Programa de formação
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- Kátia Antônia Osório Lombardi
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1 1 DIRECÇÃO GERAL DA AGRICULTURA, SILVICULTURA E PECUÁRIA SECTOR DE AGRICULTURA C.P 278 Achada S.Filipe, Praia Cabo Verde Tel/Fax: (00238) Programa de formação O programa a ser ministrado durante a formação é o seguinte: TEMA 1. ASPECTOS GERAIS 1. Introdução. 2. Objectivos da cultura protegida. 3. Evolução histórica. 4. Superfície cultivada. 5. Importância económica. 6. Períodos de cultivo. 7. Bibliografia. TEMA 2. ESTRUCTURAS E COBERTURAS DE ESTUFA. 1. Introdução. 2. Estruturas de estufa. 2.1 Estufa plana. 2.2 Estufa do modelo raspa y amagado. 2.3 Estufa assimétrica. 2.4 Estufas capilar. 2.5 Estufa em capela dupla. 2.6 Estufa túnel o semicilíndrico. 2.7 Estufa de malha. 3. Tipos de aberturas de ventilação. 4. Materiais de construção empregados na estrutura. 5. Propriedades dos materiais utilizados na cobertura. 5.1 Propriedades físicas 5.2 Propriedades ópticas. 5.3 Propriedades térmicas 6. Tipos de materiais de cobertura. 6.1 Vidro. 6.2 Plásticos rígidos. 6.3 Plásticos flexíveis.
2 2 7. Aditivos nos plásticos 8. Desenvolvimento de novas formulações. 8.1 Plástica foto selectivos. 8.2 Plásticos antivírus 8.3 Plásticos anti Botrytis. 8.4 Plástica foto degradáveis. 8.5 Plásticos com várias camadas. 8.6 Plásticos anti gotas. 8.7 Plásticos biodegradáveis. 9. Manejo e manutenção dos plásticos. 10. Bibliografia. 11. Exercícios TEMA 3. REGA 1. Necessidades hídricas das culturas sob estufa. 1.1 Factores climáticos que influenciam o consumo de água na estufa. 2. Métodos de programação de rega. 2.1 Métodos baseados na medida da disponibilidade de água no solo. 2.2 Métodos baseado na medida do estado hídrico da cultura. 2.3 Métodos baseado em parâmetros climáticos. 2.4 Considerações. 3. Elementos que compõem uma instalação de rega 3.1. Cabeçal de rega Rede de rega. 4. Qualidade de água de rega Salinidade Métodos para reduzir a salinidade. 5. Programação de rega Balanço de água Necessidade bruta de rega Exemplo de cálculo. 6. Tabelas de necessidades hídricas. 7. Bibliografa. TEMA 4. FERTIRRIGAÇÃO 1. Nutrição mineral.
3 O ciclo dos nutrientes do solo Absorção de nutrientes do solo Macro e micro nutrientes Extracção de nutrientes. 2. Aspectos básicos da fertigação Conceito Vantagens e inconvenientes da técnica de fertigação. 3. Fertilizantes mais utilizados na fertigação. 4. Fertilizantes sólidos TEMA 5. CULTIVOS SEM SOLO. 1. Introdução em cultivos sem solo Conceito Situação actual de cultivos sem solo Vantagens e inconvenientes. 2. Sistemas de cultivo sem solo Classificação Cultivos hidropónicos Aeroponia Cultivos em substrato Principais sistemas de cultivo 3. Substratos de cultivo Definição e funções Tipos de substratos Propriedades de substratos de cultivo Características de substrato ideal Descrição general de alguns substratos. 4. Fertilização em cultivos sem solo Solução nutritiva Cálculo e equilíbrio da solução nutritiva Formulação da solução nutritiva. 5. Reutilização de soluções nutritivas Introdução Elementos básicos e descrição de um sistema fechado Importância da qualidade de água na recirculação. 6. Considerações ambientais dos cultivos sem solo.
4 Impacto ambiental dos cultivos sem solo Manejo de aplicação de nutrientes Manejo dos substratos. 7. Bibliografia. TEMA 6. CONTROLO CLIMÁTICO DE ESTUFAS. 1.Indrodução. 2.Parámetros a considerar no controlo climático 2.1. Temperatura Humidade relativa Iluminação C Calefação de estufas Sistemas de calefação Calefação por água quente Calefação por ar quente Emprego de placas térmicas. 4.Refrigeração de estufas Sistemas de Sombreamento Ventilação Refrigeração pela evaporação de água Combinação de sistemas. 5. Fertilização carbónica Fundamentos Anidrido carbónico na estufa Efeitos da fertilização carbónica sobre la planta Concentração óptima de C Equipas para la fertilização carbónica. 6. Iluminação artificial das estufas. 7. As estufas do seculo XXI. 8. Bibliografia. 9. Exercícios TEMA 7. VIVEIROS HORTÍCOLAS. 1. Fundamentos. 1.1.Definição e evolução dos viveiros.
5 5 1.2 Vantagens que proporcionam os viveiros. 2. Instalações. 2.1 Estufas. 2.2 Maquinaria de sementeira. 2.3 Câmara de germinação. 2.4 Câmara de Cultura. 2.5 Material para enxertia. 2.6 Banquetas de Cultura. 2.7 Sistemas de rega. 2.8 Sistemas de tratamentos fitossanitários. 2.9 Climatização. 3.Materiais. 3.1 Substratos. 3.2 Bandejas. 3.3 Outros Materiais. 4. Sementes Tratamentos que dão as sementes Tratamentos especial Norma para uma boa germinação Tempo que tarda a planta num viveiro. 5.Manejo dos viveiros Rego 5.2 Fertilização. 5.3Tratamentos fitossanitários Desbaste das plantas. 5.5 Escardas. 5.6 Repicado. 5.7 Transplante. 5.8 Ventilação de mudas. 6.A enxertia nas culturas hortícolas. 6.1 Conceito e fundamentos. 6.2 Espécies que se enxertam Interacção padrão enxerta- variedade 6.4 Métodos de enxertia. 7.Controlo sanitário dos viveiros hortícolas.
6 6 7.1 Doenças nos viveiros. 7.2 Agentes causais. 7.3 Epidemiologia e controlo. 8. Bibliografia. 9. Exercícios. TEMA 8. CONTROLO FITOSSANITARIO. 1.Problemática fitossanitária nas culturas hortícolas sob estufa. 2.Métodos de controlo. 2.1 Métodos preventivos e culturais. 2.2 Controlo químico racional. 2.3 Controlo biológico. 3.Luta integrada. 4.Principales espécies pragas das culturas sob estufa 4.1. Ácaros Insectos Nematoides. 5.Doenças mais frequentes sob estufa Doenças do solo Doenças criptogâmicas Viroses Doenças bacterianas. 6. Polinização com Bombus sp ( fonfom, abelhões) Introdução Aplicação da polinização natural de culturas Descrição de uma colmeia comercial Gestão técnica de colmeias Influencia dos plásticos foto selectivos na actividade das abelhas. 7. Bibliografia. TEMA 9. MANEJO DE CULTURAS. 1. Principais Culturas hortícolas em estufa. 2. Cultura de beringela. 3. Cultura de abobrinha. 4. Cultura de feijão-verde. 5. Cultura de melão.
7 6. Cultura do pepino. 7. Cultura do pimentão. 8. Cultura de melancia. 9. Cultura do tomate. 10. Bibliografia. 11. Exercícios. TEMA 10. GESTÃO ECONÓMICA E AMBIENTAL DA CULTURA. 1.Gestão económica. 1.1.Introdução. 1.2 Custos de investimento. 1.3 Custos de produção. 2. Gestão ambiental. 2.1 Introdução. 2.2 Resíduos de origem agrícola. 2.3 Aproveitamento y reciclado de resíduos agrícolas. 2.4 Impacto ambiental dos resíduos agrícolas. 3. Resíduos de pesticidas. 3.1 Conceitos básicos. 3.2 Factores que influenciam o nível dos resíduos. 3.3 Causas directas de produção de resíduos de pesticidas. 3.4 Normativa legal sobre resíduos. Achada de São Filipe, 12 de Novembro de 2012 Celestino Tavares Coordenador do Sector da Agricultura Contacto para assunto: Engª Cristina Coutinho [email protected] das 08:00 às 15:30 h 7
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