Manejo pré-abate de bovinos
|
|
|
- Augusto Bernardo Fonseca Cerveira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DESCANSO E DIETA HÍDRICA Manejo pré-abate de bovinos Rispoa (Regulação de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal) Objetivo: reduzir o conteúdo gástrico para facilitar a evisceração e repor as reservas de glicogênio muscular Os animais devem permanecer em descanso e dieta hídrica nos CURRAIS DE MATANÇA de 18 a 24 horas, podendo este período ser reduzido em função da menor distância percorrida (quando menor que duas horas) Perda de Peso vivo e carcaça Perda de peso vivo (conteúdo do trato digestório corresponde a 12 a 25% do PV) Visão Binocular 1
2 Área cega Visão Monocular Sem profundidade Zona de Fuga Ponto de equilíbrio 2
3 P P Recuar P P P Avançar 3
4 Embarque Ideal: plataforma de embarque na altura do caminhão No caso de rampas: paredes laterais sólidas, piso antiderrapante (travas de 10 cm de altura, fixadas a cada 30 cm) Recomendado a plataforma Rampas com inclinação de até 20 graus 4
5 Levantamento em frigorífico comercial de lesões em carcaças de bovinos 65,02 % das carcaças avaliadas apresentavam pelo menos uma lesão Média do tamanho das lesões: 32 cm 2 Bridi et al., 2009 Levantamento em frigorífico comercial de lesões em carcaças de bovinos Região coxal: 31,20% Região sacral: 20,53% Média do número de lesões por animal: 3,41 Região lombar: 35,04 % Tamanho médio das lesões: 19,05 cm 2 Região dianteiro: 13,33 % Bridi et al.,
6 Estresse no transporte Contenção Movimentação Mistura (se for necessária, realizar 24 horas antes do embarque para facilitar o embarque com grupos conhecidos) 6
7 TRANSPORTE TRANSPORTE Jornada de 5 horas = 4% Jornada de 15 horas = mais de 7% Perda de peso da carcaça Jornada de até 48 horas = de 1 a 8% Densidade de transporte Ideal Alta: 600 kg/ m 2 (não recomendado) Média: 400 kg/ m 2 Baixa: 200 kg/ m kg/ m 2 Densidade por área Densidade por metro linear Área recomendada por: Farm Animal Welfare Concil A = 0,021 P 0,67 A= área mínima (m 2 ) P = peso do animal kg Peso Vivo Kg Espaço linear m/cabeça 250 0, , , , , ,57 7
8 Características do caminhão Efeito da densidade de transporte em bovinos Plasma Densidade de transporte (kg/m 2 ) Fácil limpeza e desinfecção Não possuir bordas salientes ou cortantes Piso deve ser antiderrapante Portas com no mínimo 90 cm de largura Cortisol ng/ml 0,1 0,5 1,1 Glicose mmol/l 0,81 0,93 1,12 CK(uni/L) Escore de lesão 3,7 5,0 8,5 Efeito da densidade de transporte com duração de 16 horas na carcaça de bovinos Densidade 400 kg/m2 500 kg/m 2 Carcaças com lesão % 42,8 56,2 Tecido cutâneo 39,2 43,8 Tecido muscular 3,5 12,5 8
9 Desembarque Rampa de desembarque As rampas de desembarque devem possuir ângulo de inclinação inferior a 25 0, de concreto armado e com antiderrapante Instalações nos currais Problemas com contusões e feridas devem ser evitados para preservar a qualidade da carne e do couro: Instalações nos currais de embarque Cercas com arestas ou cantos pontiagudos Layout das carrocerias caminhões Treinamento de pessoal Equipamentos adequados 9
10 Problemas que impedem o movimento dos animais Iluminação: refugam quando coagidos a entrar em corredores ou seringas escuras. Reflexões e brilho de metais e poça d água também impedem o movimento dos animais; Contrastes: refugam se houver contraste grande; Movimentos Bruscos Barulho excessivo Curral Tradicional linha reta e visão lateral Curral Alternativo em curva e sem a visão lateral 10
11 Condução para o abate 11
12 Espera no Frigorífico Os currais de espera devem propiciar a separação dos animais em categorias (sexo, idade, etc) Os currais devem estar localizados nos dois lados de um corredor central de, no mínimo, 2 m de largura Densidade de 2,5 m 2 /450 kg / peso vivo As cercas devem possuir 2 metros de altura e possuir murretas sanitárias com 30 cm de altura Possuir seringa e brete de contenção para exame de fêmeas (idade e gestação) e inspeção de animais suspeitos Efeito da mistura de lotes na incidência de carnes DFD (Jones e Tong, 1989) Condução ao abate Piso antiderrapantes Evitar ao mínimo o risco de ferimentos e estresse Evitar o uso de bastões elétricos (recomedado até 40 V- 25% de uso ver local) 12
13 BANHO É obrigatório o banho de asperção, com água hiperclorada a 15 ppm, com jatos dispostos transversalmente, longitudinalmente e lateralmente com pressão inferior a 3 atm (forma de ducha) Banho de aspersão Finalidade do banho de aspersão Reduzir a sujidade e carga contaminante superficial Promover vasoconstrição periférica e vasodilatação interna Problema: Dificulta a entrada dos bovinos no restrainer 13
14 Seringa Abate dos animais Abate Humanitário Conjunto de procedimentos técnicos e científicos que garantam o bem-estar dos animais desde o embarque na propriedade até a operação de sangria no matadouro-frigorífico 14
15 INSENSIBILIZAÇÃO INSENSIBILIZAÇÃO BOVINOS Colocar o animal em estado de inconsciência, que dure até o fim da sangria, não causando sofrimento desnecessário e promovendo uma sangria tão completa quanto possível O animal não pode morrer com a insensibilização Boxes de contenção individualizados Métodos de atordoamento mecânico Percussivo penetrativo: pistola com dardo cativo. O dardo deve penetrar no córtex cerebral, através da região frontal Percurssivo não penetrativo: pistola que provoca um golpe mecânico, sem a penetração do dardo. Eletronarcose (usado para evitar a contaminação do prion) Tipos de pistolas Boxes de contenção individualizados Cartucho de explosão (com e sem penetração) Ar comprimido (com e sem penetração) Pistola pneumática 15
16 Pistola de dardo cativo explosão usado na concussão cerebral de animais Pistola Pneumática que usa dardo cativo Pistola com acionamento com cartucho de explosão Métodos de atordoamento mecânico Percussivo não penetrativo 16
17 Energia cinética recomendada para insensibilizar um bovino europeu de 3 anos = 122 J Ec = ½ massa do dardo (kg) x V 2 (m/s) Se tiver 150g e velocidade de 60 m/s? E se diminuir a massa do dardo pela metade? E se diminuir a velocidade do dardo pela metade? A) 270 J B) 135 J Com penetração C) 67,5 J X 17
18 X Sem penetração Local da insensibilização 18
19 Sinais de insensibilização Abate Kasher ou Kosher Queda Sem vocalização Sem reflexo reticular Língua solta Sem tentativa de levantar Mandibula relaxada Abate Judaico Realizado através da degola cruenta: corte das artérias carótidas e veias jugulares, sem atingir as vértebras cervicais. SANGRIA Deve ser iniciada logo após a insensibilização do animal (máximo um minuto após a insensibilização) É realizada pela secção dos grandes vasos do pescoço, na altura da entrada do peito Na calha de sangria não é permitido nehuma operação que envolva multilação O animal deverá permanecer na calha de sangria por no mínimo 3 minutos 19
20 Logo após a insensibilização ocorre aumento da frequência cardíaca, facilitando a sangria O volume de sangue dos bovinos é estimado em 6,4 a 8,2 l/100kg PV A quantidade de sangue obtido na sangria é de 3,96 l/100 kg PV ESFOLA BOVINOS Preferencialmente usar a esfola aérea: uso de facas elétricas ou pneumáticas (esfola manual) ou uso de máquinas Pode ser usada sobre cama elevada (armação de canos ou tubos galvanizados) 20
21 21
Curral Anti-Estresse MANEJO PRÉ-ABATE, ABATE E PÓS- ABATE DE BOVINOS
MANEJO PRÉ-ABATE, ABATE E PÓS- ABATE DE BOVINOS Distância de fuga Espaço individual Animal Esquema ilustrativo do Espaço Individual e a Distância de Fuga (existência de diferenças entre os indivíduos)
UNIDADE ESTADUAL DE INSPEÇÃO ANIMAL-UEIA LAUDO DE VISTORIA
UNIDADE ESTADUAL DE INSPEÇÃO ANIMAL-UEIA NOME DO ABATEDOURO: Matadouro municipal público de Iguaracy ENDEREÇO: Bairro Frei Damião DATA: 18 de outubro de 2012 FISCAIS RESPONSÁVEIS PELA VISTORIA: André Breuel
Manejo pré-abate e qualidade da carne
ARTIGOS TÉCNICOS 07/2006 Angélica Simone Cravo Pereira Médica Veterinária, D.Sc - Zootecnia Certificadora Programa Carne Angus Certificada [email protected] Mariana Rosário Freitas Lopes Graduanda
NORMAS PARA CONSTRUÇÃO DE MATADOURO DE BOVINOS E SUÍNOS
NORMAS PARA CONSTRUÇÃO DE MATADOURO DE BOVINOS E SUÍNOS 1 - Localizar-se em pontos distantes de fontes produtoras de odores desagradáveis de qualquer natureza. 2 - Ser instalado, de preferência, no centro
LAUDO DE VISTORIA MATADOUROS
LAUDO DE VISTORIA MATADOUROS UNIDADE ESTADUAL DE INSPEÇÃO ANIMAL UEIA NOME DO ESTABELECIMENTO: Agroeste Carnes e Defumados Ltda NOME DE FANTASIA: Matadouro de São Lourenço da Mata ENDEREÇO: Av.Miguel Labanca
Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 17 DE JANEIRO DE 2000 O SECRETARIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,
Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico
Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico fonte: PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Las Dimensiones en los Espacios Interiores. Mexico: Gustavo Gili, 1996 [1979]. Pg
Preparo da mão de obra para o manejo sanitário em confinamentos no Brasil
Preparo da mão de obra para o manejo sanitário em confinamentos no Brasil Introdução Um dos grandes desafios nas próximas décadas será atender as demandas crescentes por alimentos e, ao mesmo, produzí
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA 26. Considere o desenho abaixo: Dentre as vista apresentadas a seguir, qual representa corretamente a elevação (vista frontal)? a) b) c) d) e)
MANEJO DA VENTILAÇÃO PARA FRANGOS
Universidade Federal do Pampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Avicultura I MANEJO DA VENTILAÇÃO PARA FRANGOS Profa. Lilian Kratz Semestre 2016/1 Conceitos importantes Ventilação mínima
CONTEÚDO Efetuadores Projeto 01 Motor de Passo
EFETUADORES Introdução; Definição e Objetivo; Acionamento; Medição; Classificação. CONTEÚDO Efetuadores Projeto 01 Motor de Passo INTRODUÇÃO O objetivo dos robôs manipuladores é interagir com seu meio
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 17 Instalações de Esgoto Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de esgotamento sanitário Objetivo
Banheiro. 7.3.4 Boxes para chuveiro e ducha. 7.3.4.1 Área de transferência
Banheiro 7.3.4 Boxes para chuveiro e ducha 7.3.4.1 Área de transferência Para boxes de chuveiros deve ser prevista área de transferência externa ao boxe, de forma a permitir a aproximação paralela, devendo
ESTRADAS E AEROPORTOS. Prof. Vinícius C. Patrizzi
ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi 1. SISTEMA DE PISTA: O sistema de pistas de pouso e decolagem de um aeroporto consiste do pavimento estrutural (a pista propriamente dita), os acostamentos,
Capítulo TRABALHO E ENERGIA
Capítulo 6 TRABALHO E ENERGIA A B C DISCIPLINA DE FÍSICA CAPÍTULO 6 - TRABALHO E ENERGIA 6.1 Um bloco, com 20kg de massa, sobe uma rampa com 15º de inclinação e percorre 55,375 metros até parar. Os coeficientes
Problemas de Mecânica e Ondas 8
Problemas de Mecânica e Ondas 8 P 8.1. ( Introdução à Física, J. Dias de Deus et. al. ) a) A figura representa uma onda aproximadamente sinusoidal no mar e uma boia para prender um barco, que efectua 10
Vestibular Nacional Unicamp 1998. 2 ª Fase - 13 de Janeiro de 1998. Física
Vestibular Nacional Unicamp 1998 2 ª Fase - 13 de Janeiro de 1998 Física 1 FÍSICA Atenção: Escreva a resolução COMPLETA de cada questão nos espaços reservados para as mesmas. Adote a aceleração da gravidade
12 LAUDO TÉCNICO-SANITÁRIO DE ESTABELECIMENTO ABATEDOURO/FRIGORÍFICO DE BOVINOS E/OU SUÍNOS
12 LAUDO TÉCNICO-SANITÁRIO DE ESTABELECIMENTO I UNIDADE REGIONAL ESCRITÓRIO II FINALIDADE DO LAUDO-TÉCNICO SANITÁRIO DO ESTABELECIMENTO REGISTRO DE ESTABELECIMENTO REFORMA/AMPLIAÇÃO DE ESTABELECIMENTO
Painéis de Concreto Armado
CONCEITO É constituído por painéis estruturais pré-moldados maciços de concreto armado e pelas ligações entre eles. Destina-se à construção de paredes de edifícios habitacionais de até 5 pavimentos. A
ORIENTAÇÕES PARA DESENVOLVIMENTO DE PLANTAS ARQUITETÔNICAS
ORIENTAÇÕES PARA DESENVOLVIMENTO DE PLANTAS ARQUITETÔNICAS Este resumo foi preparado listando as informações mais importantes para que se desenvolvam desenhos de arquitetura com clareza, critério e precisão.
OBJETIVO: APLICAÇÃO:
OBJETIVO: Este manual tem por objetivo sugerir os procedimentos, do ponto de vista técnico, para execução da infra-estrutura interna das unidades usuárias dos serviços em fibra óptica da Copel Telecomunicações.
MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA (CONCURSO PÚBLICO PARA INGRESSO NO CORPO DE ENGENHEIROS DA MARINHA / CP-CEM/2016 )
MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA (CONCURSO PÚBLICO PARA INGRESSO NO CORPO DE ENGENHEIROS DA MARINHA / CP-CEM/2016 ) NÃO ESTÁ AUTORIZADA A UTILIZAÇÃO DE MATERIAL EXTRA PROVA ESCRITA OBJETIVA
Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA. Ondas Sonoras. Prof. Luis Gomez
Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA Ondas Sonoras Prof. Luis Gomez SUMÁRIO Introdução Ondas sonoras. Características de som Velocidade do som Ondas sonoras em propagação Interferência Potencia, intensidade
MANEJO PRÉ ABATE DE SUÍNOS
MANEJO PRÉ ABATE DE SUÍNOS Prejuízos decorrentes do manejo pré abate inadequado Prejuízos ao criador, ao comprador ou ao frigorífico PERDAS ANUAIS: Canadá: 1.500 t. de carne Austrália: U$ 20 milhões Estados
Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios
Página 1 de 5 Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Capitulos 01 - Requisitos 02 - Etaqpas 03 - Traçado 04 - Trafego e Clssificação 05 - Geometria 06 - Caracteristicas Técnicas 07 - Distancia
Ferimentos, Hemorragias e Choques
Ferimentos, Hemorragias e Choques Ferimentos AGRESSÃO À INTEGRIDADE DO TECIDO PODE SER ABERTO OU FECHADO ABERTO: OCORRE LESÃO ABERTA NA PELE OU MUSOCA, PERMITINDO A COMUNICAÇÃO ENTRE O MEIO INTERNO E EXTERNO.
TECNOLOGIA DE CARNES. Prof. Wladimir Padilha da Silva
TECNOLOGIA DE CARNES Prof. Wladimir Padilha da Silva MANEJO PRÉ-ABATE MANEJO PRÉ-ABATE Bem estar animal e Abate humanitário Bem estar animal e Abate humanitário Aspectos éticos e morais O boi é bicho mas
ABATE DE SUÍNOS. Figura 1. Abate suíno no Brasil e em São Paulo (ABIPECS, 2006)
ABATE DE SUÍNOS Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: [email protected].) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: [email protected].) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO A carne
17.2. Levantamento, transporte e descarga individual de materiais.
NR 17 - Ergonomia 17.1. Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar
PROCEDIMENTO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA
1. PROCEDIMENTO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE Para primeira análise: I. Levantamento Planialtimétrico; II. Projeto de Arquitetura 1 via; III. Memorial de Cálculo de Área Construída e Memorial de Cálculo
INSPEÇÃO SANITÁRIA DE CARNES E DERIVADOS MÉTODOS DE ABATE
INSPEÇÃO SANITÁRIA DE CARNES E DERIVADOS MÉTODOS DE ABATE Profª Msc. Tatiane da S. Poló TÓPICOS DA AULA Insensibilização Métodos de abate com insensibilização Mecânico percussivo Avaliar insensibilidade
APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 4 Práticas de Instalação
APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 4 Práticas de Instalação Instalação de cabos e hardware metálicos Devem ser instalados de forma que se permita uma inspeção visual. Cabos com capa danificada; Cabos com
INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO MODELO SPIRATRON / ROTO-FINISH
INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO MODELO SPIRATRON / ROTO-FINISH COLOCAR O SPIRATRON EM CHÃO NIVELADO E RETIRAR OS CALÇOS QUE FIXAM A CAÇAMBA À BASE, DURANTE O TRANSPORTE. NÃO É NECESSÁRIO CHUMBAR
URE Sistemas de Ar Comprimido. URE - Sistemas de Ar Comprimido. 1
URE Sistemas de Ar Comprimido URE - Sistemas de Ar Comprimido. 1 Aplicação do ar comprimido (I) O ar comprimido é utilizado atualmente em larga escala nos mais diversos processos porque apresenta inúmeras
MANUAL DE QUALIDADE DO FRIGORÍFICO. Módulo I Qualidade da Carne 1. INTRODUÇÃO
MANUAL DE QUALIDADE DO FRIGORÍFICO Módulo I Qualidade da Carne 1. INTRODUÇÃO O Programa de Qualidade Nelore Natural - PQNN, da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil - ACNB, é um conjunto de ações
FLUXOGRAMA DO EMBARQUE AO ABATE
RENDIMENTO DE CARCAÇA FLUXOGRAMA DO EMBARQUE AO ABATE PVF = c/ pernoite em jejum (fechado à tarde, pesado de manhã). PVA = na manhã seguinte, no momento de abater (ou 24h jejum). PVZ = é o PVA descontado
PLANEJAMENTO DAS OBRAS DE DRAGAGEM
PLANEJAMENTO DAS OBRAS DE DRAGAGEM Objetivo Geral do Planejamento das Obras 1) Considerando que os serviços de dragagem, normalmente, exigem não só elevados custos em sua execução, mas ainda, uma técnica
física caderno de prova instruções informações gerais 13/12/2009 boa prova! 2ª fase exame discursivo
2ª fase exame discursivo 13/12/2009 física caderno de prova Este caderno, com dezesseis páginas numeradas sequencialmente, contém dez questões de Física. Não abra o caderno antes de receber autorização.
Perturbação que se transmite de um ponto para o outro (que se propaga no espaço), transportando energia.
ONDAS O que é uma onda? Perturbação que se transmite de um ponto para o outro (que se propaga no espaço), transportando energia. Ondas ONDAS Electromagnéticas mecânicas Ondas Mecânicas Produzidas por perturbação
INFLUÊNCIA DO MANEJO PRÉ-ABATE DE BOVINOS NA INDÚSTRIA SOBRE OS PARÂMETROS DE BEM-ESTAR ANIMAL E IMPACTOS NO ph 24 HORAS POST MORTEM
Original Article 194 INFLUÊNCIA DO MANEJO PRÉ-ABATE DE BOVINOS NA INDÚSTRIA SOBRE OS PARÂMETROS DE BEM-ESTAR ANIMAL E IMPACTOS NO ph 24 HORAS POST MORTEM INFLUENCE OF HANDLING PRE-SLAUGHTER CATTLE INDUSTRY
Operação de Empilhadeira
Operação de Empilhadeira PROFESSOR AZEVEDO REVELA EXATAMENTE TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O ASSUNTO Treinamento Básico de Segurança para Operadores de Empilhadeira Neste ebook você vai saber os
PASTEJO ROTACIONADO 1: PONTOS CRÍTICOS NA IMPLANTAÇÃO. Augusto Zonta Zootecnista, Ms, PqC do Polo Regional da Alta Paulista/APTA [email protected].
PASTEJO ROTACIONADO 1: PONTOS CRÍTICOS NA IMPLANTAÇÃO Augusto Zonta Zootecnista, Ms, PqC do Polo Regional da Alta Paulista/APTA [email protected] Márcia Cristina de Mello Zonta Zootecnista, Ms, Técnica
A DRACO Soluções especializada em Metais Sanitários para sanitários
A DRACO Soluções especializada em Metais Sanitários para sanitários de uso institucional, dispõe de uma linha de duchas econômicas. Diferentemente das duchas tradicionais que dispensam em média 5 litros
Coleta de Sangue Veterinária
Coleta de Sangue Veterinária Animais de Pequeno, Médio e Grande Porte Produtos BD www.grupoalfalab.com Tel: (21) 2557-4590 [email protected] (21) 2205-6847 Animais de Pequeno Porte Cuidado com a
PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS
27 PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS PROJETO GEOMÉTRICO DE VIAS 4 SEÇÃO TRANSVERSAL 4.1 ELEMENTOS BÁSICOS DIMENSÕES Perpendicularmente ao eixo, a estrada pode ser constiutída pelos seguintes elementos:
IMPORTANTE: Manter as vias aéreas desobstruídas. Divisão:
SISTEMA RESPIRATÓRIO É uma característica dos seres vivos, pois o O² O é importante para energia celular. Obtemos o O² O do ar que respiramos. FUNÇÃO: Responsável pela respiração, isto é: Fornecimento
1ª Ficha de Avaliação Física e Química do 8ºAno Avaliação:
1ª Ficha de Avaliação Física e Química do 8ºAno Avaliação: Ano Letivo:2013/2014 Data: 7/11/2013 Prof: Paula Silva Nome: Nº. Turma: 8ºH Professor: E. Educação: 1. Observa a banda desenhada ao lado e comenta-a
LISTA DE EXERCÍCIOS Trabalho, Calor e Primeira Lei da Termodinâmica para Sistemas
- 1 - LISTA DE EXERCÍCIOS Trabalho, Calor e Primeira Lei da Termodinâmica para Sistemas 1. Um aquecedor de ambientes a vapor, localizado em um quarto, é alimentado com vapor saturado de água a 115 kpa.
SIM- SERVIÇO DE INSPEÇÃO MUNICIPAL
NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA RECADASTRAMENTO, REGISTRO E/OU APROVAÇÃO DE PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS NO SIM, CONFORME A LEGISLAÇÃO VIGENTE. A) Para recadastrar,aprovar o projeto e/ou alterações : 1- Mandar
PULSOS Fisiologia. Sistema Circulatório. Aorta Artérias Arteríolas Capilares Vénulas Veias Cavas
PULSOS Fisiologia Sistema Circulatório Aorta Artérias Arteríolas Capilares Vénulas Veias Cavas 1 PULSO Definições: movimento vibratório rítmico; expansão e retracção regulares e repetidas de uma artéria,
ELEMENTOS BÁSICOS PARA O PROJETO DE UMA ESTRADA
ELEMENTOS BÁSICOS PARA O PROJETO DE UMA ESTRADA Introdução Um bom projeto de uma estrada procura evitar: Curvas fechadas e frequentes Greide muito quebrado Declividades fortes Visibilidade deficiente Elementos
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS. 3.1 Sistema Direto
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS 3.1 Sistema Direto No sistema direto, as peças de utilização do edifício estão ligadas diretamente aos elementos que constituem o abastecimento, ou seja, a instalação é a própria
COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A CURTAS DISTÂNCIAS
LOGO FQA COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A CURTAS DISTÂNCIAS Propagação de um sinal Energia e velocidade de propagação (modelo ondulatório) Transmissão de sinais Sinal - é qualquer espécie de perturbação que
v = velocidade média, m/s; a = aceleração média do corpo, m/s 2 ;
1. Cinemática Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias - Laboratório de Engenharia Agrícola EAG 0304 Mecânica Aplicada Prof. Ricardo Ferreira
MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO. O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos.
MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos. ÍNDICE O QUE É ABRIGO MODELO? VANTAGENS DO NOVO ABRIGO COMO INSTALAR POSIÇÕES POSSÍVEIS PARA INSTALAÇÃO MATERIAIS
COMO CONSTRUIR SUA CALÇADA
PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE AMPARO COMO CONSTRUIR SUA CALÇADA Guia Prático para deixar nossa cidade ainda mais bonita e acessível ÍNDICE A Prefeitura Municipal de Amparo, vem, através
Fenômenos de Transporte
Objetivos Fenômenos de Transporte II - Conceitos Fundamentais Caracterizar o campo de velocidade. Descrever os diversos tipos de escoamento e as diferentes formas de representá-los graficamente. Prof.
Manual de instruções. Rampa de moto 250
Manual de instruções Rampa de moto 250 Apresentação Somos uma empresa voltada no ramo de equipamentos para auto centers e borracharias em geral, contamos com uma linha de funcionários altamente qualificada
1 van 1 11/04/2008 19:30
Calcareadora Tração Animal http://www.iadel.com.br/prod07.htm 1 van 1 11/04/2008 19:30 Calcareadora Tração Animal Dados técnicos: Capacidade total de carga de 400 kg de calcário ou esterco orgânico. Com
PROVAS DE GANHO EM PESO
PROVAS DE GANHO EM PESO A Prova de Ganho em Peso (PGP) consiste em submeter animais machos, portadores de RGN e com variação de idade de no máximo 90 (noventa) dias, a um mesmo manejo e regime alimentar
Rodas Laminadas para Acabamento Rodas Laminadas para Remoção de Rebarbas Leves Scotch-Brite Industrial
3 Rodas Laminadas para Acabamento Rodas Laminadas para Remoção de Rebarbas Leves Scotch-Brite Industrial Dados Técnicos Fevereiro/2004 Substitui: Janeiro/2002 Página 1 de 6 Introdução: As Rodas Laminadas
5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 14
Ondas 5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Introdução: elementos básicos sobre ondas De maneira geral, uma onda é qualquer sinal que se transmite de um ponto a outro
DIGITALIS S.r.l. SISTEMA AMBIENTE DIAGRAMA DA ANÁLISE ERGONÔMICA
POSIÇÃO DE TRABALHO NÚMERO NO MAPA SOBRENOME E NOME sexo..m F... DATA DE NASCIMENTO. DATA DE NEGOCIAÇÃO TAREFA. ATIVIDADE FASE DE TRABALHO. HORAS DE TRABALHO AO DIA. HORAS DE TRABALHO POR SEMANA. TURNO:
Capítulo 6 Sistemas Computadorizados de Auxílio ao Diagnóstico Médico
25 Capítulo 6 Sistemas Computadorizados de Auxílio ao Diagnóstico Médico Existem diversos tipos de aplicações já desenvolvidas envolvendo o uso de processamento de imagens médicas, a fim de auxiliar o
Manejo pré-abate de suínos
Manejo pré-abate adequado evita: Manejo pré-abate de suínos Desencadeamento de estresse Perda de peso na carcaça Ana Maria Bridi Departamento de Zootecnia - UEL Morte do animal (DOA - Death on arrival)
PLANO DE ESTUDO TRIMESTRE:1º
C O L É G I O K E N N E D Y / R E D E P I T Á G O R A S PLANO DE ESTUDO TRIMESTRE:1º PLANO DE ESTUDO PROFESSOR:MARCÃO DATA DA AVALIAÇÃO: 30/09/16 CONTEÚDO(S) A SER(EM) COBRADO(S) NA AVALIAÇÃO: DISCIPLINA:
ANEXO II ESCRITÓRIO NA RESIDÊNCIA DO TELETRABALHADOR
ANEXO II ESCRITÓRIO NA RESIDÊNCIA DO TELETRABALHADOR Este anexo tem como finalidade informar ao candidato parâmetros mínimos que atendam as normas de ergonomia, de ambiente e de elétrica, para que o empregado
TESTES DE HABILIDADES TÉCNICAS: THT
TESTES DE HABILIDADES TÉCNICAS: THT OBJETIVO Analisar o nível de habilidade técnica de crianças escolares nas faixas etárias de 06 a 14 anos de idade; através dos procedimentos de avaliação específicos
APRESENTAÇÃO... IN MEMORIAM...
APRESENTAÇÃO.... IN MEMORIAM.... XI XIII Capítulo 1 NOÇÕES SOBRE GEOLOGIA... 1 1.1 Conceito e Escopo... 1 1.2 A Terra e Suas Camadas... 2 1.2.1 Aspectos gerais... 2 1.2.2 Divisão das camadas... 2 1.3 A
Prof. SILVIO MOURE CICERO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESALQ - PIRACICABA - BRASIL PRODUÇÃO DE SEMENTES DE MILHO HÍBRIDO
Prof. SILVIO MOURE CICERO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESALQ - PIRACICABA - BRASIL PRODUÇÃO DE SEMENTES DE MILHO HÍBRIDO 1. INTRODUÇÃO CAMPO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS X CAMPO DE PRODUÇÃO DE SEMENTES 2. PRODUÇÃO
Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A.
ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210-3122 Fax: (021) 240-8249/532-2143
CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES ERGONÔMICAS EM POSTOS DE TRABALHO E AMBIENTES INFORMATIZADOS
1 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES ERGONÔMICAS EM POSTOS DE TRABALHO E AMBIENTES INFORMATIZADOS Versão 2014 Autor: Hudson Couto Colaboradores: Dr. Edivaldo Sanábio, Remi Lópes Antonio e Humberto
1. SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIOS
1. SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIOS 1.1 - CONCEPÇÃO DO PROJETO: O projeto constará de plantas, detalhes, memória de cálculo e especificações, que sejam necessárias para que haja o perfeito entendimento. 1.
PAC 08. Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos
Página 1 de 7 Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos Página 2 de 7 1. Objetivo-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03
Sistema elétrico. Geração Transmissão Transformação
Sistema elétrico O sistema elétrico está formado pelo conjunto de estruturas e obras civis responsáveis por enviar energia elétrica aos consumidores O sistema elétrico está dividido em 3 partes principais
Especificação Técnica. Fresadora a frio W 35 DC
Especificação Técnica Fresadora a frio W 35 DC Especificação Técnica Fresadora a frio W 35 DC Largura de fresagem máx. Profundidade de fresagem * 1 350 mm (opcionalmente 500 mm) 0 110 mm Tambor fresador
Amolar: esta operação consiste num desbaste coma a pedra de esmeril. Operar sempre do lado do bisei.
O COMEÇO Afiar consiste em dar à superfície de corte de uma ferramenta a sua forma original. Consoante a ferramenta e o estado de desgaste do gume, são utilizadas diversas ferramentas de afiar: rodas de
60 a 105 m/min A B AU OPH LU X Y1 (1) Y2 (3) 800 1750 1790 1830 (3) 8 1250 1200 800 1750 1590 1630 (3) 8 1300 1150 800 1750 1540 1580 (3)
Cabinas export Dimensionamento Elevador com máquinas com engrenagem contrapeso ao fundo Dimensões de cabina com porta abertura central Cap.de Cabina Porta 1 a 1,75 m/s passageiros Largura Profundidade
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Departamento de Engenharia Mecânica. Elementos de Máquinas I Elementos de União
Elementos de Máquinas I Elementos de União 1. INTRODUÇÃO Elementos de Máquinas I 1.1.DEFINIÇÕES USUAIS "Processo de união de metais por fusão". (não só metais e não apenas por fusão) "União de duas ou
08/10/2008. ventrículo direito - pulmões - átrio esquerdo. ventrículo esquerdo - artérias - capilares - veias -
VÁLVULAS CARDÍACAS DURANTE A SÍSTOLE Sistema Circulatório Semilunares (aórtica e pulmonar) Lado Direito Válvula Tricúpide Lado Esquerdo Válvula Bicúspide ou mitral VÁLVULAS CARDÍACAS DURANTE A DIÁSTOLE
3 Barreiras de Fogo - Sistema C-AJ-5030
3 Barreiras de Fogo - Sistema C-AJ-5030 Dados Técnicos Junho/02 Substitui: Janeiro/01 Tubos Metálicos Isolados F 1 and 2 horas (veja o item 1) T 0 horas L Temperatura Ambiente 0,30 m³/m² ( 2 CFM/sq ft)
NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Centro de Ciências Agrárias, Biológicas e Ambientais NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO Vital Pedro da Silva Paz [email protected] Francisco A. C. Pereira [email protected]
FÍSICA. Adote a aceleração da gravidade g = 10 m/s 2.
FÍSICA Adote a aceleração da gravidade g = 10 m/s 2. 1. As faixas de aceleração das auto-estradas devem ser longas o suficiente para permitir que um carro partindo do repouso atinja a velocidade de 100
Pisani Plásticos S.A. BR 116 - Km 146,3 - Nº 15.602 - C.P. 956-95059-520 - Caxias do Sul - RS - Brasil Fone: 55 54 2101.8700 - Fax: 55 54 2101.
Pisani Plásticos S.A. BR 116 - Km 146,3 - Nº 15.602 - C.P. 956-95059-520 - Caxias do Sul - RS - Brasil Fone: 55 54 2101.8700 - Fax: 55 54 2101.8740 FILIAIS: Pindamonhangaba - SP e Recife - PE www.pisani.com.br
série KAT Unidades de transferência de ar acústica www.koolair.com
série Unidades de transferência de ar acústica www.koolair.com 1 Unidade de transferência de ar acústica ÍNDICE Unidade de transferência de ar acústica. 2 Dimensões. 3 Dados técnicos. 5 Codificação. 7
BENFEITORIAS PARA A CRIAÇÃO DO BICHO-DA-SEDA
1 BENFEITORIAS PARA A CRIAÇÃO DO BICHO-DA-SEDA As benfeitorias para a criação do bicho-da-seda são chocadeira ou criadeira, sirgaria ou barracão, depósito de ramos da amoreira, depósito de bosques, depósito
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA
Anexo II.7 Especificações de Garagem PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA ÍNDICE 1 ESPECIFICAÇÕES DE GARAGEM... 2 1.1Instalações... 2 1.2Pátio... 2 1.3Posto de Abastecimento... 2 1.4Lavagem... 3 1.5Inspeção
Instalações para Bovinos de Corte. Profa. Dra. Letícia Ane Sizuki Nociti
Instalações para Bovinos de Corte Profa. Dra. Letícia Ane Sizuki Nociti Aspectos gerais As instalações adequadas facilitam o bom manejo do rebanho, devendo ser bem planejadas, projetadas e construídas,
COORDENADORIA DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL -.C.I.S.P.O.A.-
COORDENADORIA DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL -.C.I.S.P.O.A.- MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM E INDUSTRIALIZAM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL E SEUS
I TORNEIO DE INTEGRAÇÃO CIENTÍFICA TIC
I TORNEIO DE INTEGRAÇÃO CIENTÍFICA TIC EDITAL DO DESAFIO ÁREA: RECURSOS HÍDRICOS TEMA: BOMBEAMENTO ALTERNATIVO DE ÁGUA Maceió 2012 1- Introdução Diante da preocupação atual com a preservação do meio ambiente,
GUIA DE INFORMAÇÕES PARA REGISTRO DE INDÚSTRIAS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
GUIA DE INFORMAÇÕES PARA REGISTRO DE INDÚSTRIAS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL REGISTRO, RELACIONAMENTO E TRANSFERÊNCIA: Propriedades e Estabelecimentos sujeitos a registro: - Matadouro-Frigorífico; - Fábrica
Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S.
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S. Email: [email protected] www.vigoderis.hol.es Deve-se evitar a descontinuidade da produção
Eutanásia em Animais de Laboratório
Eutanásia em Animais de Laboratório Leonardo Toshio Oshio Médico Veterinário Centro de Biologia da Reprodução - CBR/UFJF Juiz de Fora, Minas Gerais Eutanásia Derivado do grego Euthanasia Eu Boa e Thanatos
1 a fase prova para alunos do 9º ano (8 a série)
1 a fase prova para alunos do 9º ano (8 a série) LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Esta prova destina-se exclusivamente a alunos do 9º ano (8ª série). Ela contém vinte questões. 02) Cada questão
Sistema de proteção por extintores de incêndio
Outubro 2014 Vigência: 08 outubro 2014 NPT 021 Sistema de proteção por extintores de incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:03 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: PROGRAMA: ÁREA: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETROTÉCNCIA FOLHA 1 de 5 ÍNDICE DE REVISÕES
