TEQ141 Sistema de Controle e Instrumentação
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- Ana do Carmo Angelim Candal
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1 TEQ141 Sistema de Controle e Instrumentação 1 Válvulas de Controle Profª Ninoska Bojorge Departamento de Engenharia Química e de Petróleo UFF INTRODUÇÃO 2 Aproximadamente 5% dos custos totais de uma indústria de processos químicos se referem à compra de válvulas. Em termos de número de unidades, as válvulas perdem apenas para as conexões de tubulação. As válvulas são usadas em tubulações, entradas e saídas de vasos e de tanques em várias aplicações diferentes; as principais são as seguintes:
2 a) Manual INTRODUÇÃO A operação da abertura e fechamento a ser realizada é feita pelo homem. b) Auto-reguladora A operação de abertura e fechamento é realizada utilizando a energia contida no fluido. c) Controle Utiliza-se uma força auxiliar para operação e, o acionamento é feito de acordo com os sinais provenientes dos controladores. 3 Objetivo das Válvulas de Controle Variar a quantidade de energia ou material (agente de controle), em resposta ao sinal enviado pelo controlador, a fim de manter a variável controlada em um valor (ou faixa de valores) predeterminado. 4 Controlador de Temperatura e Registrador 3 2 Transmissor de Temperatura 4 Válvula Pneumática de Controle Vapor sensor 1 Trocador de calor
3 Principais aplicações: serviço de regular a vazão de fluidos prevenção de vazão reversa controle e alivio de pressão Especiais: a) controle de vazão direcional b) serviço de amostragem c) limitar fluxos d) selagem de fluidos saídas de vasos De todas estas aplicações, a mais comum e importante se relaciona com o controle automático e contínuo de processo. 5 INTRODUÇÃO Uma válvula de controle deve: Conter o fluido do processo, suportando todos os rigores das condições de operação. Como o fluido do processo passa dentro da válvula, ela deve ter características mecânicas e químicas para resistir à pressão, temperatura, corrosão, erosão, sujeira e contaminantes do fluido. Responder ao sinal de atuação do controlador. O sinal padrão é aplicado ao atuador da válvula, que o converte em uma força, que movimenta a haste, em cuja extremidade inferior está o obturador, que varia a área de passagem do fluido pela válvula. 6
4 INTRODUÇÃO Variar a área de passagem do fluido manipulado. A válvula de controle manipula a vazão do meio de controle, pela alteração de sua abertura, para atender as necessidades do processo. 7 Absorver a queda variável da pressão da linha, para compensar as variações de pressão a montante ou a jusante dela. Em todo o processo, a válvula é o único equipamento que pode fornecer ou absorver uma queda de pressão controlável. INTRODUÇÃO NORMAS E REFERÊNCIAS: 8
5 DEFINIÇÃO 9 Válvula de Controle é um equipamento operado por energia que forma o elemento final em um sistema de controle de processo. É destinado à regulação das vazões de fluidos. Consiste de um subconjunto de corpo contendo internos para mudança de vazão do sistema de processo. O corpo é conectado a um atuador na qual responde a um sinal transmitido por um elemento controlador. DEFINIÇÃO 10 Basicamente trata-se de um orifício de área variável, através do qual se escoa o fluido, e cuja seção é feita para variar de acordo com a vazão pretendida. Há também válvulas projetadas para trabalhar especificamente em regime de tudo ou nada (válvulas on/off ) e outras destinadas a serviço manual.
6 VÁLVULAS - OPERAÇÃO OPERAÇÃO MANUAL Por meio de volante; Por meio de alavanca; Por meio de engrenagens, parafusos sem-fim etc. OPERAÇÃO MOTORIZADA (Força motriz externa) Pneumática; Hidráulica; Elétrica. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA (Dispensa ação externa) Pelo próprio fluido; Por meio de molas e contrapesos 11 VÁLVULAS - CATEGORIAS BLOQUEIO - Destinam-se a interromper o fluxo, ou seja, só devem trabalhar completamente abertas ou fechadas. Válvulas de gaveta; 12 Válvulas macho. Válvulas Solenóide;
7 VÁLVULAS - CATEGORIAS CONTROLE - São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo trabalhar em qualquer posição de fechamento parcial. Válvulas globo; Válvulas de diafragma; Válvulas borboleta; Válvulas agulha. 13 VÁLVULAS - CATEGORIAS 14 RETENÇÃO - Permitem o fluxo apenas em um sentido, impedindo assim a inversão do escoamento. Geralmente são atuadas por mola ou por gravidade. Componentes 1 - Porca sextavada 2 -Tampa 3 -Junta 4 -Pistão 5 -Anel (sede) 6 -Corpo Simbologia :
8 VÁLVULAS - CATEGORIAS VÁLVULAS DE SEGURANÇA Têm como função aliviar o excesso de pressão, devido ao aumento da pressão de operação acima de um limite pré-estabelecido no projeto do equipamento por ela protegido. Válvulas de Segurança (PSV): Aplicadas em serviço com fluidos compreensíveis (gases, vapores), aliviando o excesso de pressão de forma rápida e instantânea. Válvulas de Alivio (PRV): Abre gradualmente em proporção ao aumento da pressão do sistema ao qual ela está instalada e após ser atingida a pressão de ajuste. Serviço c/ líquidos. entrada 15 saída REPRESENTAÇÃO SIMBÓLICA - ISA VÁLVULA: 16 ATUADOR: borboleta Letra igual a: A - motor pneumático H - motor hidráulico M - motor elétrico S - solenoide
9 REPRESENTAÇÃO SIMBÓLICA - ISA válvula genérica de 2 vias válvula globo direta válvula Gaveta 17 válvula globo Angular válvula segurança angular. válvula Borboleta (Butterfly valve). válvula Esfera (Ball valve). válvula macho (Plug valve) válvula Diafragma REPRESENTAÇÃO SIMBÓLICA - ISA 18
10 REPRESENTAÇÃO SIMBÓLICA - ISA 19 PARTES PRINCIPAIS DE UMA VÁLVULA DE CONTROLE 20 Atuador Posicionador Corpo
11 PARTES PRINCIPAIS DE UMA VÁLVULA DE CONTROLE Diafragma da válvula 21 PARTES PRINCIPAIS DE UMA VÁLVULA DE CONTROLE Indicador do Posicionador 22
12 PARTES PRINCIPAIS DE UMA VÁLVULA DE CONTROLE Corpo da válvula 23 COMPONENTES DA VÁLVULA DE CONTROLE 1 - CORPO DA VÁLVULA 24 É a parte da válvula que mecanicamente executa a ação de controle permitindo maior ou menor passagem do fluído, através do movimento de um obturador. Sendo o conjunto do corpo, à parte de válvula que entra em contato direto com o fluído, deve satisfazer os requisitos: pressão, temperatura e corrosão do fluído.
13 COMPONENTES DA VÁLVULA DE CONTROLE 25 Engaxetamento Castelo Corpo Haste Bucha guia Gaiola Obturador Sede Classificação das válvulas 26 Válvula de controle Haste Linear Haste Rotatório Globo Diafragma Agulha Esfera Borboleta Plug Globo Angular 3 vias Sede simple Sede multip.
14 Válvula de controle: Classificação das válvulas Deslocamento Linear: Haste deslizante: globo, agulha, diafrgma. Deslocamento Rotacional: Esferica, Plug, borboleta, disco, etc. 27 Haste Deslizante Haste de Rotação Deslocamento linear 1 LINEAR: 28 O curso linear da haste entra e sai do corpo da válvula. Neste segmento temos o tipo globo (normal, angular, 3 vias), gaveta, guilhotina, diafragma (saunders). Sendo a tipo globo a mais utilizada em controle de processo.
15 Deslocamento linear VÁLVULA GLOBO Válvula de deslocamento linear, corpo de duas vias, com formato globular, de passagem reta, internos de sede simples ou de sede dupla. É a que tem maior uso na indústria e o termo globo é oriundo de sua forma, aproximadamente esférica. 29 Sua conexão com a linha pode ser através de flanges rosca ou solda. Ela será de sede simples ou dupla, de acordo com o número de orifícios que possua para a passagem do fluído. Deslocamento linear 30 Diafragma Gaveta Globo
16 Deslocamento Rotativo 31 Esfera (Ball) Macho (Plug) Borboleta Válvula Esfera com atuador e diafragma tipo V Banda Morta (perda de movimento) esfera, V < 0,5% Outras, 2 8% diafragma flexível, que faz o eixo a se mover para baixo. A pressão mínima para abrir a válvula é definida pela forças opostas da mola. Para atuadores de volumes muito grandes, o tempo global do curso pode se tornar grandes esfera vedada, haste e conexões do eixo reduz banda morta articulação vedadas para traduzir movimento do eixo do atuador de cima para baixo na esfera rotatória. Eixo curto reduz o toque (deslizamento da vara) V oferece um melhor característica e corte do fluxo 32
17 Os tipos de válvulas classificam-se em função dos respectivos tipos de corpos, e portanto, quando estivermos falando de tipos de válvulas subentenderemos tipos de corpos. ALGUNS TIPOS DE VÁLVULAS Válvula Wafer de Retenção Dupla Portinhola Válvula Gaveta Válvula de Esfera Bipartida Válvula de Esfera Tripartida Válvula Borboleta Wafer
18 ALGUNS TIPOS DE VÁLVULAS 35 Válvula borboleta com atuador pneumático Válvula borboleta com atuador manual ALGUNS TIPOS DE VÁLVULAS 36 V. macho esférica Obturador de válvula macho esférico Corte de válvula de segmento esférico
19 COMPONENTES DA VÁLVULA DE CONTROLE 2 POSICIONADOR O posicionador é um dispositivo que é acoplado à haste da válvula de controle para otimizar o seu funcionamento. O posicionador recebe o sinal padrão de 3 a 15 psig e gera, na saída, também o sinal padrão de 3 a 15 psig e por isso é necessária a alimentação pneumática de 20 psig. O posicionador é usado para fechar a malha de controle em torno do atuador da válvula. Ele atua na haste da válvula até que a medição mecânica da posição da haste esteja de conformidade e balanceada com o sinal de entrada. 37 COMPONENTES DA VÁLVULA DE CONTROLE 3 ATUADOR Atuador é o componente da válvula que recebe o sinal de controle e o converte em abertura modulada da válvula. Constitui o elemento responsável em proporcionar a força motriz para a haste ou eixo da válvula que é conectado a um obturador necessária ao funcionamento da válvula de controle. Quando corretamente selecionado, deve proporcionar à válvula meios de operacionalidade estáveis e suaves, contra a ação variável das forças dinâmicas e estáticas originadas na válvula através da ação do fluído de processo. 38
20 COMPONENTES DA VÁLVULA DE CONTROLE 3 ATUADOR 39 COMPONENTES DA VÁLVULA DE CONTROLE Outra classificação útil do atuador é quanto à fonte de potência, que pode ser PNEUMÁTICA 2. ELÉTRICA 3. HIDRÁULICA
21 ATUADOR PNEUMÁTICO Este tipo de operador, disponível com um diafragma ou pistão, é o mais usado. Independente do tipo, o princípio de operação é o mesmo. O atuador pneumático, com diafragma e mola é o responsável pela conversão do sinal pneumático padrão do controlador em forçamovimento-abertura da válvula. 41 O atuador pneumático a diafragma recebe diretamente o sinal do controlador pneumático e o converte numa força que irá movimentar a haste (linear ou rotacional) da válvula, onde está acoplado o obturador que irá abrir continuamente a válvula de controle. ATUADOR PNEUMÁTICO A função do diafragma é a de converter o sinal de pressão em uma força e a função da mola é a de retornar o sistema à posição original. Na ausência do sinal de controle, a mola leva a válvula para uma posição extrema, ou totalmente aberta ou totalmente fechada. Lógicas de operação do atuador pneumático com o conjunto diafragma e mola: 1. ar para abrir - mola para fechar 2. ar para fechar mola para abrir Outra nomenclatura para a ação da válvula é: falha-aberta (fail open), que equivale a ar-para- fechar falha-fechada (fail close), que equivale a ar-para-abrir. 42
22 ATUADOR PNEUMÁTICO 43 A operação de uma válvula ar-para-abrir é a seguinte: Quando não há nenhuma pressão chegando ao atuador, a válvula está desligada e na posição fechada. Quando a pressão de controle ( kpa ou de 3-15 psi) começa a crescer, a válvula tende a abrir cada vez mais, assumindo as infinitas posições intermediárias entre totalmente fechada e totalmente aberta. Quando não houver sinal de controle, a válvula vai imediatamente para a posição fechada, independente da posição em que estiver no momento da falha. A posição de totalmente fechada é também conhecida como a de segura em caso de falha fecha. Quem leva a válvula para esta posição segura é justamente a mola. ATUADOR PNEUMÁTICO Uma válvula com atuação ar-para-fechar opera de modo contrario: Na ausência de ar e com pressões menores que 20 kpa (3 psig), a válvula deve estar totalmente aberta. Com o aparecimento de pressões acima de 20 kpa (3 psig) e com seu aumento, a válvula diminuirá sua abertura. Com a máxima pressão do controlador, de 100 kpa (15 psig), a válvula deve estar totalmente fechada. Na falha do sistema, quando a pressão cair para 0 kpa (0 psig), a válvula deve estar na posição totalmente aberta falha abre Certas aplicações exigem uma válvula de controle com um diafragma especial, modo que a falta o ar de suprimento ao atuador faça a válvula se manter na última posição de abertura; tem-se a falha-últimaposição. 44
23 ATUADOR PNEUMÁTICO 45 A ação vazão-para-fechar é fornecida pela válvula globo; A ação vazão-para-abrir é fornecida pela válvula borboleta, globo e esfera convencional. As válvulas com plug rotatório e esfera flutuante são típicas para ficar na última posição. ATUADOR PNEUMÁTICO Pode ter dois modos de ação: 46 Ação Direta: o aumento da pressão empurra a haste para baixo, enquanto a mola força a haste para cima. (maior esforço). Ação Reversa: o aumento da pressão de puxa a haste para cima, enquanto a mola força a haste para baixo.
24 ATUADOR PNEUMÁTICO Ar para abrir Ar para Fechar ar de comando 47 mola Ação Reversa Ação da mola Ação do ar diafragma ar de comando Ação da mola Ação do ar Ação Direta mola haste posicionador haste posicionador Falha Fecha Falha Abre ATUADOR PNEUMÁTICO 48 Ar para abrir Ar para fechar Válvulas de Controle (fonte: FISHER Control Valves Handbook)
25 ATUADOR PNEUMÁTICO Ar para fechar 49 Válvula inicialmente Aberta Válvula Fechada ATUADOR PNEUMÁTICO Ar para abrir 50
26 CONEXÃO AO PROCESSO: A válvula é instalada na tubulação através de suas conexões. O tipo de conexões terminais a ser especificado para uma válvula é normalmente determinado pela natureza do sistema da tubulação em que a válvula vai ser inserida. As conexões mais comuns: Flanqueadas Rosqueadas Soldadas Wafer OUTRAS CLASSIFICAÇÕES 51 VÁLVULAS - CONEXÕES Conexão de Rosca: é usado geralmente em válvulas pequenas, de até 2 "(50 mm), e não é recomendado para o serviço de temperatura elevada. Essa conexão também é usado em aplicações de baixa manutenção ou nãocríticas. 52 Conexão com Flange: Mais indicado para válvulas maiores que 2" o método mais utilizado fixa o corpo á tubulação através do conjunto de flanges, parafusos e porcas. As flanges podem ser lisas ou de faces elevadas e sua classe de pressão ANSI deve ser compatível com a pressão do processo.
27 VÁLVULAS - CONEXÕES Conexão por solda: O corpo da válvula pode ser soldado diretamente à linha. pouco flexível, porém é utilizado para montagem permanente, quando se tem altíssimas pressões e é perigoso o vazamento do fluido. Os dois tipos principais de solda são: de topo de soquete ou encaixe (mais eficiente). Os materiais e procedimentos de solda devem ser cuidadosamente controlados e devem ser usados alívios de tensão mecânica. 53 VÁLVULAS - CONEXÕES Conexão wafer: Algumas válvulas possuem faces lisas, em flange e são instaladas sanduichadas entre dois flanges da tubulação. São chamadas de wafer. Inicialmente usada em válvula borboleta estreita, mas atualmente, há válvula com corpo longo e conexões wafer. 54 Vantagem: a ausência de flange na válvula, reduz peso e custo. Também não há problema de compatibilidade e ela pode ser inserida entre dois flanges de qualquer tipo. Desvantagem: problemas potenciais de vazamento e por isso equipamentos com conexões tipo wafer são considerados politicamente incorretos. Não indicadas para líquidos perigosos (hidrocarbonetos e produtos químicos). Em caso de incêndio os parafusos podem dilatar-se e deslocar as flanges, resultando em fugas.
28 TIPO DE LIGAÇÃO AO PROCESSO Há duas séries de tubulação, e consequentemente de válvulas: 55 Série Europeia, DIN : diâmetro nominal DN, em milímetros Série Americana ANSI: diâmetro nominal DN, em polegadas americanas A norma japonesa, JIS, especifica dimensões iguais às das normas europeias. Dimensões nominais das tubulações e válvulas. DIN: Deutsche Industrie Norm ANSI: American National Standards Institute OUTRAS CLASSIFICAÇÕES CURVAS DE VAZÃO CARACTERÍSTICAS: 56 Instaladas vs Inerentes Tipos: Abertura rápida Linear Igual percentagem
29 CURVAS CARACTERÍSTICAS DAS VÁLVULAS A característica de vazão inerente, é definida como sendo a relação existente entre a vazão que escoa através da válvula e a variação percentual do curso, quando se mantém constante a pressão diferencial através da válvula. 57 As características de vazão fornecidas pelos fabricantes das válvulas de controle são inerentes, já que não possuem condições de simular toda e qualquer aplicação da válvula de controle. CURVAS CARACTERÍSTICAS DAS VÁLVULAS A característica de vazão instalada é definida como sendo a real característica de vazão, sob condições reais de operação, onde a pressão diferencial não é mantida constante.. 58 A característica de vazão inerente é a teórica, enquanto que, a instalada é a prática.
30 CURVAS CARACTERÍSTICAS DA VÁLVULA Curva característica de vazão instalada: lnstalada a válvula de controle de processo, a sua característica de vazão inerente sofre profundas alterações. O grau de alteração depende do processo em função do tipo de instalação, tipo de fluido etc. Dependendo da queda de pressão através da válvula e a queda de pressão total do sistema, a característica de vazão pode alterar-se consideravelmente e, o que é mais interessante, é que se a característica de vazão inerente for linear, esta tende a abertura rápida, enquanto que as características inerentes igual porcentagem, tendem a linear. 59 CURVAS CARACTERÍSTICAS DA VÁLVULA Curva característica personalizada: Com advento dos instrumentos de controle digitais, estas curvas são facilmente formatadas por posicionadores digitais ou pela configuração na malha de controle através de um bloco de coordenadas X/Y. Um bom exemplo de utilização desta curva é a de posicionamento de um ventilador em uma malha de combustão de caldeira ou forno. 60
31 CURVAS CARACTERÍSTICAS DAS VÁLVULAS Cada tipo de atuador da válvula tem a sua característica de vazão, a qual descreve a relação entre o Cv da válvula e a sua abertura. 61 A vazão passando pela válvula não é só afetada pela característica da válvula mas também pela perda de carga através da válvula. A forma física da sede + obturador da válvula, algumas vezes referido como o deslocamento da válvula, causa a diferença da abertura das válvulas. CURVAS CARACTERÍSTICAS DAS VÁLVULAS As válvulas podem ser equipados com obsturador de formas diferentes, cada qual tem seu próprio fluxo inerente/característica de abertura : 62
32 CURVAS CARACTERÍSTICAS DAS VÁLVULAS 3 TIPOS DE CARACTERÍSTICAS 63 A seleção das características é especifica para cada processo: Válvulas com características de fluxo linear Processo Linear e P cte. Válvulas de igual porcentagem P varia com o fluxo e processos nos quais o ganho diminui quando o fluxo através da válvula aumenta. Válvulas de abertura rápida produz uma grande variação na taxa de vazão, para uma pequena variação na posição da haste. Este tipo de válvula é frequentemente utilizado em controles on-off (liga-desliga). CURVAS CARACTERÍSTICAS DAS VÁLVULAS O conjunto sede + obturador determina a curva característica da válvula. 64
33 CURVAS CARACTERÍSTICAS DAS VÁLVULAS É relação entre a fração do curso da válvula e a correspondente vazão. 65 Sabe-se também que, a vazão que escoa através de uma válvula varia com a pressão diferencial através dela e, portanto, tal variação da pressão diferencial deve afetar a característica de vazão. Assim sendo, definem-se dois tipos de características de vazão: Inerente e Instalada. I IGUAL PORCENTAGEM 66 Acréscimos iguais no curso da haste produzem porcentagens iguais ao acréscimo em relação à vazão do momento. Dá um bom controle para aberturas de até 50%, e oferece um grande aumento de vazão para aberturas maiores do que 50%. Vazão e posição da válvula para uma válvula de característica de igual percentual com P constante
34 I IGUAL PORCENTAGEM 67 A fórmula matemática para a característica igual porcentagem é: Q = Q. e onde: max nx dq = dx n log R = x máx nq dcv dx = (ln R) Cv Q = vazão da válvula x = abertura da válvula ou curso Qo = vazão mínima controlável R = rangeabilidade: Qmax/Qmin normalmente = 50, para uma válvula de controle tipo globo n = constante: ou II LINEAR A característica linear é aquela que produz iguais mudanças de vazão para iguais mudanças de abertura, a perda de pressão constante. A característica linear é usualmente especificada em sistemas onde a maior parte da perda de carga ocorre exatamente na válvula de controle. A fórmula matemática para a característica linear é: 68 onde: dq Q = K. x = K dx Q = vazão da válvula x = abertura da válvula K = constante
35 II LINEAR É a característica pela qual iguais incrementos de curso determinam iguais variações de vazão. Na prática é muito provável que seu comportamento linear não seja mantido. 69 Curva da Vazão / posição de uma válvula linear com P constante III ABERTURA RÁPIDA 70 Produz uma máxima variação da vazão através da válvula com o mínimo varação do curso. Possibilita a passagem de quase que a totalidade da vazão nominal com apenas uma abertura de 25% do curso total e possui um ganho muito baixo em abertura acima de 80%. É utilizada aonde se requer que a válvula abre e feche rapidamente em situação pré-determinada, é instalada na linha principal que alimenta um sistema de combate a incêndio, o comando de abertura ou fechamento é manual. Q = K x
36 CURVAS CARACTERÍSTICAS DAS VÁLVULAS 71 CURVAS CARACTERÍSTICAS DAS VÁLVULAS Curvas características inerente da válvula Abertura rápida Q = k 1 x Linear: Q = k1x Igual % Q = k 1 R x 1 Image from
37 Não é possível exibir esta imagem no momento. 73 Função de Transferencia da Dinâmica da Válvula Assume-se uma Dinâmica de Primeira Ordem: 74 U (s) onde: s: variável de Laplace K v : Ganho da válvula [vazão/sinal de controle] τ v : Constante de tempo da válvula [tempo] Boa válvula: τ v << τ p (Constante tempo do processo) Q(s):vazão saída da válvula [m 3 /s, ft 3 /h,...] U(s): sinal saída do controlador [ma, PSI,...] Q(s)
38 DINÂMICA DA VÁLVULA Ganho Instalado da Válvula Kv 75 Define-se ganho de uma válvula pela relação entre a variação do valor relativo da vazão q, e a correspondente variação relativa da posição da haste do comando x: K v = q x O ganho é definido em relação às características operacionais (curva característica instalada). Por esta razão também se lhe dá o nome de ganho instalado. DINÂMICA DA VÁLVULA Em sistemas de controle que utilizem controladores convencionais PID é importante que o ganho instalado da válvula se mantenha relativamente uniforme na região de funcionamento. 76 Variações de ganho elevadas tornam o desempenho do controle irregular. Kv: pequeno exige um curso grande para a haste de comando da válvula Kv: elevado torna o controle ruidoso, com a vazão demasiado sensível a pequenas variações da abertura da válvula.
39 77 SELEÇÃO DO TIPO DE VÁLVULA SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA Esta seleção destina-se a escolher o tipo de corpo e de atuador. A escolha do tipo de corpo poderá ser uma tarefa delicada, com grande multiplicidade de opções. Faz-se atendendo aos seguintes parâmetros: 78 o o o o o Finalidade da válvula (manual de isolamento, controle on/off, controle automatico, tipo PID). Tipo de fluido (água, petróleos, pasta de papel, lamas, lamas com areias ou pedras, vapor saturado ou sobreaquecido, fluidos multifase). Temperatura do fluido (temperaturas muito baixas ou muito altas). Pressão do fluido (nominal, de pico). Agressividade química do fluido (ácidos, bases, outros agentes corrosivos).
40 SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA o o o o o Agressividade mecânica do fluido (presença de pó de caulinos e outros agentes abrasivos e incrustantes). Agressividade do meio ambiente (agentes químicos corrosivos no ambiente circundante à válvula, temperatura). Normas e regulamentos locais, incluindo a prática corrente nas instalações fabris. Existência de peças de reserva em armazém (para o caso de se pretender um número limitado de válvulas em que não faz sentido a organização de novo stock de peças). Experiência prévia com determinados tipos de válvulas. 79 SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA 80 Não existe um método sistemático que permita a escolha do tipo de corpo, tanto mais que muitos dos fabricantes recomendam certos tipos de corpos para múltiplas aplicações. Dão-se no entanto algumas indicações que poderão ser úteis.
41 SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA 81 FINALIDADE TIPO DO CORPO RAZÃO VÁLVULA DE ISOLAMENTO VÁLVULA DE MACHO ESFÉRICA É o único desenho que garante o isolamento do fluido com segurança. Se a válvula de controle for também utilizada para isolamento de tubulação, com a possibilidade de ter que se retirar o tubo a jusante da válvula, não pode de forma alguma usar-se uma válvula linear ou rotativa de segmento esférico, ou de borboleta, mesmo com prejuízo das características. Este tipo de válvula pode ser usado com gases ou líquidos, mesmo que estes tenham quantidades apreciáveis de matérias sólidas. Tem o grande inconveniente de ser cara, em particular quando o obturador é feito de titânio ou outro metal de preço elevado. SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA 82 FINALIDADE TIPO DO CORPO RAZÃO VÁLVULA PARA ÁGUA ACIMA DE DN100 USAR VÁLVULA BORBOLETA É uma válvula barata e de concepção simples. O seu baixo custo, comparado com o de válvulas de outro tipo, torna-se notório para diâmetros elevados. Normalmente estas válvulas não têm que trabalhar nem a pressões nem a temperaturas elevadas, também não sendo crítica a precisão do controle. Este tipo de válvula não deve ser usado com gases nem com líquidos que tenham matérias sólidas misturadas.
42 SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA 83 FINALIDADE TIPO DO CORPO RAZÃO VÁLVULA PARA ALTA PRESSÃO VÁLVULA DE PASTA DE PAPEL VÁLVULA PARA LÍQUIDOS COM LAMAS OU AREIA VÁLVULA CRIOGÊNICA VÁLVULA LINEAR DE GLOBO, DE SEDE DUPLA VÁLVULA ROTATIVA DE SEGMENTO ESFÉRICO EM V VÁLVULA LINEAR, DE GUILHOTINA OU DE CORREDIÇA VÁLVULA COM HASTE LONGA É um desenho que está muito testado em caldeiras de produção de vapor, quer para a válvula de admissão de água como para a regulação do vapor produzido. É um desenho indicado quando se pretende uma grande precisão no controle, com ganho instalado quase constante. É um desenho que permite que as lamas e areias passem pela região inferior da válvula sem afetar a haste de comando. Este desenho coloca a válvula afastada do atuador, não permitindo que as temperaturas baixas atinjam o atuador e afetem o seu desempenho. SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA 84 Outros fluídos: água, nitrogênio, esgoto, produtos alimentícios (iogurte), produtos farmacêuticos de alta pureza, componente perigosos (isocianatos) Consultar: Selection=Double+Flanged+Bu tterfly+valve&m=1 com.br/conteudo/29-tipos-devalvulas-industriais/
43 SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA 85 O temo "globo" refere-se à forma exterior da válvula, e não a área de escoamento interno. Uma válvula globo típica tem uma haste que é ajustada de forma linear (para cima e para baixo) para mudar a posição do obturador. Serviço de regulagem em linhas de água, óleo e líquidos em geral, bem como para vapor, ar e outros gases. Para bloqueio em linhas de vapor, para Ø de até 8 Para fechamento estanque em linhas de gases Para vapor e outros serviços com temperatura elevada, se houver necessidade de fechamento estanque, deve ser montada com o sentido de fluxo invertido SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA Vantagens Permite o controle parcial do fluxo Abertura e fechamento mais rápido que da válvula de gaveta As características construtivas da sede-obturador permitem estanqueidade total Manutenção favorecida pelo fácil acesso aos componentes internos, sem remover a válvula da linha Aplicável em ampla faixa de pressão/temperatura Desvantagens Não admite fluxo nos dois sentidos Perda de carga elevada 86
44 SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA Disco de fechamento haste ou pistão ajuste do curso êmbolo entrada de ar de comando posicionador É válvula mais econômica em termo de custo base a capacidade de fluxo, Seu orifício totalmente alinhado pode proporcionar boa vedação, material do corpo de baixo custo para o líquido corrosivo, Indicadas p/manipulação de alta pressão na entrada e de alta queda de pressão, Esta válvula proporciona uma queda de pressão pequena para fluxo de gases. 87 Disco de fechamento haste ou pistão SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA ajuste do curso êmbolo entrada de ar de comando posicionador Vantagens No geral, elas custam menos do que outros tipos de válvulas. Longa vida operacional e são bastante confiáveis. São leves e compactas Design simples torna-as fáceis de fazer manutenção e também de manusear em caso de reparos e trocas de peças. As industriais são projetadas para suportar altas temperaturas, resistindo bem ao desgaste com o tempo de uso. Desvantagens incapacidade de eliminar completa// todas as substâncias residuais, devido ao seu design. se não são de aço inox, esses suprimentos, não resistem as materiais altamente corrosivos ou abrasivos. 88
45 SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA A restrição para este corpo é caracterizada pela forma esférica do elemento de vedação, que movimentada para proporcionar uma área de fluxo ajustável. 89 A esfera é rodada para influenciar a quantidade de fluxo. A válvula do exemplo mostra ao lado tem uma abertura através da esfera, e a esfera é rodada para ajustar a fração de abertura da área disponível para o fluxo. Normalmente utilizada para bloqueio em linhas de uso geral (Rápida). ½ custo de uma válvula globo SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA Vantagens Abertura e fechamento rápidos As características construtivas do conjunto-sede, bem como os materiais utilizados neste conjunto, garantem acionamento suave e estanqueidade total. Baixa perda de carga, quando construída em passagem plena. Aplicáveis em ampla faixa de pressões. Desvantagens A necessidade de utilização de materiais resilientes nas sedes, limita a gama de temperatura de utilização deste tipo de válvula. Não é indicada sua utilização em fluidos que possuam camadas sólidas em suspensão. Não são recomendadas para controles de vazão parciais. 90
46 SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA 91 Estas válvulas têm uma barreira plana, a que é ajustada para influenciar a área de fluxo. Principal característica da válvula gaveta está na sua mínima obstrução a passagem de fluxo, quando totalmente aberta, proporcionando baixa turbulência, com um diferencial de pressão quase insignificante. Isto é possível, porque o seu sistema de vedação (obturador) atua perpendicularmente a linha de fluxo. Normalmente são empregadas em processos onde não se necessitam operações frequentes de abertura e fechamento, pois o seu manuseio é mais lento quando comparado ao de outros tipos de válvulas. Valv. manual Valv. Angular Tipo não especificado On/off, confiável, barata Valv. esfera válv. esférica purga On/off, fácil limpeza, ver posição da válvula válv. macho (plug) Válv. macho Bleed Válv. Borboleta Similar a valv. esfera, mais $$, mas ++ robusta Alta capacidade, econômica, pode ter um bom controle de fluxo Válv. Diafragma Fluido abrasivo, sanitário, & ambientes corrosivos
47 Válv. inferior embutida dreno tanque e/ou espaço morto Válv. gaveta Ambientes de P e T Valv. Globo Bom controle de Q, difícil limpar Valv. Agulha Melhor controle Q, fluxo baixo Valv. retenção Permite Q só em 1 direção BIBLIOGRAFIA 94 BARALLOBRE, Roberto. Manual de Treinamento - Válvulas de Controle, FLUID CONTROLS INSTITUTE Norma FCI 62.1 ISA Gustavo da Silva, Instrumentação Industrial, 2ª edição Vol I e Vol II, ESTSetúbal 2004 (ª)
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