Reforma Política e Eleições 2016
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- Gilberto Braga Canedo
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1 Reforma Política e Eleições 2016 Resumo das principais alterações promovidas pela Lei nº , de 29 de setembro de 2015, e seus impactos nas eleições municipais de Diogo Mendonça Cruvinel Secretário Judiciário
2 ALTERAÇÕES ORGANIZADAS POR MATÉRIA 1. REGISTRO DE CANDIDATURA 1.1. Prazo para realização das convenções 1.2. Prazo para registro de candidatura 1.3. Prazo para o julgamento dos registros de candidatura (inclusive os impugnados e os recursos) 1.4. Domicílio eleitoral do candidato na respectiva circunscrição 1.5. Tempo mínimo de filiação partidária 1.6. Número máximo de candidatos a serem registrados para o cargo de vereador (eleições 2016) 1.7. Vagas remanescentes 1.8. Idade mínima para candidato a vereador 2. PROPAGANDA POLÍTICA 2.1. Início do período das campanhas eleitorais 2.2. Propaganda em bens particulares 2.3. Programa de rádio ou TV apresentado ou comentado por pré-candidato 2.4. Debates 2.5. Período do Horário Eleitoral Gratuito 2.6. Horário Eleitoral Gratuito propaganda em bloco Horário Eleitoral Gratuito propaganda em bloco para Prefeito Horário Eleitoral Gratuito propaganda em bloco para Vereador 2.7. Horário Eleitoral Gratuito propaganda em inserções Horário Eleitoral Gratuito propaganda em inserções para Prefeito Horário Eleitoral Gratuito propaganda em inserções para Vereador 2.8. Distribuição do tempo do Horário Eleitoral Gratuito entre os partidos e coligações 2.9. Limite de gastos com propaganda institucional no ano de eleições (1º semestre) 3. FINANCIAMENTO DE CAMPANHA E PRESTAÇÃO DE CONTAS 3.1. Doação de recursos financeiros para partidos políticos 3.2. Doação de recursos financeiros para candidatos 3.3. Fixação dos limites de gastos de campanha 3.4. Multa pelo descumprimento dos limites de gastos de campanha 3.5. Prestações de contas parciais 3.6. Prestação de contas simplificada 3.7. Prazo para julgamento das contas dos candidatos eleitos 4. TEMAS DIVERSOS 4.1. Infidelidade partidária 4.2. Cláusula de barreira para candidato 4.3. Eleições extemporâneas 4.4. Voto em trânsito Legislação alterada pela Reforma Política: Lei nº 4.737/65 Código Eleitoral (CE) Lei nº 9.096/95 Lei dos Partidos Políticos (LPP) Lei nº 9.504/97 Lei das Eleições (LE)
3 1. REGISTRO DE CANDIDATURA 1.1. Prazo para realização das convenções Antes: de 12 a 30 de junho do ano das eleições. Agora: de 20 de julho a 5 de agosto do ano das eleições. - Lei nº 9.504/97, art. 8º. - Res. TSE nº /15, art. 8º Prazo para registro de candidatura Antes: até 5 de julho. Agora: até 15 de agosto. - Lei nº 9.504/97, art.11, caput. - Res. TSE nº /15, art Prazo para o julgamento dos registros de candidatura (inclusive os impugnados e os recursos) Antes: até 45 dias antes da data das eleições. Agora: até 20 dias antes da data das eleições (12 de setembro de 2016). - Lei nº 9.504/97, art.16, 1º. - Res. TSE nº /15, art Domicílio eleitoral do candidato na respectiva circunscrição (SEM ALTERAÇÃO) Antes: pelo menos 1 ano antes do pleito. Agora: pelo menos 1 ano antes do pleito (2 de outubro de 2015). - Lei nº 9.504/97, art.9º. - Lei nº 9.096/95, art Res. TSE nº /15, art. 12.
4 1.5. Tempo mínimo de filiação partidária Antes: 1 ano antes do pleito. Agora: 6 meses antes do pleito (2 de abril de 2016, desde que o estatuto do partido não estabeleça prazo superior). - Lei nº 9.504/97, art.9º. - Lei nº 9.096/95, art Res. TSE nº /15, art Número máximo de candidatos a serem registrados para o cargo de vereador (eleições 2016) Antes: Partido isolado: 150% do número de lugares a preencher. Coligações: 200% do número de lugares a preencher Agora: Partido isolado: 150% do número de lugares a preencher. Coligações: 150% do número de lugares a preencher. Exceção: Nos municípios com até 100 mil eleitores as coligações poderão registar até 200% do número de lugares a preencher. - Lei nº 9.504/97, art Res. TSE nº /15, art Vagas remanescentes Antes: preenchimento até 60 dias antes do pleito. Agora: preenchimento até 30 dias antes do pleito (2 de setembro de 2016). - Lei nº 9.504/97, art.10, 5º. - Res. TSE nº /15, art. 20, 7º Idade mínima para candidato a vereador Antes: 18 anos completos até a data da posse. Agora: 18 anos completos até o dia 15 de agosto (data-limite para o registro). - Lei nº 9.504/97, art. 11, 2º. - Res. TSE nº /15, art. 11, 2º.
5 2. PROPAGANDA POLÍTICA 2.1. Início do período das campanhas eleitorais Antes: após o dia 5 de julho. Agora: após o dia 15 de agosto. - Lei nº 9.504/97, art Res. TSE nº /15, art. 1º Propaganda em bens particulares Antes: placas, faixas, cartazes e pinturas em muro eram permitidas, até o limite de 4 m 2. Agora: permitido apenas adesivo ou papel, até o limite de 0,5 m 2. - Lei nº 9.504/97, art. 37, 2º. - Res. TSE nº /15, art Programa de rádio ou TV apresentado ou comentado por pré-candidato Antes: Proibido a partir da escolha do pré-candidato em convenção. Agora: Proibido a partir do dia 30 de junho do ano da eleição. - Lei nº 9.504/97, art. 45, 1º. - Res. TSE nº /15, art. 31, 1º e 2º Debates Antes: assegurada a participação de candidatos dos partidos com representação na Câmara dos Deputados, sendo facultada a dos demais. Agora: assegurada a participação de candidatos dos partidos com representação superior a 9 parlamentares na Câmara dos Deputados e que tenham requerido o registro de candidatura perante a Justiça Eleitoral, sendo facultada a dos demais. - Lei nº 9.504/97, art Res. TSE nº /15, art. 32, 2º.
6 2.5. Período do Horário Eleitoral Gratuito Antes: 45 dias anteriores à antevéspera das eleições. Agora: 35 dias anteriores à antevéspera das eleições (26 de agosto a 29 de setembro de 2016). - Lei nº 9.504/97, art Res. TSE nº /15, art. 37, caput Horário Eleitoral Gratuito propaganda em bloco Antes: 60 minutos diários, no rádio e na TV, em dois blocos de 30 minutos cada, tanto para candidatos a Prefeito (segundas, quartas e sextas-feiras) quanto para Vereador (terças, quintas e sábados). Agora: 20 minutos diários, no rádio e na TV, em dois blocos de 10 minutos cada, apenas para candidatos a Prefeito. - Lei nº 9.504/97, art. 47, 1º, VI. - Res. TSE nº /15, art. 37, I Horário Eleitoral Gratuito propaganda em bloco para Prefeito Antes: segundas, quartas e sextas-feiras, das 7:00 às 7:30h e das 12:00h às 12:30h, no rádio, e das 13:00h às 13:30h e das 20:30h às 21:00h, na televisão. Agora: de segunda-feira a sábado, das 7:00h às 7:10h e das 12:00h às 12:10h, no rádio, e das 13:00h às 13:10h e das 20:30h às 20:40h, na televisão. - Lei nº 9.504/97, art. 47, 1º, VI. - Res. TSE nº /15, art. 37, I Horário Eleitoral Gratuito propaganda em bloco para Vereador Antes: terças, quintas e sábados, das 7:00 às 7:30h e das 12:00h às 12:30h, no rádio, e das 13:00h às 13:30h e das 20:30h às 21:00h, na televisão. Agora: Não há. - Lei nº 9.504/97, art Res. TSE nº /15, art. 37.
7 2.7. Horário Eleitoral Gratuito propaganda em inserções Antes: 30 minutos diários, para veiculação de inserções de 15, 30 ou 60, entre 8h e 24h, apenas para Prefeito. Agora: 70 minutos diários, divididos à proporção de 60% para Prefeito e 40% para Vereador, entre 5h e 24h. - Lei nº 9.504/97, art. 47, 1º, VII. - Res. TSE nº /15, art. 37, II Horário Eleitoral Gratuito propaganda em inserções para Prefeito Antes: 30 minutos diários (100%), de segunda-feira a domingo. Agora: 42 minutos diários (60% do total de 70 minutos diários), de segunda-feira a domingo. - Lei nº 9.504/97, art. 47, 1º, VII. - Res. TSE nº /15, art. 37, II Horário Eleitoral Gratuito propaganda em inserções para Vereador Antes: não havia. Agora: 28 minutos diários (40% do total de 70 minutos diários), de segunda-feira a domingo. - Lei nº 9.504/97, art. 47, 1º, VII. - Res. TSE nº /15, art. 37, II Distribuição do tempo do Horário Eleitoral Gratuito entre os partidos e coligações Antes: 1/3 do tempo total dividido igualitariamente entre partidos e coligações e 2/3 divididos proporcionalmente à representatividade dos partidos na Câmara dos Deputados. * A Lei nº /13 alterou essa forma de distribuição do tempo. Entretanto, seu conteúdo foi declarado inconstitucional pelo STF na ADI nº 5.105, em julgamento ocorrido na sessão de 1º/10/2015. Agora: 10% do tempo total dividido igualitariamente entre os partidos e coligações e 90% dividido proporcionalmente ao número de representantes na Câmara dos Deputados, considerados, no caso de coligação para eleições majoritárias, o resultado da soma do número de representantes dos seis maiores partidos que a integrem e, nos casos de coligações para eleições proporcionais, o resultado da soma do número de representantes de todos os partidos que a integrem. - Lei nº 9.504/97, art. 47, I e II. - Res. TSE nº /15, art. 39, I e II.
8 2.9. Limite de gastos com propaganda institucional no ano de eleições (1º semestre) Antes: Média dos gastos nos 3 últimos anos antes do pleito ou valor total gasto no ano imediatamente anterior, o que fosse menor. Agora: Média dos gastos no primeiro semestre dos 3 últimos anos que antecedem o pleito. - Lei nº 9.504/97, art. 73, VII. - Res. TSE nº /15, art. 62, VII. 3. FINANCIAMENTO DE CAMPANHA E PRESTAÇÃO DE CONTAS 3.1. Doação de recursos financeiros para partidos políticos Antes: Pessoa Física (até 10% dos rendimentos), Pessoa Jurídica (até 2% do faturamento bruto) e recursos próprios do candidato (até 50% do patrimônio nos termos da Resolução TSE nº /2014). Agora: Pessoa Física (até 10% dos rendimentos) e recursos próprios do candidato (até os limites estabelecidos na lei). Pessoas Jurídicas podem continuar doando apenas para o Fundo Partidário. - Lei nº 9.504/97, art. 81 (revogado pela Lei nº /15). - Lei nº 9.096/95, art. 38, III. - Res. TSE nº /15, art. 14, 2º, e art. 25, I Doação de recursos financeiros para candidatos Antes: Pessoa Física (até 10% dos rendimentos), Pessoa Jurídica (até 2% do faturamento bruto) e recursos próprios do candidato (até 50% do patrimônio nos termos da Resolução TSE nº /2014). Agora: Pessoa Física (até 10% dos rendimentos) e recursos próprios do candidato (até os limites estabelecidos na lei). Continua sendo possível o repasse de recursos dos partidos políticos aos candidatos, ainda que provenientes do Fundo Partidário, desde que identificados os doadores. * Necessidade de identificação dos doadores em decorrência do deferimento de medida cautelar na ADI nº Lei nº 9.504/97, art. 23, 1º e 1º-A e art. 81 (revogado pela Lei nº /15). - Lei nº 9.096/95, art. 38, III. - Res. TSE nº /15, art. 14, 2º, art. 16, I e art. 25, I.
9 3.3. Fixação dos limites de gastos de campanha Antes: deveriam ser estabelecidos por lei. Caso não houvesse lei fixando os limites (nunca houve), os próprios partidos os fixariam. Agora: TSE define os limites conforme parâmetros estabelecidos na lei (Res. TSE nº /15). Parâmetros: - Lei nº 9.504/97, art Res. TSE nº /15. - Res. TSE nº /15, art. 4º. - Para Prefeito: - Para o 1º turno: até 70% do maior gasto declarado no município na campanha para Prefeito em 2012, caso tenha havido apenas um turno, e até 50% do valor total gasto, caso tenha havido dois turnos. - Para o 2º turno: até 30% do maior gasto declarado no município na campanha para Prefeito em Para Vereador: até 70% do maior gasto declarado no município na campanha para Vereador em * Nos Municípios de até 10 mil eleitores, o limite de gastos será de R$ ,00 para Prefeito e de R$ ,00 para Vereador ou o estabelecido nos limites acima, o que for maior Multa pelo descumprimento dos limites de gastos de campanha Antes: de 5 a 10 vezes a quantia em excesso. Agora: o mesmo valor da quantia em excesso (100%). - Lei nº 9.504/97, art. 18-B. - Res. TSE nº /15, art. 5º Prestações de contas parciais Antes: deveriam ser entregues pelos partidos políticos e candidatos, à Justiça Eleitoral, no período de 28 de julho a 2 de agosto e de 28 de agosto a 2 de setembro, para divulgação na internet, pela Justiça Eleitoral, nos dias 6 de agosto e 6 de setembro, respectivamente. Agora: partidos políticos, coligações e candidatos deverão divulgar na internet os recursos em dinheiro recebidos, em até 72h após o recebimento, e, no dia 15 de setembro, um relatório discriminando as transferências do Fundo Partidário, os recursos em dinheiro e os estimáveis em dinheiro, bem como os gastos realizados.
10 - Lei nº 9.504/97, art. 28, 4º, I e II. - Res. TSE nº /15, art. 43, I e II Prestação de contas simplificada Antes: não era possível. Agora: possível para candidatos que apresentarem movimentação financeira de até R$ ,00, sendo obrigatório nas eleições municipais de municípios com menos de 50 mil eleitores. - Lei nº 9.504/97, art. 28, 9º, 10º e Res. TSE nº /15, arts. 57 a Prazo para julgamento das contas dos candidatos eleitos Antes: até 8 dias antes da diplomação. Agora: até 3 dias antes da diplomação. - Lei nº 9.504/97, art. 30, 1º. - Res. TSE nº /15, art TEMAS DIVERSOS 4.1. Infidelidade partidária Antes: (Resolução do TSE). Permitia a troca de partido por justa causa, sendo considerada justa causa: incorporação ou fusão do partido; criação de novo partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; e grave discriminação pessoal. Agora: (Lei nº 9.096/95). Continua permitindo a troca de partido por justa causa, mas alterou os casos de justa causa para: mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e mudança de partido efetuada durante o período de trinta dias que antecede o prazo de filiação exigido em lei para concorrer à eleição, majoritária ou proporcional, ao término do mandato vigente. - Lei nº 9.096/95, art. 22-A. - Res. TSE nº /07. - Processo Administrativo TSE nº Distrito Federal (Brasília). Aguarda publicação de resolução específica sobre o tema.
11 4.2. Cláusula de barreira para candidato Antes: O número de votos válidos obtidos por partidos e coligações deveria superar o quociente eleitoral para que se conquistasse uma cadeira. Agora: Permanece a regra anterior para partidos e coligações. Entretanto, pela regra nova, o candidato só poderá ocupar uma das cadeiras conquistadas pelo seu partido ou coligação se obtiver votação nominal superior a 10% do quociente eleitoral. * Em virtude do deferimento de medida cautelar na ADI nº 5.420, fica suspensa a alteração na fórmula do cálculo para preenchimento dos lugares vagos (sobras) em decorrência da aplicação do quociente eleitoral e da exigência da votação nominal mínima de 10%. - Lei nº 4.737/65, arts. 108, 109 e 112, parágrafo único. - Res. TSE nº /15, arts. 148, parágrafo único, 149 e 151, parágrafo único Eleições extemporâneas Antes: Se um candidato eleito (eleições majoritárias) com mais de 50% dos votos válidos tivesse seu registro indeferido ou seu diploma ou mandato cassados, seriam realizadas novas eleições. Caso esse candidato não tivesse obtido mais de 50% dos votos válidos, assumiria o segundo colocado. Agora: Se um candidato eleito (eleições majoritárias) tiver seu registro indeferido ou seu diploma ou mandato cassados, com decisão transitada em julgado, serão realizadas novas eleições, independentemente do número de votos obtidos pelo candidato. Entretanto, se a vacância no cargo ocorrer a menos de 6 meses do final do mandato, serão realizadas eleições indiretas. Nos demais casos, as eleições serão diretas. Em ambas as situações, a Justiça Eleitoral arcará com as despesas decorrentes da realização de novas eleições. - Lei nº 4.737/65, art. 224, 3º e 4º Voto em trânsito (não aplicável para as eleições municipais) Antes: Possível apenas para a eleição de candidatos a Presidente, nas capitais e nos municípios com mais de 200 mil eleitores. Agora: Possível para a eleição de candidatos a Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual, nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores. Entretanto, se o eleitor estiver fora de seu Estado, poderá votar em trânsito apenas para Presidente. - Lei nº 4.737/65, art. 233-A. Última atualização em 28/01/2016. Elaboração: Diogo Mendonça Cruvinel ([email protected]). Revisão: Annelise Barbosa Duarte, Beatriz Barbosa Ferreira, Marco Aurélio Neto, Mardém Alves Luz e Mariana Machado Rabelo. Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais Secretaria Judiciária. (31) /1224 [email protected].
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