DIÁRIO OFICIAL PODER LEGISLATIVO
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- Isaac Candal Amarante
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1 DIÁRIO OFICIAL PODER LEGISLATIVO ANO XLVIII VITÓRIA ES, QUARTA-FEIRA, 12 DE FEVEREIRO DE PÁGINAS DPL - Editoração, Composição, Diagramação e Arte-Final. Reprografia: Impressão 4ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 17ª LEGISLATURA MESA DIRETORA SOLANGE LUBE - PMDB 1ª Secretária SANDRO LOCUTOR - PPS 3º Secretário THEODORICO FERRAÇO - DEM Presidente LUIZ DURÃO - PDT 1º Vice-Presidente GLAUBER COELHO - PSB 2º Vice-Presidente ROBERTO CARLOS - PT 2º Secretário JANETE DE SÁ - PMN 4ª Secretária GABINETE DAS LIDERANÇAS DEM - Atayde Armani PMDB - Luzia Toledo PT - Claudio Vereza PR - Gilsinho Lopes PSDB - Marcos Mansur PDT - Da Vitoria PSB - Freitas PRP - Dary Pagung PTN - Jamir Malini PMN - Janete de Sá PV Gildevan Fernandes PTB - José Carlos Elias PP PPS Sandro Locutor ELCIO ALVARES Líder do Governo ATAYDE ARMANI (DEM) Vice-Líder do Governo DEM PMDB PT PR PSB PDT PSDB PV PRP PTB PMN PP PTN PPS REPRESENTAÇÃO PARTIDÁRIA ATAYDE ARMANI, ELCIO ALVARES E THEODORICO FERRAÇO. LUZIA TOLEDO, PAULO ROBERTO, DOUTOR HÉRCULES, MARCELO SANTOS, ESMAEL DE ALMEIDA, SOLANGE LUBE E JOSÉ ESMERALDO. CLAUDIO VEREZA, GENIVALDO LIEVORE, LÚCIA DORNELLAS, RODRIGO COELHO E ROBERTO CARLOS. GILSINHO LOPES. FREITAS E GLAUBER COELHO. EUCLÉRIO SAMPAIO, DA VITORIA, APARECIDA DENADAI E LUIZ DURÃO. MARCOS MANSUR. GILDEVAN FERNANDES. DARY PAGUNG. JOSÉ CARLOS ELIAS. JANETE DE SÁ. NILTON BAIANO. JAMIR MALINI. SANDRO LOCUTOR. Esta edição está disponível no site: Endereço: Avenida Américo Buaiz Quadra RC4-B 03 - Enseada do Suá - CEP: Editoração: Simone Silvares Itala Rizk (027) e [email protected]
2 DIÁRIO OFICIAL PODER LEGISLATIVO COMISSÕES PERMANENTES COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA, SERVIÇO PÚBLICO E REDAÇÃO Presidente: Elcio Alvares Vice-Presidente: Claudio Vereza Efetivos: Luzia Toledo, José Carlos Elias, Da Vitória, Marcelo Santos e Sandro Locutor. Suplentes: Atayde Armani, Gilsinho Lopes, Lúcia Dornelas, Gildevan Fernandes, Jamir Malini e Janete de Sá. COMISSÃO DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Presidente: Gildevan Fernandes Vice-Presidente: Efetivos: Jamir Malini, Esmael de Almeida e Glauber Coelho. Suplentes: Dary Pagung, Marcos Mansur, Esmael de Almeida, Genivaldo Lievore e Luzia Toledo. COMISSÃO DE CULTURA E COMUNICAÇÃO SOCIAL Presidente: Luzia Toledo Vice-Presidente: Claudio Vereza Efetivos: Jamir Malini. Suplentes: Dary Pagung, Da Vitória e Luiz Durão. COMISSÃO DE EDUCAÇÃO Presidente: Da Vitória Vice-Presidente: Gilsinho Lopes Efetivos: José Esmeraldo, Rodrigo Coelho e Marcos Mansur. Suplentes: Atayde Armani, Genivaldo Lievore, Janete de Sá e Euclério Sampaio. COMISSÃO DE DEFESA DA CIDADANIA E DOS DIREITOS HUMANOS Presidente: Genivaldo Lievore Vice-Presidente: Efetivos: José Carlos Elias, Gildevan Fernandes e Claudio Vereza. Suplentes: Marcelo Santos, Marcos Mansur, Gilsinho Lopes e Janete de Sá. COMISSÃO DE SAÚDE E SANEAMENTO Presidente: Doutor Hercules Vice-Presidente: Janete de Sá Efetivos: Gildevan Fernandes, Glauber Coelho e Rodrigo Coelho. Suplentes: Luzia Toledo, Genivaldo Lievore, José Esmeraldo, Nilton Baiano e José Carlos Elias. COMISSÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL Presidente: Rodrigo Coelho Vice-Presidente: Paulo Roberto Efetivos: Aparecida Denadai. Suplentes: Claudio Vereza, Luiz Durão e Doutor Hércules. COMISSÃO DE AGRICULTURA, DE SILVICULTURA, DE AQUICULTURA E PESCA, DE ABASTECIMENTO E DE REFORMA AGRÁRIA Presidente: Atayde Armani Vice-Presidente: Glauber Coelho Efetivos: Marcos Mansur e Rodrigo Coelho. Suplentes: Dary Pagung, Jamir Malini, Gildevan Fernandes, José Carlos Elias e Genivaldo Lievore. COMISSÃO DE FINANÇAS, ECONOMIA, ORÇAMENTO, FISCALIZAÇÃO, CONTROLE E TOMADA DE CONTAS Presidente: Dary Pagung Vice-Presidente: Atayde Armani Efetivos: Luzia Toledo, José Esmeraldo, Euclério Sampaio, Lúcia Dornelas e Paulo Roberto. Suplentes: Jamir Malini, Sandro Locutor, Gilsinho Lopes, Da Vitória, Rodrigo Coelho e Glauber Coelho. COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Presidente: Sandro Locutor Vice-Presidente: Gilsinho Lopes Efetivos: Doutor Hercules. Suplentes: Esmael de Almeida, Jamir Malini e José Esmeraldo. COMISSÃO DE SEGURANÇA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO Presidente: Gilsinho Lopes Vice-Presidente: Euclério Sampaio Efetivos: José Esmeraldo, Luiz Durão e Sandro Locutor. Suplentes: Da Vitória, Dary Pagung, Gildevan Fernandes, Jamir Malini. COMISSÃO DE TURISMO E DESPORTO Presidente: Lúcia Dornelas Vice-Presidente: Genivaldo Lievore Efetivos: Paulo Roberto. Suplentes: Dary Pagung, Marcelo Santos. COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, INCLUSÃO DIGITAL, BIOSSEGURANÇA, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E PETRÓLEO E SEUS DERIVADOS Presidente: José Carlos Elias Vice-Presidente: Marcelo Santos Efetivos: Paulo Roberto Suplentes: Marcos Mansur, Sandro Locutor e Luzia Toledo. COMISSÃO DE INFRAESTRUTURA, DE DESENVOLVIMENTO URBANO E REGIONAL, DE MOBILIDADE URBANA E DE LOGÍSTICA Presidente: Marcelo Santos Vice-Presidente: Atayde Armani Efetivos: Jamir Malini, Gilsinho Lopes e Euclério Sampaio. Suplentes: José Esmeraldo, Genivaldo Lievore, Dary Pagung, Luiz Durão e Sandro Locutor. COMISSÃO DE POLÍTICA SOBRE DROGAS Presidente: Janete de Sá Vice-Presidente: Genivaldo Lievore Efetivos: Marcos Mansur. Suplentes: Marcelo Santos. DEPUTADO CORREGEDOR: JOSÉ CARLOS ELIAS DEPUTADO OUVIDOR: JOSÉ ESMERALDO LIGUE OUVIDORIA: / / [email protected] Publicação Autorizada Atos do Presidente Atos Legislativos pág. 1 a 3 Atos Administrativos pág. 3 a 8 Atas das Sessões e das Reuniões das Comissões Parlamentares pág. 9 a 42 Suplementos
3 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 1 ATOS LEGISLATIVOS RESOLUÇÕES RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Sr. CARLOS AUGUSTO VIEIRA. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução: Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Senhor Carlos Augusto Vieira, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Sr. JOAQUIM RIBEIRO NETO. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução: Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Senhor Joaquim Ribeiro Neto, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca a Sra. TEREZA CRISTINA. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução: Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca a Senhora Tereza Cristina, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Sr. ADILSON RIBEIRO DA SILVA. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução:
4 2 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Senhor Adilson Ribeiro da Silva, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Sr. EDSON DO NASCIMENTO. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução: Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Senhor Edson do Nascimento, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca a Sra. VERA DA MATA. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução: Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca a Senhora Vera da Mata, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Sr. CECITONIO COELHO. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução: Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Senhor Cecitonio Coelho, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca a Sra. DORKAS NUNES.
5 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 3 A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução: Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca a Senhora Dorkas Nunes, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Sr. EMERSON MAGNO SANTANA RIBEIRO. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução: Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca ao Senhor Emerson Magno Santana Ribeiro, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário RESOLUÇÃO Nº Concede Medalha Hermógenes Lima Fonseca a Sra. Juracyara dos Santos Laeber. A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, XXVI do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 2.700, de 15 de julho de 2009, e pela Resolução 2.199, de , promulga a seguinte Resolução: Art. 1º Fica concedida a Medalha Hermógenes Lima Fonseca a Senhora Juracyara dos Santos Laeber, pelos relevantes serviços prestados em prol de nosso Estado. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário ATOS ADMINISTRATIVOS ATOS DA MESA DIRETORA ATO Nº 56 A MESA DIRETORA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: NOMEAR, na forma do artigo 12, inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, KLEBER PENHA DE ALMEIDA, para exercer o cargo em comissão de Técnico Júnior de Gabinete de Representação Parlamentar, código TJGRP, no gabinete do Deputado Nilton Baiano, por solicitação do próprio Deputado, contida no processo nº /2014. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário
6 4 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 ATO Nº 57 A MESA DIRETORA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve, NOMEAR, na forma do artigo 12, inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, NELCELINA ESPINDULA, para exercer o cargo em comissão de Adjunto de Gabinete de Representação Parlamentar, código ADGRP, no gabinete do Deputado José Carlos Elias, por solicitação do próprio Deputado, contida no processo nº /2014. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário ATO Nº 58 A MESA DIRETORA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve, EXONERAR, na forma do artigo 61, 2º, alínea a, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, KENYA CRISTINA LOCATELLI DE OLIVEIRA, do cargo em comissão de Adjunto de Gabinete de Representação Parlamentar, código ADGRP, do gabinete do Deputado Da Vitória, por solicitação do próprio Deputado, contido no processo nº /2014, a partir de PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 11 de fevereiro de THEODORICO FERRAÇO Presidente SOLANGE LUBE 1ª Secretária ROBERTO CARLOS 2º Secretário ATOS DO DIRETOR-GERAL RENOVAÇÃO DO CONTRATO DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL 1. CONTRATANTE: ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO 2. CONTRATADO: RAYARA HORRANNA SANTOS FERNANDES DOS 3. ESPECIFICAÇÃO: ESTÁGIO EDUCACIONAL - Ensino Superior 4. VIGÊNCIA: a VALOR MENSAL DO CONTRATO: R$ 862,25 (oitocentos e sessenta e dois reais e vinte e cinco centavos). 6. DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: Secretaria da Assembleia Legislativa, em 10 de fevereiro de PAULO MARCOS LEMOS Diretor-Geral da Secretaria RESUMO DO CONTRATO DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL 1. CONTRATANTE: ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO 2. CONTRATADO: JOÃO CAMILO GOMES ROSSONI 3. ESPECIFICAÇÃO: ESTÁGIO EDUCACIONAL - Ensino Superior 4. VIGÊNCIA: a VALOR MENSAL DO CONTRATO: 6. DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: R$ 862,25 (oitocentos e sessenta e dois reais e vinte e cinco centavos) Secretaria da Assembleia Legislativa, em 10 de fevereiro de PAULO MARCOS LEMOS Diretor-Geral da Secretaria
7 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 5 ATOS DO DIRETOR-GERAL E DO DIRETOR DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA Nº 28 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, com base nas informações da CGRH, resolve: SUSPENDER as férias regulamentares, referentes ao exercício de 2014, dos servidores abaixo relacionados, reservando-lhe o direito de gozar os dias restantes em época oportuna. Servidores Matrícula A partir de Dias restantes ANDRESSA /02/ dias MANSKY SÁ (treze) PEREIRA MARISTELA FERREIRA REIS /02/ dias (nove) Secretaria da Assembleia Legislativa, em 10 de fevereiro de PAULO MARCOS LEMOS Diretor de Recursos Humanos FABIANO BUROCK FREICHO Diretor de Recursos Humanos PORTARIA Nº 29 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, com base nas informações da CGRH, resolve: TRANSFERIR as férias regulamentares, referentes ao exercício de 2014, dos servidores abaixo relacionados, para os seguintes períodos: Matrícula Servidor Período LUCIANA WERNERSBACH NASCIMENTO 10/03/2014 a 08/04/ SIDNEY SPACINI PEREIRA 24/11/2014 a 23/12/2014 Secretaria da Assembleia Legislativa, em 10 de fevereiro de PAULO MARCOS LEMOS Diretor de Recursos Humanos FABIANO BUROCK FREICHO Diretor de Recursos Humanos PORTARIA Nº 30 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, com base nas informações da CGRH, resolve: MARCAR as férias regulamentares, referentes ao exercício de 2013, da servidora abaixo relacionada. Servidores Matrícula Período Quantidade de dias DORIS /03/ (vinte e EUFRASIA a um) dias CAVERSAN 30/03/2014 restantes Secretaria da Assembleia Legislativa, em 10 de fevereiro de PAULO MARCOS LEMOS Diretor de Recursos Humanos FABIANO BUROCK FREICHO Diretor de Recursos Humanos PORTARIA Nº 31 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, com base nas informações da CGRH, resolve: MARCAR as férias regulamentares, referentes ao exercício de 2012, da servidora abaixo relacionada. Servidores Matrícula Período Quantidade de dias MARIA /03/ (treze) FERREIRA a dias DA SILVA 22/03/2014 restantes Secretaria da Assembleia Legislativa, em 10 de fevereiro de PAULO MARCOS LEMOS Diretor de Recursos Humanos FABIANO BUROCK FREICHO Diretor de Recursos Humanos ATOS DO SUBDIRETOR-GERAL AVISO DE LICITAÇÃO CONCORRÊNCIA 001/2014 Processo nº /2013 A Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo ALES, através de sua Comissão Permanente de Licitação, torna público aos interessados que fará licitação, sob a modalidade
8 6 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 concorrência, do tipo menor preço, de acordo com a Lei nº 8.666/93 e suas alterações, objetivando a realização de obra de reforma da calçada cidadã para o edifício-sede da Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo, conforme especificações contidas no Anexo I do edital. Recebimento dos Envelopes: até o dia 14/03/2014 às 13 horas e 45 minutos. Abertura dos Envelopes: dia 14/03/2014 às 14 horas. Informações/Esclarecimentos: de 09:00 às 18:00 horas, de segunda à sexta-feira, através do Telefax: (27) ou do [email protected]. A aquisição do edital e o recebimento dos envelopes serão efetuados junto à CPL, na Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo, situada à Av. Américo Buaiz, nº 205, Torre Administrativa, 4º andar, Setor de Licitações e Pregão Enseada do Suá, Vitória-ES, CEP: Informamos que o edital também está disponível no site no link transparência no legislativo, na parte de editais. Vitória/ES, 11 de fevereiro de OCTAVIO LUIZ ESPINDULA Subdiretor-Geral da Secretaria SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 9 horas Sessão Ordinária Local: Plenário Dirceu Cardoso 12 DE FEVEREIRO (QUARTA-FEIRA) 13 DE FEVEREIRO (QUINTA-FEIRA) 19 horas Sessão Solene em homenagem ao samba no Estado Proponente: Deputado Claudio Vereza (PT) Local: Plenário Dirceu Cardoso 14 DE FEVEREIRO (SEXTA-FEIRA) 19 horas Audiência Pública da Comissão de Política sobre Drogas Tema: Dependência química, prevenção, acolhimento, tratamento e programa do Governo. Local: Câmara Municipal de Ibatiba -- Secretaria de Comunicação Social Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) (27) /
9 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 7 PROGRAMAÇÃO - QUARTA-FEIRA HORA OBSERVAÇÃO PROGRAMAS TEMA ENTREVISTADOS 07H30 ESPAÇO PARCERIA STJ STJ 25 ANOS DIVERSOS 08H00 PANORAMA TELEJORNAL TERÇA-FEIRA DIVERSOS 08H20 ESPAÇO PARCERIA TSE: BRASIL ELEITOR DIVERSOS 09H00 AO VIVO SESSÃO ORDINÁRIA REPERCUSSÃO TRABALHOS LEGISLATIVO ESTADUAL DO 12H00 MUNICÍPIOS CAPIXABAS GUAÇUÍ DIVERSOS 12H30 ESPAÇO PARCERIA MPF: INTERESSE PÚBLICO DIVERSOS 13H00 ESPAÇO PARCERIA FIOCRUZ CIÊNCIA E LETRAS SAÚDE QUESTÃO EM DIVERSOS 13H30 OPINIÃO PLANO ESTADUAL EDUCAÇÃO DE KLINGER BARBOSA SECRETÁRIO EDUCAÇÃO MARCOS ALVES, DE PANORAMA TELEJORNAL TERÇA-FEIRA 14H00 DIVERSOS 14H15 AÇÃO PARLAMENTAR ATIVIDADE PARLAMENTAR LUIZ DURÃO DEPUTADO ESTADUAL
10 8 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de H45 BIOGRAFIA LOREN RENO SAULO RIBEIRO DO VAL, MÉDICO E EX-INTERNO DO COLÉGIO AMERICANO BATISTA ROGÉRIO MOREIRA SCHEIDEGGER, PROFESSOR DE HISTÓRIA 15H00 REPRISE (QUARTA) SESSÃO ORDINÁRIA TRABALHOS DO LEGISLATIVO ESTADUAL 18H00 AÇÃO PARLAMENTAR ATIVIDADE PARLAMENTAR LUIZ DURÃO DEPUTADO ESTADUAL 18H30 UM DEDO DE PROSA PRODUÇÃO LITERÁRIA CAPIXABA GILBERTO ZAPPA 19H00 ESPAÇO PARCERIA MPF: INTERESSE PÚBLICO DIVERSOS 19H30 ESPAÇO PARCERIA TV ESCOLA PROCESSO LEGISLATIVO: COMO AS LEIS SÃO FEITAS? DIVERSOS 20H00 20H30 MUNICÍPIOS CAPIXABAS GUAÇUÍ DIVERSOS ESPAÇO PARCERIA FIOCRUZ CIÊNCIA E LETRAS SAÚDE QUESTÃO EM DIVERSOS 21H00 PERSONALIDADES RAUL SAMPAIO, COMPOSITOR DIVERSOS 21H30 ESPAÇO PARCERIA MPT TRABALHO LEGAL TRABALHO ESCRAVO INFANTIL E DIVERSOS 22H00 22H15 22H45 23H15 23H45 00H15 PANORAMA ESPAÇO PARCERIA MP COM VOCÊ OPINIÃO AÇÃO PARLAMENTAR ESPAÇO PARCERIA MEMÓRIAS DA DEMOCRACIA ESPAÇO PARCERIA TV CÂMARA MEMÓRIA POLÍTICA TELEJORNAL QUARTA-FEIRA PROJETO DE RESSOCIALIZAÇÃO DE EGRESSOS DO SISTEMA PENITENCIÁRIO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ATIVIDADE PARLAMENTAR NELSON JOBIM PAULO AFONSO DIVERSOS DRA. PAULA PAZOLINI, PROMOTORA DE JUSTIÇA KLINGER MARCOS BARBOSA ALVES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO LUIZ DURÃO DEPUTADO ESTADUAL DIVERSOS DIVERSOS
11 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 9 ATAS DAS SESSÕES E DAS REUNIÕES DAS COMISSÕES PARLAMENTARES COMISSÃO DE SAÚDE E SANEAMENTO. VIGÉSIMA REUNIÃO ORDINÁRIA, DA TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA DÉCIMA SÉTIMA LEGISLATURA, REALIZADA EM 10 DE SETEMBRO DE HÉRCULES) Havendo número legal, invocando a proteção de Deus, declaro abertos os trabalhos desta Comissão. Convido o Senhor Secretário a proceder à leitura da ata da décima oitava reunião ordinária. (Pausa) (O Senhor Secretário procede à leitura da ata) HÉRCULES) Em discussão a ata. (Pausa) Encerrada. Em votação. Como votam os Senhores Deputados? A SR.ª JANETE DE SÁ Pela aprovação. O SR. GLAUBER COELHO Pela aprovação. O SR. RODRIGO COELHO Pela aprovação. HÉRCULES) Ata aprovada como lida. Convido o Senhor Secretário a proceder à leitura da ata da décima nona reunião ordinária. (Pausa) (O Senhor Secretário procede à leitura da ata) HÉRCULES) Em discussão a ata. (Pausa) Encerrada. Em votação. Como votam os Senhores Deputados? O SR. RODRIGO COELHO Pela aprovação. O SR. GLAUBER COELHO Pela aprovação. A SR.ª JANETE DE SÁ - Pela aprovação. HÉRCULES) Ata aprovada como lida. Solicito ao Senhor Secretário que proceda à leitura do Expediente. O SR. SECRETÁRIO lê: EXPEDIENTE: CORRESPONDÊNCIAS RECEBIDAS: Ofício nº. 0145/2013/GDJS, da Ex. ma. Deputada Janete de Sá, justificando sua ausência na Reunião Ordinária da Comissão de Saúde, realizada no dia 03 de setembro. HÉRCULES) Ciente. À Secretaria da Comissão para as providências. Continua a leitura do Expediente. O SR. SECRETÁRIO lê: OF/SESA/GS/N. 674/2013, do Ex. mo Senhor José Tadeu Marino, Secretário de Estado da Saúde, encaminhando resposta de denúncia protocolada na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa pelo Doutor Windson Eisenhover Tristão Calmon, referente ao Hospital Estadual de Atenção Clínica HEAC. HÉRCULES) Ciente. Solicito encaminhar cópia para cada membro desta Comissão. Continua a leitura do Expediente. O SR. SECRETÁRIO lê: Mensagem n. 141/2013, do Excelentíssimo Governador do Estado do Espírito Santo, Senhor José Renato Casagrande, em resposta ao Requerimento n. 108/2013 da Comissão de Saúde e Saneamento. HÉRCULES) Ciente. À Secretaria da Comissão para as providências. Continua a leitura do Expediente. O SR. SECRETÁRIO lê: PROPOSIÇÕES RECEBIDAS: Não houve no período. PROPOSIÇÕES DISTRIBUÍDAS AOS SENHORES DEPUTADOS: Projeto de Lei N.º 413/2012 Análise de mérito Autora: Deputada Aparecida Denadai
12 10 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Relator: Deputado Gildevan Fernandes Ementa: Dispõe sobre a obrigação dos Hospitais Particulares a divulgarem em local de fácil visualização, quadro contendo a atualização de leitos disponíveis. Entrada na Comissão: 20/08/2013 Prazo do Relator:19/09/2013 Prazo da Comissão: 01/10/2013 Projeto de Lei N.º 50/2013 Análise de mérito Autor: Deputado Glauber Coelho Relator: Deputado Gildevan Fernandes Ementa: Dispõe sobre a presença de profissionais treinados em primeiros socorros nos eventos realizados no Estado do Espírito Santo e dá outras providências. Entrada na Comissão: 20/08/2013 Prazo do Relator: 19/09/2013 Prazo da Comissão: 01/10/2013 PROPOSIÇÕES SOBRESTADAS: Não houve no período. PROPOSIÇÕES BAIXADAS DE PAUTA: Não houve no período. HÉRCULES) Na há nenhum projeto na Ordem do Dia. Comunicamos aos meus pares que amanhã teremos uma audiência pública, às 18h, no Plenário Dirceu Cardoso, para explanação sobre doenças da poluição, especialmente do pó preto. Solicitamos informação ao Senhor Governador, que já nos respondeu. Portanto, peço que encaminhe a cada Deputado uma cópia dessas informações. Elas foram assinadas pelo Senhor Governador e também pelo Senhor Secretário José Tadeu Marino, elencando todas as patologias de pele e de pulmão, assim como o tipo de patologia e gasto com cada tratamento. Convidamos todos que puderem comparecer, amanhã, às 18h, pois, será interessante. A SR.ª JANETE DE SÁ - Senhor Deputado Doutor Hércules, esse documento será passado a nós, neste momento? HÉRCULES) Com certeza. A SR.ª JANETE DE SÁ - Muito obrigada. HÉRCULES) O coordenador da nossa Comissão encaminhará aos membros desta Comissão. Foi conversado com o presidente da Comissão de Defesa da Cidadania, cujas reuniões ocorrem às 10h neste plenarinho, e também com o Senhor Deputado Dary Pagung, Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, que se reúne no outro plenarinho, que haverá sabatina dos candidatos à Conselheiro do Tribunal de Contas. Foi levado ao Presidente Theodorico Ferraço a possibilidade de suspendermos as reuniões das comissões nesse período, porque as sabatinas acontecerão nas manhãs de terças-feiras exatamente em cima dos horários das Comissões e nas quartas-feiras a partir das 13h. O Presidente Theodorico Ferraço prontamente nos atendeu. Falamos com os Senhores Deputados Glauber Coelho, Rodrigo Coelho e Gildevan Fernandes. Não falamos com a Senhora Deputada Janete de Sá, porque foi no dia em que S. Ex.ª pediu abono de falta, mas se a Deputada também estiver de acordo suspenderemos nossas reuniões nesse período. Foi acordado com o Presidente que se houver alguma coisa de emergência faremos uma reunião de emergência. Enquanto isso, acredito que o tema mais importante para discutir na Assembleia Legislativa é a sabatina dos candidatos a Conselheiro do Tribunal de Contas. A SR.ª JANETE DE SÁ Senhor Deputado Doutor Hércules, a sabatina será durante toda a manhã ou apenas no horário da Comissão de Saúde? O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) Durante toda a manhã. A sabatina será de 9h às 12h. Pega o horário de todas as comissões que se reúnem pela manhã. E na quartafeira será de 13 às 18h. A SR.ª JANETE DE SÁ Obrigada, Senhor Presidente. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) Combinado? A SR.ª JANETE DE SÁ Combinado. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) A palavra está franqueada aos Senhores Deputados que dela desejarem fazer uso. A SR.ª JANETE DE SÁ Senhor Presidente, nesta manhã não tenho nada a declarar. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) Obrigado, Senhora Deputada Janete de Sá e Senhores Deputados Glauber Coelho e Rodrigo Coelho. Senhora Deputada Janete de Sá, V. Ex.ª que tem lutado também pela reabertura do Hospital dos Ferroviários e tem uma história longa naquele hospital, nas duas últimas sextas-feiras procurei a Doutora Maria Zumira, na Promotoria do Município de Vila Velha, pedindo para agilizar com o Governo do Estado e com o Secretário a reabertura daquele
13 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 11 hospital. Não podemos continuar de braços cruzados, quando não temos leitos, diante de um hospital fechado. Pedimos que façam igual ao que fizeram no HPM, Hospital da Polícia Militar, onde houve irregularidades. E Se houver alguma irregularidade, que façam uma intervenção, porque quando fecham um hospital punem o empregado e a população. Queria levar isso ao conhecimento de V. Ex.ª. Cobraremos mais uma vez do Ministério Público que agilize a reabertura do Hospital dos Ferroviários. Nada mais havendo a tratar, vou encerrar a presente reunião. Antes, porém, convoco os Senhores Deputados para a próxima, ordinária, para a qual designo EXPEDIENTE: O que ocorrer. Está encerrada a reunião. COMISSÃO DE SAÚDE E SANEAMENTO. VIGÉSIMA PRIMEIRA REUNIÃO ORDINÁRIA, DA TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA DÉCIMA SÉTIMA LEGISLATURA, REALIZADA EM 05 DE NOVEMBRO DE HÉRCULES) Havendo número legal, invocando a proteção de Deus, declaro abertos os trabalhos desta Comissão. Quero, antes de tudo, registrar que esta reunião é a primeira depois da sabatina dos candidatos a Conselheiro, que teve a sua eleição ontem. Na verdade, é um pedido do Senhor Deputado Da Vitória. A mecânica seria a de apresentar o pedido primeiramente nesta comissão e, depois de aprovado, faríamos esta reunião. Não se trata de uma audiência pública, mas de uma reunião. Consultei todos os membros efetivos da nossa comissão e todos concordaram em recebê-los a pedido do Senhor Deputado Da Vitória. Cheguei às 8:30h, o Senhor Deputado Da Vitória já estava no gabinete e estou aguardando para abrir a reunião. Quero registrar a presença do Doutor Ailton Felisberto Alves, é nosso conterrâneo de Vila Velha, Presidente do Conselho Regional de Odontologia; a presença também, além do Senhor Secretário na Mesa e do Senhor Deputado Gilsinho Lopes, que, apesar de não ser da comissão, está prestigiando e a quem agradecemos; também do Doutor Marcelo Vaccari dos Reis, que é o Diretor-Geral do Hospital Sílvio Avidos, também de Colatina; Colatina hoje está mandando; Doutor Antonio Carlos Favarato, cirurgião bucomaxilofacial; Doutor Pedro Sabadini, também cirurgião bucomaxilofacial; Doutor Virgílio Knupp, cirurgião bucomaxilofacial; Doutor Robson Almeida de Resende, cirurgião bucomaxilofacial, nosso amigo do Hospital Infantil de Vitória; Senhora Silvana Vicente, coordenadora da Saúde Bucal do Município de Serra, representando o Secretário de Saúde daquele município, Luiz Carlos Reblin; e Marcio Cotil, assessor do CRO, presentes, a quem agradecemos a presença. Agradecemos aos demais presentes, cujos nomes não foram citados, a presença, mas não são menos importantes dos demais, inclusive do que nós, que compomos a Mesa. Concedo a palavra ao Senhor Deputado Da Vitória a fim de que S. Ex.ª faça a explanação sobre o requerimento que fez à Comissão de Saúde. O SR. DA VITÓRIA Cumprimento todos, saúdo a sociedade capixaba que nos assiste pela TV Assembleia. Com satisfação e gratidão cumprimentamos o Presidente desta Comissão, Senhor Deputado Doutor Hércules, que de pronto aceitou a nossa proposição para esse debate extremamente importante. Como médico e trabalhador da saúde em nosso Estado e, também, como representante da sociedade nesta Casa de Leis, por dois mandatos de Deputado Estadual, à frente desta Comissão, já conhece; cumprimentamos o Senhor Deputado Gilsinho Lopes que, de pronto manifestou-se o interesse de participar; cumprimentamos o Governo do Estado com a presença do Secretário de Estado da Saúde, Tadeu Marino, a quem agradecemos a disponibilidade, atenção e carinho por esse tema. S. Ex.ª foi Secretário de Saúde em outro Governo, mas também foi Secretário de Saúde em Colatina e Diretor do Hospital Silvio Avidos. Ninguém mais do que S. Ex.ª conhece essa demanda, visto que já viveu isso diretamente, como diretor daquele hospital. Hoje o Doutor Marcelo Vaccari dos Reis é diretor do Hospital Silvio Avidos e há uma grande participação dos cirurgiões bucomaxilofacial observem, que falo com fluência a palavra, Doutor Pedro Sabadini, Doutor Antonio Carlos Favarato, Doutor Virgílio Knupp, Doutor Ailton Felisberto Alves, presidente do Sindicato. Cumprimentamos também a Doutora Silvana Vicente, coordenadora de Saúde Bucal de Serra; o Doutor Robson Almeida de Rezende, do Hospital Infantil. Enfim, agradecemos a todos a presença. Já falamos da nossa gratidão por essa oportunidade. Recebemos, em Colatina, os nossos profissionais da saúde e ficamos perplexos com a quantidade de atendimento que o Hospital Silvio Avidos proporciona à sociedade daquela região. O Doutor Tadeu Marino sabe muito bem. Estamos lá e vivenciamos, sabemos que é uma quantidade muito grande, mas não sabíamos que são tantas pessoas e também da complexidade. Hoje com a facilidade da aquisição de bens: veículos e motocicletas na região de Colatina, Mantenópolis, Ecoporanga, Ponto Belo, região Central Serrana e, diante da necessidade vão todos
14 12 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 para o Hospital Silvio Avidos. Até parte do Estado de Minas Gerais e também do Sul da Bahia, esse hospital atende. Recebemos informação de nossos profissionais que também na Grande Vitória, o Hospital Doutor Roberto Arnizaut Silvares presta esse serviço. Hoje, não tem prestado por não ter esses profissionais. Eles irão explanar melhor, por isso a importância da presença da Seger, com orientação do Secretário Tadeu Marino. Portanto, deixamos a nossa insatisfação, nosso repúdio ao Secretário que julgou mais importante outra agenda, tendo em vista que confirmou presença no decorrer da semana passada; confirmou ontem e, confirmou agora pela manhã que estava a caminho: o secretário e o subsecretário. Vejo isso como um desrespeito com o Poder Legislativo. A nossa agenda é em sintonia com a agenda do secretário, pois sabemos da demanda. Mas, S. Ex.ª chegou recentemente à Secretaria. Talvez precise um pouco mais de convivência com essa atividade até para saber da necessidade dos representantes desta Casa estarem interlocutando com o Governo a fim de que as nossas ações estejam em sintonia com o Governo. Nós, que apoiamos este Governo, o Senhor Governador Renato Casagrande, não faremos discurso sem que tenhamos responsabilidade de estar em sintonia com o Governo, principalmente quando buscamos a valorização dos profissionais, e é essa a motivação desta nossa reunião. Eles têm perdido profissionais por conta até do que representa a valorização em relação à remuneração. O trabalho que é feito por eles é impressionante. Gostaríamos que todos pudessem acompanhar especificamente o que está sendo apresentado de Colatina, mas também tivemos a manifestação do Senhor Deputado Rodrigo Coelho, que é de Cachoeiro de Itapemirim, do Senhor Deputado Marcos Mansur, que ficou de aparecer, e do Senhor Deputado Glauber Coelho, que está no Governo do Estado, mas está mandando um representante se já não chegou, deve chegar e se apresentar nesta reunião. Na nossa cidade de Cachoeiro de Itapemirim, cidade do Senhor Presidente Doutor Hércules, é prestado esse serviço. Não é isso, Senhor Secretário Tadeu Marino? Há profissionais naquela cidade. Não sei se chegaram alguns dos profissionais de Cachoeiro de Itapemirim que foram convidados. Essa é a apresentação que queremos submeter aos nossos deputados e também à sociedade. Que possamos buscar encaminhamentos junto ao nosso Governador, junto ao Senhor Tadeu Marino, Secretário de Estado da Saúde, e junto à Seger, para buscar um caminho para que esse serviço continue a ser prestado pelo Governo do Espírito Santo à sociedade capixaba. HÉRCULES) Concedo a palavra ao nosso querido expositor, Senhor Pedro Sabadini. O SR. PEDRO SABADINI Bom dia a todos. Sou cirurgião-dentista há mais de vinte anos, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. Cumprimentamos a Mesa, o Presidente desta Comissão, Senhor Deputado Doutor Hércules; o Senhor Deputado Da Vitória, o contato em Colatina, é o nosso deputado da região; o Senhor Deputado Gilsinho Lopes; o Secretário de Estado da Saúde, Senhor Tadeu Marino; os colegas cirurgiões e os demais presentes. A especialidade bucomaxilofacial existe há muito tempo. Quando fizemos nossa residência, no Rio de Janeiro, retornamos a Colatina, mas na época não existia a especialidade no hospital, mas prestamos serviço por algum tempo como voluntário, e mostramos a necessidade dessa especialidade dentro de uma unidade hospitalar. De lá para cá as coisas foram evoluindo, de maneira que foi crescendo e tendo cada vez mais necessidade dessa especialidade, chegando aos dias atuais dos quais serão expostas as coisas que acontecem. Estou na unidade do Hospital Silvio Avidos há quase vinte anos prestando serviço nessa especialidade. Lógico que, nessa passagem, alguns concursos existiram, mas sempre com um número ínfimo de vagas. Em todos os concursos de que participamos obtivemos êxito esse já é o terceiro, e sabemos que os colegas presentes também fizeram e não fizeram pelo motivo salarial, pois esse é o motivo que menos nos levaria a fazer esse concurso. Na verdade, esse é o motivo desta reunião, uma vez que o serviço prestado por essa especialidade dentro de um hospital é relevante em todos os sentidos, não só o serviço prestado à comunidade em si, mas o serviço que desenvolve em conexão com todas as outras especialidades. Vemos que esse profissional não está recebendo o devido valor, e depois de tanto lutar por isso, não só pela luta do número de vagas dos hospitais, também temos que observar o lado financeiro do profissional. E esse é o motivo que nos trouxe a esta Casa, além de solicitar vagas também. O nosso colega Antonio Carlos Favarato, fará uma explanação sucinta de alguns casos, para que as pessoas presentes tenham noção do trabalho desenvolvido nessas unidades. Sabemos que se as outras unidades estivessem nesta reunião, teríamos subsídios até maiores para apresentar, mas fizemos um apanhado mínimo e o colocaremos para que aqueles que não têm conhecimento dessa especialidade entendam a razão do nosso pedido. Dessa maneira, veremos como isso será encaminhado. Gostaria que o colega Antonio Carlos Favarato fizesse a sua explanação. A partir daí, gostaria que todos os colegas presentes se
15 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 13 manifestassem e opinem em relação ao exposto nesta Comissão. HÉRCULES) Antes, agradeço a presença do Senhor Deputado Freitas, que apesar de não ser desta Comissão, está presente nesta Comissão para prestigiar a presença dos Senhores. Agradeço também a presença do Senhor Deputado Gilsinho Lopes. Concedo a palavra ao Senhor Antonio Carlos Favarato. O SR. ANTONIO CARLOS FAVARATO Agradeço a todas as pessoas presentes, aos Senhores Deputados Freitas e Gilsinho Lopes - quem já o vi no Município de Águia Branca por várias vezes. O interior do Estado está muito carente desse profissional. Por quê? Com o aumento do índice de motos e com a violência, os impactos de trauma facial têm aumentado muito. V.Ex as têm presenciado isso. Amado e irmão, Senhor Deputado Doutor Hércules, Presidente desta Comissão, é um orgulho ter V. Ex.ª como médico e representante - como profissional da área -, desta Comissão. Sentimo-nos mais seguros por ser um conhecedor da causa. O Senhor Deputado Da Vitória, irmão, comprando essa briga para a nossa categoria, está abrindo novos caminhos para a nossa especialidade. V. Ex.ª ficará lembrado por muitos anos. Na verdade, não queremos muita coisa, apenas o mínimo de dignidade para prestarmos um trabalho de primeiro mundo para a sociedade capixaba. É uma honra para nós ter nesta reunião a presença do Senhor Tadeu Marino, Secretário de Estado da Saúde Tadeu Marino, do Município de Colatina. E satisfatório ver as coisas quando estão empenhadas, porque essa audiência que estamos tendo nesta Casa, já aconteceu no passado com o nosso professor, Doutor Robson de Almeida Resende, uma pessoa que acrescenta muito para a especialidade no Estado do Espírito Santo e tem dado o máximo de si também para honrar essa especialidade. Então, para mim, S. S.ª que foi meu professor na faculdade é um pioneiro nesta área. Foi muito bom ter a sua presença, hoje, nesta Casa, diante dos colegas deputados. Obrigado, Senhor Tadeu Marino, Secretário de Estado da Saúde por estar presente nesta reunião porque realmente precisamos do apoio do Governo. É uma honra também ter a presença do Diretor do Hospital Silvio Avidos. Como é bom ver um médico brigando pela nossa categoria. S.S.ª está conosco vendo o nosso cotidiano. Recentemente, Senhor Deputado Freitas, o Secretário caiu em uma situação até desagradável no Hospital Doutor Roberto Arnizaut Silvares, no Município de São Mateus, terra de V. Ex.ª, com mandato judicial determinando sentença para que atendesse um paciente politraumatizado de face. O Doutor Marcelo Vaccari dos Reis acabou ligando nos ligando e pedindo: atenda esse paciente! O Doutor Virgílio Knupp também atende a vários, porque trabalhamos em parceria. É um problema grave, sistêmico e endêmico que o Estado está atravessando. Estamos nesta reunião para resolver o problema da cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial do Espírito Santo. Demais colegas, Doutor Ailton, Presidente do Conselho Regional de Odontologia, é com satisfação que temos a presenças de S. S.ª junto conosco. Demais colegas de profissão, assessores presentes e profissionais da TV Assembleia que está gravando essa reportagem, trazendo uma audiência com bastante valor. Mostraremos alguns casos realizados no Hospital Silvio Avidos. É o mínimo que temos feito naquele hospital. Têm alguns casos que chocam porque a bucomaxilofacial está dentro do hospital como um todo. Esse slide mostra que a área de atuação da cirurgia traumatologia bucomaxilofacial tem um ossinho no pescoço em que atuamos, supra-hioideo. Na verdade, não tem limite superior. Antigamente, falávamos frontal, mas agora, não. Tirando o encéfalo, estamos presente, porque temos feito bastantes enxertos de calota. Estamos atuando. É da posição supra-hioideo, do pescoço para cima. Essa é a atuação da cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. Em tela, esse é um caso em tela do nosso Hospital. Se os Senhores observarem, verão pela incidência tomográfica que é um homem mutilado: mandíbula fraturada, maxila, nariz, órbita, frontal. Esse paciente está todo pocado. Essa é a área de atuação. Vamos realizando a cirurgia, restabelecendo os pilares, fazendo a redução e fixação com placa e parafuso. Quero deixar bem claro Senhor Presidente e Senhor Secretário Tadeu Marino, que há tudo isso no Hospital. O Estado licita a empresa, então, temos placa e parafuso. Realizamos essas reduções, esses bloqueios tudo dentro da unidade de saúde do Estado do Hospital Sílvio Avidos. Tem também no Hospital São Lucas; no Hospital Roberto Silvares e também em Cachoeiro do Itapemirim. Isso que é importante deixar frisado. Nesse slide observem aquele paciente com a maxila pocada no meio. Falemos o termo técnico para os Senhores entenderem melhor. Nesse outro, a redução com placa e parafuso. Fizemos a síntese e a redução dessa fratura com placa e parafuso. Nessa imagem o problema está na órbita. Tem o frontal, a testa do paciente toda ralada em cima. No olho, fizemos uma rafia para entrar no osso e restabelecer aquela fratura que você viu aberta. Juntamos com placa e parafuso, além de uma tela infraorbitária. Nesse slide mostra o assoalho de órbita que está sendo reconstruído. Caso não seja feita,
16 14 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Senhores, esse paciente pode adquirir uma condição de diplopia, onde terá uma visão distorcida e consequentemente será mutilado. Terá visão dupla. Com isso não teria condições de dirigir e de fazer outras atividades no seu dia a dia. Esse slide seguinte mostra um trauma da parede anterior do seio maxilar e pilar nasal canino. Fizemos a redução com uma placa para estabilizar a maxila desse paciente. Aquela parede anterior do seio maxilar, que é uma câmara, uma cavidade oca, foi preparada com a tela. Substituiu a estrutura óssea perdida por uma tela de titânio. Tudo isso é material adquirido dentro da unidade de saúde do Estado. Então a placa de titânio, uma tela com uma placa para estabilizar a fratura maxilar. Nesse próximo slide é um caso em que estamos atuando praticamente no pescoço do paciente. Isso é uma mandíbula. Se observarem, verão praticamente uma degola. Olhando assim, dirão que é um procedimento de cirurgião de cabeça e pescoço, mas é bucomaxilo que entra dentro dessa área. Essa mulher tomou um tiro, um paf, um projétil por arma de fogo, em nível de posterior, de ouvido, transfixando próxima de carótida, veia jugular, artéria carótida, e veio implodir a mandíbula. Teve uma fratura cominutiva de mandíbula. Se não fizermos esse procedimento, teoricamente esse paciente teria sequelas pelo resto da vida. Não teria mais qualidade de vida, esteticamente, funcionalmente, em termos de mastigação, entre outras coisas. Se os senhores observarem a foto, há várias placas e parafusos unindo fragmentos ósseos. Isso é importante. Essa foto mostra o PAF, o projétil. Fizemos questão até de fotografar o projétil. Vivemos um problema sistêmico. Além de acidentes de moto e agressões físicas, temos também o problema das armas de fogo. A cada dia está mais violento o mundo em que vivemos. A fotografia mostra aquela senhora três meses após a cirurgia reconstrutiva de mandíbula. Se observarem, verão uma incisão que vai quase da orelha até o outro lado do pescoço. Isso é para mostrarmos a importância da especialidade para os colegas deputados presentes e para a sociedade como um todo. O próximo caso é o de outra fratura complexa de mandíbula. Essa mandíbula fraturou-se em cinco pedaços, fratura óssea. Fizemos também a redução de fixação com placa e parafuso. Estamos mostrando por partes. Já mostramos o complexo naso-orbito-etmoidal. Estamos mostrando neste momento a testa, osso frontal, que o cirurgião bucomaxilar também tem como área de atuação. Esse paciente sofreu um acidente, colidiu de moto, e veio a intruir o osso frontal. Se deixássemos, ficaria uma sequela. Ficaria com um buraco na testa. Reposicionamos esses fragmentos também com placa e parafuso, esteticamente. Quanto ao acesso, aproveitamos a via. Já chegou para nós assim, com esse trauma. Usamos também os acessos coronais. Se não tivesse esse corte do trauma, não teríamos feito esse acesso, Doutor Robson de Almeida Resende. Poderíamos até fazer um acesso mais estético, mas chegou para nós assim e resolvemos o problema do paciente dessa forma. Está satisfeito, feliz, e com o seio frontal funcionalmente preservado. Esse paciente chegou para nós em um domingo às 15h. Estávamos em casa, pescando, não é, Doutor Marcelo Vaccari dos Reis? É assim que funcionam as coisas, Senhores Deputados Doutor Hércules e Da Vitória e Secretário Tadeu Marino. Chegou para nós de Itaguaçu, desse jeito. O médico cirurgião não quis sequer colocar a mão no paciente: Liga para o plantonista do dia. Falamos: Poxa vida, quando ligam para a gente é porque vem bomba. Chegando ao hospital, queriam até transferir o paciente: Manda para Vitória. Falamos: Trouxeramme de casa às 15h de domingo, para transferir? Não, entrarão conosco no centro cirúrgico e restabeleceremos o paciente agora, não mandaremos para Vitória. Foi assim, Senhor Deputado Freitas. Esse é um caso específico de cirurgia plástica em que o bucomaxilo também tem atuação. O nariz do paciente estava pendurado, o frontal com uma laceração e o lábio todo lacerado. A próxima fotografia mostra o paciente depois de reconstruído. Reconstruímos o septo nasal, o osso nasal e o frontal. Essa é a função da especialidade. Estamos querendo algo que justifique isso, porque não vemos nada de mais para que sejamos tão pouco remunerados desse jeito. Esse é outro caso de patologia. É um tumor, e a cirurgia e traumatologia bucomaxilo também entra. Como? Diagnosticando, fazendo a biópsia e encaminhando ao serviço especializado. O palato dessa mulher está todo tomado, todo contaminado pelo tumor. Nas imagens, já está na base do crânio esse tumor. Esse paciente chegou para nós há pouco tempo. Deixamos bem claro para os colegas presentes nesta reunião e para os nobres Deputados sobre a atuação hospitalar da especialidade. Hoje, Senhor Deputado Doutor Hércules, estamos presentes dentro do pronto socorro, das emergências, dos centros cirúrgicos, porque operamos dentro do centro cirúrgico e dentro das UTIs. Quantas vezes fomos chamados para uma UTI, Senhor Deputado Marcelo Santos, para conter hemorragias de maxilar, de nasoorbito-etmoidal, que sangra muito. Estamos presentes dentro das UTIs, para ajudar a estabilizar hemodinamicamente o paciente. Essa é a função da cirurgia e traumatologia bucomaxilo. Esta é a área de domínio conexo. Quando você faz uma residência, uma especialização em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, temos essas especialidades médicas interagindo junto a cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. Estamos em parceria com a neurologia, quando fazemos um enxerto de calota. Tira um pedaço de calota para
17 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 15 fazer uma reconstrução de maxilar, ou facial, estética. Podemos tirar um pedaço de calota ou ganhar algum levantamento, alguma espessura óssea com relação ao maxilar. Podemos usar a calota craniana, a parte do crânio. Estamos, também, dentro disso aí. A oftalmologia. Com essas fraturas orbitárias, e o Doutor Pedro Sabadini falou da importância de se corrigir porque se terá enoftalmia, exoftalmia, olho para fora e para dentro, olho que desce, ter visões alteradas e não ter mais uma vida normal, você não poderá dirigir um carro, terá dificuldade para subir uma escada, pois verá três escadas na sua frente. É mais ou menos por aí. Na otorrinolaringologia, estamos ali dentro do complexo naso-orbito-etmoidal, o nariz... Está tudo interligado. Na cirurgia plástica, vocês viram a reconstrução, porque, infelizmente, operamos esses caras, eles voltam e depois não voltam mais. Mas, com vinte dias, fotografamos esses pacientes e estava maravilhosa a reconstrução daquele que vocês viram. Esse é um trabalho que nos traz muita gratificação. Na cirurgia de cabeça e pescoço, diagnosticando essas lesões, trabalhando em conjunto com esses tumores, os acessos cervicais, estamos aí também. Assim como na clínica médica, na prescrição e na evolução de um paciente, porque temos que prescrever, evoluir e diagnosticar. Estamos dentro das clínicas médicas e dentro das clínicas cirúrgicas. São acessos cirúrgicos, são anatomias de face, de crânio facial. É uma especialidade e, no passado, talvez por existir pouca demanda de doenças, traumas, ficou um pouco esquecida. Mas com as especialidades aumentando, com o número de traumas e doentes cada vez maior, isso tem nos habilitado a nos preparar mais, a estudar mais, para poder resolver o problema da sociedade. Agradeço a presença do Senhor Deputado Gildevan Fernandes. Estamos atendendo muitas pessoas naquela região de V. Ex.ª, no Município de Pinheiros, e no Município de Montanha também. Despejam tudo dentro do Hospital Sílvio Avidos. Imaginem no Município de Vitória o sufoco que é para resolver o problema da saúde pública, não é, Senhor Tadeu Marinho? V. Ex.ª está aí e sabe como é que é. Estamos querendo ajudar, ser um parceiro do Estado do Espírito Santo e resolver o problema da saúde pública na área de traumas faciais. É o mínimo. Mas, recentemente o Estado do Espírito Santo abriu um concurso com uma carga horária de vinte e quatro horas, com um salário de dois mil e duzentos reais para a especialidade. V. Ex.ª s estão vendo e está sendo gravada esta audiência. É uma questão de consciência, de realidade. Acho que não dá. Aí é porque a maioria dos colegas da cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial têm consultórios, vivem do consultório e têm amor pela traumatologia. Não dá para você fazer um plantão e ficar de sobre aviso, assumir uma região, igual assumimos, com o Doutor Pedro e o Doutor Virgílio Knupp, para receber, por um plantão de vinte e quatro horas, dois mil e duzentos reais. Não, não trabalhamos, mas assumimos. O SR. TADEU MARINO - Assume o serviço. Vinte e quatro horas é o que está no papel e irá ganhar por aquilo. Porém a pessoa trabalha sessenta. O SR. ANTONIO CARLOS FAVARATO Assumimos o trauma de face da região Noroeste. Inclusive, agora, vindo de São Mateus, do Hospital Roberto Arnizaut Silvares, por dois mil e duzentos reais. Porque, na verdade, não temos carga horária, Senhor Deputado Da Vitória, estamos à disposição do que der. Estamos aqui hoje, mas já temos quatro pacientes para operar amanhã. É complexo, é muito complexo. Estamos pedindo encarecidamente, juntamente com o representante do Conselho, que olhe para a especialidade de cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial com mais carinho, porque qualquer um de nós pode bater a cara no chão e precisar dessa especialidade. V. Ex.ª já precisou uma vez e nosso colega até já deu o suporte. É por aí. Então, olhem por nós. Estamos clamando, pedindo socorro. Se apagassem a lâmpada, veriam um fundo. Coloquei um fundo preto nas imagens, porque a cirurgia traumatologia bucomaxilofacial hoje está de luto. Porque estamos dentro do hospital, trabalhando de igual para igual com as outras especialidades médicas, mas com uma discrepância salarial, que o Doutor Marcelo Vaccari dos Reis sabe, e por isso é que está comprando essa briga juntamente conosco. Senhor Deputado Doutor Hércules, demais colegas, Senhor Deputado Da Vitória, Senhor Secretário Tadeu Marino, se sofresse um acidente hoje, de Fundão para baixo, falo de coração, pode me colocar dentro do pronto-socorro do Hospital Sílvio Avidos que todos os trabalhos serão feitos para manter a minha vida, porque, hoje, o Sílvio Avidos é referência. Doutor Marcelo Vaccari dos Reis, V. S.ª está de parabéns. Senhor Secretário, faça de tudo para manter esse menino. De coração! Porque quando comecei a trabalhar no Hospital Sílvio Avidos, junto com o Doutor Pedro Sabadini e o Doutor Virgílio Knupp, o centro cirúrgico tinha dois leitos cirúrgicos. Então, cuide bem do seu afilhado, porque esse menino mudou a estrutura do Hospital Sílvio Avidos com a quantidade de leitos. O Estado está de parabéns! O problema do Hospital Sílvio Avidos hoje não é o atendimento inicial, todos sabemos, é hotelaria; assim como a maioria dos hospitais do Brasil. Agora, o atendimento primário, emergencial, de primeiro socorro, pode colocar lá, porque entra direto pelo pronto-socorro, vai para a emergência, da emergência para o centro cirúrgico e tem equipe
18 16 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 pronta ressuscitar vida. Então, parabéns, Doutor Marcelo Vaccari dos Reis. Parabéns de coração, junto com S. S. as que já estão na caminhada. Vamos olhar para nossa especialidade, porque estamos no fundo do poço. O SR. PEDRO SABADINI Só para clarear o que queremos. Qual o motivo da nossa presença nesta Casa? Não queremos ser diferentes dos outros cirurgiões-dentistas do Estado, definitivamente. Queremos que a cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial seja equiparada ao trabalho que presta dentro de um hospital. Temos que viabilizar um projeto de lei que conduza à essa finalidade. Ou seja, queremos estar compatíveis com os salários referentes àquilo que desenvolvemos, que é igual ao de um cirurgião-geral ou de qualquer outro. É isso que queremos. A forma como será conduzida ou a maneira como será feita, V. Ex. as sabem. O que tínhamos que fazer era mostrar o nosso trabalho e, desta forma, cobrar de V. Ex. as, para não dizer exigir, mas que façam essa parte de V. Ex. as. Está nas mãos de V. Ex. as. Não temos como fazer. E peço ao Senhor Secretário que observe a necessidade de vagas para cirurgia bucomaxilofacial dentro dos hospitais. O Hospital Sílvio Avidos hoje tem duas vagas e isso não é possível. Não temos condição de resolver o serviço. O que a especialidade faz com duas vagas? Duas vagas de vinte e quatro horas. O SR. TADEU MARINO - Isso vai continuar até cinquenta, se precisar. Não tem problema. O SR. PEDRO SABADINI Isso está muito bom. Vai aparecer. Agora, com esse salário o pessoal não vai. Quero relatar o seguinte: como foi colocado esse salário, muitos colegas deixaram de fazer o concurso, porque não é viável um salário daquele e a pessoa submeter-se a um concurso e ficar naquela condição. Inclusive, tínhamos pensado nessa possibilidade, mas depois achamos que não. Vamos fazer e depois tentaremos lutar e fazer acontecer, uma vez que estamos lá há tanto tempo. Concluindo, agradeço só pelo ato de V. Ex. as estarem nesta Casa junto com o Secretário, os Senhores Deputados Da Vitória, Gildevan Fernandes e Freitas. Faço uma reflexão do que foi apresentado nesta reunião hoje. Coloco-me à disposição de V. Ex. as para tentar amenizar o problema da doença de trauma de face, patologia e outras coisas. Que Deus ilumine os senhores para nos ajudar. HÉRCULES) Agradecemos a presença de vocês, e do Senhor Deputado Gildevan Fernandes, membro efetivo da nossa comissão. Os Doutores Antonio Carlos Favarato e Pedro Sabadini falaram e fizeram referência ao Doutor Marcelo Vaccari dos Reis. Portanto, antes de ouvir os Secretários e demais pessoas, vamos ouvi-lo. Concedo a palavra ao Doutor Marcelo Vaccari dos Reis. O SR. MARCELO VACCARI DOS REIS Senhor Deputado Doutor Hércules, esta reunião de hoje, precisou existir. Porque, como médico, queria dar o meu depoimento. Estou na Direção do Hospital Silva Avidos há cinco anos. Era Diretor-Técnico, o Doutor Tadeu Marino era o Diretor-Geral, portanto, estou vivenciando isso. Hoje, infelizmente, estou vivendo em uma era de epidemia dos acidentes de moto. Anos atrás isso não existia, é, portanto, recente. De sete anos para cá, realmente está evoluindo. As estatísticas estão aí e mostram, é só observá-las. Consequentemente, uma especialidade que muitas pessoas nem sabiam o que era: o cirurgião bucomaxilofacial. É difícil até de falar. O Senhor Deputado Da Vitória não conhecia essa palavra. S. Ex.ª treinou. Como diretor, estou vendo, não é só no meu pronto-socorro. Em Vitória é a mesma coisa. Em qualquer região onde tenha pronto-socorro a demanda dos pacientes encontra-se grande, e o perfil dos doentes mudou. Sou formado em 1991, há quase vinte anos. A vovozinha, um senhor de idade, ao ter uma pneumonia ou um problema cardíaco: esses existem. No entanto, os jovens, pessoas sãs, de repente saem à rua e se acidentam. Hoje, em nosso pronto-socorro, qual é o perfil dos doentes? São pessoas jovens, sadias que por algum motivo seja ele culpado ou inocente, não estou aqui para discutir quem provocou o acidente se acidenta e vai para um prontosocorro. Conclusão da história: o corpo humano é formado de braço, perna, cabeça. Infelizmente, moto não tem parachoque, a verdade é essa. Nosso rosto é o nosso parachoque. Portanto, a grande maioria das lesões é na cabeça. São acionados esses profissionais. Tenho observado que estão sendo acionados a toda a hora. O depoimento de um doutor foi que estava em sua casa, em um momento de lazer, às 15h, de uma tarde de domingo, e teve de ir ao hospital. Como diretor, queria ter sete bucomaxilos, por quê? A demanda está toda a hora. Portanto, é aquela história que diz: estou em casa daqui um pouco volto. Vai a casa e volta, vai a casa e volta. Hoje, tenho cinco ortopedistas de plantão; três cirurgiões gerais de plantão; quatro ceteístas de plantão; tenho cirurgião vascular, neurocirurgião; três clínicos e dois pediatras. Conclusão: na hora da necessidade está lá o profissional. Hoje, não tenho o cirurgião bucomaxilo no hospital de plantão. Quer dizer o plantonista está full time. Eles vão ao hospital, prescrevem e fazem
19 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 17 cirurgia. É o que eles falaram. A remuneração está pouca e mesmo tendo a vaga para contratar não consigo contratar esse profissional. Recentemente, na terra dos Senhores Deputados Freitas e Gildevan Fernandes, no Hospital Roberto Arnizaut Silvares, o profissional que lá trabalhava pediu demissão. Acho que ele chutou, cansou-se dessa luta, e consequentemente sobra para quem? Para o Hospital Silvio Avidos. A demanda só está crescendo. Se houvesse uma solução, equiparação salarial de um cirurgião bucomaxilofacial com um cirurgião-geral, com um clínico o salário médico é igual, não tem diferenciação. Com isso, o que aconteceria? Mais profissionais trabalhariam nos hospitais públicos e os nossos profissionais que estão nos hospitais públicos não pediriam demissão, desligamento. O paciente existe e, se não tiver o profissional para fazer, acaba gerando ordem judicial, demanda judicial, e é ruim para todo mundo. É ruim para os Senhores que estão no Legislativo, é ruim para o Governo e é ruim para todo mundo. Vamos tentar naquela casa dos horrores que o Senhor Antonio Carlos Favarato apresentou, que realmente é uma casa dos horrores. O Senhor Deputado quando viu aquilo disse que não queria nem ver, até passou mal. O SR. TADEU MARINO Quantas cirurgias ortopédicas são realizadas por mês? O SR. MARCELO VACCARI DOS REIS Umas trezentas. O SR. TADEU MARINO E cirurgias bucomaxilofaciais? Umas quinze? O SR. MARCELO VACCARI DOS REIS Devem fazer mais. O SR. TADEU MARINO Mas a proporção é estupendamente maior para o cirurgião ortopédico do que para o cirurgião bucomaxilofacial. O SR. MARCELO VACCARI DOS REIS Por isso que temos cinco, graças a Deus. O SR. TADEU MARINO Depois eu vou falar o que penso sobre essas questões. O SR. MARCELO VACCARI DOS REIS É basicamente isso aí. É um desabafo como diretor, mas é uma realidade, era uma coisa que não existia; ou melhor, existia, mas não tinha essa densidade. É muito paciente nessa especialidade. Realmente é preciso que sejam melhor remunerados. HÉRCULES) Muito bem! Registramos a presença da Senhora Ruth Bezerra da Silva, que está representando o Secretário da Seger, Senhor Pablo Rodnitzky, que não pode vir. O Senhor Governador chamou-o à secretaria e V. S.ª está representando o secretário. Muito obrigado pela presença. Consulto se mais alguém quer falar. Concedo a palavra ao Doutor Robson de Almeida Resende. O SR. ROBSON DE ALMEIDA RESENDE Agradeço a oportunidade de estar nesta Casa falando e defendendo a nossa especialidade. Agradeço aos Senhores Deputados Freitas, Gildevan Fernandes, Doutor Hércules, Da Vitória e o Senhor Secretário Tadeu Marino. Na verdade, a iniciativa veio do pessoal de Colatina e eles me pediram para falar porque talvez eu seja o decano da bucomaxilo no Estado. Para ser o mais breve possível, relembraremos algumas distorções que se criaram em relação à bucomaxilo no Estado. A primeira vez que houve um concurso foi quando o Hospital Dório Silva foi inaugurado. Se não me falha a memória, esse concurso foi em Naquela época, a bucomaxilo não foi contemplada e esse serviço prestado pelos cirurgiões bucomaxilo foram feitos pelos colegas médicos da área de cirurgia de cabeça e pescoço, cirurgia plástica e assim por diante. A segunda vez que foi aberto um concurso, se não me falha a memória, foi no Governo Max Mauro. Na época, eu já havia retornado do Rio Grande do Sul, do mestrado, e fui me inscrever. Quando eu fui me inscrever, com minha titulação, não aceitaram porque eu não tinha registro como médico na verdade a bucomaxilo é uma especialidade odontológica. Lembro-me, então, de passar por essa primeira distorção. No edital de convocação havia as referências bibliográficas dos livros que eram utilizados, para que os candidatos se baseassem nesses livros.e o primeiro livro dessa lista era um que publiquei junto com minha equipe no Estado do Rio Grande do Sul. Lembro-me de ter perguntado isto: interessante, vocês usam o meu livro como referência bibliográfica para um concurso, mas não deixam que me inscreva nesse concurso? A primeira vez que o Governo se sensibilizou com relação ao grupo bucomaxilofacial foi no concurso do ano de se não me falha a memória, o Governador era o Senhor Albuino Azeredo e o Secretário de Estado da Saúde era o Doutor Luiz Buaiz. Como já desenvolvíamos um trabalho de grupo bucomaxilofacial no Hospital da Santa Casa de Misericórdia naquela época, o Doutor Luiz Buaiz junto com o Governador se sensibilizaram e abriram efetivamente o concurso para o cargo de cirurgião bucomaxilofacial - inscrição odontológica. Foi o primeiro concurso, fi-lo na época, fui aprovado e desde o ano de 1996 assumi a traumatologia do Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória, na Cidade
20 18 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 de Vitória. Hoje, passados quase dezoito anos do concurso, continuo dentro do Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória e a demanda desse hospital quintuplicou. Ontem, estive naquele hospital fazendo um levantamento e até o mês de outubro fizemos trezentos e setenta e dois procedimentos.entende-se como procedimento atendimentos de pronto-socorro, de emergência, de UTI e do centro cirúrgico. Não computei os atendimentos de ambulatório, se este tivesse sido computado dobraria, no mínimo, essa quantidade. Não computei também aqueles procedimentos feitos na sala do centro cirúrgico uma sala chamada Pequenas Cirurgias onde os cirurgiões-gerais que hoje são filiados à cooperativa -, por terem que ter uma produtividade e uma estatística, fazem esses procedimentos, mas reconhecem que aquilo deveria ser feito por nós e nós reconhecemos que não temos a menor condição de atender mais aquele setor. Hoje, no Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória, atendemos desde o recém-nato até o paciente teoricamente adulto, e nesse contexto começa outra discrepância: se o paciente tiver dezessete anos, onze meses e vinte dias irá para o Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória. Então, hoje é comum entrar em uma enfermaria, onde se têm recém-nascidos, têm crianças de um ou dois anos de idade, tem um indivíduo baleado e tem um algemado do lado, no meio daquelas crianças e daquelas mães. Porque tudo... O SR. TADEU MARINO Já foi feito um pacto com a Meritíssima Senhora Juíza Janete Pantaleão - Coordenadora das Varas da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, e diante dessa fotografia crítica que V. S.ª colocou - inclusive no Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória há uns trinta, quarenta dias teve aquele tiroteio -, já vínhamos reivindicando isso, porque a lei diz que se deve atender pacientes com até dezoito anos nos hospitais pediátricos e, como epidemiologicamente o tipo de chegada desses meninos mudou: hoje, os meninos de treze, quatorze anos são os donos do tráfego e um mata o outro -, assim, de fato, chegam meninos com tiro de escopeta, fuzil... Colocava-se um paciente desse junto de um bebezinho, como se fosse... Então, conseguimos que esse tipo de paciente com idade acima de quatorze anos, vítimas de trauma, principalmente da violência, não sejam mais atendido nos nossos hospitais infantis a não ser que seja internação clínica, assim aceitamos -, na verdade, não é que nós não atenderemos, isso foi pactuado com o Ministério Público e com o Juizado da Infância e Juventude. O que dará um alívio. O SR. ROBSON DE ALMEIDA RESENDE Isso nos ajudará muito. Aquilo que V. Ex.ª acabou de comentar sobre a demanda. Qual é o problema que temos hoje? O Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória hoje tem dois profissionais da bucomaxilofacial: eu, que sou o mais antigo, e o Doutor Fabrício Bonomo de Alcantara, que está no auditório nos assistindo. Somada a nossa carga horária, tenho vinte horas e o Doutor Fabrício Bonomo de Alcantara tem quarenta horas. O grande problema é que temos que dar cobertura àquele hospital a semana inteira, ou seja, há dezoito anos não sei o que é tirar férias. Porque se saio eles dizem: olha, o Doutor Fabrício Bonomo de Alcantara te cobre, mas como é que ele operará sozinho? Não tem como assumir uma cirurgia sozinho, ou seja, não existe férias dentro do Hospital Infantil. Existe uma demanda muito maior do que nossa carga horária é capaz de suportar. Além disso, o Himaba drena tudo para o Hospital Infantil de Vitória, não aceita nenhum tipo de paciente. Fora a demanda vinda do Sul da Bahia e outros fatores. Na verdade, já foi bem colocado pelos outros colegas. Estamos pedindo que haja uma equiparação salarial entre nós e nossos colegas da Medicina e haja uma melhor distribuição dessa carga horária. O Governo já se sensibilizou, abriu o concurso. Existe uma série de indivíduos concursados, o que já foi um grande passo para nos ajudar, mas para motivar o trabalho das pessoas há necessidade de haver uma equiparação salarial com os colegas da medicina, porque na verdade fazemos a mesma coisa: UTI, plantão, urgência, emergência, paciente graves, etc. Vejo, por exemplo, no Hospital Infantil de Vitória, temos quatro otorrinos e dois bucomaxilos. Se analisarmos a demanda, a do bucomaxilo é muito maior do que do otorrino, no entanto temos o dobro da demanda e a metade dos profissionais. O que precisamos é que haja melhor distribuição dentro dessas cargas horárias para que os profissionais não sejam sobrecarregados. Muito obrigado. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) É com grande satisfação que registramos a presença do Senhor Fabrício Bonomo de Alcântara, cirurgião-dentista obrigado e da Doutora Thaiz Arrabal, cirugiã bucomaxilofacial. Consulto o Senhor Ailton Felisberto Alves, Presidente do Conselho Regional de Odontologia se quer fazer uso da palavra. Registro a presença da Senhora Deputada Janete de Sá, membro efetivo e Vice-Presidente de nossa Comissão. O SR. AILTON FELISBERTO ALVES Senhor Presidente Doutor Hércules, cumprimento toda a Mesa na pessoa de S. Ex.ª. Senhor Presidente, lamento a ausência do sindicato dos odontologistas, que seria a entidade apta a negociar o vínculo empregatício do cirurgiãodentista. De uma maneira geral, o Conselho é cobrado sobre essas ações, o que não é sua finalidade específica. O Conselho tem por finalidade fiscalizar o
21 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 19 exercício legal da profissão, mas mesmo assim, temos nos unido com todas as unidades de classe e temos procurado as entidades públicas, o Governo. Trouxe várias ações que foram trabalhadas durante o momento em que o Governo apresentou aquele plano de carreiras e salários. Em momento algum o Estado, apesar de termos encontros com o Senhor Governador, apesar de termos participado na Assembleia Legislativa, tentando, de alguma forma, transferir a aprovação daquele plano de carreiras, em função de ter se quebrado uma isonomia do dentista e do médico. Valorizo o trabalho apresentado pelo nosso cirurgião bucomaxilofacial, mas não vejo como o Conselho poderia valorizar muito mais o cirurgião bucomaxilo e outro cirurgião dentista que também é necessário no Hospital, haja visto Projeto de Lei 34/2013, que se encontra no Senado, já aprovado pelas comissões, para ser aprovado na presença do dentista na UTI. O Estado do Espírito Santo está na contramão do que o Governo Federal está projetando da necessidade do cirurgião-dentista. Temos que valorizar realmente o trabalho do cirurgião bucomaxilofacial, que como foi colocado até pelo próprio diretor de Hospital, está sendo uma demanda de responsabilidade muito grande em que os profissionais estão sacrificados com um salário ínfimo de dois mil e duzentos reais por vinte horas. Gostaria de deixar meu protesto ao Estado que, no momento em que fez esse plano de carreiras, extinguiu a carreira de cirurgião-dentista no Estado. Manteve simplesmente com a carreira do odontólogo bucomaxilo, que não é nem a nomenclatura da especialidade odontológica. Não se dignou a sentar e discutir um programa de saúde bucal para o Estado do Espírito Santo. De alguma forma, a média e alta complexidade continuam sendo de responsabilidade do Estado. Não é só do bucomaxilo que o Estado precisa. Criou vinte cargos para bucomaxilo. Vinte cargos darão atendimento a todo o Estado do Espírito Santo? É a pergunta que faço. Quero ouvir o nosso Secretário de Estado de Saúde que a atitude a ser tomada quanto à postura do Estado de não sentar com as categorias, de não ter um programa de saúde bucal no Estado, porque vemos a necessidade disso. E também quanto ao atendimento aos cirurgiões dentistas. Temos, inclusive, a Lei n , de 21 de dezembro de 1961, que trata da isonomia dos salários dos médicos e dentistas. São profissões afins. Médicos, dentistas e médicos veterinários possuem responsabilidade de diagnósticos, de tratamento, e são profissões afins. O Estado, a partir de determinado momento, pela lei da oferta e da procura, valorizou o médico. O médico hoje ganha hoje oito mil reais por vinte horas. horas. O SR. TADEU MARINO Por quarenta O SR. AILTON FELISBERTO ALVES Quarenta horas? E o dentista ganha três mil e trezentos reais pelas mesmas quarenta horas. Queremos ouvir a posição do Estado, porque é o Estado que tem que se pronunciar. Inclusive, o conselho está sendo prejudicado porque estamos sendo obrigados a intervir até nos planos de saúde. Há a necessidade dos planos de saúde darem assistência também na traumatologia bucomaxilo, e o Conselho está sendo chamado a formar câmara técnica porque os planos de saúde, principalmente as cooperativas, não têm profissionais conveniados, e são profissionais independentes que se propõem a fazer o tratamento e requisitam o tipo de material que os planos de saúde querem se recusar a fornecer. O Conselho está sendo chamado a intermediar com a câmara técnica. Estamos sobrecarregados como conselho. Apesar de acharmos que não é uma função do Conselho, estamos sempre disponíveis para trabalhar pela categoria. Por isso estou presente, pois felizmente fui convidado pela Comissão. Mas lamento muito que as outras entidades da categoria, inclusive o Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, não tenham sido convidadas para uma reunião de tamanha importância. Louvo os colegas pela iniciativa. Mas realmente, quando não temos toda a categoria para discutir, a situação fica um pouco complicada. Mas estamos aqui e tentaremos levar adiante. O cirurgião merece realmente ganhar um melhor salário. Conforme exposto anteriormente, a responsabilidade é grande. HÉRCULES) Respondendo a S. S.ª, Senhor Ailton Felisberto Alves, ressalto que esta reunião não foi convocada pela Comissão de Saúde. Simplesmente a Comissão de Saúde está abrindo as portas para ouvilos. Na verdade, não tenho como explicar por que não foram convidados. Inclusive, os Secretários de Estado Tadeu Marino e Pablo Rodnitzky não foram convidados pela Comissão. Vieram a pedido de V. S. as e do Senhor Deputado Da Vitória. Antes do Senhor Tadeu Marino começar a responder, concedo a palavra ao Doutor Virgílio Knupp. O SR. VIRGÍLIO KNUPP Um bom-dia a todos e a todas presentes. Agradeço aos colegas que já fizeram suas belíssimas explanações, e agradeço a oportunidade que temos com o apoio de todos de sensibilizar para que continuemos a fazer um trabalho de qualidade, para que possamos atingir o objetivo a que nos propomos. É um momento muito importante que agradecemos. Que possamos levar à frente essa discussão para que tenhamos dignidade e a possibilidade de fazer esse trabalho que tanto amamos. Nós, os bucomaxilo, estamos hoje fazendo
22 20 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 um trabalho mais de coração, como fazemos já há algumas décadas. Quem sabe possamos sensibilizar para que continuemos nessa tarefa. Isso é tudo. Muito obrigado pela oportunidade. HÉRCULES) Muito obrigado, Doutor Virgílio Knupp. O Senhor Deputado Gildevan Fernandes tinha pedido a palavra, como membro efetivo da Comissão. Concedo a palavra ao Senhor Deputado Gildevan Fernandes e em seguida concederei a palavra a Senhora Deputada Janete de Sá, também membro efetivo da Comissão e vice-presidente. O SR. GILDEVAN FERNANDES Cumprimento o nosso Presidente, Senhor Deputado Doutor Hércules, os Senhores Deputados Freitas e Janete de Sá, o Senhor Deputado Da Vitória, que teve a iniciativa de nos convidar e propor esta reunião, o Senhor Tadeu Marino, Secretário Estadual de Saúde, todos os cirurgiões bucomaxilo, demais presentes e servidores da Assembleia Legislativa. Registro, inicialmente, que sofri vários acidentes, mas, especialmente, sofri dois acidentes, um foi em 29 de novembro de 1986 e outro no dia 29 de novembro de 2007, vinte e um ano depois. Dia 29 está chegando e neste dia não viajo. No primeiro fiquei mais gravemente atingido e, no segundo, fiquei menos, em termos. Menos fisicamente, porque estava com o cinto de segurança. Mas psicologicamente fiquei mais atingindo, porque estava com o cinto de segurança e ficou a sua marca na transversal, e me fez lembrar o Vasco da Gama do Senhor Deputado Doutor Hércules. E aquilo me irritava muito e foi um trauma muito grande. Faço essa brincadeira e essa lembrança para dizer sobre um atendimento feito pelo Doutor Virgílio Knupp há quase vinte e oito anos, e que está nesta reunião tão jovem. Acho que S. S.ª é um acadêmico, ainda. Há vinte e oito anos fui atendido e Deus abençoou S. S.ª e suas mãos. Fui muito bem atendido. Tive quatro fraturas no rosto. Entrei bem e sai melhor ainda. Ouviu, Senhor Deputado Doutor Hércules? Mas o importante é encontrar o profissional certo, na especialidade e local certos para ter o atendimento. Isso serve até como reflexão, como pergunta. Sei que quando se trata de ossos, sempre fica para depois porque não se tem pressa. Quais as consequências de alguém que não tem o devido atendimento? Na minha cidade, mesmo, tem pessoas totalmente deformadas, e foram bem menos atingidas do que eu. Mas não tiveram a oportunidade que tive. É possível corrigir com o tempo? Essa é uma pergunta que faço. Quais as possibilidades de êxito de um atendimento tardio para corrigir aquilo que não se corrigiu num primeiro instante? Recordo-me do zelo que teve o Doutor Virgílio Knupp quando estava recebendo alta. Cansado, tive que voltar ao hospital para fazer um exame de raios-x e aí precisava voltar para fazer uma pequena correção. Houve muito zelo, talvez se não tivesse, poderia ter consequências futuras. Agradeço a Deus pela oportunidade e pela vida e profissão do Doutor Virgílio Knupp. Nesta referência, solidarizo-me com todos os cirurgiões bucomaxilo presentes nesta reunião. Não sou dado a defender corporações e agrupamentos profissionais, simplesmente por defender. Existem muitas categorias profissionais que choram e reclamam indevidamente. Mas esta questão está clara. Primeiro é a importância dos profissionais, pois conheço sua importância, assim como conheço várias outras especialidades que também precisam ser valorizadas. Mas ninguém está pedindo privilégios. A posição é para que haja mais concursos, oportunidades, vagas, que tenhamos mais profissionais disponíveis para atender a população e que haja equiparação. Somo-me aos senhores nessas lutas. O Senhor Deputado Da Vitória tomou a frente e colocome à disposição. Não devemos, não vamos permitir, se Deus quiser, que seja apenas uma reunião e que não tenha continuidade. Precisamos ter continuidade, novos representantes deverão ser convidados e pedimos a colaboração do Senhor Tadeu Marino, Secretário de Estado de Saúde, que faz um ótimo trabalho como Secretário Estadual de Saúde. O Governo Renato Casagrande tem feito muito pela saúde do povo do Estado do Espírito Santo. Mas, infelizmente, os fatos negativos é que viram notícias, a fatalidade, a falha de um profissional ou de uma determinada unidade de saúde. Essas coisas ganham evidência e tenta sufocar o brilhante trabalho que tem sido feito pelo Senhor Tadeu Marino, sob o comando do Senhor Governador Renato Casagrande. Enalteço, porque sou defensor da saúde pública e tenho visto os esforços, os investimentos feitos e os resultados que estão sendo alcançados. Não quero aqui transmitir que a saúde está ótima, o que digo é que o trabalho é ótimo, a determinação e o comprometimento, e os resultados vão aparecendo. E, se Deus quiser, muito mais resultados teremos. Quando digo ótimo, está muito longe da perfeição. Estamos identificando algo que precisa ser corrigido, uma falha que necessita de ajustes para que os profissionais sejam mais motivados, para que as unidades estejam mais estruturadas para atender a tantos cidadãos que precisam. O Hospital Roberto Arnizaut Silvares que perdeu um profissional; precisamos ter profissionais dentro deste hospital. Se for necessário, haverá a transferência como tem ocorrido, mas não é o ideal. O ideal é que, gradativamente, a Secretaria Estadual de Saúde tome providências para que tenhamos servidores, médicos, cirurgiões bucomaxilofaciais à disposição do Hospital Roberto Arnizaut Silvares, à disposição das unidades do Município de Colatina e de outras regiões do nosso Estado.
23 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 21 Quero me somar aos colegas Deputados, coloco-me à disposição, vamos ter outras reuniões e, com fé em Deus, teremos bons resultados. Agradeço a atenção de todos e, mais uma vez, saúdo o Doutor Virgílio Knupp. Bom vê-lo com saúde, vitalidade e juventude, podendo servir a tantos cidadãos capixabas. HÉRCULES) Doutor Virgílio Knupp, depois dizem que milagre não existe. Quero agradecer ao nosso querido Senhor Deputado Gildevan Fernandes, porque entramos meia hora no horário da comissão de S. Ex.ª e do Senhor Deputado Genivaldo Lievore, mas a pedido do Senhor Deputado Da Vitória, S. Ex.ª suspendeu a reunião. É de Colatina também. Abriu mão para que os senhores pudessem falar até agora, porque, às 10h, teríamos que desocupar a sala, já que a nossa reunião é das 09h às 10h, embora este Deputado tenha chegado às 8h30m, a reunião começa às 9h. Com a palavra a Senhora Deputada Janete de Sá, por gentileza. A SR.ª JANETE DE SÁ Bom-dia a todos e a todas, isto é prova de que, mesmo na divergência, Colatina se une quando se trata da cidade, que bom. Tenho um carinho muito especial pela odontologia. Passei num vestibular de odontologia, mas por ser uma menina de uma família muito pobre; já trabalhava, tive que fechar o curso. Voltei e fiz enfermagem, porque me dava condições de continuar trabalhando e estudando. Trabalhava na Vale e não dava para deixar aquele emprego de concurso público, sabem como são nas famílias mais pobres; primeiro os filhos trabalham para depois estudar. Mas tenho um carinho muito especial, talvez por conta disso, não sei; talvez uma tendência da família. Temos uma gama muito grande de profissionais de odontologia na família, inclusive meu filho, minha nora, meu irmão e meus sobrinhos são dentistas. E este problema do qual estão falando, enfrentamos no dia a dia em casa. Quando vejo as dificuldades, o estrangulamento de espaços para odontologia, por conta da atenção primária ter se tornado atribuição dos municípios, o que foi, a princípio, interessante, porque a pessoa mora no município. Mas, por outro lado, os municípios não estavam preparados para carrear esses recursos junto ao Governo Federal e, hoje, muitos deles pagam salários miseráveis, não conseguem carrear esses recursos, não fazem a complementação e isso vem sucateando os vencimentos da odontologia em geral. Com relação à área bucomaxilofacial, esse problema de isonomia, de condições de trabalho iguais, de oportunidades e de carga horária é um problema que tem que ser visto em nível nacional, porque não acontece apenas no Estado do Espírito Santo. Mas acontece aqui, que é a nossa casa e temos que trabalhar para ver saídas, e como resolver essa situação. Estava conversando com o Senhor Secretário; o médico tem o seu salário. Ao igualar todos, cria-se uma situação cascata, há categorias que são maiores, mas tinha que haver um equilíbrio. E há uma distorção muito grande. Há uma diferenciação muito grande entre o que ganha um profissional de medicina e o que ganha o profissional da odontologia e, também, o que ganha o profissional de enfermagem. Este trabalha doze por trinta e seis horas na maioria dos hospitais particulares, com uma carga horária superpesada e ganha, infinitamente, menos do que o profissional médico. Saúdo os Senhores Deputados Da Vitória, Doutor Hércules, Freitas e Gildevan Fernandes. Precisamos conversar com o secretário, com o Governo do Estado, pois parece que no Estado do Espírito Santo as pessoas não têm boca, e têm. As pessoas mais pobres da nossa sociedade, as mais humildes são as que precisam do serviço público. Estamos com problema grave na Atenção Primária com esse estrangulamento de vagas para odontologia e do sucateamento dos valores que são pagos a esses profissionais que, por amor, ingressaram nessa profissão e acabam pensando em desistir por não estar compensando. Faz-se uma pós-graduação, um mestrado, ou um doutorado, ao verificar se não for um professor de faculdade... Depende também, visto que estão mandando embora. Dependendo da situação da faculdade acaba mandando embora. Companheiros, profissionais bucomaxilos, a odontologia precisa unir-se a fim de que possa não só a cirurgia bucomaxilo a odontologia, pois juntos, a bucomaxilo sozinho perde a força porque o número é infinitamente menor em uma disputa dessa. Sabemos que no Brasil, historicamente, as coisas mudam por meio do nosso empenho, da nossa luta, não adianta conversa. Repito, é na nossa luta, nosso empenho, nossa disposição, sim, na medida em que arregimentamos forças. Pensamos que essa força não é por pedaços, teriam de buscar unir a odontologia e ver essa questão como um todo, para que o Estado brasileiro possa dar uma nova olhada para a odontologia no geral. Com certeza, então, o profissional bucomaxilo ocupará melhor o seu espaço, tanto no ponto de vista dos salários como da carga horária e das demais condições, assim como as outras especialidades também poderão conquistar, por estarem unidas. Portanto, a sugestão que deixamos como sindicalista, venho de um movimento sindical, é que unidos há condições de alcançar a vitória, mas, por pedaços ficará difícil. Até pelo número. De qualquer maneira, independente da escolha que vocês fizerem, colocamo-nos à disposição como cidadã da área da saúde e também parlamentar nesta Casa de Leis, para dar a nossa contribuição; para dirigirmo-nos ao Governo do
24 22 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Estado, procurando abrir espaço a fim de que seja dada continuidade a essa discussão e possamos ter êxito. Pois, com apenas uma audiência pública, falarmos do problema, detectarmos a necessidade, se não tomarmos atitudes políticas - precisa-se vender bem o produto e fazer com que quem está no comando também entenda dessa maneira. Sem essas atitudes não teremos êxito. Por ter amor a essa profissão gostaria de ajudá-los para que possamos ter êxito e, a odontologia ser, merecidamente, valorizada. HÉRCULES) Consulto a Senhora Ruth Bezerra da Silva, representando a Seger, se gostaria de se manifestar. (Pausa) Consulto a Senhora Silvana Vicente, representante do Secretário Luiz Carlos Reblin, gostaria de fazer uso da palavra. (Pausa) A SR.ª SILVANA VICENTE - Senhor Deputado Doutor Hércules, agradecemos a V. Ex.ª o convite. Realmente, a odontologia tem de estar unida a fim de vencermos todos os desafios que tem um dentista hoje principalmente no setor público. HÉRCULES) Senhor Márcio Cotil, assessor do CRO, gostaria de fazer uso da palavra? (Pausa) Não. O Senhor Deputado Federal Paulo Foletto, telefonou para o Senhor Deputado Da Vitória. Colatina está mandando nesta reunião. Depois de ouvir o Senhor Deputado Federal Paulo Foletto, que ligou ontem para mim, disse que está junto com os Senhores, e está empenhado na luta dos Senhores. Concedo a palavra ao Secretário de Estado da Saúde, Senhor Tadeu Marino, para que possa dar as explicações necessárias. O SR. TADEU MARINO Saúdo a Comissão de Saúde e o Senhor Deputado Da Vitória, que na verdade já tinha me feito esse convite há mais de quinze ou vinte dias. Parabenizo o núcleo de cirurgiões bucomaxilofaciais de Colatina. De fato passei pelo Hospital Silvio Avidos durante dois anos e, do jeito que o Senhor Marcelo disse, tive que testemunhar isso. Testemunhei, vi e não se discute a importância nem se discute a qualidade, ou seja, a importância é fundamental, é visível, não podemos negar essa questão. Sobre o salário que os senhores dizem, seria muito pouco para o Governo pagar dez, quinze, vinte profissionais. Isso não representa nada para o Estado. O problema é como. Quando estamos na vida pública temos que perguntar como fazer e, se vou fazer, por que faço só para vocês. No dia seguinte, o Conselho de Enfermagem estará na minha porta querendo também justificar que o trabalho deles é muito importante, que eles trabalham na urgência e o que eles ganham, dois mil, três mil reais, é pouco e querem ganhar o mesmo que o médico do local ganha, que é quatro mil e quinhentos reais. A diferença salarial não é tão grande. Hoje, vocês ganham três mil e o nosso médico ganha quatro mil reais. Para quarenta horas ganha oito mil e quinhentos reais, mas, vinte e quatro horas é quatro mil líquido deve ganhar três e alguma coisa. As pessoas criam uma referência baseada das quarenta horas do médico, mas estamos falando de vínculos de quatro horas. Sendo assim, a diferença não é tão gritante assim vinte por cento, trinta por cento. Depois vocês podem até falar, mas eu mandei a menina ir buscar o salário de um e de outro. Legalmente, e na luta sindical, os médicos se organizaram mais e souberam pressionar mais durante os anos. Eles estão na frente nessa reivindicação. Isso partiu desse princípio. Não quer dizer que um médico é mais importante para o sistema do que um enfermeiro, do que um odontólogo. Ao contrário, o Governo tem a consciência muito tranquila e tem o saber de que se precisa ter uma equipe multidisciplinar, se não o hospital não funciona. Se os Senhores falam em nível superior, como o hospital pode funcionar sem um fisioterapeuta? Como o hospital pode funcionar, hoje, sem um fonoaudiólogo numa UTI? Como o hospital pode funcionar sem o odontólogo, ou seja, com a especialidade bucomaxilofacial? Sem um médico? Sendo assim, na verdade, o hospital é uma equipe multidisciplinar. Ninguém é mais importante do que ninguém. Eu sou pediatra e o médico da cooperativa médica que trabalha dentro do meu hospital ganha dez mil reais, e o pediatra ganha quatro mil reais. Por quê? O trabalho dele é mais importante? Essas imagens chocantes que vocês colocaram são mais importantes do que o médico atender numa consulta uma criança que está em convulsão? Então vai atender a convulsão de uma criança. Vai atender a convulsão de uma criança que chega no colo de uma mãe desesperada. Qual é o mais importante? Todos são importantes. Todos os atendimentos são importantes. Quem faz um parto, quem atende uma convulsão de uma criança ou o desespero de uma mãe cujo filho está com 39.º de temperatura no pronto-socorro, ou esse que cuidou de uma fratura exposta da coxa, do fêmur de alguém, ou de uma face tão acidentada e quebrada como vocês colocaram ali. É como se fosse assim: todo mundo no seu quadrado tem importância, se não as coisas não funcionam. Se o técnico de enfermagem não estiver no hospital, quem fará o trabalho do técnico de enfermagem? Se o técnico de enfermagem não estiver no hospital, quem fará o trabalho desse profissional? Na verdade, essa é uma visão de importância que é obrigada a ser reconhecida. Este Governo teve a coragem de depois de muitos anos, realizar um concurso público neste
25 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 23 Estado. Que teve coragem política de homologar o concurso na semana passada e vai começar a contratar os profissionais agora, em novembro. São duas mil, cento e cinquenta vagas. Nenhum Governo teve a coragem de fazer isso. Seria muito mais fácil trabalhar com designação temporária, não criar carreira no sistema público. Criamos uma carreira no sistema público. Se esse é o sonho de todas as pessoas, com certeza não é o sonho de todas as profissões, mas era o possível a ser feito e é o que foi feito. Começou pela saúde justamente para valorizar a área e, claro, também pelo tempo que não se tinha um concurso na área da saúde pública. Essa discussão veio para a Mesa. O sindicato, seja dos enfermeiros, Coren; seja dos odontólogos ou das assistentes sociais. Enfrentamos. As classes vieram para a Assembleia Legislativa e fizeram muitos movimentos, conversaram com os deputados. Esse projeto foi atrasado na sua votação nesta Casa porque de fato as pessoas colocaram o salário do médico como referência e todos queriam ganhar igual a esse profissional, que é um direito de ser reivindicado, mas não era o que o Governo poderia fazer naquele momento. Essa é uma questão fundamental. Quanto ao número, isso que o Doutor Marcelo Vaccari dos Reis, o Doutor e Professor Robson de Almeida Resende e a estatística deles colocam nesta reunião é um absurdo. Infelizmente, grande parte dos nossos leitos hospitalares hoje, mais de sessenta por cento, são preenchidos por vítimas da violência e da idade, ou seja, hoje quem está nos nossos hospitais são os idosos e as vítimas de acidentes da violência, seja ela de trânsito ou armada: faca, tiro ou por consequências da droga. Esse é o grande problema hoje da assistência hospitalar no Brasil, pois grande parte da ocupação dos nossos hospitais é desses dois tipos de patologias ou de pessoas que têm um custo altíssimo. O custo da violência significa de cinco a seis vezes mais do que o custo de uma internação clínica comum. Todos sabem quanto custa uma prótese, seja ela para colocar na perna ou na face da pessoa. Hoje, OPME, ou seja, as Órteses, Próteses e Materiais Especiais virou uma loucura, tanto para os planos de saúde, quanto para os hospitais privados ou públicos. Essa também é outra consequência, porque os custos dos nossos hospitais passaram a ser absurdos. Louvando essa discussão e reconhecendo a importância dessa especialidade, penso que temos que fazer como der para fazer, e se for possível fazer, porque é como falei: o impacto financeiro para o Estado não é grande, logo não é isso que nos preocupa. O importante é conversar com membros da Seger - Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos, que constrói as carreiras públicas do Estado junto com a assessoria jurídica da PGE, para ver se isso é possível pegar um cirurgião-dentista, porque você entra como cirurgião-dentista. Existe uma carreira para cada área: enfermeiro, médico, cirurgião-dentista, assistência social, fisioterapeuta. S. S. as têm uma especialidade, assim como o nosso médico da cardiologia ganha igual ao ortopedista, pois se trata da especialidade. A SR.ª JANETE DE SÁ Não se trata de pré-requisito para entrada na carreira? O SR. TADEU MARINO Sim, o prérequisito é a especialidade, mas não tem diferenciação de salário só porque a pessoa é médica comum ou é um socorrista ou é um cardiologista: não existe essa diferença, o salário é de médico e para o Estado é um só. Quanto à odontologia, os municípios têm que assumi-la mesmo. O Estado tem que ter um papel fundamental de cuidar da consultoria e da orientação das políticas. Não podemos ficar assumindo...vamos assumir a odontologia dos municípios? Da atenção primária? Por isso que quando o Estado realizou o concurso, colocou só os odontólogos que trabalham na assistência hospitalar. Por isso colocamos só cirurgião bucomaxilofacial. O sindicato veio reclamar conosco, conforme S. S.ª falou que o Estado abandonou a odontologia e não foi assim, os municípios é que fazem a atenção primária. Ainda sim, o Estado colocou quarenta e dois milhões de reais para a atenção primária neste ano. Nenhum Estado brasileiro ajuda no custeio da atenção primária. Pois o Governador Renato Casagrande ajuda, está colocando quarenta e dois milhões de reais nos municípios este ano para pagar o que quiserem; para pagar melhor o dentista, o enfermeiro, o médico, reformar unidade de saúde, ou seja, o dinheiro tem que ser usado na atenção primária de saúde. Então já é um recurso grande que estamos colocando no custeio da atenção primária de saúde. Isso é importante. Aproveito a oportunidade para fazer uma reclamação. Na minha primeira semana como secretário, chamei todas as entidades de odontologia na minha sala. A Senhora Margarete Pandolfo era do CRO - Conselho Regional de Odontologia. Pode perguntar a isso para S. S.ª. Disse: Tragam-me um plano estadual de saúde bucal em sessenta dias. Até hoje não apareceu. As entidades não se unem. Não conseguiram construir um plano estadual de odontologia para me entregar. É verdade. Mudou o Conselho, mudou o sindicato e cobrei de novo porque o Senhor Governador me cobra diariamente o que vamos fazer pela odontologia do Estado. Ontem mesmo S. Ex.ª me cobrou na reunião. Falei: Governador, a nossa Coordenadora de Saúde Bucal, a Senhora Bernadete Delurdes Guerra está lá. Um dos meus assessores do gabinete é dentista, o Senhor Anselmo Dantas. O Senhor Juarez Vieira, que foi Vereador, é nosso companheiro e do Governador Renato Casagrande, cobra. Já sentei mais de uma vez com entidades, porque queremos ajudar a média
26 24 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 complexidade odontológica. O Senhor Governador quer criar mais centros de especialidade no Estado e não só depender do recurso federal. Então, na verdade, estou esperando essa resposta das entidades até hoje, para que possam nos ajudar construir um plano estadual de saúde odontológica. Até hoje não apareceu. Os Senhores como dentistas, devem cobrar de suas entidades o porquê de ninguém sentar e construir isso. Não sei se uma entidade fala para a outra ou deixa de falar, mas com a visão de democratizar e de planejar isso, chamamos as entidades na primeira semana de janeiro de Se conversarem com quem representava as entidades, vão dizer que isso é verdade. O que estamos fazendo aqui, como já foi dito, é um pedacinho de odontologia, de assistência hospitalar. A Senhora Deputada Janete de Sá diz que tem que ter uma visão macro, uma visão global da odontologia no Estado. Tem que ter mesmo. Aí entra a bucomaxilar no hospital, o que o Estado pode fazer para a atenção primária da odontologia e já está fazendo, do CEU- Centro de Especialidade Unificado. Um dos primeiros CEUs construídos no Estado do Espírito Santo foi construído por mim, quando era Secretário Municipal de Saúde de Colatina, 2004 ou 2005 e está lá até hoje. Na prefeitura, naquela época, quando o expesidente Lula começou a lançar o Centro de Especialidade, trouxemos o Centro de Especialidades para Colatina. Em Serra tem, em Vitória agora tem. Não é o Estado, na verdade, o Centro de Especialidade é construído com o dinheiro da Saúde. Põe recursos para manter o Centro de Especialidades. Dá dinheiro para construir, dá dinheiro para aparelhar e dá dinheiro de custeio para o Centro de Especialidade. Isso não impede que o município complemente ou que o Estado complemente as políticas. A nossa visão é de criar esses centros de especialidades. Estou colocando isso neste momento porque senão fica uma fala meio truncada, como se o Estado não tivesse feito nada pela odontologia ou não quer fazer nada pela odontologia. A lógica, a história não é bem essa. A história é totalmente diferente dessa. Pedi a nossa companheira que visse o salário neste documento. Isso aqui é salário bruto para vinte e quatro horas de um médico é cinco mil, cento e quarenta e oito reais, com o novo plano de cargos e salários. O salário do bucomaxilar, por quarenta horas, é três mil, novecentos e cinquenta e quatro reais, que seria quatro mil reais. Um médico ganha por vinte e quatros horas, cinco mil reais e um bucomaxilar por quarenta horas, fora do hospital, de sobreaviso. O médico é presencial. E os Senhores ficam de sobreaviso e, quando há alguma eventualidade vão para o hospital para atender. Mas fazem. É uma diferença que existe também, nosso médico não fica em casa esperando ser chamado, é presencial, fica dentro do hospital quarenta horas ou vinte e quatro horas. Tem uma diferença. Por quê? Como não temos uma equipe de bucomaxilar completa, têm que trabalhar na lógica do sobreaviso, lógico e evidente. Como ficar esperando. Podem falar: Está bom, vou cumprir a minha carga horária. Fica-se um dia dentro do hospital e no outro dia nem lá vai mais porque já se cumpriu a carga horária. Acredito que os hospitais referência, como é o caso do Hospital Silvio Avidos; São Lucas, ou seja, hospitais que são referências em trauma, como é caso dos Hospitais Silvio Avidos e São Lucas, que são referência em trauma, o mínimo que devemos fazer é criar equipes completas de cirurgiões bucomaxilo. Como V. S.ª falou, de fato, Colatina tem três e tem que ter sete. Mas ficarão nos hospitais, presencialmente. Como o Doutor Marcelo Vaccari dos Reis colocou, há cinco ortopedistas, cinco cirurgiões. Terá que haver um cirurgião bucomaxilo dormindo no hospital, de plantão, mesmo que faça um procedimento por dia. Se computarmos no Hospital Infantil, trezentos dividido por dez são trinta. Dá um procedimento por dia. Não é isso? Estou pela sua conta. Não estou falando que é menos importante. Com a graça de Deus, o ideal era que não houvesse nenhum. Trezentos em dez meses são trinta por mês, o que dá um por dia. Se compararmos quantas cirurgias ortopédicas são feitas no Hospital Silvio Avidos, trezentas por mês, são três mil procedimentos que fizeram em dez meses. Daí a necessidade de haver quatro ou cinco ortopedistas presenciais. Na verdade, é o que falávamos ontem em São Paulo: não fazemos seguro de automóvel porque queremos bater, mas porque no dia em que sofrermos acidente, teremos segurança. Conosco é a mesma coisa. Temos que montar as equipes para que estejam à disposição, para que ao chegar alguém, esse alguém seja atendido. Essa é a lógica do serviço. Considerando essa discussão, quanto às das vagas que V. S.ª coloca, do concurso público, a partir do momento em foi realizado um concurso público e há quantidade de pessoas concursadas, mesmo que haja vinte vagas, se há vinte e um, vinte e dois, vinte e três, vinte e quatro, vinte e cinco, podem ser chamadas essas pessoas conforme a necessidade. Se necessário, são chamadas essas pessoas. Estão na lista de espera. Diferentemente do que tínhamos, estamos muito melhor, porque pelo menos realizamos um concurso público. Há pessoas aprovadas. Se precisarmos abrir vagas, encaminharemos mensagem para a Assembleia Legislativa informando que precisamos abrir mais vinte vagas de bucomaxilo. A Assembleia aprova as vinte vagas e já há as pessoas concursadas, que chamamos e vamos colocando mais sete no Hospital Infantil, mais sete no São Lucas, mais sete no Antonio Bezerra de Faria e assim por diante. Quanto ao salário, não sei se V. S.ª deseja
27 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 25 falar algo à Seger, se pode falar sobre a carreira. Tem que marcar. Até posso, Senhor Deputado Da Vitória, junto com V. Ex. as, ajudar a intermediar uma reunião com as entidades, como o Doutor disse. A forma de fazer é mais importante. Às vezes dizem: O Estado tem muito dinheiro e não faz. Se colocarmos mais vinte odontólogos, cirurgiões bucomaxilo, serão mais sessenta mil reais por mês, ou mais oitenta mil reais por mês. Ou seja, considerando o custo-benefício, considerando o que isso representa para população e o que representa em termos de custo para o Estado, é muito pouco. Pagamos oitenta mil reais por mês, mas aparelhamos os nossos hospitais públicos, em especialidade que sabemos que vocês assumiram. Tivemos reunião na semana passada com o Sindicato dos Médicos e com o Sindisaúde, que representa todos os outros profissionais, e foi decidido, por exemplo, que todas as pessoas que trabalham na urgência e emergência de nossos hospitais terão o teto máximo de quarenta por cento da insalubridade. Antes, só os médicos ganhavam isso. Agora não, também ganham os técnicos de enfermagem, os odontólogos, os enfermeiros. Isso é para acabarmos com essas diferenciações de fato. Por que no trabalho em urgência e emergência o médico ganha quarenta por cento e o enfermeiro, o odontólogo e o técnico, não ganham? Já pacificamos isso, já está tranquilo, pelo menos quanto à insalubridade. Ganharão insalubridade máxima todas as pessoas que trabalham na urgência e emergência. Depois, se possível, devo ter o direito de responder vocês. Estou à disposição. São essas as considerações que queria fazer. O SR. DA VITÓRIA Senhor Presidente, rapidamente, quero fazer uma contribuição. Cumprimento o Senhor Deputado Gildevan Fernandes, que chegou, e os Senhores Deputados Freitas e Janete de Sá. Agradeço a participação de V. S.ª s nesta reunião. Esta agenda importante na Assembleia Legislativa não é do Senhor Deputado Da Vitória, é de todos nós, Deputados, e também dos nossos profissionais que trabalham na Saúde. Agradeço mais uma vez a confiança na Comissão de Saúde, neste Parlamento e no Senhor Tadeu Marino, por sua forma responsável e pela sua retidão na discussão. Estamos nesta reunião com a presença do Senhor Adilson, da Saúde, Prefeito do Município de Água Doce do Norte. Em seu nome saúdo a todos que participam desta reunião conosco. Mas se fosse fácil, não precisávamos estar nesta reunião hoje. Sabíamos das dificuldades. E para tratar das ações com o Governo do Estado do Espírito Santo, precisamos de dinamismo e transparência. Cumprimento a Senhora Ruth Bezerra da Silva, que representa nesta reunião o Senhor Pablo Rodnitzky, Secretário de Estado de Gestão e Recursos Humanos. Falei para S. Ex.ª da importância... Essa agenda só aconteceu, hoje, devido à confirmação do Secretário, e inclusive ontem e agora de manhã. Disse S. Ex.ª que teve que desviar o caminho, junto com o Senhor Charles Dias de Almeida. Leve para S. Ex.ª a nossa informação de que remarcaríamos se não tivesse a presença da Seger. A presença de V. S.ª nesta reunião é muito importante, porque toda essa parte técnica o Senhor Tadeu Marino conhece muito bem e os nossos profissionais mais ainda, aqueles que atuam no local mais constantemente. Mas essa parte de construção de valorização profissional, de regra, possibilidades legais, de melhorar, de o Governo reconhecer melhor o trabalho desses profissionais e enquadrá-los numa condição melhor de remuneração, depende diretamente da Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos. Vencemos em várias categorias neste mandato e em outros mandatos, onde o Governo fez justiça equalizando e, aproveitando a sua economia, colocou as categorias dentro de uma sensação de valorização melhor. Sou leigo no assunto e falo nesta reunião com muita humildade. A Senhora Deputada Janete de Sá é enfermeira, o Senhor Tadeu Marino e o Senhor Deputado Doutor Hércules são médicos, e temos os membros efetivos da Comissão de Saúde. Mas estou no mandato de Deputado Estadual e tenho a obrigação constitucional de defender. Estou vivenciando o trabalho feito pelo Senhor Tadeu Marino no Hospital Sílvio Avidos e pelo Senhor Marcelo Vaccari dos Reis, diretor do hospital. Realmente fiquei assustado com o trabalho feito no Hospital Sílvio Avidos, que não conhecemos. Escutamos falar, mas não conhecemos realmente o trabalho feito. Vemos a importância desses profissionais. Na minha visão de leigo, eles têm uma diferença porque estão em contato com uma complexidade, um trauma, diretamente. Têm uma diferença e não há como negar. Têm que me explicar muito para que possa entender que não há essa diferença. A diferença está no rosto do Senhor Deputado Gildevan Fernandes, Doutor Virgílio Knupp. Acho que V. S.ª deixou S. Ex.ª mais bonito. Aí, Senhor Deputado Gildevan Fernandes, V. Ex.ª experimentou dessa qualificação. A minha solicitação, o meu encaminhamento, aproveitando a disponibilidade do Senhor Tadeu Marino, que nos legitima. Agradeço mais uma vez o desprendimento de V. Ex.ª, a humildade de estar presente nesta reunião. V. Ex.ª tem o nosso apoio pela sua experiência na vida pública, que também dá a V. Ex.ª condições de entender que é importante a presença do Governo nesta Casa de Leis, principalmente de secretários. Peço que a nossa companheira, a Senhora Ruth Bezerra da Silva, leve esta mensagem para o Senhor Pablo Rodnitzky, Secretário de Estado de Gestão e Recursos Humanos.
28 26 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Teríamos pedido permissão aos nossos amigos para remarcar, se S. Ex.ª tivesse informado com antecedência. Porque este Parlamento é muito sério. Nada acontece de investimento no Governo do Estado do Espírito Santo se não passar pela chancela, pelo crivo do parlamento. Temos a responsabilidade de apoiar o Senhor Governador Renato Casagrande e também as Secretarias. Defendo mesmo, mas também precisamos cobrar. Porque senão ficamos sem o maior patrimônio que temos, que é essa confiança que depositam em nós. Assim, leve a nossa mensagem, é o meu encaminhamento. Aproveitando a sugestão do Senhor Tadeu Marino, peço que façamos uma agenda de trabalho na Seger. Peça ao Secretário para nos receber, com o nosso Presidente da Comissão, com os Deputados que puderem nos acompanhar e com Senhor Tadeu Marino, que se colocou à disposição para discutirmos esse tema e encontrarmos uma alternativa, um caminho. Tudo é possível e temos que acreditar. Reitero que no dia em que o Senhor Pablo Rodnitzky, Secretário de Estado de Gestão e Recursos Humanos, e a Senhora Ruth Bezerra da Silva precisarem do Deputado Da Vitória, podem ter certeza de que estaremos defendendo com a mesma firmeza. Acreditaram em nós, então, precisamos dar esse encaminhamento e irmos até o último momento de discussão para que o Senhor Governador tenha a sensibilidade; já está cobrando do Senhor Tadeu Marino, mais uma vez e que crie. Gostaria de colocar essa sugestão, mesmo que não estejamos em uma audiência, não precisamos deliberar. Mas propomos, como Parlamentar, essa reunião. Gostaria de ter o apoiamento de V. Ex.ª, Senhor Deputado Doutor Hércules, e também dos nossos companheiros para que pudessem estar conosco nessa agenda de trabalho. Agradeço mais uma vez a presença de todos e a confiança em nosso mandato e a esta comissão. HÉRCULES) Muito obrigado, Senhor Deputado Da Vitória. Concedo a palavra à Senhora Deputada Janete de Sá. A SR.ª JANETE DE SÁ Terei que sair, porque tenho que presidir uma sessão da Comissão de Política Sobre Drogas. Conseguimos com o Senhor Deputado Gildevan Fernandes o espaço em outro Plenário, para que os Senhores possam dar continuidade. Pedi aos colegas para falar um pouquinho antes, porque tenho que sair. Doutor Ailton Felisberto Alves, o Senhor Secretário fez um desafio: que seja apresentado pela odontologia um plano geral de saúde para o Estado. Acho que S. S. as devem procurar se unir e fazer isso o mais rápido possível. S. Ex.ª falou e ouvi com todas as letras: um plano estadual de saúde bucal. S. Ex.ª já pediu ao Conselho que não apresentou até hoje, desde o primeiro dia de mandato do Senhor Governador, que tem cobrado. S. S. as têm que apresentar. Não adianta ir à Seger para pedir isonomia, tem que ir com proposta. A categoria tem que se reunir. O que disse: se não tiver unidade, os senhores não chegarão a lugar algum. Se for somente a cirurgia bucomaxilofacial, Doutor, a Seger fará o que apenas com isso, se existe uma categoria ampla? A Seger não irá fazer um pedacinho. Estou dizendo isso porque temos feito isso com outras categorias e tido sucesso neste Governo. Fizemos com os auditores e tivemos sucesso, fizemos com os profissionais da Assembleia Legislativa e tivemos sucesso. Não tenho dúvida de que se S. S. as se organizarem terão sucesso. Basta pegar experiências de outros Estados, como disse o Senhor Secretário, ver como funciona, quanto seria o piso do cirurgião bucomaxilofacial, como seriam os pisos para apresentar à Seger. Porque se marcar uma reunião com a Seger dessa maneira, Senhor Deputado Da Vitória, não chegarão a lugar algum. Por experiência, oriento: se organizem. Acho que o Conselho tem uma tarefa ao sair daqui: apresentar e trabalhar junto com o sindicato e com os demais seguimentos dessa categoria e fazer esse plano estadual, apresentar uma proposta de um plano estadual. Não adianta cobrar do Estado, tem que apresentar, porque irá sair muito melhor se S. S. as apresentarem. S. S. as sabem o que querem. O Estado apenas complementa ou tira, traça prioridades dentro do que apresentarem. Então, é um desafio que a categoria tem e que, para isso, precisa estar unida. HÉRCULES) Muito obrigado, Senhora Deputada Janete de Sá. O SR. PEDRO SABADINI Posso fazer uma intervenção em cima do que S. Ex.ª disse? HÉRCULES) Pois não. O SR. PEDRO SABADINI Rapidamente, quero dizer para V. Ex.ª o seguinte, Senhora Deputada: não estamos separando a categoria, pelo contrário. O que ocorre é o seguinte: existe um imediato que tem que ser resolvido. Haverá problema para o Estado, já existe problema. Estamos nos disponibilizando a ajudar e tentar resolver. Se essa situação persistir o Estado terá grandes problemas na área de trauma de face. Quer dizer, estamos nesta Casa exatamente para evitar que isso ocorra, por isso tomamos a decisão de convocar, participando junto aos Deputados que fizessem por nós. Quero dizer ao companheiro e colega, Presidente do Conselho, o seguinte: o Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial está ciente. Haja vista que está
29 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 27 presente neste Plenário, pois todos somos membros do Colégio. Foi comunicado e estamos nesta Casa defendendo a categoria de cirurgião bucomaxilofacial. Desde a minha fala inicial, não estamos separando o cirurgião-dentista, estamos defendendo uma situação de imediato que existe, porque temos um atendimento diferenciado dentro da categoria nos hospitais. Essa é a necessidade. Em alguns Estados já existe equiparação. Como viabilizá-la? Foi o que disse: os senhores têm condição de fazer isso. Existe condição de ser feito. Podemos ajudar, lógico, sabemos como viabilizar. Agora, a questão legal, temos de fazer junto com V. Ex. as. Sabemos como fazer, contudo, dependemos de V. Ex. as. Não conseguimos fazer. HÉRCULES) Muito obrigado. Concedo a palavra ao Senhor Deputado Gildevan Fernandes O SR. GILDEVAN FERNANDES Com satisfação registramos a presença dos Senhores Adilson da Saúde, Prefeito de Água Doce do Norte já havia sido registrado pelo Senhor Deputado Da Vitória também do vereador Laerte Liesner, de João Neiva; do Senhor Afonso Jesus Gloria, Diretor do Hospital de João Neiva. Obrigado pela presença na Comissão de saúde, sejam bem-vindos! HÉRCULES) Concedo a palavra ao Senhor Deputado Freitas. O SR. FREITAS - Cumprimentamos todos os presentes; de forma especial cumprimentamos o Presidente da Comissão de Saúde. É uma alegria voltar a esta Comissão, da qual fomos efetivos durante seis anos. Parabenizamos o Senhor Deputado Da Vitória pela iniciativa de liderar esse movimento, pertinente. Cumprimentamos o Secretário de Estado da Saúde, Tadeu Marino pelo trabalho, pelo desprendimento, pelo arrojo e coragem que toca a Secretaria de Saúde. Reforçamos que, acreditamos ser uma função, hoje, das mais desafiadora em nosso País: secretário municipal, estadual, ministro da saúde. Enfim, a pasta da Saúde é altamente desafiadora. E hoje, muito mais até em função das ampliações das demandas, que foram mostradas nesta reunião. A ampliação da demanda - que não é só bucomaxilofacial - visto que na hora em que cai de moto, aumenta todo tipo de trauma; os acidentes motobilísticos sobrecarregou a saúde com uma demanda imensa. Portanto, ser Secretario de Saúde fica cada vez mais difícil. Cumprimentamos os Senhores Deputados que estiveram presentes; cumprimentamos os cirurgiões bucomaxilos; cumprimentamos o prefeito Adilson da Saúde; fazemos uma referência ao Doutor Virgílio Knupp, que está fazendo uma política do outro lado. Ficamos sem entender se o Senhor é bucomaxilo ou um extraordinário cirurgião plástico. É milagre! Participamos atentamente, desta reunião, aguardando ter mais propriedade em nossa fala. Ouvimos os dois lados e temos agora uma observação, uma sugestão que é: primeiro, observar e reforçar o aumento da demanda. É indiscutível esse aumento em todos os setores, especialmente no de vocês. Concordo com os senhores de que o rosto é o parachoque da moto. Em nosso País incentivou-se muito a aquisição de veículo, dando quase que isenção dos juros ou um juro muito pequeno. Tivemos uma forte inclusão social que substituiu, hoje, o animal rural quadrúpede pelo cavalo de aço; as pessoas, às vezes, não têm habilitação na roça. Acredito que a grande parte dos pacientes de vocês vêm da zona rural, e eles insistem em pilotar sem o uso de equipamentos nem o capacete querem. Já fomos a algumas agendas sobre segurança no interior e pedem, hoje, muita segurança na zona rural. Mas quando se faz agenda pedindo segurança, eles pedem para identificar quem mora na roça para não multar quem anda com capacete. Isso é impressionante. Daí o aumento dessa demanda. Carência de profissional. Aumentando a demanda é automática a carência de profissional. Observamos que deixamos de ter no Hospital Roberto Arnizaut Silvares, até outro dia, antes da inauguração do Hospital Jayme Santos Neves, o Hospital Roberto Arnizaut Silvares era o segundo maior hospital público deste estado. Era o segundo em leitos só perdia para o Hospital Dório Silva. Agora, acreditamos que deva ganhar do Hospital Dório Silva, visto que este trabalha de portas fechadas. Temos aproximadamente duzentos e sessenta leitos no Hospital Roberto Arnizaut Silvares, mas o Hospital Jayme Santos Neves é maior. Não ter a especialidade bucomaxilofacial está cravando que se tenha que fazer um transporte programado de pacientes. Isso é um absurdo. É preciso que aumentemos a contratação de profissionais e isso está sendo feito por meio de concurso, e é louvável. Os Senhores usaram uma palavra que acredito trabalhar contra: equiparação. Acreditamos que este é o erro. Com muita sensibilidade ao pleito, a palavra equiparação não é a melhor palavra. Substituindo a equiparação por valorização encaixa como uma luva. É completamente pertinente, do meu ponto de vista, a busca de valorização. É difícil. Tivemos noutro dia uma demanda difícil quando da votação de um plano de carreira nesta Casa. Foi o que mais demorou a ser votado e os deputados são testemunhas disso: o plano de carreira do Idaf. Buscavam a equiparação dentro do Idaf. Foi completamente difícil para nós, da Assembleia, votarmos aquele plano de carreira. Depois houve uma
30 28 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 unidade, uma convergência das categorias, e assim tivemos condições de votar. Sendo assim, a palavra equiparação vai atrapalhar a caminhada e a reivindicação dos Senhores. O pedido de valorização é completamente justo, principalmente porque os Senhores mostraram. Seria importante que o Senhor Secretário Tadeu Marino estivesse aqui, mas ele precisou sair óbvio, agenda. Hoje, os Senhores não têm um limite. Foi colocado, mostrado nesta reunião que não tem um limite. Vai ao hospital, faz o atendimento, mas pode voltar daqui a pouco. Talvez a partir desse concurso tenhamos um maior número, como o Diretor Marcelo Vaccari dos Reis colocou, de profissionais e que o profissional fique de plantão. Esse plano ou pelo menos o plano da categoria precisa ser apresentado na Seger, porque se tem um concurso, o concurso precisa colocar profissionais no Hospital Silvio Avidos, no Hospital Roberto Arnizaut Silvares, no Hospital Santa Rita de Cassia, em Barra de São Francisco. Não dá para ficar fazendo transporte porque o transporte fica muito mais caro do que colocar profissionais na urgência e emergência. Onde estão as nossas unidades de urgência e emergência? No nosso ponto de vista, a unidade de urgência e emergência precisa ter o profissional bucomaxilofacial, porque toda hora chega um caso em que é necessário. Tem o primeiro atendimento, mas tem que fazer uma transferência porque o profissional bucomaxilofacial não está. Colocando uma carga horária e um número de plantonistas, acreditamos que atenderá. Estabelecendo uma valorização, acho que daremos um grande passo. É preciso dizer a ausência dos SUS na saúde. Isso sobrecarrega o Estado. A ausência de planos de saúde foi colocada pelos Senhores. Hoje, o plano de saúde não cobre determinadas situações. Temos que ir à justiça para termos o atendimento, mesmo tendo o plano de saúde, e isso sobrecarrega, cai dentro do hospital público. Vamos ao Hospital Roberto Arnizaut Silvares, trinta por cento dos leitos estão ocupados com pacientes de planos de saúde. O Estado está altamente sobrecarregado e é preciso entender isso. Os investimentos na saúde vêm aumentando muito. O Senhor Governador colocou, pela primeira vez na história deste Estado, quarenta e três milhões de reais para atenção primária, socorrendo os municípios, pois a obrigação da atenção primária é exclusiva dos municípios, que têm que colocar os quinze por cento da sua receita na atenção primária. O Senhor Governador colocou, para este ano, a partir de abril, quarenta e três milhões de reais. O que significa isso? É importante dizer o que significa isso. Os municípios perderam o Fundap. A perda total para todos os municípios significa um valor em torno de seiscentos milhões de reais. Se considerarmos o investimento em saúde, que corresponde a quinze por cento desses seiscentos milhões, teremos o valor de noventa milhões de reais que os municípios precisam investir na atenção primária. O Governador está colocando a metade disso para atender aos municípios. É um alto aporte de recursos na atenção primária. Temos alguns casos de centros oncológicos financiados exclusivamente com recursos do Estado, porque quando a instituição ainda não se credenciou no Ministério da Saúde, quem financia em cem por cento é o Estado, que financia exclusivamente pelo menos dois centros de oncologia no Estado do Espírito Santo. É importante observar o Hospital Doutor Jayme Santos Neves já atende a totalidade da sua possibilidade de atendimento: é um hospital com mais de quatrocentos leitos. Daqui a pouquinho inauguraremos e reabriremos o novo Hospital São Lucas; o Hospital Dório Silva expectava parar de funcionar e, assim, o Hospital Doutor Jayme Santos Neves o substituiria, mas aquele não parou, pelo contrário, serve de referência para os nossos hospitais públicos. Os investimentos do Governo do Estado do Espírito Santo em saúde nunca foram tão fortes, e cada vez mais aparecem, tudo em função do aumento da demanda. Concordo com o pleito de V. S. as, parabenizo o Senhor Deputado Da Vitória pela iniciativa, acho que V. S. as vieram ao lugar certo, pois precisamos discutir nesta Casa do Povo, tão discutida, tão questionada, mas por isso chamada de Casa do Povo. As audiências públicas, a reivindicação do povo e sua a participação efetiva é na Assembleia Legislativa, então o fórum legal para se discutir é nesta Casa. Parabéns, Senhor Deputado Da Vitória! Precisamos afinar a viola, identificar a forma como tocaremos, mas totalmente possível o pleito que fazem, no sentido de valorização. Muito obrigado. HÉRCULES) Concedo a palavra ao Doutor Ailton Felisberto Alves. O SR. AILTON FELISBERTO ALVES Senhor Deputado Doutor Hércules, parabenizo o Senhor Secretário de Estado da Saúde Tadeu Marino pela explanação, mas justifico dizendo que a responsabilidade de escrever um plano de saúde bucal tem que ser do Governo, pois não temos dados específicos de todo o Estado do Espírito Santo para propormos algo. O que nos propusemos na época, em uma reunião com o Governador, foi que apoiaríamos e ajudaríamos. Existe uma Coordenação de Saúde Bucal no Estado, que teria que colocar as ações em prática e trazer os problemas. Sabemos que o Estado apoia a atenção primária, mas também sabemos que muitos municípios não têm condições de atender nem a atenção primária. Então, quem sabe o que seria
31 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 29 necessário para um plano de carreira ou um plano de saúde bucal para o Estado seria o próprio Estado, com a Secretaria de Estado da Saúde, por meio de estudos e dados que possuem. Respondendo ao colega: falei do Colégio Brasileiro de Cirurgiões-Dentistas porque quando fui convidado pela Assembleia Legislativa - inclusive, agradeço o convite e a distinção, consultei a Senhora Marta Salim, Presidenta do Colégio Brasileiro de Cirurgiões-Dentistas, quem não tinha conhecimento do acontecimento nesta Assembleia Legislativa. Justamente o que a Senhora Deputada Janete de Sá e o Senhor Deputado Da Vitória falaram: temos que nos unir e acabar com essa história de que as entidades não fazem nada. Mas o fato é que é difícil reivindicar neste país, é difícil justificarmos essa necessidade que V. S. as apresentaram nesta reunião. Com isso, tenho certeza de que com o que foi apresentado nesta Comissão e pela necessidade... E não porque é um trabalho mais difícil, porque dentro do hospital são necessários outros tipos de cirurgiõesdentistas para atenderem outras necessidades, como o paciente especial, quantos deles precisam ser atendidos nos hospitais. Não se trata apenas do grupo bucomaxilofacial, pois se não houver união, ratifico a Senhora Deputada Janete de Sá: será difícil conseguirmos algo, até porque a categoria de cirurgiões-dentistas e a bucomaxilofacial são especialidades da odontologia, como existem outra especialidades que teriam outras funções. Só queria deixar essa justificativa nesta reunião. O Conselho de Odontologia está pronto para colaborar na preparação de um plano de saúde bucal para o Estado, mas que não é função desse Conselho, e este não tem nem dados suficientes para propor um plano de saúde bucal para o Estado. HÉRCULES) Muito bem, pelo que assistimos nesta reunião, ninguém saiu satisfeito: porque o Senhor Secretário de Estado da Saúde Tadeu Marino mostrou uma realidade que não satisfez principalmente o Conselho Regional de Odontologia e os cirurgiões bucomaxilofaciais, que não se satisfizeram com o que foi dito diante das reclamações. Senhor Deputado Da Vitória, acho que esse pedido de reunião de V. E.ª foi muito bom, por isso temos que seguir com esta reunião. O Senhor Deputado Freitas falou muito dos investimentos do Governo. Reconhecemos os investimentos que o Governo tem feito, principalmente o Plano de Cargos e Salários que nunca houve deste Governo, mas é muito pouco, Senhor Deputado Freitas. O pessoal da saúde tem um respeito máximo por todo profissional. O profissional de saúde é um missionário, é diferente, é quem lava o chão, é o enfermeiro, o auxiliar de enfermagem, é o técnico de enfermagem, enfim, todos são importantes nesse contexto. Muitas vezes, as pessoas pensam que o profissional de saúde lida com a infelicidade. Não é. Uma doença, um acidente são coisas corriqueiras da vida. Quase todos ficarão doentes, a não ser os que morrerão de acidente. O Senhor Marcelo Vaccari dos Reis falou sobre para-choque e não foi bastante claro, mas o para-choque da mota é a nossa cara. Este ano caí duas vezes da moto. O Tadeu Marino falou sobre os leitos ocupados por idosos ou por acidentados de moto. Caí da moto duas vezes, mas não fiquei no hospital nenhuma vez. Talvez por causa da juventude, não quebrei nenhum osso. Meu rosto foi protegido pelo capacete. O SR. DA VITÓRIA Senhor Presidente Doutor Hércules, estou achando que V. Ex.ª caiu duas vezes em uma segunda, não foi não? O Senhor é vascaíno. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) Não foi, não. Cairei ainda, porque seremos campeões da segunda novamente. É muito bom ser campeão, seja da primeira ou da segunda, não tem problema, não. Senhor Deputado Da Vitória, temos que tirar um encaminhamento desta reunião. Doutor Ailton Felisberto Alves, só espero que dos outros planos de cargos e salários e carreira a Comissão de Saúde fique sabendo antes. No ano passado, só fui saber porque o Sindsaudeprev me procurou porque estava pronto para ser votado. Atrasou, como o Senhor Tadeu Marino disse, não estou falando porque S. Ex.ª está ausente, porque naturalmente S. Ex.ª saberá. Descobrimos e conseguimos segurar alguma coisa que pudesse avançar, mas na verdade a Comissão de Saúde não foi ouvida pra fazer o Plano de Cargos e Salários do pessoal da Saúde. É nossa reclamação e queremos que isso não continue dessa forma. Dessa vez não. Fomos convidados, participamos na segunda-feira, na Seger. Ontem não pudemos ir, mandamos um representante, o Senhor Enrielton Chaves, Coordenador da Comissão de Saúde, porque estava na eleição do Conselheiro do Tribunal de Contas. Justifiquei minha ausência por isso. O Senhor Deputado Da Vitória foi o autor do requerimento. O SR. DA VITÓRIA Pedimos um encaminhamento proposto também pelo Senhor Tadeu Marino e o acolhimento de V. Ex.ª que houvesse de nossos Senhores Deputados uma reunião na Seger com o Senhor Subsecretário e com a categoria para tratarmos desse tema em local específico para discutirmos a questão salarial. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) Consultamos o Senhor Deputado Gildevan Fernandes, membro efetivo de nossa
32 30 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Comissão se S. Ex.ª concorda com esse encaminhamento. Pedimos que não seja no horário da sessão, porque neste momento precisamos estar presentes. O SR. GILDEVAN FERNANDES Senhor Presidente, concordo e sugiro que já saiamos desta Comissão com uma sugestão de data. É claro que não podemos agendar para o Secretário, mas podemos propor uma data. Essa é minha sugestão. HÉRCULES) Senhor Deputado Da Vitória, S. Ex.ª tem algo a falar com relação a data? O SR. DA VITÓRIA Gostaria de conciliar a data com a disponibilidade do Senhor Tadeu Marino e do Senhor Pablo Rodnitzky. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES)- Gostaria de sugerir que fosse no horário da Comissão de Saúde, se for possível. Já teremos que estar presentes, na terça-feira. Ao invés de estarmos na reunião, vamos à Secretaria. Suspendemos a reunião na Comissão de Saúde e os acompanhamos. O SR. DA VITÓRIA Podemos propor. Veremos se conseguimos na próxima semana e se não houver disponibilidade, marcamos para a outra semana. Porque precisamos que o Senhor Secretário esteja presente, se S. Ex.ª estiver em Brasília, por exemplo, não adianta. Deixemos a questão aberta com prioridade para a próxima semana. Se não avaliamos se pode ser em outro dia. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) A priori, então, terça-feira. O SR. DA VITÓRIA Se não houver disponibilidade, discutiremos ao longo das reuniões, pode ser? O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) Com certeza. Se o Senhor Secretário tiver agenda, estaremos às 9h, na Secretaria de Estado de Saúde. Pedimos à Doutora Ruth Bezerra da Silva, que representa o Secretário Pablo Rodnitzky, que informe S. Ex.ª sobre essa agenda. Todos os presentes estão convidados para comparecerem à Secretaria de Estado de Saúde para discutir essa questão. Mais alguém deseja fazer uso da palavra? Não. Agradeço mais uma vez a todos. Agradeço ao Senhor Deputado Da Vitória, que foi quem requereu essa reunião. Agradeço também aos colegas e amigos de Colatina presentes, ao Senhor Deputado Freitas, ao Senhor Deputado Gildevan Fernandes, membro efetivo da Comissão, e à Senhora Deputada Janete de Sá, membro efetivo da Comissão. Nada mais havendo a tratar, vou encerrar a presente reunião. Antes, porém, convoco os Senhores Deputados para a próxima, ordinária, para a qual designo EXPEDIENTE: O que ocorrer. Está encerrada a reunião. COMISSÃO DE SAÚDE E SANEAMENTO. VIGÉSIMA SEGUNDA REUNIÃO ORDINÁRIA, DA TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA DÉCIMA SÉTIMA LEGISLATURA, REALIZADA EM 03 DE DEZEMBRO DE O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) - Havendo número legal, invocando a proteção de Deus, declaro abertos os trabalhos desta Comissão. Conforme combinado com os membros efetivos desta Comissão, hoje ouviremos a diretoria do Hospital da Associação dos Servidores do Estado. Em virtude da gravidade que está acontecendo, a ANS está numa posição de confiscar a carteira do plano de saúde da associação, na verdade, a Comissão de Saúde foi procurada pela diretoria e não podemos ficar omissos diante desse problema grave. Foi aprovado, ontem, um requerimento para que o Grande Expediente da sessão ordinária de hoje fosse destinado à discussão dessa questão. Portanto, pedimos a todos, especialmente à diretoria, que se comunique com os associados para que estejam presentes hoje, na Assembleia Legislativa. A partir das 16h acreditamos que poderá iniciar a palestra. Estão presentes os Senhores Deputados Glauber Coelho e Rodrigo Coelho, membros efetivos desta Comissão; o Senhor Almir Vieira, Presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado do Espírito Santo; o Senhor José Vitorino Perpétuo, diretor-financeiro Adjunto da Associação dos Funcionários Públicos do Estado do Espírito Santo; o Doutor Boris Castro, vice-presidente da Associação; o Senhor Guaracy da Silva, coordenador de Comunicação Social, antigo conhecido nosso; o Senhor Thiago Alves Rodrigues, Defensor Público; a Senhora Ivone Mattos Vieira, do Conselho Deliberativo da Associação. Inicialmente, inverteremos a pauta conforme combinado, e passaremos a palavra ao Senhor Almir Vieira, Presidente da Associação dos Funcionários Públicos, para tomarmos conhecimento do que está ocorrendo no momento. O SR. ALMIR VIEIRA - Bom-dia!
33 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 31 Primeiramente, agradeço à Comissão de Saúde que prontamente nos atendeu. Agradeço de forma especial ao Senhor Deputado Doutor Hércules que tem sido um grande parceiro da nossa instituição; aos Senhores Deputados Glauber Coelho e Rodrigo Coelho e a todos os presentes. Primeiramente, Senhoras e Senhores, quero denunciar, de público, um ato que sentimos ser arbitrário por parte da ANS. Quando assumimos a direção da instituição, diga-se de passagem, num trabalho em equipe o mérito não é do presidente, mas de todos que estão empenhados nessa luta pela sobrevivência dessa instituição, no dia 15 de abril de 2012, encontramos a Associação dos Funcionários Públicos um quadro caótico administrativo e financeiramente. O Senhor Presidente Doutor Hércules tem conhecimento disso, pois acompanhou na primeira tentativa da ANS de vender a carteira dos nossos associados. Diga-se de passagem, a maioria dos associados é idosa que realmente depende dessa instituição e não tem como ir para um plano de saúde particular, que é o que vemos ser o desejo da ANS, acabar com esse atendimento. É um atendimento filantrópico porque não se faz saúde com uma contribuição do associado no valor mínimo de cem reais e um valor máximo de duzentos reais. Esse realmente é um trabalho filantrópico, um trabalho dignificante para nós, o qual temos o prazer de fazer, pois sabemos que temos ajudado muitas pessoas, principalmente pessoas que realmente necessitam, pessoas idosas. Pela segunda vez a ANS manda um diretor fiscal para a associação e agora com o intuito de vender a carteira de associados da associação que, diga-se de passagem, não se trata bem de um plano de saúde, mas de uma associação de servidores para os quais prestamos serviço médico. A ANS vem alegando que a associação vem mal das pernas, que não tem condições de continuar no atendimento. Porém, quando assumimos a instituição, realmente encontramos uma greve de médico, basicamente uma intervenção do Ministério Público, funcionários com pagamento em atraso, credores sem receber. Hoje, a situação é totalmente diferente. Pagamos mais de cinco milhões aos fornecedores em dívidas; os funcionários recebem rigorosamente em dia, dentro do mês; debelamos a greve médica; pagamos em dia a produtividade dos médicos. Inauguramos uma central de esterilização de materiais, um investimento de mais de cinco milhões uma das mais modernas do estado. Inauguramos uma nova UTI com mais dez leitos. Estamos reformando o centro cirúrgico, reformamos todo o espaço físico do hospital. Naquela época, encontramos um hospital que operava com a capacidade de apenas trinta por cento. Hoje, o hospital opera com capacidade de noventa e cinco por cento, sendo que o nosso maior parceiro nessa empreitada é a Secretaria Estadual de Saúde, razão por que faço um agradecimento ao Secretário de Estado da Saúde, Senhor Tadeu Marino, e ao Senhor Governador Renato Casagrande, que também tem se sensibilizado muito sobre a situação em que o hospital se encontra. O total investido até hoje ultrapassa doze milhões de reais, desde que assumimos. Isso sem tomar um centavo em empréstimo em banco, sempre com recurso próprio. Isso é milagre? Não é. É uma questão de gestão, de transparência e ética. Como falei anteriormente, não é mérito do presidente, mas de uma equipe que sem ser remunerada, de trinta e seis pessoas da diretoria que incansavelmente trabalham, às vezes deixando seus afazeres em casa para darem atenção especial a essa instituição, porque sabem da relevância do serviço prestado. Senhores, as dívidas realmente foram saneadas, foram todas pagas. A saúde financeira da instituição não está debilitada como a ANS vem garantindo. Até mesmo se tivesse, como estaria investindo tanto como foi feito na instituição? As contas estão abertas para que qualquer um possa analisar. Tudo é com muita transparência. As contas estão abertas; os balancetes estão aí para qualquer um olhar. Havia um déficit mensal de cento e oitenta mil reais quando assumimos a instituição. Hoje trabalhamos já com superávit de mais de quatrocentos mil reais mensais. Atendemos todas as exigências que a ANS nos fez, por meio do diretor fiscal. Inclusive, tivemos que abrir uma conta vinculada com a ANS que se chama ativo garantidor. Hoje, temos nessa conta quase um milhão de reais. Depositamos todos os meses oitenta mil reais nessa conta vinculada com a ANS, que é um fundo garantidor para qualquer eventualidade, qualquer problema que tiver na instituição. É o ativo garantidor. E ainda temos mais os nossos imóveis que garantem e servem como ativo garantidor. Infelizmente, até nossos próprios salários, vencimentos foram bloqueados pela ANS em um ato totalmente arbitrário, pois se trata de pensão, trata-se do nosso trabalho do qual sustentamos nossas famílias e tivemos até nossos próprios salários bloqueados. Reformamos vários equipamentos de última geração; compramos equipamentos de última geração para o nosso novo centro cirúrgico; readequamos o ambulatório; criamos serviço de odontologia, que se Deus quiser, daqui a dois meses funcionará o novo centro odontológico; reestruturamos os serviços de transporte, quando adquirimos uma ambulância e mais dois veículos menores. Estamos informatizando o hospital e os ambulatórios. Estamos implantando o atendimento por senhas eletrônicas. Instalamos um gerador de última geração, todo computadorizado. Realizamos agora o fundo garantidor com um milhão de reais. Ampliamos toda área física. Temos um superávit médio de trezentos mil reais mensais e uma receita mensal na casa acima de três milhões.
34 32 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Quando assumimos, a receita era em torno de oitocentos mil a um milhão de reais. Devido ao crescimento, tivemos que admitir mais profissionais como médicos, técnicos de enfermagem, enfermeiros. Senhores, não vejo como a ANS vem falar que a Associação não anda bem das pernas, que tem que ser feita a alienação da carteira. Com isso, percebemos que há algum interesse por trás de toda essa arbitrariedade que a ANS vem cometendo, que infelizmente não sabemos. Se soubéssemos de algum desse interesse estaríamos de público denunciando. Mas, fica a denúncia que temos quase certeza de que existe algum interesse muito forte por trás dessa arbitrariedade da ANS, que tenta de qualquer maneira fechar as portas do nosso hospital. Estamos aqui, conforme havia falado anteriormente, em uma grande parceria com o Governo do Estado. Estamos tentando a retomada daquele prédio da Embratel, que fica ao lado, para expandirmos o nosso hospital. Aquele prédio está ocioso e aquele imóvel já pertenceu à Associação dos Funcionários Públicos, tomado da Associação e entregue para a Embratel, na época do Governo Militar. Estamos tentando tomar. Temos uma carta do Governador do Estado, Senhor Renato Casagrande, ao Senhor José Formoso Martínez, Diretor da Embratel, solicitando que façam uma espécie de comodato com Associação, porque a demanda na área da saúde é muito grande e estamos tentando ampliar o nosso hospital através daquele prédio. No dia 14 de dezembro de 2002, saiu uma matéria no jornal de Vitória sobre o ranking dos planos de saúde, na qual a própria ANS coloca a Associação entre as melhores. Está aqui para qualquer um que queira ver. Inclusive, está à frente de alguns planos grandes da capital cujos nomes não citaremos. Então, se a própria ANS fala que a Associação dos Funcionários Públicos está entre os melhores do Estado, como vem agora de público, depois de um ano de direção fiscal, cujo diretor que saiu nos sinalizou que a ANS não teria motivo nenhum para penalizar a instituição em nada? Estranhamente um mês após chega um novo diretor fiscal dizendo que a carteira da Associação tem que ser alienada. Além do mais, a Associação presta muito serviço na área social, como tivemos recentemente a segunda ação cívica e social, promovida pela AFP. Tivemos também três mil atendimentos em dois dias de ação e temos os balancetes à disposição de qualquer um dos Senhores para análise. Enfim, essa é a denúncia que vimos fazer da arbitrariedade cometida pela ANS. Eles podem estar certos de uma coisa: hoje, entre associados e dependentes, somos quinze mil vidas. Não vamos dobrar o nosso joelho diante da arbitrariedade que a ANS quer cometer com o servidor público, não com a instituição, mas com o servidor público que depende daquela instituição. Muito obrigado. Essas são minhas palavras. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) Concedo a palavra ao Doutor Boris Castro, Vice-Presidente da Associação dos Funcionários Públicos. O SR. BORIS CASTRO Serei rápido, já que o Presidente dissecou tudo. Ilustre Presidente e demais ilustres Senhores Deputados e membros desta Casa, o que muito dói é como a ANS quer projetar os sócios da Associação dos Funcionários Públicos que dependem exclusivamente dela. Veio um, o atual e pediu a mesma coisa que o outro pediu, numa demonstração clara e inquestionável de que estão querendo procrastinar o problema e atrapalhar. Quando esse novo emissário da ANS nos disse que precisaríamos de uma outra carteira, o que não é verdade, disse para S. S.ª que temos oito mil associados, dos quais noventa por cento são idosos, e familiares quinze mil no total. Onde colocaremos esses associados idosos que pagam, como foi dito pelo Presidente, cem reais e não podem pagar um plano maior, porque o valor de outros planos é oitocentos, novecentos reais? Não é o que eles ganham. Esse emissário, diante do qual até chorei, pois sou muito emotivo, simplesmente olhou para mim e falou: Doutor Boris, manda todos para o SUS. Não é assim. São associados desde 1934, quando a associação surgiu. Esses associados são os donos daquilo. Há os seus familiares. Eu, o Almir Vieira e o Clébio Luiz Coutinho somos três Presidentes. O Almir Vieira é o Presidente, e eu e o Clébio somos, respectivamente, o 1. e o 2. Vice-Presidentes. O dia inteiro há um presidente para decidir por decreto. Por isso deu certo. Temos transparência. Nossos nomes foram escolhidos pelo Ministério Público pelo nosso passado. Fico muito triste quando alguém vem dizer que essas pobres criaturas, que dependem exclusivamente daquilo, têm que ser jogadas no SUS. Não que o SUS não sirva, mas aquilo é deles. A associação foi criada para eles. Estamos lá para ajudá-los de graça, nem a gasolina do nosso carro ganhamos. Estamos lá para ajudá-los. Não podemos, Senhor Presidente, ilustres deputados desta Casa de tanto respeito, de tanta coisa bonita na história, em nome dos associados, como disse o Presidente, nos curvar diante da aberração que estão fazendo. Não conosco, mas com os pobres associados que não têm para onde ir se acontecer o que estão querendo. Por isso, Senhor Presidente, estamos diante de V. Ex. as, solicitando de cada um a compreensão, a sensibilidade que sabemos que têm. Esperamos,
35 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 33 abaixo de Deus, que V. Ex. as também nos ajudem nisso. Não podemos permitir que a história de oitenta anos de existência da Associação, que comemoraremos em janeiro, seja jogada às traças por um mero capricho que não podemos aceitar. Muito obrigado, Senhor Presidente, Senhores Deputados. Desculpem, mas precisamos sensibilizar todos, como também estamos sensibilizados, com essa atitude terrível de jogar os nossos associados às traças. HÉRCULES) Muito obrigado, Doutor Boris Castro, Vice-Presidente da associação. Registro a presença dos Senhores José Vitorino Perpétua, Diretor Financeiro Adjunto; Aurelina Cavalcanti, do Conselho Deliberativo; Lourival de Almeida, associado; Alair Aguiar Gama, associada; Carlos Henrique, associado; Ernes Bras; Robinho Pimentão, do Conselho Deliberativo; Vera Maria da Penha, associada; Gilvan Douglas Correa, assessor do Senhor Almir Vieira; Alberto Gil de Medeiro Teixeira, assessor técnico do Conselho Estadual de Saúde. Agradecemos a todos, especialmente aos Senhores Deputados Glauber Coelho e Rodrigo Coelho, membros efetivos da nossa Comissão, que abriram mão de toda a pauta desta reunião para ouvi-los. Agradeço muito aos Senhores Deputados, sempre presentes, sempre assíduos, sempre pontuais em nossa Comissão. Concedo a palavra ao Senhor Deputado Rodrigo Coelho. O SR. RODRIGO COELHO Senhor Presidente, cumprimento rapidamente todos da associação, indistintamente, e os parabenizo pela prestação de contas. É raro vermos entidades e instituições que vêm a esta Casa para exercer a transparência, como V. S. as fizeram. Claro que é um lamento ser pelo motivo que foi. Conversava com o Senhor Deputado Doutor Hércules sobre que encaminhamentos a Comissão de Saúde poderia realizar. Não temos efetivamente todos os caminhos, mas digo a V. S.ª s que estaremos à disposição para tentarmos no caminho do diálogo, porque quando as coisas nos acometem de discordância, precisamos primeiro recorrer ao diálogo, ao argumento, conversar entre outros atores, não ser apenas as partes envolvidas e V. S.ª s. Agradeço a confiança de fazer com que a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa fosse escolhida para ouvi-los e também ser intermediária neste processo de diálogo com a Agência Nacional de Saúde. Tentaremos encontrar pessoas na ANP que possa também de maneira sensível ouvir o nosso clamor, uma vez que é a posição que V. S.ª s colocam. E será importante que tenhamos registradas todas as informações faladas nesta reunião. Se tivermos algum endereço eletrônico para acessá-las, para que nos utilizássemos delas para também fazer a defesa da manutenção do plano de saúde da Associação dos Funcionários Públicos do Estado do Espírito Santo. Coloco-me à disposição, Senhor Presidente, para, sob sua liderança neste procedimento, na Comissão de Saúde, contribuir na maneira que for requisitado diante da coordenação do trabalho que será feito, evidentemente, pelo Senhor Deputado Doutor Hércules, que é, entre nós nesta reunião, o que tem mais conhecimento de causa. E assim terá, sem dúvida nenhuma, condições de coordenar os trabalhos a fim de encontrar a solução deste problema. Reitero, coloco-me à disposição, para que juntos, sob a coordenação do Senhor Deputado Doutor Hércules, possamos atuar para a solução deste problema. O SR. PRESIDENTE - (DOUTOR HÉRCULES) - Obrigado Senhor Deputado Rodrigo Coelho. Concedo a palavra ao Senhor Deputado Glauber Coelho. O SR. GLAUBER COELHO - Senhor Presidente, Deputado Doutor Hércules, cumprimento V. Ex.ª e o Senhor Deputado Rodrigo Coelho e agradeço a presença a todos nesta reunião, nesta manhã, pois ela muito nos honra e envaidece. Talvez saiba muito pouco, de sentir na pele, o que é uma pessoa administrar um hospital. Tive a oportunidade outrora de exercer a gestão da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Cachoeiro de Itapemirim. Meu pai é voluntário há vinte e cinco anos do Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim, e há dezesseis anos presidente aquele hospital. E ouço falar sobre hospital e hospital e hospital da mesma forma que pulsa um coração. Sei o quanto é difícil gerenciar, gestar e administrar um hospital. Exalto e dignifico a coragem e a ousadia de V. S.ª s, porque fazer saúde pública hoje não é para qualquer um. É muito difícil, é muito complexo. Torna-se ainda mais complexo quando existem pessoas que ao invés de querer ajudar, querem atrapalhar. Ao invés de estender as mãos, querem dar um soco. Graças a Deus temos um Governador, conforme os depoimentos
36 34 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 de V. Ex.ª s, junto com o Secretário de Estado, que tem sido um parceiro. Entendo e compreendo que podemos avançar ainda mais. Essa abertura que foi dada para V. S.ª s, por intermédio do Presidente desta Comissão, Senhor Deputado Doutor Hércules, vem num momento muito importante, muito crucial neste desafio que V. S.ª s estão vivendo hoje. Reforço tudo o que foi falado pelos Senhores Deputados Rodrigo Coelho e Doutor Hércules. Esta Comissão, sem sombras de dúvidas, não se furtará a responsabilidade em estar ao lado de V. S.ª s. É mais uma porta que se abre. Dentro disso, faço duas perguntas para poder consubstanciar ainda mais meu pensamento em relação ao Hospital dos Servidores, haja vista que sempre ouvi falar no Hospital dos Servidores, mas nunca tive a oportunidade até então de conhecer detalhes dele. Gostaria até que o Senhor Deputado Doutor Hércules, em outra oportunidade, marcasse uma visita da Comissão in loco. Gostaria de saber dos servidores que são atendidos pelo hospital... Os senhores têm um raio-x, uma radiografia? Esses servidores são de todo o Espírito Santo, da Grande Vitória? Os senhores teriam um raio-x disso? Esta seria a primeira pergunta. E a segunda pergunta, nessa manifestação arbitrária, vergonhosa, conforme os senhores estão, falando da ANS existe alguma legalidade nisso? Não existe? Como que os senhores enxergam esse lado, essa postura? Ou existem somente forças ocultas que possuem outros interesses, mas que foge um pouco desse lado constitucional, do lado legal, do lado jurisdicional? O SR. ALMIR VIEIRA Senhor Deputado, os servidores que atendemos são das três esferas: federal, estadual e municipal. O requisito para ser sócio é ser funcionário público. Essa é a primeira resposta à sua primeira pergunta. O contador da instituição que se encontra presente pode atestar o que vou explanar. Pelos balancetes analisados, a partir do momento em que entramos, de abril de 2012 até a presente data, V. Ex. as verão que houve uma evolução de receita; tivemos que aumentar o quadro de funcionários. Então, realmente, a nossa contabilidade vai de encontro ao que a ANS está falando. Realmente, vemos que há por trás de toda essa arbitrariedade que está sendo cometida algum interesse muito grande, não sei, posso falar, de algum grupo econômico. Não sei. Não tenho como provar isso, mas que há um interesse muito grande nessa questão, temos consciência de que há, porque estamos ampliando nosso atendimento. Santa Maria de Jetibá foi pioneira; já está atendendo os nossos associados da região de Santa Teresa, Itarana, Itaguaçu, Santa Leopoldina. Então esse é o nosso trabalho. A nossa escrita fiscal diz o contrário do que a ANS está falando. Gostaria de solicitar aos senhores que, juntamente com a diretoria e com os nossos associados, fôssemos ao Rio de Janeiro, junto à ANS, convocando os nossos Deputados Federais, a nossa bancada federal, porque isso vai se tornar realmente um caos na Grande Vitória. Isso será uma questão de calamidade. Serão quinze mil vidas batendo na porta do SUS. Em todo o Brasil sabemos qual é o estado em que se encontra a saúde. Sabemos que a saúde no Brasil está doente. Se a ANS fizer realmente isso, essas pessoas estarão batendo na porta do SUS, Senhor Deputado. São quinze mil vidas. Olhem a relevância, olhem a questão social que isso gerará. Solicitamos aos membros da Comissão de Saúde, que estão realmente comprometidos com a saúde do Estado, que estejam nessa luta conosco. Se for possível, até ir ao Rio de Janeiro, pelo menos tentando adiar essa situação. Deram-nos trinta dias para poder vender essa carteira. Nem prazo de defesa, realmente, estamos tendo. Simplesmente nos pegaram de surpresa. Portanto, solicitamos aos Senhores Deputados encarecidamente, sabemos do compromisso que têm de estarem conosco nessa luta; convocando até a Bancada Federal para entrarem nessa luta. HÉRCULES) - Realizamos audiências públicas no hospital. A diretoria era outra. Na época existia a tentativa de venda da carteira para uma entidade particular. Agradecemos ao Doutor Sant Clair do Nascimento Junior que não está presente, hoje porque se encontra acamado, mas foi convidado. Foi feito ofício à supervisão da comissão. Portanto, todos os Senhores Deputados, membros da comissão, foram avisados. Agradecemos aos Senhores Deputados que abriram mão de toda a pauta para recebê-los. Foram enviados ofícios aos dez deputados federais e, dentre eles cinco são médicos; enviamos também a todos os senadores; ao Procurador-Geral do Estado; ao Secretário de Estado da Saúde, Senhor Tadeu Marino; aos Secretários Municipais de Cariacica, de Serra, de Vila Velha, de Vitória. O Doutor Adalberto Dazzi não falta. Deve ter ocorrido algum problema, pois está sempre presente. Além de Doutor Hélio Pontes, Doutora Inêz Tomé, Doutora Sandra Lengruber, Doutor Marcelo Lemos, a quem ontem, à tarde, inclusive, mandamos entregar o convite em suas mãos. Enviamos também à Defensoria Pública, que se encontra presente, e com certeza, é parceira desse evento e dessas dificuldades que os associados estão passando. Enviamos telegrama aos diretores da ANS. Convidamos o Doutor Sant Clair do Nascimento Junior conversamos com ele por telefone da outra vez S. S.ª foi um baluarte na defesa da associação.
37 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 35 É verdade que a associação mudou da água para o vinho. Somos testemunha disso. O hospital melhorou muito, mas, temos a luta com esses encaminhamentos. A Defensoria Pública tem sido parceira. Estamos na luta também com relação ao Hospital Pedro Fontes, onde temos uma representante. Registramos a presença do Doutor Alceuleir Cardoso, diretor-técnico do Hospital, nosso colega; do Doutor José Aguilar Dalvi, diretor do conselho deliberativo; do Senhor César Valente, secretário executivo do Conselho Estadual de Saúde; da Senhora Milena Barros de Lima, secretária do Conselho Deliberativo; do Senhor Narciso Meneli Filho, vice-presidente do Conselho Deliberativo. Concedo a palavra à Senhora Deputada Janete de Sá. A SR.ª JANETE DE SÁ Acredito termos uma questão técnica e política em jogo. É lógico que, ao se tratar de quinze mil vidas assistidas, existem interesses políticos mais poderosos que podem estar por trás da questão. Entretanto, não há políticas que barrem as questões técnicas, questões que são analisadas, previstas e determinadas pela Agência Nacional de Saúde. A ANS tem as regras. Falo isso porque fui membro do Conselho de Administração do plano de saúde dos aposentados da Vale, o Pasa. Os Senhores devem conhecer, é um plano que assiste a mais de sessenta mil vidas, e sempre esbarrávamos nessa questão técnica. Pelos valores praticados, que devem ser valores individuais, realmente são muito baixos para quem vai contratar um plano de saúde com todas as exigências da ANS. Senhor Presidente Doutor Hércules, precisamos conhecer melhor, ver se o colchão que vocês têm realmente está de acordo com a ANS, para não batermos pregos na água. Porque não adianta. Não terá política que demova a ANS se não estiver dentro dos parâmetros que a agência preconiza como assistência a ser prestada. Não adianta juntarmos todo mundo para fazer uma movimentação política, porque temos que preservar também as questões técnicas que dizem respeito ao consumidor. A ANS visa a resguardar o direito do consumidor. No meu caso, careço de conhecimento maior dos dados financeiros, para analisar colchão, para poder analisar por que a ANS faz essas exigências, por que a ANS, de uma hora para outra, determina que se venda a carteira ou que se acabe com plano. Por que está fazendo isso? Há de ter uma razão técnica e não acredito que seja meramente política. Preocupa-nos muito, pois entendo que é a questão de não apenas ir para o SUS, porque as pessoas que vem pagando procurarão ter um plano. Voltamos a dizer: saúde é um bem caro. Não tem jeito. Saúde de qualidade custa caro. Estou impressionada com os valores. Não sabemos se o valor pago é plano familiar. Se é individual, se as pessoas acima de sessenta e cinco anos estão pagando trezentos e cinquenta e sete reais, realmente é um valor muito pequeno para quem está acima de sessenta e cinco anos, para o qual os gastos com saúde são muito elevados. Senhor Presidente Doutor Hércules, carecemos de compreender melhor os dados técnicos para podermos ser vitoriosos nessa batalha. O SR. ALMIR VIEIRA - Um esclarecimento para as pessoas. Talvez V. Ex.ª não se lembre, mas estudamos juntos no Colégio Eliezer Batista. Temos oito mil associados mais dependentes. Essa situação já encontramos quando chegamos na Associação. Aos assumirmos a instituição, o valor mínimo de contribuição era de cinquenta e dois reais e o máximo era cem reais. Foi a maior luta para colocar esse valor mínimo de cem reais e o máximo de duzentos reais. Há dependentes que não pagam um centavo até dependentes idosos que não pagam um centavo. A SR.ª JANETE DE SÁ Sinto dizer para o Senhor que então vai falir, porque com as novas tecnologias, não existe milagre na saúde. O SR. ALMIR VIEIRA A associação nunca deixou de atender aos associados nesses oitenta anos e até hoje não faliu e não será agora que vai falir. plano. A SR.ª JANETE DE SÁ Eu me refiro ao O SR. ALMIR VIEIRA Quanto ao plano, temos duas modalidades: o plano tradicional, com oito mil vidas, e o plano Afpes, que é regido pelas normas da ANS, que tem uma média de oitocentas vidas. Esse aí sim, segundo as normas da ANS, é por faixa etária. A maioria dos nossos associados são pessoas idosas e é descontado cinco por cento de seus vencimentos, no mínimo de cem reais e no máximo duzentos reais. São pessoas, Senhor Deputado, V. Ex.ª tem conhecimento disso, cuja média salarial é muito pequena, muito baixa e não têm como migrarem para outro plano de saúde, pois o salário não permite. Um plano de saúde para pessoa com idade acima de sessenta e cinco anos vai para uma fábula e o salário não dá para pagar. Nossa preocupação realmente são essas pessoas que dependem desse hospital. Havia falado anteriormente, que é um trabalho basicamente filantrópico. Temos parceria muito grande com a Secretaria de Estado da Saúde, com a Unimed e outros planos, e por meio desse dinheiro que temos com essas parcerias com plano de saúde, conseguimos oferecer saúde aos nossos associados, que por sinal é muito cara, principalmente para pessoas na faixa etária acima de sessenta anos.
38 36 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 O SR. BORIS CASTRO Senhora Deputada, apenas para esclarecer e ajudar V. Ex.ª. O problema com a ANS não é o físico nosso. O paciente do SUS é tão bem-tratado como o particular que vai lá. Hoje muitas pessoas de outros planos querem ir para a Associação. Oferecemos o melhor. Hoje em dia temos os melhores médicos, acomodações excelentes. Inauguramos agora o CME que é esterilização, um dos melhores do Estado. Em breve teremos novo centro cirúrgico, que será um dos melhores do Brasil. O problema com a ANS não é o físico, não é o colchão, não é nada disso! É outra coisa, que foi dito aqui que pode até ser alguma coisa oculta, não sabemos. Porque tudo que a ANS nos solicitou foi atendido. E mais, quando o hospital é procurado para servir de escola, é bom. Várias faculdades já escolheram, escolas já escolheram a nossa associação para ser um hospital escola. Apenas para esclarecer a V. Ex.ª. A SR.ª JANETE DE SÁ Não quis dizer que a Associação dos Funcionários Públicos não seja um bom hospital. Não! Não tenho dúvida disso, inclusive já trabalhei na Associação dos Funcionários e sei que é um hospital que procura garantir qualidade. Estou dizendo que talvez tenhamos de analisar um mecanismo de atendimento que não possa se chamar plano de saúde. Talvez um mecanismo, uma questão que seja concedida a assistência aos associados, mas em outra modalidade, porque como plano de saúde, estará sujeito às regras da ANS. E, as regras da ANS com esses valores que são praticados, o plano acaba tendo dificuldade. Estou falando de plano. Não estou falando de competência, não estou falando que a associação vai falir. Agora, o plano, o plano enquanto plano, realmente nesses valores, é uma situação complicada, não tenho dúvida disso. Não preciso nem de saber de detalhes para ter a clareza de que esses valores são muito abaixo dos praticados e sem lucro. Trabalho em um plano de saúde que não visa lucro e o mínimo que se paga, no barato é na ordem de oitocentos e cinquenta a novecentos reais. O mínimo, no barato para não ter lucro para poder fazer o custo-benefício. Não se trata de qualidade, não se trata de falar da Associação. Estou falando enquanto plano. Talvez tenhamos que estudar, Senhor Deputado Doutor Hércules, um mecanismo. Precisamos da área jurídica para tentar convencer a ANS de não ficarmos amarrados às suas amarras. Talvez se for um plano de cogestão, se for um plano que tenha participação de emendas, alguma coisa, para que possamos sair das amarras da ANS e não termos os problemas que estamos tendo. HÉRCULES) Registro a presença do Senhor Jones Plácido Pinto de Oliveira, diretor do Conselho Deliberativo. Gostaria de esclarecer algo também: Estamos nesta Comissão buscando uma forma de tentar impedir uma intervenção até 31 de dezembro. Essa questão de preço não caberá à Comissão de Saúde. Tentaremos ajudar esse pobre coitado. Como fará, vai para qual plano de saúde? Estamos muito à vontade para falar sobre isso, porque sou cooperado da Unimed. Teria todo interesse que a Unimed pegasse o plano de saúde da Associação. Mas não é por aí. Já discutimos isso mais cedo. Gostaria de esclarecer que o hospital tem um superávit hoje. Tinha um déficit mensal de cento e oitenta mil reais. Hoje tem um superávit de quatrocentos mil reais. Se de repente o hospital disser que quer arcar com a diferença desse plano de saúde e continuar beneficiando essas pessoas, ficarão à desvalida, totalmente à desvalida como alguém já disse: Vai para o SUS então. A conversa não é essa. Quantos e quantos anos essas pessoas ajudaram a construir aquele hospital. Será que é só o dinheiro que a ANS quer estabelecer? Se de repente o hospital diz que o plano de saúde é deficitário nos moldes que acontece hoje. Mas nós queremos o hospital. Se de repente, achar uma forma, em primeiro lugar deve-se brecar isso até dezembro. Da outra vez o Doutor Sant Clair do Nascimento Júnior, foi um baluarte e conseguiu prorrogar isso, para fazer uma análise e dar uma saída. Essa que estou dando não é a melhor, não sou mais inteligente que ninguém, mas queremos manter o plano e marcaremos com a diferença da mensalidade que seria paga pelo associado. Isso é uma hipótese. Fizemos audiência pública ainda na diretoria antiga. Com a diretoria nova fui à inauguração. O hospital melhorou muito, está um brinco. Está muito bom. Vamos esperar que melhore ainda mais com o superávit. Há dinheiro para se fazer outros investimentos. Dito isso, abreviaremos, porque haverá reunião neste Plenário às 10h. Daqui a pouco também vou para a Comissão de Defesa do Consumidor, pois sou membro efetivo. O assunto em questão tem tudo a ver com a defesa do consumidor. Exporei a situação naquela Comissão também. Concedo a palavra ao Doutor Thiago Alves Rodrigues, Defensor Público. O SR. THIAGO ALVES RODRIGUES Senhor Presidente, antes de mais nada, como representante da Defensoria Pública, agradeço o convite. Estou nesta Comissão do ponto de vista do consumidor, porque sou representante do Núcleo de Defesa do Consumidor. No fim das contas, quem sofrerá as consequências de toda essa questão será o consumidor. Do ponto de vista objetivo, sem entrar no mérito da questão, durante toda minha experiência
39 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 37 na área cível, no interior, em uma comarca movimentada de Cachoeiro de Itapemirim, posso afirmar dois dados relevantes nessa questão. Primeiro, nem de longe, o plano de saúde da Associação dos Servidores encabeça a lista de maiores reclamações. Existem vários planos considerados grandes que sempre encabeçam essas listas de reclamações, inclusive, ajuizei várias ações em nome dos consumidores. Outro dado relevante é que nunca, na minha atuação de área, tive uma reclamação desse plano. Portanto, sem entrar no mérito da questão, que envolvem questões contábeis, regulamentação da ANS, posso dizer que é preciso ser considerada essa situação e, sobretudo, garantido o direito de defesa da Associação, desses planos, porque, ao final das contas, quem será prejudicado com isso é o consumidor. Toda transição implica um trauma. Isso porque quando muda o plano, mudam-se as regras, e essas regras nem sempre vêm para beneficiar o consumidor. Considerando que o plano de saúde em questão possui quinze mil associados no Estado inteiro e as mensalidades não ultrapassam duzentos reais, temos um dado significativo. E há poucas reclamações. Sem entrar no mérito da questão técnica da ANS, era o que me competia dizer na condição de representante do Núcleo de Defesa do Consumidor. Muito obrigado. HÉRCULES) Concedo a palavra ao Doutor Alceuleir Cardoso de Souza, Diretor Técnico. O SR. ALCEULEIR CARDOSO DE SOUZA Agradeço ao Senhor Deputado Doutor Hércules a oportunidade, cedendo-nos esta Casa. Há alguns dados esclarecedores que a Senhora Deputada Janete de Sá colocou, mas S. Ex.ª não tem o conhecimento. Senhora Deputada, V. Ex.ª colocou muito bem que o nosso plano de saúde não é um plano de saúde. Foi enquadrado pela ANS, e realmente terá que seguir algumas diretrizes da ANS quanto à contratualização. Mas o que buscamos enquanto direção do hospital é garantir assistência a um grupo de pessoas que já prestaram muito serviço a este Estado, são sócias, e infelizmente estão abandonadas pelo Poder Público e por todos. A proposta do Presidente Almir Vieira quando assumiu foi de passar-nos o comando para tentarmos erguer a casa, como estamos fazendo, resgatar. Há hoje mais de cem mil funcionários públicos quase abandonados. Trabalho no Hospital Dório Silva e sei pelo que passam, com dificuldade de acesso. Buscamos exatamente, como o Doutor Thiago Alves Rodrigues falou, entender a razão dessa nova intervenção, os motivos da Agência Nacional de Saúde, que não estão muito claros, tendo em vista que realmente não acreditamos que haja reclamações do plano. Se há, são muito poucas. Quanto aos custos de nossas mensalidades, por que o nosso plano é barato? Temos algo que somente a Unimed tem: hospital próprio. E o nosso custo é muito mais baixo. Hoje, uma cirurgia que faço no hospital é infinitamente mais barata, porque não tenho custo hospitalar. É isso que ninguém entende. Temos que discutir. A ideia do Senhor Deputado Doutor Hércules foi muito pertinente, porque na verdade não somos um plano de saúde conforme a concepção dos outros planos, que visam ao lucro, como a Senhora Deputada falou. Temos que achar uma solução. Faço um apelo: até entendo que em nosso passado não tivemos, até hoje, infelizmente, nenhum apoio desta Casa no sentido financeiro, em termos de emendas. Talvez por falha nossa no passado em não trazer as condições. Mas é um trabalho conjunto. Não estaria ajudando o hospital, estaria ajudando os servidores públicos. Há pouco, quando vinha a esta Casa, chegou uma senhora de oitenta e cinco anos, professora aposentada que quebrou o punho e terá que operar. Não tem condições de operar em outro local. E no hospital da associação será tratada como um paciente gostaria de ser tratado, sem ter que enfrentar a correria que, infelizmente, está no SUS, nos corredores, e com a distinção que merece. Isso porque é uma professora. Já ajudou todo mundo, e é o que pedimos. Gostaríamos de ter o apoio legislativo de V. Ex. as, das forças todas que temos no Estado, para tentarmos reverter esse processo da ANS, e até para entendermos. Temos que entender e buscar. A proposta do Presidente era reestruturar o hospital para abrir para a entrada de novos sócios, nossos servidores públicos, que estão praticamente abandonados. HÉRCULES) Doutor Alceuleir Cardoso de Souza, já tentei propor uma emenda parlamentar ao hospital em outra época, mas ele não podia receber por inadimplência. Hoje, o hospital está diferente. Aconselho também aos senhores que procurem os deputados. Há hospitais que nos
40 38 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 procuram. Um hospital me procurou e destinei duzentos e trinta mil reais. Outro me procurou e destinei cento e vinte mil reais. Na época em que procurei o hospital ainda era outra diretoria. Na época em que fizemos audiência pública no local, e o hospital não poderia receber nenhuma emenda, porque não tinha o certificado de regularidade. Esclareço isso. Estamos na Mesa com o Presidente da Comissão de Defesa da Cidadania, Senhor Deputado Genivaldo Lievore, e pergunto a V. Ex.ª se tem quorum para sua reunião e se posso continuar mais, pois ainda precisávamos ouvir a palavra de duas pessoas, rapidamente. (Pausa) Concedo a palavra à Senhora Aurélia Cavalcante, do Conselho Deliberativo, e pediria a compreensão para que fosse rápida, porque à tarde temos uma sessão em que poderemos falar mais. A SR.ª AURÉLIA CAVALCANTE Meu nome é Aurélia Cavalcante. Sou professora aposentada da rede estadual e municipal. Faço parte do Conselho Deliberativo da Associação e venho clamar em favor dos professores, principalmente porque temos uma média de quase que trinta por cento de professores da Associação; e no mínimo, nós, funcionários públicos, quase todos acabamos doentes. Fazia parte até pouco tempo do Sindicato dos Professores, da pasta de saúde do professor, e basicamente todos doentes. Graças a Deus me aposentei e levei uma diabetes, mas que dá para conviver. Mas, é importante que esta Casa Legislativa se faça presente no sentido de trabalhar em prol dos funcionários públicos. Uma das coisas que temos é, graças a Deus, uma Associação que existe para nos arrebanhar, cuidar e zelar. E não consigo entender, porque existe o esclarecimento de que em time que está ganhando não se mexe. Se a Associação que nos atende como funcionários públicos, está fazendo um trabalho sério, com transparência, legalidade e basicamente cuidando dos funcionários, não entendo para que mexer, e depois vem a ANS, um órgão específico... Assim, o meu clamor é qual? É para que esta Casa de Leis trabalhe o político, porque existe uma frente política. E que o Judiciário, que a Associação tem, junto com Ministério Público, que se unam para fazer as coisas acontecerem e nos deixarem em paz. Falo isso porque chega uma hora que precisamos de sossego. Temos uma Associação que cheira a naftalina, porque tem um grande número de idosos, como eu, por exemplo. Precisamos de cuidados, como o médico, como o Doutor Alceuleir Cardoso de Souza, que está se prontificando e fazemos. O meu clamor é para que esta Casa de Leis tome medidas para que a coisa nos deixe e deixe a Associação funcionar, porque até então está nos atendendo com dignidade. HÉRCULES) - Muito obrigado. Vamos fazer o que podemos, que é unir forças no sentido de tentar parar isso, para que no dia 31 de dezembro não ocorra o que eles querem fazer. Mas na verdade esclarecemos que isso não depende só de nós. Quanto ao apoio nosso, isso não tem problema, quanto a isso estamos juntos. Concedo a palavra ao Senhor José Aguilar, do Conselho Deliberativo. O SR. JOSÉ AGUILAR - Senhoras e Senhores Deputados e demais presentes, sou professor aposentado, assim como à Senhora Aurélia. Sou professor aposentado federal e estadual. É bom dizer que todos nós, Diretores do Executivo, do Deliberativo e do Conselho Fiscal, não recebemos absolutamente nada para administrar a Associação, aquele hospital. Gastamos do bolso ainda para dar conta da nossa atividade. Infelizmente, os homens e as mulheres públicas fazem ainda um discurso falido e mentiroso quando os entes públicos dizem que a educação e a saúde são coisas prioritárias neste País. Não são. Tanto a saúde, quanto a educação são as maiores mercadorias que se administram neste País hoje. Qual é o grande problema que estamos enfrentando? Estamos enfrentando um problema, porque o plano ou os planos de saúde são empresas que exploram a doença. Quanto maior é o plano de saúde, mais ele ganha e mais investe. Não citarei nome de plano de saúde, porque não é ético, mas tem plano de saúde aqui em que profissionais deixaram as próprias especialidades só para gerenciar a sua firma e exploração da doença. Eu, servidor público estadual e federal, que vivi a vida toda a serviço do público, não vi até hoje, nem com o meu partido político que está no poder, uma vontade de mudar essa realidade, porque falam mais alto os interesses econômicos em qualquer área. Sei da impotência que todos os políticos têm de reverter esse quadro. Estamos diante dos meios de comunicação. Por exemplo: a Rede Globo tem centenas de ações na justiça por sonegação de impostos. Nem sabemos disso, só se conhece através das redes sociais. Enfim, Senhor Deputado Doutor Hércules, entendemos a sua preocupação e entendemos que é fundamental o Estado entrar com parte do recurso público sim para oferecer saúde para os seus servidores. Enquanto o Estado não faz a sua obrigação, estamos batendo na tabela da matéria. Então, pediria aos três Deputados da Mesa que, pelo amor de Deus, comecem a trabalhar junto à opinião pública, junto ao Governo do Estado, porque se existe um hospital que é nosso, pois somos
41 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 39 associados, não temos dúvida de que queremos apenas cobrir as nossas necessidades de saúde, que nos amparem e digam: pelo menos esse hospital tem que sobreviver. A ANS, inclusive, fez um ano inteiro de fiscalização lá dentro, recebendo pagamentos da nossa casa e nem um relatório sequer fez ao final da auditoria. Isso é uma indecência de um órgão de defesa do consumidor. HÉRCULES) Muito obrigado. Quero responder ao Senhor: S. S.ª pediu para que começássemos. Não começamos agora não. Já fiz audiência pública; estive no hospital ainda com a outra diretoria; a realidade era outra. Então, não começamos agora, começamos há muito tempo, só que essas coisas realmente demoram. Mas não vamos deixar, naturalmente, de continuar essa luta. A Senhora Deputada Janete de Sá quer falar mais um pouquinho? Depois convido todos. Vamos sair deste plenário para a Comissão de Defesa da Cidadania. Concedo a palavra à Senhora Vera Maria da Penha. A SR.ª VERA MARIA DA PENHA Meu nome é Vera Maria da Penha, sou aposentada do Judiciário. Renunciei à minha aposentadoria por tempo de serviço de professora e sou escrivã aposentada. Gostaria de perguntar à Diretoria se há possibilidade de passar para os associados e para nós uma cópia do documento da ANS, pedindo a privatização dessa carteira. Na gestão passada, também houve o mesmo levante, a mesma coisa e tivemos que, inclusive, fazer uma manifestação grande para poder garantir à Associação o Hospital da Associação dos Funcionários Públicos. E, por minha conta, mandei uma correspondência para a ANS, que me disse o seguinte: primeiro, seu questionamento foi encaminhado para análise e adoção de providências cabíveis junto ao núcleo da ANS de Minas Gerais. Passado um tempo, a ANS de Minas Gerais nos mandou uma correspondência que, infelizmente, caiu na minha mão na hora de sair - estou ficando velha, os cabelos vão ficando brancos, as mãos trêmulas e acaba caindo. Então, ficou. Mas, tenho a cópia e posso passar a vocês. A correspondência dizia que foi arquivado o pedido, visto que nada constava contra a Associação dos Funcionários Públicos. Tenho esse documento e queria saber, agora, se há possibilidade da diretoria nos passar a cópia do novo documento, para que possamos fazer alguma coisa, ou seja, tomar alguma providência. HÉRCULES) - Concedo a palavra ao Senhor Almir Vieira, Presidente da Associação, para responder ao questionamento da Senhora Vera Maria da Penha. O SR. ALMIR VIEIRA Senhora Vera, esclareço à senhora e aos demais presentes que realmente temos esse documento em mãos, mas no momento não o tenho. Sobretudo, o documento da ANS nos oferece prazo para alienação de carteira. O documento está à disposição na Associação. Estaremos até divulgando no próximo jornal. Está à disposição como sempre esteve a documentação que precisarem e quiserem analisar, encontra-se com o nosso jurídico. A SR.ª JANETE DE SÁ Acredito que esse assunto é grande e envolve muitos associados. Portanto, devíamos até marcar a continuidade, pois existe uma ansiedade nas pessoas de conhecerem e quererem falar. Não é um assunto de se resolver em pouco tempo. Temos que finalizar, já que estamos adentrando no horário da tolerância do nosso colega Deputado Genivaldo Lievore, da Comissão de Defesa da Cidadania, que também trata de matérias relacionadas aos servidores. A Senhora Aurelina Cavalcanti me conhece desde criança; somos do mesmo bairro. O Doutor Almir Vieira também, estudamos juntos no Colégio Eliezer Batista. Não gosto de entrar em uma situação como essa para jogar confete para a plateia. Penso que temos de entrar para resolver. A nossa etapa agora é de tentar fazer postergar essa decisão, mas temos de ter uma solução. É um momento que deveríamos juntar energias para fazermos ações junto ao Governo do Estado a fim de aportar recursos no hospital, no plano para que o plano continue tendo uma saúde boa e não termos de ficar passando por essas dificuldades, como exemplo, agora, estar sendo ameaçados pela agência que regula esse sistema. Portanto, acredito ser um momento importante para levantar esse debate. A associação também precisa estar mais presente no meio público, pois ajudamos outras associações. O Hospital Evangélico é ajudado pela Assembleia Legislativa, assim como vários hospitais. Se reunirmos os trinta deputados e elaborarmos uma emenda - tipo socorro - se cada um der cinquenta mil, são trinta deputados, serão um milhão e meio que vão para o hospital, o que ajudará ter um volume financeiro. Por isso, acredito que serve de alerta. Não
42 40 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 acredito que tenhamos dificuldades para postergar esse prazo. Mas, também, precisamos procurar o Governador do Estado. Afinal de contas são os funcionários públicos que são atendidos. Fico feliz ao observar que as pessoas presentes, servidas pelo plano, estão satisfeitas. Vocês estão fazendo milagre mesmo. Pois é muito difícil prestar um serviço de saúde de qualidade com valores tão baixos. Os senhores estão fazendo milagre. Era isso que tinha a dizer. Coloco-me à disposição e acredito que essa luta é mais volumosa. Não adianta apenas dar um jeitinho de jogar até ali na frente. É uma luta para sanearmos o problema. HÉRCULES) Muito obrigado, Senhora Deputado Janete de Sá. Estamos imbuídos numa luta para defesa, principalmente desses quinze mil associados. Não se trata de ninguém tentar jogar confete em ninguém. Preciso esclarecer isso porque não é de agora. Quem me conhece já me viu dentro da Associação fazendo audiência pública na outra diretoria que estava em dificuldade. Nossa luta não é de agora. Na verdade, acredito que o caminho não é, nesse momento, o Governo injetar dinheiro no plano de saúde. A própria Associação está com um superávit de quatrocentos mil reais e o que precisamos fazer é encaminhar. Já existe um inquérito civil. Já existe o número do inquérito na promotoria. Precisamos tentar brecar para que no dia 31 de dezembro não seja efetivada o que a ANS está querendo. Concedo a palavra ao associado, Senhor Lourival de Almeida, com quem estamos nessa luta desde a Seger com relação à insalubridade dos servidores da saúde. O SR. LOURIVAL DE ALMEIDA Esclarecendo a dúvida da Senhora Deputada Janete de Sá quanto aos valores que estão sendo cobrados, quando precisamos usar o hospital, pagamos tudo. Eu mesmo em quatro dias deixei mil e poucos reais na associação. Todo objeto, uma agulha, um esparadrapo, tudo é pago. HÉRCULES) Muito obrigado a todos. Agradecemos ao Senhor Deputado Genivaldo Lievore a tolerância de vinte e dois minutos que ultrapassamos, sensível ao problema dos Senhores, que também é nosso. O SR. ALMIR VIEIRA Gostaria de saber qual encaminhamento teremos desta reunião. HÉRCULES) Tentaremos mais uma vez com o Ministério Público, com o Doutor Sant Clair Filho e Doutor Marcelo Lemos, paralisar essa intervenção da ANS, que não seja feita até dia 31 de dezembro. Continuaremos mesmo no recesso, pode nos convocar, nos chamar que estaremos fazendo as reuniões. De tarde, estaremos juntos mais uma vez no plenário discutindo essa questão. Nada mais havendo a tratar, vou encerrar a presente reunião. Antes, porém, convoco os Senhores Deputados para a próxima, ordinária, para a qual designo EXPEDIENTE: O que ocorrer. Está encerrada a reunião. COMISSÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL. OITAVA REUNIÃO ORDINÁRIA, DA TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA DÉCIMA SÉTIMA LEGISLATURA, REALIZADA EM 11 DE NOVEMBRO DE O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Havendo número legal, invocando a proteção de Deus declaro abertos os trabalhos desta Comissão. Convido a Senhora Secretária a proceder à leitura da ata da sétima reunião ordinária, realizada em 30 de setembro de 2013, e da terceira reunião extraordinária, realizada em 27 de setembro de O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Em discussão as atas. (Pausa) Encerrada. Em votação. (Pausa) Atas aprovadas como lidas. Solicito à Senhora secretária que proceda à leitura do Expediente. A SR.ª SECRETÁRIA lê: EXPEDIENTE: CORRESPONDÊNCIAS RECEBIDAS: Não houve no período. PROPOSIÇÕES RECEBIDAS: Projeto de Lei n. o 264/2013 Análise de mérito
43 Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Diário do Poder Legislativo - 41 Autor: Deputado Da Vitória Ementa: Declara de utilidade pública a Associação dos Produtores Rurais do Alto Bom Jesus (APRABOMJES), em Água Doce do Norte/ES. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Designo para relatar o projeto o Senhor Deputado Paulo Roberto. Continua a leitura do Expediente. A SR.ª SECRETÁRIA lê: Projeto de Lei n. o 267/2013 Análise de mérito Autora: Mesa Diretora Ementa: Declara de utilidade pública a APAE de Castelo, localizada na Rodovia Pedro Cola - Km 02, Bairro Crimeia, no Município de Castelo/ES. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Designo para relatar o projeto a Senhora Deputada Aparecida Denadai. Continua a leitura do Expediente. A SR.ª SECRETÁRIA lê: Projeto de Lei n. o 265/2013 Análise de mérito Autor: Deputado Rodrigo Coelho Ementa: Declara de utilidade pública a Associação Cultural e Educacional de Capoeira Filhos da Princesa do Sul, localizada no Município de Cachoeiro de Itapemirim/ES. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Designo para relatar o projeto o Senhor Deputado Paulo Roberto. Continua a leitura do Expediente. A SR.ª SECRETÁRIA lê: Projeto de Lei n. o 241/2013 Análise de mérito Autor: Deputado Claudio Vereza Ementa: Declara de utilidade pública a Associação Iunense para Desenvolvimento Social, localizada no Município de Iúna/ES. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Avoco o projeto para relatar. Continua a leitura do Expediente. A SR.ª SECRETÁRIA lê: Projeto de Lei n. o 445/ Análise de mérito Autor: Deputado Gildevan Fernandes Ementa: Declara de utilidade pública a Associação Atlética Pinheirense Futebol Infantil AAPFI, situada no Município de Pinheiros. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Designo para relatar o projeto o Senhor Deputado Paulo Roberto. Passa-se à fase da Ordem do Dia. Concedo a palavra ao Senhor Deputado Paulo Roberto, para relatar o Projeto de Lei n. o 258/2013, de autoria do Senhor Deputado Marcelo Santos. O SR. PAULO ROBERTO Cumprimento o Senhor Presidente Rodrigo Coelho e demais presentes. Projeto de Lei n. o 258/2013, do Senhor Deputado Marcelo Santos, que declara de utilidade pública a obra social Gabriel Delame, localizada no Município de Cariacica. Senhor Presidente, este projeto recebeu parecer favorável nas Comissões que antecederam esta análise de mérito pela Comissão de Assistência Social. Relatamos pela sua aprovação, tendo em vista todo o arcabouço documental entregue e por constatar que a entidade realmente atende a comunidade de Cariacica. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) - Em votação o parecer. A Presidência acompanha o voto do relator. Aprovado o parecer à unanimidade. O Projeto de Lei n. o 228/2013, de autoria da Senhora Deputada Solange Lube, foi designada relatora a Senhora Deputada Aparecida Denadai. Na ausência de S. Ex. a, avoco o projeto para relatar. Projeto de Lei n. o 228/2013, que declara de utilidade pública a Associação Comercial e Empresarial de Domingos Martins, situada no Município de Domingos Martins. Relato pela sua aprovação, nos termos do artigo 276 do Regimento Interno desta Casa de Leis. Em discussão. (Pausa) Encerrada. Em votação. Como vota o Senhor Deputado? O SR. PAULO ROBERTO Com o relator. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Aprovado o parecer à unanimidade. Concedo a palavra ao Senhor Deputado Paulo Roberto para relatar o Projeto de Lei n. o
44 42 - Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quarta-feira, 12 de fevereiro de /2013, de autoria do Senhor Deputado Gilsinho Lopes. O SR. PAULO ROBERTO Projeto de Lei n. o 222/2013, de autoria do Senhor Deputado Gilsinho Lopes, que declara de utilidade pública a Associação Cavalgada do Trabalhador, localizada no Município de São José do Calçado. Essa cultura da cavalgada se espalhou pelo Estado e pelo Brasil. Nos finais de semana, sempre tem uma ou duas cavalgadas no Município de São Mateus e nos municípios vizinhos. Senhor Presidente, o Projeto também recebeu parecer favorável das Comissões que nos antecederam. Fiz uma análise com a assessoria. Este Projeto atende a todos os quesitos exigidos para que um projeto seja aprovado, principalmente na atenção que a Associação presta, sempre buscando como objetivo o lado social de ajudar as pessoas também. Por isso, nosso parecer é pela aprovação do projeto, nos termos do artigo 276 do Regimento Interno desta Casa de Leis. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Em votação. A Presidência acompanha o voto do relator. Aprovado o parecer à unanimidade. Projeto de Lei n.º 267/2013, de autoria da Mesa Diretora, que declara de utilidade pública a Apae de Castelo. A relatora é a Senhora Deputada Aparecida Denadai. Na sua ausência avoco o projeto para relatar. Nosso parecer é pela aprovação do projeto, nos termos do artigo 276 do Regimento Interno desta Casa de Leis. Em discussão o parecer. (Pausa) Encerrada. Em votação. Como vota o Senhor Deputado? O SR. PAULO ROBERTO Com o relator. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) Aprovado o parecer à unanimidade. Projeto de Lei n.º 264/2013, de autoria do Senhor Deputado Da Vitória, que declara de utilidade pública a Associação dos Produtores Rurais de Alto Bom Jesus, Aprobomjes, em Água Doce do Norte. Concedo a palavra ao Senhor Deputado Paulo Roberto para relatar. O SR. PAULO ROBERTO - Projeto de Lei n.º 264/2013, de autoria do Senhor Deputado Da Vitória, que declara de utilidade pública a Associação dos Produtores Rurais de Alto Bom Jesus, Aprobomjes, localizado no Município de Água Doce do Norte. Esse projeto foi protocolado, encaminhado à Procuradoria que elaborou um parecer técnico quanto a sua constitucionalidade, legalidade, juridicidade e técnica legislativa. Foi para a Comissão de Justiça e recebeu parecer pela sua regular tramitação e encaminhado à Comissão de mérito, a de Assistência Social, que também, fez um trabalho de acordo com as normas legais que exigem para ser aprovado como de utilidade pública. Como relator nosso parecer é pela sua aprovação, de acordo com o artigo 276 do Regimento Interno. O SR. PRESIDENTE (RODRIGO COELHO) A Presidência acompanha o voto do relator. Aprovado o parecer à unanimidade. Encerrada a Ordem do Dia. Comunicamos que esta Comissão realizará audiências públicas no polo da assistência social região norte, no dia 14 de novembro, quinta-feira, às 10h, no Município de Marilândia; no polo região central dia 20 de novembro, às 14h, no Município de Vitória; no polo região serrana dia 21 de novembro, às 9h, no Município de Domingos Martins, e no polo sul praiano, dia 22 de novembro, às 9h, no Município de Anchieta, visando debater o tema Judicialização da Assistência Social. Solicito à Assessoria da Comissão que encaminhe convite com dados completos para os Senhores Deputados Paulo Roberto e Aparecida Denadai, solicitando que os mesmos acompanhem nosso debate. Nada mais havendo a tratar, vou encerrar a presente reunião. Antes, porém, convido os Senhores Deputados para a próxima, extraordinária, dia 14 de novembro, às 10h, no Município de Marilândia, para a qual designo EXPEDIENTE: O que ocorrer. Está encerrada a reunião.
45 HORÁRIO E LOCAL DAS REUNIÕES ORDINÁRIAS DAS COMISSÕES PERMANENTES COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA, SERVIÇO PÚBLICO E REDAÇÃO Dia: terça-feira Horário: 13h30m Local: Plenário Rui Barbosa. COMISSÃO DE FINANÇAS, ECONOMIA, ORÇAMENTO, FISCALIZAÇÃO, CONTROLE E TOMADA DE CONTAS Dia: segunda-feira Horário: 13h30m Local: Plenário Rui Barbosa. COMISSÃO DE INFRAESTRUTURA, DE DESENVOLVIMENTO URBANO E REGIONAL, DE MOBILIDADE URBANA E DE LOGÍSTICA Dia: segunda-feira Horário: 9h30m Local: Plenário Rui Barbosa. COMISSÃO DE SEGURANÇA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO Dia: segunda-feira Horário: 10h30m Local: Plenário Dirceu Cardoso. COMISSÃO DE CULTURA E DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Dia: segunda-feira Horário: 12h30m Local: Plenário Rui Barbosa. COMISSÃO DE TURISMO E DESPORTO Dia: segunda-feira Horário: 13h Local: Plenário Deputada Judith Leão Castello Ribeiro. COMISSÃO DE SAÚDE E SANEAMENTO Dia: terça-feira Horário: 9h Local: Plenário Rui Barbosa. COMISSÃO DE DEFESA DA CIDADANIA E DOS DIREITOS HUMANOS Dia: terça-feira Horário: 10h Local: Plenário Rui Barbosa. COMISSÃO DE POLÍTICA SOBRE DROGAS Dia: terça-feira Horário: 11h Local: Plenário Rui Barbosa. COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Dia: terça-feira Horário: 10h Local: Plenário Deputada Judith Leão Castello Ribeiro. COMISSÃO DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Dia: terça-feira Horário: 11h Local: Plenário Deputada Judith Leão Castello Ribeiro. COMISSÃO DE EDUCAÇÃO Dia: terça-feira Horário: 12h30m Local: Plenário Deputada Judith Leão Castello Ribeiro. COMISSÃO DE AGRICULTURA, DE SILVICULTURA, DE AQUICULTURA E PESCA, DE ABASTECIMENTO E DE REFORMA AGRÁRIA Dia: terça-feira Horário: 13h30 Local: Plenário Deputada Judith Leão Castello Ribeiro. COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, INCLUSÃO DIGITAL, BIOSSEGURANÇA, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E PETRÓLEO E SEUS DERIVADOS Dia: segunda-feira Horário: 14h Local: Plenário Deputada Judith Leão Castello Ribeiro. COMISSÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL Dia: segunda-feira Horário: 14h Local: Plenário Deputada Judith Leão Castello Ribeiro.
46 ASSEMBLEIA LEGISLATIVA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA-GERAL PAULO MARCOS LEMOS Diretor-Geral CARLOS EDUARDO CASA GRANDE Secretário-Geral da Mesa JULIO CESAR BASSINI CHAMUN Procurador-Geral MARCELO BOSIO MONTEIRO Secretário de Comunicação Social RAULINO GONÇALVES FILHO Chefe de Gabinete da Presidência OCTAVIO LUIZ ESPINDULA Subdiretor-Geral PAULO DA SILVA MARTINS Subprocurador-Geral DIRETORIAS LEGISLATIVAS MARCELO SIANO LIMA Diretor das Comissões Parlamentares MARCUS FARDIN DE AGUIAR Diretor de Processo Legislativo RICARDO WAGNER VIANA PEREIRA Diretor de Redação JOÃO PAULO CASTIGLIONI HELAL Diretor da Procuradoria FABIANO BUROCK FREICHO Diretor de Recursos Humanos MARILUCE SALAZAR BOGHI Diretora de Taquigrafia Parlamentar JONSTON ANTÔNIO CALDEIRA DE SOUZA JÚNIOR Diretor de Tecnologia da Informação ADRIANA DOS SANTOS FERREIRA FRANCO RIBEIRO Diretora de Documentação e Informação JORGE ANTÔNIO FERREIRA DE SOUZA Diretor da Consultoria Temática WILSON TEIXEIRA GAMA Diretor de Infraestrutura e Logística LUIS CARLOS GIUBERTI Diretor de Segurança Legislativa JANAÍNA DO NASCIMENTO VALOIS Diretora de Finanças
DIÁRIO OFICIAL PODER LEGISLATIVO
DIÁRIO OFICIAL PODER LEGISLATIVO ANO XLVII - VITÓRIA-ES, SEGUNDA-FEIRA, 16 DE SETEMBRO DE 2013 - Nº 7363-08 PÁGINAS DPL - Editoração, Composição, Diagramação e Arte-Final. Reprografia: Impressão 3ª SESSÃO
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, Luiz Inácio Lula da Silva, no encerramento da 20ª Reunião Ordinária do Pleno Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Palácio do Planalto, 05 de dezembro de 2006 Eu acho que não cabe discurso aqui,
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