ESTRADAS E AEROPORTOS. Prof. Vinícius C. Patrizzi
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- Ruy Azambuja Araújo
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1 ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi
2 HISTÓRICO AEROPORTOS 1. PRINCÍPIOS GERAIS: Cinco Liberdades do Ar: 1. Uma aeronave tem direito de sobrevoar um outro país, sem pousar, contanto que o país sobrevoado seja notificado antecipadamente e aprove o sobrevôo (Passagem inocente). 2. Uma aeronave civil de um país tem o direito de pousar em outro país por razões técnicas, tais como abastecimento ou manutenção, sem proceder a qualquer tipo de serviço comercial neste ponto de parada (Parada Técnica). 3. Uma empresa aérea tem o direito de carrear o tráfego de seu país de registro para outro. 4. Uma empresa aérea tem o direito de carrear o tráfego de um país para o seu país de registro. 5. Uma empresa aérea tem o direito de carrear tráfego entre dois países diferentes do seu país de registro, desde que o vôo origine ou termine no seu país de registro.
3 HISTÓRICO AEROPORTOS Organizações Internacionais de Regulamentação da Aviação Civil : Internacional Civil Aviation Organization ICAO Internacional Air Transport Association IATA Federal Aviation Administration FAA Ministério da Aeronáutica do Brasil Comando da Aeronáutica do Brasil COMAER Agência Nacional de Aviação Civil ANAC Criada pela Lei nº , de 27 de setembro de 2005 ( Aturará como autoridade aeronáutica da aviação civil. Missão visa o atendimento do interesse público e o desenvolvimento e fomento da aviação civil, da infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária do País.
4 Composição de Peso e Desempenho em Cruzeiro 1. DEFINIÇÕES: Componente do peso bruto Composto de 3 parcelas: Peso Básico Operacional: peso do avião pronto para operar excluindo-se a carga paga e o combustível utilizável. Inclui estruturas, assentos, equipamentos diversos, tripulação, copas, enfim, tudo que não seja carga paga e combustível. Carga paga: toda carga transportada que produz receita. Compõe-se de passageiros, bagagem, correio e carga. Combustível total: compreende combustível de bloco mais reservas.
5 Composição de Peso e Desempenho em Cruzeiro 2. LIMITES ESTRUTURAIS: Peso máximo zero combustível: peso máximo que pode ter a aeronave carregada, porém sem combustível. Carga paga máxima estrutural: é o máximo peso que pode ter a carga paga, seja ela passageiro, carga, correio ou combinação desses itens. Peso máximo estrutural de decolagem: peso máximo com qual a aeronave pode decolar 9supondo-se que não exista limitante operacional, que na realidade existem por razões estruturais. Peso máximo estrutural de pouso: é o peso máximo com qual a aeronave pode pousar (supondo-se que não existam limitantes operacionais). Peso máximo estrutural de rampa ou de taxi: é o máximo peso pelo qual a aeronave poderá iniciar o taxi, ou seja, sair dos calços para dirigir-se até a cabeceira da pista. Capacidade máxima dos tanques: é o máximo volume de combustível que o avião admite.
6 Composição de Peso e Desempenho em Cruzeiro 3. LIMITES OPERACIONAIS: Peso máximo de decolagem: sempre menor ou igual ao peso máximo estrutural de decolagem. Imposto pelo comprimento e declividade da pista, temperatura, pressão, vento, pneus, condições de subida, condições de frenagem e outras. Peso máximo de pouso: sempre menor ou igual ao peso máximo estrutural de pouso. Imposto pelas condições reinantes no pouso, principalmente o comprimento e a declividade da pista além do estado da superfície da pista.
7 1. O AVIÃO: MECÂNICA DE LOCOMOÇÃO DO AVIÃO O avião é um veículo que voa graças à força de sustentação obtida pelo efeito dinâmico das asas sobre o ar, ou seja, pela ação mútua de forças entre o ar, fluido e o avião, corpo em movimento. 2. COMPONENTES: Asas (fixas) que geram as forças de sustentação para o vôo. Superfícies móveis (elerões, elevadores, lemes, flapes) para controlar a atitude da aeronave. Sistema propulsor para fornecer tração ou empuxo necessário ao deslocamento no ar. Fuselagem: corpo que liga estruturalmente as outras partes do avião e abriga a tripulação, carga, passageiros, sistema de controle, instrumentos e sistema de trem-de-pouso.
8 MECÂNICA DE LOCOMOÇÃO DO AVIÃO
9 MECÂNICA DE LOCOMOÇÃO DO AVIÃO
10 MECÂNICA DE LOCOMOÇÃO DO AVIÃO 1. NOÇÃO DE MECÂNICA DE VÔO: Um Corpo imerso num fluido está sujeito a: Forças Normais Pressão Forças Tangenciais Atrito Resultante: dividida em dois componentes (admitindo-se que não haja força lateral). 1ª - De Sustentação = atua na direção ortogonal à da velocidade. Sustenta o avião em vôo. 2ª - De Arrasto = em direção paralela à velocidade. Deve ser vencida pela tração dos motores.
11 1. AEROFÓLIOS: MECÂNICA DE LOCOMOÇÃO DO AVIÃO Partes do avião destinadas a produzir sustentação (mas que geram também arrasto) como as asas, estabilizadores, hélices e outras. Tem forma chatada, alongada e perfil típico.
12 MECÂNICA DE LOCOMOÇÃO DO AVIÃO
13 MECÂNICA DE LOCOMOÇÃO DO AVIÃO
14 MECÂNICA DE LOCOMOÇÃO DO AVIÃO
15 2. ESTOL: MECÂNICA DE LOCOMOÇÃO DO AVIÃO Avião em velocidade mínima = ângulo de ataque grande = CL máximo. O avião voando com CLmáx tem um aumento do ângulo de ataque (proporcional ou acidental). Com o ângulo de ataque maior que 2 x CLmáx há uma perda de sustentação e o avião começa a cair. Pelo fato do avião ter o centro de massa convenientemente localizado e pelas forças de arrasto nessa situação aplicados atrás do centro de massa, durante a queda apontará o nariz para baixo. Adquire assim, situação de vôo descendente com ângulo de ataque menor que CLmáx e poderá gradativamente voltar ao vôo em nível. Para recuperar a condição de vôo perde-se altura, que depende das características do avião e é geralmente significativa. Deve-se evitar o estol nos vôos normais.
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