Prof. Regis de Castro Ferreira
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1 PROJEÇÕES ORTOGRÁFICAS 1. INTRODUÇÃO A projeção ortográfica é uma forma de representar graficamente objetos tridimensionais em superfícies planas, de modo a transmitir suas características com precisão e demonstrar sua verdadeira grandeza. Para entender bem como é feita a projeção ortográfica devemos conhecer três elementos: o modelo, o observador e o plano de projeção. O modelo: É o objeto a ser representado em projeção ortográfica (Figura 1). Figura 1. Modelo a ser representado.
2 O observador: É a pessoa que vê, analisa, imagina ou desenha o modelo em projeção ortográfica, devendo analisá-lo cuidadosamente em várias posições (Figura 2). Figura 2. Observador vendo o modelo de frente, de cima e de lado. O plano de projeção: É a superfície onde se projeta o modelo. A tela de cinema é um bom exemplo de plano de projeção.
3 2. DESENHO TÉCNICO X GEOMETRIA DESCRITIVA Geometria Descritiva é a ciência que tem por fim representar num plano as figuras do espaço, de maneira tal que, nesse plano, se possam resolver todos os problemas relativos a essas figuras. Ela foi criada no fim do século XVIII, pelo matemático francês Gaspar Monge, baseando-se na Projeção Ortográfica dos vários pontos que representam uma peça. Em desenho técnico usamos dois planos básicos, estudados pela Geometria Descritiva, para representar as projeções de modelos: um plano vertical e um plano horizontal que se cortam perpendicularmente, formando os chamados diedros.
4 2.1. Diedros Cada diedro é a região limitada por dois semiplanos perpendiculares entre si. Os diedros são numerados no sentido anti-horário. Esses dois planos, perpendiculares entre si, dividem o espaço em quatro regiões chamadas diedros (Figura 3). Figura 3. Divisão do espaço em diedros.
5 3. PROJEÇÃO ORTOGRÁFICA DE SÓLIDOS S GEOMÉTRICOS A representação gráfica é a forma pela qual se representam os projetos, em qualquer ramo de engenharia. Muitas vezes estas representações não representam o modelo ou partes dele em verdadeira grandeza, como é o caso das perspectivas (Figura 4) Figura 4. Perspectivas de um sólido com diferentes ângulos de deformação Mas, para produzir um objeto, é necessário conhecer todos os seus elementos em verdadeira grandeza. Por essa razão, em desenho técnico, quando tomamos sólidos geométricos ou objetos tridimensionais como modelos, costumamos representar sua projeção ortográfica em mais de um plano de projeção.
6 No Brasil, onde se adota a representação no 1º diedro, além do plano vertical e do plano horizontal, utiliza-se um terceiro plano de projeção: o plano lateral. Este plano é, ao mesmo tempo, perpendicular ao plano vertical e ao plano horizontal (Figura 5). Figura 5. Rebatimento das faces do cubo no 1º. diedro A projeção do modelo no plano vertical dá origem à Vista Frontal ou Elevação (F); A projeção do modelo no plano horizontal dá origem à Vista Superior ou Planta (S); A projeção do modelo no plano lateral dá origem à Vista Lateral Esquerda (E) ou Vista Lateral Direita (D); A projeção do modelo no plano vertical anterior dá origem à Vista Posterior (P); A projeção do modelo no plano horizontal superior dá origem à Vista Inferior (I);
7 Geralmente (na prática) as três projeções: Frontal, Superior, Lateral (esquerda ou direita) são suficientes (não necessariamente) para solução da maioria dos problemas. O cubo é desenvolvido, mantendo-se fixo o plano Frontal e os demais rebatidos no seu prolongamento (Figura 6).
8 Figura 6. Rebatimento das faces da Figura 5 no 1º. Diedro
9 Figura 7. Exemplo de rebatimento das faces de um sólido: planta baixa, vista frontal (elevação) e vista lateral direita (perfil)
10 3.1. Rebatimento dos planos de projeção Tem-se um prisma qualquer (Figura 8). A Figura 9 representa as projeções do prisma em três planos simultaneamente. Se retirarmos o prisma tem-se apenas as suas projeções nos três planos (Figura 10) Figura 8. Prisma em perspectiva. Figura 9. Prisma nos 3 planos Figura 10. Projeções do prisma nos 3 planos
11 Mas, em desenho técnico, as vistas devem ser mostradas em um único plano. Para tanto, usamos um recurso que consiste no rebatimento dos planos de projeção horizontal e lateral. Veja como isso é feito no 1º diedro: O plano vertical, onde se projeta a vista frontal, deve ser imaginado sempre numa posição fixa; Para rebater o plano horizontal, imaginamos que ele sofre uma rotação de 90º para baixo, em torno do eixo de interseção com o plano vertical (Figura 11 e a Figura 12). O eixo de interseção é a aresta comum aos dois semiplanos. Figura 11 Figura 12.
12 Para rebater o plano de projeção lateral imaginamos que ele sofre uma rotação de 90º, para a direita, em torno do eixo de interseção com o plano vertical (Figura 13 e Figura 14). Figura 13 Figura 14
13 A Figura 15 representa os três planos de projeção: vertical (A), horizontal (B) e lateral (C), representados num único plano rebatido. Figura 15. Representações nos três planos de projeção A projeção (A), representada no plano vertical, chama-se projeção vertical ou vista frontal; A projeção (B), representada no plano horizontal, chama-se projeção horizontal ou vista superior; A projeção (C), que se encontra no plano lateral, chama-se projeção lateral ou vista lateral esquerda.
14 EXEMPLOS DE VISTAS ORTOGRÁFICAS DE ALGUMAS FIGURAS. Perspectiva isométrica e vistas ortográficas Perspectiva isométrica e vistas ortográficas
15 Vistas ortográficas Vistas ortográficas
16 Exercício: representar à mão livre as vistas dos objetos abaixo a partir de suas perspectivas (Ver apostila Desenho Técnico p.28).
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