POR QUE ELEGER O TEMA SOBRE AVALIAÇÃO DE VALORES
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- Maria Eduarda Aurora Caldeira Henriques
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1 APRESENTAÇÃO POR QUE ELEGER O TEMA SOBRE AVALIAÇÃO DE VALORES O Tema em Destaque deste número de Estudos em Avaliação Educacional é Avaliação de valores: dimensões e metodologia. Nos artigos que o compõem, são foco de análise valores como justiça, generosidade, respeito, tolerância, democracia e relações dialógicas. Inspirados em Vasquez (1993), entendemos valores como atribuições de qualidade feitas por sujeitos históricos e sociais a certas propriedades dos objetos e que dependem sempre das relações estabelecidas entre os homens e os objetos. Dessa forma, valores não existem como propriedades concretas dos objetos e independentes dos homens que as apreciam (objetivismo), nem como criações humanas independentes de uma realização concreta no mundo real (subjetivismo). Pensando nessa questão, e trazendo-a para o âmbito dos valores morais, o autor se pergunta: [...] que sentido teria a solidariedade, a lealdade ou a amizade como valores se não existissem os sujeitos humanos que podem ser solidários, leais, ou amigos? Que solidariedade poderia existir ainda que idealmente se não existissem os sujeitos que devem praticá-la e os seus atos solidários? [...] Todos os valores que conhecemos têm ou tiveram sentido em relação ao homem, e somente o tiveram nessa relação. Não conhecemos nada valioso que não o seja - ou tenha sido para o homem. (VASQUEZ, 1993, p. 125) Valores morais envolvem atribuições de qualidade a objetos especiais as ações humanas intencionais que podem aparecer na forma de princípios, normas, regras, julgamentos, comportamentos. Considerando os valores morais, as pessoas fazem escolhas, mostram suas preferências pelo que entendem como melhor ou pior, bom ou mau, e que, em função dessas 12 Est. Aval. Educ., São Paulo, v. 24, n. 56, p , set./dez. 2013
2 avaliações morais, podem ou não legitimar como correto. Há diferentes perspectivas filosóficas que buscam discutir, dentro da ética, o critério para julgar o bem moral, e que poderiam ajudar a se pensar em formas de classificação das escolhas morais das pessoas (eudemonismo, hedonismo, boa vontade, tal como entendida em Kant, utilitarismo). Dentro da psicologia, concebe-se, por um lado, que as escolhas morais podem ser fortemente marcadas por pertencimentos sociais, contextos e momentos sócio-históricos; a Psicologia Social tem investigado essas relações. Por outro lado, a Psicologia da Moralidade, baseada numa visão construtivista, vem mostrando, há décadas, modos de construção do desenvolvimento e das capacidades de julgamento e raciocínio moral no indivíduo. As pesquisas apresentadas aqui passam por perspectivas teóricas que põem em discussão essas esferas de influência na construção dos valores. Trabalhar com valores nos leva a considerar outras questões pungentes na realidade atual. Se passamos por uma crise de valores, o quanto isso afeta nossas instituições educadoras como a família e a escola e, em decorrência, a construção dos valores morais nas crianças e nos adolescentes? Nomeia-se, geralmente, crise de valores a falência perda ou ausência dos valores morais. Por outro lado, é comum, também, a expressão valores em crise, vista como a transformação dos valores morais, antes ditos tradicionais, e sua substituição, ou mesmo deturpação, por outros novos valores, momentâneos e fragmentados (LA TAILLE; MENIN, 2009). Ambos os termos referem-se a certos fatos sociais ditos característicos da pós-modernidade tanto pelo senso comum, a mídia ou educadores, como por autores que estudam a contemporaneidade, como Lipovetsky (2010), Bauman (1998) e Jares (2005). La Taille (2009), sintetizando alguns dos estudiosos da pós-modernidade, descreve as culturas do tédio e da vaidade. Na cultura do tédio, ao contrário dos peregrinos que viajam para se transformar, seríamos como turistas na vida e, portanto, na adoção de valores. Viveríamos fragmentos do tempo, do espaço, do conhecimento, das relações sociais e da comunicação. Estaríamos num eterno presente, pois o passado é desprezado e o futuro não nos apresentaria utopias. Est. Aval. Educ., São Paulo, v. 24, n. 56, p , set./dez
3 Haveria o desencanto com o progresso que nos trouxe mais violência, desemprego, destruição do meio ambiente. Sem passado e sem perspectivas de futuro, não se teria como fixar valores, ou como hierarquizá-los. Não haveria critérios para se decidir o que é o melhor. A vida se tornaria sem sentido, e daí o tédio. Por outro lado, na cultura da vaidade consideram-se apenas competências individuais e os vencedores são aqueles mais relacionados à fama, ao espetáculo, que ao domínio do saber erudito, pois, como diz Jurandir Freire Costa (2004), o lugar da autoridade foi tomado pela celebridade. Ainda nessa cultura, existiria o excesso de regras ocupando o lugar dos princípios éticos e a violência se tornaria um valor estaria naturalizada e tornada, também, espetáculo. Considerando essas colocações, pode-se supor que a sociedade atual está defronte de um desafio que lhe impõe nova reflexão sobre que cidadãos deseja formar e para que tipo de sociedade. Se o que se busca é formar pessoas capazes de conviver democraticamente em uma sociedade plural nas formas de pensar e viver, de modo que possam compartilhar a responsabilidade de construir um mundo mais tolerante e justo, meios apropriados terão de ser pensados e formas de avaliação dos valores terão de ser investigadas e postas em prática. Nesse sentido, vemos surgir um discurso apontando para a necessidade de as escolas se voltarem para a formação de valores morais como um grande problema de nossos dias, como se este fosse novo o que não é verdade. Essa é uma preocupação que aparece na maioria das propostas curriculares das escolas. No entanto, o currículo dessas instituições não privilegia o trabalho com valores. A ênfase recai somente no ensino das matérias tradicionais e a metodologia das aulas segue um processo de transmissão de conhecimento, como é o ensino de língua portuguesa, matemática, ciências, geografia, história, educação física e artes. Nessas disciplinas, o professor tem o domínio do conteúdo e deve transmiti-lo ao aluno de forma que este possa se apropriar da escrita culta, dos procedimentos de cálculos e dos demais conteúdos valorizados tradicionalmente na cultura. Não há como negar que o domínio dessas disciplinas dá ao aluno ferramentas importantíssimas para que possa ler o mundo e interagir no mesmo, mas não são as únicas que existem. 14 Est. Aval. Educ., São Paulo, v. 24, n. 56, p , set./dez. 2013
4 Da mesma forma, quando discutimos o problema da avaliação em sala de aula ou quando abrimos uma revista especializada em avaliação escolar, sempre nos deparamos com a avaliação da aprendizagem das disciplinas tradicionais do currículo, com os procedimentos formais de provas e exercícios, segundo os quais os professores, por meio de critérios objetivos, podem atribuir uma nota ao aluno. Pouco se tem discutido a questão da avaliação em valores sociomorais; pouco se discutem seus possíveis instrumentos ou métodos avaliativos, pois existe uma dificuldade grande de construir parâmetros ou critérios para avaliação de valores e, assim, o trabalho com a formação integral do aluno passa a ser tratado como fator secundário. É importante perceber que, diferentemente da língua portuguesa, matemática, ciências e demais matérias escolares, a ética e os valores morais não constituem disciplinas especializadas que exigem um professor formado e capacitado para ministrá-los. Trata-se, segundo Araújo (2007), de uma construção que se faz em função de toda vida social dentro e fora da escola. A formação moral se dá a partir da inserção social dos indivíduos por meio da família, do grupo de amigos, da televisão, da igreja, da escola. Valores se constroem por vivências em práticas sociais, e essa formação é, portanto, uma tarefa comum a todos os indivíduos em relações. Na escola, essa formação passa a ser tarefa do professor, do diretor, da merendeira, da secretaria e dos alunos entre si. Por isso, é importante tratar o tema como transversal, e não como uma disciplina encerrada em si mesma (BRASIL, 1997). Como tema transversal, a formação em valores não se separa de conteúdos de língua portuguesa, matemática, ou outras disciplinas escolares. É na sala de aula, ao ministrar essas matérias, que o professor ensina ética por meio de seu comportamento, pela relação que mantém com os alunos, pelas discussões que gera. Valores são mais bem construídos pela formação de hábitos do que por transmissão de conteúdos. Os membros de uma escola devem, por meio de suas ações, dar exemplos de respeito, justiça, solidariedade, diálogo, cooperação, mais do que fazer discursos ou agir de forma não condizente com os valores que querem ensinar. A escola Est. Aval. Educ., São Paulo, v. 24, n. 56, p , set./dez
5 e suas formas de gestão devem dar espaço e prioridade para que as vivências dos valores morais possam acontecer de modo coerente entre todos os agentes. Além disso, o aluno deve ter um papel ativo na construção de seus valores, em situações que envolvam o diálogo, compreendendo a necessidade de respeitar os colegas e demais agentes escolares, e usando a justiça e demais valores sociomorais para compreender, discutir e utilizar de forma consciente as regras e normas escolares. A avaliação em valores, mais do que buscar formas de avaliar o aluno para aprová-lo ou reprová-lo, deve procurar entender que valores os alunos trazem para escola, como eles se percebem agindo em relação aos colegas, como sentem as relações sociais dentro da escola e, principalmente, como acreditam que deve ser a conduta de uma pessoa diante dos problemas vividos no cotidiano da escola, da família, da sociedade. Esses dados devem servir para que a escola se organize em seu cotidiano a fim de debater e tratar de tais questões na busca de uma formação cidadã. É o que os artigos aqui apresentados se propõem a fazer. MARIA SUZANA DE STEFANO MENIN [email protected] MARIALVA ROSSI TAVARES [email protected] REFERÊNCIAS ARAÚJO, U. F. A construção social e psicológica dos valores. In: ARAÚJO, U. F.; PUIG, J. M.; ARANTES, V. A. (Org.). Educação e valores: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, (Coleção Pontos e Contrapontos). BAUMAN, Z. O mal estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Zahar, BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: temas transversais: ética. Brasília: MEC/SEF, Est. Aval. Educ., São Paulo, v. 24, n. 56, p , set./dez. 2013
6 COSTA, J. F. O Vestígio e a áurea: corpo e consumismo na moral do espetáculo. Rio de Janeiro: Garamond, JARES, X. R. Educar para a verdade e para a esperança. Em tempos de globalização, guerra preventiva e terrorismos. Porto Alegre: Artmed, LA TAILLE, Y. Formação ética. Do tédio ao respeito de si. Porto Alegre: Artmed, LA TAILLE, Y.; MENIN, M. S. S. (Org.). Crise de valores ou valores em crise?. Porto Alegre: Artmed, LIPOVETSKY, G. O Crepúsculo do Dever: a ética indolor dos novos tempos democráticos. 4. ed. Lisboa: Publicações D. Quixote, VASQUEZ, S. A. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Est. Aval. Educ., São Paulo, v. 24, n. 56, p , set./dez
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