Sistemas de Projeção Projeções ortográficas
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- Luiz Diegues Barreiro
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1 Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAU Departamento de Projeto, Representação e Tecnologia Disciplina: Representação Manual Técnica I Professor: Emmanuel S. R. Pedroso Sistemas de Projeção Projeções ortográficas vistas/cubo2.html Fonte:
2 Linguagem gráfica 2 métodos de descrição da forma 2 métodos de descrição da forma (FRENCH; VIERCK, 2005)
3 Linguagem gráfica 2 métodos de descrição da forma (FRENCH; VIERCK, 2005) Projeção
4 (MONTENEGRO, MONTENEGRO, 2007) processo de formação de uma imagem mediante raios de visão levados numa direção particular, desde o objeto até o plano de imagem Projeção (FRENCH; VIERCK, 2005, p. 150)
5 Linguagem gráfica 2 métodos de descrição da forma (FRENCH; VIERCK, 2005) Vistas ortográficas Perspectivas
6 2 métodos de descrição da forma (FRENCH; VIERCK, 2005) Vistas ortográficas Perspectivas
7 Por que não usar um único plano de projeção?
8 Por que não usar um único plano de projeção? (ÁVILA, 2011)
9 Por que não usar um único plano de projeção? (ÁVILA, 2011)
10 Apesar dos dois objetos serem diferentes, as projeções obtidas são idênticas. (ÁVILA, 2011)
11 Para resolver este problema, Gaspar Monge criou o Sistema de Projeções Mongeanas A Projeção Mongeana consiste em: - 1 plano horizontal; - 1 plano vertical. (ÁVILA, 2011)
12 (ÁVILA, 2011)
13 (ÁVILA, 2011)
14 (ÁVILA, 2011)
15 (ÁVILA, 2011)
16 (ÁVILA, 2011)
17 Diedros Cada uma destas regiões formam um diedro. Estes diedros são numerados no sentido antihorário. E que são denominados: - 1º DIEDRO; - 2º DIEDRO; - 3º DIEDRO; - 4º DIEDRO. (ÁVILA, 2011)
18 (ÁVILA, 2011)
19 PROJEÇÃO DA ESFERA (ÁVILA, 2011)
20 PROJEÇÃO DA ESFERA (ÁVILA, 2011)
21 PROJEÇÃO DA ESFERA (ÁVILA, 2011)
22 PROJEÇÃO DO CILINDRO (ÁVILA, 2011)
23 PROJEÇÃO DO CILINDRO
24 PROJEÇÃO DO CILINDRO (ÁVILA, 2011)
25 Independente do diedro no qual o objeto seja representado, ele terá duas projeções: - uma no plano horizontal; - uma no plano vertical.
26 (ÁVILA, 2011)
27 Já a ordem dos elementos de projeção: objeto, plano de projeção e observador, muda de acordo com o diedro em que se está trabalhando. (ÁVILA, 2011)
28 Em qual Diedro trabalhar? As normas de desenho técnico fixaram a utilização das projeções somente pelo 1º e pelo 3º diedro. Sistema de projeção ortogonal pelo 1º diedro. Sistema de projeção ortogonal pelo 3º diedro. (ÁVILA, 2011)
29 Para facilitar a interpretação de um desenho, recomenda-se indicar na legenda o símbolo que represente o diedro em que o desenho esta sendo representado. (ÁVILA, 2011)
30 1º diedro Objeto, plano de projeção e observador (ÁVILA, 2011)
31 Até agora os objetos foram representados no espaço, o que é um problema Monge criou o método de rebatimento das projeções, a fim de que elas possam ser representadas em um único plano. (ÁVILA, 2011)
32 1º diedro (ÁVILA, 2011)
33 Vista Lateral Apesar das 2 projeções do objeto, ainda não se pode ter uma noção exata de sua forma. Este problema foi resolvido por Gino Loria, que acrescentou um 3º plano de projeção ao sistema de Monge. Este plano, por representar a vista lateral do objeto, é denominado de Plano Lateral. (ÁVILA, 2011)
34 (ÁVILA, 2011)
35 (ÁVILA, 2011)
36 Repare que utilizando os planos horizontal, vertical e lateral, já é possível determinar a forma do elemento. (ÁVILA, 2011)
37 Com base neste princípio, é possível representar as principais vistas de um objeto. Consequentemente, as vistas de um determinado objeto podem ser obtidas em seis planos perpendiculares entre si, e paralelos dois a dois. (ÁVILA, 2011)
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44 Rebatimento dos planos de projeção No desenho técnico, as vistas devem ser mostradas em um único plano. Para conseguir este tipo de projeção utiliza-se o método do rebatimento das vistas. (ÁVILA, 2011)
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50 Após o rebatimento das 3 projeções em um único plano, temos as seguintes vistas do objeto: (ÁVILA, 2011)
51 Após o rebatimento das 6 projeções em um único plano, temos as seguintes vistas do objeto: (MONTENEGRO, 2011)
52 Após o rebatimento das 6 projeções em um único plano, temos as seguintes vistas do objeto: (MONTENEGRO, 2011)
53 ATIVIDADE TROFÉU LÚCIA JÁ-VOU-INDO UNIDADE I
54 ATIVIDADE TROFÉU LÚCIA JÁ-VOU-INDO UNIDADE I Executar, à mão livre, as 3 principais vistas ortográficas dos seguintes objetos em perspectiva, respeitando as proporções Cada exercício deverá ser numerado (07.1, 07.2, 07.3,...) Cada exercício deverá ser feito em 4 minutos Atividade 07
55 07.1 (MICELI; FERREIRA, 2008)
56 07.2 (MICELI; FERREIRA, 2008)
57 07.3 (MICELI; FERREIRA, 2008)
58 07.4 (MICELI; FERREIRA, 2008)
59 07.5 (MICELI; FERREIRA, 2008)
60 07.6 (MICELI; FERREIRA, 2008)
61 07.7 (MICELI; FERREIRA, 2008)
62 07.8 (MICELI; FERREIRA, 2008)
63 07.9 (MICELI; FERREIRA, 2008)
64 07.10 (MICELI; FERREIRA, 2008)
65 07.11 (MICELI; FERREIRA, 2008)
66 07.12 (MICELI; FERREIRA, 2008)
67 07.13 (MICELI; FERREIRA, 2008)
68 07.14 (MICELI; FERREIRA, 2008)
69 07.15 (MICELI; FERREIRA, 2008)
70 07.16 (MICELI; FERREIRA, 2008)
71 07.17 (MICELI; FERREIRA, 2008)
72 07.18 (MICELI; FERREIRA, 2008)
73 07.19 (MICELI; FERREIRA, 2008)
74 07.20 (MICELI; FERREIRA, 2008)
75 ATIVIDADE TROFÉU LÚCIA JÁ-VOU-INDO UNIDADE I (YEE, 2009) Executar, à mão livre, as 6 vistas do seguinte objeto em perspectiva, respeitando as proporções Este exercício deverá ser feito em 12 minutos Atividade 08
76 08.1 (YEE, 2009)
77 08.2 Arc4058summer2012.blogspot.com
78 08.3 dezeen.com
79 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ÁVILA, R. F. de. Projeções ortográficas. Juiz de Fora: IF Sudeste MG Campus Juiz de Fora, MICELI, M. T.; FERREIRA, P. Desenho técnico básico. 2. ed. [2. ed. rev.] Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, YEE, R. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. Tradução: Luiz Felipe Coutinho Ferreira da Silva; revisão técnica: Alice Brasileiro. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
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