outro assunto também relacionado a conjuntos mecânicos: o desenho de conjunto. Introdução Desenho de conjunto Desenho de conjunto é o desenho

Leia mais

Lista 4 Introdução à Programação Entregar até 07/05/2012

Lista 4 Introdução à Programação Entregar até 07/05/2012 Lista 4 Introdução à Programação Entregar até 07/05/2012 1. Um vendedor necessita de um algoritmo que calcule o preço total devido por um cliente. O algoritmo deve receber o código de um produto e a quantidade

Leia mais

MANUAL DE CONCEITOS, REGRAS GERAIS E HIPÓTESES EXEMPLIFICATIVAS:

MANUAL DE CONCEITOS, REGRAS GERAIS E HIPÓTESES EXEMPLIFICATIVAS: Anexo Único à Portaria nº 055/11- SMT.GAB que refere-se à Conceitos, regras gerais e hipóteses exemplificativas contidas no Inciso XI do Artigo 4º da Portaria nº 055/11 SMT.GAB. MANUAL DE CONCEITOS, REGRAS

Leia mais

AGRUPAMENTO ESCOLAS PROFESSOR CARLOS TEIXEIRA

AGRUPAMENTO ESCOLAS PROFESSOR CARLOS TEIXEIRA AGRUPAMENTO ESCOLAS PROFESSOR CARLOS TEIXEIRA Código 150502 EDUCAÇÃO MUSICAL: A Música é uma forma do conhecimento cuja linguagem é o som. A experiência musical viva e criativa é a base de todas as aprendizagens.

Leia mais

Introdução 11 Sobre este Livro 11 Para quem é este livro? 11 Como está organizado este livro 12 Para onde ir a partir daqui 13 PARTE I 15 Ritmo 15

Introdução 11 Sobre este Livro 11 Para quem é este livro? 11 Como está organizado este livro 12 Para onde ir a partir daqui 13 PARTE I 15 Ritmo 15 Introdução 11 Sobre este Livro 11 Para quem é este livro? 11 Como está organizado este livro 12 Para onde ir a partir daqui 13 PARTE I 15 Ritmo 15 Capítulo 1 16 O que é a Teoria musical afinal? 16 Como

Leia mais