NORMA DE BOA PRÁTICA CLÍNICA
|
|
|
- Leonardo Estrada Regueira
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NÚMERO: 001/2010 DATA: 30/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: Prescrição da Osteodensitometria na Osteoporose do Adulto Osteodensitometria Médicos do Serviço Nacional de Saúde Departamento da Qualidade na Saúde; Nos termos da alínea c) do n.º 2 do artigo 2.º do Decreto Regulamentar n.º 66/2007, de 29 de Maio, na redacção dada pelo Decreto Regulamentar n.º 21/2008, de 2 de Dezembro, emite se a seguinte: NORMA DE BOA PRÁTICA CLÍNICA 1. Técnica de diagnóstico 1.1. A técnica a utilizar para avaliar a densidade mineral óssea (DMO) é a DEXA absorsiometria radiológica de dupla energia (Osteodensitometria), como método padrão para o diagnóstico e seguimento da evolução dos doentes com osteoporose (OP) A avaliação por Osteodensitometria é realizada ao nível do fémur proximal e da coluna lombar e devem ser tidos em conta os valores absolutos da DMO e o índice T (número de desvios padrão acima ou abaixo da média de densidade de massa óssea do adulto jovem) do colo do fémur, da anca total e da coluna lombar A medição no rádio distal é apenas reservada para os casos em que a avaliação nas regiões anatómicas anteriores não é possível ou fiável. 2. Regras 2.1. Após os 65 anos a Osteodensitometria do fémur proximal é a que oferece maiores garantias de precisão A Osteodensitometria não é um método de rastreio universal para utilizar em todas as mulheres após a menopausa A perimenopausa ou a menopausa não são, só por si, indicações para a realização de Osteodensitometria Mulheres premenopausicas e homens com idade inferior a 50 anos, saudáveis, não devem ser submetidos a Osteodensitometria Nos indivíduos com mais de 65 anos, com Osteodensitometria l, não é necessária a sua repetição As mulheres perimenopáusicas, com um valor l numa primeira Osteodensitometria devem repetir o exame só depois dos 65 anos. DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE Alameda D. Afonso Henriques, Lisboa Tel: Fax: E mail: [email protected] 1
2 2.7. Nos doentes osteoporóticos sob terapêutica, a repetição de Osteodensitometria não deve ser feita antes de 24 meses de tratamento bem instituído, podendo ser repetida após mais 2 anos No caso de uma primeira Osteodensitometria ter revelado osteopenia, a sua repetição só deverá ser efectuada depois de 5 anos. 3. Aspectos operacionais 3.1. Excepções a esta Norma são obrigatoriamente justificadas e fundamentadas pelo prescritor de Osteodensitometria no processo clínico do doente A Osteodensitometria configura um único exame de diagnóstico Osteodensitometria da Coluna Lombar e do Colo Femural, devendo ser prescrito através do código da tabela de meios complementares de diagnóstico e terapêutica do sector convencionado ou do código da tabela de preços do Serviço Nacional de Saúde Em alternativa ao exame anterior, e no caso excepcional já descrito em 1.3, pode ser requerido o exame de diagnóstico Osteodensitometria do punho, devendo ser prescrito através do código da tabela de meios complementares de diagnóstico e terapêutica do sector convencionado ou do código da tabela de preços do Serviço Nacional de Saúde É anulada a Circular Informativa N.º 12/DSCS/DPCD/DSQC de 1 de Abril de CRITÉRIOS 1. Um tratamento adequado da OP pressupõe o seu correcto diagnóstico. 2. É adoptada a definição operativa de OP, da Organização Mundial de Saúde, baseada nos valores da DMO avaliados por Osteodensitometria, no colo do fémur e usando como referência os valores da população feminina jovem: a) T 1: Normal; b) 2,5 <T < 1: osteopenia (baixa massa óssea); c) T 2,5: OP; d) T 2,5 + fractura de fragilidade: OP grave. 3. São indicações para a realização de Osteodensitometria: a) mulheres com idade superior a 65 anos e homens com idade superior a 70 anos; b) mulheres posmenopáusicas com idade inferior a 65 anos e homens com idade superior a 50 anos se apresentarem 1 factor de risco major ou 2 minor; c) mulheres premenopáusicas e homens com idade inferior a 50 anos apenas se existirem causas conhecidas de OP secundária ou factores de risco major. 4. É excepção clínica à Norma para repetição de Osteodensitometria a terapêutica com doses elevadas de corticosteróides, utilização de agonistas GnRH e ooforectomia. 5. A avaliação dos factores de risco para baixa massa óssea e para fractura é o passo inicial e essencial para a decisão clínica de se pedir uma Osteodensitometria. 6. Todas as mulheres posmenopáusicas e homens com idade superior a 50 anos devem ser especificamente interrogados acerca da existência de factores de risco para OP. 2
3 7. A estratégia clínica a adoptar perante a OP não passa, apenas, pela determinação dos valores de DMO, mas, sobretudo, pela identificação dos indivíduos com risco major de OP e, portanto, de fractura. 8. São factores de risco major para OP: a) idade superior a 65 anos; b) fractura vertebral prévia; c) fractura de fragilidade depois dos 40 anos; d) história de fractura da anca num dos progenitores; e) terapêutica corticóide sistémica com mais de 3 meses de duração; f) menopausa precoce (<40 anos); g) hipogonadismo; h) hiperparatiroidismo primário; i) propensão aumentada para quedas. 9. São factores de risco minor para OP: a) artrite reumatóide; b) história de hipertiroidismo clínico; c) terapêutica crónica com anti epilépticos; d) baixo aporte de cálcio na dieta e consumo excessivo de cafeína (>3 chávenas por dia); e) tabagismo actual; f) consumo excessivo de bebidas alcoólicas (mais de 3 unidades de álcool/dia); g) índice de massa corporal menor do que 19 kg/m2; h) perda de peso superior a 10% relativamente ao peso do indivíduo aos 25 anos; i) terapêutica crónica com heparina; j) imobilização prolongada. AVALIAÇÃO A implementação da presente Norma é monitorizada regularmente ao nível dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES), através dos seguintes indicadores: Percentagem de exames de osteodensitometria prescritos a utilizadores com recomendação (idade) Percentagem de exames de osteodensitometria prescritos a utilizadores com osteoporose Ratio de exames de osteodensitometria prescritos por utilizador (população ajustada) Ratio de exames de osteodensitometria prescritos por utilizador feminino (população ajustada) Ratio de exames de osteodensitometria facturados por residente (população ajustada) Custo médio com exames de osteodensitometria facturados por utilizador (população ajustada) Custo médio com exames de osteodensitometria facturados por utilizador (população ajustada) 3
4 A parametrização dos sistemas de informação para a e avaliação da implementação e impacto da presente Norma é da responsabilidade de cada Administração Regional de Saúde. É competência dos Conselhos Clínicos dos ACES avaliar a efectividade da implementação desta Norma e dar directivas e instruções para o seu cumprimento. Sob coordenação do Departamento da Qualidade na Saúde, é elaborado anualmente um relatório sobre a implementação da presente Norma em cada um dos ACES. 4
5 BILHETES DE IDENTIDADE DOS INDICADORES Designação Percentagem de exames de osteodensitometria prescritos a utilizadores com recomendação (idade) Tipo de Indicador QUALIDADE TÉCNICA / EFECTIVIDADE Entidade Gestora ACES Monitorizar a adequação de precrição de exames de osteodensitometria e a aplicação da Norma da DGS Indicador que exprime a adequação da prescrição ACES/ Percentagem Fórmula A / B x 100 Percentagem de utentes - Denominador - Ter sexo feminino e completado 65 ou mais anos no período em análise, ou ter sexo masculino e completado 70 ou mais anos, no período em análise - Ter pelo menos um registo de consulta médica, no período em análise. - Ter de registo de prescrição de osteodensitometria, no período em análise - Ter inscrição no ACES no período em análise No caso de um primeiro exame de osteodensitometria ter revelado osteopenia, a sua repetição só deverá ser efectuada depois de 5 anos. Nos doentes osteoporóticos sob terapêutica, a repetição do exame de osteodensitometria não deve ser feita antes de 24 meses de tratamento bem instituído, podendo ser repetida após mais 2 anos. Fonte Informação/ SI Número de utilizadores com possível A - Numerador recomendação por idade, e com prescrição SI USF/UCSP Nº de Utilizadores de exame de osteodensitometria Número de utilizadores com prescrição de B - Denominador SI USF/UCSP Nº de Utilizadores osteodensitometria 5
6 Designação Percentagem de exames de osteodensitometria prescritos a utilizadores com osteoporose Tipo de Indicador QUALIDADE TÉCNICA / EFECTIVIDADE Entidade Gestora ACES Monitorizar a adequação de precrição de exames de osteodensitometria e a aplicação da Norma da DGS Indicador que exprime a adequação da prescrição ACES/ Percentagem Fórmula A / B x Denominador - Ter registo de diagnóstico de osteoporose (L95) - Ter pelo menos um registo de consulta médica, no período em análise. - Ter de registo de prescrição de osteodensitometria, no período em análise - Ter inscrição no ACES no período em análise Percentagem de utentes Nos doentes osteoporóticos sob terapêutica, a repetição do exames de osteodensitometria não deve ser feita antes de 24 meses de tratamento bem instituído, podendo ser repetida após mais 2 anos. No caso de um primeiro exames de osteodensitometria ter revelado osteopenia, a sua repetição só deverá ser efectuada depois de 5 anos. Fonte Informação/ SI A - Numerador Número de utilizadores com diagnóstico de osteoporose SI USF/UCSP N.º de utilzadores B - Denominador Número de utilizadores com prescrição de osteodensitometria SI USF/UCSP N.º de utilzadores 6
7 Designação Ratio de exames de osteodensitometria prescritos por utilizador (população ajustada) Tipo de Indicador QUALIDADE TÉCNICA / EFECTIVIDADE Entidade Gestora ACES Monitorizar a adequação de precrição de exames de osteodensitometria e a aplicação da Norma da DGS Indicador que exprime a adequação da prescrição ACES/ Exame/ utilizador Fórmula A / B x 1000 Exames por 1000 utentes - Número de exames de osteodensitometria prescritos nos últimos 5 anos - Ter pelo menos um registo de consulta médica, no período em análise. - Ter sexo feminino e completado 65 ou mais anos no período em análise, ou ter sexo masculino e completado 70 ou mais anos no período em análise. - Ter inscrição no ACES no período em análise. Se não existir possibilidade de histórico de cinco anos, analisar o maior período em análise possível. Fonte Informação/ SI A - Numerador Número de exames de densitometria prescritos nos últimos 5 anos SI USF/UCSP N.º de exames Número de utilizadores do ACES do sexo feminino que completaram 65 ou mais anos B - Denominador no período em análise, cumulativo com número de utilizadores no ACES do sexo SI USF/UCSP Número de utilizadores masculino que completaram mais de 70 anos no período em análise 7
8 Designação Ratio de exames de osteodensitometria prescritos por utilizador feminino (população ajustada) Tipo de Indicador QUALIDADE TÉCNICA / EFECTIVIDADE Entidade Gestora ACES Monitorizar a adequação de precrição de exames de osteodensitometria e a aplicação da Norma da DGS Indicador que exprime a adequação da prescrição ACES/ Exame/ utilizador Fórmula A / B x 1000 Exames por 1000 utentes - Número de exames de osteodensitometria prescritos nos últimos 5 anos a utilizadores do sexo feminino com mais de 40 anos - Ter pelo menos um registo de consulta médica, no período em análise. - Ter sexo feminino e completado 40 ou mais anos no período em análise. - Ter inscrição no ACES no período em análise. Se não existir possibilidade de histórico de cinco anos, analisar o maior período em análise possível. A osteodensitometria não é um método de rastreio universal para utilizar em todas as mulheres após a menopausa. A perimenopausa ou a menopausa não são, só por si, indicações para a realização do exames de osteodensitometria. As mulheres premenopausicas e homens com idade inferior a 50 anos, saudáveis, não devem ser submetidos ao exames de osteodensitometria. As mulheres perimenopáusicas, com um valor l num primeiro exames de osteodensitometria devem repetir o exame só depois dos 65 anos. Fonte Informação/ SI A - Numerador Número de exames de densitometria prescritos nos últimos 5 anos a mulheres SI USF/UCSP N.º de exames B - Denominador com 40 ou mais anos Número de utilizadores do ACES do sexo feminino que completaram 40 ou mais anos no período em análise SI USF/UCSP Número de utilizadores 8
9 Designação Ratio de exames de osteodensitometria facturados por residente (população ajustada) Tipo de Indicador QUALIDADE TÉCNICA / EFECTIVIDADE Entidade Gestora ACES Monitorizar a adequação de precrição de exames de osteodensitometria e a aplicação da Norma da DGS Indicador que exprime a adequação da prescrição ACES/ Exames/ residente Fórmula A / B x 1000 Exames por residentes - Número de exames de osteodensitometria facturados nos últimos 5 anos - Residentes na área do ACES com sexo feminino e completado 65 ou mais anos no período em análise, ou ter sexo masculino e completado 70 ou mais anos, no período em análise Se não existir possibilidade de histórico de cinco anos, analisar o maior período em análise possível. Fonte Informação/ SI Número de exames de osteodensitometria A - Numerador SINGRA N.º de exames facturados nos últimos 5 anos Número residentes do sexo feminino com 65 anos ou mais anos, cumulativo com B - Denominador número de residentes do sexo masculino INE N.º de Residentes com mais de 70 anos, no período em análise. 9
10 Designação Custo médio com exames de osteodensitometria facturados por utilizador (população ajustada) Tipo de Indicador EFICIÊNCIA Entidade Gestora ACES Monitorizar o custo com exames de osteodensitometria e a aplicação da Norma da DGS Indicador que exprime o custo médio com exames de osteodensitometria ACES/ Fórmula / Utilizador A / B Custo Médio - Custo com exames de osteodensitometria (PVP) cuja facturação tenha sido efectuada no intervalo de tempo em análise. - Ter pelo menos um registo de consulta médica, no período em análise. - Ter sexo feminino e completado 65 ou mais anos no período em análise, ou ter sexo masculino e completado 70 ou mais anos no período em análise. - Ter inscrição no ACES no período em análise. Fonte Informação/ SI Custo com exames de osteodensitometria A - Numerador SINGRA (Tabela Convencionados) Número de utilizadores inscritos no ACES do sexo feminino que completaram 65 ou B - Denominador mais anos no período em análise, cumulativo com número de inscritos no SI ACES Número de utilizadores ACES do sexo masculino que completaram mais de 70 anos no período em análise. 10
11 FUNDAMENTAÇÃO A osteoporose é uma doença esquelética sistémica, que se caracteriza pela diminuição da massa óssea e por uma alteração da qualidade microestrutural do osso, que levam a uma diminuição da resistência óssea e consequente aumento do risco de fracturas, sendo estas mais frequentes nas vértebras dorsais e lombares, na extremidade distal do rádio e no fémur proximal. A osteoporose é uma doença de elevada prevalência nos países ocidentais, em que Portugal se insere. Estima se que exista, no nosso país, mais de meio milhão de pessoas, sobretudo mulheres, com osteoporose. A importância desta doença, em termos de saúde pública, advém das suas complicações, isto é das fracturas. Entre estas, as fracturas do fémur proximal são as que, a curto prazo, causam maiores morbilidade e mortalidade e, ainda, outros elevados encargos sociais e económicos, incluindo elevados custos hospitalares. BIBLIOGRAFIA European guidance for the diagnosis and management of osteoporosis in postmenopausal women; J. A. Kanis, N. Burlet, C. Cooper, P. D. Delmas, J. Y. Reginster, F. Borgstrom, R. Rizzoli, on behalf of the European Society for Clinical and Economic Aspects of Osteoporosis and Osteoarthritis (ESCEO) Osteoporos Int 2007 DOI /s z Kanis JA, on behalf of the World Health Organization Scientific Group Assessment of osteoporosis at the primary healthcare level. Technical Report WHO Collaborating Centre, University of Sheffield, Sheffield Management of osteoporosis in postmenopausal women: 2010 position statement of The North American Menopause Society Position Statement. Menopause, 2010; 17(1): World Health Organization Assessment of osteoporosis at the primary health care level. Summary Report of a WHO Scientific Group WHO, Geneva Posições Oficiais da International Society for Clinical Densitometry (versão portuguesa) Qaseem A, Snow V; Shekelle P, Hopkins Jr. R, Forciea MA and Owens D for the Clinical Efficacy Assessment Subcommittee of the American College of Physicians. Screening for Osteoporosis in Men: A Clinical Practice Guideline from the American College of Physicians. Ann Intern Med. 2008;148: Tavares V, Canhão H, Melo Gomes JA, Simões E et al. Recomendações para o diagnóstico e terapêutica da osteoporose. Acta Reum Port. 2007; 32:49 59 Francisco George Director Geral da Saúde 11
Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em números 2013
ISSN: 2183-0762 Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em números 2013 Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo www.dgs.pt Portugal. Direção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de
Osteoporose 2. Definição de Osteoporose 3. Fisiopatologia da Osteoporose 4. Como se faz o diagnóstico de osteoporose 8 Diagnóstico 9
2011/2012 Módulo V.II Endocrinologia Tema da Aula: Patologia Mineral - Osteoporose Docente: Dr. Mário Rui Mascarenhas Data: 11/01/2012 Número da Aula Previsto: 30 Desgravador: Francisca Costa, Joana Carvalho
PRIMEIRA FRATURA. FAÇA COM que A SUA SEJA A SUA ÚLTIMA. www.spodom.org. www.iofbonehealth.org
FAÇA COM que A SUA PRIMEIRA FRATURA SEJA A SUA ÚLTIMA www.iofbonehealth.org Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas www.spodom.org O QUE É A OSTEOPOROSE? A osteoporose é uma doença
Reabilitação fisioterapêutica do idoso com osteoporose
Definição Reabilitação fisioterapêutica do idoso com osteoporose Distúrbio osteometabólico, de origem multifatorial, caracterizado pela diminuição da densidade mineral óssea e deterioração de sua micro
O que é a osteoporose?
Introdução O que é a osteoporose? Toda a gente sabe que o aumento da fragilidade dos ossos e consequente risco de fracturas, assim como o encurvamento da coluna e a perda de altura, fazem parte do processo
Dossier Informativo. Osteoporose. Epidemia silenciosa que afecta 800.000 pessoas em Portugal
Dossier Informativo Osteoporose Epidemia silenciosa que afecta 800.000 pessoas em Portugal 2008 1 Índice 1. O que é a osteoporose? Pág. 3 2. Factores de risco Pág. 4 3. Prevenção Pág. 4 4. Diagnóstico
Como se protege da osteoporose
Como se protege da osteoporose Ter osteoporose não é o fim do mundo mas implica algumas alterações nos hábitos. O que pode fazer para melhorar a sua qualidade de vida? Como pode evitar que ela chegue mais
Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde ([email protected])
NÚMERO: 006/2015 DATA: 08/04/2015 ASSUNTO: Gestão Integrada da Obesidade Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade PALAVRAS-CHAVE: Tratamento Cirúrgico de Obesidade, Obesidade PARA:
NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO:
NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO: Diagnóstico e Classificação da Diabetes Mellitus Diabetes ; Diagnóstico Médicos e Enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde Departamento
Survey de Satisfação de Clientes 2009
Survey de Satisfação de Clientes Fevereiro de 2010 Índice 1. Sumário Executivo 4 2. Metodologia 6 3. Estratificação da Amostra 7 4. Classificação das pontuações 8 5. Apresentação de Resultados das Urgências
Promoção da Saúde e Prevenção da Doença
Faculdade de Medicina de Lisboa Instituto de Medicina Preventiva Disciplina de Medicina Geral e Familiar (5º Ano) Promoção da Saúde e Prevenção da Doença Medicina Curativa e Medicina Preventiva Saúde versus
Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841
Directriz de Revisão/Auditoria 841 1 Dezembro de 2001 Verificação das Entradas em Espécie para Realização de Capital das Sociedades ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1-6 OBJECTIVO 7-8 PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO
TUBERCULOSE REGISTO DOS CASOS E MONITORIZAÇÃO DOS RESULTADOS
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: SISTEMA DE INFORMAÇÃO INTRÍNSECO AO PROGRAMA DE TUBERCULOSE REGISTO DOS CASOS E MONITORIZAÇÃO DOS RESULTADOS Nº 8/DT Data: 9/05/00
PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE
PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE A incidência e a prevalência quer da pré-obesidade quer da obesidade têm vindo a aumentar na União Europeia e, também, em Portugal, constituindo um importante
OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA
Universidade do Minho Escola de Engenharia OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA José Artur Rodrigues Nº 55574 Orientador: Prof. Higino Correia Mestrado
NÚMERO: 006/2011 DATA: 27/01/2011 Diagnóstico Sistemático e Tratamento da Retinopatia Diabética
ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 006/2011 DATA: 27/01/2011 Diagnóstico Sistemático e Tratamento da Retinopatia Diabética Retinopatia Diabética Conselhos Directivos das Administrações Regionais
Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010
Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 18 de Maio de 2010 A taxa de desemprego foi de 10,6% no 1º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2010 foi de 10,6%. Este valor
Departamento da Qualidade na Saúde ([email protected])
NÚMERO: 005/2015 DATA: 25/03/2015 ASSUNTO: Telerradiologia PALAVRAS-CHAVE: Radiologia, Neurorradiologia; telemedicina; teleconsulta PARA: Instituições do Sistema de Saúde CONTACTOS: Departamento da Qualidade
Direcção-Geral da Saúde
Assunto: Vacinação contra a gripe sazonal em 2009/2010 Nº: 33/DSPCD DATA: 08/09/2009 Para: Contacto na DGS: Todos os médicos e enfermeiros Dr.ª Maria da Graça Freitas Destaques para a época da gripe 2009/2010:
A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010
Estatísticas do Emprego 4º trimestre de 2010 16 de Fevereiro de 2011 A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2010 foi de 11,1%. Este
NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS
CONTACTOS DAS ENTIDADES QUE INTEGRAM O Direcção-Geral das Autarquias Locais Morada: Rua José Estêvão,137, 4.º a 7.º 1169-058 LISBOA Fax: 213 528 177; Telefone: 213 133 000 E-mail: [email protected] Centro
Prolia para osteoporose
Data: 29/06/2013 Nota Técnica 105/2013 Número do processo: 0110170-82.2013-813.0525 Solicitante: Juiz de Direito Dr. Napoleão da Silva Chaves Réu: Estado de Minas Gerais Medicamento Material Procedimento
A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9%
Estatísticas do Emprego 3º trimestre de 2007 16 de Novembro de 2007 A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9 A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2007 foi de 7,9. Este valor
Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves
Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem
A procura de emprego dos Diplomados. com habilitação superior
RELATÓRIO A procura de emprego dos Diplomados com habilitação superior Dezembro 2007 Fevereiro, 2008 Ficha Técnica Título A procura de emprego dos diplomados com habilitação superior Autor Gabinete de
PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Raquel Lino de Menezes 8, Francielda Geremias da Costa Luz¹, Maycon Allison Horácio de
Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860
Índice Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 PROJECTO DE DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 860 Dezembro de 2008 Relatório Sobre o Sistema de Controlo Interno das Instituições de Crédito e Sociedades
Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto.
Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto. Aprova, para ratificação, a Convenção n.º 162 da Organização
GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático - Inscrição/Alteração Membros dos Órgãos Estatutários (MOE) (1008 V5.3)
TRIAGEM DE OSTEOPOROSE E OSTEOPENIA EM PACIENTES DO SEXO FEMININO, ACIMA DE 45 ANOS E QUE JÁ ENTRARAM NA MENOPAUSA
TRIAGEM DE OSTEOPOROSE E OSTEOPENIA EM PACIENTES DO SEXO FEMININO, ACIMA DE 45 ANOS E QUE JÁ ENTRARAM NA MENOPAUSA PAULINO, Matheus Veloso 1 ; TAVEIRA, Roberto Brasil Rabelo 2 ; SILVA, Ana Paula Nascimento
CERTIFICADOS DE APTIDÃO PROFISSIONAL (CAP) PARA:
CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA PORTUGAL INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL TELEFONE 218423502 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA AFTN - LPPTYAYI AEROPORTO DA PORTELA 14/06 TELEX 12120 - AERCIV P 1749-034 LISBOA
ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP)
Manual de Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 15/2007 ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) A avaliação e a determinação com rigor do nível de capital interno
Decreto-Lei nº 202/96, de 23 de Outubro
Decreto-Lei nº 202/96, de 23 de Outubro O nº 1 do artigo 2.º da Lei nº 9/89, de 2 de Maio - Lei de Bases da Prevenção e da Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência -, define pessoa com deficiência
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR OBTENÇÃO E ELABORAÇÃO DOS DADOS ACTUARIAIS E ESTATÍSTICOS DE BASE NO CASO DE EVENTUAIS DIFERENCIAÇÕES EM RAZÃO DO SEXO NOS PRÉMIOS E PRESTAÇÕES INDIVIDUAIS DE SEGUROS E DE
Pedro Rosário Divisão de Saúde Ambiental/Núcleo de Protecção Contra Radiações
Direcção-Geral da Saúde www.dgs.pt O papel da Direcção ão-geral da Saúde no âmbito das radiações não-ionizantes Ministério da Saúde Pedro Rosário Divisão de Saúde Ambiental/Núcleo de Protecção Contra Radiações
REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES
Preâmbulo Tendo por objecto a salvaguarda da qualidade das auditorias executadas sobre actividades ou exercício farmacêuticos, a Ordem dos Farmacêuticos veio criar o presente regulamento da Bolsa de Auditores.
Novembro de 2008 ISBN: 978-972-614-430-4. Desenho gráfico: WM Imagem Impressão: Editorial do Ministério da Educação Tiragem: 5 000 exemplares
Título: Educação em Números - Portugal 2008 Autoria: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE)/Ministério da Educação Edição: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE)/Ministério
Assunto: Condições de contrato de transporte aéreo
CIRCULAR Nº 062 / 2009 (SF) RF/MS/RC Lisboa, 14 de Agosto de 2009 Assunto: Condições de contrato de transporte aéreo Caro Associado, Tendo em consideração os deveres legais de informação para a venda de
PLANO DE CONTINGÊNCIA ESPECÍFICO PARA AS ONDAS DE CALOR
PLANO DE CONTINGÊNCIA ESPECÍFICO PARA AS ONDAS DE CALOR ACES AMADORA 2013 Documento de trabalho proposto e 30 Abril 2013 Revisto em 14/05/2013 por Autoridades de Saúde do ACES Amadora Aprovado em / / 2013
CAPÍTULO 6 INTENÇÕES REPRODUTIVAS E PLANEAMENTO DA FECUNDIDADE
CAPÍTULO 6 INTENÇÕES REPRODUTIVAS E PLANEAMENTO DA FECUNDIDADE O questionário do IDS de 1997 conteve várias questões para investigar as preferências reprodutivas da população entrevistada. Foi recolhida
Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados
Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3
REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição
REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo
ANEXO III ALTERAÇÕES AO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E AO FOLHETO INFORMATIVO
ANEXO III ALTERAÇÕES AO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E AO FOLHETO INFORMATIVO Estas alterações ao RCM e Folheto Informativo são válidas na data da Decisão da Comissão. Após Decisão da Comissão,
Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA 8000 1º Semestre de 2010
Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA 8000 estre de As questões sociais estão cada vez mais na ordem do dia, quer por parte de entidades governamentais, como de agentes económicos privados.
Regulamento para a Certificação dos Sistemas de Gestão da Responsabilidade Social
Regulamento para a Certificação dos Sistemas de Gestão da Em vigor a partir de 01 de abril de 2016 RINA Via Corsica 12 16128 GÊNOVA, Itália tel +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org
Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007
Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 2/2007 O Aviso do Banco de Portugal nº 11/2005, de 13 de Julho, procedeu à alteração e sistematização dos requisitos necessários à abertura de contas de depósito bancário,
INSCRIÇÕES E RENOVAÇÕES ÉPOCA 2013/2014
11 INSCRIÇÕES E RENOVAÇÕES ÉPOCA 2013/2014 CONDIÇÕES OBRIGATÓRIAS: (Baseado nas NORMAS REGULAMENTARES para a época 2011/2012 e seguintes, Aprovado na ASSEMBLEIA GERAL de 26 Novembro 2011) I FILIAÇÃO/ RENOVAÇÃO:
REGULAMENTO INTERNO BANCO DE AJUDAS TÉCNICAS
REGULAMENTO INTERNO BANCO DE AJUDAS TÉCNICAS ENTIDADE PROMOTORA: SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO ENTIDADES PARCEIRAS: MUNICÍPIO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO E CENTRO DE SAÚDE DE SOBRAL
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS
Cód. 161007 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MEALHADA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO Ano lectivo 2010-2011 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS A avaliação das crianças e dos alunos (de diagnóstico,
Política de Privacidade da Plataforma Comercial de Viagens Travelport para o GDS
Política de Privacidade da Plataforma Comercial de Viagens Travelport para o GDS Bem-vindo/a a este website da Travelport. Na Travelport reconhecemos a importância de proteger a privacidade dos dados pessoais
PARECER N.º 37/CITE/2007
PARECER N.º 37/CITE/2007 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho e da alínea b) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 151 DL-C/2007
O SMMP oferece aos seus associados uma apólice de Internamento Hospitalar, com as seguintes características:
SEGUROS E ASSISTÊNCIA MÉDICA DOS ASSOCIADOS DO SMMP RESUMO 2015 SEGURO DE INTERNAMENTO HOSPITALAR O SMMP oferece aos seus associados uma apólice de Internamento Hospitalar, com as seguintes características:
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros O revisor oficial de contas (ROC) é reconhecido na legislação e regulamentação em vigor
Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04
Índice de Quadros, Gráficos, Imagens, Figuras e Diagramas Introdução 01 Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Parte I: Enquadramentos da Intervenção Social no Concelho de Bragança 08 Quadro
Complicações Tardias do HIV Vitamina D e Metabolismo Ósseo
Complicações Tardias do HIV Vitamina D e Metabolismo Ósseo Mônica Jacques de Moraes Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP V Congresso Norte-Nordeste de Infectologia Fortaleza, 4 a 6 de dezembro de 2014
ENTRADA EM VIGOR: A presente Orientação Normativa reporta os seus efeitos a 28 de Agosto de 2004.
ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 4/2004 Data: 3 de Setembro de 2004 RECURSOS HUMANOS Nº PAUTA: 203.22 ASSUNTO: TRABALHADOR ESTUDANTE ENQUADRAMENTO CONVENCIONAL E LEGAL: Código do Trabalho e Regulamentação do Código
Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril. Relatório Anual do Curso de Informação Turística (IT)
Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril Relatório Anual do Curso de Informação Turística (IT) Ano Lectivo de 2009/2010 Director de Curso: Miguel Brito Introdução O presente relatório apresenta
PARECER N.º 40/CITE/2006
PARECER N.º 40/CITE/2006 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho e da alínea c) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 44 DG-E/2006
Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações
Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações Agosto 2010 REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO APLICÁVEL À GESTÃO DE RECLAMAÇÕES CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Secção I Disposições preliminares
WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?
WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...
NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA. Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010
NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010 DOIS CONCEITOS FUNDAMENTAIS «área de reabilitação urbana» - cuja delimitação pelo município
VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA (VIH) PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL
VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA () PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL Introdução A infecção na criança no nosso país faz-se quase exclusivamente por transmissão vertical pelo que é possível reduzir eficazmente
Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente. Regulamento
Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente Regulamento Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define o processo de avaliação do desempenho do pessoal docente a
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IFRS 3 Concentrações
CARTÕES DE CRÉDITO: BOAS RAZÕES PARA UMA BOA REGULAÇÃO
1 CARTÕES DE CRÉDITO: BOAS RAZÕES PARA UMA BOA REGULAÇÃO 15.04.2008 SÃO PAULO SEMINÁRIO PROTESTE 2 CARTÕES DE CRÉDITO: BOAS RAZÕES PARA UMA BOA REGULAÇÃO 3 1. Meio de pagamento e instrumento de crédito
Emitente: CONSELHO DIRECTIVO. Norma Regulamentar n.º 05/2005-R. Data: 18/03/2005
Emitente: CONSELHO DIRECTIVO Norma Regulamentar n.º 05/2005-R Data: 18/03/2005 Assunto: APLICAÇÃO DAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE EMPRESAS DE SEGUROS, SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE PENSÕES
Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro
Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro Objecto... 2 Entidades competentes para a formação dos navegadores de recreio e para a realização dos respectivos exames... 2 Credenciação das entidades formadoras...
Organismo avaliado: INSA. 1. Enquadramento. 2. Parecer com análise crítica. 3. Documentos de referência
Parecer emitido pelo Alto Comissariado da Saúde (GPEARI do MS) com Análise Crítica da Auto-Avaliação do INSA (Artigo 17.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro) Organismo avaliado: INSA 1. Enquadramento
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais
Preçário RCI BANQUE SUCURSAL PORTUGAL BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO
Preçário RCI BANQUE SUCURSAL PORTUGAL BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo da RCI Banque Sucursal Portugal, contém o Folheto
ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Despacho n.º 3677/2011
9626 Diário da República, 2.ª série N.º 39 24 de Fevereiro de 2011 PARTE E ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Despacho n.º 3677/2011 O artigo 72.º do Regulamento de Relações Comerciais do Gás
O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:293146-2015:text:pt:html
1/7 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:293146-2015:text:pt:html Grécia-Tessalónica: Desenvolvimento de tecnologias de informação e informações sobre o mercado
Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira
Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira 1 de 9 Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira PREÂMBULO O Hospital Vila Franca de
