Curso de Ciências Contábeis
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- João Pedro Castanho Espírito Santo
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1 1 Curso de Ciências Contábeis Artigo Original SIMPLES NACIONAL versus LUCRO PRESUMIDO: ESTUDO SOBRE A VIABILIDADE TRIBUTÁRIA PARA AS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NATIONAL SINGLE versus PRESUMED INCOME: FEASIBILITY STUDY ON THE TAX FOR MICRO SMALL BUSINESS SIZE Edson dos Santos Oliveira 1, Maria Helena Aires Pereira 2, Itamar da Silva Rodrigues 3. 1 Aluno do Curso de Ciências Contábeis, 2 Aluna do Curso de Ciências Contábeis 3 Professor do Curso de Ciências Contábeis Resumo No Brasil a carga tributária é uma das mais excessivas. Realizar um planejamento tributário tem-se mostrado eficaz para a gestão das empresas. Este artigo tem por objetivo demonstrar qual regime tributário, Simples Nacional ou Lucro Presumido, é o mais viável para as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Objetivos específicos são: relacionar os conceitos teóricos sobre a aplicabilidade do Simples Nacional e Lucro presumido; demonstrar a importância de se escolher o melhor regime tributário para cada tipo de empresa; e identificar o tipo de tributação mais prudente para o sucesso das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. A metodologia adotada foi à pesquisa exploratória, pesquisa bibliográfica, documental e pesquisa ex-post-facto. Constatou-se que a empresa selecionada, Contabilidade XX 2 optou corretamente pelo regime tributário do Simples Nacional, quando comparada com o Lucro presumido. Sugerese que a empresa adote um planejamento tributário para otimizar os lucros da empresa. Palavras-Chave: Simples Nacional; Lucro Presumido; Tributos. Abstract In Brazil, the tax burden is one of the most excessive. Conduct a tax planning has proven to be effective for the management of companies. This study aims to demonstrate that tax regime, the National Single or presumed income is the most viable for Micro and Small Businesses. Specific objectives are: to relate the theoretical concepts on the applicability of the National Simple and presumed profit; demonstrate the importance of choosing the best tax regime for each type of company; and identify the most prudent type of taxation for the success of Micro and Small Businesses. The methodology adopted was the exploratory research, bibliographical, documentary research and research ex-post-facto. It was found that the company selected, XX 2 accounting chose correctly the tax regime of the National Simple, compared with the presumed profit. It s suggested that the company adopt a tax planning to optimize profits. Keywords: Simple National; Presumed Profit; Taxes. Contato: [email protected]; [email protected] INTRODUÇÃO As obrigações tributárias existem desde os primórdios da história da civilização. Fausto (1997) relata que no Brasil Colônia, a cobrança de tributos, imposto pela coroa portuguesa tinha como intuito de enriquecer e engrandecer a sua Metrópole. A sociedade passou por diversas transformações desde então, e no Brasil a Constituição Federal de 1988 dispõe acerca da atividade tributária. Este artigo tem por objetivo principal demonstrar qual regime tributário, Simples Nacional ou Lucro Presumido, é o mais viável para as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. E para atingir esse objetivo, desenvolveu-se objetivos específicos como a) relacionar os conceitos teóricos sobre a aplicabilidade do Simples Nacional e Lucro presumido; b) demonstrar a importância de se escolher o melhor regime tributário para cada tipo de empresa; e c) identificar o tipo de tributação mais prudente para o sucesso das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. No artigo, utilizou-se a pesquisa exploratória com intuito de familiarizar os leitores com o objetivo proposto. Por procedimentos, a pesquisa bibliográfica foi escolhida para ambientalizar sobre a temática selecionada; a pesquisa documental, extraindo informações históricas da empresa Contabilidade XX 2 e a pesquisa ex-post-facto para investigar a causa e efeito da escolha do regime tributário mais viável para a empresa. MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Para ser considerada como Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, a pessoa jurídica precisa enquadra-se no art. 3º, da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP): Art. 3º. Para os efeitos desta Lei Complementar, consideram-se microempresas ou empresas de pequeno porte a sociedade empresária, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada e o empresário a que se refere o art. 966 da Lei nº , de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, conforme o caso, desde que (Redação dada pela Lei Complementar nº 139, de 10 de novembro de 2011): I - no caso da microempresa, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil re-
2 2 ais); (Redação dada pela Lei Complementar nº 139, de 10 de novembro de 2011) e II - no caso da empresa de pequeno porte, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) (Redação dada pela Lei Complementar nº 139, de 10 de novembro de 2011) (BRASIL, 2006). Complementando a LC nº 123/2006, Higuchi, Higuchi e Higuchi (2011, p. 81) afirmam que na mudança de ME para EPP ou de EPP para ME não há necessidade de requerimento ou comunicação (Resolução nº 4, de ). Pois a sistemática do Simples Nacional com a Receita Federal é realizada pela internet (online), portanto, ao transmitir a informação da receita bruta auferida, o imposto a recolher e parte da movimentação da empresa, é conhecida de imediato. Então, se a empresa ultrapassar R$ 3,6 milhões no ano, a Receita Federal saberá em tempo real que a empresa deixará de ser optante do Simples Nacional e passará a ser optante do regime tributário Lucro Presumido ou Lucro Real. Corroborando com a temática de classificação da sociedade empresária, Pinto (2011, p. 869) diz que no caso de início de atividade no próprio ano-calendário, o limite acima será proporcional ao número de meses em que a microempresa ou a empresa de pequeno porte houver exercido a atividade. Se a empresa ultrapassar o limite estipulado para EPP, independentemente do mês em que ocorrer, a empresa permanece enquadrada no regime do Simples Nacional até o mês de dezembro, ocorrendo à mudança do enquadramento no anocalendário subsequente. No mês seguinte em que ocorre o excesso de faturamento, a empresa deverá utilizar o percentual mais alto da respectiva tabela de alíquota majorado em 20%, conforme estabelece o 16, artigo 18 da referida lei na hipótese do 12 do art. 3º, a parcela de receita bruta que exceder o montante determinado no 10 estará sujeita às alíquotas máximas previstas nos Anexos I a V desta Lei Complementar, proporcionalmente conforme o caso, acrescidas de 20% (vinte por cento). No entanto, se a empresa ultrapassar até esse limite de 20%, a Receita Federal do Brasil determinará a exclusão do Simples Nacional a partir do mês subsequente ao excesso. SIMPLES NACIONAL Oliveira (2010, p. 165) afirma que: Desde 1997, as pessoas jurídicas devidamente enquadradas como Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte poderão optar em recolher os impostos e contribuições devidos, calculados sobre a receita bruta, mediante a aplicação de alíquota única, pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (Simples). De acordo com a Secretaria da Receita Federal (Brasil, 2015) o Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de O art. 13 da referida lei, estabelece quais impostos são recolhidos em um documento único de arrecadação: Art. 13. O Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes impostos e contribuições: I - Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ; II - Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, observado o disposto no inciso XII do 1º deste artigo; III - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL; IV - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS, observado o disposto no inciso XII do 1º deste artigo; V - Contribuição para o PIS/Pasep, observado o disposto no inciso XII do 1º deste artigo; VI - Contribuição Patronal Previdenciária - CPP para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, exceto no caso da microempresa e da empresa de pequeno porte que se dedique às atividades de prestação de serviços referidas no 5º-C do art. 18 desta Lei Complementar; VII - Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS; VIII - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza ISS. No art. 179 da Carta Magna (BRASIL, 1988): Art A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei. Obrigação tributária é a relação do Direito Público na qual o Estado (sujeito ativo) pode exigir do contribuinte (sujeito passivo) uma prestação (objeto) nos termos e nas condições da lei (fato gerador) (OLIVEIRA et al., 2011, p. 7). Endeavor Brasil (2015, p. 13) expõe que: A opção pelo Simples Nacional é sempre anual. Portanto, a empresa não pode alterar o regime de tributação no decorrer do ano. Mas, caso a empresa verifique que, para o ano seguinte, outro regime de tributação é mais benéfico, poderá alterar sua opção. De acordo com o 1º, do art. 13, o recolhimento na forma deste artigo não exclui a inci-
3 3 dência dos seguintes impostos ou contribuições, devidos na qualidade de contribuinte ou responsável, em relação aos quais será observada a legislação aplicável às demais pessoas jurídicas sendo estes o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF, Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros - II, Imposto sobre a Exportação, para o Exterior, de Produtos Nacionais ou Nacionalizados - IE, Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural - ITR, Imposto de Renda, relativo aos rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda fixa ou variável, Imposto de Renda relativo aos ganhos de capital auferidos na alienação de bens do ativo permanente, Contribuição para manutenção da Seguridade Social, relativa ao trabalhador, Contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, ICMS devido nas operações ou prestações sujeitas ao regime de substituição tributária, Contribuição para o PIS/PASEP, COFINS e IPI incidentes na importação de bens e serviços, entre outros. Segundo Cardoso (2006, p. 8) a inscrição no Simples Nacional dispensa a pessoa jurídica do recolhimento das contribuições destinadas ao SESC, SENAI, SENAC, SEBRAE e a entidades congêneres, bem assim as relativas ao salárioeducação. O recolhimento do Simples Nacional ocorre até o dia 20 do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta, para fatos geradores ocorridos a partir de , mas vale ressaltar que para fatos geradores ocorridos até , o recolhimento deveria ser até o último dia da primeira quinzena do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta (PORTAL TRIBUTÁRIO, 2015). De acordo com o 4º, art. 3º, da Lei Complementar nº 123/2006, as seguintes sociedades empresárias não se enquadram no Simples Nacional: 4º Não se inclui no regime diferenciado e favorecido previsto nesta Lei Complementar, para nenhum efeito legal, a pessoa jurídica: I - de cujo capital participe outra pessoa jurídica; II - que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior; III - de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário, ou seja, sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos desta Lei Complementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; IV - cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa não beneficiada por esta Lei Complementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; V - cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; VI - constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; VII - que participe do capital de outra pessoa jurídica; VIII - que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar; IX - resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 (cinco) anos-calendário anteriores; X - constituída sob a forma de sociedade por ações. E é vedada a microempresa ou empresa de pequeno porte o recolhimento dos impostos e contribuições pelo Simples Nacional, de acordo com o art. 17: I - que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); II - que tenha sócio domiciliado no exterior; III - de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal; IV (REVOGADO); V - que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; VI - que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros; exceto quando na modalidade fluvial ou quando possuir características de transporte urbano ou metropolitano ou realizar-se sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores; (Redação dada pela Lei Complementar nº 147, de 2014) (Produção de efeito) VII - que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica; VIII - que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas; IX - que exerça atividade de importação de combustíveis; X - que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: a) cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes; b) bebidas a seguir descritas: 1 - alcoólicas; [...] XII - que realize cessão ou locação de mão-deobra; XIII - (REVOGADO); (Redação dada pela Lei Complementar nº 147, de 2014) (Produção de efeito) XIV - que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis; XV - que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a
4 4 prestação de serviços tributados pelo ISS; XVI - com ausência de inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível. As atividades a seguir enquadram-se no Anexo III da LC nº 123/2006, art. 18, 5º B: 5º-B Sem prejuízo do disposto no 1º do art. 17 desta Lei Complementar, serão tributadas na forma do Anexo III desta Lei Complementar as seguintes atividades de prestação de serviços: I - creche, pré-escola e estabelecimento de ensino fundamental, escolas técnicas, profissionais e de ensino médio, de línguas estrangeiras, de artes, cursos técnicos de pilotagem, preparatórios para concursos, gerenciais e escolas livres, exceto as previstas nos incisos II e III do 5º-D deste artigo; II - agência terceirizada de correios; III - agência de viagem e turismo; IV - centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga; V - agência lotérica; [...] IX - serviços de instalação, de reparos e de manutenção em geral, bem como de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais; [...] XIII - transporte municipal de passageiros; XIV - escritórios de serviços contábeis, observado o disposto nos 22-B e 22-C deste artigo. XV - produções cinematográficas, audiovisuais, artísticas e culturais, sua exibição ou apresentação, inclusive no caso de música, literatura, artes cênicas, artes visuais, cinematográficas e audiovisuais. XVI - fisioterapia; (Incluído pela Lei Complementar nº 147, de 2014) XVII - corretagem de seguros. (Incluído pela Lei Complementar nº 147, de 2014) O fato das empresas estarem enquadradas no Simples Nacional não as dispensa da obrigação de recolher: I - Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários IOF; II - Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros II; III - Imposto sobre Exportação IE; IV - Impostos sobre Propriedade Territorial Rural IPTR; V - Imposto de Renda, relativos aos rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda fica ou variável; VI - Imposto de Renda relativo aos ganhos de capital auferidos na alienação de bens do ativo permanente; VII - Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de natureza Financeira CPMF; VIII - Contribuição para Fundo de Garantia do Tempo de Serviços FGTS; IX - Contribuição para manutenção da Seguridade Social, relativa ao trabalhador; X - Contribuição para a Seguridade Social, relativa â pessoa do empresário na qualidade de contribuinte individual; XI - Imposto de Renda relativo aos pagamentos ou créditos efetuados pela pessoa jurídica a pessoas físicas; XII - Contribuição para PIS/Pasep, COFINS e IPI incidentes na importação de bens e serviços; XIII - ICMS devido: a) nas operações ou prestações sujeitas ao regime de substituição tributária; b) por terceiro, a que o contribuinte se ache obrigado por força da legislação estadual ou distrital vigente; c) na entrada, no território do Estado ou do Distrito Federal, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, bem como energia elétrica, quando não destinadas à comercialização ou industrialização; d) por ocasião do desembaraço aduaneiro; e) na aquisição ou manutenção em estoque de mercadoria descoberta de documento fiscal; f) na operação ou prestação descoberta de documento fiscal; e g) nas operações com mercadorias sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento do imposto, bem como do valor relativo à diferença entre a alíquota interna e a interestadual, nas aquisições em outros Estados e Distrito Federal, nos termos da legislação estadual ou distrital; XIV ISS devido: a) em relação aos serviços sujeitos à substituição tributária ou retenção na fonte; e b) na importação de serviços; XV demais tributos de competência da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, não relacionados nos incisos anteriores (BRASIL, 2006). No art. 18 da referida lei, as empresas optantes pelo Simples Nacional deverão calcular o valor devido, observando o enquadramento nas tabelas dos Anexos I a V, sendo a alíquota aplicada definida no reconhecimento da receita bruta acumulada nos últimos 12 (doze) meses. EXCLUSAO DO SIMPLES NACIONAL No art 73 da resolução do comitê gestor do simples nacional, a exclusão deverá ser comunicada à Receita Federal do Brasil através do Portal do Simples Nacional na Internet, mediante comunicação da ME ou da EPP, por opção, a qualquer tempo, produzindo efeitos (art. 73 dá Resolução CGSN nº 94, de 2011). OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DO SIMPLES NACIONAL O Código Tributário Nacional (Brasil, 1996) define questões sobre obrigação principal e acessória: Art A obrigação tributária é principal ou acessória. [...] 2º A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos.
5 5 3º A obrigação acessória, pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária. Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional PGDAS De acordo com a Receita Federal do Brasil (2015), o: Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional - Declaratório (PGDAS-D) é um aplicativo disponível no Portal do Simples Nacional na internet. Serve para o contribuinte efetuar o cálculo dos tributos devidos mensalmente na forma do Simples Nacional, declarar o valor devido e imprimir o documento de arrecadação (DAS). Oliveira (2010) afirma que com a criação do Simples Nacional, a Receita Federal do Brasil disponibilizou um aplicativo (PGDAS-D) que efetua os cálculos dos impostos e contribuições sociais para recolhimento único, abrangido os entes federativos como a União, o Estado, o Distrito Federal e o Município. Este documento é denominado de Documento de Arrecadação Simplificado DAS, favorecendo as microempresas e as empresas de pequeno porte e administrado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (representado por quatro integrantes da Secretaria da Receita Federal, dois dos Estados e do Distrito Federal e dois dos Municípios). Sobre o Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional PGDAS, a Receita Federal do Brasil (2015) afirma que: Os créditos tributários abrangidos pelo Simples Nacional, a partir do ano-calendário 2012, passam a ser declarados, mensalmente, por meio do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional - Declaratório - PGDAS-D. As informações prestadas no PGDAS-D têm caráter declaratório, constituindo confissão de dívida e instrumento hábil e suficiente para a exigência dos tributos e contribuições. A apuração no PGDAS-D deverá ser realizada e transmitida, mensalmente, ainda que a ME/EPP não tenha auferido receita em determinado mês, hipótese em que o campo de receita bruta deverá ser preenchido com valor igual a zero. Caso a ME/EPP permaneça inativa durante todo o ano-calendário, informará esta condição na DEFIS. Livro Fiscal Eletrônico LFE Conforme abaixo, o Livro Fiscal Eletrônico LFE foi instituído pelo Decreto nº , de 13 de janeiro de 2006, art. 1º, 1º: 1º Entende-se como Livro Fiscal Eletrônico - LFE a escrituração fiscal do contribuinte composta do conjunto de informações constantes dos livros fiscais relacionados no caput registradas, validadas e enviadas através do aplicativo oficial desenvolvido e disponibilizado pela LUCRO PRESUMIDO Subsecretaria da Receita da Secretaria de Estado de Fazenda do Distrito Federal, de acordo com o Manual de Orientação de Leiaute Fiscal de Processamento de Dados, e relativas ainda: I - aos documentos fiscais discriminados no Decreto nº , de 22 de dezembro de 1997 e no Decreto nº , de 19 de janeiro de 2005; II - aos lançamentos contábeis; III - às demonstrações contábeis; IV - aos documentos de informações econômico-fiscais; V - a outras informações de interesse do Fisco. A Lei n , de 1998, dispõe em seu art. 13 que: Art. 13. A pessoa jurídica cuja receita bruta total no ano-calendário anterior tenha sido igual ou inferior a R$ ,00 (setenta e oito milhões de reais) ou a R$ ,00 (seis milhões e quinhentos mil reais) multiplicado pelo número de meses de atividade do anocalendário anterior, quando inferior a 12 (doze) meses, poderá optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido (Redação dada pela Lei nº , de 2013). 1 A opção pela tributação com base no lucro presumido será definitiva em relação a todo o ano-calendário. 2 Relativamente aos limites estabelecidos neste artigo, a receita bruta auferida no ano anterior será considerada segundo o regime de competência ou de caixa, observado o critério adotado pela pessoa jurídica, caso tenha, naquele ano, optado pela tributação com base no lucro presumido (BRASIL, 1998). Já sobre a exclusão de empresas que não podem optar pelo Lucro Presumido, o art. 14 define: Art. 14. Estão obrigadas à apuração do lucro real as pessoas jurídicas: I - cuja receita total no ano-calendário anterior seja superior ao limite de R$ ,00 (setenta e oito milhões de reais) ou proporcional ao número de meses do período, quando inferior a 12 (doze) meses; (Redação dada pela Lei nº , de 2013) (Vigência) II - cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e câmbio, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta; III - que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior; IV - que, autorizadas pela legislação tributária, usufruam de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto; V - que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa, na forma do art. 2 da Lei n 9.430, de 1996;
6 6 VI - que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring). VII - que explorem as atividades de securitização de créditos imobiliários, financeiros e do agronegócio (Incluído pela Lei nº , de 2010). Para Mansur (2012, p. 01) no lucro presumido a apuração tanto do imposto de renda como da contribuição social é efetuado em períodos trimestral, encerrados em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro. A legislação federal oferece à empresa várias formas para a tributação dos seus resultados, a modalidade chamada de Lucro Presumido é uma forma de tributação simplificada para determinação da base de cálculo do imposto de renda (IR) e da Contribuição Social Sobre o Lucro (CSSL) das pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas à apuração com base no lucro real. O lucro presumido será determinado segundo o art. 25, da Lei n 9.430/1996: Art. 25. O lucro presumido será o montante determinado pela soma das seguintes parcelas: I - o valor resultante da aplicação dos percentuais de que trata o art. 15 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, sobre a receita bruta definida pelo art. 31 da Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de 1995, auferida no período de apuração de que trata o art. 1º desta Lei; II - os ganhos de capital, os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras, as demais receitas e os resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pelo inciso anterior e demais valores determinados nesta Lei, auferidos naquele mesmo período (BRASIL, 1996). Sobre a opção de pela tributação no lucro presumido, a sociedade empresária deverá se manifestar por meio do pagamento correspondente ao primeiro período de apuração, conforme descreve a Receita Federal do Brasil (2015, p. 1): A opção pela tributação pelo lucro presumido é manifestada com o pagamento da primeira quota ou quota única do imposto devido correspondente ao primeiro período de apuração, sendo considerada definitiva para todo o ano. A empresa que iniciar suas atividades a partir do segundo trimestre manifesta a opção com o pagamento da primeira ou única quota do imposto devido relativa ao período de apuração do início de atividade. A opção pela apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é irretratável para o ano-calendário. Vale ressaltar que a partir do pagamento da primeira cota sua opção será considerada definitiva para todo o ano calendário, sendo assim, a sociedade empresária só poderá mudar de opção de tributação no ano seguinte ( 1º do art 26 da Lei nº 9.430, de 1996). Em consonância com o autor, Higuchi, Higuchi e Higuchi (2011, p. 57) confirmam que: A lei elegeu o momento da opção pelo lucro presumido no ato do pagamento da primeira ou única quota do imposto de renda. A data do pagamento de outros tributos ou contribuições não é o momento da opção. Para as empresas já existentes, o momento da opção poderá ser o último dia útil de abril ou dentro dos cinco anos. Se a empresa não pagou nenhuma quota de imposto de renda e nem entregou a DIPJ, o prazo de opção é de cinco anos. O art. 15 da Lei nº 9.249/95 os coeficientes para aplicação sobre a receita bruta da atividade são os seguintes: I - 1,6% na revenda, para consumo, de combustível derivado de petróleo, álcool etílico carburante e gás natural, II - 8% na venda de mercadorias e produtos; III - 8% na prestação de serviços de transportes e cargas; IV - 8% na prestação de serviços hospitalares; V - 8% na venda de imóveis das empresas com esse objeto social (art. 3º, parágrafo 7º, da IN nº 93/97); VI - 8% nas indústrias gráficas; VII - 8% na construção civil por empreitada com emprego de materiais; VIII - 16% na prestação de serviços de transportes, exceto de cargas; IX - 16% na prestação de serviços em geral de pessoas jurídicas com receita bruta anual de até R$ ,00, exceto de serviços hospitalares, transportes e profissões regulamentadas (art. 40 da Lei nº 9.250/95); X - 32% na prestação de demais serviços não incluídos nos incisos anteriores (PORTAL DE AUDITORIA, 2015). A Receita Federal do Brasil (2015, p. 2) expõe sobre o período de apuração do lucro presumido: O imposto de renda com base no lucro presumido é determinado por períodos de apuração trimestrais, encerrados em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DO LUCRO PRESUMIDO Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica DIPJ A Instrução Normativa SRF nº 127/98 institui a Declaração Integrada de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica - DIPJ e estabelece normas para a sua apresentação. Essa declaração é apresentada por meio magnético através do programa gerador de declarações, instituído e disponibilizado pela Receita Federal do Brasil. Vale ressaltar que essa declaração foi substituída pela Escrituração Contábil Fiscal (ECF), tal
7 7 qual imposta pela Receita Federal e instituída pela Instrução Normativa nº 1.422/2013, a partir do ano-calendário de 2014, alterada posteriormente pelas Instruções Normativas nº 1.498/14, 1.524/2014 e nº 1.574/2015. Sobre a obrigatoriedade, a Receita Federal do Brasil (2014, p. 11) define que: São obrigadas ao preenchimento da ECF todas as pessoas jurídicas, inclusive imunes e isentas, sejam elas tributadas pelo lucro real, lucro arbitrado ou lucro presumido, exceto: I - às pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006; II - aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas; e III - às pessoas jurídicas inativas de que trata a Instrução Normativa RFB no 1.306, de 27 de dezembro de Há que se ressaltar que, caso a pessoa jurídica tenha Sociedades em Conta de Participação (SCP), cada SCP deverá preencher e transmitir sua própria ECF, utilizando o CNPJ da pessoa jurídica que é sócia ostensiva e um código criado pela própria pessoa jurídica para identificação de cada SCP de forma unívoca. No que tange a apresentação da declaração e as penalidades, a referida instrução normativa, descreve por meio do art. 6º, 2º, que: 2º A não apresentação da ECF pelos contribuintes que apuram o Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica, por qualquer sistemática que não o Lucro Real, nos prazos fixados no art. 3º, ou a sua apresentação com incorreções ou omissões, acarretará a aplicação, ao infrator, das multas previstas no art. 57 da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de (Incluído (a) pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1574, de 24 de julho de 2015) Declaração de Serviços Médicos e de Saúde DMED A DMED foi instituída pela Instrução Normativa RFB nº 985/2009, e alterada pelas Instruções Normativas RFB nº 1055, 1100, 1125, 1136 e 1423/2013. E de acordo com o art. 2º: Art. 2º São obrigadas a apresentar a Dmed, as pessoas jurídicas ou equiparadas nos termos da legislação do imposto de renda, prestadoras de serviços de saúde, e as operadoras de planos privados de assistência à saúde. Parágrafo único. São operadoras de planos privados de assistência à saúde, as pessoas jurídicas de direito privado, constituídas sob a modalidade de sociedade civil ou comercial, cooperativa, administradora de benefícios ou entidade de autogestão, autorizadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar a operar planos privados de assistência à saúde. (Redação dada pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1125, de 31 de janeiro de 2011). A declaração deverá ser apresentada pela matriz da pessoa jurídica, em meio digital, utilizando-se do aplicativo disponibilizado pela Receita Federal no sítio até o último dia útil do mês de março do ano-calendário subsequente àquele a que se referirem as informações. Caso a declaração não seja apresentada no prazo ou a sua apresentação com incorreções ou omissões, a sociedade empresária estará sujeita às multas previstas no art. 57 da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais DCTF A Instrução Normativa nº 1110/2010, Dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) e aprova o Programa Gerador e as instruções para preenchimento da DCTF na versão DCTF Mensal 1.8. Ficam obrigados a apresentar a DCTF as pessoas jurídicas de direito privado em geral, suas equiparadas, as imunes e as isentas; as autarquias e fundações instituídas e mantidas pela administração pública da União, os órgãos públicos (Executivo, Legislativo e Judiciário) e os consórcios de sociedade que realizem negócios jurídicos em nome próprio, inclusive na contratação de pessoas jurídicas e físicas (com ou sem vínculo empregatício). Sobre estar dispensado de apresentar a DCFT, o art. 3º prevê: Art 3º Estão dispensadas da apresentação da DCTF: (Redação dada pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1177, de 25 de julho de 2011) I - as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), instituído pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, relativamente aos períodos abrangidos por esse Regime, mesmo que estejam sujeitas ao pagamento da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB) nos termos dos arts. 7º e 8º da Lei nº , de 14 de dezembro de 2011; (Redação dada pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1478, de 07 de julho de 2014) II - as pessoas jurídicas enquanto se mantiverem inativas, observado o disposto no inciso II do 2º deste artigo; (Redação dada pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1484, de 31 de julho de 2014) III - os órgãos públicos da administração direta da União; e (Redação dada pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1478, de 07 de julho de 2014) VI - as pessoas jurídicas e os consórcios de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 2º, desde que não tenham débitos a declarar, a partir do 2º (segundo) mês em que permanecerem nessa situação. (Incluído (a) pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1478, de 07 de julho de 2014) 1º São também dispensados da apresentação da DCTF, ainda que se encontrem inscritas
8 8 no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou que tenham seus atos constitutivos registrados em Cartório ou Juntas Comerciais: I - os condomínios edilícios; II - os grupos de sociedades, constituídos na forma do art. 265 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976; III - os consórcios, desde que não realizem negócios jurídicos em nome próprio, inclusive na contratação de pessoas jurídicas e físicas, com ou sem vínculo empregatício; IV - os clubes de investimento registrados em Bolsa de Valores, segundo as normas fixadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou pelo Banco Central do Brasil (Bacen); V - os fundos de investimento imobiliário, que não se enquadrem no disposto no art. 2º da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999; VII - as embaixadas, missões, delegações permanentes, consulados- gerais, consulados, vice-consulados, consulados honorários e as unidades específicas do Governo brasileiro no exterior; VIII - as representações permanentes de organizações internacionais; IX - os serviços notariais e registrais (cartórios), de que trata a Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973; X - os fundos especiais de natureza contábil ou financeira, não dotados de personalidade jurídica, criados no âmbito de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como dos Ministérios Públicos e dos Tribunais de Contas; XI - os candidatos a cargos políticos eletivos e os comitês financeiros dos partidos políticos, nos termos da legislação específica; XII - as incorporações imobiliárias objeto de opção pelo Regime Especial de Tributação (RET), de que trata a Lei nº , de 2 de agosto de 2004; e XIII - as empresas, fundações ou associações domiciliadas no exterior que possuam no Brasil bens e direitos sujeitos a registro de propriedade ou posse perante órgãos públicos, localizados ou utilizados no Brasil; XIV - as comissões, sem personalidade jurídica, criadas por ato internacional celebrado pela República Federativa do Brasil e 1 (um) ou mais países, para fins diversos; XV - as comissões de conciliação prévia de que trata o art. 1º da Lei nº 9.958, de 12 de janeiro de XVI - os representantes comerciais, corretores, leiloeiros, despachantes e demais pessoas físicas que exerçam exclusivamente a representação comercial autônoma sem relação de emprego, e que desempenhem, em caráter não eventual por conta de uma ou mais pessoas, a mediação para a realização de negócios mercantis, nos termos do art. 1º da Lei nº 4.886, de 9 de dezembro de 1965, quando praticada por conta de terceiros. (Incluído (a) pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1177, de 25 de julho de 2011). De acordo com a referida Instrução Normativa, a apresentação deverá ser elaborada mediante a utilização de programas geradores de declaração (disponível no sítio da Receita Federal) e transmitidas até o 15º (décimo quinto) dia útil do 2º (segundo) mês subsequente ao mês de ocorrência dos fatos geradores. No caso de apresentar com incorreções, a não-apresentação ou omissão, estarão sujeitas a multas de acordo com o art. 7º: I - de 2% (dois por cento) ao mês-calendário ou fração, incidente sobre o montante dos impostos e contribuições informados na DCTF, ainda que integralmente pago, no caso de falta de entrega dessa declaração ou entrega após o prazo, limitada a 20% (vinte por cento), observado o disposto no 3º; II - de R$ 20,00 (vinte reais) para cada grupo de 10 (dez) informações incorretas ou omitidas. 1º Para efeito de aplicação da multa prevista no inciso I do caput, será considerado como termo inicial o dia seguinte ao término do prazo fixado para a entrega da declaração e como termo final a data da efetiva entrega ou, no caso de não-apresentação, a data da lavratura do auto de infração. 2º Observado o disposto no 3º, as multas serão reduzidas: I - em 50% (cinquenta por cento), quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; II - em 25% (vinte e cinco por cento), se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação. 3º A multa mínima a ser aplicada será de R$ 500,00 (quinhentos reais). (Redação dada pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1484, de 31 de julho de 2014) I - R$ 200,00 (duzentos reais), tratando-se de pessoa jurídica inativa; (Suprimido (a) - vide Instrução Normativa RFB nº 1484, de 31 de julho de 2014) II - R$ 500,00 (quinhentos reais), nos demais casos. (Suprimido (a) - vide Instrução Normativa RFB nº 1484, de 31 de julho de 2014) 4º Na hipótese dos 3º e 4º do art. 5º, será devida multa por atraso na entrega da DCTF, calculada na forma do caput, desde a data fixada para entrega de cada declaração. 5º Na hipótese do 5º do art. 5º, vencido o prazo, será devida multa por atraso na entrega da DCTF, calculada na forma do caput, desde a data originalmente fixada para entrega de cada declaração. 6º As multas de que trata este artigo serão exigidas mediante lançamento de ofício. 7º No caso dos órgãos públicos da administração direta dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, as multas a que se refere este artigo serão lançadas em nome do respectivo ente da Federação a que pertençam. 8º No caso de autarquias e fundações públicas federais, estaduais, distritais ou municipais, que se constituam em unidades gestoras de orçamento, as multas a que se refere este artigo serão lançadas em nome da respectiva autarquia ou fundação. (Redação dada pelo (a) Instrução Normativa RFB nº 1258, de 13 de março de 2012) Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte DIRF De acordo com a Receita Federal do Brasil (2015, p. 6) a:
9 9 Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - Dirf é a declaração feita pela FONTE PAGADORA, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita Federal do Brasil: - Os rendimentos pagos a pessoas físicas domiciliadas no País, inclusive os isentos e não tributáveis nas condições em que a legislação especifica; - O valor do imposto sobre a renda e/ou contribuições retidos na fonte, dos rendimentos pagos ou creditados para seus beneficiários; - O pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a residentes ou domiciliados no exterior, ainda que não tenha havido a retenção do imposto, inclusive nos casos de isenção ou alíquota zero; - Os pagamentos a plano de assistência à saúde coletivo empresarial. Para o ano de 2015, a Instrução Normativa RFB nº 1503 prevê a obrigatoriedade da apresentação às pessoas jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais tenha incidido retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) (art. 2º); as pessoas jurídicas, ainda que os rendimentos pagos no ano-calendário não tenham sofrido retenção do imposto (art. 3º) e caso tenham sido retidos IRRF e contribuições incidentes sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens ou prestação de serviços (art. 4º). O Programa Gerador da DIRF é disponibilizado anualmente pela Receita Federal do Brasil, em seu sítio oficial, conforme o art. 6º, da Instrução Normativa a DIRF deverá ser apresentada por meio do programa Receitanet, disponível no sítio da RFB na Internet no endereço referido no caput do art. 5º. O prazo para entrega relativa ao ano-calendário anterior é no mês de fevereiro do ano vigente, conforme determinado pela Receita Federal do Brasil por meio de Instrução Normativa. Caso o contribuinte deixe de apresentar a DIRF no prazo fixado, apresente posterior a data de transmissão, ou apresente com incorreções ou omissões; o art. 27 da referida Instrução Normativa prevê que o declarante ficará sujeito às penalidades previstas na legislação vigente, conforme disposto na Instrução Normativa SRF nº 197, de 10 de setembro de Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias DIMOB A Instrução Normativa RFB nº 1115/2010, regula sobre as regras da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (DIMOB). O Portal Tributário (2015) descreve sobre as pessoas jurídicas e equiparadas obrigadas a entrega a DIMOB à Receita Federal do Brasil: - Que comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim; - Que intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis; - Que realizarem sublocação de imóveis; - Constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios. Para a transmissão da DIMOB é obrigatória à assinatura digital, mediante utilização de certificado digital, exceto para as pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional. E o prazo para entrega, de acordo com art. 3º da referida Instrução Normativa deverá ser entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet, no endereço Da penalidade, quem deixar de apresentar, apresentar com incorreções e omissões, estão previstas no art. 4º e 5º, da IN: Art. 4º A pessoa jurídica que deixar de apresentar a Dimob no prazo estabelecido, ou que apresentá-la com incorreções ou omissões, sujeitar-se-á às seguintes multas: I - R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mêscalendário, no caso de falta de entrega da Declaração ou de entrega após o prazo; II - 5% (cinco por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais, no caso de informação omitida, inexata ou incompleta. Parágrafo único. A multa a que se refere o inciso I do caput tem, por termo inicial, o primeiro dia subsequente ao fixado para a entrega da declaração e, por termo final, o dia da apresentação da Dimob ou, no caso de não apresentação, a data da lavratura do auto de infração. Art. 5º A omissão de informações ou a prestação de informações falsas na Dimob configura hipótese de crime contra a ordem tributária prevista no art. 2º da Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, sem prejuízo das demais sanções cabíveis. Parágrafo único. Ocorrendo a situação descrita no caput, poderá ser aplicado o regime especial de fiscalização, previsto no art. 33 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de Sistema Público de Escrituração Digital SPED O Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, art. 2º, define que: O Sped é instrumento que unifica as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração contábil e fiscal dos empresários e das pessoas jurídicas, inclusive imunes ou isentas, mediante fluxo único, computadorizado, de informações ( Caput do artigo com redação dada pelo Decreto nº 7.979, de 8/4/2013). O SPED pretende obter informações das
10 10 empresas por meio on-line, eliminando ruídos na troca de informações processuais e fortalecendo a arrecadação e a autenticidade dos documentos (ALMEIDA, 2008): O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), um programa que prevê a obtenção das informações junto às empresas de forma on-line. A iniciativa eliminará a troca de informações processuais entre os diversos órgãos, fortalecendo o controle de arrecadação e disponibilizando uma base autêntica para uso de fins lícitos pelo governo. Os objetivos do SPED, segundo proposto pela Receita Federal do Brasil (2015): Promover à integração dos fiscos, mediante a padronização e compartilhamento das informações contábeis e fiscais, respeitadas as restrições legais; Racionalizar e uniformizar as obrigações acessórias para os contribuintes, com o estabelecimento de transmissão única de distintas obrigações acessórias de diferentes órgãos fiscalizadores; e Tornar mais célere a identificação de ilícitos tributários, com a melhoria do controle dos processos, a rapidez no acesso às informações e a fiscalização mais efetiva das operações com o cruzamento de dados e auditoria eletrônica. O SPED trará mudanças significativas no processo de emissão e gestão das informações fiscais, trazendo benefícios para os contribuintes e as administrações tributárias (AZEVEDO; MARI- ANO, 2011, p. 87). O projeto SPED altera a forma de cumprimento das obrigações acessórias realizadas pelos contribuintes, substituindo a emissão de livros e documentos contábeis e fiscais em papel por documentos eletrônicos, cuja autoria, integridade e validade jurídica são reconhecidas pelo uso da certificação digital; essa iniciativa governamental em conjunto com a sociedade visando reduzir essas obrigações é muito importante para aumentar a eficiência e eficácia de todo o sistema (SASSO; ROSA; BARBOSA, 2011, p. 5). Escrituração Contábil Digital ECD Azevedo e Mariano (2010, p. 300) afirmam: A ECD por sua vez veio manter a escrituração contábil eletrônica da forma como atualmente já vem sendo feito pela sociedade empresária e acrescenta agora a grande novidade da obrigatoriedade de simplesmente enviar essa escrituração contábil eletrônica para a Receita Federal do Brasil [...]. O SPED contábil visa a resumidamente substituir os livros da escrituração mercantil pelos seus equivalentes digitais. É o início de uma era, onde a legislação fiscal dá o ponta pé inicial sobre a substituição do papel pelos arquivos eletrônicos. A Escrituração Contábil Digital (ECD) é parte integrante do projeto SPED e tem por objetivo a substituição da escrituração em papel pela escrituração transmitida via arquivo, ou seja, corresponde à obrigação de transmitir, em versão digital, os seguintes livros: I - livro Diário e seus auxiliares, se houver; II - livro Razão e seus auxiliares, se houver; III - livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos. Estão obrigadas a adotar a ECD, em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2014, de acordo com a Instrução Normativa RFB nº 1.420/2013, art. 3º: I - as pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no lucro real; II - as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido, que distribuírem, a título de lucros, sem incidência do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF), parcela dos lucros ou dividendos superior ao valor da base de cálculo do Imposto, diminuída de todos os impostos e contribuições a que estiver sujeita; e III - as pessoas jurídicas imunes e isentas. Para as outras sociedades empresárias a ECD é facultativa. As sociedades simples e as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas desta obrigação. As regras de obrigatoriedade não levam em consideração se a sociedade empresária teve ou não movimento no período. Sem movimento não quer dizer sem fato contábil. Normalmente ocorrem eventos como depreciação, incidência de tributos, pagamento de aluguel, pagamento do contador, pagamento de luz, custo com o cumprimento de obrigações acessórias, entre outras. Escrituração Fiscal Digital EFD - Contribuições PIS /COFINS A Escrituração Fiscal Digital é definida por Duarte (2009, p. 274), como sendo: Um arquivo digital que se constitui de um conjunto de escriturações e documentos fiscais e de outras informações de interesses dos fiscos e unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil, bem como registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte. Este arquivo deverá ser assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente SPED. A EFD substituiu os livros de Registro de Entradas, Registro de Saídas, Registro de Inventário, Registro de Apuração do IPI e Registro de Apuração do ICMS. MATERIAIS E MÉTODOS que: A Receita Federal do Brasil (2015) define Para Ander-Egg (1978, p. 28, apud, Marconi; Lakatos, 2003, p. 155) toda pesquisa é como um procedimento reflexivo sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir novos
11 11 fatos ou dados, relações ou leis, em qualquer campo do conhecimento. Marconi e Lakatos (2007) descrevem os seis passos para o desenvolvimento de um projeto: a) seleção do tópico ou problema; b) definição e diferenciação do problema; c) levantamento de hipóteses de trabalho; d) coleta, sistematização e classificação dos dados; e) análise e interpretação dos dados; e f) relatório do resultado da pesquisa. Neste artigo, a metodologia quanto aos objetivos, utilizou-se a pesquisa exploratória, porque este artigo tem por objetivo proporcionar uma maior familiaridade com o problema proposto e a pesquisa descritiva que o objetivo primordial é a descrição das características de determinada população (DIEHL; TATIM, 2004). No que tange os procedimentos, a pesquisa foi bibliográfica, pois se buscou-se realizar uma pesquisa em referenciais teóricos analisados e publicados, pesquisa documental e pesquisa ex-post-facto segundo descreve Fonseca (2002, p. 32): A pesquisa ex-post-facto tem por objetivo investigar possíveis relações de causa e efeito entre um determinado fato identificado pelo pesquisador e um fenômeno que ocorre posteriormente. A principal característica deste tipo de pesquisa é o fato de os dados serem coletados após a ocorrência dos eventos. A pesquisa ex-post-facto é utilizada quando há impossibilidade de aplicação da pesquisa experimental, pelo fato de nem sempre ser possível manipular as variáveis necessárias para o estudo da causa e do seu efeito. EMPRESA CONTABILIDADE XX 2 Fundada em outubro de 2014, a empresa Contabilidade XX 2 é uma microempresa, pois de acordo com a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, a Contabilidade XX 2 não auferiu receita bruta superior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais) e conforme quadro abaixo: Nacional, Anexo III da LC nº 123/2006, art. 18, 5º B, inciso XIV: escritórios de serviços contábeis. CÁLCULO DO SIMPLES NACIONAL: A empresa Contabilidade XX 2 apresentou como faturamento do mês de out/2014 à set/2015 no valor total de Receita Bruta Anual de R$ ,00 e calculamos a Receita Bruta acumulada dos últimos 12 meses de R$ ,00 para sabermos qual a alíquota a ser aplicada sobre o faturamento (ANEXO 1), de acordo com a Tabela 1. Pois segundo Oliveira (2010, p. 176): O valor devido mensalmente pela microempresa e empresa de pequeno porte, optante do Simples Nacional, será determinado mediante aplicação das tabelas com base em sua atividade, observando que o sujeito passivo utilizará a receita bruta acumulada nos 12 (doze) meses anteriores ao do período de apuração. Vale ressaltar que no Simples Nacional as alíquotas não são fixas como em outros regimes, o cálculo das alíquotas é consultado de acordo com a atividade econômica que a empresa realiza (Anexo I a V) e o faturamento obtido dos últimos 12 (doze) meses. A empresa estudada enquadrase no Anexo III da LC nº 123/2006 ANEXO 1 deste trabalho apresenta o Anexo III da LC nº 123/2006). Ratificando isso, Castro et al. (2007, p. 61 e 62) afirma que o valor devido mensalmente pelas empresas inscritas no simples será determinado mediante a aplicação, sobre a receita bruta mensal auferida, dos percentuais [...] de acordo com as atividades desenvolvidas. Tabela 1: Cálculo do Simples Nacional: Quadro 1: Faturamento da Empresa Contabilidade XX 2 CÁLCULO DO LUCRO PRESUMIDO: Portanto, a empresa Contabilidade XX 2 enquadra-se no regime tributário do Simples O lucro presumido deve ser calculado trimestralmente. Os impostos de PIS, COFINS e ISS, são calculados mensalmente e o IRPJ e CSLL, são calculados trimestralmente (APÊNDICE 1). As contribuições sobre a folha de salários também são calculadas mensalmente. O lucro presumido é regime de tributação que a base de cálculo é obtida por meio de aplicação de percentual definido por lei, sobre a receita bruta. Como o próprio nome diz, trata- se de encontrar a base de presunção do lucro presumido. Abaixo apresenta-se a simulação efetuada
12 12 do Lucro Presumido, baseado nos dados fornecidos pela empresa Contabilidade XX 2 do faturamento do mês de out/2014 (4º trimestre de 2014) à set/2015 (3º trimestre de 2015) no valor total de Receita Bruta Anual de R$ ,00: 4º Trimestre Tabela 2: Cálculo do Lucro Presumido 4º Trimestre º Trimestre Tabela 5: Cálculo do Lucro Presumido 3º Trimestre º Trimestre Tabela 3: Cálculo do Lucro Presumido 1º Trimestre 2015 Tabela 6: Demonstrativo Sintético SIMPLES NACIONAL versus LUCRO PRESUMIDO 2º Trimestre Tabela 4: Cálculo do Lucro Presumido 2º Trimestre 2015 Da Diferença: Simples Nacional x Lucro Presumido No comparativo abaixo, pode-se observar que a empresa Contabilidade XX 2 optou corretamente pelo regime de apuração Simples Nacional, pois ela obteve um ganho de R$ ,47 com relação ao Lucro Presumido:
13 13 Tabela 7: Diferença: Simples Nacional x Lucro Presumido Das Alíquotas e Base de Cálculo dos Impostos: Simples Nacional e Lucro Presumido Abaixo apresenta-se um comparativo das alíquotas dos regimes de apuração estudados neste trabalho, afim de demonstrar a vantagem da escolha pelo Simples Nacional, pois há unificação de arrecadação dos impostos em uma única alíquota, facilitando o controle e a contabilidade da empresa. Apesar de o Lucro Presumido demonstrar vantagem no somatório das alíquotas em referência ao limite máximo do Simples Nacional, a contribuição do INSS pode elevar e muito a carga tributária da empresa. Tabela 8: Comparativo: Simples Nacional x Lucro Presumido CONCLUSÃO viabilidade tributária entre o Simples Nacional e o Lucro Presumido para as microempresas e empresas de pequeno porte prestadoras de serviços. A empresa Contabilidade XX 2 forneceu as informações pertinentes dos anos de, 2014 e 2015 para a confecção de planilhas demonstrativas dos cálculos do faturamento e valores dos impostos devidos. Sobre os regimes de tributação estudados no referencial teórico, aplicou-se na pesquisa o Simples Nacional e o Lucro Presumido. Na busca de encontrar qual regime é viável para a empresa estudada, reduzindo os custos e despesas com a carga tributária brasileira, observou-se que o Simples Nacional é a melhor opção para a empresa estudada. Sugere-se que a empresa adote um planejamento tributário, a fim de assegurar a competitividade da empresa nos serviços contábeis. AGRADECIMENTOS Ao nosso único Deus que nos sustentou em todos os momentos de provações e nos ajudou a superar as dificuldades. Ao orientador deste trabalho, o Professor Itamar da Silva Rodrigues, pelo suporte e construção deste trabalho e por suas correções e incentivos. A esta Faculdade, pelo seu excelentíssimo corpo docente, pela direção e administração que nos proporcionou o suporte necessário para alcançarmos o mérito dessa graduação. Aos nossos familiares que muito nos apoiaram, incentivaram e nos amaram incondicionalmente. Por fim, a todos que direta ou indiretamente fizeram parte da nossa formação acadêmica, o nosso muito obrigado. O presente artigo procurou identificar a
14 14 REFERÊNCIAS 1 - ALMEIDA, José Othon Tavares de. O SPED e a transparência nas relações tributárias. Disponível em: < Acesso em: 08 out ANDER-EGG, Ezequiel. Introdución a las técnicas de investigación social: para trabajadores sociales. 7ª ed. Buenos Aires: Humanitas, AZEVEDO, Osmar Reis; MARIANO, Paulo Antônio. SPED Sistema Público de Escrituração Digital. São Paulo: IOB, BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Distrito Federal: Senado Federal: Centro Gráfico, BRASIL. Lei nº 5.172, de 25 de outubro de Dispõe sobre o Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à União, Estados e Municípios. Disponível em: < Acesso em: 12 nov BRASIL. Lei nº 9.430, de 30 de dezembro de Dispõe sobre a legislação tributária federal, as contribuições para a seguridade social, o processo administrativo de consulta e dá outras providências. Disponível em: < Acesso em 01 nov BRASIL. Lei nº 9.718, de 27 de novembro de Altera a Legislação Tributária Federal. Disponível em: < Acesso em: 06 out BRASIL. Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Disponível em: < /Legislacao/LeisComplementares/2006/leicp123.htm>. Acesso em: 06 out BRASIL. Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de Institui o Sistema Público de Escrituração Digital - Sped. Disponível em: < Acesso em: 02 nov BRASIL. Decreto nº , de 13 de janeiro de Institui o Livro Fiscal Eletrônico que substitui os livros fiscais relacionados no Decreto nº , de 22 de dezembro de 1997, e no Decreto nº , de 19 de janeiro de Disponível em: < /legislacao/telasaidadocumento.cfm?txtnumero=26529&txtano=2006&txttipo=6&txtparte=>. Acesso em: 02 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 985, de 22 de dezembro de Institui a Declaração de Serviços Médicos (Dmed). Disponível em: < idato=15951>. Acesso em: 15 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 127, de 30 de outubro de Institui a Declaração Integrada de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica - DIPJ e estabelece normas para a sua apresentação. Disponível em: < anotado&idato=14869>. Acesso em: 06 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1110, de 24 de dezembro de Dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) e aprova o Programa Gerador e as instruções para preenchimento da DCTF na versão "DCTF Mensal 1.8". Disponível em: < gov.br/sijut2consulta/link.action?idato=16082&visao=anotado>. Acesso em: 06 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1115, de 28 de dezembro de Dispõe sobre a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) e dá outras providências. Disponível em: < Acesso em: 06 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1125, de 31 de janeiro de Altera a Instrução Normativa RFB nº 985, de 22 de dezembro de 2009, que institui a Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed). Disponível em: < &idato=16097>. Acesso em: 06 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1177, de 25 de julho de Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 24 de dezembro de 2010, que dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). Disponível em: < action?visao=anotado&idato=16150>. Acesso em: 06 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1258, de 13 de março de Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 24 de dezembro de 2010, que dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) e aprova o Programa Gerador e as instruções para preenchimento da DCTF na versão DCTF Mensal 1.8. Disponível em: < link.action?visao=anotado&idato=37548>. Acesso em: 06 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1.420, de 19 de dezembro de Dispõe sobre a Escrituração Contábil Fiscal (ECF). Disponível em: < link.action?visao=anotado&idato=48711>. Acesso em: 10 nov
15 19 - BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1.422, de 19 de dezembro de Dispõe sobre a Escrituração Contábil Digital (ECD). Disponível em: < link.action?visao=anotado&idato=48709>. Acesso em: 10 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1.478, de 07 de julho de Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 24 de dezembro de 2010, que dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) e aprova o Programa Gerador e as instruções para preenchimento da DCTF na versão "DCTF Mensal 1.8". Disponível em: < link.action?visao=anotado&idato=53869>. Acesso em: 10 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1.484, de 31 de julho de Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 24 de dezembro de 2010, que dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) e aprova o Programa Gerador e as instruções para preenchimento da DCTF na versão DCTF Mensal 1.8, a Instrução Normativa RFB nº 1.469, de 28 de maio de 2014, que disciplina a aplicação das disposições referentes à opção pelos efeitos em 2014, previstas na Lei nº , de 13 de maio de 2014, e a Instrução Normativa RFB nº 1.478, de 7 de julho de Disponível em: < >. Acesso em: 10 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1.503, de 29 de outubro de Dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) e o Programa Gerador da Dirf 2015 (PGD Dirf 2015). Disponível em: < >. Acesso em: 10 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1.524, de 08 de dezembro de Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.422, de 19 de dezembro de 2013, que dispõe sobre a Escrituração Contábil Fiscal (ECF). Disponível em: < =59129>. Acesso em: 10 nov BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 1.574, de 24 de julho de Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.422, de 19 de dezembro de 2013, que dispõe sobre a Escrituração Contábil Fiscal (ECF). Disponível em: < >. Acesso em: 10 nov BRASIL. RECEITA FEDERAL DO BRASIL. O que é Simples Nacional?. Disponível em: < gov.br/simplesnacional/documentos/pagina.aspx?id=3>. Acesso em: 06 out BRASIL. RECEITA FEDERAL DO BRASIL. Lucro Presumido. Disponível em: < fazenda.gov.br/publico/perguntao/dipj2012/capituloxiii-irpj-lucropresumido2012.pdf>. Acesso em: 02 nov BRASIL. RECEITA FEDERAL DO BRASIL. Simples Nacional. Disponível em: < fazenda.gov.br/simplesnacional/perguntas/perguntas.aspx>. Acesso em: 06 out BRASIL. RECEITA FEDERAL DO BRASIL. Manual de Orientação do Leiaute da ECF, julho/2014. Disponível em: < Acesso em: 15 nov BRASIL. RECEITA FEDERAL DO BRASIL. Perguntas e Respostas: DIRF Disponível em: < 16 nov BRASIL. RECEITA FEDERAL DO BRASIL. SPED - Objetivos. Disponível em: < fazenda.gov.br/sobre-o-projeto/objetivos.htm>. 01 nov BRASIL. RECEITA FEDERAL DO BRASIL. SPED Contábil O que é. Disponível em: < receita.fazenda.gov.br/sistemas/sped-contabil/o-que-e.htm>. 01 nov CARDOSO, Ana Lucia F. C. Manual prático do Simples. Rio de Janeiro: COAD, CASTRO, Flávia de Almeida Viveiros de et al. Gestão e planejamento de tributos. Rio de Janeiro: FGV, DEIHL, Astor Antônio; TATIM, Denise Carvalho. Pesquisa em Ciências Sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, DUARTE, Roberto Dias. Big Brother Fiscal III: o Brasil na Era do conhecimento. Disponível em: < Brother-Fiscal-3.pdf>. Acesso em: 08 out ENDEAVOR BRASIL. Negócios legais crescem mais rápido: como fazer o planejamento tributário da sua empresa. Disponível em: < Acesso em: 17 nov FAUSTO, Boris. Historia do Brasil. 5. ed. São Paulo: Ed. Univ. São Paulo, FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica (Apostila). Fortaleza: UEC, GERHARDT, Tatiana Engel et al. Estrutura do Projeto de Pesquisa. In: GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo (org.). Métodos de Pesquisa. Porto Alegre: Editora UFRGS, HIGUCHI, Hiromi; HIGUCHI, Fábio Hiroshi; HIGUCHI, Celso Hiroyuki. Imposto de renda das empresas: interpretação e prática. 36. ed. São Paulo: IR Publicações,
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17 APÊNDICE 1 DEMONSTRATIVO ANALÍTICO: LUCRO PRESUMIDO
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