REFORMA ELEITORAL LEI n.º /15
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- Daniela Rodrigues Martini
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1 REFORMA ELEITORAL LEI n.º /15 Lei n.º /15, de 29 de setembro de 2015, altera dispositivos da Lei das Eleições (Lei n.º 9.504/97), da Lei dos Partidos Políticos (Lei n.º 9.096/95) e do Código Eleitoral (Lei n.º 4.737/65), para reduzir os custos das campanhas eleitorais, simplificar a administração dos Partidos Políticos e incentivar a participação feminina. Principais inovações na Lei das Eleições (Lei n.º 9.504/97) - mudança do prazo das convenções partidárias para escolha de candidatos e deliberação sobre coligações (prazo que era de 12 a 30 de junho, passa a ser entre 20 de julho a 05 de agosto do ano eleitoral); Art. 8º, caput. - diminui o prazo de filiação partidária para concorrer a mandato eletivo (o prazo que era de um ano antes do pleito, passa a ser de 06 meses antes da data da eleição); Art. 9º, caput. - altera o número de vagas que cada partido ou coligação poderá registrar nas eleições proporcionais (a regra, para as eleições municipais, passa a ser: nos Municípios com até eleitores, a coligação pode apresentar até o dobro e o partido até 150% do número de vagas a preencher; nos Municípios com mais de
2 eleitores, partidos e coligações podem apresentar até 150% do número de vagas a preencher); Art. 10, caput. - muda o prazo de preenchimento das vagas remanescentes (era até 60 dias e passa a ser até 30 dias antes do pleito); Art. 10, 5º. - muda o prazo do registro de candidatura por parte dos partidos e coligações (era até às 19 horas do dia 05 de julho e passa a ser até às 19 horas do dia 15 de agosto do ano da eleição); Art. 11, caput. - muda a referência da idade mínima no caso de vereador (era na data da posse e passa a ser aferida na data limite do pedido de registro de candidatura); Art. 11, 2º. - muda o prazo em que os pedidos de registros de candidatos (inclusive os impugnados e os eventuais recursos), devem estar julgados pelas instâncias ordinárias, ou seja, pelo Tribunal Regional Eleitoral nas eleições de 2013 (era 45 dias antes e passa a ser até 20 dias antes do pleito); Art. 16, 1º. - estabelece que os limites de gastos de campanha (devem ser definidos pelo TSE, com base nos parâmetros estabelecidos em lei; os artigos 5º e 6º da Lei n.º /15 já definiram os limites nos gastos de campanha e o art. 8º da mesma lei estabelece que a Justiça Eleitoral deve dar publicidade até o dia 20 de julho do ano de
3 cada eleição, atualizando monetariamente os valores a cada eleição); Art. 18, caput. - proíbe a doação de pessoa jurídica para campanhas eleitorais, seja para candidatos, seja para partidos; veto presidencial aos artigos 24, inciso XII, 2º e 3º e aos artigos 24-A e 24-B e revogação do art. 81 da LE. - mantém a doação de pessoa física, inclusive em relação ao limite de doação (10% dos rendimentos brutos auferidos no ano anterior à eleição); Art. 23, 1º. - aumenta (de R$ ,00 para R$ ,00) o limite de doações estimáveis em dinheiro relativas ao uso de bens móveis ou imóveis de propriedade do doar que não deve ingressar no cômputo da doação de pessoa física; Art. 23, 7º. - prevê que o candidato pode usar recursos próprios em sua campanha (até o limite dos gastos estabelecidos para o cargo ao qual concorre); Art. 23, 1ºA. - termina com o comitê financeiro (a prestação de contas passa a ser obrigação apenas do candidato e do partido); v.g., Art. 22, 1º, I e III; Art. 22-A; Art. 28, 1º e 2º.
4 - estabelece a obrigação de o partido ou candidato devolver os recursos provenientes das fontes vedadas do art. 24 da LE e também os recursos de origem não identificada ou, quando não possível a identificação da fonte, transferir os valores para o Tesouro Nacional; Art. 24, 4º. - estabelece procedimento de apuração do limite de doação de pessoas físicas (o TSE consolida as informações dos valores doados até 31 de dezembro do exercício financeiro a ser apurado e, até 30 de maio do ano subsequente, encaminha as informações para a Receita Federal, a qual, após cruzamento dos dados, informará o excesso ao Ministério Público Eleitoral até 30 de julho); Art. 24-C, caput e 1º e 2º. - prevê um novo prazo para oferecimento da representação por doação acima do limite legal (era de 180 dias após a diplomação e passa a ser até o final do exercício financeiro do ano seguinte ao da apuração do excesso); Art. 24-C, 3º. - muda o procedimento de prestação de contas parcial na internet, estabelecendo as seguintes obrigações aos partidos, coligações e candidatos (sempre com a indicação dos nomes, CPF ou CNPJ dos doadores e os respectivos valores doados): 1) divulgar os recursos em dinheiro recebidos na campanha, em até 72 horas do recebimento; 2) divulgar, em 15 de setembro, um relatório discriminando as transferências do fundo partidário, os recursos em dinheiro, os estimáveis em dinheiro recebidos e os gastos realizados; Art. 28, 4º.
5 - cria o sistema simplificado de prestação de contas, a ser aplicado para: 1) candidatos que tenham movimentação financeira de até R$ ,00; 2) nas eleições para Prefeito e Vereador nos municípios com menos de eleitores; Art. 28, 9º, 10 e estabelece a desnecessidade de individualização dos doadores nos casos de valores transferidos entre partidos e candidatos; Art. 28, 12. (liminar deferida na ADI nº 5.394, Rel. Min. Teori Zavascki, para suspender a eficácia da expressão sem individualização dos doadores ). - muda o prazo de julgamento da prestação de contas dos candidatos eleitos (era de 08 dias antes da diplomação e passa a ser até 03 dias antes da sessão de diplomação); Art. 30, 1º. - muda o prazo de início da propaganda eleitoral (era a partir de 06 de julho e passa a ser a partir de 16 de agosto), inclusive na internet; Art. 36, caput; Art. 57-A, caput. - restringe a possibilidade de ocorrência de propaganda eleitoral antecipada (exigindo, para sua configuração, o pedido explícito de voto); Art. 36-A, caput, 1º, 2º e 3º. - diminui o espaço de propaganda eleitoral nos bens particulares (o limite era até 4m² e passa a ser até 0,5m²) e estabelece a
6 possibilidade de propaganda papel ; Art. 37, 2º. desde que seja feita em adesivo ou - altera o prazo de vedação para as emissoras de rádio e televisão em sua programação normal (era a partir de 01º de julho e passa a ser quando encerrado o prazo das convenções); Art. 45, caput. - altera o prazo de vedação de transmissão de programa apresentado ou comentado por pré-candidato (era a partir do resultado da convenção e passa a ser a partir de 30 de junho, sendo que para a configuração do ilícito é necessária a efetiva escolha na convenção partidária); Art. 45, 1º. - flexibiliza a obrigatoriedade de convite para participação de candidatos nos debates (antes havia obrigação de convite aos candidatos dos partidos com representação na Câmara dos Deputados; agora é assegurada a participação de candidatos dos partidos com representação superior a 9 Deputados); Art. 46, caput. - possibilita que a maioria de 2/3 dos participantes dos debates também defina o número dos participantes do evento, além das próprias regras do encontro (na redação anterior, não havia a possibilidade de essa maioria estabelecer o número de participantes); Art. 46, 5º.
7 - diminui o período de propaganda no horário eleitoral gratuito (o prazo iniciava 45 dias anteriores à antevéspera da eleição e passa a ser de 35 dias anteriores à antevéspera do pleito); Art. 47, caput. - termina com a propaganda em bloco de vereador no horário eleitoral gratuito (o tempo das inserções passa a ser de 60% para Prefeito e 40% para Vereador); Art. 47, inciso VII. - altera os critérios de distribuição do horário eleitoral gratuito (o tempo era de 2/3 divididos proporcionalmente ao número de representantes na Câmara e 1/3 igualitariamente, passando para 90% proporcional e 10% igualitário); Art. 47, 2º. - modifica a regra de participação nos programas do horário eleitoral gratuito (permitindo a aparição, em gravações internas e externas, de candidatos, apoiadores de candidatos e candidatos participantes do pleito em sistema diverso ao do titular do horário, estes limitados em 25% do tempo total); Art estabelece prazo para ajuizamento de representação por direito de resposta por ofensa sofrida na internet; Art. 58, 1º, inciso IV. - muda a redação da conduta vedada de gastos de despesas com publicidade acima da média legal; Art. 73, inciso VII.
8 - restringe o princípio da responsabilidade solidária dos partidos políticos (estabelecendo que as sanções por descumprimento da Lei das Eleições não se estendem ao partido político, mesmo quando ele for beneficiário, salvo quando comprovada a sua participação); Art. 96, prevê a possibilidade de reunião, para julgamento comum, de ações eleitorais propostas por partes diversas sobre o mesmo fato ; Art. 96-B. Principais inovações na Lei dos Partidos Políticos (Lei n.º 9.096/95) - Estabelece um prazo de 02 anos para o partido político, que está em processo de criação, obter o apoiamento nacional; Art. 7º, 1º. - eleva a um status legal o princípio da fidelidade partidária, acolhendo as hipóteses já previstas em resolução do TSE excluindo, apenas, como justa causa a criação de um novo partido político, além de criar a denominada janela para troca de partido; Art. 22-A (liminar deferida na ADI nº 5.398, Rel. Min. Luís Roberto Barroso, para restabelecer o prazo integral de 30 dias para que detentores de
9 mandatos eletivos se filiem aos novos partidos registrados no TSE imediatamente antes da entrada em vigor da Lei /2015). - desobriga os órgãos partidários municipais que não hajam movimentado recursos financeiros ou arrecadado bens estimáveis em dinheiro a prestar contas à Justiça Eleitoral; Art. 32, 4º. - mitiga as sanções por desaprovação de contas do partido político, esclarecendo que: 1) não poderá impedir o direito de participação do partido na eleição; 2) não suspende o registro ou a anotação dos órgãos de direção partidária; 3) não torna os responsáveis partidários devedores ou inadimplentes; 4) implicará exclusivamente a sanção de devolução da importância apontada como irregular, acrescida de multa de 20%; Art. 32, 5º; Art estabelece que a falta de prestação de contas partidária implicará a suspensão de novas cotas do fundo partidário enquanto durar a inadimplência; Art. 37-A. - possibilita aos órgãos partidários apresentar documentos na prestação de contas, para esclarecimentos ou sanear irregularidades, a qualquer tempo enquanto não transitada em julgado a decisão; Art. 37, 11.
10 - prevê as formas de doações de recursos para os partidos políticos, conferindo mesmo tratamento das doações de recursos eleitorais (cheques cruzados e nominais; transferências eletrônicas de depósitos; depósitos em espécie identificados; mecanismo disponível em sítio do partido na internet por uso de cartão de crédito ou de débito, com identificação do doador e emissão de recibo); Art. 39, 3º. - inclusão de novas formas de aplicação dos recursos do fundo partidário; Art redução do tempo de propaganda partidária gratuita, seja em bloco ou inserções; Art. 49. Principais inovações no Código Eleitoral (Lei n.º 4.737/65) - estabelece que as decisões dos Tribunais Regionais sobre ações que objetivem a cassação do registro, anulação de eleições ou perda de mandato somente podem ser tomadas com a presença de todos os membros; Art. 28, 4º e 5º.
11 - estabelece uma cláusula de desempenho individual para a eleição no sistema proporcional, determinando que será considerado eleito quem tenha obtido votos em número igual ou superior a 10% do quociente eleitoral (pela regra anterior, não era necessário um número mínimo de votos para ser eleito no sistema proporcional); Art não se aplica a referida cláusula de desempenho individual para os suplentes; Art. 112, parágrafo único. - mantém o cálculo das sobras eleitorais, apenas excluindo desta participação o candidato não obtiver a cláusula de desempenho individual; Art. 109 (liminar concedida na ADI nº 5420, Rel. Min. Dias Toffoli, para suspender a eficácia da expressão número de lugares definido para o partido pelo cálculo do quociente partidário do artigo 107, constante do inciso I do artigo 109 do Código Eleitoral, mantido, nesta parte, o critério de cálculo vigente antes da edição da Lei /2015) - termina com a possibilidade de convocação do segundo colocado, nas eleições proporcionais, quando houver decisão que importe em indeferimento do registro, cassação do diploma ou perda de mandato, estabelecendo que, após o trânsito em julgado, é caso de realização de novas eleições (antes, somente haveria nova eleição de o candidato cassado tivesse obtido mais da metade dos votos válidos e a nova eleição poderia ocorrer ainda sem o trânsito em julgado da decisão de afastamento dos eleitos); Art. 224, 3º.
12 - estabelece as formas de realização de nova eleição: indireta, se a vacância ocorrer a menos de 6 meses do final do mandato; direta, nos demais casos; Art. 224, 4º. - amplia a possibilidade de voto em trânsito (antes existia a possibilidade apenas nas capitais dos Estados para eleição da Presidente da República e agora passa a ter essa possibilidade nas capitais e nos municípios com mais de eleitores para todos os cargos das eleições federais e estaduais); Art. 233-A. - cria o efeito suspensivo automático para os recursos ordinários proferidos contra decisões dos Juízes Eleitorais e dos Tribunais Regionais Eleitorais que resulte em cassação do registro, afastamento do titular ou perda de mandato; Art. 257, 1º e 2º. - estabelece a inviabilidade de a prova testemunhal singular, quando exclusiva, resultar em perda de mandato; Art. 368-A.
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