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1 3.9. FAUNA CONSIDERAÇÕES GERAIS Na elaboração deste Plano de Manejo, o procedimento adotado para caracterizar a fauna da ARIE do Morro do Boa Vista constituiu-se, basicamente, por levantamentos de campo, revisões bibliográficas e consultas aos especialistas dos grupos taxonômicos sobre os quais existe informação disponível. A maioria das informações foi obtida através de publicações de diversos autores e pelos trabalhos já desenvolvidos na ARIE pela OAP Consultores Associados Ltda. Vale salientar que, anteriormente, praticamente não existia informação sobre a composição, biologia e ecologia das espécies da fauna presentes na ARIE. Até o momento, foram registradas na ARIE 300 espécies, incluído aves, mamíferos, répteis, anfíbios e peixes. A Figura apresenta o total de espécies de vertebrados registrados até o momento na ARIE do Morro do Boa Vista. OAP Consultores Associados 212

2 Anfíbios Aves Mamíferos Peixes Répteis Figura Gráfico das Espécies da Fauna ocorrentes na ARIE do Morro do Boa Vista em Joinville/SC. A seguir, apresenta-se uma caracterização dos grupos de vertebrados terrestres e aquáticos registrados na ARIE, dos quais se tem informação. Entre estas espécies, foram destacadas as espécies ameaçadas de extinção, endêmicas e introduzidas. Os animais residentes no Parque Zoobotânico inserido na ARIE foram relatados e tratados de forma diferenciada nesse diagnóstico. As espécies residentes são descritas no item a seguir PARQUE ZOOBOTÂNICO DO MORRO DO BOA VISTA O Parque Zoobotânico do Morro do Boa Vista foi criado através do Decreto Municipal nº /92, e está inserido na Área de Relevante Interesse Ecológico do Morro do Boa Vista. O Parque possui aproximadamente m² de área, e possui um regulamento interno que dispõe sobre os objetivos, normas, procedimentos e os critérios de gestão e administração. OAP Consultores Associados 213

3 Segundo o regimento interno, o Parque Zoobotânico destina-se a fins científicos, educativos e recreativos. Seu objetivo principal é a valorização do remanescente de Mata Atlântica e sua fauna, bem como a manutenção da qualidade de vida dos animais mantidos em cativeiro. A responsabilidade de gestão e administração do Parque é da Fundação Municipal de Meio Ambiente - FUNDEMA. - Características do Parque O Parque Zoobotânico está inserido no Bioma Mata Atlântica. A despeito da sua importância para a conservação de diversas espécies, este ecossistema vem sofrendo intensa destruição por toda a faixa de ocorrência, resultando na redução a 8% da sua cobertura original e na sua inclusão entre os 25 hotspots mundiais, como uma das regiões mais ricas e ameaçadas do planeta (MMA, 2000). A fisionomia vegetal do Parque é a Floresta Ombrófila Densa, ecossistema caracterizado pela presença de árvores bem desenvolvidas, que podem atingir de 25 a 30 metros de altura. São florestas ricas em epífitos, ou seja, plantas que se fixam sobre as árvores, como as bromélias, as orquídeas, as samambaias e os cipós. Esta estrutura, juntamente com a formação do subbosque composto por árvores de menor porte, palmeiras, arbustos e ervas, forma um ambiente peculiar, o que proporciona o microclima sempre úmido e com temperatura amena. O Parque Zoobotânico possui aproximadamente 204 animais (Tabela Dados obtidos com a Bióloga Magali Sueli Larsen, em Janeiro/2010). Os recintos, onde os animais residem, são identificados por meio de placas informativas, que contém o nome popular, nome científico da espécie, nome em inglês, distribuição geográfica e o estado de conservação da espécie. OAP Consultores Associados 214

4 Tabela 3.11: Espécies residentes no Parque Zoobotânico, Joinville/SC. NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR QUANTIDADE / SEXO M F I Caiman latirostris Jacaré-de-papo-amarelo Boa constrictor Jibóia Cebus apella Macaco-prego Eira barbara Irara Cyanocorax chrysops Gralha-do-mato Cyanocorax caeruleus Gralha-azul Trachemys scripta Tigre-d'água Caracara plancus Caracará Ramphastos vitelinus Tucano-de-bico-preto Hydrochoerus hydrochaeris Capivara Nasua nasua Quati Amazona aestiva Papagaio-verdadeiro Amazona vinacea Papagaio-de-peito-roxo Ara ararauna Arara-canindé Ara chloropterus Arara-vermelha Penelope obscura Jacuaçu Selenidera maculirostris Araçari-poca Ramphastos dicolorus Tucano-de-bico-verde Pionus maximiliani Maitaca Brotogeris tirica Periquito Rhea americana Ema Rhynoptynx clamator Coruja-orelhuda Chelonoides carbonaria Jabuti Tyto alba Coruja-da-igreja Turdus rufiventris Sabiá-laranjeira Turdus leucomelas Sabiá-branco Turdus albicolis Sabiá-coleira Platycichla flavipes Sabiá-una Ramphocelus bresilius Tié-sangue Thraupis sayaca Sanhaço Gnorimopsar chopi Pássaro-preto Oryzoborus angolensis Curió Saltator similis Trinca-ferro Sicalis flaveola Canário Tinamus solitarius Macuco Asio stygius Mocho-diabo Procnias nudicollis Araponga Galictis vittata Furão Scaphidura oryzivora Guirauna Cyanocorax cyanopogon Gralha-cancã Total Legenda: Sexo: M masculino; F feminino e I indefinido. OAP Consultores Associados 215

5 Segundo informações da Bióloga Magali Sueli Larsen (responsável pelos animais do Zoobotânico), no setor extra estão alojados: Cebus apella (macaco-prego) (n= 1), Pionus maximiliani (maitaca) (n= 4), Amazona aestiva (papagaio-verdadeiro) (n= 8), Selenidera maculirostris (araçari-poca) (n= 1), Ara ararauna (arara-canindé) (n= 1), Ara chloroptera (arara-vermelha) (n= 1), Procnias nudicollis (araponga) (n= 3); Ramphastos dicolorus (tucano-de-bico-verde) (n= 2), Caracara plancus (gavião-caracara) (n= 2), Caimam latirostris (jacaré-de-papo-amarelo) (n= 1), Trachemys scripta (tigre-d'água) (n= 10), Cyanocorax chrysops (gralha-picaça) (n= 1), Cyanocorax caeruleus (gralha-azul) (n= 1) e Scaphidura oryzivora (iraúna-grande) (n= 2). Ainda segundo a Bióloga, estes animais são provenientes de apreensões realizadas pela Polícia Ambiental e/ou IBAMA, doações espontâneas de particulares e de algumas permutas. A grande maioria destes animais permanece no Parque, e em alguns casos, é feita a transferência, através da comunicação com o IBAMA. O parque conta com um gerente, 3 coordenadores, dois biólogos, um veterinário, quatro tratadores, três agentes operacionais, uma jardineira, um servente e três monitoras. E possui um sistema de vigilância 24 horas. - Fauna Residente no Parque Zoobotânico do Morro do Boa Vista Figura 3.205: Placas de identificação utilizadas no Parque Zoobotânico. OAP Consultores Associados 216

6 ENCARTE 3 Figura 3.206: Gallinula chloropus (Frango-d águacomum). Figura 3.208: Caracara plancus (Carcará). Figura 3.207: Cyanocorax cristatellus (Gralha-docampo). Figura 3.209: Rhea americana (Ema). OAP Consultores Associados 217

7 Figura 3.210: Asio stygius (Mocho-diabo). Figura 3.211: Ramphastos dicolorus (Tucano-dobico-verde). Figura 3.212: Ramphastos vitellinus (Tucano-dobico-preto). Figura 3.213: Amazona aestiva (Papagaioverdadeiro). OAP Consultores Associados 218

8 Figura 3.214: Cyanocorax caeruleus (Gralha-azul). Figura 3.215: Hydrochoerus hydrochaeris (Capivara). Figura 3.216: Nasua nasua (quati). Figura 3.217: Cerdocyon thous (cachorro-do-mato). OAP Consultores Associados 219

9 Figura 3.218: Cebus apella (macaco-prego). Figura 3.219: Cavia porcellus (Porquinho-da-Índia). Figura 3.220: Eira barbara (Irara). Figura 3.221: Trachemys dorbigni (Tartaruga-tigred água). - Visitação A visitação procura satisfazer as expectativas dos visitantes no que diz respeito à qualidade e variedade das experiências, segurança e necessidade de conhecimento. Para as visitas monitoradas, o agendamento é solicitado por telefone, repassando ao parque a relação dos OAP Consultores Associados 220

10 alunos, série e faixa etária, professores, coordenadores, monitores, motoristas e o objetivo da visita com, no mínimo, uma semana de antecedência. No início da visita, a escola deve assinar um termo onde constam as normas do parque. - Integração Externa - Programa de Educação Ambiental nas escolas do entorno do Morro do Boa Vista. Projeto: Agentes Ambientais Mirins na Área de Entorno do Morro do Boa Vista, sob a coordenação da Gerência de Desenvolvimento e Gestão Ambiental; - Visita das escolas do município de Joinville ao setor de visitação do Zoobotânico, quando são acompanhadas por monitoras, as quais, podem aplicar atividades de educação ambiental ASPECTOS LEGAIS SOBRE A FAUNA Com o advento da Lei de Proteção à Fauna, a fauna silvestre passou a ser considerada um bem de uso comum do povo, sob a titularidade imediata da União e não mais do caçador, como previa o Art. 595 do Código Civil de Sendo assim, o Art. 1º da Lei nº /67 estabelece que os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedade do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha. Com a evolução do Direito Ambiental Brasileiro, a fauna passou do status de propriedade do Estado (Art. 2º, inciso I, da Lei Federal nº /81, e Art. 1º da Lei Federal nº /67) para a condição atual de bem difuso, ou seja, de toda a coletividade, razão pela qual o Art. 225, inciso VII, da Constituição Federal protege a fauna como um dos elementos do meio ambiente natural e, portanto, como bem de uso comum do povo. Com efeito, atualmente a fauna (silvestre, exótica ou doméstica) classifica-se como bem de natureza difusa que não se confunde com os bens públicos de nenhum ente da federação e OAP Consultores Associados 221

11 ainda quando sujeita à propriedade privada (como é comum no caso dos animais exóticos e domésticos) é protegida pelas limitações expressas no ordenamento jurídico ambiental. Assim, SILVA (2002) afirma que (i) a Fauna Silvestre Brasileira compreende todos os animais pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenham seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território brasileiro ou águas jurisdicionais brasileiras; (ii) a Fauna Silvestre Exótica inclui todos os animais pertencentes às espécies ou subespécies cuja distribuição geográfica não inclui o território brasileiro e as espécies ou subespécies introduzidas pelo homem, inclusive domésticas em estado asselvajado ou alçado; igualmente são consideradas exóticas as espécies ou subespécies que tenham sido introduzidas fora das fronteiras brasileiras e suas águas jurisdicionais e que tenham entrado no território brasileiro, e; (iii) a Fauna Doméstica constitui-se de todos os animais que através de processos tradicionais e sistematizados de manejo e/ou melhoramento zootécnico tornaram-se domésticos, apresentando características biológicas e comportamentais em estreita dependência do homem, podendo apresentar caráter variável, diferente da espécie silvestre que os originou. Os crimes contra a fauna estão previstos nos Arts. 29 a 35 da Lei nº /98, sendo que estes revogaram parcialmente a Lei nº /67, pois todos os dispositivos da Lei de Proteção à Fauna que não foram tacitamente revogados pela Lei nº /98 continuam em vigor. OAP Consultores Associados 222

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